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Previsões para a Selic permanecem em 14,25% ao ano para 2016


Previsões permanecem estáveis e deixam a taxa Selic em 14,25% ao ano em 2016.

Mais uma vez… e tem acontecido tanto que até parece rotina: Novamente o mercado financeiro tornou a alterar as previsões de cenário para o comportamento da taxa Selic para o ano de 2016 de acordo com o Relatório de Mercado de Focus, boletim divulgado pelo Banco Central.

Não é possível chamar isso de novidade já que diversos aspectos do mercado apontavam para o fato. Entretanto, isso chega para a população brasileira pouco depois de ser anunciada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de continuar, ou melhor, de manter, os juros na faixa de 14,25% ao ano. Por isso, o relatório da Focus nem sequer teve alterações nesse ponto.

Para 2015 o que importa mesmo é que as expectativas permaneceram congeladas na casa dos 14,25% ao ano pela sexta semana consecutiva.

Levando em consideração esse ponto a mediana para a média da Selic de 2015 também continuou congelada pela sexta semana seguida em 13,63%.

De acordo com o documento divulgado pelo Banco Central com relação às expectativas para 2016  a estabilidade da mediana ficará em 12%, lembrando que isso são previsões. Mas vale ressaltar que essa era a marca já aguardada há cerca de um mês no mesmo documento.

Será a 13,06% que a Selic média de 2016 seguirá. Há quatro semanas estava em 13,16%.

Com todas essas informações surgindo a todo momento o mercado deixou de crer que em abril de 2016 o Brasil poderia ver o começo da redução dos juros básicos.

Os principais analistas do setor agora apontam para o mês de junho de 2016. Nesse período, segundo eles, a expectativa é de que aconteça um corte de pelo menos 0,50 pontos percentual na taxa. Isso faria com que a mesma caísse de 14,25%  para 13,75% ao ano.

Ainda assim, com as projeções piorando em relação à inflação do próximo ano e ao distanciamento aumentando da meta de 4,5%, os analistas não estão projetando novas altas de juros.

Por Denisson Soares

Taxa Selic



Projeção da Selic subiu para 13,50%


Com a nova alta da Taxa Selic houve um aumento de 0,25% em relação à previsão anterior. Para 2016, as especulações apontam uma Taxa Selic de 12%.

Economistas de diversas instituições financeiras fizeram uma projeção de aumento para a taxa Selic para 13,50%. As especulações surgiram através da atual situação do mercado econômico, principalmente após a elevação da taxa básica de juros Selic, feita pelo Banco Central, para 13,25% na última semana, o que gerou maior aperto monetário, segundo os economistas.

Para esclarecer, a Taxa Selic é conhecida também como taxa básica de juros da economia brasileira. Ela interfere diretamente na vida dos brasileiros, pois é utilizada como referência para os empréstimos entre bancos, aplicações feitas por estas instituições bancárias através de títulos públicos federais e também nos juros de empréstimos e financiamentos feitos por pessoas físicas e jurídicas, ou seja, todos nós.

A Pesquisa Focus, do Banco Central, divulgada neste mês, aponta para a expectativa feita pelos economistas, uma vez que os resultados mostraram uma projeção de aumento para 13,50% da taxa Selic até o fim de 2015. É 0,25% maior do que a última previsão.

Para 2016 as especulações apontam para uma queda na taxa Selic, que não deve passar de 12%. O que gera certa desconfiança, uma vez que as projeções econômicas têm sofrido alterações repentinas diante do cenário atual.

Os economistas também projetaram uma expectativa para a inflação, que tem aumentado paulatinamente. A perspectiva para a alta do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) até o fim do ano será de 8,26%. Em relação à pesquisa realizada anteriormente a expectativa subiu 0,01 ponto percentual.

A inflação para o ano que vem manteve a perspectiva de aumento de 5,6%.

Guardadas as expectativas e projeções para as taxas futuras, a boa notícia é que, com o aumento da Taxa Selic, a margem de lucro da caderneta de poupança aumenta. Uma ótima notícia para os investidores tradicionais.

O cenário aponta, mais uma vez, para uma facilidade de endividamento do consumidor, com a alta dos juros e o aumento da margem de crédito do cartão de crédito, que passou de 30% para 40% da folha salarial do trabalhador. Ou seja, o mercado tem oferecido condições para endividamento, em contrapartida reduz o poder de compra do cidadão.

Por André César

Taxa Selic



Selic poderá ter nova alta em abril


A taxa básica de juros deverá sofrer um novo aumento em abril, conforme prevê o Relatório de Mercado Focus. Depois que o Comitê de Política Monetária, o Copom, aumentou a taxa Selic para 12,75% ao ano, na semana passada, quase não houve mudança para a Selic no Relatório de Mercado Focus, divulgado no início desta semana pelo Banco Central brasileiro.

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelos bancos no Brasil se balizam. Esta taxa é utilizada como uma ferramenta de política monetária utilizada pelo principal órgão financeiro do país, o Banco Central, para atingir a meta das taxas de juros estabelecidas pelo Copom.   O Copom, por sua vez, tem a finalidade de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. Além disso, conta com o poder e competência específica de regular a liquidez da economia, por meio de instrumentos de política monetária.

Na reunião do Copom em abril, é esperado que um novo reajuste seja firmado pelo colegiado. A expectativa é que o aumento seja de apenas 0,25 ponto percentual, passando para 13% ao ano.  Conforme já constava na edição anterior, foi mantida a projeção de que a taxa encerrará 2015 em 13% ao ano. Há 30 dias, a previsão era de que a Selic encerrasse o ano em 12,50% ao ano, um aumento considerável de 0,5 ponto percentual. Já para o fim de 2016, a mediana das projeções também foi mantida em 11,50% ao ano de uma semana para outra. Esta é a décima semana consecutiva que a taxa está estagnada no mesmo patamar. Mesmo assim, a previsão mediana para a Selic média do ano que vem caiu ligeiramente de 11,69% para 11,68% ao ano.

Segundo a pesquisa anterior da Focus, a Selic encerrará este ano em 13% e 2016, em 11,50%.

Por William Nascimento

Selic em alta



Novo valor da taxa Selic


A taxa Selic (taxa de juros básicos), que é o quanto o governo paga para executar sua política monetária, deve se estabilizar um pouco acima dos níveis mínimos anteriores, afirmou o COPOM (Comitê de Política Monetária), na manhã da última quinta-feira, 15 de março de 2012.

Os “níveis mínimos” citados anteriormente fazem referência ao menor percentual da taxa Selic, que ocorreu entre julho de 2009 e abril de 2010, com apenas 8,75% ao ano.

A taxa básica de juros nacional foi reduzida na semana passada em 0,75% pelo COPOM, estabilizando em 9,75%, patamar de apenas um dígito em quase dois anos.

Foi com a ata do COPOM, em janeiro, explicitando “elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, que o Banco Central declarou o desejo de abaixar a taxa para menos de 10%.

No ano passado o PIB (Produto Interno Bruto) subiu apenas 2,7%, devido ao mau desempenho industrial. Para este ano o plano de governo da presidente Dilma Rousseff é de elevar o PIB em 4%. Para isso, a equipe da presidente tem deixado claro que irá acelerar o crescimento das atividades lucrativas.

Por Thiago Polido



Selic ? BC reduziu a taxa em 0,5%


O Banco Central reduziu a taxa de juros (Selic) em 0,5% na reunião encerrada na última quarta-feira, 18/01/2012. Essa medida já era esperada pelo mercado e por esse motivo as atenções se voltaram muito mais para a ata, que poderá revelar as intenções do Copom para a próxima reunião, marcada para os dias 6 e 7 de março.

A realidade é que o Copom não tinha outra alternativa, pois muito embora a inflação esteja sob controle (apesar de suas variações pontuais), o cenário externo aponta para uma necessidade de intensificação das relações comerciais internas, ou seja, o Brasil precisa movimentar internamente sua economia para mitigar os efeitos da Crise que se alastra pela Europa.

A redução da taxa básica de juros não tem efeito imediato sobre o mercado e por isso o Copom precisará monitorar todos os principais indicadores da economia de forma minuciosa, possibilitando, na próxima reunião, uma tomada de decisão adequada ao panorama.

O mercado espera por uma nova queda da Selic na reunião de março, mas isso não é consenso entre todos os economistas, já que essa redução elevaria o risco de aumento da inflação em 2013, especialmente se ocorrer uma recuperação muito rápida da economia na Zona do Euro.

Mesmo com a última decisão do BC, o Brasil continua tendo uma das taxas de juros mais altas do mundo (10,5%), o que impacta negativamente na divida interna do país e em todas as relações de investimento da indústria e do comércio.

Para obter mais informações consulte www.bcb.gov.br.

Por Luiz Moreira



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA-15 tem queda de 0,07% em maio


As preocupações com a alta da inflação estão na ponta da língua dos consumidores. O governo cunhou medidas como restrição ao crédito e aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic, para evitar que esse leão volte a rugir em todo o país. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no dia 20 (sexta-feira), em sua página na internet, o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), o qual registrou variação de 0,70% em maio.

O índice apurado se situa, portanto, abaixo da taxa de 0,77% do mês de abril, mas no acumulado do ano o IPCA-15 apresenta resultado positivo de 3,86%, acima da variação do período análogo de um ano atrás (3,16%).

Nos últimos 12 meses encerrados na primeira quinzena de maio, o indicador aglomera taxa de 6,51%, sensivelmente acima dos 6,44% do mesmo intervalo anterior.

O IBGE pondera que a diferença de 0,07% de abril para maio tem por origem, em especial, os índices dos grupos Alimentação e Bebidas, cuja taxa arrefeceu de 0,79% para 0,54%, e Transporte, que recuou de 1,45% para 0,93%.

Variação em recuos também foi constada no grupo Artigos de Residência. Neste caso, o índice cedeu de -0,07% para -0,28%, movimento semelhante ao registrado em Vestuário, de 1,46% para 1,30%, e em Educação, de 0,07% para 0,05%.

No sentido oposto, o IBGE constatou aumento de 0,06% para 0,09% na categoria Educação, de 0,72% para 0,93% em Habitação, de 0,51% para 0,81% no grupo Despesas Pessoais e de 0,57% para 0,96% em Saúde e Cuidados Pessoais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação no Brasil – Previsões do IPCA, PIB e Selic para 2011 e 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (2) seu mais novo levantamento sobre as perspectivas econômicas do país por meio do relatório Focus.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) sofreu nova elevação para 6,37% este ano. Já em 2012 o índice continua o mesmo 5,00%.

A projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o relatório, foi mantida em 4,00% para 2011. No próximo ano, em compensação, a trajetória de recuo de semanas foi suplantada para uma perspectiva positiva, com substituição do índice de 4,21% para 4,25%.

Após um longo período abrangendo índice de 12,25% a este ano, a taxa básica de juros da economia, a Selic, sofreu nova alta, desta vez a taxa alcançou os 12,50%. Para 2012 o BC também aumentou a sua projeção de 11,75% para 12,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB, Selic e IPCA – Novas perspectivas para 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (28/03) aponta aumento da perspectiva de inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tanto para este como para o próximo ano. A taxa de 5,88% da semana passada relacionada a 2011 subiu para 6,00%, ao mesmo tempo em que a projeção para 2012 subiu de 4,80% para 4,91%.

Interrompendo uma série de altas, então ilustradas por muitos especialistas nas últimas semanas, a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, de 2011 caiu para 12,25% ao ano no novo levantamento, contra 12,50% de antes. Para 2012 e pela sexta semana consecutiva, o índice se mantém em 11,25% ao ano.

O impressionante crescimento de 7,5% da economia no ano passado não deve realmente ocorrer em 2011. Eis que pela quinta semana seguida o BC decresceu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez para 4,00%, 0,03% abaixo dos cálculos efetivados na semana passada. Ocorreu baixa de projeção também para 2012, em que taxa passou de 4,40% para 4,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



BC – Novos dados sobre o PIB de 2011 e 2012


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na sexta-feira (18/03), voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No levantamento da semana passada, a taxa registrada foi de 5,82%, passando agora para 5,88%. Para 2012, o índice estimado se mantém, pela segunda semana seguida, em 4,80%.

O BC volta a prever piora no índice do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano. Para 2011, o Focus aponta arrefecimento de 4,10% para 4,03%, enquanto para 2012 estima baixa para 4,40%, contra taxa de 4,45% prognosticada na semana passada.

Pela sétima semana consecutiva, o BC mantém o índice de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011, situação semelhante em relação à perspectiva de 2012, pela quinta semana seguida em 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Selic – Nova alta da taxa gera opiniões contraditórias


A nova alta da Selic, a taxa básica de juros da economia, em meio ponto percentual, para 11,75% ao ano, é justificada pelo Banco Central (BC) como medida para conter o avanço da inflação. O anúncio, como já esperado, desagradou a muitos setores que estavam ansiosos pela manutenção do índice anterior, de 11,25%.

Para Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o incremento da Selic não leva em consideração o atual ambiente de aumento de preços e da atividade econômica pelo país. Em sua visão, indicadores recentes atestam já existir desaquecimento nas atividades, situação originada a partir das medidas de contenção de crédito adotadas pelo próprio BC, bem como a desvalorização cambial.

Andrade atesta que o aumento da inflação é resultado do avanço dos preços das commodities no mercado global e dos alimentos, ambos sem influência da taxa de juros do país. Contudo, essa alta gera fenômenos negativos em relação à produção da indústria e em relação aos investimentos, tão importantes no ano passado.

A medida realmente gera opiniões contrárias. O país precisa dar continuidade e incitar o consumo sustentável dos brasileiros. As perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB) são mais modestas em 2011. Em analogia, muitos consumidores sentem-se como crianças quando lhe são tirados pirulitos da boca. Em 2010 houve muito estímulo, gerando endividamento, e neste ano ocorrerá a contenção.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Taxa Selic – Copom determina novo percentual


Foi unânime a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de elevar a taxa Selic para 11,25% ao ano, o que significou um acréscimo de meio ponto percentual em relação à taxa anterior (10,75%).

Esta é a primeira atuação de Alexandre Tombini junto ao Copom, comandando a primeira reunião, ocorrida entre 18 e 19 de janeiro. Este aumento sinaliza que a cúpula do BC está atenta aos ajustes que precisarão ser feitos paulatinamente na taxa básica, para que as metas de desenvolvimento da economia nacional sejam alcançadas.

Ressalte-se que esse processo de ajuste também dependerá de intervenções governamentais em escala macroeconômica ou, segundo o próprio BC, “ações macroprudenciais” que contribuirão para que a “inflação convirja para a trajetória de metas”. A próxima reunião do Copom está agendada para o começo de março (1 e 2) e analistas presumem que essa taxa tenderá a subir novamente em meio ponto percentual, confirmando a tendência.

Por Alberto InfoWebMais



BC – IPCA – Novas estimativas para 2011


Pela sexta oportunidade consecutiva, o Banco Central (BC), por meio do relatório Focus, voltou a majorar a perspectiva de inflação brasileira. A estimativa relacionada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 5,34% para 5,42% em 2011, enquanto se manteve em 4,5% para 2012.

Apesar de distante do centro da meta de 4,5% estabelecido pelo BC, considera-se dentro dela por haver tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. No ano passado, de acordo com a agência de notícias Reuters, a inflação chegou a 5,91%.

O banco manteve o índice da Selic, taxa básica de juros da economia, em 12,25% para 2011, porém aumentou de 10,75% para 11% ao fim de 2012.

Diferentemente do crescimento de 7,61% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado ao ano passado, para 2011 o BC prevê avanço de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPCA, Selic e PIB – Perspectivas para 2011


Após as comemorações de final de ano, eis que o mercado financeiro continua suas atividades, já sob as mãos da nova equipe econômica nomeada pela presidente Dilma Rousseff. Dados divulgados nesta segunda-feira (dia 3 de janeiro) pelo Banco Central elevaram a perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, para 5,32% contra 5,31% de antes, porém, sustentou a estimativa de 2010, em 5,90%.

De acordo com o relatório Focus, a Selic, taxa básica de juros da economia, foi mantida em 12,25% no final de 2011, índice consideravelmente acima dos atuais 10,75%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) os índices permaneceram imutáveis ante os divulgados na semana passada, em 4,50% para este ano e 7,61% para 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Focus – IPCA, Selic, PIB – Novas Previsões para 2010 e 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (6/12) aponta alta na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,78%, contra 5,72% conjeturado na semana passada. Por outro lado, a projeção para o ano que vem permanece em 5,20%. Ambos estão acima da meta fixada pelo governo, de 4,50%, porém existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A perspectiva para a inflação nos próximos 12 meses avançou para 5,37%, pouco acima dos 5,35% de antes. A projeção para a Selic, a taxa de juros básicos da economia, permanece em 10,75% para 2010 e 12,25% para o ano que vem.

Ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, o Focus indica baixa para 7,54%, contra 7,55% da semana passada, mas a 2011 sustenta-se no índice de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



BC – Inflação, Selic, PIB – Previsões para 2010 e 2011


Dados levantados e divulgados pelo Banco Central por meio do relatório Focus majoraram a perspectiva de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. De acordo com o documento, o índice de 5,48% da semana passada passou para 5,58%.

Para o ano que vem a projeção de 5,05% de uma semana atrás foi para 5,15%. Ambas as percentagens (a anterior e a nova) extrapolam a meta de inflação dos dois anos, de 4,50%, porém há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo a agência Reuters, o cálculo para a inflação nos próximos 12 meses apresentou leve elevação, de 5,24%, ante 5,21% de antes. A Selic, taxa básica de juros da economia, foi nutrida em 10,75% para 2010 e 12% para o final de 2011.

Os dados acima mensurados foram acompanhados também pela estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mantido em 7,60% para 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Concorrência no varejo ajuda a evitar aumento da Taxa Selic


Claudio Felisioni, coordenador do Programa de Administração do Varejo (Provar), disse que a concorrência entre as redes varejistas do país deverá restringir os efeitos de uma provável ascensão da taxa básica de juros da economia, a Selic, sobre o consumo do segundo trimestre de 2010.

Segundo ele, a intenção de compra no varejo paulistano para os primeiros três meses deste ano conquistou o maior índice já registrado desde 1999. Portanto, acredita que ao longo de 2010 esses dados positivos continuarão a ser assinalados.

As vendas pela rede mundial de computadores também alcançaram estimativas positivas para os próximos meses. Segundo levantamento feito pela Provar em conjunto com a e-Bit, consultoria especializada no comércio eletrônico, quase 87% das pessoas entrevistadas (7,5 mil) pretendem adquirir novos produtos.

Por fim, a Provar indica que as categorias de automóveis e motos, eletroportáteis e materiais de construção foram os segmentos que mais apresentaram elevação. A tão comentada e procurada linha branca, por sua vez, mantém seu ritmo de busca por parte do consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei