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Salário Mínimo Regional São Paulo 2017


O percentual de aumento foi de 7,62%. Confira os valores de cada categoria.

Garantido pela Constituição Federal de 1988, o salário mínimo é registrado como o valor mínimo que um trabalhador deve receber por seus serviços a terceiros. Esse é um direito de regulamentado por lei e obrigatório em todo o Brasil. Esse valor é definido como uma quantia suficiente para custear as despesas básicas do trabalhador e seus familiares, como higiene, saúde, lazer, alimentação, vestuário e transporte.

Atualmente o salário mínimo nacional é de R$ 937,00, e é válido para o ano de 2017 em todo o território nacional. Mesmo que exista um salário fixado, alguns estados possuem o Mínimo Regional, ou seja, podem definir seus próprios salários mínimos desde não tenham valor abaixo do nacional.

No Brasil existem 5 estados que se utilizam do salário mínimo regional: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses estados o empregador deve pagar aos seus colaboradores o valor estipulado pelo mínimo regional ao invés do mínimo nacional. Os trabalhadores que recebem um valor menor do que o exigido pela lei, seja o salário mínimo nacional ou o mínimo regional devem procurar a justiça para reaver seus direitos.

No estado de São Paulo, a Assembleia Legislativa aprovou no mês de maio desse ano o projeto com objetivo de aumentar o piso salarial regional. A revisão do valor foi iniciada pelo atual governador Geraldo Alckmin, que propôs um reajuste de 7,62% e obteve apoio da assembleia.

Em 2016, o salário mínimo regional de São Paulo passou de R$ 905,00 para R$ 1.000,00. Este ano, com a modificação do valor, os trabalhadores passaram a receber R$ 1.076,20. Antes o salário mínimo era reajustado já no primeiro dia do ano, mas desde 2016 a alteração só é efetivada em abril.

Com a adaptação, passaram a receber R$ 1.076,20 os trabalhadores domésticos, agropecuários e pescadores; trabalhadores do setor de limpeza, manutenção e conservação de locais públicos, motoboys, cumins, barmen, pintores, encanadores, telefonistas, digitadores, joalheiros, chapeadores, marceneiros, pedicures, manicures, cabelereiros, entre outros.

O reajuste salarial não será efetivo para trabalhadores cujo salário é regulado por lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Os servidores públicos estaduais e municipais também não terão o salário alterado por esse reajuste, assim como os contratos de aprendizagem.

Quem antes recebia o salário de R$ 1.017,00 passou a receber R$ 1.094,50. Nesse grupo se enquadram os administradores dos ramos agropecuário e florestal, supervisores de compra e venda, de transportes e comunicação, entre outros.

Todos os anos o salário mínimo recebe um reajuste, também descrito na constituição, para manter o empregado possibilitado de arcar com o custo básico do consumo familiar. Quando o governo vai definir a porcentagem a ser adicionada ao salário atual, o desenvolvimento do PIB (Produto interno bruto) dos dois anos anteriores é avaliado, e a partir dele calcula-se as variações da inflação. É de acordo com o valor da inflação do ano anterior que as alterações do salário mínimo são definidas.

Apesar da crise, o salário mínimo nacional de 2017 cresceu em 10,67%, um pouco mais que o aumento da inflação. Independente do aumento do piso salarial, essa quantia ainda não é suficiente. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o brasileiro deveria ganhar quase 3 mil reais a mais do que o previsto por lei. Em abril de 2016 o salário mínimo era de R$ 880, quando o necessário seria R$ 3.716,77. Já em janeiro desse ano, o mínimo de R$ 937,00 parece muito pouco perto dos R$ 3.899,66 que o brasileiro deveria receber.

O salário mínimo é tudo o que cerca de 42,6 milhões de pessoas recebem no Brasil. Mais de um quarto da população acima de 15 anos depende somente desse montante para sobreviver. Essa porcentagem equivale a aproximadamente 31% das mulheres e 21% dos homens.

Por Andre Luis de Jesus Fonseca

Salário mínimo 2017



Salário mínimo de São Paulo terá aumento de 10,5% em abril


Salário mínimo passará a ser de R$ 1.000 no dia 1º de abril de 2016.

O país vem passando por uma extensa e sofrida crise para a população brasileira, que já sofre há tempos com baixos salários e péssimos serviços públicos, de saneamento básico a educação. Porém, mesmo com todos os problemas, algumas metas são estabelecidas pelos governos estaduais, em relação ao salário mínimo, que no caso de São Paulo, terá um aumento de 10,5% a partir de 1º de abril.

O salário mínimo anteriormente no estado de São Paulo, era equivalente a R$ 905, e com o aumento, passará a ser R$ 1.000, seguindo a Lei nº 16.162, que foi publicada na última terça-feira no Diário Oficial do Estado. A lei é uma medida para aumentar o piso salarial de algumas categorias de trabalhadores, e foi assinada pelo atual governador do estado, Geraldo Alckmin, dividido em duas faixas.

Entretanto, caso a profissão tenha algum piso já definido anteriormente por alguma lei federal ou acordo, o aumento não é válido. O grande foco do aumento são trabalhadores mais terceirizados, como domésticas, trabalhadores da área de limpeza e higiene, motoboys, pescadores, cabeleireiros, entre outros. Esses trabalhadores são referentes a primeira faixa do aumento salarial.

Por outro lado, se geralmente o aumento do salário mínimo é comemorado pelos trabalhadores, muitos questionam tais mudanças, por muitas vezes acabarem gerando diversas demissões pelos encargos que o empregador é obrigado a pagar, o que acaba elevando os custos. Com esse aumento, os custos chegarão a R$ 280, entre INSS e FGTS. Os empregadores terão até a data de 06/05 para poderem realizar o pagamento, que deverá ser feito por meio do eSocial.

A segunda faixa de trabalhadores que irão receber aumento salarial, teve um aumento proporcional de também 10,5%, e abrange profissionais como representantes comerciais, supervisores, agentes técnicos em eletrônica, administradores florestais e agropecuários, entre outros. Essa classe verá seu salário subir dos atuais R$ 920 para R$ 1.017, valor um pouco maior que o da primeira faixa, embora os aumentos sejam proporcionais.

São Paulo, estado mais rico do Brasil, mesmo com a teórica superioridade financeira sobre grande parte do país, possui como visto um salário mínimo apenas um pouco maior do que o salário mínimo nacional, estabelecido atualmente em R$ 880.

Por Paulo Henrique

 

Salário mínimo



Custo de vida em São Paulo teve alta de 0,95% em julho


Os principais grupos que impactaram na alta do custa de vida em São Paulo foram Habitação, Alimentação, Educação e Transporte.

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) informou que o custo de vida em São Paulo registrou um aumento em 0,95% no mês de julho se comparado com o mês anterior.

O Dieese informou que esse aumento se deve a vários fatores onde podemos perceber que as maiores contribuições para aumentar o ICV (Índice do Custo de Vida) vieram dos seguintes grupos:

  • Habitação (2,69%);
  • Alimentação (0,69%);
  • Educação (0,68%);
  • Transporte (0,12%).

Esse resultado do ICV reflete diretamente nas famílias que apresentam baixa renda, pois nos últimos 12 meses ocorreram um acúmulo de exatamente 10% e no caso dessas famílias ficou em 11,78%, para uma taxa que em 2015 estava em 8,05%.

Outros dados que merecem também uma maior observação são os seguintes:

  • Como a tarifa de energia elétrica teve um aumento de 15,06%, o subgrupo de operações do domicílio teve um aumento de 4,01%;
  • No grupo referente a alimentos, podemos destacar o aumento direto no subgrupo de alimentos in natura e semielaborados (0,94%), onde temos o destaque direto para as raízes e os tubérculos, sobretudo para a cebola (7,05%) e depois para a batata (4,6%). Fora isso, ainda temos o subgrupo de produtos da indústria alimentícia (0,50%) e também alimentação fora do domicílio (0,44%), onde no quesito dos industrializados o leite longa vida teve aumento de 4,16% e o chocolate caiu em 2,06%;
  • No grupo da educação e leitura, o subgrupo da educação teve um aumento de 0,72%, do qual os cursos formais ficaram com 0,97%, decorrentes do reajuste de 2,525 dos cursos universitários;
  • No grupo de transporte a tarifa de ônibus interestadual foi um grande atenuante para o aumento (7,67%) e no caso do transporte individual foi o contrário, onde teve uma diminuição de 0,14%, decorrente a uma queda de 0,66% diretamente dos combustíveis.

Fora tudo isso que foi analisado o Dieese ainda realiza o cálculo do custo de vida da renda dos paulistanos e o divide em 3 partes:

1.       Família de baixa renda com taxa de 1,33%;

2.       Famílias com uma renda intermediaria apresentam um aumento de 1,05%;

3.       Famílias com alta renda obtiveram um aumento de 0,8% no seu custo de vida.

Por Fernanda de Godoi

Custo de vida



Preço médio da cesta básica de SP teve recuo em janeiro


O preço médio da cesta básica do paulistano sofreu um recuo de 0,46% ao longo do mês de janeiro. Isso se deve muito à contribuição dos itens de Higiene Pessoal que sofreram uma queda significativa. Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço pago pelo conjunto de 31 produtos básicos na cidade de São Paulo em dezembro de 2014 era de R$ 422,84. No mês de janeiro/2015 foi e R$ 420,89.

Se analisado o período dos últimos 12 meses encerrados em janeiro, a cesta básica acumula alta de 11,23% em relação a idêntico período encerrado em janeiro de 2014.

Com a ajuda dos produtos de Higiene Pessoal, que sofreram queda de 0,97%, e Limpeza, com queda de 0,63%, o preço da cesta básica conseguiu fechar o mês de janeiro em baixa. A queda de preços no âmbito destes dois grupos desperta atenção, devido ao fato de se tratarem de matérias primas químicas cujos preços são cotados em dólar.

Vale lembrar que em janeiro de 2015 a moeda americana subiu 1,13% e relação a dezembro do ano passado, saindo de R$ 2,6550 para R$ 2,6830.  

Os alimentos também contribuíram para a queda do preço da cesta básica na cidade paulistana em janeiro. Segundo dados do Procon/Dieese, o recuo foi de cerca de 0,39%.  Se forem comparados item por item, a cesta básica paulistana se manteria estável. Dos 31 produtos que compõem a relação de produtos, 14 tiveram seus preços reduzidos, 14 aumentados e apenas 3 mantiveram-se como estavam em dezembro.  

Entre os produtos que se destacam na queda de preços estão farinha de mandioca torrada (11,11% o pacote de 500 gramas), papel higiênico (5,21% pacote com 4 unidades), leite em pó integral (3,37% embalagem de 400 – 500 gramas), alho (3,17% o quilo) e desodorante spray (2,90% a embalagem de 90-100 ml).  

Já em relação aos que apresentaram alta, estão o feijão carioquinha (16,47% o quilo), cebola (5,86% o quilo), biscoito de maisena (3,87% o pacote de 200 gramas), linguiça fresca (3,55% o quilo) e sabonete (3,41% a unidade de 90 -100 gramas).

Por William Nascimento

Cesta b?sica



Geração de empregos na indústria de São Paulo registra queda em novembro


Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou dados sobre o setor no mês de novembro.

Segundo a pesquisa, os empregos na indústria de transformação do estado tiveram uma queda de 0,33% com o fechamento de aproximadamente 8 mil vagas de emprego no mês de novembro; já no acumulado dos 11 meses do ano de 2012 houve um aumento de 0,49% nos empregos gerados com cerca de 13 mil novas vagas sendo geradas.

Ao estratificar estes dados nas regiões do estado a maior queda foi no interior do estado com 0,43% a menos de empregados enquanto na Grande São Paulo esta redução foi de apenas 0,17%.

Ao considerar de forma mais específica os 22 tipos de indústria existentes em São Paulo 15 demitiram funcionários, 04 admitiram novos funcionários e 03 ficaram no mesmo patamar de empregados.

Dentre os setores as demissões foram maiores em indústrias de biocombustível, confecção e calçados enquanto que novos empregos foram criados principalmente em indústrias de produtos farmacêuticos, bebidas e produtos químicos.

Por Ana Camila Neves Morais



Projeto de estrutura arquitetônica é apresentado na Unesp Bauru


Nesta semana foram apresentados projetos de arquitetura no Campus da Unesp de Bauru que foram elaborados pelos alunos do primeiro e segundo ano da graduação em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo.

As intervenções consistem em estruturas com tecidos tensionados que serão montados no anfiteatro, em uma praça, em diversas salas do campus e em frente à Biblioteca na Unesp de Bauru.

Este tipo de estrutura são alternativas às construções pesadas sendo ideais para áreas com sombreamento, coberturas e intervenções na paisagem.

Por Ana Camila Neves Morais



São Paulo terá salário mínimo de R$755,00 em 2013


Nesta sexta-feira, dia 30 de novembro de 2012, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin informou que o salário mínimo do estado será de R$755,00 para a primeira faixa salarial que inclui motoboys e trabalhadores domésticos.

Haverá também aumento para a segunda faixa salarial (composta por profissionais como vendedores, manicures e cabeleireiros) que passará a receber R$765,00 e na terceira faixa salarial (com profissões como técnicos em eletrônica e serviços de limpeza) com salário indo para R$775,00.

Este aumento de R$65,00 em todas as faixas salariais foi calculado tendo como base o PIB de São Paulo e a inflação sendo maior do que a proposta do governo federal que prevê um mínimo de R$670,95 para o ano de 2013.

Os novos valores começam a valer a partir de 01 de fevereiro de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais



Valor dos aluguéis de imóveis residenciais em São Paulo apresentou alta em março de 2012


O índice que avalia o valor dos aluguéis na cidade de São Paulo cresceu 1,4% em março quando comparado ao mês imediatamente anterior.

A alta foi registrada no segmento de imóveis residenciais novos. A informação é do Sindicato da Habitação (Secovi), em dados divulgados na quinta-feira (19/04). De acordo com a entidade, foi registrada alta de 16,16% no acumulado dos últimos 12 meses.

Este resultado foi a variação mensal mais alta desde o mês de novembro do ano passado, quando o crescimento no valor do aluguel foi de 1,7%. Apesar disso, o valor acumulado dos últimos 12 meses ficou abaixo do registrado em meses anteriores, sendo que, em fevereiro, o acumulado estava em 16,96% e em janeiro em 17,9%.

O levantamento ainda apontou que os imóveis de 1 dormitório tiveram valor mais alto do que fevereiro, em 1%. Os apartamentos e casas de 2 quartos sofreram alta de 1,5%. Os imóveis de 3 quartos ficaram com aumento de 1,9%.

Em relação aos contratos de aluguel o tipo de garantia mais utilizado em março foi o fiador, presente em 48,5% do total. O depósito de cheque caução ficou com 32% e o seguro-fiança teve a preferência de apenas um contrato a cada cinco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Secovi



Secretaria da Fazenda de SP libera Créditos da Nota Fiscal Paulista (NFP)


Nesta segunda-feira, dia 2 de abril,  a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo liberou R$ 921,7 milhões em créditos referentes ao Programa Nota Fiscal Paulista. O valor é bem maior do que o liberado em outubro de 2011. As liberações acontecem duas vezes ao ano, a primeira é em abril e a segunda em outubro.

As pessoas que foram beneficiadas poderão retirar seus créditos, referentes ao segundo semestre de 2011, através de transferência bancária para sua conta corrente ou poupança, lembrando que a quantia mínima para transferência é de R$ 25,00. Quem preferir poderá utilizar o valor para abater o IPVA, a partir de outubro.

Aos que optarem pela transferência bancária, o valor ficará disponível na semana seguinte após ter sido feita a solicitação no site do programa.

Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, entidades de assistência social e condomínios residenciais podem participar do programa e tem R$ 41,5 milhões em créditos à disposição.

Do início do programa (em 2007) até hoje, foram creditados R$ 5,7 bilhões aos consumidores que fizeram compras no estado de São Paulo. Isso com cerca de 12,7 milhões de consumidores cadastrados no sistema.

Por Guilherme Marcon



ICV de São Paulo – Dados de fevereiro de 2012


O DIEESE divulgou o ICV – Índice de Custo de Vida – da cidade de São Paulo que apresentou taxa de 0,13%, representando um recuo de mais de um ponto percentual no mês de fevereiro.

Um dos grupos que mais contribuíram para esse número foi o setor de saúde que foi incentivado pelos valores cobrados com a assistência médica. 

Os que menos apresentaram mudanças foram os setores de transporte e alimentação com queda de 0,26% e 0,16%, respectivamente. Esses setores foram influenciados pelos produtos “in natura” e semielaborados, além dos subgrupos individuais. 

Com relação às despesas pessoais, o estudo mostrou uma alta no mês de fevereiro, que fechou em 0,43% e foi influenciado pelos produtos de beleza e higiene pessoal que tiveram os preços elevados em 0,80%.

Outro grupo que apresentou aumento foi o item referente aos equipamentos domésticos, que fechou o mês em 0,17%, sendo que o item que mais contribuiu para esse aumento foi o de imóveis com 0,37%. 

O Índice de Custo de Vida também divulgou a inflação referente aos 12 últimos meses, que teve alta de mais de 5%, sendo que no primeiro bimestre do ano esse aumento foi de 1,45%. 

Por Joyce Silva



Diferença de Salário entre Homens e Mulheres Diminui em São Paulo


Uma pesquisa realizada pelo Dieese mostrou que os rendimentos das mulheres em São Paulo aumentaram se comparado aos dos homens, a pesquisa foi feita em parceria com a Fundação Seade.

A pesquisa levou em consideração o valor pago por hora tanto para homens quanto para as mulheres, sendo que eles ainda possuem uma jornada maior que elas, 44 horas contra 39.

Em 2011 o valor médio pago por hora para as mulheres foi de R$ 7,32, ou seja, um aumento de 2,4% se comparado a 2010. O aumento entre os homens na comparação dos anos de 2010 e 2011 foi de 0,4%, esse ritmo de crescimento fez com que a diferença entre os dois diminuísse bastante.

De acordo com especialistas, um dos responsáveis por esse aumento no rendimento das mulheres foi a elevação ocorrida no comércio e nos serviços domésticos, sendo que estes fatores podem ter sido influenciados pelo novo valor do salário mínimo, além dos diferentes pisos praticados em cada região.

De acordo com a pesquisa, o valor por hora entre as mulheres apresentou um aumento generalizado, com exceção das funcionárias públicas.

Por Joyce Silva



Novo Salário Mínimo de São Paulo é aprovado – Valores


Entra hoje (01) em vigor o novo salário mínimo do estado de São Paulo. São quase 8 milhões de trabalhadores beneficiados que deverão receber os novos valores no início do mês de abril.

Geraldo Alckmin, que é governador paulista e autor do projeto, deve sancionar o mesmo na semana que vem. O projeto visa o aumento das três faixas do piso regional e foi aprovado na terça-feira (28) na Assembleia Legislativa.

As três faixas salariais do piso regional variam conforme a ocupação do trabalhador. Na primeira faixa o aumento é de 15%, indo de R$ 600 para R$ 690.

Já na segunda, o valor é elevado de R$ 620 para R$ 700. Na última faixa do piso regional, a remuneração sobre de R$ 620 para R$ 710.

O reajuste em 2011 aconteceu no mês de abril. Para este ano, o governo paulista antecipou o mesmo em um mês.

A previsão é que em 2013, benefício entre em vigor em fevereiro. No ano de 2014, o reajuste deve acontecer já no dia 01 de janeiro.

Confira abaixo as três categorias do piso regional de São Paulo – 

Remuneração Categorias dos trabalhadores
R$ 690 trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, “barboys”, lavadeiros, ascensoristas, “motoboys”, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras
R$ 700 operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, “barmen”, pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de “telemarketing”, atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial
R$ 710 administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica


Reajustes nos pisos salariais de São Paulo


Foi aprovado em Plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no dia 23 de fevereiro, o Projeto de Lei 1/2012 do Executivo acerca dos novos pisos salariais.

De acordo com a proposta do novo projeto, o salário mínimo regional será reajustado conforme as categorias. Desta forma, cada piso passa a ter os seguintes valores: R$ 690 para trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários, trabalhadores florestais, pescadores, entre outros; R$ 700 para operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, operadores de máquinas da construção civil, de mineração e de corte e lavra da madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, costureiros e estofadores, pedreiros, entre outros; e R$ 710 para administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais.

O reajuste do salário mínimo no Estado de São Paulo foi de 15% sobre o valor de 2011, aproximadamente.

Por Débora Dacanal

Fonte: ALESP



PIB de São Paulo atingiu o valor de R$ 389 bi


No último dado disponível o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade de São Paulo atingiu o valor de R$ 389 bi. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) se a cidade de São Paulo fosse um país, seria a 40ª mundial, na frente de países como Chile, Egito e Israel.

De acordo com o FecomercioSP, São Paulo tem o PIB 70%  maior que a soma dos países sul-americanos: Equador, Paraguai, Bolívia e Uruguai. Também não seria para menos, São Paulo detém 38% das 100 maiores empresas nacionais privadas e 63% dos grupos de investimento internacional no Brasil, ainda tem 17 dos 20 mais representativos bancos.

Tantos investimentos provocam aumento no PIB, além disso a oferta de empregos é maior que em outros lugares do Brasil, assim como o piso salarial é maior para a maioria das profissões se comparado ao piso de outros Estados.

A Argentina que é a segunda economia da América do Sul (a primeira é o Brasil) e tem o PIB apenas 37% maior do que o da cidade de São Paulo.

Por Jéssica Posenato

Fonte: Fecomercio



IPTU 2012 no ABC Paulista não deve ter Aumento Real


Os moradores do ABC ganharam um ótimo presente de natal, ou melhor, de ano novo. É que o IPTU dessa região não terá aumento real. Assim, o cidadão que já possui muitas contas e em grande parte das vezes, com aumentos, terá uma folga no bolso pelo menos em relação ao IPTU.

As cidades de São Bernardo do Campo, Santo André, Ribeirão Pires e Diadema, anunciaram que não pretendem aumentar os valores do imposto, sendo que a única mudança será a revisão dos índices inflacionários, tendo como regra o IPCA e o IPC.

Na cidade de São Bernardo do Campo o valor do IPTU poderá ser atualizado em relação a demolições, construções e reformas.

No município de Santo André, o desconto para quem paga o carnê à vista deve ser mantido.

Já a cidade de São Caetano deverá ser a única da região com reajuste no imposto, que provavelmente ficará entre 13,88% e 14,85%.

Apesar da pretensão de não aumentar o IPTU, as cidades de Diadema, Mauá e Rio Grande da Serra ainda não decidiram oficialmente se os valores do IPTU.

Por Tiago Batista



Fipe – IPC (SP) registrou queda na 3ª quadrissemana de maio de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), registrou queda na taxa de variação da 3ª quadrissemana de maio, para 0,47%, ante 0,56% delineada na 2ª quadrissemana do mês.

Dos sete grupos pesquisados, quatro assinalaram baixas em seus índices, com destaque para Saúde, cuja taxa cedeu de 1,36% para 0,98%. Em seguida, de acordo com o levantamento, figuraram as categorias Despesas Pessoais, com queda de 0,91% para 0,61%, Transportes, com arrefecimento de 0,87% para 0,59%, e Habitação, de 0,33% para 0,28%.

No sentido oposto, revela a FIPE, a maior alta na taxa de variação da 2ª para a 3ª prévia do mês foi encabeçada pelo grupo Alimentação, com avanço de 0,20% para 0,34%. Na categoria Vestuário o índice subiu de 1,13% para 1,17% e em Educação de 0,06% para 0,07%.

O IPC é formado com base em informações de famílias com renda de um a 20 salários mínimos mensais (R$ 545 a R$ 10.900).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio – PEIC apresentou queda em maio de 2011


Com notícias envolvendo a desaceleração da economia durante os próximos meses, o governo brasileiro, valendo-se de medidas restritivas no combate à inflação, não obteve, inicialmente, o foco desejado. Por enquanto, poucas foram as áreas que apresentaram quedas de índices.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) registra arrefecimento no índice de inadimplência do consumidor paulistano pelo segundo mês seguido. Em maio, 45,7% dos lares descreveram algum tipo de dívida, contra 48,3% de abril.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) assinala, em números mais detalhados, que a quantidade de famílias com dívidas baixou de 1,732 milhão para 1,639 milhão entre os dois períodos.

A taxa assinalada em maio é consideravelmente inferior a de fevereiro, que na época chegou a 53,8%. A Fecomercio aprecia que essa situação reflete a baixa no nível de confiança do paulistano nos últimos meses. Ao mesmo tempo, o incremento dos índices de emprego e o aumento da renda surgem como outros dois fatores cruciais aos novos números da PEIC.

Aos que pensam que há algo de estranho na relação confiança versus endividamento, eis uma breve apreciação: a intenção de consumo mais branda, como muito quer o governo, diminui o volume de compras, uma vez que as taxas de juros mais elevadas fazem o consumidor pensar um pouco mais antes de adquirir um bem ou serviço e adiar, assim, aquilo que pretendia realmente fazer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica apresentou queda em São Paulo – Maio de 2011


O consumidor do município de São Paulo pode começar a comemorar, ao menos pelos próximos dias. Levantamento realizado pela parceria formada entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinalou baixa de 0,31% na cesta básica da semana encerrada em 19 de maio.

O valor anterior (do dia 12 deste mês) recuou de R$ 319,75 para R$ 318,76. Das três categorias sondadas pelo estudo, apenas Higiene Pessoal teve variação acrescida em termos positivos, de 1,50%. Em Limpeza e Alimentação as taxas baixaram 0,99% e 0,41%, respectivamente.

Os produtos que mais subiram, de acordo com a pesquisa, foram extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), alta de 4,12%; salsicha avulsa comercializada por quilo, 3,54%; alho (quilo), 2,96%; frango resfriado inteiro (quilo), 2,76% e papel higiênico fino branco (pacote de 04 unidades), 2,60%.

No sentido inverso, as quedas mais elevadas foram registradas na batata inglesa (quilo), cujo índice cedeu 12,10%; na margarina (pote de 250 gramas), -3,64%; na linguiça fresca (quilo), -2,35%; no arroz (pacote de 05 quilos), -1,82% e no sabão em pó (pacote de 01 quilo), -1,71%.

Na variação semanal, 17 dos 31 produtos examinados subiram de preços, outros 12 diminuíram e somente dois nutriram os mesmos valores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE (SP) – 2ª prévia do IPC tem redução para 0,56%


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo apreciado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que leva em consideração famílias com renda entre um e 20 salários mínimos (de R$ 545 a R$ 10.900), desacelerou entre a 1ª e a 2ª quadrissemana de maio, de 0,64% de antes para 0,56% de agora, diferença de 0,08%.

Cinco dos sete grupos avaliados pela FIPE registraram recuo em suas taxas de variação. O destaque no levantamento ficou para Transporte, cujo índice decresceu de 1,14% para 0,87%. Em seguida figuram as categorias Saúde, com baixa de 1,59% para 1,36%, Alimentação, de 0,30% para 0,20%, Habitação, de 0,35% para 0,33%, e Educação, com arrefecimento de 0,08% para 0,06%.

Os dois únicos grupos que descreveram movimento de alta da 1ª para a 2ª prévia do mês foram Vestuário, cuja taxa subiu de 1,02% para 1,13%, e Despesas Pessoais, com aumento de 0,88% para 0,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Valor da cesta básica subiu 1,5% em abril


É de direito do consumidor acesso a transporte, moradia, saneamento básico, entretenimento e outros dispositivos ofertados pela Constituição do Brasil. No caso da alimentação, um dos casos, os paulistanos despenderam montante mais elevado para adquirirem a cesta básica no mês de abril.

Segundo dados divulgados pela parceria formada entre a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor da cesta subiu 1,5% em abril em comparação a março, de R$ 314,18 para R$ 318,88.

O levantamento revela que dos 31 produtos sondados no confronto mensal, 20 registraram valores mais elevados, nove diminuíram de preços e apenas dois nutriram os mesmos custos. Na variação mensal, os grupos Alimentação e Limpeza descreveram avanço em seus índices, de 1,55% e 2,60%, respectivamente. Apenas Higiene Pessoal recuou, para taxa negativa de 0,31%.

Os produtos que registraram maior elevação nessa base comparativa, delimitado o peso exercido sobre a cesta, foram a batata comercializada por quilo, cuja taxa subiu 1,38%, o feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), 0,15%, e o sabão em pó (pacote de 01 quilo), 0,15%, bem como café em pó papel laminado (pacote de 500 gramas), 0,13%, e leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), com avanço de 0,11%.

Em termos de valores, as maiores elevações foram sentidas na batata, uma vez que seu índice subiu 62,07% no período, no feijão, com aumento de 5,29%, no alho, de 4,89%, na cebola, de 4,47%, e no detergente, 5,88%.

No sentido oposto, as quedas mais cruciais foram registradas no frango, -6,68%, no arroz, -3,14%, no desodorante, -3,04%, no papel higiênico, -2,56%, e no absorvente, -1,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preços de medicamentos genéricos variam em até 986,95%


Sempre que uma doença aparece se faz necessário o uso de medicamentos prescritos por profissionais do setor da saúde. Deste modo, o consumidor geral corre imediatamente para farmácias e drogarias no intuito de adquirir o remédio. Muita atenção por aqui, pois nem sempre o primeiro estabelecimento apresenta os melhores preços.

Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinala enorme diferença de custos entre os medicamentos genéricos, dessemelhança que, por sinal, pode chegar a 986,95%. Isso mesmo!

O campeão dessa disparidade foi encontrado, de acordo com o levantamento, no Diclofenaco Sódico de 50 miligramas com 20 comprimidos. Enquanto num local o valor nem chegou a um real, mais precisamente R$ 0,92%, em outro foi encontrado por R$ 10.

A distinção de valores não foi tão elevada se destacados os medicamentos de referência. O Amoxil, ou Amoxicilina, de 500 miligramas com 21 cápsulas foi consultado em um estabelecimento e alcançou preço de R$ 20,86, mas ao percorrer um pouco mais a fundação verificou valor de R$ 49,00 em outro local, ou seja, diferença de 134,90%.

Uma dica é percorrer, quando há tempo disponível, as farmácias de sua região. Fazer um levantamento prévio, mesmo de medicamentos mais comuns que não precisam necessariamente de receitas médicas, tais como remédios para dores de cabeça, pode dar uma ideia se o preço vale o quanto é cobrado. Assim, quando um médico receitar algo o desespero é ser substituído pela razão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Novas taxas de juros dos bancos


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, adotadas pelo Banco Central (BC) em dezembro do ano passado, foram levadas adiante como tentativa de frear a alta da inflação. Por esse e outros motivos, mudanças no cenário econômico logo apareceram. Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) aponta que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal avançaram em maio.

O levantamento indica que no acumulado de 2010 a taxa média do empréstimo pessoal subiu 0,10%, bem abaixo do índice de 0,33% registrado no período de janeiro a fevereiro de 2010. Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Safra e Santander foram as instituições com os dados colhidos para o estudo.

A fundação Procon-SP assoalha que o cheque especial acumula, desde janeiro, taxa de 0,35%. Em todo o ano passado o índice chegou a 0,34%.

O HSBC modificou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,5% para 4,99% ao mês, alta de 0,49%. O Santander, de 5,63% para 5,99%, incremento de 0,36%, o Itaú de 6,38% para 6,41%, diferença de 0,03%, e o Bradesco, por sua vez, de 6,08% para 6,1% ao mês, avanço de 0,02%.

Diferente das instituições acima citadas, apenas o BB reduziu sua taxa de empréstimo pessoal, de 5,48% para 5,39% ao mês. Os demais bancos, porém, não alteraram seus índices.

Em relação ao cheque especial, os incrementos de taxas ocorreram na CEF, de 7,31% para 7,95% ao mês, no HSBC, de 9,8% para 9,95%, no Itaú, de 8,96% para 8,99%, no Santander, de 9,96% para 9,99%, e no Bradesco, de 8,83% para 8,85%. As outras instituições mantiveram os índices anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio (SP) – Custo de vida da classe média teve aumento de 2,79% em 2011


Os paulistanos têm acesso a uma infinidade de itens de lazer e oportunidades variadas no âmbito profissional. Os ganhos, porém, nem sempre são suficientes para arcar com todas as despesas. Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que o Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM) subiu 2,79% desde o princípio de 2011.

Em outras palavras, viver na capital paulista está mais caro. Considerado apenas o mês de abril, o indicador apresentou incremento de 0,74%. O principal motivador foi a elevação dos preços de combustíveis, com aumento de 6,62% digerido pela gasolina e de 10,36% pelo etanol, no período.

As despesas relacionadas à Habitação também ficaram mais elevadas. Em abril, segundo a Fecomercio, a classe média da capital despendeu, em média, 0,39% a mais com os componentes relacionados à moradia em pelo menos três pontos: condomínio, reparo e mudança.

O estudo aponta aumento de gastos na área da Saúde, uma vez que o índice subiu 1,31% entre março e abril. O avanço dos preços em função de reajustes dos medicamentos é o principal motivo.

De acordo com a Fecomercio, a categoria Despesas Pessoais delineou alta de 0,85% no mês. Refrigerantes, cigarros, teatro e shows, bem como passagens áreas e rodoviárias, pressionaram a alta do grupo. Educação não apresentou considerável elevação (0,05%), enquanto Vestuário e Alimentação descreveram avanços de 0,73% e 0,51%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio (SP) – Faturamento comercial da Região Metropolitana cresceu 4,9% em março


Os consumidores brasileiros experimentaram, ano passado, o doce sabor das compras – bom, ao menos é isso que comerciantes e outros envolvidos em setores de vendas e serviços querem transmitir. Realmente, a expansão econômica no período foi interessante de vários pontos de vista, porém não deve se sustentar em 2011.
Levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o comércio varejista da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) faturou R$ 8,5 bilhões em março, alta de 4,9% em comparação ao mês imediatamente anterior.
Realizada em parceria com a e-Bit, consultoria especializada em varejo online, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV) apontou, porém, recuo de 7,3% no faturamento do mês em detrimento ao período igual de um ano atrás.
A Fecomercio pondera que o Carnaval, realizado logo no início de março, influenciou diretamente no resultado negativo se relacionado o confronto anual. Em conjunto a isso, o terceiro mês de 2010 foi atípico para o país, uma vez que no período o consumidor ainda contava com incentivos fiscais, como a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atingiu especialmente a linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar).
Além desses fatores, a federação aprecia como incidente a esse decréscimo anual as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, que fizeram aumentar, em partes, o endividamento do consumidor.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Cesta básica tem preço elevado para R$ 319,75


O consumidor do município de São Paulo continua sentindo no bolso o custo, semanalmente elevado, da cesta básica. Levantamento divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) exprime que o preço médio da semana passada subiu de R$ 319,73 para R$ 319,75 esta semana, diferença de 0,01%.
Dos três grupos avaliados, apenas Higiene Pessoal registrou baixa em sua taxa de variação, com índice negativo de 1,33%. Enquanto isso, nas categorias Alimentação e Higiene ocorreram acréscimos de 0,01% e 1,09%, respectivamente.
Os produtos que apresentaram maior elevação de preços na semana de 06 a 12 de maio foram sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), com alta de 3,13%, carne de segunda sem osso (quilo), 2,73%, sabão em barra (unidade), 2,63%, leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), 1,66%, e carne de primeira (quilo), 1,40%.
Por outro lado, as maiores quedas foram sentidas no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cuja taxa variou negativamente em 7,25%, batata (quilo), -4,42%, biscoito maizena (pacote de 200 gramas), -3,94%, margarina (pote de 250 gramas), -2,65%, e feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), -2,50%.
Dos 31 produtos sondados e presentes na cesta básica, 12 descreveram alta de valores na semana encerrada em 12 de maio, outros 17 delinearam baixa de preços e apenas dois ficaram inalterados.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª quadrissemana de maio de 2011


Ao considerar a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), desacelerou para 0,64% na primeira quadrissemana de maio, contra 0,70% da última prévia de abril.

No total, sete classes de despesas são avaliadas. No levantamento foram constatadas altas em quatro categorias, a mais evidente em Vestuário, cuja taxa ascendeu de 0,68% para 1,02%. Em seguida, a FIPE destaca o índice em Saúde, que subiu de 1,55% para 1,59%, depois Educação, de 0,04% para 0,08%, e Despesas Pessoais, de 0,85% para 0,88%.

No sentido contrário, a FIPE apreciou desaceleração de 1,44% para 1,14% em Transportes, assim como baixa de 0,46% para 0,30% em Alimentação. A única categoria que não apresentou qualquer alteração foi Habitação, uma vez que a taxa apurada entre a quarta prévia de abril e a primeira quadrissemana de maio ficou em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ANAEEL – Reajuste no preço da energia elétrica em Novo Horizonte (SP)


A população atenta às notícias econômicas têm debatido pela rede mundial de computadores questões como alta da inflação, alta dos combustíveis nos postos de todo o país, assim como passou a deliberar sobre o elevado custo da concessão de energia elétrica a cada lar.
Na próxima terça-feira (17 de maio), consumidores que recebem energia elétrica por meio da Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da região de Novo Horizonte (CERNHE) terão de arcar com um valor mais alto para ligar geladeira, televisão, lâmpadas e chuveiros elétricos, entre outros utensílios.
De acordo com artigo publicado no site da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o reajuste médio será de 10,47% para 2.572 unidades consumidoras na comuna de Novo Horizonte, no interior de São Paulo.
Ainda segundo a ANEEL, o principal influenciador nessa alta de considerável percentual foi a despesa da cooperativa com o pagamento de encargos segmentais.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Trainee Henkel 2011 – Vagas em Itapevi, Jundiaí e Diadema


As inscrições para o Programa de Trainee Henkel 2011 estão abertas.

Se você concluiu o seu curso de graduação a partir de Julho de 2009 ou tem previsão de se formar em Julho de 2011, participe!

Você pode se cadastrar aqui. O prazo termina em 31 de maio (terça-feira).

Confira quais são os cursos procurados: Química, Administração de Empresas, Ciências Econômicas, Engenharias e Relações Internacionais.

Os candidatos também devem ter nível de Inglês fluente e noções do idioma Espanhol.

As oportunidades são oferecidas para as seguintes cidades do estado de São Paulo: Itapevi, Jundiaí e Diadema.

O salário não foi informado.

Os trainees receberão benefícios como: seguro de vida, assistência médica e odontológica, acesso à universidade corporativa, entre outros.

A jornada de trabalho consiste em 40 horas por semana.

Os aprovados iniciarão suas atividades a partir de 3 de agosto (quarta-feira).

Mais detalhes aqui.

Por Melisse V.



Procon (SP) – Preço da cesta básica aumenta em 0,20%


Dados divulgados pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que o custo da cesta básica no município de São Paulo avançou 0,20% na semana entre 29 de abril e 05 de maio em comparação ao período anterior. O valor anterior, de R$ 319,10, passou para R$ 319,73.

O único grupo a apresentar aceleração no índice de variação foi Higiene Pessoal, com taxa positiva de 3,08%. As categorias Limpeza e Alimentação delinearam recuo de 0,01% e 0,45%, respectivamente.

Os aumentos mais relevantes foram sentidos no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cujo índice avançou 8,95%; na margarina (pote de 250 gramas) e na batata (quilo), ambas com alta de 4,63%, alho (quilo), 3,75%, e salsicha avulsa (quilo), 3,37%.

De acordo com o levantamento, as maiores quedas foram registradas na dúzia de ovos branco, com decréscimo de 1,75%, no absorvente aderente (pacote de 10 unidades), -1,46%, na carne de segunda sem osso (quilo), -1,44%, no extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), -1,16%, e no leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), -1,09%.

O estudo também revela que dos 31 produtos sondados na semana em questão, 13 descreveram alta de preços, 12 recuaram e apenas seis mantiveram seus números.

Por Luiz Felipe T. Erdei



APAS – Supermercados podem trocar sacolas plásticas por caixas multiuso


Assunto que deve gerar opiniões favoráveis e desfavoráveis pauta os principais noticiários do país: o anunciado fim das sacolas plásticas em mercados. Há anos, ambientalistas alertam para o uso do material, pois ele leva mais de um século para se decompor, além de ser dispensável e substituível por sacolas ecologicamente corretas e caixas de papelão.

Enquanto o consumidor se prepara para a novidade, que não é tão nova assim, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) busca medidas de incentivo e favoráveis ao tema sustentabilidade. Por isso, nos próximos dias firmará convênio com o governo do estado de São Paulo para abolir as sacolinhas.

Ainda assim, a associação acaba de consolidar parceria com a Comprainer no intuito de estimular os consumidores a utilizarem caixas multiuso, que por serem dobráveis permitem o transporte de amplas quantidades de produtos. Um diferencial é que podem ser guardadas facilmente.

O custo para adquirir uma caixa é de R$ 2,00 a R$ 2,50, dependendo do tamanho. Esse convênio, segundo a APAS, diminui o preço final, uma vez que a caixa multiuso poderia custar R$ 3.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Diferença de preços entre artigos de beleza pode ultrapassar 148%


O tema mais comentado desta semana é, seguramente, compras para o Dia das Mães. A poucas horas da comemoração, muitas pessoas ainda percorrem shoppings e comércios de rua na intenção de adquirir um presente de última hora, independente do valor a ser pago, ou melhor, sem a devida comparação de preços.

O 5º dia útil de maio, pelo calendário nesta sexta-feira, deve estimular a ida de pessoas aos shoppings, favorecendo inclusive o setor de serviços – lanchonetes, cinemas e afins. Para salientar ao consumidor os preços de artigos de beleza, a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) realizou uma pesquisa ainda no mês passado.

Utilizando como base de estudo depiladores, pranchas para cabelos e secadores, a fundação percorreu grandes lojas para tecer o necessário comparativo de preços. Uma prancha bivolt com temperatura máxima de até 210º foi encontrada por R$ 79,99 em um dos estabelecimentos físicos sondados, mas em outro o preço voou para R$ 199,00. Em percentuais, diferença de 148,78%.

Por essas e outras diferenças é que os consumidores precisam se atentar e não deixar para comprar presentes de última hora. De real em real é possível economizar o suficiente para até adquirir outros bens para si ou à família.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE – IPC (SP) cresce para 0,70% em abril de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), voltou a acelerar dentro do mês de abril. Ao final do período, ou seja, 4ª quadrissemana, a taxa registrada foi de 0,70%, diferença de 0,05% em comparação ao índice de 0,65% da 3ª prévia.

Das sete categorias sondadas, três delinearam recuo em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa desceu de 0,64% para 0,46%. Em seguida, na mesma diferença de baixa para ambas (0,06%), apareceram Transportes, de 1,50% para 1,44%, e Educação, de 0,10% para 0,04%.

Outras três categorias, diferentemente, descreveram alta. O destaque ficou para Vestuário, uma vez que seu índice saltou da base negativa 0,20% para 0,68% positivo (diferença de 0,88%). O grupo Saúde avançou da taxa de 1,17% contabilizada na 3ª quadrissemana de abril para 1,55% ao final do mês, enquanto Despesas Pessoais passou de 0,66% para 0,85%.

O único grupo que manteve seu índice foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dias das Mães em Santo André (SP) – Vendas devem aumentar em 8%


Miudezas ou grandes presentes. Qual é a mãe que não gosta, mesmo pedindo aos filhos para evitar gastos, de receber um mimo em pleno dia que marca sua grande representatividade na vida e no mundo, além dos demais 364 de todos os anos? Pois é, o comércio está muito esperançoso com relação às vendas a este ano, mesmo o país em vias de aumento da inflação e baixa da atividade econômica.

Para Sidnei Muneratti, presidente da Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), a data, considerada a segunda mais rentável ao comércio, deve registrar avanço de aproximadamente 8% no volume de vendas.

Em sua visão, a ocasião contabilizará grande movimento de consumidores pela cidade, mas não como ocorreu no ano passado – em função da maior cautela da população. De acordo com Muneratti, existem, atualmente, incertezas relacionadas à inflação e ao ciclo de aumento da taxa básica de juros, a Selic.

Se para o Dia das Mães há incertezas bem próximas, nas datas subsequentes, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, o comércio deve se preparar para vendas menos robustas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Variação do IPC de São Paulo – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo examinado pela FIPE descreveu variação de 0,65% na 3ª quadrissemana de abril, disparidade de 0,04% em comparação à taxa da 2ª prévia do mês, de 0,61%.

Sete é o total de grupos sondados no estudo. Deles, três registraram aceleração em suas taxas, com destaques para as categorias Saúde, cujo índice saltou de 0,82% para 1,17%, e Despesas Pessoais, com variação de 0,31% para 0,66% entre a 2ª e 3ª quadrissemana deste mês. Em comum, diferença de 0,35% na celeridade. A categoria Transportes relatou alta de 1,41% para 1,50% no período.

Em sentido contrário, ou seja, de arrefecimento nos índices, destaque para o grupo Vestuário, que abandonou a taxa de 0,18% da 2ª quadrissemana de abril para variar 0,20% negativo na 3ª prévia. A categoria Alimentação cedeu de 0,71% para 0,64%, enquanto Educação passou de 0,13% para 0,10%.

O único grupo a manter o mesmo índice da 2ª para a 3ª prévia de abril foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Tectory Studios recruta recém-formados e estagiários


O estúdio de jogos eletrônicos, a Tectoy Studios, abre seleção para vagas de programadores recém-formados e estagiários, com graduação prevista até julho de 2012 nos cursos de ciência/engenharia da computação ou então cursos afins.

Para poder participar do processo seletivo, a Empresa exige que o candidato tenha fluência no inglês, tenha disponibilidade para morar em Campinas – SP, seja apaixonado por jogos eletrônicos, possua conhecimentos na área de arquitetura de computadores e computação gráfica e tenha experiência em Java ou C/C++. 

Quem tiver conhecimentos em Android, JavaScript, iPhone e PHP terá um grande diferencial. Os interessados devem enviar o currículo para o seguinte e-mail: careers@tectoystudios.com, não esquecendo de indicar no campo “assunto” a vaga para qual pretende concorrer. Serão oferecidos benefícios como são vale-refeição, vale-transporte, assistência médica e odontológica.

Por Thais Cortez



IPC varia 0,61% na 2ª quadrissemana de abril


Calculado para a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, examinado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), da 2ª quadrissemana de abril registrou variação de 0,61%, diferença positiva de 0,13% ante a taxa de 0,48% da 1ª quadrissemana.

No levantamento divulgado na terça-feira (19), a FIPE indicou aceleração em todas as sete categorias sondadas. O grupo com a maior elevação foi Vestuário, que passou de 0,29% negativo para 0,13% positivo. A segunda aceleração mais consistente partiu de Saúde, cuja taxa ascendeu de 0,51% para 0,82%.

De acordo com a fundação, a taxa descrita na categoria Alimentação subiu de 0,52% na 1ª prévia de abril para 0,71% agora. Despesas Pessoais descreveu progresso de 0,14% para 0,31% na mesma base comparativa, enquanto em Habitação o índice passou de 0,28% para 0,35%. Fecham o levantamento os grupos Educação, que saltou de 0,12% para 0,13%, e Transportes, cuja taxa progrediu para 1,41%, contra 1,40% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta básica de São Paulo aumenta para R$ 318,21


Um dos quesitos utilizados para medir o salário mínimo do trabalhador, a cesta básica nem sempre converge com o real valor do piso. O pacote de produtos essenciais à existência do cidadão vem apresentando elevação nos últimos meses, com destaque ao município de São Paulo, um dentre os locais com o maior custo de vida em todo o Brasil.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o valor da cesta básica no município saltou 0,24% na semana entre os dias 08 e 14 de abril em comparação ao intervalo imediatamente precedente. Os anteriores R$ 317,37 foram “substituídos” por R$ 318,21 ao final do mais recente período.

Dos 31 produtos sondados pelo levantamento, 15 ilustraram avanço em seus valores, outros 13 diminuíram de preços e apenas três mantiveram os números. O único grupo a ilustrar desaceleração em seu custo foi Alimentação, com baixa de 0,05%. Limpeza e Higiene Pessoal, por outro lado, delinearam alta de 2,03% e 1,01%, respectivamente.

Os produtos que mais apresentaram incremento de preços foram a batata (por quilo), com índice positivo de 4,85%, seguida por papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), +4,74%, salsicha avulsa (quilo), +4,10%, sabão em barra (unidade), +3,95%, e cebola (quilo), +3,83%. Em contrapartida, registraram decréscimos macarrão com ovos (pacote de 500 gramas), -2,70%, desodorante spray (de 90 a 100 mililitros), -2,15%, feijão carioquinha (pacote de 1 quilo), -1,67%, frango resfriado inteiro (quilo), -1,62%, e sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), -1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC de São Paulo – Abril 2011


Medidor responsável por reunir informações relativas a famílias com renda mensal de um a 20 salários mínimos, o IPC do município de São Paulo (calculado pela FIPE) acelerou para 0,48% na primeira prévia de abril, ante taxa de 0,35% do mês de março.

Entre as sete categorias examinadas no IPC, três apresentaram avanço em suas taxas de variação. A maior delas ficou a cargo de Alimentação, que saltou de 0,09% do mês passado para 0,52% na primeira quadrissemana de abril. Já na categoria Transportes, a taxa cresceu de 1,04% para 1,40%.

Em compensação, a categoria Vestuário foi aquela que melhor representou desaceleração na 1ª prévia de abril, ocasião em que a taxa cedeu 0,31%, de anteriores 0,02% para -0,29%.

O índice em Saúde arrefeceu de 0,60% para 0,51%, enquanto em Despesas Pessoais de 0,20% para 0,14%. Educação, por fim, registrou decréscimo de 0,13% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço da Cesta Básica em São Paulo – Abril 2011


O país começa a enfrentar um período de desaceleração da economia. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 estão quase 3,5% abaixo dos dados consolidados de 2010 (7,5%), por isso os consumidores precisam estar atentos quanto a seus gastos que não envolvem necessariamente esse indicador, mas outros diretamente relacionados.

Informações divulgadas pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o valor da cesta básica no município de São Paulo subiu 1,02% na última semana.

O valor anterior, de R$ 314,18, avançou para R$ 317,37. Os três grupos sondados pela pesquisa registraram alta em suas taxas, com destaque para Limpeza, cujo índice progrediu 1,94%. Alimentação e Higiene Pessoal apresentaram variação de 0,99% e 0,16%, respectivamente.

Dos 31 produtos examinados pela pesquisa da Procon-SP e do Dieese, 18 descreveram alta, enquanto outros 11 diminuíram de preços e dois nutriram o mesmo valor. A batata (vendida por quilo) registrou incremento de 30,46%, seguida pelo feijão carioquinha (comercializado por quilo), com ascensão de 5,73%. No contramão figuraram arroz (pacote de 5 quilos), com decréscimo de 2,71%, e papel higiênico fino branco, com baixa de 2,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC em São Paulo – Março 2011


A Fipe divulgou na segunda-feira (4) dados sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo. O indicador encerrou março com taxa de 0,35%, abaixo em 0,02% ante o registro da 3ª quadrissemana do mês (0,37%).

Dos sete grupos sondados pelo IPC, quatro registraram baixas na taxa de variação, com destaque para o grupo Vestuário, que passou de 0,56% na 3ª prévia do mês para 0,02% ao final de março. A categoria Despesas Pessoais, embora em menor nível de diferença, também contabilizou bom decréscimo, de 046% para 0,20%.

Os outros dois grupos com arrefecimento em seus índices no mês de março foram Habitação, de 0,34% para 0,27%, e Saúde, que caiu de 0,67% da 3ª quadrissemana para 0,60% de agora.

O grupo com maior acréscimo na taxa de variação calculada pelo IPC foi Alimentação, do índice negativo de 0,13% para taxa positiva de 0,09%. Transportes, por sua vez, avançou de 0,94% para 1,04%, enquanto Educação subiu de 0,09% para 0,13%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda na Diferença do Piso Salarial de São Paulo para o de Outros Estados


O piso salarial de São Paulo é considerado um parâmetro válido para o resto do país. Essa máxima pode ter sido verdadeira por muito tempo, mas os indicadores do IBGE sinalizam que a situação tem mudado.

Um estudo do instituto aponta que a diferença existente entre o piso salarial paulista e o piso do restante do país têm decrescido, chegando ao ponto de já ter desaparecido, em algumas regiões e setores do Brasil.

Os dados indicaram que o rendimento médio do trabalhador brasileiro da região metropolitana de São Paulo apresentou uma redução significativa, se comparado ao rendimento de outras cinco capitais: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Salvador (considerando suas respectivas regiões metropolitanas).

O levantamento foi realizado com base em informações colhidas de 2003 a 2011. Para se ter uma ideia, no Rio de Janeiro, o valor do rendimento médio aumentou, atingindo o patamar de cerca R$ 1.682 no mês de fevereiro. Nesse período, o assalariado de São Paulo ficou com média de rendimento em torno de R$ 1.637, portanto, 45 reais a menos. Já em Porto Alegre, os proventos se equiparam ao dos paulistanos.

Esse movimento, segundo analistas, em parte é devido ao lento volume de crescimento da massa salarial do empregado paulistano. Por outro lado, também parece indicar uma expansão do crescimento no rendimento médio em outros centros do país, até então não considerados como referência.

Por Alberto Vicente



Fipe – IPC (SP) – 3ª prévia de março de 2011


A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou na última sexta-feira (25/03) dados do último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo com famílias de renda entre um e 20 salários mínimos. Na 3ª quadrissemana de março, a taxa do medidor subiu para 0,37%, 0,01% acima do índice registrado na 2ª prévia do mês.

De sete categorias analisadas pelo IPC, quatro registraram decréscimo nos preços, com destaque para Despesas Pessoais, cujo índice arrefeceu para 0,46% na 3ª quadrissemana do mês frente a 0,79% da prévia anterior. No grupo Transportes, revela a Fipe, a taxa passou de 1,07% para 0,94%, em Habitação de 0,42% para 0,34% e em Educação de 0,11% para 0,09%.

Em contrapartida, a alta mais elevada entre todas as categorias analisadas ocorreu em Vestuário, de 0,10% da 2ª prévia de março para 0,56% na 3ª quadrissemana. Em Alimentação o movimento foi igual, mas com diferença mais breve, de -0,41% para -0,13%. A taxa no grupo Saúde saltou de 0,55% para 0,67%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Fipe – IPC Paulista – Queda na 2ª prévia de março de 2011


A nova prévia deste mês do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), registrou índice de 0,36%, diferença de 0,08% em comparação ao 0,44% abalizado na primeira quadrissemana de março.

Dos sete componentes sondados pela Fipe, apenas um apresentou aceleração na taxa: Transportes, que passou de 0,89% da quadrissemana anterior para 1,07% no levantamento mais recente.

O grupo de maior destaque no recuo foi Despesas Pessoais, ao registrar desaceleração da alta de 1,12% da 1ª leitura do mês para 0,79% na 2ª quadrissemana. A categoria Habitação decresceu de 0,58% para 0,42% na mesma base de comparação, seguida por Saúde, que arrefeceu de 0,69% para 0,55%.

A taxa registrada no grupo Educação chegou a 0,19% na 2ª prévia de março, ante 0,11% de antes, enquanto Vestuário baixou de 0,16% para 0,10% e Alimentação de -0,39% para -0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



São Paulo – Faturamento do varejo bate recorde em janeiro de 2011


Os reflexos do bom patamar econômico brasileiro de 2010 ainda podem ser sentidos neste início de 2011. Após o Produto Interno Bruto (PIB) apresentar crescimento de 7,5% no último ano, o Varejo de São Paulo, em particular, registrou o maior faturamento para janeiro, de R$ 8,8 bilhões.

Dados examinados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) assinalam que no confronto com janeiro de um ano antes, a alta chegou a 6,6%. A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada em sociedade com a e-Bit, assinalou números positivos em todos os setores sondados, exceto Lojas de Vestuário e de Departamento.

O índice contabilizado indica que o nível de consumo no decorrer deste ano será bom, sobretudo se a tão fomentada massa salarial permanecer na tendência ilustrada em 2010. Além desse indicativo, as medidas de restrição ao crédito parecem não ter assustado os paulistas, uma vez que o volume de empréstimos saltou 11% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes.

Delimitada por setores, a pesquisa revela que as Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos registraram faturamento superior em 42,4% e 27,4%, respectivamente. Acompanharam estes os segmentos de Veículos Automotores, com alta de 10,6%, Móveis e Decoração, com incremento de 10,2%, e Material de Construção, que avançou 1,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV em São Paulo – Taxa de 0,41% em fevereiro de 2011


Residir nas grandes metrópoles gera alto custo aos bolsos. Prova disso é o Índice do Custo de Vida (ICV) calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que em fevereiro, na cidade de São Paulo, registrou taxa de 0,41%, contra 1,27% de janeiro.
O Dieese assinala que o grande motivador da alta foi o componente Transporte, o qual cresceu 0,76%, representando, portanto, 0,12% do total do ICV do período. Outro elemento que impulsionou o indicador foi Alimentação, com elevação de 0,39% em fevereiro. Este, por sinal, concebeu 0,11% para o avanço do custo de vida.
Despesas Pessoais, Saúde e Habitação também apresentaram incremento em suas taxas, de 2,50%, 0,29% e 0,18%, respectivamente. Em contrapartida, Equipamentos exerceu tendência contrária ao ceder 0,22% entre janeiro e fevereiro, além de Vestuário, que arrefeceu 0,34%.
No acumulado deste ano, ressalta o Dieese, o ICV registra índice positivo de 1,70%, com destaque para Transporte, com taxa de 3,87%, e Educação & Leitura, com aumento de 4,99%. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o percentual acumulado do indicador alcança 6,26%.
Por Luiz Felipe T. Erdei

 



Procon-SP – Valor da Cesta Básica apresentou alta em São Paulo


Boa qualidade de vida não significa, necessariamente, ter dinheiro para adquirir todos os bens e serviços disponíveis. É trivial que os brasileiros tenham a seu favor uma série de componentes que tragam satisfação, então ilustrados na Constituição do país – acesso à moradia, saúde, diversão, alimentação etc.

A realidade, porém, é bem diferente em comparação à idealização. O salário mínimo, de R$ 545, é insuficiente para a realização de todos os pontos ideais, principalmente se relacionados alimentos. Prova destas poucas palavras é o valor da cesta básica no município de São Paulo, que na semana de 4 a 10 de março acumulou alta de 0,27% em comparação aos sete dias anteriores.

Com esse avanço, sinaliza a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o custo da cesta-base, como muitos preferem dizer, passou de R$ 310,25 para R$ 311,09. O grupo Alimentação representou avanço de 0,33%, assim como Limpeza, cujo índice cresceu 0,19%. A única baixa foi de -0,23% no grupo de Higiene Pessoal.

Desde o início de março, ressalta a fundação, a cesta básica no município acumula avanço de 1,24% e nos últimos 12 meses, de 7,76%.

Os produtos que apresentaram maior crescimento foram a batata, por quilo (5%), a cebola, por quilo (4,69%), o sabonete, unidade de 90 a 100g (1,59%), o macarrão com ovos, pacote de 500g (1,36%) e o frango resfriado inteiro, por quilo (1,19%). Por outro lado, as maiores quedas constadas ficaram por conta do creme dental, tubo de 90g (2,38%), do biscoito maisena, pacote de 200g (1,65%), da salsicha avulsa, por quilo (1,42%), do alho, por quilo (1,36%), e do desodorante spray, em embalagem de 90 a 100 ml (1,29%).

De todos os 31 produtos sondados no levantamento, 16 contraíram alta de preços, dez tiveram custos mais baixos e apenas cinco ficaram estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª prévia de março de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo sondado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) registrou desaceleração na 1ª quadrissemana de março em comparação à taxa do final de fevereiro. No levantamento mais recente divulgado na sexta-feira (11), o índice decresceu para 0,44%, contra 0,60% de antes.

Sete categorias são analisadas no IPC, mas desta vez somente uma apresentou alta na sua taxa de variação: Vestuário, ao passar de -0,03% para 0,16%. Em contrapartida, o destaque na baixa do indicador ficou por conta da categoria Transportes, que arrefeceu de 1,16% para 0,89% entre fevereiro e a 1ª quadrissemana de março.

O grupo Alimentação, por sua vez, passou de -0,17% para -0,39% nessa base comparativa, seguido pela Habitação, cujo índice cedeu de 0,72% para 0,58%. A categoria Educação decaiu para 0,19%, contra 0,32% da prévia anterior, Despesas Pessoais baixou de 1,24% para 1,12% e Saúde de 0,72% para 0,69%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Inadimplência dos consumidores paulistas apresentou alta em fevereiro de 2011


O cenário econômico brasileiro, no ano passado, correspondeu às perspectivas de economistas, políticos e instituições. Dados reunidos e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% em 2010 em comparação a 2009.

As medidas de estímulo adotadas no ano passado incidiram positivamente sobre o aumento da confiança do consumidor e sobre a estabilidade da economia. De acordo com a Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), o nível de endividamento do consumidor paulista pulou de 51,2% em janeiro para 53,8% no mês passado.

Outro indicador que revelou tendência semelhante foi o de contas em atraso, que no início do ano era de 14,7%, avançando para 15,3% no estudo mais recente. A Fecomercio assinala que o paulista está mais confiante com a economia no início de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes em virtude do aumento da massa salarial real e do índice de ocupação.

Em termos mais detalhados, no mês passado 34,3% dos paulistas revelaram ter dívidas por mais de 365 dias, índice mais alto em comparação ao endividamento constatado de três a seis meses (25%) e mais elevado ainda ante os 22,5% referentes a débitos inferiores a três meses.

Os números poderão melhorar após o término do primeiro trimestre, pois a obrigação com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos que possuem carros, bem como o início do ano escolar, permitirão mais dinheiro sobrando em caixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – Queda na 4ª prévia de fevereiro de 2011


Novo levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) avalia que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC), baseado na faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, voltou a desacelerar. Na 4ª quadrissemana de fevereiro, o índice caiu para 0,60%, contra 0,70% de antes.

Dos sete grupos abrangidos pelo IPC do Fipe,quatro registraram queda em suas taxas, com destaque para Educação, que recuou de 1,50% na 3ª quadrissemana para 0,32% no estudo atual. O índice em Transportes arrefeceu de 1,87% para 1,16%, a taxa em Saúde diminuiu de 0,85% da prévia anterior para 0,72% de agora e a de Vestuário, de -0,01% para -0,03%.

Na contramão do descrito acima, a alta mais relevante foi registrada em Despesas Pessoais, de 1,09% da 3ª prévia de fevereiro para 1,24% da 4ª quadrissemana do mês. O Grupo Alimentação, por sua vez, contabilizou incremento para -0,17%, contra -0,31% de antes, e Habitação, por fim, de 0,69% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Salário mínimo Brasil 2011 – e piso em SC, PR, RS, RJ, SP


Com a aprovação do novo piso regional paranaense no dia 1º de maio, todos os estados abaixo já tem definidos os seus pisos regionais para o ano de 2011. Seguem abaixo:



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 3ª quadrissemana de fevereiro de 2011


Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) assoalham que o Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo (IPC), focado na faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, desacelerou para 0,70% na 3ª quadrissemana de fevereiro, ante taxa de 0,95% da 2ª leitura do mês.

Dois de sete grupos compreendidos pelo IPC registraram avanço em seus índices, com destaque para Despesas Pessoais, que subiu de 0,90% no levantamento anterior para 1,09% na 3ª quadrissemana de fevereiro. A taxa de Habitação progrediu de 0,67% para 0,69%.

Em contrapartida, o grupo Educação teve arrefecido seu índice de 3,48% para 1,50%, mesma tendência contida em Transportes, que cedeu de 2,47% na 2ª prévia de fevereiro para 1,87% de agora. Alimentação apresentou decréscimo de 0,06% para -0,31%, Saúde de 0,92% para 0,85%, e Vestuário para 0,28%, ante -0,01% da 2ª prévia de fevereiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Índice de Emprego em Obras Infraestruturais sofre Queda em São Paulo


Um dos estados mais citados no quesito economia, oportunidades de empregos e correlatos, São Paulo apresentou números nada bons no segmento da construção civil, mesmo em meio a obras de adequação viária e outras voltadas ao metrô.

Dados do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), pertencente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), abalizaram que o índice de emprego em obras infraestruturais pelo Brasil cresceu 9,35%, mas em São Paulo somente 1%. Levando-se em consideração apenas construções de grande porte, o estado apresentou recuo de 5,92% no ano passado.

A Fiesp ressalta que a grande diferença entre as demais unidades federativas e São Paulo ocorreu no setor de Obras de Infraestrutura, pois cerca de 6,2 mil postos de trabalho foram cortados nos ramos de ferrovias e rodovias no estado. Para José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Deconcic, isso aconteceu em função do término de obras e descontinuidade de novos planos de investimentos do governo local.

Em sua óptica, o Brasil, como um todo, deverá permanecer em crescimento, ao mesmo tempo em que São Paulo manterá arrefecimento de números.

Será este um sinal de que os investimentos em São Paulo estão focados ou se voltarão para outras áreas? É importante ressaltar que em menos de quatro anos o estado comportará uma das cidades-sede da Copa do Mundo e que possíveis entraves podem convergir, singularmente, com o pessimismo de especialistas sobre o evento em terras brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Palestra sobre dívidas no Procon SP


Muitas famílias, casais ou o ser individual enfrentam dificuldades para terminar o mês com a remuneração adquirida com muito trabalho e suor. A falta de planejamento pode acarretar, inclusive, em longos problemas a todos os envolvidos e, no caso de marido e mulher, até numa separação.

Para alimentar com consciência a saúde financeira do orçamento doméstico, a Fundação Procon-SP decidiu realizar uma palestra gratuita sobre o tema. A finalidade da conferência é a de incitar o consumidor a mudar seus atuais hábitos para evitar que o endividamento sofra acréscimo, ou seja, que venha a diminuir.

O conteúdo programático abordará assuntos como “Por que fazer orçamento doméstico?”, “Onde e como são gastos os recursos financeiros”, “Ser fiador”, “Renegociação de dívidas”, “Como limpar o nome”, entre outros.

Para acompanhar a palestra, com duração estimada de três horas e meia, basta se inscrever pelo telefone (11) 3824-7065 ou enviar um e-mail para o endereço cursos-procon@procon.sp.gov.br.

A palestra acontecerá no Auditório da Fundação Procon (Rua Barra Funda, 930 – sala 407) em 25 de fevereiro (sexta-feira).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Fetiasp visa reajuste salarial para colaboradores do setor em 2011


O reajuste do salário mínimo deve ser um tema de longos debates. As centrais sindicais custam a aceitar o valor firmado pelo governo, de R$ 545; querem, na verdade, alta para R$ 580, R$ 70 acima do montante constatado até o final do ano passado. Enquanto as deliberações não chegam ao devido ponto final, o dissídio, ou Convenção Salarial, passa a ser nova pauta.

Exemplo recente é o da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado de São Paulo (Fetiasp). De acordo com seu presidente, Melquíades de Araújo, existe a intenção de reajustar o salário dos trabalhadores do setor de modo a conferir aumento real de 8%.

Para Araújo, o foco da Fetiasp é conquistar alta salarial depois de anos e anos de perdas, e o atual cenário econômico brasileiro é ideal para isso. Caso o aumento real de 8% pretendido seja aprovado, seguirá aos empresários para o início das negociações.

Esse incremento salarial não é a única diretriz almejada, pois entre as reivindicações figuraram piso de admissão de R$ 1 mil, remuneração profissional de R$ 3 mil, além de vale compras de R$ 150 e cesta básica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Força Sindical



Fipe – IPC (SP) – Dados da 1ª Prévia de Fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC) contraiu variação de 1,12% na primeira quadrissemana de fevereiro, contra 1,15% registrada na leitura anterior.

O destaque na alta ficou por conta do grupo Educação, que variou de 5,61% da quadrissemana anterior para 4,81% na atual, seguido pela categoria Transportes, cujo índice avançou de 3,18% para 3,24%.

De acordo com a Fipe, o IPC do grupo Habitação saltou de 0,41% na última leitura de janeiro para 0,58% na primeira quadrissemana deste mês, mesma tendência observada na categoria Saúde, que sofreu incremento de 0,39% para 0,73%. Na contramão de ambos figurou Alimentação, com decréscimo de 0,73% anteriores para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Novo Salário Mínimo em SP – Piso Salarial para 2011


O governador Geraldo Alckmin anunciou novos pisos regionais para o estado de São Paulo.

A 1ª faixa, na qual estão incluídos empregados domésticos, trabalhadores de serviços de limpeza e conservação e outros passam, a partir de 1º de abril de 2011, a receber R$ 600 mensais como salário (contra R$ 560 em 2010).

A 2ª faixa, na qual estão incluídos operadores de máquinas, garçons, entre outros, passam a receber R$ 610 (contra R$ 570 em 2010).

Para a 3ª faixa, onde estão alguns chefes, supervisores, administradores e técnicos, passam a receber R$ 620 (contra R$ 580 em 2010).

A inflação do ano passado foi alta, batendo em 5,91% pelo IPCA e 6,4% pelo IPC da Fipe, índices que não ocorriam desde 2004. Mesmo assim, o aumento do piso regional ficou acima da inflação para as 3 faixas (7,14%, 7,02% e 6,9%) respectivamente.

Para saber mais sobre o aumento do piso regional em São Paulo e para conhecer detalhadamente as profissões de cada faixa, leia a matéria do SP Notícias.

Por CG



Valor da Cesta Básica apresentou queda em São Paulo


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indica que o custo da cesta básica no município de São Paulo recuou 1,11% entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro.

Na semana anterior a esta analisada, o valor era de R$ 315,61, passando, portanto, para R$ 312,11. Destacado apenas fevereiro, a variação foi de -0,85% e enfatizados os últimos 12 meses, alta de 10,01%. Dos 31 produtos estudados no confronto semanal, 13 abarcaram avanço em seus preços, outros 16 diminuíram e somente dois permaneceram iguais.

O grupo Alimentação apresentou baixa de 1,36%, com destaque para carne de segunda (sem osso), que arrefeceu 3,37%. A categoria Limpeza cresceu 0,62% e o grupo Higiene Pessoal, por sua vez, contraiu baixa de 0,66%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



IPTU 2011 São Paulo – Pagamento, Parcelamento, Isenção


Os contribuintes da cidade de São Paulo que, anualmente, pagam o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), receberam a notificação de pagamento pelos Correios, com o mês de referência das respectivas parcelas e com vencimento escolhido pelos próprios contribuintes no momento do recadastramento. Os valores são definidos pelo metro quadrado da construção do imóvel e do terreno, utilizando a base de cálculos do valor conforme determina a Lei 15.044/2009 e o Decreto 52.007/2010.

Pelo valor venal do imóvel continuam a ser adotadas alíquotas diferenciadas em função do uso do imóvel (residencial, comercial e terrenos).

Caso os contribuintes não tenham efetuado o recadastramento nos termos da Lei 14.089/2005, o mesmo, terá o vencimento fixado para o dia 09 de cada mês. A data de vencimento da parcela única e da  1ª prestação é variável conforme publicação no Diário Oficial da Cidade de São Paulo, do dia 04/01/2011, e no grandes jornais de circulação no município da mesma.

Os contribuintes que não fizeram o recadastramento, receberão a notificação por Administradoras de Imóveis, com o primeiro vencimento para o dia 20/03/2011. O pagamento poderá ser efetuado em uma única parcela ou em 10 (dez) prestações iguais, mensais com a mesma data de vencimento. Pode-se optar pelo débito automático.

Os contribuintes isentos receberam o lançamento da notificação desde o dia 11/01/2011. Para quem tem a isenção da contribuição do IPTU, para apenas um imóvel por proprietário de acordo com os termos do artigo 3º da Lei 14.089/2005. Esse procedimento é concedido automaticamente no lançamento de aposentados, pensionistas e beneficiários de renda mensal vitalícia pelo INSS.

Maiores informações aos contribuintes na Secretaria de Finanças, no endereço de atendimento ao público as suas respectivas Subprefeituras.

Por Cintia Rebouças



Energia Elétrica fica mais cara no interior de SP


A energia elétrica é um bem intrínseco ao mundo atual. Até aldeias indígenas, que na época das séries iniciais do ensino fundamental são vistas como atrasadas tecnologicamente, fazem uso de televisores. Entretanto, todo benefício tem seu custo, e consumidores de inúmeros municípios do interior de São Paulo desembolsarão um pouco mais para acender luzes, ligar geladeiras, entre outros.

Segundo informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes atendidos pelas distribuidoras Companhia Jaguari de Energia (CJE), Companhia Paulista de Energia Elétrica (CPEE), Companhia Luz e Força Santa Cruz (CFLSC), Companhia Luz e Força Mococa (CLFM) e Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista) terão reajuste médio de 11,33% nas contas, com destaque a pessoas físicas abrangidas pela CPEE, de 16,03%, e a pessoas jurídicas acolhidas pela CLFSC, de 19,26%.

Por outro lado, as altas mais amenas à residências foram estipuladas aos atendidos pela CPFL Sul Paulista, de 6,7%, e às indústrias pela Jaguari (CJE), de 6,45%.

As tarifas entrarão em vigência a partir de 03 de fevereiro (quinta-feira) aos clientes instalados em São José do Rio Pardo, Itapetininga, Mococa, Jaguariúna, Divinolândia, Guareí, Pedreira, entre outros.

De acordo com a Aneel, os índices aprovados espelham, além de outras questões, a variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que em 2010 apresentou índice de 11,32%.

Para conferir a tabela de reajustes, acesse o site da agência.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Aneel



Cesta Básica de São Paulo está mais barata


Breve nota divulgada pela Fundação Procon de São Paulo, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que o valor da cesta básica no município, decresceu 1,93% na semana de 14 a 20 de janeiro em comparação ao período imediatamente anterior.

Segundo a Procon-SP, entre a semana encerrada em 13 de janeiro e o levantamento atual, o custo da cesta básica, que engloba os itens essenciais para a subsistência de cada pessoa, caiu de R$ 320,24 para R$ 314,07.

No acumulado do mês até o dia 20, a variação do valor da cesta básica chegou a 1,58% negativo, e nos últimos meses, diferentemente, variação positiva de 11,49%. Dos 31 produtos sondados no estudo, 23 apresentaram queda nos preços, cinco contraíram alta e os demais (três) permaneceram com os valores estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Santo André arrecada mais de R$ 1 bilhão em 2010


O Brasil foi um dos primeiros países a superar os principais efeitos do colapso financeiro global, deixando para trás números negativos de várias áreas e emplacando dados positivos, tais como o próprio Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, que deve crescer aproximadamente 7,60% segundo projeções do Banco Central (BC).

Ainda relativo ao ano passado, dados do Impostômetro, instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), assinalam que o país arrecadou mais de R$ 1,2  trilhão. A Prefeitura de Santo André, neste ínterim, correspondeu consideravelmente bem ao montante examinado por todo o país.

De janeiro a dezembro de 2010, a arrecadação da Administração Direta reuniu R$ 1,186 bilhão, resultado 11,5% superior ao montante constatado em 2009, de R$ 1,063 bilhão. Para Nilson Bonome, secretário de Finanças, Gabinete e Saúde, essa melhoria é recorrente do melhor cenário econômico em todo o Brasil. A arrecadação na região, particularmente, retornou próxima aos patamares constatados antes da crise financeira.

Segregado por tipos, 24,9% do total angariado correspondeu ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), 15,8% com o Imposto Sobre Serviços (ISS) e 3,2% por meio do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Além desses, constata-se boas arrecadações também por meio do IPVA e IPTU.

Certamente, a população local deve pensar de duas maneiras distintas: muitos impostos e mais dinheiro em caixa para pagá-los. Os dados conjeturados pela prefeitura assinalam, efetivamente, que o país e a região, em particular, conseguem voltar a crescer, algo que poderá retornar à população em formas de benefícios.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Prefeitura Municipal de Santo André



Qualidade de vida melhora para quase metade dos paulistas


A qualidade de vida compreende uma série de pontos básicos, tais como acesso à moradia, alimentação, transporte, saúde, entretenimento, entre outros. Cada qual é estipulado em diretrizes instituídas na Constituição do Brasil, porém não são todos os cidadãos que podem dizer “tenho acesso às mais básicas garantias para uma boa vida”.

Em São Paulo, um estudo intitulado ‘Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município’ (Irbem), realizado pela Rede Nossa São Paulo, revela que para 34% dos mais de 1,5 mil entrevistados consultados houve pequena melhora da qualidade de vida no ano passado, enquanto para outros 13% a vida melhorou com intensidade.

Por outro lado, para 6% dos sondados a qualidade de vida piorou um pouco e mais 3%, diferentemente, consideraram haver grande piora. O restante, ou seja, 44%, não percebeu qualquer mudança nas condições de vida.

Além desse indicador, a Rede Nossa São Paulo questionou às mesmas pessoas o seguinte: “se houvesse oportunidade de deixar São Paulo, qual seria sua iniciativa?” Do total, 51% afirmaram que iriam para outro local, enquanto 48% continuariam na cidade. Somente 1% ficou em dúvida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão



Fipe – IPC (SP) apresentou Crescimento na 2ª Prévia de Janeiro de 2011


O consumidor precisa estar atento aos índices inflacionários divulgados por institutos de pesquisas para constatar se o preço de determinado produto ou serviço avança num valor justo ou, do contrário, se existem certos ganhos sobre as taxas oficiais.

Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) relatam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), referente à cidade de São Paulo, acelerou para 0,86% na segunda leitura deste mês, ante índice de 0,61% verificado na prévia anterior. No confronto com o período análogo do mês passado, o IPC ascendeu 0,57% sobre o índice dessa ocasião.

Entre a primeira e segunda semana de janeiro, cinco das sete séries sondadas minutaram alta de preços, com destaque para o grupo Educação, que avançou para 2,29%, contra 0,96% de antes.

Os custos praticados em Despesas Pessoais aumentaram de 0,37% para 0,61%, enquanto em Transportes houve incremento para 1,66%, ante 0,77% da prévia anterior, bem como em Alimentação, de 1,39% para 1,54%, e Habitação, de 0,21% para 0,23%.

Diferentemente dos dados acima, os preços do grupo Saúde arrefeceram de 0,17% para 0,15%, enquanto de Vestuário para 0,03% negativo (na atual prévia) contra 0,26% positivo constatado na primeira leitura.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Preço da Cesta Básica em São Paulo – Queda na 2ª semana de Janeiro de 2011


Essencial a toda e qualquer família, a cesta básica na cidade de São Paulo ficou mais barata na segunda semana de janeiro em comparação à primeira semana. De acordo com estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o valor caiu 0,45%, para R$ 320,24.

Dos 31 itens avaliados pela entidade, 16 apresentaram aumento nos preços e outros 13, por outro lado, decréscimo. Apenas dois mantiveram os mesmos valores.

O preço da batata por quilo decaiu 5,92%, para R$ 1,59. Feijão carioquinha, ovos brancos, biscoito maisena e queijo mussarela apresentaram decréscimo de 4,58%, 2,75%, 2,38% e 2,07%, respectivamente.

Por outro lado, papel higiênico fino branco (pacote de quatro unidades) apresentou alta de 6,45%margarina, de 4,26%, absorvente aderente (pacote com 10 unidades), de 4,02%, e farinha de trigo, avanço de 3,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Fipe – IPC (SP) – Crescimento na 1ª Prévia de Janeiro de 2011


O consumidor precisa estar atento aos movimentos inflacionários. Estima-se que neste ano a inflação poderá crescer para conter, assim, vertiginosas expansões vislumbradas em vários setores desde o ano passado. Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no município de São Paulo cresceu 0,61% na primeira prévia de janeiro, contra 0,54% do percentual constatado no final de dezembro.

Com crescimento de 1,39%, a Alimentação foi o grupo de maior compressão sobre o IPC – já havia avançado 1,38% no mês passado. Educação também exerceu certa pressão, com incremento de 0,96% na primeira leitura de janeiro, ante 0,10% de dezembro.

O grupo Transportes também apresentou expansão na prévia inicial do mês, de 0,77%, contra 0,39% do último mês do ano passado. O aumento na categoria Despesas Pessoais, por sua vez, foi de 0,31% na leitura anterior para 0,37% na atual.

Na contramão dos grupos anteriores figuraram Saúde e Vestuário, que decresceram de 0,23% para 0,17% e de 0,67% para 0,26%, respectivamente. Diferente dos anteriores ocorreu na Habitação, em que a variação manteve-se no patamar de 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Dieese – ICV de São Paulo – Alta em 2010 para as Famílias de baixo poder aquisitivo


Estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que o Índice do Custo de Vida (ICV) da cidade de São Paulo cresceu 6,91% no ano passado em comparação a 2009, o maior entre um período e outro já constatado desde 2004, quando 7,70% fora calculado.

De acordo com o Dieese, o maior índice foi catalogado entre os lares de poder aquisitivo mais baixo, uma vez que a esses o ICV avançou 7,67%, contra 7,44% entre as famílias com nível intermediário de remuneração. Para os mais endinheirados, por outro lado, o medidor variou 6,49%.

As despesas geradas com Alimentação foram aquelas que mais cresceram nesse ano, com variação de 11,95%. Em seguida, os custos com Habitação, Educação & Leitura e Saúde aumentaram 6,68%, 5,48% e 5,45%, respectivamente.

Os grupos que contraíram as menores variações foram Transportes e Despesas Pessoais, com alta respectiva de 4,25% e 4,72%, porém não menos que Recreação, Vestuário e Despesas Diversas, com índices de 0,51%, 0,61% e 1,66%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Cesta Básica – Alta nos Preços em São Paulo na 1ª semana de Janeiro de 2011


O bem-estar social é um dos patamares almejados por todas as pessoas. Conforto financeiro, bom relacionamento interpessoal e profissional, além de outros pontos, surtem nas pautas de grandes portais de comunicação, nas entrelinhas, e em blogs de jovens e adultos.

Um dos fatores iniciais para esse alcance é o sustento alimentar, nem sempre assistido pelo estado, mas em melhores condições ante anos atrás. A cesta básica, um dos componentes que medem tanto o preço dos alimentos de maneira individual como, também, quanto o salário mínimo deveria valer, voltou a subir para os residentes da cidade de São Paulo.

Segundo estudo veiculado pela Fundação Procon, na semana terminada em 28 de dezembro a cesta básica custava, em média, R$ 319,11, porém no início de 2011 passou para R$ 321,88. Dos 31 produtos listados, 21 apresentaram elevação de preços.

As mercadorias que contraíram alta foram a cebola, de 8,66%, a batata, de 3,8%, a margarina, de 3,19%, a salsicha (avulsa), de 2,66%, e a carne de primeira, de 2,63%. Por outro lado, feijão carioquinha, papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), queijo mussarela fatiado e linguiça fresca obtiveram recuo de 1,77%, 1,04%, 0,52% e 0,26%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal R7



Fecomercio-SP – ICC Paulistano – Crescimento em Dezembro de 2010


A crise financeira global acarretou ansiedade aos mercados em seu princípio (e assim ainda acontece em alguns locais). Atualmente, poucos são os países que podem comemorar sucesso quanto aos principais efeitos do colapso. O Brasil é um dos casos, juntamente a outros emergentes, entre os quais China, Rússia e Índia, todos integrantes do bloco denominado BRIC.

A atividade econômica pelo Brasil, por si, tem conseguido gerar bons frutos, tanto a pessoas físicas como a jurídicas. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), a confiança do público paulistano avançou 3,1% em dezembro, para 164,2 pontos, contra 159,3 pontos do mês passado.

De acordo com a Fecomercio, o índice de confiança do consumidor do mês tem por base uma série de fatores, tais como o incremento do 13º salário no bolso dos trabalhadores, o mercado de trabalho em ascensão e as condições de acesso ao crédito estabelecidas e observadas em 2010.

A federação prevê que nos primeiros seis meses do ano que vem o medidor de confiança ainda contabilizará o desempenho mais robusto da economia, embora ao segundo semestre um desaquecimento paulatino seja esperado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento na 1ª Quadrissemana de Dezembro de 2010


Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na quinta-feira (9 de dezembro) revelam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,67% na primeira quadrissemana do mês, contra 0,72% de novembro.

As despesas do grupo Alimentação, que têm apresentado crescimento nas últimas semanas, proporcionaram desaceleração para 1,92% na leitura atual, contra 2,02% de antes. Os custos de Transporte, nutrindo essa tendência, também cresceram em menor volume, para 0,29% na primeira quadrissemana de dezembro ante 0,36% do mês passado.

De acordo com a Reuters, as despesas de Habitação mantiveram o mesmo preceito ao contabilizar alta de 0,10% na leitura atual, contra 0,20% no relatório anterior. Diferentemente dos demais, os preços de Despesas Pessoais e Vestuário cresceram em nível mais elevado, para 0,62% e 1,29%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon-SP – Grande diferença nos Preços de Medicamentos – Genéricos e Referenciais


A saúde requer uma série de cuidados para bem prosseguir, tais como adoção de hábitos alimentares saudáveis e práticas de esportes. Quando é necessária a prevenção ou cura para determinado sintoma ou doença, médicos recomendam utilização de medicamentos, mudança de costumes etc.

Estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) constatou entre os dias 3 e 5 do mês passado em 15 drogarias situadas na capital paulista variação de até 122,23% entre remédios de referência e de até 1.181,52% nos preços de genéricos, além de 52,41% entre um genérico e seu referencial.

Para o consumidor ter noção mais exata da discrepância, o Procon-SP tomou por base o Diclofenaco Sódico (20 comprimidos de 50 miligramas) entre os genéricos, que na Zona Sul do município era vendido por R$ 0,92 e na Zona Oeste, R$ 11,79.

O medicamento referencial relacionado pela fundação foi o antibiótico Amoxil (21 cápsulas de 500 miligramas), encontrado por R$ 22,13 em uma região da Zona Oeste e por R$ 49,18 em outro local da ZO, dessemelhança de 122,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Fipe – IPC Paulista – Crescimento em Novembro de 2010


O aumento de preço de vários componentes abrangidos pela inflação começou a abrandar. Segundo informações emitidas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo cresceu 0,72% no mês passado, abaixo do 1,04% de outubro. Analistas previam alta de 0,70%.

Os custos do grupo Alimentação cresceram 2,02% em novembro, inferior aos 2,84% do mês imediatamente anterior. Os preços de Transportes apresentaram acréscimo mais ameno, de 0,36% no primeiro período, ante 0,88% de antes. As Despesas Pessoais mantiveram a mesma tendência, com elevação atual de 0,59% sobre 0,64% de outubro, assim como saúde (0,25% contra 0,37%).

O grupo abarcado pela Fipe que se mostrou diferentemente foi o de Vestuário, que passou de um arrefecimento de 0,22% em outubro para avanço de 0,84% em novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



SindusCon-SP – Preços da Construção Civil – Queda em Novembro de 2010


Dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) revelaram que novembro foi o terceiro mês de queda seguida dos preços da construção civil paulista. No mês passado o percentual baixou 0,13%, em outubro 0,12% e em setembro 0,15%.

O índice negativo em novembro é reflexo do baque de 0,30% dos preços de materiais de construção em comparação a outubro. O Custo Unitário Básico (CUB), que indica a variação mensal nos custos do segmento para uso nos reajustes dos contratos, envolveu 129,82 pontos, pouco abaixo dos 130 pontos de do mês antepassado.

De acordo com o portal de Economia UOL, no acumulado anual até novembro as despesas sintetizaram incremento de 5,49% e nos últimos 12 meses, 5,48%. Além dessas constatações, no período o custo da construção civil paulista, ou R8-N, atingiu R$ 902,30 por metro quadrado, dos quais R$ 398,89 concernentes a materiais e os outros R$ 479,04 atinentes à mão de obra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços – São Paulo – Novembro de 2010


A alta no preço dos alimentos tem elevado o valor da cesta básica em todo o país. Levantamento feito em sociedade entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) revela que o aumento foi de 0,47% em São Paulo na semana encerrada em 25 de novembro.

Devido a esse avanço, o custo da cesta básica chegou a R$ 321,21, em média, dos quais R$ 25,06 provenientes de produtos de higiene pessoal, R$ 29,82 de mercadorias de limpeza e R$ 266,33 relacionados a gastos em componentes de alimentação. De acordo com o estudo, dos 31 itens consultados 15 registraram aumento nos preços, 13 ficaram mais em conta e outros três não sofreram qualquer tipo de modificação.

Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que o papel higiênico foi o elemento com a maior alta, de 4,95%. Em seguida figuraram a cebola, com avanço de 4,39%, o frango resfriado (por quilo), com incremento de 3,50%, e o biscoito maisena, com índice para cima em 3,42%.

Diferentemente das altas descritas anteriormente, a batata (por quilo) foi a que sofreu maior baixa entre os produtos, de 8,65%, comboiada pelo sabão em barra (unidade), –4%, e o alho (por quilo), com recuo de 2,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda na 3ª Quadrissemana de Novembro de 2010


Nota emitida à imprensa pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe) enuncia que a inflação ao Consumidor em São Paulo desacelerou em novembro, conjeturando, portanto, início de baixa da elevação de custos dos Alimentos, bem como variações mais amenas nos grupos Transportes e Habitação.

Na terceira quadrissemana do mês o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,77%, ante incremento de 0,87% contabilizado na segunda quadrissemana. Os preços de Alimentação, especificamente, elevaram-se um pouco menos, para 2,02%, sobre 2,15 de antes.

Os custos de Habitação, influenciados pelo reajuste dos combustíveis, contabilizaram ascensão de 0,54% na terceira quadrissemana de novembro, ante acréscimo de 0,73% anterior.

Por outro lado, os custos de Vestuário apresentaram tendência diferente, pois aceleraram para o avanço de 0,54%, contra 0,37% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Dieese e Procon-SP – Preços da Cesta Básica em São Paulo – Alta em Outubro de 2010


Dados divulgados em parceria entre a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelaram que a cesta básica cresceu 3,98% na cidade de São Paulo em outubro ante seu mês imediatamente anterior.

Confirmando informações antecedentes, o aumento dos valores praticados na carne bovina e no feijão influenciou o novo preço da cesta básica, que cresceu entre setembro e outubro de R$ 299,99 para R$ 311,94. Entre os 31 produtos abarcados no estudo, 23 sofreram elevação e os demais, baixa.

Os produtos que mais aumentaram, de acordo com o portal R7, foram os alimentícios (4,58%), e também o grupo de higiene pessoal (2,71%). A categoria de limpeza, diferentemente, apresentou leve decréscimo de 0,03%.

Para se ter ideia do descrito anteriormente, o pacote de 1 quilo do feijão carioquinha contraiu elevação de 9,94%, enquanto a carne de segunda, sem osso, cresceu 9,31%. A farinha de trigo não ficou distante, uma vez que teve preço superior em 6,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tem queda em São Paulo


Informações divulgadas nesta quarta-feira, 4 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista sofreu desaceleração em conformidade a índices já aguardados por especialistas na primeira quadrissemana deste mês.

O aumento mais ameno nos valores dos alimentos influenciou o resultado, que avançou 0,97% na primeira quadrissemana de novembro, pouco abaixo da percentagem de 1,04% do mês passado. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters estimavam esse índice com base na mediana de respostas anteriores as quais tiveram acesso.

No período em questão os custos de Alimentação majoraram 2,50% após crescimento de 2,84% em outubro. Mesmo com sucinta essa queda, o grupo é aquele que responde como o componente de maior inflação abarcado pelo IPC.

Os custos de Transportes, por outro lado, avançaram 0,85%, ante 0,88% do mês passado. Os valores de Saúde também contraíram alta, porém de 0,43% sobre anteriores 0,37%, juntamente aos de Vestuário, do novo 0,03% sobre a queda de 0,22% de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Escolas paulistas aumentam mensalidade além da inflação


As escolas paulistas subirão sua mensalidade para acima da inflação mais uma vez. Segundo o sindicato das instituições particulares, o reajuste será entre 6% e 8% para 2011. A inflação deve fechar o ano de 2010 em 5,29% (IPCA-IBGE) ou 5,49% (IPC-Fipe).

De acordo com dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), esse é o nono ano em que as instituições farão o reajuste acima da inflação. O dado só é válido se consideradas as mensalidades do ensino fundamental.

Além de São Paulo, os reajustes também superarão a inflação no Rio (9%), em Pernambuco (8%) e no Distrito Federal (7% a 14%). Em Minas Gerais, o sindicato prevê aumento entre 4% e 10%.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Nota Fiscal Paulista – Como Participar


O Programa Nota Fiscal Paulista consiste em devolver à população 30% do ICMS que é recolhido de todos os contribuintes, incentivando os consumidores a pedirem nota fiscal, fazendo com que a sonegação diminua.

Para participar do programa basta cadastrar seu CPF e a partir desse momento, em toda compra, você deverá informar seu CPF para ir acumulando seus créditos. Duas vezes ao ano os créditos são liberados, havendo a opção de transferir para pagamento do IPVA, transferir para terceiros, fazer depósito na própria conta corrente ou conta poupança, ou ainda fazer uma doação. Além disso seus cupons participam de prêmios, onde você pode ganhar até 200 mil reais!

Vários estados já implantaram o sistema. Só em São Paulo há mais de 9 milhões de usuários cadastrados. Informe-se sobre o programa em seu estado. Participe!

Por: Cris Keller



Creci – SP indica queda na comercialização de imóveis


O setor habitacional do país vive uma boa fase e isso quase todas as pessoas sabem. O que grande parte da população não sabe, ou pelo menos não sabia até o momento, é que após cinco meses seguidos de ascensão, a comercialização de residências usadas contabilizou o primeiro arrefecimento neste ano em São Paulo, exatamente em junho.

Uma das entidades que representa o setor, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado paulista (Creci-SP), contabilizou em percentuais que o recuo diagnosticado ultrapassou 23% no sexto mês do ano em comparação a maio. Em números mais precisos e ilustrativos, foram 1.380 os apartamentos e casas vendidos.

No interior de São Paulo, de acordo com o portal de notícias G1, o tombo foi de aproximadamente 27,8%, enquanto no litoral o índice superiou a margem de 22%. Diadema, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo e São Caetano somaram, unissonamente, o percentual de 26,44% (na queda).

Os lares usados mais comercializados em junho dentro do Estado de São Paulo foram apartamentos, com 52,19% da participação total entre todas as moradias. O remanescente ficou relacionado às casas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Secovi – SP indica queda na venda de imóveis na cidade de São Paulo


Adquirir imóvel novo ficou mais tranquilo aos brasileiros nos últimos meses devido a benefícios de até R$ 23 mil concedidos pelo programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”. O setor tem celebrado os números, tanto que as construtoras começaram a buscar locais longe de grandes centros para abrir empreendimentos, principalmente os voltados às classes C, D e E.

A cidade de São Paulo apresenta inúmeros tipos de residências, porém, mesmo com grande número de ofertas, em maio houve arrefecimento de 46,3% na comercialização de imóveis na região metropolitana do Estado em comparação a abril. O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio de estudos, revelou que o total de unidades vendidas relacionadas à totalidade de lares novos em oferta na região decresceu 10,5% na mesma base comparativa.

Os imóveis de dois ou três quartos foram aqueles que melhor se comportaram e puxaram as negociatas, com mais de 74% de participação perante as demais modalidades. Segundo reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, no acumulado dos primeiros cinco meses deste ano os lançamentos contabilizados superaram mais de 23 mil unidades, montante inferior às vendas (de quase 28,7 mil).

Por Luiz Felipe T. Erdei



São Paulo tem a Cesta Básica mais Cara do Brasil – Junho 2010


O salário mínimo de cada brasileiro deveria ser superior a R$ 2 mil segundo estudos especializados sobre o tema, diferentemente do valor atual, de R$ 510. Muitos cidadãos, inclusive, conseguem sustentar suas famílias com esse montante – obviamente, para apenas sobrevivência. Acesso a lazer, aquisição de imóvel e veículos automotores são conquistados somente por alguns felizardos.

A alimentação, de vital importância para o corpo e para o próprio varejo, é restrita em alguns casos em virtude dos altos impostos, pois nem sempre um produto vale o quanto deveria valer. A cesta básica, por exemplo, agrega itens básicos e mesmo assim consome quase todo o mínimo.

A cidade de São Paulo, eclética, porém caro para se viver, liderou o negativo ranking de local com a cesta básica mais alta da nação no mês de junho. Levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalou preço na capital paulista de R$ 239,38 nesse mês, mesmo com arrefecimento de quase 3,9% ante junho

Atrás de São Paulo, de acordo com o portal de notícias G1, figurou Porto Alegre, com diferença de menos de R$ 2. As cidades com melhor custo, em junho, foram João Pessoa, Fortaleza e Aracaju.

Com tantas contas de consumo, como parte da população consegue ser feliz e viver tão intensamente se a própria cesta básica retira em vários percentuais seu poder de compra?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento no Custo de Vida em São Paulo – Junho 2010


O custo de vida da classe média paulista subiu 2,79% nos primeiros seis meses do ano, de acordo com a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).

De acordo com a pesquisa da Fecomercio, os setores de alimentação, saúde e transporte ajudaram a encarecer o custo médio dos cidadãos residentes na cidade de São Paulo.

No mês de junho, o Índice do Custo de Vida da Classe Média (ICVM) cresceu 0,17%; no acumulado dos últimos 12 meses, o aumento foi de 4,93%.

Os maiores destaques na área de alimentação foram as quedas no preço do leite longa vida,  e dos tubérculos, que retrocederam 4,77 e 7,02%, respectivamente. Apesar disso, outros alimentos tiveram alta. Já na área da saúde, o aumento se deu no reajuste dos planos de saúde, que subiram 6,73%.

Por Luana Neves



Preços diminuem no Setor de Vestuário e Produtos Têxteis – São Paulo


Nos próximos meses os consumidores de São Paulo verão uma queda de preços no setor de vestuário e outros produtos têxteis produzidos no Estado. Isto porque a taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) foi reduzida de 18% para 12%, o que irá refletir diretamente nos preços dos produtos finais a serem adquiridos pelos consumidores.

De acordo com Richard Domingos, diretor-executivo da empresa Confirp de contabilidade, esta redução do preço final poderá chegar a até 13%. Isto, segundo ele, será muito positivo para o Estado, o qual já teve muitas empresas da região migradas para outras localidades em função dos altos preços comparados à realidade nacional.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band



Pesquisa – crescimento na construção de imóveis compactos em São Paulo


O Brasil tem conquistado posições de destaque no mundo, particularmente pelos bons números da economia (apesar deste ano acontecer eleição presidencial, situação geralmente envolta em grande suspense e mistério pelo ambiente de incertezas que o próximo presidente poderá gerar). Não concernente a esse fato, o segmento de imóveis tem aproveitado ao máximo o novo perfil dos consumidores, tais como o diagnosticado pela instituição financeira Bradesco – mudança de classes por fatia da população (da D e E para a C).

Um estudo levantado pela Geoimovel, no início desta semana, assinalou o crescimento de imóveis compactos, aqueles com até 55 metros quadrados nos últimos anos na região de São Paulo. Duas são as situações justificadas pela pesquisa: busca do primeiro imóvel e investimentos. Com alta superior a 80,5% entre os anos de 2005 e 2009.

A Folha UOL, em paráfrase ao levantamento, relacionou como atrativo o proveito contraído com aluguel, bem como a crescente valorização de imóveis. José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóvel (Creci), relativiza, em termos percentuais a locação situada em locais estratégicos atinge até 12,6% anuais – há meia década, por exemplo, o percentual chegava somente a 0,5% mensais. Ou seja, o crescimento tem por base aliar maior custo benefício em longo prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajustes no Valor da Locação de Imóveis em São Paulo


Segundo divulgação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) nesta terça-feira, o valor dos contratos de locação firmados no mês de junho na capital paulista teve uma alta de 11% em comparação ao mesmo mês em 2009. O percentual é maior que o medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que registrou um acréscimo de 4,84% no mesmo período.

Comparado ao mês anterior, maio, foram registrados 0,3% de reajuste. De acordo com entidade, este é o menor índice desde janeiro deste ano, que teve aumento de 0,2%. Para o Secovi, o número indica uma desaceleração na procura de imóveis para aluguel. Em junho, os imóveis que tiveram locação mais rápida foram casas e sobrados, enquanto o fiador foi o tipo de garantia mais usada nos contratos, com uma média de 49% do total firmado.

Os contratos de aluguel já em andamento com reajuste anual previsto para o mês e com variação atrelada ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) tiveram um aumento no aluguel de 4,18%. Para quem tem reajuste previsto para julho baseado no mesmo índice, a previsão é de um acréscimo de 5,17% no contrato.

Por Bruno Chagas



Secovi – SP venda de imóveis caem 40% no prazo de um mês em São Paulo


A imprensa brasileira tem divulgado, semanalmente, dados favoráveis relacionados a imóveis comercializados. O crescimento, justifica o próprio governo, decorre do maior poder aquisitivo da população, acesso ao crédito mais facilitado e, talvez – principalmente –, em virtude dos benefícios concedidos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, que cede até R$ 23 mil a pessoas de baixa renda.

No entanto, o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) divulgou na última quinta-feira, 15 de julho, que as vendas de residências novas em São Paulo arrefeceu 40% em maio ante abril, com exatamente 1.949 unidades comercializadas. Em confronto ao mês igual do ano passado, o baque foi mais amplo: 51,4%.

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, assegurou que ainda é precipitado imaginar mudança nas tendências. Segundo ele em reportagem noticiada pelo portal de economia Terra, é necessário aguardar dados dos próximos meses para melhor avaliação. Mesmo assim, são esperadas vendas de 37 mil a 38 mil imóveis novos até o final deste ano.

Residências de três quartos representam o maior número nas negociatas, com quase 36% da fatia total. De dois dormitórios, um pouco abaixo, a participação chegou ao percentual de 34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SEFAZ SP aumenta salário de concurso público


É consenso que um dos maiores atrativos para realizar e passar em um concurso público é o salário. Pois a Secretaria do Estado de São Paulo (SEFAZ) aumentou o salário oferecido em seu concurso público, no cargo de técnico de apoio à arrecadação tributária, em 5%.

O salário passou de R$ 619 para R$ 682. Mas, o salário não é tão baixo assim, pois é complementado com o Prêmio de Incentivo à Qualidade, que pode chegar a R$ 1.950 mil.

As inscrições para esse concurso podem ser realizadas até as 14h do dia 13 de agosto pelo endereço eletrônico: www.concursosfcc.com.br. A avaliação para o concurso será através de prova objetiva, com duração de 4 horas.

Por Jeferson Vainer.



Taxa de Desemprego em SP – Maio 2010


Os brasileiros têm conseguido informações por meio de jornais (impressos, virtuais, em rádio e televisão) no que se refere à expectativa de aumento de emprego em todo o país. A economia, bem ambientada atualmente – embora existam fatores para deixar qualquer um com pé atrás –, suscita rumos diferenciados à nação, justamente pelo fato de que daqui a quatro anos a Copa do Mundo de 2014 chegará.

O crescimento de empregos na construção civil, com base no próprio aumento de vendas de residências por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, de cunho governamental, tem indicado boas perspectivas, tanto que Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, não só neste setor, tem aguçado a ideia da geração de 2,5 milhões de vagas até o final deste ano.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou na última quarta-feira, 30 de junho, taxa de desemprego constante em 13,3% entre abril e o mês passado na região metropolitana de São Paulo. Apesar de alguns considerarem o índice alto, esse é o menor percentual registrado para o quinto mês do ano desde 1991.

Em reportagem veiculada pelo Folha UOL, numa média obtida entre as setes regiões metropolitanas estudadas, existe baque quase imperceptível no número de desempregados de 13,3% em abril para 13,2% em maio. O Distrito Federal, avalia o Dieese, é a única alta percebida, dos anteriores 14,2% para atuais 14,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SEBRAE anuncia Aumento no Faturamento de Pequenas Empresas – Abril 2010


O período pós-crise financeira é amplamente conhecido pelos brasileiros, sobretudo aos mais antenados na imprensa, devido aos bons resultados conquistados desde o ano passado, justificados, com mais veemência, no primeiro trimestre de 2010, quando o Produto Interno Bruto (PIB) conquistou elevação de 2,7%.

Comprovantes a essa constatação não faltam, tais como amplitude no número de investimentos a partir de diversas empresas, bem como maior poder aquisitivo da população e melhor acesso ao crédito, até então. Informações divulgadas por várias autoridades do país relacionam que no segundo semestre haverá desaceleração do crescimento, fator positivo, inclusive, como maneira de brecar qualquer possibilidade de superaquecimento e formação de bolhas.

Na rabeira do discurso, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) revelou ascensão no faturamento das companhias atendidas pelo órgão de 14,7% em abril em confronto anual ao período igual de 2009, configurando, então, o sétimo mês consecutivo de alta nessa mesma base comparativa.

O setor industrial do país, segundo o portal de notícias G1, foi o grande destaque do estudo, com ascensão de 27,1% em seu faturamento, seguido pelo comércio, com alta de 12,3%, e serviços, 11,1%. Ricardo Tortorella, diretor superintendente do Sebrae-SP, avalia que esses percentuais podem indicar novas contratações devido ao aumento das vendas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de desemprego em São Paulo alcança 13,3%


Algumas entidades pelo mundo estimam ao Brasil bom ambiente empregatício, ocasionando, pois, expectativas de crescimento sustentável devido não somente a esse fator, mas também aos investimentos. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, acredita que mais de 2,5 milhões de empregos serão criadas pelo país.

Embora São Paulo seja uma das regiões mais promissoras, reportagem do UOL indica, por meio de dados obtidos da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PEG) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema de Análise de Dados (Seade), que o número de desempregados na região metropolitana do Estado pulou de 13,1% em março para 13,3% em abril.

Apesar desse percentual negativo, se somadas as setes regiões metropolitanas estudadas pelo Dieese – Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo –, o percentual assinalado alcança 13,3% em abril, inferior em 0,1% ante o mês predecessor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Funcionários de universidades de São Paulo reivindicam aumento salarial


Na última terça-feira à tarde, 18 de maio de 2010, um grupo formado por funcionários da Universidade de São Paulo (USP), UNESP e Unicamp realizaram um protesto em frente ao Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas), pela reivindicação de reajuste salarial.

Uma reunião ocorrida na última terça-feira, 18 de maio, entre o CRUESP e o Grupo dos Seis, composto por representantes das universidades citadas, não resultou em acordo. No mesmo mês do ano anterior houve uma greve na USP que teve a adesão de professores e estudantes e acabou gerando a participação de policiais e até feridos.

A reivindicação atual das universidades citadas busca especialmente a manutenção de uma igualdade de salário entre os professores e funcionários.

Por Elizabeth Preático



Feirão da Casa Própria em São Paulo


Começa nesta quinta-feira, 13/05, o Feirão da Casa Própria em São Paulo. Realizado pela Caixa Econômica Federal, o feirão disponibilizará 151.845 imóveis na Grande São Paulo e Baixada Santista. No feirão estarão presentes cartórios, construtoras, imobiliárias, corretores e diversas associações para darem todo suporte aos compradores.

A Caixa Econômica espera 120 mil visitantes ao Feirão e já divulgou a lista com os imóveis disponíveis aqui. O evento está será sediado no Expo Imigrantes, próximo ao Metrô Jabaquara, e ocorrerá somente até domingo, dia 16/05.

Nos dias 13 e 14, o Feirão ficará aberto das 10h às 21h e dias 15 e 16 das 9h às 20h. Na edição do ano passado a Caixa realizou cerca de 21,5 mil negócios.

Por Fernanda Peixoto

Fonte: Folha on-line



Ampliação do Metrô de São Paulo irá gerar 22 mil oportunidades de emprego


A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) teve aprovado financiamento de R$ 766 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a ampliação da rede metroviária local. Em nota divulgada à imprensa, o banco afirma que essa medida é a maior já concedida ao transporte público urbano.

O portal de Economia do Estadão afirma que o valor aplicado pelo BNDES equivale a 13% dos R$ 6 bilhões de investimentos ao projeto. As demais aplicações terão origem, segundo comunicado da entidade, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco Mundial (Bird) e, também, do próprio Estado de São Paulo.

O dinheiro será empregado em várias redes metroviárias do Metrô, entre elas a expansão da Linha 5 (lilás) em mais de 11 quilômetros, da estação Largo Treze de Maio à estação Chácara Klabin, situada na Linha 2 (verde). Os recursos também permitirão a criação de 10 mil empregos diretos durante a fase de ampliação do Metrô e outras 11 mil oportunidades indiretas nos estágios de implantação e operação dos trens.

Em vista dos investimentos e os prováveis resultados, São Paulo será, certamente, uma das cidades com melhor retorno durante a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aluguel de Imóveis em São Paulo sofre Aumento de 10%


O Secovi (Sindicado da Habitação de São Paulo) realizou uma pesquisa onde se verificou uma alta de 10,02% no aluguel dos novos contratos residenciais da cidade de São Paulo, com base no acumulado dos últimos doze meses.

Justifica-se tal aumento pela falta de oferta de imóveis mas, de acordo com Francisco Crestana, vice-presidente de gestão patrimonial e locação do Secovi, com as novas regras da lei que trata do assunto, haverá mais imóveis disponíveis no mercado, o que levará a uma diminuição do crescimento nos valores do aluguel.

No ano passado, houve uma deflação de 1,78% mas a tendência para este ano, com base no primeiro trimestre, é que haja aumento dos valores para os inquilinos.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão



Vendas na Páscoa aumentam 1% em SP


Um dia após a Páscoa, a Serasa Experian levantou informações sobre as vendas de produtos especiais da data, tais como ovos de chocolate, bombons e bolos. De acordo com a entidade, a comercialização de mercadorias foi 0,7% superior neste ano em relação ao período igual de 2009.

Os dados, porém, são maiores se se considerar apenas o final de semana (dias 3 e 4 de abril), ocasião na qual as vendas tiveram aumento de 4,5% ante os mesmos dois dias analisados no ano passado. Economista da Serasa estimam que isso se deve às compras de última hora por parte dos consumidores.

O portal Dinheiro do UOL veiculou que na cidade de São Paulo, especificamente, o aumento respectivo nas vendas foi de 1% ante 2009 e 4,8% em comparação ao final de semana do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego no Comércio Varejista – Média salarial em São Paulo


O Estado de São Paulo tem se saído muito bem, desde o início do ano, quando o tema debatido é emprego formal. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), noticiado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), indica que o nível de postos de trabalho com carteira assinada, no varejo, cresceu 5,7% em fevereiro de 2010 ante o mês igual de 2009.

O percentual indica, pois, um acréscimo de três mil novas vagas no setor, figurando, agora, mais de 876 mil trabalhadores com carteira de trabalho devidamente assinada. Um dos ramos em que mais se notou rotatividade foi o de Calçados, Tecidos e Vestuário.

De acordo com o Canal Executivo do Portal UOL, o salário médio do comércio varejista, no mês passado, foi de R$ 1.366. As lojas de departamento são aquelas em que os funcionários recebem melhor remuneração, em média R$ 2.356. Por outro lado, lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos oferecem aos seus empregados, também em média, R$ 1.865.

Clique aqui e confira outros salários e mais informações sobre esta matéria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Novo Piso Salarial de São Paulo – Abril/2010


O  Estado de São Paulo tem novo piso salarial. A notícia foi dada esta semana, quando o governador José Serra sancionou a lei 13.983 e, a Assembléia Legislativa  de São Paulo ( Alesp) aprovou um piso salarial de R$ 560 , R$ 570 e R$ 580,  a vigência a partir do dia 1º de abril.

Os índices de reajuste aplicados foram de 10,89% para a primeira faixa salarial, 7,55% para a segunda e 6,42% para a terceira.



Bônus Salário Professores de São Paulo


O Secretário da Educação, Paulo Renato Souza, anunciou nessa segunda feira (22/03) o pagamento de bônus para professores da rede estadual do estado de São Paulo.

Segundo o jornal Estado de São Paulo, o benefício será pago a 176,5 mil profissionais, dos mais de 220 mil docentes do estado, e tem como critério o desempenho de professores, diretores e demais funcionários que cumpriram as metas de desempenho definidas para sua escola, mesmo que parcialmente.

No total a bonificação será de R$ 655 milhões, com valores que variam entre R$ 1 mil e R$ 8 mil reais.

O anúncio vem a calhar, pois, desde o dia 8 de março os professores paulistas estão em greve, reivindicando melhores salários. Na última sexta-feira (19/03) os grevistas prometeram fechar todas as escolas do estado, em manifestação, que contou com mais de 8 mil pessoas, parando o trânsito da Avenida Paulista.

Por Thiago Martins



Novo Valor Salário Mínimo de São Paulo 2010


Foi aprovada e sancionada pelo Governador José Serra a lei nº 13.983, que prevê o reajuste dos pisos salariais para o Estado de São Paulo.

A lei, que entra em vigor a partir do dia 1º de abril de 2010, determina que o salário mínimo de São Paulo será de R$ 560 (primeira faixa), R$ 570 (segunda faixa) e R$ 580 (terceira faixa).

Clique aqui e confira as profissões pertencentes a cada faixa salarial.

A primeira faixa salarial sofreu um aumento de 10,89%, a segunda de 7,55% e a terceira teve um reajuste de 6,42%. Todos os pisos possuem valores acima do salário mínimo nacional, que é de R$ 510,00.

Terão direito a receber o piso salarial regional trabalhadores da iniciativa privada que não possuem piso salarial definido em acordo coletivo, convenção ou lei federal.