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Previsões para a Selic permanecem em 14,25% ao ano para 2016


Previsões permanecem estáveis e deixam a taxa Selic em 14,25% ao ano em 2016.

Mais uma vez… e tem acontecido tanto que até parece rotina: Novamente o mercado financeiro tornou a alterar as previsões de cenário para o comportamento da taxa Selic para o ano de 2016 de acordo com o Relatório de Mercado de Focus, boletim divulgado pelo Banco Central.

Não é possível chamar isso de novidade já que diversos aspectos do mercado apontavam para o fato. Entretanto, isso chega para a população brasileira pouco depois de ser anunciada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de continuar, ou melhor, de manter, os juros na faixa de 14,25% ao ano. Por isso, o relatório da Focus nem sequer teve alterações nesse ponto.

Para 2015 o que importa mesmo é que as expectativas permaneceram congeladas na casa dos 14,25% ao ano pela sexta semana consecutiva.

Levando em consideração esse ponto a mediana para a média da Selic de 2015 também continuou congelada pela sexta semana seguida em 13,63%.

De acordo com o documento divulgado pelo Banco Central com relação às expectativas para 2016  a estabilidade da mediana ficará em 12%, lembrando que isso são previsões. Mas vale ressaltar que essa era a marca já aguardada há cerca de um mês no mesmo documento.

Será a 13,06% que a Selic média de 2016 seguirá. Há quatro semanas estava em 13,16%.

Com todas essas informações surgindo a todo momento o mercado deixou de crer que em abril de 2016 o Brasil poderia ver o começo da redução dos juros básicos.

Os principais analistas do setor agora apontam para o mês de junho de 2016. Nesse período, segundo eles, a expectativa é de que aconteça um corte de pelo menos 0,50 pontos percentual na taxa. Isso faria com que a mesma caísse de 14,25%  para 13,75% ao ano.

Ainda assim, com as projeções piorando em relação à inflação do próximo ano e ao distanciamento aumentando da meta de 4,5%, os analistas não estão projetando novas altas de juros.

Por Denisson Soares

Taxa Selic



Procon (SP) – Novas taxas de juros dos bancos


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, adotadas pelo Banco Central (BC) em dezembro do ano passado, foram levadas adiante como tentativa de frear a alta da inflação. Por esse e outros motivos, mudanças no cenário econômico logo apareceram. Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) aponta que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal avançaram em maio.

O levantamento indica que no acumulado de 2010 a taxa média do empréstimo pessoal subiu 0,10%, bem abaixo do índice de 0,33% registrado no período de janeiro a fevereiro de 2010. Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Safra e Santander foram as instituições com os dados colhidos para o estudo.

A fundação Procon-SP assoalha que o cheque especial acumula, desde janeiro, taxa de 0,35%. Em todo o ano passado o índice chegou a 0,34%.

O HSBC modificou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,5% para 4,99% ao mês, alta de 0,49%. O Santander, de 5,63% para 5,99%, incremento de 0,36%, o Itaú de 6,38% para 6,41%, diferença de 0,03%, e o Bradesco, por sua vez, de 6,08% para 6,1% ao mês, avanço de 0,02%.

Diferente das instituições acima citadas, apenas o BB reduziu sua taxa de empréstimo pessoal, de 5,48% para 5,39% ao mês. Os demais bancos, porém, não alteraram seus índices.

Em relação ao cheque especial, os incrementos de taxas ocorreram na CEF, de 7,31% para 7,95% ao mês, no HSBC, de 9,8% para 9,95%, no Itaú, de 8,96% para 8,99%, no Santander, de 9,96% para 9,99%, e no Bradesco, de 8,83% para 8,85%. As outras instituições mantiveram os índices anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Selic – Nova alta da taxa gera opiniões contraditórias


A nova alta da Selic, a taxa básica de juros da economia, em meio ponto percentual, para 11,75% ao ano, é justificada pelo Banco Central (BC) como medida para conter o avanço da inflação. O anúncio, como já esperado, desagradou a muitos setores que estavam ansiosos pela manutenção do índice anterior, de 11,25%.

Para Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o incremento da Selic não leva em consideração o atual ambiente de aumento de preços e da atividade econômica pelo país. Em sua visão, indicadores recentes atestam já existir desaquecimento nas atividades, situação originada a partir das medidas de contenção de crédito adotadas pelo próprio BC, bem como a desvalorização cambial.

Andrade atesta que o aumento da inflação é resultado do avanço dos preços das commodities no mercado global e dos alimentos, ambos sem influência da taxa de juros do país. Contudo, essa alta gera fenômenos negativos em relação à produção da indústria e em relação aos investimentos, tão importantes no ano passado.

A medida realmente gera opiniões contrárias. O país precisa dar continuidade e incitar o consumo sustentável dos brasileiros. As perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB) são mais modestas em 2011. Em analogia, muitos consumidores sentem-se como crianças quando lhe são tirados pirulitos da boca. Em 2010 houve muito estímulo, gerando endividamento, e neste ano ocorrerá a contenção.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Taxa Selic – Copom determina novo percentual


Foi unânime a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de elevar a taxa Selic para 11,25% ao ano, o que significou um acréscimo de meio ponto percentual em relação à taxa anterior (10,75%).

Esta é a primeira atuação de Alexandre Tombini junto ao Copom, comandando a primeira reunião, ocorrida entre 18 e 19 de janeiro. Este aumento sinaliza que a cúpula do BC está atenta aos ajustes que precisarão ser feitos paulatinamente na taxa básica, para que as metas de desenvolvimento da economia nacional sejam alcançadas.

Ressalte-se que esse processo de ajuste também dependerá de intervenções governamentais em escala macroeconômica ou, segundo o próprio BC, “ações macroprudenciais” que contribuirão para que a “inflação convirja para a trajetória de metas”. A próxima reunião do Copom está agendada para o começo de março (1 e 2) e analistas presumem que essa taxa tenderá a subir novamente em meio ponto percentual, confirmando a tendência.

Por Alberto InfoWebMais



Cresce a Taxa de Inadimplência de Consumidores


Conforme divulgado nesta última segunda-feira, 12 de julho, pelo Indicador Serasa Experian, o mês de junho deste ano apresentou um aumento de 5,2% na taxa de inadimplência do consumidor em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já com relação a maio de 2010, apesar de menor, também houve um aumento de 1,1%.

De acordo com economistas da Serasa Experian, os valores sofreram influência do maior grau de endividamento do consumidor especialmente devido a compras efetuadas em datas comemorativas como Dia das Mães e dos Namorados. Além disso, há que se considerar o endividamento em função das ofertas de produtos com IPI reduzido, como no caso de veículos e eletrodomésticos da linha branca.

A tendência é que a taxa de inadimplência sofra um aumento nos próximos meses, mas, nada que fuja ao controle, de acordo com o indicador.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Jornal O Globo



Taxas de condomínios variam em até 1.300%


Os moradores em edifícios residenciais buscam nesses empreendimentos certo tipo de segurança que muitas casas não oferecem, principalmente em questões relacionadas a deixar a moradia à toa, o dia inteiro, e o regresso, no final da tarde, na certeza de que se essa encontrará sem qualquer tipo de avaria decorrente da violência urbana.

Obviamente, toda opção gera um custo, o que, dependendo do empreendimento, varia em até 1.300% segundo levantamento da Lello, companhia especializada em administração condominial. Em locais com inúmeras torres, geralmente de cunho mais popular, o valor médio mensal da taxa condominial, em São Paulo, chega à cifra de R$ 250, muito inferior aos prédios de altíssimo padrão, que podem alcançar montante de R$ 3,5 mil.

Entre esses extremos existem os condomínio denominados “clássico médio”, em que o valor médio constatado é de R$ 565,00. Nos de alto padrão, a taxa sobe para R$ 840,00.

Angélica Delgado Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios, avalia que a discrepância é decorrente da enorme diversidade no padrão dos empreendimentos, diferentemente de anos atrás, quando existiam locais meramente semelhantes.

Quer saber mais detalhes do levantamento? Acesse o Canal Executivo UOL, base deste artigo, aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Sem aumento dos juros no Banco Central


Uma estimativa lançada por Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinala que o Banco Central não precisa aumentar os juros em março do ponto de análise da atividade industrial do país.

Segundo ele, não haverá problemas ao país para o atendimento à demanda doméstica neste ano, principalmente porque a tão comentada pressão da inflação não tem origem na indústria. Ainda para Branco, se algum aumento ocorrer à taxa Selic terá, simplesmente, um efeito amortecedor no crescimento econômico do Brasil.

Embora alguns dos fundamentais indicadores da atividade da indústria tenham contraído recuperação, o gerente-executivo avalia que o parque fabril do país ainda não conseguiu alcançar o mesmo ritmo visto em setembro de 2008; porém, acredita que isso acontecerá ainda nos seis primeiros meses deste ano – ou seja, faltam apenas três meses e meio para que sua análise vigore.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Concorrência no varejo ajuda a evitar aumento da Taxa Selic


Claudio Felisioni, coordenador do Programa de Administração do Varejo (Provar), disse que a concorrência entre as redes varejistas do país deverá restringir os efeitos de uma provável ascensão da taxa básica de juros da economia, a Selic, sobre o consumo do segundo trimestre de 2010.

Segundo ele, a intenção de compra no varejo paulistano para os primeiros três meses deste ano conquistou o maior índice já registrado desde 1999. Portanto, acredita que ao longo de 2010 esses dados positivos continuarão a ser assinalados.

As vendas pela rede mundial de computadores também alcançaram estimativas positivas para os próximos meses. Segundo levantamento feito pela Provar em conjunto com a e-Bit, consultoria especializada no comércio eletrônico, quase 87% das pessoas entrevistadas (7,5 mil) pretendem adquirir novos produtos.

Por fim, a Provar indica que as categorias de automóveis e motos, eletroportáteis e materiais de construção foram os segmentos que mais apresentaram elevação. A tão comentada e procurada linha branca, por sua vez, mantém seu ritmo de busca por parte do consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Estudo revela que bancos do setor público elevaram suas tarifas básicas em 9,2%


No Brasil, setores privado e público muitas vezes não se entendem, apesar de cada um contribuir para com o outro – dependendo do assunto. Prova disso são as atuais tarifas bancárias estipuladas por cada parte. Uma pesquisa elaborada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda ilustrou que ambos apresentam dados controversos.

Instituições do setor financeiro controladas pelo governo elevaram o preço médio do denominado pacote padronizado, este, da conta corrente para pessoa física, em exatos 9,2% entre os meses de maio de 2008 e julho deste ano. Na via contrária, bancos privados talharam o valor em 23,6%.

Em miúdos, para os clientes terem uma idéia, os bancos cobravam, em média, R$ 14,96 mensais nesse tipo de pacote com serviços básicos, que engloba a emissão de quatro extratos, oito saques e quatro transferências entre contas da própria instituição. No entanto, nos dias atuais, o valor chega, por exemplo, a R$ 17 no Banco do Brasil, e R$ 15 na Caixa Econômica Federal.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Redução do IR de renda fixa vai depender da Selic


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que a redução do imposto de renda para investimentos de renda fixa irá depender da queda da Selic (taxa básica de juros).

Mantega declarou que por enquanto não há motivos para preocupação  pode ser que esta redução sem seja necessária.

As alterações na poupança, que passará a ser cobrado IR com saldos superiores a R$ 50 mil, só passarão a valer no próximo ano, quando o Congresso aprovar.



Poupanças com valores acima de R$ 50 mil terão cobrança de Imposto de Renda


O governo anunciou uma nova proposta para tributação da caderneta de poupança com valores acima de R$ 50 mil, a partir de 2010.

De acordo com o Ministro da Fazenda Guido Mantega, será tributado o valor excedente a R$ 50 mil. Por exemplo, numa aplicação de R$ 70 mil na caderneta de poupança, o contribuinte pagará imposto sobre o rendimento mensal da diferença, no caso R$ 20 mil.

A cobrança do Imposto de Renda somente será feita quando a Selic (taxa básica de juros) estiver abaixo de 10,5%. 

Será aplicado uma tabela progressiva, que varia de 0 a 100%, de acordo com a Taxa Selic sobre o valor acima de R$ 50 mil aplicado na poupança.

Só serão tributados rendimentos fixos de 0,5% ao mês, rendimentos correspondente à TR continuarão isentos. 

O IR será cobrado na fonte apenas quando o valor tributável for superior a R$ 1,5 milhão. Para valores inferiores, o ajuste será feito na declaração do imposto de renda do ano seguinte. 

Para evitar que todas as pessoas que têm poupança declarem o IR, o goerno definiu que só irá declarar quem tiver renda anual acima de R$ 17.989,80, somando a renda da poupança com outros rendimentos.

O objetivo destas mudanças é evitar a migração de grandes investidores para a poupança, que é feita para a aplicação de pequenos investidores.

De acordo com o presidente do Banco Central, se os grandes investidores migrarem para a poupança, faltariam recursos finaceiros no mercado para a realização de empréstimos.



Fique de olho nas taxas de juros e evite cair nas armadilhas da compra a prazo


O valor do juros no Brasil ainda é muito alto, por isso o consumidor deve ficar de olho na hora de comprar algo financiado ou parcelado.

Com os juros altos, o consumidor pode se endividar ainda mais. Para não acumular dívidas não ficar no prejuízo, fique de olho nas taxas de juros dos produtos. Comprar algo parcelado pode duplicar o valor do produto.

O ideal é economizar para tentar comprar o produto à vista, pois, além de conseguir mais descontos, você evitará cair nas armadilhas dos juros. Financiamentos e compras parceladas só devem ser feitas com juros zero. 

Assista esta reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Aumenta o número de desempregados no Brasil


A taxa de desemprego no país teve mais uma alta no mês de fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro, a taxa passou a 8,5%, maior registrada desde março do ano passado, reflexo da piora na situação econômica mundial.

Este resultado indica que o Brasil passou a ter 1,9 milhões de desempregados, 51 mil a mais do que o registrado em janeiro.



Na hora do aperto qual é a melhor opção para recorrer: Cartão de crédito ou cheque especial?


Estamos passando por um mommento de inadimplência alta, e, para não ficar com o nome sujo na praça muitas pessoas recorrem ao cartão de crédito e ao cheque especial na hora das compras. Mas, qual é a melhor opção? E, quando usar os dois, qual pagar primeiro?

Economistas afirmasm que o cartão de crédito deve ser prioridade na hora do pagamento, mas atenção: só vale para liquidar o valor total da fatura. Pagar o mínimo do cartão vai fazer com que vc pague mais juros e pode entrar numa bola de neve sem fim. 

Os juros do cheque especial tendem a ser menores, porém, são automáticos, caem diretamente na conta. No caso do cartão de crédito, o consumidor tem até um mês para conseguir o dinheiro para pagar a conta.

Veja a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Bancos diminuem as taxas médias de juros


Já está surtindo efeito a divulgação do Banco Central da lista de juros cobrados pelo Bancos, no último dia 05/02.

A lista mostra o ranking da taxa média de juros cobrado pelos bancos e financeiras. Veja a lista aqui.

Segundo pesquisa realizada pelo PROCON, oito Bancos reduziram a taxa de juros dos emprétimos pessoais, sendo a maior queda a do Banco do Brasil. Para cheques especiais, sete instituições reduziram os juros cobrados e a maior redução desta taxa foi a do Banco Real.



Banco Central divulga tabela do ranking de juros cobrados pelos Bancos e Financeiras


Quem quer fazer algum tipo de empréstimo ou finaciamento agora terá uma oportunidade de consultar em qual banco ou financeira fará o melhor negócio.

A partir de hoje, o Banco Central está disponibilizando em seu site, uma tabela com o valor dos juros cobrados pelos 35 principais bancos e financeiras do país. Agora é possível identificar que as variações de taxas de juros cobradas pelos bancos e finaceiras sofrem uma grande variação.

Todos podem se beneficiar com a criação desta tabela, que fornece valores médios dos juros cobrados em crédito pessoal, cheque especial, aquisição de veículos e aquisição de bens. Pessoas jurídicas também poderão obter valores de juros em desconto de duplicatas, capital de giro prefixado, conta garantida, aquisição de bens e capital de giro flutuante.  

O objetivo é fazer com que o consumidor fique mais atento à cobrança de juros em finaciamentos e empréstimos e incentivar a concorrência entre as instituições, que se tornarão mais transparentes com o cliente.

Para ter acesso à tabela,  clique aqui ou entre no site www.bcb.gov.br.



IPVA – chegou a hora de pagá-lo! Entenda um pouco mais este imposto


Início de ano e logo chega em nossa casa impostos e mais impostos para pagar. 

O IPVAImposto sobre a Propriedade de Veículos e Automóveis, de competência dos Estados.

O IPVA é calculado de acordo com o valor venal do automóvel, ou seja, o valor da venda do veículo, próximo ao valor do mercado. Este valor é reajustado anuaLmente, de acordo com a inflação.

Cada Estado aplica uma alíquota sobre o valor venal do automóvel para chegar ao valor do IPVA, por isso os valores são diferentes de Estado para Estado.

Os Estado também podem aplicar regras para o pagamento do imposto e, até mesmo conceder isenção. Na maioria dos Estados, carros antigos ficam isentos do tributo. Em alguns Estados, é concedido o abatimento do imposto para carros roubados, ou seja, se o seu carro foi roubado, você não precisa pagar o imposto, mas para isso é necessário levar um Boletim de Ocorrência ao Departamento de Trânsito de seu Estado para suspender as parcelas pendentes do tributo. Caso já tenha pago antecipadamente, o imposto poderá ser restituído com valor proporcional aos meses que pagou.

Em todos os Estados é concedido um desconto para o pagamento do imposto à vista e oferecem opções de parcelamentos, variável de acordo com a legislação do Estado.

Em caso de atrasos no pagamento da parcela, o contribuinte irá pagar multa.

Caso o contribuinte deixe de pagar o imposto, não receberá o licenciamento do veículo e, sem ele, poderá ter o seu veículo apreendido



IPTU traz dúvidas aos moradores de São Paulo


O IPTU 2009 está 6% mais caro do que no ano passado. Este reajuste foi de acordo com a inflação do ano. Porém, muitas pessoas estão reclamando que o imposto deste ano está com reajuste maior do que 6%. Para alguns moradores, este reajuste chega a 60%.

O valor da cobrança do IPTU é calculado pela prefeitura de acordo com o valor venal do imóvel, que também sofreu reajuste de 6%. Imóveis com valor venal inferior a R$R$61.240,11 ficam isentos de pagar o imposto.

Porém, esta isenção só é válida para contribuintes que possuem apenas um imóvel em seu nome e que tenham atualizado o cadastro de seu imóvel.

Outra dúvida de alguns contribuintes é com relação à data do pagamento do imposto, muitos não sabiam que poderiam escolher esta data. Para os que não atualizaram o cadastro e não definiram a data do vencimento do IPTU, deverão pagá-lo até o dia 09 de fevereiro.

Veja mais detalhes nesta reportagem do SPTV



Impostos, Taxas e Tributos Brasileiros (Projeto Brasil Forte)


Conheça as categorias de impostos aplicados no Brasil (pessoais, diretos, fixou, progressivos, etc.), as principais taxas e tributos, além das contribuições municipais, estaduais e federais.

Veja o slide abaixo do Projeto Brasil Forte: