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Tecnologias auxiliam no trabalho mas podem prejudicar saúde


As novas tecnologias são criadas a todo o momento ao redor do mundo e auxiliam não apenas no lazer, mas também no trabalho.

No entanto, segundo pesquisa conduzida pela empresa Kelly Global Workforce Index (KGWI) o uso destas inovações pode ser prejudicial à saúde das pessoas.

O estudo divulgado analisou cerca de 17.000 pessoas em 30 países sobre o risco do uso de tecnologias móveis e o seu impacto na produção além da relação entre o trabalho e a vida pessoal.

Os resultados mostraram que para 57% dos entrevistados a conexão permanente aumentou a capacidade de produção no trabalho bem como melhorou o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal.

Já para aproximadamente 27% dos abordados pela pesquisa se sentem pressionados a estar sempre online mesmo em casa e nos momentos de descanso.

Por isso, as novas gerações possuem mais pressão que gera um nível elevado de cansaço e estresse pela necessidade contínua de atualização e de resposta rápida às demandas do trabalho.

Por Ana Camila Neves Morais



Investimentos em Saúde no Brasil e no Mundo


A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou alguns dados sobre os investimentos em saúde pública em diversos países. Reino Unido, Espanha, Alemanha, Suécia, Itália, Canadá e Austrália investiram, em média, 6,7% do PIB em Saúde, em 2008.

Ainda de acordo com os números fornecidos, naquele mesmo ano os investimentos em saúde no Brasil não passaram de 3,24% do PIB, somados União, Estados e Municípios. Em valores, isso significa que faltam pelo menos R$ 83 bilhões para que o Brasil chegue à média internacional.

Mais um dado. Se o projeto original de lei 121/2007 tivesse sido aprovado na íntegra, a União deveria investir em 2012 cerca de R$ 32 bilhões em saúde, equivalentes a 10% da receita corrente bruta. Vê-se, portanto, que isso ainda não seria suficiente para o Brasil atingir a média internacional de investimentos em saúde pública.

O senador e ex-ministro da saúde Humberto Costa, do PT de Pernambuco, afirma que uma comissão mista da Câmara e do Senado deve analisar esse assunto ainda no começo de 2012 e, assim, apresentar alternativas para financiamentos em saúde.

Por Christiane Suplicy Curioni



CSS – Fecomercio critica a criação do novo imposto da saúde


O Brasil é um dos países com os mais altos impostos em todo o mundo. Os brasileiros precisam trabalhar vários meses para pagar apenas tributos. O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), instalado no centro da capital paulista, contabilizou R$ 1,27 trilhão ao final do ano passado. A tendência ainda é de crescimento.

Há alguns meses, a imprensa noticiou a possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). O assunto, porém, foi deixado de lado durante curto período, pois recentemente informações apontam para a criação de tributo semelhante, batizado de Contribuição Social para a Saúde (CSS).

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) destaca que a reforma tributária, tão essencial ao país, não deve ser encarada e atrelada à CSS. Pondera ser necessária a diminuição e aplanamento das obrigatoriedades aplicadas aos contribuintes, para, então, o país conseguir emplacar redução de carga tributária.

De acordo com a Fecomercio, os poderes Municipal, Estadual e Federal devem resolver seus interesses particulares e facilitar muitos processos recheados de burocracia, os quais, se solucionados, deixariam de estrangular a esfera privada.

Os políticos que lideram a população, em qualquer nível de poder, precisam repensar que o Brasil deve, antes de tudo, obter o tão sonhado crescimento sustentável, o qual inclui não apenas avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mas a qualidade de vida da população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fecomercio



Descaso com a saúde dos idosos – Uma história real


O envelhecimento não acontece para alguns e sim para todos, sendo assim devemos nos preparar para a aceitação dessa nova fase, que não é nada fácil. Vários fatores podem tornar esse processo ainda mais desgastante, o descaso com os idosos é o meu foco nesta postagem.

É inaceitável como se trata o idoso; relatando experiência própria fiquei indignada quando meu pai aos 73 anos precisou de atendimento médico, primeiro foi levado a um hospital onde o descaso do médico poderia ter levado ele a óbito, ficou sentado em uma cadeira no meio do corredor sentindo muita dor, foi medicado com um analgésico e em seguida o mandado para casa.

Logo tiveram que retornar para o hospital, mas para outro hospital, então veio à notícia: ele estava enfartando e o médico ficou indignado com o atendimento do seu colega, daí foram 15 dias de internação em uma emergência super lotada e condições precárias, onde acontecem atendimentos pelos corredores do hospital. Em meio tudo isso estão nossos idosos com saúde já fraca e agora ainda mais abalada por tudo que presenciam.

Gostaria muito que nossos governantes tivessem uma visão especial, um cuidado melhor para com a saúde dos nossos idosos, melhor idade depende de uma saúde bem cuidada isso é apenas um dos DIREITOS dos IDOSOS.

Se não for assim, afinal, pra que existem estatutos e leis se não funcionam?

Por Aline Medeiros da Silva



Programa Bolsa Família terá acompanhamento de saúde


O Programa Bolsa Família passa a se preocupar com a saúde de seus usuários. Para cuidar deste assunto, surge a medida que de agora em diante obriga todos que se utilizarem do benefício e que possuam menores de sete anos como dependentes do beneficio a realizar acompanhamento de saúde sob a pena de quem não o fizer, ter o seu benefício cancelado.

Esta é uma boa alternativa para fazer com que o acompanhamento médico tão necessário faça parte do cotidiano dessas pessoas. Contudo, para tal medida é imprescindível que haja uma disponibilidade do serviço público de saúde. De nada adianta tal medida, se as pessoas continuarem penando nas filas dos postos de saúde e dos hospitais públicos em geral em busca de uma vaga no atendimento.

Para tanto, em Salvador-BA, foram disponibilizados 127 postos direcionados para atendimento desta demanda até o próximo dia 22. Vamos aguardar o desenrolar dessa história.

Por Lilian de Oliveira

Fonte: Secretaria de Saúde de Salvador