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Governo poderá criar novo imposto temporário


Novo imposto seria uma estratégia para enfrentar a dificuldade que o Governo está encontrando para colocar as contas públicas em dia e ajudar na tentativa de contornar a crise econômica brasileira.

Más notícias para nós brasileiros, pois Joaquim Levi, Ministro da Fazenda, declarou em entrevista recente na Turquia, após o encontro do G20, que o governo brasileiro está cogitando a criação de um imposto temporário.

A possibilidade de criação de um imposto temporário seria uma estratégia para enfrentar a dificuldade que o governo está encontrando para colocar as contas públicas em dia e ajudar na tentativa de contornar a crise econômica. Levy declarou: "Pode ser que seja um imposto para ajudar a gente fazer essa travessia. Se a gente, em paralelo, votar as questões estruturais, e a economia for mais flexível e mais competitiva, provavelmente a gente vai poder retirar [o imposto] mais para frente''.

Quando questionando sobre o prazo de duração do possível imposto, Levy foi vago e não deu pistas, apenas afirmou que estão numa fase de discussão, elaborando propostas.

De acordo com o Ministro da Fazenda, o imposto seria importante para evitar a degradação do grau de investimento que poderia acabar destruindo o emprego por muitos anos.

Levi foi firme ao dizer que “A gente não pode ter downgrade”, a expressão inglesa significa que o Brasil não poderia passar por um retrocesso, ou seja, a ação de voltar no tempo e trazer à tona problemas que já foram sanados.

Vale lembrar que de acordo com pesquisa publicada em maio pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o Brasil está entre os 30 países do mundo que mais arrecadam impostos e é o país que oferece o pior retorno para a sociedade.

O Brasil possui uma arrecadação tributária que se assemelha aos países de primeiro mundo, mas em contrapartida, o retorno oferecido, a qualidade dos serviços, assemelha-se aos países de terceiro mundo.

O Brasil possui uma das cargas tributárias mais altas do mundo e infelizmente ainda estamos engatinhando para conseguirmos melhorar esse quadro, nos resta esperar e torcer para que se houver a criação de um novo imposto, ele não seja tão agressivo com os bolsos dos brasileiros.

Por Beatriz Duarte

Dinheiro



Passagens de metrô no Brasil – Preços altos


Depois de tantas manifestações envolvendo o transporte público no Brasil, finalmente uma pesquisa foi feita para revelar que realmente estamos pagando caro.

O brasileiro gasta mais do que um argentino ou um chileno para trafegar entre as linhas do metrô. Como se não bastasse, o Brasil ainda fica na frente de outros tantos países da América Latina, no quesito passagens de metrô.

Em Buenos Aires, a passagem chega a ser pouco mais que R$ 1. Na grande cidade de São Paulo este valor chega a mais de R$ 3. Já em Santiago do Chile, uma das cidades mais movimentadas e caras do continente, o passageiro só precisa gastar R$ 2,40 para andar de metrô e aproveitar os benefícios de transporte do governo.

Em cidades europeias, o nosso país chega a perder por pouco. Em Paris a passagem custa mais de R$ 4 e em Nova York, o bilhete único custa quase R$ 5.

Se compararmos o custo de vida de um europeu com o de um brasileiro e toda a estrutura dos países de lá, não precisamos de grande explicação para saber que o Brasil exagera na passagem de metrô. 

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Uol



Aumento na Tarifa de Energia Elétrica no Rio de Janeiro


Os consumidores do Rio de Janeiro atendidos pela empresa Ampla terão aumento em suas contas de luz. A medida já foi aprovada pela Aneel e deve entrar em vigor nos próximos dias. A média do aumento foi de 6,68%, sendo 6,28% para os domicílios e 7,7% para as indústrias.

O novo preço recebeu o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica essa semana, ao todo 66 cidades do estado do Rio de Janeiro serão atingidas pela resolução.

De acordo com a Aneel, o reajuste foi baseado no cálculo que considera os custos que a empresa apresentou no período que não teve aumento, foi levada em consideração a variação desses gastos. Outros fatores usados para calcular o aumento foi o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e o Fator X (valor que tem como base a produtividade das empresas concessionárias e determina a redução que deverá ser aplicada no cálculo do novo preço).

Vale lembrar que esse não foi o primeiro reajuste sofrido no estado do Rio de Janeiro, outros serviços já receberam aumento, sendo que alguns desagradaram a população, que exige qualidade superior a oferecida atualmente.

Por Joyce Silva



Energia Elétrica – 10 distribuidoras irão reajustar os valores das tarifas


Essencial para a vida em função da organização social, a energia elétrica oferecida por dez distribuidoras serão atualizadas neste mês. De acordo com o calendário da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), estão dentro do cronograma de altas a AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A, a Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat), a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), a Companhia Energética de Minas Gerais S/A (Cemig), a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL-SP), a Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S/A (Enersul), a Energisa Sergipe – Distribuidora de Energia S/A (ESE) e a Usina Hidro Elétrica Nova Palma Ltda (Uhenpal).

A partir do próximo dia 8 (sexta-feira), as empresas Cemat, Cemig, CPFL Paulista e Enersul já repassarão os reajustes aos consumidores. A AES Sul e a Uhenpal praticarão a alta de 19 de abril em diante, enquanto Coelba, Cosem e Energisa Sergipe darão início às novas diretrizes em 22 de abril. A Celpe, finalmente, reajustará os valores no dia 29.

Os índices de reajuste médio vão desde 6,71% pela CPFL, atingindo 234 municípios, até 13,18% pela Cemat, taxa de incremento que afetará 141 municípios.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxas de condomínios variam em até 1.300%


Os moradores em edifícios residenciais buscam nesses empreendimentos certo tipo de segurança que muitas casas não oferecem, principalmente em questões relacionadas a deixar a moradia à toa, o dia inteiro, e o regresso, no final da tarde, na certeza de que se essa encontrará sem qualquer tipo de avaria decorrente da violência urbana.

Obviamente, toda opção gera um custo, o que, dependendo do empreendimento, varia em até 1.300% segundo levantamento da Lello, companhia especializada em administração condominial. Em locais com inúmeras torres, geralmente de cunho mais popular, o valor médio mensal da taxa condominial, em São Paulo, chega à cifra de R$ 250, muito inferior aos prédios de altíssimo padrão, que podem alcançar montante de R$ 3,5 mil.

Entre esses extremos existem os condomínio denominados “clássico médio”, em que o valor médio constatado é de R$ 565,00. Nos de alto padrão, a taxa sobe para R$ 840,00.

Angélica Delgado Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios, avalia que a discrepância é decorrente da enorme diversidade no padrão dos empreendimentos, diferentemente de anos atrás, quando existiam locais meramente semelhantes.

Quer saber mais detalhes do levantamento? Acesse o Canal Executivo UOL, base deste artigo, aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei