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Vendas para o Dia das Crianças caíram em 2015


Comércio registrou queda nas vendas de 8,98% para o Dia das Crianças neste ano devido à crise pela qual o Brasil está passando. As pessoas estão mais cautelosas e evitando gastar com itens supérfluos.

As vendas no comércio para o Dia das Crianças caíram este ano em torno de 8,98% comparado ao mesmo período do ano passado. Analisando os últimos 4 anos: 2013, 2012, 2011 e 2010 a queda nas vendas teve uma somatória de 0,32%.   

De acordo com o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) foi o pior percentual de queda registrado nos últimos anos. Este ano os pais não quiseram comprometer o orçamento com compras parceladas e o resultado foi uma retração de 7,82%.

Fatores que contribuíram para que as vendas fossem fracas, como a alta dos juros, a inflação, o medo da inadimplência e o comprometimento do orçamento familiar fizeram com que se pensasse melhor na hora das compras. Os pais não quiseram arriscar comprando produtos caros ou sofisticados, optaram por brinquedos simples ao alcance do orçamento, assim as crianças não ficaram sem os presentes.   

De acordo com levantamentos, as vendas à vista foram as mais procuradas, as pessoas evitaram os parcelamentos e principalmente os cartões de crédito, pois os juros aumentaram e neste momento de recessão é melhor se precaver.

Os itens mais vendidos foram: roupas, jogos interativos, carrinhos, bonecas, mostrando que os artigos mais práticos e econômicos foram os desejados.   

Neste ano, os brasileiros enfrentam dificuldades na área econômica, os preços elevados dos alimentos, transporte, educação, roupas, cesta básica, juros altos do cartão de crédito e rotativo, fizeram com que as pessoas restringissem o poder de compra e o orçamento ficou limitado.

Nas datas comemorativas as pessoas estão evitando gastar, e este ano houve registro de quedas das vendas nas datas comemorativas: dia das mães, dos pais, dos namorados, páscoa, com percentual de 0,5%, 11,21%, 4,93%, 0,59%, mostrando que economizar se tornou prioridade.   

O comércio esperava uma maior demanda e um aquecimento das vendas para o Dia das Crianças, mas com um orçamento apertado e comprometido as pessoas gastaram pouco, pois estão dando prioridade ao essencial. Brinquedos e presentes se tornaram objetos de luxo.

Os comerciantes não estão muito otimistas para as vendas do final de ano, baseados nas vendas que ocorreram referentes às datas comemorativas. As pessoas, provavelmente, utilizarão o 13º salário para quitar débitos e o comércio contratará menos devido às baixas expectativas. É um momento difícil na economia brasileira.  

Por Marisa Torres

Vendas Dia das Crianças

Foto: Divulgação



Vendas nos supermercados caíram 3% em junho de 2015


Valor da cesta básica teve aumento em várias regiões do Brasil. Item que apresentou maior alta foi a Cebola, com alta no preço de 16,72%.

De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, as vendas no setor caíram 3% só no mês de junho e a expectativa não é nada animadora para os próximos meses.

Em comparação com o mês de maio, a queda nas vendas chegou a 4,72% e em comparação a junho do ano passado, a queda foi de 3,04%.

A Abras – Associação Brasileira de Supermercados, utiliza 35 produtos que são amplamente consumidos pelos brasileiros, para a realização de sua pesquisa e levando em consideração esta "cesta básica" da Abras, houve uma elevação de 1,19% com o valor destes produtos indo de R$ 406,20 em maio, para R$ 411,03 no mês de junho.

Confira os itens que apresentaram maior alta nos preços, na "cesta" utilizada pela Abras:

Cebola: aumento de 16,72%;

Batata: aumento de 8,99%;

Sabão em pó: aumento de 4,42%;

Xampu: aumento de 4,12%.

Mas alguns produtos apresentaram queda nos preços, entre eles:

Tomate: queda no preço de 12,79%;

Biscoito Cream Cracker: queda no preço de 4,44%;

Massa sêmola espaguete: queda no preço de 1,47%;

Desinfetante: queda no preço de 0,98%.

Em todas as regiões do Brasil foi registrada alta na cesta, sendo que a região Norte foi onde a alta ficou maior, em 2,54%, chegando o valor da cesta a R$ 463,35.

Em seguida veio a região Nordeste, com alta de 1,91% e o preço da cesta chegando a R$ 452,54. No Sul a alta foi de 0,96% com valor de R$ 448,70. No Sudeste a alta chegou a 0,44% e o valor da cesta a R$ 392,91. E na região do Centro Oeste, a alta registrada foi de 0,13% com o valor da cesta a R$ 390,12.
Para João Sanzovo, vice-presidente da Abras, o aumento nos preços é resultante da crise econômica que afeta o Brasil e também da crise política. E somado a estes dois fatores, estão outras questões, como o desemprego e também a inflação.

E levando em consideração estes fatores, fica fácil analisar os próximos meses, que deverão ser de mais queda nas vendas dos supermercados, uma vez que a inflação não será controlada a curto prazo e o desemprego ainda vai continuar alto neste segundo semestre.

Por Russel

Consumo nos supermercados

Foto: Divulgação



Vendas no varejo – Alta em janeiro de 2012


O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – divulgou a sua pesquisa mensal sobre o comércio e constatou alta de 2,6% nas vendas no varejo, sendo que a receita nominal cresceu 3,6%. Este resultado é referente ao primeiro mês do ano em comparação a dezembro de 2011.

De acordo com o IBGE o resultado apresentado para esse período é o melhor desde 2010, pois em fevereiro desse ano as vendas aumentaram 3%. Quando levado em consideração o acumulado em 12 meses o aumento foi de 7,3%.

Ao todo foram pesquisadas pelo Instituto dez atividades do comércio, em que sete apresentaram resultados positivos quando comparados ao último mês do ano passado. Os setores que mais se destacaram foram os de produtos alimentícios, fumo, hipermercados, supermercados, calçados, tecidos e vestuário. Quando comparados com janeiro de 2011, nove dos dez setores pesquisados apresentaram bons resultados. Apenas um segmento registrou queda, foi o de combustíveis e lubrificantes que fecharam o período com baixa de 0,7%.

A pesquisa também analisou o volume de vendas nas 27 unidades da federação, de acordo com o estudo foi constatado um aumento em 25 regiões, somente o Rio Grande do Norte e o Amazonas apresentaram números negativos e fecharam o período com baixa de 1,2% e 0,2%, respectivamente.

Por Joyce Silva



Abras – Índice Nacional de Vendas sobe para 13,6% em Abril


O setor supermercadista conquistou expressivos números ao final de 2010 com as festas de Natal e virada de ano, e também durante a última Páscoa. E se passado é passado, que tal observar os dados mais recentes divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras)?

De acordo com o Índice Nacional de Vendas, as vendas reais do segmento avançaram 13,60% no mês de abril em comparação ao período igual de um ano atrás. No comparativo mensal, ou seja, contra março de 2011, o índice alcançado foi de 7,17%.

A Abras assinala que em valores nominais o indicador apresentou expressivo avanço de 21% em abril ante mês similar de 2010 e incremento de 8% sobre março de 2011. No acumulado nominal, ou seja, durante os quatro primeiros meses, a taxa atinge índice de 12,08% em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado.

Possivelmente, o segmento não sentirá com gravidade as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, pois os consumidores, mesmo optando por produtos mais baratos e diminuindo o consumo, sempre percorrem gôndolas em busca de mercadorias para abastecer o lar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Vendas no varejo têm aumento de 1,2% em março


Em ambiente de desaceleração econômica, parte da população sente o peso das iniciativas abraçadas pelo Banco Central (BC), adotadas ainda quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente do país. Embora o consumo dê sinais de enfraquecimento nos dias atuais, alguns índices dos três primeiros meses do ano continuam positivos.
Em março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio varejista registrou avanço de 1,2% no volume de vendas e de 1,4% em termos de receita nominal. O crescimento, comparado a fevereiro, considera dados com ajustes sazonais.
O IBGE aprecia que sem os ajustes sazonais o varejo conquistou alta de 4,1% em relação a março do ano passado no assunto vendas, 6,9% se considerado o acumulado do trimestre inicial de 2011 e 9,5% nos últimos 12 meses. Em relação à receita nominal, as taxas encontradas foram 8,5%, 11,6% e 13,5%, respectivamente, maiores.
De acordo com o instituto, das dez atividades sondadas, oito registraram incremento em seus percentuais, com destaque para veículos & motos, partes & peças, cuja alta chegou a 3,8%. Seguiram o item equipamentos & material para escritório, informática & comunicação, 3,5%, material de construção, 2,8%, móveis & eletrodomésticos, 1,6%, livros, jornais, revistas & papelaria, também 1,6%, outros artigos de uso pessoal & doméstico, 1,4%, tecidos, vestuário & calçados, 1,1%, e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas & fumo, 1,0%.
No sentido oposto foram constatados decréscimos em combustíveis & lubrificantes e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria & cosméticos, cada qual com índice negativo de 0,1%.
No confronto anual, ou seja, sem ajustes sazonais, ressalta o IBGE, todas as atividades registraram aumento.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Dia das Mães 2011 – Estimativas de faturamento do comércio


As perspectivas para o Dia das Mães são otimistas, mesmo com indícios de desaceleração da economia – na verdade, esta é uma situação já anunciada desde 2010, quando o Banco Central (BC) postou por diversas vezes em seu relatório Focus projeções de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) próximas de 4,50% (atualmente o índice está mais baixo).

Sondagem desenvolvida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) prevê faturamento 3% a 4% maior no Dia das Mães deste ano em comparação à comemoração realizada em 2010. A ocasião, por sinal, é considerada pelo comércio como a segunda melhor data do ano, perdendo apenas para o Natal.

Os varejistas de São Paulo podem, realmente, esperar bom movimento. De acordo com o estudo, 66,3% dos paulistanos almejam presentear suas genitoras, índice 10% acima do patamar registrado em 2010.

A federação ressalta que do total de entrevistados, 72,5% pretendem e devem gastar valores acima de R$ 70, com valor médio de R$ 62. Entre os principais presentes destacam-se vestuário, acessórios e calçados, com 31,6% da preferência, seguidos por perfumes e cosméticos, 10,1%, e eletrodomésticos, 9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Materiais de Construção – Vendas apresentaram alta em abril de 2011


A expansão do setor imobiliário incentiva a criação de empregos em todo o país há vários meses. Os ramos de atividade diretamente ligados se aproveitam intensamente, como é o caso do segmento de materiais de construção, que até 31 de dezembro deste ano conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) como aliada.

Levantamento construído pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), em sociedade com o Ibope Inteligência, ressalta que o varejo de material de construção delineou expansão de 6,5% em abril contra o mês imediatamente anterior. No confronto anual houve avanço um pouco mais ameno, mas nem assim inexpressivo: 3%.

De acordo com a associação, o ramo de argamassas obteve o melhor desempenho entre todos os demais no período, com crescimento de 8,5%. Em seguida figurou cimento, com índice positivo de 6%.

Fios e tubos de PVC, metais sanitários e fios e cabos não registraram alta, muito menos baixa em seus números. A Anamaco também aponta que nenhum dos setores sondados apresentou taxas de decréscimo no comparativo anual.

Para Claudio Conz, presidente da Anamaco, a desaceleração da economia projetada para os próximos meses não deve influenciar veementemente nas vendas de materiais voltados à construção, tanto que a perspectiva é de expansão na casa de 8,5% para este ano em relação a 2010. As obras envolvendo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o “Minha Casa, Minha Vida” surgem como referenciais a essa constatação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dias das Mães em Santo André (SP) – Vendas devem aumentar em 8%


Miudezas ou grandes presentes. Qual é a mãe que não gosta, mesmo pedindo aos filhos para evitar gastos, de receber um mimo em pleno dia que marca sua grande representatividade na vida e no mundo, além dos demais 364 de todos os anos? Pois é, o comércio está muito esperançoso com relação às vendas a este ano, mesmo o país em vias de aumento da inflação e baixa da atividade econômica.

Para Sidnei Muneratti, presidente da Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), a data, considerada a segunda mais rentável ao comércio, deve registrar avanço de aproximadamente 8% no volume de vendas.

Em sua visão, a ocasião contabilizará grande movimento de consumidores pela cidade, mas não como ocorreu no ano passado – em função da maior cautela da população. De acordo com Muneratti, existem, atualmente, incertezas relacionadas à inflação e ao ciclo de aumento da taxa básica de juros, a Selic.

Se para o Dia das Mães há incertezas bem próximas, nas datas subsequentes, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, o comércio deve se preparar para vendas menos robustas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Vendas de Chocolate na Páscoa – Aumento em 2011


A Páscoa deste ano ocorreu como se esperava: alta nas vendas de bombons e ovos de chocolate. Pesquisa desenvolvida pela Serasa Experian assoalha crescimento de 9,1% na comercialização de artigos relacionados à comemoração em comparação aos dados registrados um ano atrás.

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) registrou aumento de 9% nas vendas de ovos de chocolate, um total de 27,8 toneladas comercializadas. Assim como ocorreu em ocasiões passadas, o produto com a menor gramatura foi o preferido dos consumidores, uma vez que o preço praticado é mais brando. Apesar dessa constatação, ovos maiores saíram mais dos estoques das lojas em comparação ao constatado em 2010.

A APAS também apontou outro dado tão positivo quanto o resultado divulgado pela Serasa.  O peixe mais lembrado da Páscoa, o bacalhau, contraiu alta de 15% nas vendas graças ao preço mais baixo em 2011 (cerca de 10%). A valorização do real diante do dólar explica o crescimento. Situação similar ocorreu ao azeite importado, com vendas 7% maiores.

Os dados da Páscoa podem estimular as projeções para o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. Redes físicas e online já deram início às campanhas envolvendo ambas as comemorações. Produtos eletroeletrônicos, celulares e de beleza devem ser os mais adquiridos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Vendas reais em supermercados – Fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do setor supermercadista brasileiro para a Páscoa são as mais otimistas possíveis. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o avanço nas vendas deve chegar a 10,6%, índice parcialmente justificado em função das encomendas mais elevadas de produtos ligados à ocasião.

Enquanto o segmento se prepara, preocupa-se também em divulgar dados passados. Segundo o Índice Nacional de Vendas da Abras, as vendas reais do ramo saltaram 2,77% no mês passado em comparação a fevereiro de 2010, porém recuaram 7,1% no confronto com janeiro de 2011. No acumulado bimestral, a taxa registrada foi positiva: 3,24%.

De acordo com Sussumu Honda, presidente da associação, o arrefecimento de fevereiro contra janeiro era aguardado, pois esse período possui menos dias (28 ao todo, contra 31 do mês imediatamente anterior). Mesmo assim, outros fatores acabaram prejudicando as vendas, como é o caso da volta às aulas e o pagamento de impostos, como o IPVA.

Sussumu, porém, prevê bons índices a partir do próximo mês, que culminará, em sua óptica, no crescimento das vendas em 4% ao final de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consultas de cheques e vendas a prazo – Queda na 1ª quinzena de março de 2011


O Carnaval deste ano ocorreu num momento propício em termos econômicos. Com o aquecimento da economia do país no ano passado, alguns dos bons índices se estenderam a 2011, próximo ao limiar entre as previsões de baixa do consumo da população e diminuição do ímpeto na procura por crédito.

Mesmo com os impostos e despesas de início de ano, tais como IPVA e gastos com materiais escolares, os dados em relação ao feriado prolongado, de Carnaval, devem ser consideravelmente positivos, sobretudo no segmento turístico.

Dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) indicam, entretanto, que as vendas realizadas a prazo na primeira quinzena de março no comércio da cidade de São Paulo baixaram 5,2% em relação ao período igual de um ano antes. Outro ponto passível de consideração foi o de menor índice (-9,8%) de consultas de cheques no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), na mesma base comparativa anual.

A associação aprecia que essa baixa refletiu o menor número de dias úteis em março de 2011 contra o mês igual de 2010, pois o Carnaval de um ano atrás foi comemorado em fevereiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Materiais de Construção – Vendas apresentaram queda em janeiro de 2011


Estudo realizado em sociedade entre o Ibope Inteligência e a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assinala recuo de 5,3% nas vendas de janeiro, do setor, em comparação às efetivadas em dezembro do ano passado. A pesquisa revela que somente o ramo de aço contraiu dados positivos, com alta de 3,5%.

De acordo com a associação, o varejo do segmento angariou acréscimo de 10,6% no ano passado em comparação a 2009, compreendendo faturamento total de R$ 49,80 bilhões. Com essa informação em posse, a perspectiva do setor é de expansão de 11% em 2011 devido à prorrogação da isenção do IPI até dezembro, além do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Em 2010, ressalta a Anamaco, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), então calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aglomerou ascensão de 7,77%, com materiais e equipamentos crescendo 5,02% e mão de obra 10,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco



Indústria do Rio de Janeiro – Vendas em 2010


Cada unidade federativa brasileira apresenta comportamentos diferenciados entre si nos quesitos econômico, industrial e sociocultural. Essas características tornam o Brasil “algo” único no mundo, tanto que em várias regiões as origens, sobretudo estrangeira, marcam vasta presença.

Segmentando-se a ideia ao setor industrial e, mais além, ao Rio de Janeiro, constata-se que as vendas reais da indústria carioca encerraram 2010 com avanço de 11,36% em comparação a 2009, deste modo o melhor resultado registrado desde o início da série histórica, em 2003.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o segmento gerou no decorrer de 2010 cerca de 36 mil novas vagas de trabalho, incremento de 7,4% sobre 2009. Próximo a esse índice configurou-se a massa salarial, que apresentou progresso de 6,94%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) saltou para 83,14% no ano, contra 80,25% de antes.

Na visão de Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ano passado foi distinto devido à recuperação do país ante a crise financeira mundial, bem como pelo poder de compra mais elevado da população e os maiores investimentos observados.

Com este e outros resultados divulgados nas últimas semanas por ‘N’ institutos e especialistas, 2010 não será um ano esquecido, que marcou também a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher do país. Muito, aliás, se espera da nova gestão, sobretudo o setor industrial, que vem sofrendo alguns prejuízos pela diminuição da competitividade ante outros países.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Papelão Ondulado – Vendas apresentaram crescimento em 2010


Um dos medidores e termômetros da economia brasileira, a comercialização da indústria de papelão ondulado, que agrega chapas, caixas e acessórios, encerrou 2010 com 2,543 milhões de toneladas, ascensão de 11,85% em relação ao volume registrado em 2009, de 2,273 milhões de toneladas.

De acordo com breve artigo veiculado pelo portal de notícias G1, somente no mês passado 200,62 mil toneladas de papelão ondulado foram vendidas. De acordo com a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), a alta no confronto anual de dezembro chegou a 2,1%.

Entre novembro e dezembro do ano passado, porém, a associação assinalou queda de 7,9% na comercialização do segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor Varejista – Crescimento nas Vendas em Dezembro de 2010


Em convergência com o otimismo do consumidor e com o Produto Interno Bruto (PIB) – estimado por especialistas e pelo Banco Central em 7,61% para 2010 – a atividade varejista do país conseguiu, no ano passado, avanço de 10,3% em comparação a 2009. Em dezembro, segundo o portal Terra, o índice cresceu 2,9% sobre seu mês imediatamente anterior.

Segundo a Serasa Experian, fonte da informação, o último mês do ano passado contraiu expansão de 12,8% no confronto anual, conquistando, desta forma, o segundo melhor índice para o período em uma década.

A entidade indica que o principal fator para a alta decorreu da expansão abalizada pelo segmento de materiais de construção, que saltou 17% em 2010 ante 2009. Vale ressaltar que esse mesmo setor conquistou a continuidade da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados para até o último dia de 2011.

Dois outros ramos com bom resultado em 2010 foram informática e eletroeletrônicos (crescimento de 14,9%) e motos, veículos e peças (incremento de 10,9%). Mesmo assim, economistas da Serasa preveem ritmo mais ameno de expansão da atividade do comércio em virtude das regras fixadas pelo Banco Central em dezembro passado e concernentes ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abramat – Vendas de Materiais de Construção em 2010


A expansão do setor imobiliário acarreta aumento do número de empregos na construção civil e também no faturamento dos setores que atuam direta e indiretamente desse setor. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização interna de materiais de construção avançou 12,6% de janeiro a novembro de 2010 contra o período igual de 2009.

No mês passado, segundo o Estadão, as vendas contraíram expansão de 5,41% no comparativo anual, porém caíram 1,76% em relação a outubro deste ano. O nível de empregos criados pelo segmento cresceu 0,58% sobre o mês retrasado e 10,88% ante novembro de 2009.

A comercialização interna dos materiais básicos saltou 1,15% em relação há um ano, porém decresceu 2,10% sobre outubro de 2010. As vendas de materiais de acabamento, por outro lado, pularam 13,32% em detrimento a novembro de 2009, mas caíram 1,18% na base mensal.

Na visão de Melvyn Fox, presidente da Abramat, a alta mais significativa dos materiais de acabamento ocorreu porque em 2008 muitas obras tiveram início e agora passaram a ser entregues.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNDL – Natal 2010 – Expectativa de aumento nas Vendas


Dados expressos pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) confirmaram, nesta semana, as perspectivas levantadas ao longo deste ano em relação ao aumento das vendas por meio do setor varejista, que refletem não somente o efeito cambial no país, mas também o aumento da massa salarial e acesso ao crédito.

Na visão de Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o Natal 2010 deverá ser o melhor da história no período pós-inflação, tanto que a perspectiva é de avanço de 12% nas vendas em comparação a 2009. Aparelhos eletrônicos oriundos do exterior devem comportar salto na comercialização em virtude do real valorizado diante do dólar.

Segundo a confederação, os maiores avanços deverão acontecer nas regiões Norte e Nordeste e o Natal, diferente de outras datas comemorativas, impulsiona todos os setores do varejo. Por essa e outras características, crê Pellizzaro, a perspectiva é de que o valor médio das mercadorias adquiridas pelos consumidores cresça 15%, situação que também assinala a alta confiança dos brasileiros.

Outro quesito importante à época do ano é a contratação de trabalhadores temporários, que deve avançar 20%, de acordo com o Estadão, em relação a 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ABPO – Vendas de Papelão Ondulado – Crescimento em Novembro de 2010


Um dos medidores da atividade econômica, a comercialização de papelão ondulado chegou a quase 218 mil toneladas no mês passado, ou seja, incremento de 3,25% em comparação a novembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), em relação a outubro de 2010 houve recuo de 2,33%.

A associação atesta que no acumulado anual até novembro, as vendas de papelão ondulado sintetizam 2,342 milhões de toneladas, aumento de 12,8% em detrimento aos mesmos dez meses do ano passado.

Com base nesses números, de acordo com a agência de notícias Reuters, a ABPO assinala que a média mensal de vendas até o mês passado cerceia 212,97 mil toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas de Materiais de Construção – Crescimento em Novembro de 2010


O setor de materiais de construção, diferentemente do de veículos automotores e da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), permanecerá com os benefícios fiscais concedidos pelo governo para o Brasil superar a crise financeira mundial por meio do estímulo de consumo. A isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), aguardada para terminar neste mês, foi estendida para dezembro de 2011.

A venda de materiais de construção, segundo levantamento realizado pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), subiu 7,8% no mês passado em comparação a outubro. No confronto anual, indica a Band Online, o avanço foi de 8,5%.

O acumulado anual mostra-se positivo ao setor, tanto que entre janeiro e novembro fora constatada vendas 10,5% maiores e nos últimos 12 meses, acréscimo de 11%. A Anamaco prevê a continuidade da exoneração do IPI como primordial para as comercializações do próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SNIC – Vendas de Cimento – Crescimento em Novembro de 2010


Item essencial para a edificação de pequenas residências a mega-empresas, o cimento foi vendido em maior volume em novembro de 2010 ante mês igual do ano passado. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a alta anual abrangeu 11,2% por meio da comercialização de aproximadamente 5,1 milhões de toneladas no mercado interno, ante 4,624 de um ano antes.

Matéria do portal de notícias G1 assoalha que o aquecimento da construção civil pode ser constatado por meio dos dados acumulados de 2010, os quais indicam incremento de 14,7% na venda de cimento no mercado interno, de 47,349 milhões de toneladas entre janeiro e novembro de 2009 para atuais 54,298 milhões de toneladas.

Apesar desse aumento no volume internamente, no quesito exportações a tendência não se repete. Em novembro foram 3 mil toneladas enviadas ao exterior contra 5 mil de um ano atrás, baixa de 43,9%. Desde janeiro, porém, a queda abraça índice de 20,3%, das anteriores 43 mil toneladas para 34 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Comércio – Vendas a Prazo – Crescimento em Novembro de 2010


As formas de se comprar um produto, seja ele para presente ou consumo próprio, são inúmeras. Cartões de débito ou crédito, cheque e dinheiro, além de financiamento e carnês, compõem as opções dos consumidores brasileiros, independente de qual seja o valor em questão – as condições estão sujeitas, na verdade, ao estabelecimento em particular.

Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) enunciados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revelam que as vendas a prazo no comércio aumentaram 14,2% no mês passado em comparação ao período igual de 2009. No sistema à vista, o crescimento foi de 10,3%.

A associação avalia que os índices espelham a manutenção do aumento da oferta de crédito no país – objeto mensurado semanalmente pelos meios de comunicação –, além da antecipação de compras para 25 de dezembro e forte competitividade de produtos estrangeiros.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o resultado assinalado ratifica que o Natal será o melhor dos últimos anos, possivelmente 12% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Abras – Vendas em Supermercados – Crescimento em Outubro de 2010


A economia brasileira, como muitos podem perceber, caminha bem mesmo em meio às dificuldades enfrentadas pelos países desenvolvidos em se recuperar totalmente do recente colapso financeiro global. O otimismo do consumidor responde com certa firmeza a alguns pontos, entre os quais o poder de compra mais evidente e aumento do número de postos de trabalho.

O cidadão tupiniquim tem apostado no 13º salário para quitar dívidas ou, então, para a compra de presentes. Independente dessa situação isolada, vários setores sentem melhorias em suas atividades de vendas, como é o caso dos supermercados. Em outubro, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização real desse setor avançou 3,8% sobre o mês análogo de 2009.

Levantamento edificado pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) também indica existência de alta (7,02%) se comparado o mês passado com setembro de 2010. No acumulado anual até outubro as vendas reais contabilizam aumento de 4,66% ante o período igual do ano passado.

Outro ponto positivo são os volumes de vendas, que até outubro acumulam incremento de 7% sobre os mesmos dez meses de 2009. As cestas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas são as grandes motivadoras da alta, pois avançaram 16,5% e 11,5%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abramat – Vendas de Materiais de Construção – Outubro de 2010


Ainda pedindo continuidade na exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e possível taxação próxima do percentual zero em 2011, o setor de materiais de construção tem corroborado – situação positiva dentro dessas pretensões – com o movimento de expansão do segmento imobiliário em todo o país nos últimos meses.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização doméstica de itens do ramo avançou 0,63% no mês passado em relação a outubro de 2009, porém arrefeceu 0,47% ante setembro de 2010. No acumulado de janeiro até o décimo mês, as vendas no varejo acumulam incremento de 13,4% sobre o período igual de um ano antes.

Em virtude dos novos números segundo a agência de notícias Reuters, a associação diminuiu a perspectiva de crescimento do faturamento para 2010, de 15% de antes para 12%. De acordo com a entidade, em outubro os insumos básicos decresceram 5,9%, mas os materiais de acabamento minutaram progresso de 13,85%.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat, em 2008 ocorreu o início de inúmeras obras, com o imediato e alto consumo de materiais de base, mas boa parte das construções já está em processo de entrega.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas na Páscoa aumentam 1% em SP


Um dia após a Páscoa, a Serasa Experian levantou informações sobre as vendas de produtos especiais da data, tais como ovos de chocolate, bombons e bolos. De acordo com a entidade, a comercialização de mercadorias foi 0,7% superior neste ano em relação ao período igual de 2009.

Os dados, porém, são maiores se se considerar apenas o final de semana (dias 3 e 4 de abril), ocasião na qual as vendas tiveram aumento de 4,5% ante os mesmos dois dias analisados no ano passado. Economista da Serasa estimam que isso se deve às compras de última hora por parte dos consumidores.

O portal Dinheiro do UOL veiculou que na cidade de São Paulo, especificamente, o aumento respectivo nas vendas foi de 1% ante 2009 e 4,8% em comparação ao final de semana do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei