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Comunidades carentes pacificadas agora vão ter agências bancárias


Com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora em comunidades carentes, instituições financeiras voltam suas miras para as classes mais baixas (C e D), enxergando um filão atraente de captação de negócios para estas faixas da economia.

Além de agências que já foram implantadas em áreas onde o poder legal tornou-se presente através das UPPs, como a Rocinha,  existe a previsão de abertura de outras mais, como por exemplo uma agência do Banco Santander no complexo do Alemão.

Os serviços oferecidos são os mesmos das demais agências e específicos para estas classes até agora excluídas, tais como : pequeno crédito, cadernetas de poupança e serviços sociais (FGTS, PIS, etc), inclusive seguro por acidentes que inclui até bala perdida e custa menos de cinco reais por mês.

Como um efeito dominó, estas comunidades esperam que agora o estado além da segurança e da inclusão econômica, traga também educação, emprego, saúde, saneamento e qualidade de vida.

Fonte : Jornal O Dia