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The Economist contesta crescimento do BNDES


A maioria dos brasileiros está satisfeita com os progressos do país nos últimos anos, afirmação justificada com base em levantamentos entre os cidadãos com relação à aprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar desse ponto altamente favorável, a revista The Economist, de origem britânica, voltou a contestar algumas realizações da nação tupiniquim.

O veículo de comunicação alegou, nesta semana, existir crescimento rápido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), porém, com pouca competição e transparência. o veículo de imprensa usou como comparação os empréstimos concedidos pelo Banco Mundial, abaixo, portanto dos feitos pela instituição do Brasil.

Além de relacionar essas características, a revista cruzou alguns cargos e seus respectivos nomes. Em reportagem enunciada pelo portal de notícias G1, avaliou existir junções políticas do BNDES, tais como Guido Mantega, ministro da Fazenda, ser ex-presidente do banco brasileiro e Luciano Coutinho, atual gestor da entidade, o preferido da presidenciável Dilma Rousseff (PT) para sucedê-lo.

Embora esteja situada em outro continente, a revista parece muito bem acompanhar as entidades brasileiras. Qual é o seu objetivo principal?

Por Luiz Felipe T. Erdei