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Compras nos supermercados diminuíram no 1º semestre


Consumidores brasileiros estão comprando menos nos supermercados neste ano.

Os efeitos da crise econômica do nosso País têm afetado grandemente todos nós brasileiros. Esse reflexo negativo vem sendo mostrado no bolso de todos os consumidores, principalmente quando temos que ir às compras nos supermercados.

A prova dessa baixa nas compras é que a cada dia estamos consumindo menos produtos, devido a um outro fator atrelado a essa crise econômica, que é a alta gritante nos preços dos produtos. É notório a cada dia, que os brasileiros ao irem aos supermercados já não conseguem comprar os mesmos produtos que consumem de um mês para o outro. A diferença é notada no carrinho de compras, que cada vez fica mais vazio, assim afirmam as pessoas.

Com essa alta nos produtos, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), que é uma entidade com foco direcionado em representar, integrar ações e defender o setor de supermercados do País, divulgou uma nota na imprensa e em seu site oficial que nos últimos dias as vendas no País diminuíram 0,2% no período de janeiro a julho de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Ainda de acordo com a própria ABRAS, a expectativa é que os empresários do ramo supermercadista, terminem 2015 com um decréscimo de 0,3% comparado a 2014.

Os empresários do ramo estão ainda com uma pequena esperança de que para o ano de 2016, as vendas possam crescer um pouco, para que haja uma retomada no cenário econômico da categoria. As projeções da entidade apesar de serem pouco pessimistas é que mesmo assim, as vendas do varejo sejam positivas com uma média de crescimento em torno de 0,4%.

Concluindo, é notório que os consumidores estão indo menos às compras, enchendo menos os carrinhos, gastando menos com itens desnecessários, fazendo a troca de produtos por outros alternativos com preço mais em conta.

Para mais informações, acesse www.abrasnet.com.br.

Por Valter Falinácio

 

Compras no supermercado



Vendas nos supermercados caíram 3% em junho de 2015


Valor da cesta básica teve aumento em várias regiões do Brasil. Item que apresentou maior alta foi a Cebola, com alta no preço de 16,72%.

De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, as vendas no setor caíram 3% só no mês de junho e a expectativa não é nada animadora para os próximos meses.

Em comparação com o mês de maio, a queda nas vendas chegou a 4,72% e em comparação a junho do ano passado, a queda foi de 3,04%.

A Abras – Associação Brasileira de Supermercados, utiliza 35 produtos que são amplamente consumidos pelos brasileiros, para a realização de sua pesquisa e levando em consideração esta "cesta básica" da Abras, houve uma elevação de 1,19% com o valor destes produtos indo de R$ 406,20 em maio, para R$ 411,03 no mês de junho.

Confira os itens que apresentaram maior alta nos preços, na "cesta" utilizada pela Abras:

Cebola: aumento de 16,72%;

Batata: aumento de 8,99%;

Sabão em pó: aumento de 4,42%;

Xampu: aumento de 4,12%.

Mas alguns produtos apresentaram queda nos preços, entre eles:

Tomate: queda no preço de 12,79%;

Biscoito Cream Cracker: queda no preço de 4,44%;

Massa sêmola espaguete: queda no preço de 1,47%;

Desinfetante: queda no preço de 0,98%.

Em todas as regiões do Brasil foi registrada alta na cesta, sendo que a região Norte foi onde a alta ficou maior, em 2,54%, chegando o valor da cesta a R$ 463,35.

Em seguida veio a região Nordeste, com alta de 1,91% e o preço da cesta chegando a R$ 452,54. No Sul a alta foi de 0,96% com valor de R$ 448,70. No Sudeste a alta chegou a 0,44% e o valor da cesta a R$ 392,91. E na região do Centro Oeste, a alta registrada foi de 0,13% com o valor da cesta a R$ 390,12.
Para João Sanzovo, vice-presidente da Abras, o aumento nos preços é resultante da crise econômica que afeta o Brasil e também da crise política. E somado a estes dois fatores, estão outras questões, como o desemprego e também a inflação.

E levando em consideração estes fatores, fica fácil analisar os próximos meses, que deverão ser de mais queda nas vendas dos supermercados, uma vez que a inflação não será controlada a curto prazo e o desemprego ainda vai continuar alto neste segundo semestre.

Por Russel

Consumo nos supermercados

Foto: Divulgação



Trabalho em final de semana dificulta contratos em supermercados


A busca por um emprego é incessante para muitas pessoas, no entanto, segundo pesquisa da Apas (Associação Paulista de Supermercados) o grande problema para obter funcionários em supermercados reside no fato da exigência para trabalhar nos finais de semana.

Aproximadamente 73,1% dos entrevistados disseram que não querem trabalhar nestes dias.

Outra causa de fuga dos trabalhadores do ramo de supermercados está na falta de qualificação e falta de experiência

Para tentar resolver estas questões, muitos supermercados optam por recrutamentos internos e treinamentos para seus funcionários além de diminuir as exigências de qualificação na hora da seleção.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais



Abras – Supermercados podem adotar precificação por unidade de valor


Os supermercados são um dos ambientes preferidos dos consumidores – isto é, em termos gerais. Nesses centros de compras estão situados produtos de consumo imediato, perecíveis, ou outros que podem ser estocados. No entanto, quem não parou à frente de uma determinada marca de refrigerante, por exemplo, para saber quanto custa o litro do líquido ao invés do conteúdo todo?
Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), propôs durante um dos principais eventos do setor, a precificação nos estabelecimentos por unidade de custo. Deste modo, tanto consumidores como supermercadistas podem obter bons benefícios.
Com as devidas regularizações, a Abras pretende, em breve, trabalhar para emplacar a medida no país inteiro. Por enquanto, apenas supermercados de Fortaleza e do Rio de Janeiro adotam essa prática.
A ideia é realmente interessante. Ainda como base nos refrigerantes, atualmente existem vários modelos, de 300 mililitros (ml), 600 ml, 1 litro, 2 l, 2,5 litros ou mais. Isso ajuda ao consumidor, entre outros fatores, a levar para casa um produto que apresente o melhor custo benefício.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas em supermercados sobem 9,28%


Uma baita fome em plena noite e sem nada para petiscar na geladeira ou nos armários. O que fazer? Possivelmente, muitas pessoas já passaram por essa experiência, mas pelas mais conhecidas regiões metropolitanas existem estabelecimentos 24 horas, sobretudo supermercados, que podem saciar esse entrave.

O setor, por sinal, apresenta dados expressivos, tanto que ano após ano são registradas elevações de faturamento. Informações apregoadas na quinta-feira (28) por Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), indicam que as vendas pelo segmento aumentaram 9,28% no mês de março em comparação a fevereiro e outros 1,94% no confronto anual.

Segundo a Abras, o Índice de Vendas do mês passado cresceu 10,14% em relação a fevereiro, enquanto no comparativo com o período igual de um ano antes houve incremento de 8,37%. No acumulado de 2011, a comercialização de produtos em supermercados alcançou índice positivo de 9,06%.

Para Sussumu Honda, a alta mensal pode ser explicada simplesmente pelo fato de março apresentar maior número de dias corridos em relação a fevereiro. No acumulado do ano, crê, a tendência de crescimento deve permanecer, embora num ritmo menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras



Abras – Vendas reais em supermercados – Fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do setor supermercadista brasileiro para a Páscoa são as mais otimistas possíveis. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o avanço nas vendas deve chegar a 10,6%, índice parcialmente justificado em função das encomendas mais elevadas de produtos ligados à ocasião.

Enquanto o segmento se prepara, preocupa-se também em divulgar dados passados. Segundo o Índice Nacional de Vendas da Abras, as vendas reais do ramo saltaram 2,77% no mês passado em comparação a fevereiro de 2010, porém recuaram 7,1% no confronto com janeiro de 2011. No acumulado bimestral, a taxa registrada foi positiva: 3,24%.

De acordo com Sussumu Honda, presidente da associação, o arrefecimento de fevereiro contra janeiro era aguardado, pois esse período possui menos dias (28 ao todo, contra 31 do mês imediatamente anterior). Mesmo assim, outros fatores acabaram prejudicando as vendas, como é o caso da volta às aulas e o pagamento de impostos, como o IPVA.

Sussumu, porém, prevê bons índices a partir do próximo mês, que culminará, em sua óptica, no crescimento das vendas em 4% ao final de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Apas – Índice de Preços dos Supermercados – Queda em Dezembro de 2010


Estudo semeado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) apontou, no dia 17 de janeiro, que o Índice de Preços dos Supermercados (IPS-Apas) desacelerou para 0,77% no mês passado, contra 1,06% do apurado em novembro.

No acumulado anual, de acordo com a Apas, o IPS contraiu variação de 8,77%, bem abaixo do índice de 14,16% constatado nos preços no atacado examinados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sob a responsabilidade dos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, o medidor portou-se acima dos 6,4% calculados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Mesmo com a desaceleração entre dezembro e novembro, revela a Apas, os custos do grupo Alimentação minutaram avanço de 0,98%, com ênfase gerida pelos produtos industrializados, que obtiveram expansão de 1,67%, diferentemente do conjunto hortifrutigranjeiros, que recuou 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



Abras – Vendas em Supermercados – Crescimento em Outubro de 2010


A economia brasileira, como muitos podem perceber, caminha bem mesmo em meio às dificuldades enfrentadas pelos países desenvolvidos em se recuperar totalmente do recente colapso financeiro global. O otimismo do consumidor responde com certa firmeza a alguns pontos, entre os quais o poder de compra mais evidente e aumento do número de postos de trabalho.

O cidadão tupiniquim tem apostado no 13º salário para quitar dívidas ou, então, para a compra de presentes. Independente dessa situação isolada, vários setores sentem melhorias em suas atividades de vendas, como é o caso dos supermercados. Em outubro, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização real desse setor avançou 3,8% sobre o mês análogo de 2009.

Levantamento edificado pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) também indica existência de alta (7,02%) se comparado o mês passado com setembro de 2010. No acumulado anual até outubro as vendas reais contabilizam aumento de 4,66% ante o período igual do ano passado.

Outro ponto positivo são os volumes de vendas, que até outubro acumulam incremento de 7% sobre os mesmos dez meses de 2009. As cestas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas são as grandes motivadoras da alta, pois avançaram 16,5% e 11,5%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Abad revela crescimento de Compras em Supermercados


Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Atacadistas Distribuidores (Abad) revelou que os brasileiros estão comprando mais nos supermercados. E isto se deve ao aumento real do salário mínimo, que levou o brasileiro em 2009 a ir 8% mais vezes ao supermercado para abastecer sua residência, em relação ao ano de 2008.

Além disso, os gastos no setor também aumentaram em 11% no período, e houve uma elevação de 2,2% no consumo de todos os produtos relacionados à cesta básica, que inclui os de higiene e limpeza e alimentação. Em 2009, o faturamento total deste segmento foi de R$ 131,8 bilhões, o que representa um crescimento de 4,1% em relação ao ano de 2008.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços



Abras – Vendas nos supermercados crescem 6,5%


A crise financeira mundial levou todo o globo terrestre a ambiente de incertezas, acarretando prejuízos às pequenas, médias e grandes empresas, bem como, à própria população, que em partes teve de suportar alta no número de desemprego e menor acesso ao crédito, além de dificuldades em honrar compromissos financeiros.

Após esse negro período, o Brasil experimentou e continua a degustar os benefícios por ter deixado o colapso global. Os créditos, o número de empregos e facilidades em manter financiamentos são algumas das características em alta, tanto que a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) relacionou avanço nas vendas de supermercados em 6,5% no primeiro semestre de 2010 em comparação ao mesmo período do ano passado.

Esmiuçado por categorias, o volume de bebidas alcoólicas foi um dos principais responsáveis, respondendo, por si só, 15% desse total. Cervejas, uma das culturas mais consumidas em todo o mundo, teve alta de 18% no período de análise anteriormente mencionado.

O percentual só não foi maior, de acordo com o portal de notícias G1, devido à queda de quase 4,6% nas vendas de junho em comparação a maio, porém, ascensão de 4,92% foi constatada no mês passado ante período igual de 2009. De acordo com a entidade, o baque deve-se ao menor número de dias em junho (30) e à maior quantidade de finais de semana ante o mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasileiro está gastando mais nos Supermercados


Em um mundo corriqueiro, onde pessoas passam a maior parte de seu dia fora, com café da manhã, almoço e, em alguns casos, janta – em ambiente externo ao lar –, não é de espantar que as despensas fiquem mais vazias, sobretudo nas famílias em que a mulher também tem de sair para o mercado de trabalho.

Um estudo denominado “Retratos do Varejo” elaborado pela Associação Paulista dos Supermercados (Apas) indica que a população brasileira tem adquirido mais alimentos nos supermercados, denotando, pois, que o hábito de se alimentar em casa aumentou, embora a globalização jogue a maré contra esses “esforços”.

Com gasto médio mensal de R$ 1.663, os brasileiros passaram a comprar alimentos, produtos de limpeza, bebidas e produtos de higiene mais amplamente. De acordo com o Canal Executivo UOL, o uso do dinheiro para esse fim foi 8% maior em 2009 ante os 365 dias de 2008.

Martinho Paiva, vice-presidente de comunicação da entidade, avalia que as novas informações assinalam uma alteração no comportamento da população do país. Isso pode refletir que o aumento na oferta de crédito fez as pessoas gastarem acima dos próprios ganhos, notabilizando, por fim – neste sentido –, uma tendência já vista em anos anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal Exame.