Atualizações anteriores



Varejo apresenta aumento no fluxo de clientes


As notícias para o comércio varejista são boas. Isso porque, após uma queda na receita e no volume de vendas no varejo no mês de março deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, anunciou no último mês que a situação foi revertida e o aumento em relação às vendas foi, em abril, de 0,5%, enquanto que a receita cresceu 1,2%.

Sendo assim, apesar das previsões negativas para o setor, relacionadas à crise econômica e à queda na atividade, esse crescimento reflete um importante e favorável resultado sobre os avanços na área.  Atualmente, é cada vez mais reconhecida a importância do varejo na economia brasileira, sendo um segmento de destaque e gerador de um grande número de empregos formais no país. Porém, para alavancar ainda mais este encontro entre o comércio e os clientes, algumas atitudes podem e devem ser tomadas pelas organizações para atrair cada vez mais consumidores para o seu ponto de venda, conquistando a fidelidade deles. Neste sentido, muitas empresas tem apostado, por exemplo, em eventos para chamar o público e compartilhar interesses, identificando inclusive o que as pessoas esperam e gostam sobre um determinado setor.

Além disso, apostar em uma fachada bonita acrescenta vários pontos na hora do cliente tomar a decisão sobre onde comprar. Uma identidade bem definida  agrega sempre à qualidade dos produtos ofertados. E por último, mas não menos importante, vale destacar que, com consumidores cada vez mais conectados, as empresas e lojas precisam estar na palma da mão de seus fregueses, ampliando a visão de negócio por meio de lojas ou vitrines virtuais.

Levando em conta todos estes pontos levantados sobre atitudes positivas para atrair os clientes, a Barion, uma fábrica de chocolates com mais de cinquenta anos de tradição, pode ajudar nesse sentido, pois possui uma linha extensa de produtos para consumidor final e para o público profissional, além de também fabricar itens com marca de terceiros, como de muitos varejistas por exemplo, fazendo assim com que o varejista possa colocar sua marca em itens estratégicos dentro das suas lojas. Outro ponto interessante é sobre o Varejo de Vizinhança, este hábito de compra, o de frequentar os minimercados do bairro em lugares mais remotos, por exemplo, tem se tornado cada vez mais comum.

E neste momento, em compras que são feitas nestes locais, as guloseimas são produtos indispensáveis, no que a Barion pode agregar com uma grande quantidade de opções para estes canais. Para saber mais, basta acessar aqui http://www.saborbarion.com.br/varejo-de-vizinhanca-e-sua-importancia-para-o-setor-supermercadista/.



Compras no e-commerce têm mais descontos que no varejo


No e-commerce os descontos encontrados em compras à vista ficam na média de 8%.

As compras no Varejo estão apresentando queda quando comparadas às do e-commerce. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sieve, que é uma empresa de inteligência de preço, o e-commerce do Brasil proporciona uma média de 8% de desconto nas compras efetuadas à vista pelos clientes que aproveitam a comodidade e o conforto para comprar online. Além disso, segundo o levantamento, o índice do desconto pode chegar até 10% dependendo do tipo da compra. Os itens mais comuns são os setores de câmeras, filmadoras e também de artigos esportivos. Neste contexto, os departamentos que apresentam um índice menor de desconto são os setores de cama, mesa e banho, que o índice pode chegar a, apenas, 2%.

Outro diferencial comparativo entre as compras online do e-commerce e o varejo, é que a média de preço por item nos departamentos online é de R$ 354, valor menor que o de R$ 376,55, que foi praticado no primeiro semestre de 2015. Neste sentido, os setores que têm um preço maior são os itens de eletrodomésticos, eletrônicos e também os de celulares. Os preços mais baixos podem ser encontrados nas áreas de livros, petshop e perfumaria. Desta forma, as compras no e-commerce vêm ganhando uma proporção significativa, quando comparadas às do varejo.

Quais as vantagens de comprar online?

  • Geralmente, os custos nas redes de lojas virtuais são menores que os da loja tradicional. Por exemplo, em agências online os clientes podem economizar até 50% devido às promoções que são constantes.
  • O cliente não precisa perder tempo pesquisando em cada loja do comércio. Ele pode pesquisar o item que deseja no conforto de casa. Assim, ele economiza tempo e pode aproveitar para fazer pesquisas de preços em diversos e-commerce.
  • As formas de pagamento pela internet são facilitadas e muitas vezes poder ser parceladas em até 12x sem juros. Além disso, o cliente dispõe de várias formas de pagamento como boleto bancário, por exemplo. 

Por Babi

Compras no e-commerce



Vendas no varejo – Alta em janeiro de 2012


O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – divulgou a sua pesquisa mensal sobre o comércio e constatou alta de 2,6% nas vendas no varejo, sendo que a receita nominal cresceu 3,6%. Este resultado é referente ao primeiro mês do ano em comparação a dezembro de 2011.

De acordo com o IBGE o resultado apresentado para esse período é o melhor desde 2010, pois em fevereiro desse ano as vendas aumentaram 3%. Quando levado em consideração o acumulado em 12 meses o aumento foi de 7,3%.

Ao todo foram pesquisadas pelo Instituto dez atividades do comércio, em que sete apresentaram resultados positivos quando comparados ao último mês do ano passado. Os setores que mais se destacaram foram os de produtos alimentícios, fumo, hipermercados, supermercados, calçados, tecidos e vestuário. Quando comparados com janeiro de 2011, nove dos dez setores pesquisados apresentaram bons resultados. Apenas um segmento registrou queda, foi o de combustíveis e lubrificantes que fecharam o período com baixa de 0,7%.

A pesquisa também analisou o volume de vendas nas 27 unidades da federação, de acordo com o estudo foi constatado um aumento em 25 regiões, somente o Rio Grande do Norte e o Amazonas apresentaram números negativos e fecharam o período com baixa de 1,2% e 0,2%, respectivamente.

Por Joyce Silva



IBGE – Vendas no varejo têm aumento de 1,2% em março


Em ambiente de desaceleração econômica, parte da população sente o peso das iniciativas abraçadas pelo Banco Central (BC), adotadas ainda quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente do país. Embora o consumo dê sinais de enfraquecimento nos dias atuais, alguns índices dos três primeiros meses do ano continuam positivos.
Em março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio varejista registrou avanço de 1,2% no volume de vendas e de 1,4% em termos de receita nominal. O crescimento, comparado a fevereiro, considera dados com ajustes sazonais.
O IBGE aprecia que sem os ajustes sazonais o varejo conquistou alta de 4,1% em relação a março do ano passado no assunto vendas, 6,9% se considerado o acumulado do trimestre inicial de 2011 e 9,5% nos últimos 12 meses. Em relação à receita nominal, as taxas encontradas foram 8,5%, 11,6% e 13,5%, respectivamente, maiores.
De acordo com o instituto, das dez atividades sondadas, oito registraram incremento em seus percentuais, com destaque para veículos & motos, partes & peças, cuja alta chegou a 3,8%. Seguiram o item equipamentos & material para escritório, informática & comunicação, 3,5%, material de construção, 2,8%, móveis & eletrodomésticos, 1,6%, livros, jornais, revistas & papelaria, também 1,6%, outros artigos de uso pessoal & doméstico, 1,4%, tecidos, vestuário & calçados, 1,1%, e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas & fumo, 1,0%.
No sentido oposto foram constatados decréscimos em combustíveis & lubrificantes e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria & cosméticos, cada qual com índice negativo de 0,1%.
No confronto anual, ou seja, sem ajustes sazonais, ressalta o IBGE, todas as atividades registraram aumento.
Por Luiz Felipe T. Erdei