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Caixa Econômica Federal – Informações sobre a redução na taxa de juros do Crédito Imobiliário


O Programa Caixa Melhor Crédito, oferecido pela Caixa Econômica Federal, apresentou redução na taxa de juros de até 21%. As novas condições passarão a valer para os novos financiamentos feitos a partir do 8º Feirão da Casa Própria, e que fazem parte do Sistema Financeiro de Habitação da instituição. 

Vale lembrar que essas novas taxas poderão ser contratadas tanto por clientes como por não clientes da Caixa, sendo que aqueles que possuem algum relacionamento com o banco, terão vantagens ainda maiores. 

Os imóveis que custam até R$ 500 mil, e que fazem parte do Sistema Financeiro de Habitação, terão taxas de 9% ao mês, sendo que antes da redução, os juros eram de 10% ao mês. Já para aqueles que optarem por receber o salário pela Caixa, essa taxa cai para 7,9% ao mês. De acordo com especialistas, a economia poderá chegar a R$ 1.800 em um financiamento de cerca de R$ 200 mil. Em um contrato de 20 anos, a economia, por exemplo, poderá chegar a R$ 18 mil. 

No caso de o cliente receber o salário pela Caixa, e optar por um financiamento pelas regras do FGTS, a taxa a ser cobrada é de 7,9% ao mês. Sendo que essa taxa cai ainda mais se o cliente for cotista do FGTS, passando a ser de 7,4% por mês.

Aqueles que estiverem enquadrados dentro do Programa Minha Casa Minha Vida também poderão aproveitar essas vantagens. 

Por Joyce Silva



Medidas para a diminuição das taxas de juros dos Bancos


A transição do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff causou certa apreensão entre investidores, empresários e a própria população. Por enquanto, a ex-ministra-chefe da Casa Civil tem procurado estabelecer bom relacionamento com os diversos setores sociais e de atividades, bem como entre políticos de partidos adversários, mostrando-se também receptiva, bilateralmente, para com as esferas federal e estadual.

Outra preocupação gerada, até similar, foi a mudança de direção do Banco Central (BC). Alexandre Tombini, funcionário de carreira, veio a substituir Henrique Meirelles, criticado por Dilma devido à política de juros altos. No fim da primeira quinzena deste mês, a instituição estabeleceu o término da exclusividade bancária, permitindo à população realizar empréstimos no banco que melhor convier.

De acordo com Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro (Denor) do BC, a iniciativa recém-abarcada contribuirá para a diminuição das taxas de juros praticadas pelos bancos. Entretanto, a regra é válida somente para contratos novos, pois os antigos, com diretrizes de exclusividade, permanecem.

Mesmo com todas as positivas perspectivas, analistas de mercados não acreditam tanto nessa possibilidade, a de arrefecimento das taxas de juros. O principal motivador, neste caso, é o aumento da Selic, taxa básica de juros da economia, atualmente em 10,75%, podendo se distender para 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Taxa de Juros para Pessoa Física – Outubro 2010


A taxa de juros para pessoa física no mercado brasileiro caiu 0,05 ponto no mês de outubro, de acordo com informações da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Com o recuo, a taxa atingiu o menor patamar desde 1995.

O juro médio cobrado ficou em 6,69% em outubro ante 6,74% registrado em setembro. Ao todo, são cobrados 117% de juros ao ano.

De acordo com a Anefac, a linha de crédito do cartão de crédito rotativo se manteve inalterada em outubro, permanecendo em 10,69% ao mês . Foi a única taxa de juros que não caiu no período.

Por Luana Neves



Juros mais baixos em 2011, afirma Mantega


Consumidores e empresários sempre mostraram preocupação, praticamente descontentamento, com as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Especialistas creditam ao país um dos possuidores dos maiores índices em todo o mundo, porém, Guido Mantega, ministro da Fazenda, ponderou recentemente que a partir de 2011 será possível diminuí-las.

Mantega, o alcance desse desígnio será determinado pelo arrefecimento nos gastos público, pela queda das taxas de juros e pelos subsídios por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com o ministro, Dilma almeja trabalhar com percentuais menores, tanto que acompanha, nos dias atuais, todos os motes envoltos ao tema.

Como o objetivo é esse, Mantega avalia que a iniciativa privada também atue conjuntamente. Segundo ele em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, a inflação vem crescendo devido à elevação dos alimentos, sobretudo arroz e trigo, e das commodities.

No intuito de elucidar uma opinião quase pessoal, Mantega examina que a alta da inflação é oriunda de todo um cenário global e não somente de assuntos estritamente locais.

Por Luiz Felipe T. Erdei