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Consultar Nome no Serasa Experian pelo Computador


Saiba aqui como consultar o nome no Serasa Experian pelo Computador.

A vida contemporânea está repleta de tarefas, compromissos, contas, enfim, uma série de deveres a serem cumpridos. Nem sempre há tempo para realizar tudo que é preciso num só dia. Entretanto, novos meios de comunicação facilitam a vida na entrada do século XXI. Uma das maiores preocupações é a verificação do score na Serasa Experian, que hoje pode ser acessado por meio de computadores ou celular. Este é um serviço oferecido gratuitamente, que revela ao usuário o seu grau de pontuação na medida em que a análise do crédito é realizada. Trata-se de um instrumento muito útil para todas as pessoas interessadas em organizar suas contas e realizar um empréstimo ou mesmo financiamento. É uma questão de responsabilidade, pois o indivíduo precisa calcular com precisão tudo o que pode e o que não pode gastar.

Assim, o Serasa Score consiste em um serviço de atendimento público promovido pela Serasa Experian, que dá acesso a consultas gratuitas sobre o grau de pontuação – em inglês o termo é score – e na situação de crédito. O gráfico demonstra uma escala desde zero até mil, em que o usuário tem a chance de conhecer o modo de proceder de outras pessoas, cujos perfis podem assemelhar-se a muitos outros, abrangendo certo padrão, tornando-se possível conhecer melhor as probabilidades de determinado grupo ter ou não um compromisso firme e responsável com as contas.

Para um usuário, é sempre de grande importância poder conhecer seu score, já que o mesmo é frequentemente acessado pelos bancos, pelas financeiras e pelas empresas, ou seja, todas as instituições financeiras, em geral, realizam consultas prévias antes de permitir o crédito, procedendo da mesma maneira em empréstimos. Para facilitar a vida das pessoas e auxiliar na organização das contas, elaboramos aqui um pequeno tutorial orientando o acesso ao Serasa Score garantindo uma consulta clara, eficiente e grátis de pontuação exata.

O passo a passo é o seguinte:

Em primeiro lugar, acessar a página do Serasa Score, depois acessar o link "Consultar agora grátis", para iniciar o processo;

A seguir, o usuário deve acessar a tela do login, utilizando as credenciais que possui, do Serasa-Consumidor, para ser possível entrar no serviço. Caso o usuário não possua um cadastro registrado nesse serviço, o mesmo precisa acessar o link: "Cadastre-se", sendo que poderá, assim, preferir selecionar outras duas opções: "Entrar pelo Facebook" ou "Entrar pelo Google", para ser possível elaborar um login, utilizando qualquer uma das duas redes sociais disponíveis.

O terceiro passo consiste em o usuário utilizar ou a conta do Facebook ou a conta do Google para produzir o login de acesso, no sentido de autorizar o serviço e permitir o acesso às informações cadastrais necessárias para o esclarecimento da situação;

O quarto passo consiste no preenchimento dos dados pessoais do usuário, tais como: o CPF (Cadastro de Pessoa Física); o nome; a data de nascimento; o nome da mãe e o e-mail. Em seguida, o internauta deve clicar em, aceitar os termos de uso. Finalmente, para concluir o cadastro, o usuário acessa o link clicando em: "Cadastrar grátis";

O quinto e último passo é testar o cadastro realizando o login, por meio de suas credenciais já devidamente registradas, sendo que o serviço calcula automaticamente o score do usuário, demonstrando todas as informações necessárias na tela, assim como rastreia todas as estatísticas que correspondem à pontuação do mesmo internauta.

Portanto, a Serasa não apenas exibe as informações e o histórico do usuário, mas também fornece orientações sobre os caminhos a fazer para melhorar a pontuação nos créditos.

Paulo Henrique dos Santos



Serasa Experian espera maior concessão de crédito ao consumidor em 2013


O Serasa Experian apresentou neste mês de dezembro dados relevantes com relação ao crédito concedido no Brasil para os consumidores.

Esta avaliação permite visualizar de forma antecipada os movimentos relacionados ao crédito para os próximos seis meses.

Segundo este órgão o índice relativo a esta informação cresceu 0,5% no mês de outubro que consiste em um valor mais alto do que os vivenciados no início de 2012.

Além disso, para 2013 é esperada uma alta mais expressiva nas concessões de crédito ao consumidor que foram freadas durante o ano de 2012, dentre outras razões, pelo alto nível de inadimplência que impede a liberação de dinheiro.

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa Experian alerta sobre e-mail falso


Os criminosos da internet crescem a cada dia que passa e o golpe do momento é um e-mail falso que está sendo enviado aos consumidores de todo o Brasil.

Neste envio, a correspondência é supostamente da Serasa Experian (empresa que controla serviços de proteção ao crédito) com o nome “Novas Pendências em seu CPF” com um link para verificar os débitos existentes.

No entanto, ao abrir o link é instalado um vírus no computador que captura informações pessoais e financeiras de seu proprietário.

Por isso, a Serasa Experian informou que não envia e-mails com pendências de consumidores e orienta a que este e-mail não seja aberto nem lido.

Por Ana Camila Neves Morais



Perspectiva de Inadimplência das Empresas – Previsão para o 1º semestre de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian sobre a Perspectiva da Inadimplência das Empresas, o número de empresas devedoras irá continuar elevado no primeiro semestre desse ano.

O índice atingiu o patamar de 103,3, o que representa um crescimento de 0,2% quando comparado ao mês de fevereiro desse ano. Vale lembrar que esse índice é usado pelos consultores para apontar e antecipar todos os movimentos da inadimplência com pelo menos seis meses de antecedência, o fato de ele ter ficado acima do nível 100 representa que o número de empresas com problemas de pagamentos continuará elevado nos próximos meses. 

Vários são os fatores apontados como principais responsáveis por esse quadro, entre eles estão o custo financeiro elevado dessas instituições, a inadimplência de consumidores, fraco crescimento econômico, e a atual conjuntura internacional que é considerada fraca por alguns especialistas. 

A pesquisa também analisou o perfil dos consumidores, segundo o Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, o número de devedores desse grupo atingiu o nível de 98,5, ou seja, abaixo dos 100 recomendados. Para os consultores da Serasa Experian, nesse caso existe uma tendência de declínio na trajetória que foi fortemente influenciada pelo recuo da inflação e também pelo aumento do salário mínimo no país.

Por Joyce Silva



Quantidade de cheques devolvidos apresentou alta em março de 2012


Uma pesquisa feita pela Serasa Experian revelou que o percentual de cheques compensados devolvidos no mês de março chegou a 2,19%. No mês imediatamente anterior, o total tinha sido de 2% e, em março do ano passado, o índice ficou em 2,13%. Avaliando-se o acumulado do ano, o índice também sofreu alta, sendo que, no primeiro trimestre deste ano, ficou em 2,04% e no ano passado fechou em 1,89%.

Os especialistas da empresa que realizou a pesquisa avaliam que o resultado foi impulsionado pela sazonalidade e eventos da economia, como os pagamentos de impostos como IPVA, compra do material escolar e gastos com férias e carnaval.

Avaliando-se os Estados e regiões, a unidade da federação que teve o maior percentual de cheques devolvidos foi Roraima, com 15,81%. Já São Paulo foi o Estado com menor índice, chegando a apenas 1,51%. Quanto às regiões, o Norte apresentou a maior devolução de cheques, chegando a 4,42%. Já o Sudeste foi a região que apresentou menor índice, registrando 1,64% de devolução de cheques compensados.

Outros Estados que apresentaram resultado acima do registrado no país foram Acre (14,59%), Amapá (9,44%), Sergipe (7,53%), Piauí (7,21%), Maranhão (7,16%), Rondônia (6,13%), Paraíba (6,05%), Tocantins (5,38%), Rio Grande do Norte (5,11%), Mato Grosso (4,91%), Alagoas (4,81%), Pará (4,32%), Ceará (3,22%), Distrito Federal (3,08%), Bahia (3,04%), Goiás (2,53%) e Rio Grande do Sul (2,21%).

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian



Procura por crédito apresentou queda em janeiro de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian, o número de pessoas em busca de crédito financeiro apresentou uma queda de mais de 8% no mês de janeiro de 2012, se comparado ao mês anterior, sendo que comparado ao mesmo período de 2011 essa queda foi de 6,1%.

Segundo alguns economistas do Serasa, um dos pontos responsáveis por essa queda foi a falta de pagamento de alguns consumidores que usaram o mês anterior para quitar débitos contraídos anteriormente, isso fez com que esses consumidores optassem por não fazer novas dívidas.

As pessoas das classes mais baixas, com renda menor de R$ 500,00 por mês, foram as que menos solicitaram crédito em janeiro, nesse setor da sociedade a diminuição foi de 9,1%, já nas classes com renda mensal entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 a queda foi de 9%

Com relação aos consumidores das classes com maior poder de compra, a queda foi menor do que as apresentadas entre as outras classes, entre aqueles que recebem de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00, a diminuição foi de 6,4%. A queda entre aqueles com salários maiores de R$ 10.000,00 foi de 5,8%

Foram levadas em consideração todas as regiões demográficas do Brasil.

Por Joyce Silva



Queda no Índice de Cheques sem Fundos no Brasil – Janeiro de 2012


A empresa de consultoria Serasa Experian divulgou um balanço dos números de cheques sem fundos no Brasil no mês de janeiro, de acordo com o levantamento o índice passou de 1,99% (em dezembro de 2011) para 1,93%.

Segundo os especialistas da Serasa Experian, a queda na emissão de cheques sem fundos foi o resultado de um conjunto de fatores, como a redução dos juros e da inflação, além do uso do décimo terceiro salário para a quitação das dívidas.

Segundo alguns economistas, outro ponto que pode ter influenciado é que em janeiro há menos consumo devido às compras parceladas feitas durante as festas de final de ano e dos pagamentos de impostos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Entre os estados, Roraima foi o que apresentou maior percentual de cheques sem fundos, com 16,61%. Já o estado de São Paulo foi o que teve menor volume, com 1,45%.

Com relação às regiões, a Norte foi a que teve mais cheques devolvidos, com 4,11%. Já a região Sudeste foi a que menos teve problemas, com 1,57%.

Por Joyce Silva



Serasa – Demanda do Consumidor por Crédito cresceu 7,5% em 2011


O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que a quantidade de pessoas que procurou crédito em 2011 cresceu 7,5%.

Em relação ao desempenho de 2010 houve uma pequena desaceleração, pois a demanda havia sido de 16,4%.

Segundo os economistas do Serasa Experian, esse desempenho fraco se deve ao fato da alta das taxas de juros (até o final de agosto), ao maior nível de endividamento dos consumidores, a alta da inflação, ao aumento da inadimplência e ao agravamento da crise financeira européia.

Outra análise feita pelo Serasa Experian foi a de renda pessoal mensal. A procura de crédito foi comandada pelas camadas mais baixas de rendimento. Houve avanço de 20% para aqueles com rendimento abaixo de R$ 500,00 e 8,7% para quem tem como renda de R$ 500,00 a R$ 1000,00 mensais. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a diminuição da informalidade.

Em relação à região geográfica, o Nordeste se destacou e registrou crescimento de 11,7%. Em 2010 os consumidores nordestinos também lideraram a lista com crescimento de 17,7%. As demais regiões ficaram abaixo da média nacional.

Por Natali Alencar



Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011


Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador de Atividade Econômica apresentou alta no 1º trimestre de 2011


Os brasileiros enfrentam um momento incerto do ponto de vista econômico, embora parte da população ainda se sinta otimista para adquirir bens e serviços. Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Atividade Econômica (PIB Mensal) nutriu estabilidade em março deste ano frente ao mês imediatamente anterior, já com desconto das influências sazonais. No final do primeiro trimestre, o nível de atividade subiu 1,4% em comparação ao período compreendido entre outubro e dezembro de 2010.

Em outra base comparativa, mais especificamente anual, a Serasa constatou incremento de 4,6% na atividade econômica, enquanto nos 12 últimos meses encerrados em março a taxa subiu para 6,3%.

De acordo com a Serasa, considerada a demanda agregada, a alta na base comparativa anual do trimestre inaugural do ano foi estimulada pelo aumento de 7,4% encabeçado pelos lares brasileiros, bem como pela alta de 9,4% oriunda dos investimentos produtivos. Em relação à oferta agregada, o segmento de serviços foi destaque, pois avançou 4,6%, enquanto a indústria delineou ascensão de 3,9%.

Os economistas da Serasa ponderam que a alta de 1,4% (primeiro trimestre do ano contra último trimestre de 2010) ilustra que mesmo com as medidas restritivas adotadas pelo governo, ocorreu, efetivamente, aumento do ritmo econômico, muito embora o segundo semestre deva descrever tendência diferente, ou seja, descimento no nível de expansão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência com cheques sem fundo caiu para 5,8% em abril


Os cheques ainda são um dos principais meios utilizados pelos brasileiros para o pagamento de serviços e compra de bens. Obviamente, o sistema de papel cada vez mais perde seu espaço ante os dinheiros de plástico, vulgo cartões de crédito e débito, mas nada que faça tornar seu uso dispensável.

O Indicador de Cheques Sem Fundo divulgado pela Serasa Experian, na segunda-feira (23 de maio), acusou que a inadimplência com cheques recuou 5,8% no mês de abril em comparação a março. Em taxas mais elucidativas, do total emitido apenas 2,00%, no período, foi devolvido.

Segundo a Serasa Experian, entretanto, o volume de cheques devolvidos aumentou 7,5% no comparativo com abril de 2010. No quadrimestre inicial de 2011, o índice de cheques devolvidos chegou a 1,92%, sensível aceleração frente o percentual de 1,91% do período igual de um ano atrás.

Como é possível presumir, o término do pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA), as principais despesas escolares de início de ano (uniformes e materiais), além do final de parcelamentos de viagens de férias e compras relacionadas ao Natal, incidiram nos dados do levantamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas cai em abril – Serasa Experian


Em desaceleração contínua, porém sem causar tanto alarme, a economia brasileira deve alcançar expansão próxima de 4,00% ao final de 2011, quase metade do índice registrado em 2010, de 7,50%. O novo patamar brasileiro, dentro dos níveis desejados para muitos especialistas, já começou a refletir em alguns dados significativos.

O Indicador de Pontualidade de Pagamento das Micro e Pequenas Empresas estudado pelo Serasa Experian arrefeceu para 94,6% em abril, taxa abaixo da registrada no período igual de um ano antes, quando o mesmo instituto relacionou índice de 94,7%.

Os economistas assinalam que esse recuo, o segundo no comparativo interanual, é reflexo da elevação dos juros e do maior aperto nas condições de crédito, situações que afetam diretamente a formação de caixa das micro e pequenas empresas.

O Serasa revela que a pontualidade das micro e pequenas empresas de serviços cedeu 0,81% na relação anual, acima da taxa de 0,74% computada entre as industriais. Por outro lado, as micro e pequenas empresas comerciais registraram variação positiva de 0,35% no mês de abril.

Neste caso, a Páscoa advém como um dos fatores, pois os consumidores despenderam parte de suas remunerações para a compra de artigos relacionados à data.

O cenário mais adiante ainda é incerto. Possivelmente, baixas devem ser contabilizadas nos próximos meses, mas nada que assuste demasiadamente as micro e pequenas empresas. A base de comparação anual de 2010 é forte, portanto, deve gerar reflexos negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou queda em abril de 2011


A economia está em desaceleração. Ponto. Críticas contra o governo passaram a ser comuns, sobretudo em relação a uma possível alta da inflação. Outro ponto. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), pede aos consumidores diminuição no ímpeto de compras. Mais um ponto.

Pois bem, enquanto entre um ponto e outro os itens são relacionados, a Serasa Experian aponta por meio do Indicador da Demanda das Empresas por Crédito que o número de companhias que buscou crédito recuou 5,1% em abril de 2011 perante o mês imediatamente anterior. No confronto anual outra baixa, de 5,3%.

Como previsto há semanas, a procura das empresas por crédito iniciou o segundo semestre de 2011 em baixa. Entre as principais causas destacam-se o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, bem como a restrição mais elevada ao crédito e as estimativas de diminuição da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano – atualmente em 4,00% segundo projeções mais recentes do BC.

O arrefecimento da demanda por crédito em abril foi sentido com mais afinco nas micro e pequenas empresas, cuja baixa chegou a 5,6% nas duas bases de comparação (mensal e anual). Entre as médias empresas a taxa de um mês para o outro chegou a 2,2%, e entre as grandes de 4,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência de empresas tem aumento de 1,7% em março


Os consumidores não são os únicos a enfrentarem problemas relacionados à inadimplência, pois o ambiente ainda incerto da economia brasileira também atinge as empresas. Da mesma maneira que a população passa por apertos relacionados à concessão de crédito, pequenas, médias e grandes companhias têm menos facilidades para investir e honrar compromissos.

O Indicador de Perspectiva da Inadimplência das Empresas edificado pela Serasa Experian assinalou avanço de 1,7% em março, para 91,9 pontos. Essa alta, por sinal, é a quarta recorrência mensal seguida, portanto condizente ao mesmo ambiente projetado para consumidores: movimento de crescimento da inadimplência, mas sem grandes nuances.

A perspectiva de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,00% em 2011 (por enquanto), além de outras condições relatadas anteriormente (restrição ao crédito), devem pressionar o custo financeiro das empresas, uma vez que a capacidade de aumentar o caixa deve ficar mais restrita.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011 – Serasa Experian


As vendas do Dia das Mães responderam bem às expectativas de todo o comércio. Entretanto, parte dos consumidores, endividados desde o início de 2011, começam a apresentar dificuldades para honrar seus compromissos, fato constatado no último levantamento de inadimplência desenvolvido pela Serasa Experian.

A mesma entidade, por sinal, estende até o último dia de maio (31) a Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011. Até o atual momento, 60 empresas do comércio dispuseram a 1,8 milhão de consumidores, por meio do programa, novas chances de renegociação de débitos atrasados com seus credores. O melhor de tudo: sem qualquer intermédio.

Uma das características do programa é possibilitar ao consumidor renegociar sua dívida de acordo com suas possibilidades de pagamento. Para Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian e da Experian Latinoamericana, essa campanha permite não apenas a quitação de dívidas e a consequente regularização, mas também a possibilidade de os compradores voltarem a adquirir – algo benéfico para ambos os lados.

A Serasa revela que esta campanha possibilitou recuperação de 20% da base de clientes de cada empresa, em média, bem como até 30% dos custos relativos a cobranças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor – Crescimento em março de 2011


Os consumidores tiveram poucas dúvidas no momento de adquirir algum serviço ou bem durante a fase de estímulos fiscais promovida pelo governo. Após um negro período conhecido como crise financeira mundial (2008 e 2009), desonerações como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) projetaram a expansão da economia para 7,5% em 2010.

Em 2011 o comportamento deve ser diferente. Para essa ideia, basta citar que o Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian apresentou alta de 1,4% em março último, para 99,3 pontos, em outras palavras o oitavo aumento mensal seguido.

A Serasa prevê que esse movimento deve se repetir ao longo do ano, ao menos até o início do último trimestre. A inflação em crescimento, o crédito com índices mais elevados e as perspectivas mais amenas para o Produto Interno Bruto (PIB) são, certamente, os principais motivos para essa escalada.

Apesar de um cenário menos otimista, mudanças drásticas não devem ocorrer, nos próximos meses, segundo concepções da Serasa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor apresentou crescimento em abril de 2011


Adquirir um ou mais produtos e diversos serviços pode fazer com que o consumidor, de qualquer faixa de renda, entre no rol de inadimplentes. Essa situação, nada agradável, pode ser consertada, grosso modo, com uma melhor educação financeira, algo tão recomendado por economistas.

No entanto, parece que os brasileiros não estão seguindo algumas regrinhas básicas. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Consumidor relacionado pela Serasa Experian, a inadimplência avançou pelo segundo mês consecutivo em abril, com alta de 1,5% em comparação a março.

A Serasa avalia que essa situação provém do aumento gradual dos índices inflacionários, assim como do próprio endividamento do consumidor, que ainda com a confiança elevada (reflexo de 2010) continua sua procura por novos bens.

O aumento da inadimplência no mês passado, por sinal, foi motivado pelos gastos realizados em feriados prolongados. No período, o índice só não cresceu mais (negativamente) porque o mês contou com 19 dias úteis.

A Serasa aponta que no confronto anual de abril, a inadimplência do consumidor pulou 17,3%. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, taxa mais assustadora: 20,3%.

O consumidor precisa ter mais que nunca precaução, sobretudo no 2º semestre de 2011. No ano passado, as dívidas adquiridas com veículos, moradia e outros quesitos de valores mais elevados podem começar a ser mais sentidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Queda nos Pedidos de Falência em abril de 2011


A gestão de uma empresa não é nada fácil, independente do ramo de atuação. Prova disso são os números de pedidos de falência computados em abril pela Serasa Experian. De acordo com o Indicador de Falências e Recuperações, no período foram requisitadas 133 solicitações, 94 provenientes das micro e pequenas empresas, 24 pelas médias e 15 pelas grandes.

Embora esses dados possam assustar por causa das proporções, a Serasa adianta que esse foi o menor número computado para um mês desde 2005, ano em que passou a valer a Nova Lei de Falências. De quebra, as falências decretadas também atingiram o menor volume em seis anos para o período com 50 decretos, 46 a partir das micro e pequenas empresas, três das médias e apenas um pelas grandes.

Esse resultado levou os economistas da Serasa a apreciarem que o atual nível de aquecimento da economia, além das performances da indústria e do comércio no mês em função da Páscoa, propiciou receitas acima do esperado. Soma-se a essas constatações o "efeito calendário", uma vez que abril delineou o menor número de dias úteis desde janeiro.

Embora os números tenham sido positivos, muito em breve poderá ocorrer mudança de cenário. As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem ser mais bem percebidas nos próximos meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade comercial sobe em 1,8% em abril de 2011


A Páscoa de 2011 demonstrou a impulsividade e o poder de consumo da população brasileira. Essas características, atreladas às promoções e campanhas de pequenos e grandes estabelecimentos, refletiram nos números divulgados pela Serasa Experian na quarta-feira (4).

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio, o trânsito dos consumidores em lojas de todo o território nacional aumentou 1,8% no mês passado em comparação a março deste ano, dados já com os devidos descontos das influências sazonais. No confronto anual, disparo positivo de 10,9%.

A Serasa pondera ser essa alta, de 1,8%, proveniente do incremento de 4,1% registrado no segmento de super e hipermercados, alimentos e bebidas. A expansão da massa salarial da população formal unida à diminuição de preços de produtos importados como vinhos, azeites e bacalhau – em função da desvalorização do dólar diante a moeda brasileira – foram decisivos para o volume de compras dos brasileiros, assim como o próprio movimento.

O varejo do país cresceu 9,1% no acumulado do ano (até abril) em comparação ao primeiro quadrimestre de 2010. Entretanto, os números devem arrefecer nos próximos meses por causa das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de evitar a alta da inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Qualidade do crédito melhora pelo país, diz Serasa


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) começaram a repercutir em alguns dados. De acordo com o Indicador da Qualidade de Crédito do Consumidor divulgado pela Serasa Experian, após três trimestres seguidos de baixa a qualidade de crédito do consumidor atingiu o nível de 80,3 pontos no período de janeiro e março de 2011, patamar que retorna ao mesmo constatado no 2º trimestre do ano passado.

Por avaliar dados numa escala de zero a 100 pontos, quanto mais elevada a pontuação melhor é a qualidade de crédito. Em outras palavras, por situar-se num nível próximo do limite, a possibilidade de inadimplência é mais amena.

A Serasa avalia que a melhora no trimestre inicial deste ano reflete o menor endividamento dos consumidores. As medidas sugestionadas pelo BC começam a ditar um ritmo mais saudável em relação à velocidade de contração de novas dívidas feitas pelo consumidor, em 2010, e a falta de dinheiro para o devido pagamento.

O consumidor que observar alguma notícia sobre elevação da inadimplência não precisa se desesperar, pois não se trata, segundo economistas da Serasa, de uma grave crise. Até o final do atual semestre essa tendência deve permanecer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda das Empresas por Crédito – Alta em Março 2011


O cenário da economia brasileira continua bom para os consumidores, muito embora esteja aquém nos dias atuais em comparação ao panorama desenvolvido no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Desde dezembro de 2010, o governo tem trabalhado para frear o consumo dos brasileiros, algo que, por enquanto, não surtiu o efeito realmente desejado.

As empresas, também afetadas por algumas medidas, procuraram mais crédito em março deste ano em comparação ao mês imediatamente precedente. De acordo com o Indicador da Demanda das Empresas por Crédito, calculado pela Serasa Experian, a quantidade de companhias que buscou esse recurso avançou 1,4% no período.

A Serasa Experian indica, com esse índice, que no trimestre inicial de 2011 a demanda por crédito a partir das empresas ascendeu 1,6% em comparação ao período análogo de um ano antes. Mesmo assim, economistas da entidade apontam que esse foi o menor índice de crescimento dos cinco trimestres anteriores, ou seja, indicando que a procura por crédito deve ser mais baixa daqui por diante.

As taxas do indicador assinalam, nas entrelinhas, que as empresas parecem estar mais precavidas que os consumidores. Isso é positivo, pois uma vez que elas apresentam um comportamento mais responsável, inevitavelmente os consumidores sentirão isso e, por conseguinte, adotarão iniciativa semelhante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Indicador de Falências das Empresas – Março 2011


Dados enunciados na terça-feira (5) pela Serasa Experian indicam o avanço de 28,4% das falências solicitadas em março deste ano sobre o mês imediatamente anterior. O resultado, portanto, fez subir para 172 o número de eventos no período, com destaque para as micro e pequenas empresas, que responderam com 108 ocorrências. Em fevereiro, a constatação entre elas chegou a 134 falências e há um ano, 195.

As falências requeridas pelas médias empresas chegaram a 33 ocorrências em março, contra 34 de fevereiro e 44 do período igual de um ano antes. Entre as grandes empresas o total de solicitações de falência foi 31, número bem diferente das seis solicitações de fevereiro de 2011, porém pouco acima das 28 de 12 meses atrás.

O Indicador de Falências e Recuperações assinala que as recuperações judiciais agenciadas sofreram incremento de 50% entre fevereiro e março, para 48 episódios. Assim como nas falências, as micro e pequenas empresas lideraram os pedidos, com 29 eventualidades.

O registro das recuperações judiciais das médias empresas foi de 13 ocorrências, número acima tanto no confronto mensal de fevereiro, ocasião em que foram registradas sete recuperações, como em relação a março de 2010, com 12 eventos. Os números das grandes empresas foram bem mais amenos, com seis constatações no mês passado, duas há dois meses e três há 12 meses.

Economistas da Serasa assinalam que o início do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, assim como as medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, ambas adotadas pelo Banco Central (BC), resultaram nos dados avaliados pelo indicador de falências.

O cenário deve perdurar durante os próximos meses, pois o BC pode, em algum momento, adotar novas medidas para frear o consumo da população, situação que incide diretamente na vida das empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Perspectiva do Crédito às Empresas apresentou queda em fevereiro de 2011


A crise financeira mundial foi motivada pela quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos. O efeito gerado por esse princípio atingiu o mundo sorrateiramente, tal qual já fez objetos do espaço ainda na época dos dinossauros. O comparativo, de certo modo irônico, possui alguma similaridade. Durante bom tempo os países de todos os cantos do globo se envolveram numa grande massa negra de perspectivas negativas, ocasionado fechamento de empresas, aumento do desemprego e instabilidades econômicas.

Após vários meses desde que o problema financeiro começou, algumas nações já apresentam bons dados. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) são um dos bons exemplos, com crescimentos trimestrais positivos. Aos brasileiros, porém, determinações do Banco Central (BC) devem diminuir índices e propensão de gastos mais elevados por parte de consumidores e empresários.

O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas erguido pela Serasa Experian registrou queda de 0,4% em fevereiro sobre janeiro, ou seja, a quarta baixa mensal seguida, para 102,1 pontos. Economistas da entidade distinguem que esse dado aponta que as medidas de restrição do BC devem continuar a exercer pressão durante os próximos meses, sobretudo porque o crédito aos consumidores também vem sofrendo impactos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Vários setores da economia apresentaram melhora em 2010


O leitor de economia já deve estar acostumado com notícias envolvendo o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2010. Alguns pontos valem ser destacados durante o ano, tais como aumento do poder de consumo dos lares, crescimento das oportunidades de emprego e incremento da massa salarial. Participaram desse cenário medidas de incentivo fiscais e o acesso ao crédito mais facilitado.

A Serasa Experian pondera por meio do Estudo de Avaliação Setorial que ao final do 4º trimestre do período sobre os três meses análogos de 2009, 75 setores entre primário, indústria, serviços e comércio melhoraram seus números, enquanto outros 23 assinalaram estabilidade.

O setor primário, concebido por 13 ramos, nutriu melhoria em nove deles (aves, suínos, café, algodão, soja, laranja, milho, agropecuária e cacau). A indústria, por sua vez, apresentou melhora em 44 dos 54 segmentos abrangidos pelo levantamento, como é o caso do ramo de automóveis, da indústria de vestuário e têxteis, bem como de limpeza e higiene.

O segmento de serviços registrou melhoria em 18 de seus 25 setores de atuação. Um dos destaques foi o turismo, que se favoreceu da confiança do consumidor e de promoções de passagens. Outro ramo interessante foi o de cartões, sobretudo quando relacionadas as classes D e E, que passaram a ter acesso a bancos.

O breve apanhado deste artigo reforça e destaca que 2010 entrou, definitivamente, para a história do país. Apenas o tempo dirá, com precisão, motivo por motivo. Há partidários que aludem o crescimento à figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência das Empresas – Queda em fevereiro de 2011


Manter uma empresa em total funcionamento é uma tarefa que exige bom planejamento estrutural. Ter à disposição profissionais qualificados capazes de efetuar tarefas com rapidez e qualidade é o sonho de qualquer companhia de qualquer segmento. Ter o caixa em dia também é o grande desejo.

A Serasa Experian revelou nesta segunda-feira (28/03) por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas que no mês passado a dívida das empresas arrefeceu pela segunda vez seguida no comparativo mensal, desta vez em 1,4% frente a janeiro deste ano.

Economistas da Serasa apontam a atividade econômica aquecida em parte dos setores, reflexos do ano passado, e a disponibilidade de crédito para investimentos e capital de giro como contribuintes para a baixa no índice de inadimplentes.

Se o confronto mensal é positivo, o comparativo do 1º bimestre de 2011 com o período igual de um ano antes não apresenta a mesma disposição. Neste confronto, a inadimplência apresenta alta de 2,7%. Justificativa: mais dias úteis no mês passado em função do Carnaval, “transferido” para março.

Analisado por portes, o Indicador ressalta que entre as micro e pequenas a queda foi de 1% na base comparativa mensal, bem abaixo do recuo registrado nas grandes empresas, de 6%, e mais ainda em relação às médias, que responderam com decréscimo de 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Serasa – Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro de 2011


O bom resultado da economia brasileira em 2010 só foi deste modo devido a uma série de medidas adotadas em uníssono para o país conseguir suportar os principais efeitos da crise financeira global de 2008/2009. Setores como veículos automotores, linha branca e materiais de construção obtiveram índices expressivos de crescimento.

Como muitos consideram o crescimento da economia de 2010 em 7,5% insustentável para os padrões históricos do país, o Banco Central (BC) optou por adotar medidas restritivas de acesso ao crédito e iniciar um ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro deste ano ante dezembro de 2010, para 100,3 pontos. Desta forma, ressalta a entidade, o índice corresponde ao sexto crescimento mensal seguido. Por ter capacidades de prever os movimentos cíclicos da atividade econômica com um semestre de antecedência, a taxa positiva indica expansão da economia nos próximos meses.

Devido a esse resultado, as medidas do BC brevemente ilustradas anteriormente não pareceram ter surtido o efeito desejado. Muitos fatores indicam novas medidas em breve, ou intensificação das já adotadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas – Fevereiro de 2011


Estar em dia com as contas é certeza de dormir tranquilamente ou ao menos sentir-se satisfeito e com a missão cumprida. Essa situação não ocorre apenas entre as pessoas físicas, visto que se pessoas jurídicas estão em dívida com alguma empresa ou serviço problemas podem surgir e se transformar numa verdadeira bola de neve.

Informações divulgadas pela Serasa Experian indicam que a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas voltou a subir neste ano, em fevereiro, após ter ilustrado recuo no período imediatamente anterior.

Pelo estudo, a cada mil pagamentos realizados, 948 foram efetivados à vista ou com, no máximo, sete dias de retardamento (94,8%). No confronto com janeiro, o percentual positivo de alta chegou a 0,1%, uma vez que no período a taxa foi de 94,7%.

Economistas da Serasa ponderam que esse breve acréscimo deveu-se ao Carnaval ter acontecido no mês de março, possibilitando às micro e pequenas empresas acumularem melhores quantias em fevereiro (mais dias úteis).

A Serasa também registrou queda de 11,2% no valor médio dos pagamentos realizados em fevereiro, para pouco mais de R$ 1.416. No comparativo anual, o arrefecimento abraçou o índice de 1,8%. As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) justificam esses resultados, pois as micro e pequenas empresas parecem atentas quanto às compras de valores e quantidades mais elevados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Faturamento das empresas em 2011 – Empresários estão otimistas


As perspectivas de crescimento da economia brasileira são mais modestas para 2011 em comparação aos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionados ao ano passado, os quais abrangeram alta de 7,5% do produto Interno Bruto (PIB). O mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), aponta índice de 4,03% para este ano – taxa que pode declinar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 60% dos empresários consultados pretendem rever seu faturamento no 2º trimestre deste ano, contra 40% dos que ambicionam mantê-lo dentro do planejado anteriormente. Os números do período anterior, porém, foram mais altos, uma vez que se registraram taxas de 66% e 34%, respectivamente.

A Serasa aponta, através das opiniões de pouco mais de mil empresários, que 88% deles estimam revisão para cima do faturamento no 2º trimestre, o restante, por outro lado, para baixo. Entre janeiro e março, os índices registrados foram de 85% e 15%, respectivamente, ou seja, o otimismo ainda está presente.

Por segmentos, a indústria é a que mais se mostrou positiva, com 90% dos empresários prognosticando revisão de faturamento para cima. Não tão distante e igualmente importante, no setor de serviços a taxa foi de 88% e o no comércio, de 87%.

Esses números ilustram situação positiva, não pelos dados em si, mas porque o BC deu início ao ciclo de altas da Selic, taxa básica de juros da economia, e os números responderam quase sem sentir a medida. Nas últimas semanas do ano passado a instituição já havia adotado outra regra de aperto, porém relacionada à restrição de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cheques Sem Fundos – Indicador subiu para 1,83% em fevereiro de 2011


Meio de pagamento em crescente desuso, os cheques ainda são uma das maneiras utilizadas por comerciantes e prestadores de serviço para assegurar o cumprimento da dívida assumida. A burocracia desse sistema, porém, tem aumentado a opção do consumidor por cartões de crédito e débito, além do próprio dinheiro em espécie.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, o número de cheques devolvidos, no mês passado, chegou a 1,83% do total emitido, leve avanço em comparação ao índice de janeiro, de 1,70%. Economistas da entidade avaliam ser essa alta proveniente do maior endividamento do consumidor com outras contas de início de ano, tais como IPVA, IPTU e matrículas, uniformes e materiais escolares. Outra constatação refere-se às compras para o Natal, e gastos com as férias. Em meio a isso, a Serasa pondera o ciclo de alta dos juros, como forma de controlar as taxas inflacionárias, outro fator de relevante apreciação.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a unidade federativa com o maior acúmulo de cheques sem fundos foi Roraima, com índice de 10,06%, diferentemente de São Paulo, onde a taxa registrada chegou a 1,37%.

Aos poucos, a população começará a enquadrar mais satisfatoriamente sua renda aos gastos, pois o término dos tributos e outras despesas de final de ano ofertarão grana “extra” ao planejamento familiar. Essa sobra deve ser entendida como nova oportunidade para ajeitar as contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou alta em fevereiro de 2011


Vários índices são divulgados semanalmente por institutos de diferentes propostas. Boa fatia dos dados correlacionados ao mês de fevereiro está positiva, pois com o Carnaval determinado a março o número de dias úteis do mês passado aumentou – diferentemente da disposição de 2010.

Um dos institutos responsáveis por posicionar cidadãos e empresas sobre temáticas cruciais é a Serasa Experian, que revelou que houve aumento de 5,3% no Indicador da Demanda das Empresas por Crédito no mês passado em comparação a janeiro. No confronto anual outra alta, de 10,2%.

Os economistas da Serasa acreditam que em março, porém, o indicador deverá registrar decréscimo em sua taxa devido ao menor número de dias úteis do período e aos efeitos gerados pelo novo ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Analisado por portes, o medidor apontou incremento de 5,5% na procura por crédito proveniente das micro e pequenas empresas em fevereiro ante janeiro, índice acima do constatado entre as médias empresas, de 0,5%, bem como entre as grandes companhias, de -0,2%.

No comparativo anual, os índices registrados sobre as micro e pequenas, médias e grandes empresas foram de 11%, -1,4% e -1,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência das Empresas – Crescimento em janeiro de 2011


O bom 2010 para a economia brasileira levou quase todos os consumidores e empresários a encararem com mais otimismo suas condições financeiras. A população passou a adquirir bens de valores mais elevados, como serviços diversos, enquanto empreendedores, inclusive do exterior, aumentaram suas margens de investimentos.

Após os números registrados em praticamente todos os meses do ano passado, por quase todos os setores, alguns índices começam a apresentar queda. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência das Empresas, houve avanço de 0,3% no número de empresas inadimplentes em janeiro deste ano em comparação a dezembro de 2010, para 86,1 pontos no período.

A Serasa indica ser esse o primeiro avanço mensal do indicador depois de 20 meses seguidos de baixas. As perspectivas mais amenas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) convergem com o panorama desenvolvido pelo medidor, uma vez que ele tem por característica antever os abalos periódicos da inadimplência em cerca de seis meses.

Em suma, a probabilidade de aumento da inadimplência das empresas é quase certa, mas em índices ligeiros. As medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC) refletem sobre o índice divulgado, situação já prevista desde que a iniciativa fora abordada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Demanda do Consumidor por Crédito – Queda em fevereiro de 2011


As medidas de contenção de crédito levadas adiante pelo Banco Central (BC) começaram a apresentar os primeiros e almejados sinais positivos para o controle da inflação. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, recuou quase 2% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 65,3% ao final do segundo período.

Com este, outros indicadores representam qual será o ambiente econômico brasileiro daqui em diante: crescimento, mas em níveis mais amenos.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas que buscou crédito arrefeceu 1,2% entre janeiro e fevereiro deste ano, ou seja, a segunda baixa mensal seguida, pois no primeiro mês do ano a taxa cedeu 6,7% em relação ao período imediatamente anterior.

Embora o índice seja negativo, no confronto anual (fevereiro de 2010) houve melhora na taxa em 19,9%. A Serasa indica que o resultado foi motivado pelo Carnaval, que em 2011 passou para março – em 2010 caiu em fevereiro, ou seja, menos dias úteis. De acordo com a Serasa, levando-se em consideração o primeiro bimestre de 2011 o Indicador da Demanda acumula progresso de 16,3% em detrimento aos dois primeiros meses do ano passado.

Como já mensurado no início deste artigo, as medidas levadas adiante pelo BC incidiram diretamente no resultado. No decorrer do ano os índices devem ser estabilizados, mas se considerada a forte base comparativa de 2010, poderão ser negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Empresas – Falências solicitadas e decretadas aumentaram em fevereiro de 2011


Empresários e consumidores brasileiros devem sentir com maior afinco, em breve, as medidas de contenção de crédito adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010. Mesmo assim, a economia brasileira deve continuar sua trajetória de crescimento, não tão elevada como fora anteriormente.

O primeiro trimestre, em especial, é um pouco mais complicado em termos gerais. Materiais escolares e impostos como IPVA e IPTU pressionam o planejamento familiar, assim como o 13º salário, por exemplo, aperta as contas das pessoas jurídicas. De acordo com a Serasa Experian, 134 ocorrências de falências solicitadas foram registradas em fevereiro, número acima das 131 de janeiro e das 124 em dezembro passado.

Dividido em portes, o Indicador de Falências e Recuperações da Serasa contabilizou 94 falências requeridas pelas micro e pequenas empresas, 34 oriundas das médias empresas e meia dúvida das grandes.

As falências decretadas, porém, chegaram a 64 no mês passado, número consideravelmente alto ante os 41 registros descritos em janeiro. Também em portes, 60 provenientes das micro e pequenas empresas, duas das médias e outras duas das grandes empresas.

Os economistas da Serasa ponderam que a política monetária adotada pelo governo no intuito de controlar a inflação, promovendo desaceleração econômica, bem como dificuldades na obtenção de créditos e juros mais elevados são os motivos que explicam os dados anteriormente explanados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa – Atividade do Comércio apresentou alta em fevereiro de 2011


A confiança do consumidor em relação à economia brasileira foi importante para o país superar os principais efeitos da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009. As medidas de incentivo adotadas pelo governo, entre as quais a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tornaram-se ferramentas convergentes com a disposição de consumo da população.

O Indicador de Atividade do Comércio divulgado pela Serasa Experian acusou avanço de 0,7% em fevereiro contra janeiro, referente à circulação dos consumidores nas lojas de todo o Brasil. A taxa, que já leva em consideração os descontos das influências sazonais, registrou salto de 10,4% na comparação com o mês inicial de 2010.

De acordo com a Serasa, o setor de veículos automotores, que também inclui peças e motos, registrou ascensão de 4,6% no mês passado. O ramo de lubrificantes e combustíveis, por sua vez, cresceu 3,6% na mesma base comparativa e o segmento de material de construção, diferentemente, 2,9%.

Como já mensurado diversas vezes por especialistas, as medidas de contenção de crédito e a alta da Selic, taxa básica de juros da economia, aplicadas pelo Banco Central (BC) não devem impedir o crescimento do varejo no decorrer de 2011, mas serão cruciais para taxas mais amenas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa registrou queda na Inadimplência das Empresas em janeiro de 2011


Iniciar qualquer ano com dinheiro em caixa é um grande desafio para consumidores e empresas. A maior incidência de contas elevadas em virtude dos altos impostos ainda no primeiro trimestre e o pagamento do 13º salário, no caso da pessoa jurídica, trazem desconforto ao setor financeiro.

Entretanto, um dado curioso foi divulgado pela Serasa Experian no dia 25 de fevereiro. De acordo com o Indicador de Inadimplência das Empresas, o índice em questão arrefeceu 0,8% em janeiro deste ano em comparação ao mês imediatamente anterior. Este fato, ou seja, queda no confronto entre o primeiro período de um ano e o último do ano anterior não ocorria desde 2006.

No comparativo anual, segundo a Serasa, a inadimplência das empresas também cedeu, desta vez em 2,1% em janeiro de 2011 sobre o período igual de um ano antes. Para economistas da instituição, a expansão da economia brasileira durante 2010 explica os dados registrados.

Mesmo assim, a desaceleração da economia nos próximos meses deve alterar esse e outros indicadores. Os rumores de que a Selic, taxa básica de juros da economia, aumente mais 0,75% até dezembro é uma das justificativas que levam a crer nessa perspectiva.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Empresas – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A economia brasileira deverá atravessar, nos próximos meses, um processo de estabilização de todo o conjunto de números alcançados em 2010. O atual ambiente, dizem especialistas, não será mais cercado pela expansão vivida após o país ter deixado a crise financeira de lado.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito, o número de companhias que buscou crédito progrediu 0,6% no mês passado em comparação a dezembro de 2010. No confronto anual a alta foi um pouco mais saliente, de 0,9%, porém a mais baixa nessa relação em um semestre.

As recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de restringir o crédito para pessoas físicas e jurídicas – para tentar controlar a inflação – foram crucias, de acordo com economistas da Serasa, e incidiram na menor procura por crédito no comparativo anual.

As micro e pequenas empresas registraram índice de 0,8% na demanda por crédito em janeiro sobre dezembro, as médias, por sua vez, baixa de 1,7%, e as grandes empresas, na mesma tendência, recuo de 1,8%.

Na base comparativa entre janeiro de 2010, a taxa constatada também foi positiva para as micro e pequenas empresas, com alta de 1,1%, mas nas médias e grandes companhias houve arrefecimento respectivo de 2,6% e 0,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa – Inadimplência das empresas apresentou queda em dezembro de 2010


A expressão "inadimplência" é algo que tanto pessoas físicas como jurídicas querem distância. O desejo, nem sempre real, acarreta em várias medidas, tanto para o sentido ruim como para o bom. Pessoas e empresas que refazem cálculos para melhorar suas contas, com o tempo, podem conquistar sucesso.

Dados expressos pela Serasa Experian por meio do Indicador de Perspectiva de Inadimplência das empresas assinalam baixa em 0,8% no número de inadimplentes em dezembro do ano passado ante o mês imediatamente anterior. Com esse resultado, o patamar obtido chegou a 83,6 pontos.

A Serasa distingue ser esse o 20º recuo mensal seguido do indicador, porém o mais baixo registrado desde maio de 2009. Por isso mesmo, a entidade examina que o processo de diminuição paulatina da inadimplência entre as empresas apresenta certa extenuação.

Os economistas da Serasa preveem que as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem aumentar e pressionar o ciclo de aperto monetário no decorrer deste ano, incidindo diretamente nas despesas financeiras das empresas. Com isso, a inadimplência poderá ostentar números mais neutros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Índice de Atividade do Comércio – Janeiro de 2011


Por meio de bons números reunidos nos mais variados setores, a economia brasileira, em 2010, obteve boa recuperação ante a crise financeira global. O varejo, em especial, contou com os dados relacionados ao emprego, ao crédito e à renda para aumentar seus índices de vendas.

No entanto, a atividade varejista iniciou janeiro em desaceleração. De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador de Atividade do Comércio, o movimento dos brasileiros nas lojas em todos os cantos do país avançou 9,8% no confronto com o primeiro mês de 2010, abaixo do percentual de 12,8% registrado em dezembro e 11,2% do contabilizado em novembro, ambos também no comparativo anual.

A Serasa avalia que a aceleração de 9,8% em janeiro foi impulsionada pelo avanço de 15% do setor de material de construção, além da alta de 10,4% proveniente das lojas de informática, eletroeletrônicos e informática. O segmento de acessórios, calçados, tecidos e vestuário, por outro lado, apresentou recuo. A justificativa para a queda, segundo a entidade, são as chuvas na região Sudeste, que podem ter inibido a compra dos consumidores.

Mencionado por algumas vezes, a restrição do crédito e a tendência de aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia) podem transformar 2011 num ano menos positivo para o varejo, obviamente em comparação a 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB mensal tem aumento de 0,5% em novembro de 2010


Citar a economia brasileira em seu atual contexto é remeter a números positivos, oriundos de um conjunto de setores de atividades. Informações divulgadas pela Serasa Experian apontam que o Indicador de Atividade Econômica, ou Produto Interno Bruto (PIB) mensal, cresceu 0,5% em novembro do ano passado perante seu mês imediatamente anterior.

Já com ajustes sazonais, houve avanço de 0,6% na atividade econômica do trimestre terminado em novembro, mesmo nível constatado entre agosto e outubro. De acordo com a entidade, se considerada a demanda agregada, o índice do mês em questão foi motivado pelo desenvolvimento de 5,5% dos investimentos produtivos somados a 2,2% de incremento das exportações de serviços e bens. Por outro lado e relacionado à oferta agregada, a alta do PIB mensal teve origem na ascensão de 1,3% da atividade industrial e mais outro 0,5% do segmento de serviços.

Economistas da Serasa Experian avaliam que o crescimento de 0,5% da atividade econômica do país em novembro e a boa comercialização constatada no Natal foram importantes para o resultado. Apontam, deste modo, bom nível de desenvolvimento da economia no transcorrer do último trimestre de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa (release)



Serviço gratuito para quitação de dívidas – Serasa Experian


Os brasileiros ainda se sentem encorajados em adquirir novas dívidas. Os índices de otimismo indicam essa disposição, além de números de vários setores, como é o caso de veículos automotores, imobiliários, entre outros. A quitação de débitos no final do ano, graças à inserção do 13º salário, estimulam, logo em janeiro, a contração de novas compras, por conseguinte, novos endividamentos.

Se aquisições são realizadas e, por algum motivo, não são pagas num determinado prazo, o nome do cidadão estaciona nos Serviços de Proteção ao Crédito (SPC). Com isso, é pouco possível efetuar outras compras parceladas por meio de cheques e cartões de crédito.

Para solucionar problemas como esse é que a Serasa Experian inaugurou o ‘Serviço Gratuito de Orientação ao Cidadão’. Com ele o endividado pode receber informações de como quitar suas dívidas. Oferecido em locais adequados, com segurança eficaz, a pessoa tem a oportunidade de negociar valores diretamente com a empresa reclamante, sem, com isso, ter de contratar serviços terceirizados.

Para saber mais, a Serasa dispõe o telefone (11) 3373-7272.

Por Luiz Felipe T. Erdei