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Selic poderá ter nova alta em abril


A taxa básica de juros deverá sofrer um novo aumento em abril, conforme prevê o Relatório de Mercado Focus. Depois que o Comitê de Política Monetária, o Copom, aumentou a taxa Selic para 12,75% ao ano, na semana passada, quase não houve mudança para a Selic no Relatório de Mercado Focus, divulgado no início desta semana pelo Banco Central brasileiro.

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelos bancos no Brasil se balizam. Esta taxa é utilizada como uma ferramenta de política monetária utilizada pelo principal órgão financeiro do país, o Banco Central, para atingir a meta das taxas de juros estabelecidas pelo Copom.   O Copom, por sua vez, tem a finalidade de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. Além disso, conta com o poder e competência específica de regular a liquidez da economia, por meio de instrumentos de política monetária.

Na reunião do Copom em abril, é esperado que um novo reajuste seja firmado pelo colegiado. A expectativa é que o aumento seja de apenas 0,25 ponto percentual, passando para 13% ao ano.  Conforme já constava na edição anterior, foi mantida a projeção de que a taxa encerrará 2015 em 13% ao ano. Há 30 dias, a previsão era de que a Selic encerrasse o ano em 12,50% ao ano, um aumento considerável de 0,5 ponto percentual. Já para o fim de 2016, a mediana das projeções também foi mantida em 11,50% ao ano de uma semana para outra. Esta é a décima semana consecutiva que a taxa está estagnada no mesmo patamar. Mesmo assim, a previsão mediana para a Selic média do ano que vem caiu ligeiramente de 11,69% para 11,68% ao ano.

Segundo a pesquisa anterior da Focus, a Selic encerrará este ano em 13% e 2016, em 11,50%.

Por William Nascimento

Selic em alta



Selic ? BC reduziu a taxa em 0,5%


O Banco Central reduziu a taxa de juros (Selic) em 0,5% na reunião encerrada na última quarta-feira, 18/01/2012. Essa medida já era esperada pelo mercado e por esse motivo as atenções se voltaram muito mais para a ata, que poderá revelar as intenções do Copom para a próxima reunião, marcada para os dias 6 e 7 de março.

A realidade é que o Copom não tinha outra alternativa, pois muito embora a inflação esteja sob controle (apesar de suas variações pontuais), o cenário externo aponta para uma necessidade de intensificação das relações comerciais internas, ou seja, o Brasil precisa movimentar internamente sua economia para mitigar os efeitos da Crise que se alastra pela Europa.

A redução da taxa básica de juros não tem efeito imediato sobre o mercado e por isso o Copom precisará monitorar todos os principais indicadores da economia de forma minuciosa, possibilitando, na próxima reunião, uma tomada de decisão adequada ao panorama.

O mercado espera por uma nova queda da Selic na reunião de março, mas isso não é consenso entre todos os economistas, já que essa redução elevaria o risco de aumento da inflação em 2013, especialmente se ocorrer uma recuperação muito rápida da economia na Zona do Euro.

Mesmo com a última decisão do BC, o Brasil continua tendo uma das taxas de juros mais altas do mundo (10,5%), o que impacta negativamente na divida interna do país e em todas as relações de investimento da indústria e do comércio.

Para obter mais informações consulte www.bcb.gov.br.

Por Luiz Moreira



Taxa de Juros Selic será estável em 10,75% ao ano


Em reunião realizada em Brasília, o COPOM (Comitê de Política Monetária) decidiu, por unanimidade, manter a taxa de juros Selic estável em 10,75% ao ano. De acordo com o site do Banco Central, o cenário econômico mundial e as perspecitvas para a inflação foram os principais motivos da manutenção da taxa. Este é a segunda reunião seguida em que o COPOM decidiu não alterar os juros básicos.

A taxa brasileira de juros começou a subir no mês de abril desse ano, sofrendo mais duas elevações nos meses de junho e julho. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central, a manutenção da taxa acompanhou a expectativa dos principais analistas do mercado financeiro.

A previsão dos economistas é que a taxa voltará a subir novamente somente no mês de abril de 2011, quando deverá chegar a 11,25% ao ano. Com a decisão do BC, a taxa de juros brasileira continua sendo a mais elevada do mundo.

Por Luiz Big Head



Taxa de Juros no Brasil – Previsão para 2014


Às vésperas das eleições os candidatos à presidência do Brasil podem ter a certeza de que governarão um país estável. As metas de inflação são pequenas, as vagas de emprego seguem crescendo, a produção aumenta gradativamente e a tendência é de que os juros caiam.

Segundo o Banco Central a taxa real de juros caminha para chegar a um patamar histórico: apenas 2% ao ano até 2014. Atualmente essa taxa está em torno de 5,8%. O mundo todo segue essa tendência de juros mais baixos e o Brasil deve acompanhar o ritmo.

O ganho de produtividade interna favorece essa tendência, favorecida pelo crescimento econômico sem o risco de aumento da inflação.

Por Maximiliano da Rosa



Sem aumento dos juros no Banco Central


Uma estimativa lançada por Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinala que o Banco Central não precisa aumentar os juros em março do ponto de análise da atividade industrial do país.

Segundo ele, não haverá problemas ao país para o atendimento à demanda doméstica neste ano, principalmente porque a tão comentada pressão da inflação não tem origem na indústria. Ainda para Branco, se algum aumento ocorrer à taxa Selic terá, simplesmente, um efeito amortecedor no crescimento econômico do Brasil.

Embora alguns dos fundamentais indicadores da atividade da indústria tenham contraído recuperação, o gerente-executivo avalia que o parque fabril do país ainda não conseguiu alcançar o mesmo ritmo visto em setembro de 2008; porém, acredita que isso acontecerá ainda nos seis primeiros meses deste ano – ou seja, faltam apenas três meses e meio para que sua análise vigore.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Concorrência no varejo ajuda a evitar aumento da Taxa Selic


Claudio Felisioni, coordenador do Programa de Administração do Varejo (Provar), disse que a concorrência entre as redes varejistas do país deverá restringir os efeitos de uma provável ascensão da taxa básica de juros da economia, a Selic, sobre o consumo do segundo trimestre de 2010.

Segundo ele, a intenção de compra no varejo paulistano para os primeiros três meses deste ano conquistou o maior índice já registrado desde 1999. Portanto, acredita que ao longo de 2010 esses dados positivos continuarão a ser assinalados.

As vendas pela rede mundial de computadores também alcançaram estimativas positivas para os próximos meses. Segundo levantamento feito pela Provar em conjunto com a e-Bit, consultoria especializada no comércio eletrônico, quase 87% das pessoas entrevistadas (7,5 mil) pretendem adquirir novos produtos.

Por fim, a Provar indica que as categorias de automóveis e motos, eletroportáteis e materiais de construção foram os segmentos que mais apresentaram elevação. A tão comentada e procurada linha branca, por sua vez, mantém seu ritmo de busca por parte do consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Taxa Juros Cheque Especial – Janeiro 2010


A taxa de juros empregada no cheque especial voltou a ascender no mês passado, após inúmeras quedas seguidas, informou recentemente a Anefac. A taxa média cobrada pelos bancos era de 7,27% em dezembro de 2009, mas em janeiro deste ano, o percentual subiu para 7,32%.

De acordo com informações do Portal G1 de notícias, as taxas médias cobradas no empréstimo pessoal em instituições bancárias deixaram de ser 4,82% ao mês para 4,88%, no mesmo instante em que no comércio a fixação deixou de ser de 5,74% para a nova configuração de 5,79%.

Outros percentuais subiram. Um deles é a taxa média de juros de crédito cobrada em operações feitas pelas empresas, deixando de ser 3,62% para alcançar o índice de 3,65% em janeiro deste ano.

Para saber as outras modificações ocorridas, acesse o link.

Por Luiz Felipe T. Erdei