Destaque em Salário Mínimo

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Previsão do Salário Mínimo 2018 sofre Redução


Governo revê valor do salário mínimo em 2018 e diminui de R$ 969 para R$ 965.

A situação da economia brasileira não está nada fácil e para concluirmos isso basta olhar para a última informação divulgada pelo Ministério do Planejamento nesta última segunda-feira, dia 30 do mês de outubro, em que nos é informado que por mais uma vez o governo precisou abaixar o valor do salário mínimo brasileiro do ano de 2018. Assim, o valor que estava em R$ 969 caiu para R$965.

Por enquanto não há nada confirmado, mas esse valor na realidade é uma estimativa que foi feita baseada em uma mensagem modificativa da proposta do orçamento do ano de 2018. Ela ainda deve ser encaminhada ao Congresso Nacional e segundo informações, na mensagem o governo informa que esse valor é resultado de uma elevação dos gastos que subiu para R$ 44,5 bilhões.

Os brasileiros devem se lembrar que no último mês de agosto, a estimativa do novo salário mínimo que estava no valor de R$ 979 caiu para R$ 969, o que já causou um burburinho em todo o país, uma vez que a expectativa dos brasileiros assalariados é que a cada ano, o salário aumentasse, ainda que seja pouco, mas que haja um aumento.

O motivo de tantos comentários se deve ao fato de que a maioria dos brasileiros pertence a classe dos assalariados que atualmente recebem o valor de R$937. Os números recentes apontam uma soma de 45 milhões de brasileiros que possuem como renda o salário mínimo, entre essas pessoas se encontram pensionistas e aposentados, cujos benefícios são custeados pelo governo federal.

Desse modo, planejando realizar uma economia considerável, o governo pretende diminuir o salário mínimo e assim economizar no pagamento desses benefícios, o que segundo os cálculos realizados pelo Ministério do Planejamento, seria uma soma de R$1,2 bilhão.

Para quem não sabe como é feito o cálculo do valor do salário mínimo, ele é realizado com uma fórmula que faz a soma do INPC, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano antecessor, cujo cálculo é realizado pelo IBGE, mais o resultado do PIB, que é o Produto Interno Bruto, de dois anos antes.

Resumindo, o cálculo do salário mínimo do ano de 2018 será feito com a soma do INPC (ano anterior: 2017) + PIB (dois anos anteriores: 2016).

Como já era previsto, o PIB do ano de 2016 teve uma forte retração e por isso não será utilizado para o cálculo da correção do salário mínimo de 2018, sendo considerado somente o INPC deste ano de 2017.

No entanto, de acordo com o governo, a previsão é de que a variação do INPC seja ainda menor do que a que foi estimada. Por esse motivo, o resultado do cálculo do salário mínimo do ano que vem deve ser menor.

Até o momento, havia uma estimativa do governo de que a variação do INPC seria em torno de 3,5%. Contudo, na última mensagem para modificação do orçamento, o aumento que passou a ser previsto é de 3,1% neste ano.

Assim, esse valor até o fim deste ano pode ainda sofrer modificações, o que será determinado pela variação do INPC até lá.

De acordo com Dyogo Oliveira, que é o Ministro do Planejamento, só se saberá ao certo o valor definitivo do salário mínimo do ano de 2018 no próximo mês de janeiro.

Segundo o Ministro, o valor que foi anunciado é na realidade apenas uma previsão para que os cálculos do orçamento sejam realizados e assim previstos. O real valor que o salário mínimo do ano de 2018 terá só será definido no mês de janeiro do ano que vem. Os valores citados até então são apenas estimativas do governo, pois não existe uma liberdade por parte do governo para calcular um salário que não seja baseado na fórmula já existente.

Diante de tanta inconstância, resta a todos os brasileiros aguardar o mês de janeiro de 2018, para então saber de fato o valor do salário mínimo.

Sirlene Montes



Salário Mínimo Ideal – Valor em Agosto 2017


Dieese afirma que valor do salário mínimo em agosto de 2017 deveria ser de R$ 3.744.

O Brasil vem passando por momentos muito delicados em sua economia. Vivemos em um momento de muita instabilidade, em que todos os setores têm sentido e refletido a crise. Contudo, o alvo maior da crise é sempre a classe mais baixa, que é a maior parte da população.

Em tempos de elevado número de desempregados em todo o país, a situação econômica que a maioria das famílias brasileiras têm passado não tem sido nada fácil. Diante de tanta inconsistência financeira, as famílias brasileiras têm realmente que fazer “mágica” para se sustentarem. Afinal, quanto custa o sustento de uma família no Brasil?

Um levantamento realizado recentemente apontou que o sustento de uma família formada por quatro pessoas deveria estar custando nesse mês de agosto do ano de 2017 o equivalente a R$ 3.744,83, valor este que está totalmente fora da realidade da maioria das famílias brasileiras que não conseguem nem a metade desse valor. Fato que comprova que o brasileiro não possui condições financeiras para ter acesso a tudo aquilo que precisa, como necessidades básicas.

A pesquisa foi realizada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, o chamado Dieese, que faz esse tipo de pesquisa todos os meses do ano.

Com o resultado divulgado nesta última terça-feira, dia 05 do mês de setembro, a pesquisa deixou muita gente surpresa, pois o valor indicado pelo estudo equivale a 4 vezes o valor do salário mínimo brasileiro atual, que é no valor de R$ 937.

O departamento considera na coleta dos dados, informações sobre os valores que suprem as necessidades consideradas básicas que o trabalhador brasileiro possui, assim como sua família. Essas necessidades são baseadas no que está previsto na Constituição, como alimentação, saúde, moradia, educação e outros gastos também considerados básicos.

Nesse sentido, o cálculo desse valor é feito considerando o preço atual da cesta básica.

No mês de agosto, a cesta básica com valor mais alto do país foi a de Porto Alegre, que custava o equivalente a R$ 445,76.

O Departamento verificou que entre os meses de julho e agosto, a diferença entre o valor do salário mínimo e o valor que ele deveria ser teve uma diminuição.

No mês de julho, por exemplo, o departamento calculou que o salário mínimo brasileiro deveria ser de R$ 3.810,36, o que seria mais de 4 vezes do valor do mínimo atual.

Como todos já sabem, o salário mínimo brasileiro foi oficialmente alterado para o valor de R$937 no dia 1º do mês de janeiro de 2017.

Para o Dieese, esse aumento do 1º dia do ano não teve nenhuma relevância, pois não conseguiu superar a inflação.

Diante disso, só se confirma o quanto o Brasil é atrasado nesse quesito, pois são milhões de famílias que praticamente têm que sobreviver com um salário mínimo, que não dá para satisfazer nem a metade das necessidades básicas, principalmente em famílias mais numerosas em que só uma pessoa trabalha.

Não bastasse esse salário mínimo de valor vergonhoso, a forte crise política e financeira acabou por atingir essas mesmas pessoas assalariadas, que muitas das quais perderam seus empregos e seus salários mínimos, tendo agora que buscar outros meios de se sustentarem. Ou seja, a grande massa brasileira não é de hoje que tem enfrentado grandes desafios, sem o mínimo de consideração por parte de nossos líderes políticos, que elaboram diversos projetos de leis, sem que nenhum seja voltado para a melhoria dessa questão do salário mínimo, que ao que parece nunca alcançará o valor necessário para atender às mínimas necessidades desses brasileiros, que em épocas de eleições possuem uma grande representação nas urnas.

Sirlene Montes



Valor do Salário Mínimo 2018


Salário Mínimo em 2018 foi aprovado em R$ 979,00, recebendo um acréscimo de 4,48%.

Salário mínimo é um valor-base para que toda trabalhadora e todo trabalhador no território brasileiro possa viver com dignidade. Sua origem nos remete à década de 1930, quando em 1º de maio de 1936 foi sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas o decreto-Lei n. 2.162 que fixou os valores do salário mínimo, segundo o Portal Brasil. Porém, cada estado tinha seu próprio valor mínimo – só em 1984 foi realizada a unificação dos valores para todo o Brasil. A partir do governo Lula, em 2007, o valor do salário mínimo tem aumentado anualmente de acordo com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) como medida para incrementar o poder de compra de grande parte da população. Em tempos inflacionários, como o início da década de 1990, os reajustes eram feitos mensalmente.

Para o ano de 2018, mesmo com um ambiente instável econômica e politicamente, o governo federal sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias cujo salário mínimo será de R$979,00, um crescimento de 4,48%. O texto foi publicado em 9 de agosto de 2018 no Diário Oficial da União.

O aumento do salário mínimo para trabalhadores também irá impactar o valor de aposentadorias e pensões de assegurados pela Previdência Social. Mesmo para aqueles que recebem acima do salário mínimo, o valor de reajuste também será de 4,48% – assim, o teto previdenciário vai para R$5.779,11. As mudanças já valem para janeiro do ano que vem.

No mesmo documento, há a previsão para os salários mínimos para os próximos anos. Para 2019, o valor previsto é de R$1.029. Em 2020, pode chegar a R$1.103. A previsão do PIB foi estipulada para 2,5% em 2018.

A taxa SELIC (taxa de juros aplicada em algumas movimentações financeiras) foi definida para 9% e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,5% no ano. Esse índice mostra o preço em média necessário para comprar bens e serviços e é usada para calcular a inflação do período. O dólar foi cotado a R$ 3,40 para o fim de 2018.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias é um instrumento de planejamento conjunto entre poderes executivo e legislativo que serve como uma “lista” do que poderá ou não ser gasto no próximo ano fiscal. Além da definição do salário mínimo, essa Lei estabelece metas e prioridades para o governo federal. Para 2018, houve a previsão de um déficit nas contas do governo em todas as esferas (federal, estadual e municipal) no valor de R$131,3 bilhões, sendo uma expressiva parcela referente à Seguridade Social.

A promulgação pelo presidente Michel Temer aconteceu com alguns vetos sob a justificativa de serem inconstitucionais ou irem contra o interesse público. Paradoxalmente, o presidente tem índices de reprovação acima de 90% da população. Além disso, essa Lei de Diretrizes Orçamentárias foi a primeira após a Emenda Constitucional 95, antes denominada de Proposta de Emenda Constitucional 241 ou PEC do Fim do Mundo, por limitar os gastos públicos por 20 anos em áreas prioritárias para a população brasileira, como saúde e educação, e privilegiar o pagamento da dívida pública, que suga dos cofres do governo mais 40% do dinheiro que deveria ser investido no país.

O salário mínimo é um direito social importantíssimo para a garantia de trabalho digno e proteção contra abusos de empregadores. Então se você está em busca de emprego ou já está empregado, seja de carteira assinada ou não, certifique-se que a partir de janeiro de 2018 receberá valores justos e legais pela venda de sua mão de obra. O salário mínimo, junto com outros direitos, precisa ser protegido contra retrocessos e cabe a nós, trabalhadores e trabalhadores, a defesa de nossos interesses.

Por Mateus de Faria

Salário mínimo 2018



Salário Mínimo Regional Rio Grande do Sul 2017


O valor do salário mínimo Regional do Rio Grande do Sul foi reajustado em 6,48%.

Em meio a crises, desemprego e com a economia cada vez mais fragilizada, a assembleia regional do Rio Grande do Sul aprovou em meio a protestos, com 46 votos favoráveis, o reajuste do salário mínimo do piso regional dos trabalhadores que não tinham piso salarial definido. O valor foi reajustado em 6,48%, e beneficiou mais de 1 milhão de trabalhadores, principalmente os domésticos e os agricultores, e trabalhadores que atuam de forma informal.

O valor mínimo de reajuste do salário foi de R$ 1.175,15 para as áreas domésticas, pecuária, agricultura, motoboys, seguranças de garagem e estacionamentos, entre outros. E o valor máximo de R$ 1.489,24, para os trabalhadores de nível médio. As outras três faixas passaram para os valores de R$ 1.202,20, R$ 1.229,47 e R$ 1.278,03 respectivamente, passando pelas áreas de auxiliar de administração, indústrias metalúrgicas, indústrias gráficas, empregados de agentes autônomos, e comércios em geral.

O porcentual usado para este reajuste foi o mesmo usado para o reajuste do salário mínimo nacional, e isso é um dos métodos utilizados para geração de lucros e movimentação da economia, com compra e vendas de mercadorias.

Segundo sindicalistas e trabalhadores, esse reajuste do piso salarial regional, significa mais geração de empregos para os gaúchos. Agora, com o aumento de 6,48%, algumas vagas que estão há meses abertas podem ser completadas, o que significa uma maior geração de lucros e empresas, para empreendedores e funcionários. Além do mais, quanto maior a geração de vendas/lucro de um estado, o estado todo tende a ganhar também. Portanto, com a distribuição de renda, a economia do estado tende a subir muito, com milhões sendo transitados na renda dos trabalhadores.

Um dos caminhos que poderiam ser seguidos para a diminuição do desemprego seria o reajuste maior do que foi feito, assim a geração de empregos seria maior, assim como a geração de lucro para todos os interessados. E segundo economistas, o reajuste mesmo que apenas seja um pouco mais de R$ 70,00, ajuda a movimentar a economia do estado, porém, os trabalhadores afirmam que, além da diferença ser muito pouca, não ajuda quando junto com o aumento do salário, aumentam também as despesas e os produtos que são usados no cotidiano.

Ao contrário do que se pensa, o aumento do salário mínimo é muito bem visto pelos donos de negócios, apesar de terem que aumentar os salários dos funcionários, o aumento ajuda no número de vendas, que cresce conforme a disponibilidade de gasto da comunidade, e não é visto como um problema pelos comerciantes. Ou seja, o aumento do salário mínimo pode significar um aumento do poder de compra, além de melhorar a qualidade de vida do consumidor.

Mas vale ressaltar que, apesar do aumento do salário mínimo regional, é preciso ter planejamento para que o dinheiro renda, e realmente ajude nas finanças pessoais e na melhoria de vida de cada indivíduo.

Por isso, caso você esteja com problemas de planejamento, e problemas de distribuição de renda, para que consiga colocar todas ou quase todas as contas em dia, não hesite em procurar ajuda. Além de si próprio, estará ajudando todos os habitantes da sua região e do seu país.

E se você pode guardar o dinheiro ‘’extra’’, que tal utilizar o valor para aplicar em uma conta poupança, e deixá-lo como uma reserva. Caso o sinal vermelho apareça, estará pronto para encarar futuros problemas.

E não esqueça, o reajuste regional pode ajudar a economia do estado, região ou país. Porém, todos precisam fazer sua parte para caminharmos para longe da crise.

Por Fabiane de Barros Coelho

Salário mínimo



Salário Mínimo Regional São Paulo 2017


O percentual de aumento foi de 7,62%. Confira os valores de cada categoria.

Garantido pela Constituição Federal de 1988, o salário mínimo é registrado como o valor mínimo que um trabalhador deve receber por seus serviços a terceiros. Esse é um direito de regulamentado por lei e obrigatório em todo o Brasil. Esse valor é definido como uma quantia suficiente para custear as despesas básicas do trabalhador e seus familiares, como higiene, saúde, lazer, alimentação, vestuário e transporte.

Atualmente o salário mínimo nacional é de R$ 937,00, e é válido para o ano de 2017 em todo o território nacional. Mesmo que exista um salário fixado, alguns estados possuem o Mínimo Regional, ou seja, podem definir seus próprios salários mínimos desde não tenham valor abaixo do nacional.

No Brasil existem 5 estados que se utilizam do salário mínimo regional: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses estados o empregador deve pagar aos seus colaboradores o valor estipulado pelo mínimo regional ao invés do mínimo nacional. Os trabalhadores que recebem um valor menor do que o exigido pela lei, seja o salário mínimo nacional ou o mínimo regional devem procurar a justiça para reaver seus direitos.

No estado de São Paulo, a Assembleia Legislativa aprovou no mês de maio desse ano o projeto com objetivo de aumentar o piso salarial regional. A revisão do valor foi iniciada pelo atual governador Geraldo Alckmin, que propôs um reajuste de 7,62% e obteve apoio da assembleia.

Em 2016, o salário mínimo regional de São Paulo passou de R$ 905,00 para R$ 1.000,00. Este ano, com a modificação do valor, os trabalhadores passaram a receber R$ 1.076,20. Antes o salário mínimo era reajustado já no primeiro dia do ano, mas desde 2016 a alteração só é efetivada em abril.

Com a adaptação, passaram a receber R$ 1.076,20 os trabalhadores domésticos, agropecuários e pescadores; trabalhadores do setor de limpeza, manutenção e conservação de locais públicos, motoboys, cumins, barmen, pintores, encanadores, telefonistas, digitadores, joalheiros, chapeadores, marceneiros, pedicures, manicures, cabelereiros, entre outros.

O reajuste salarial não será efetivo para trabalhadores cujo salário é regulado por lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Os servidores públicos estaduais e municipais também não terão o salário alterado por esse reajuste, assim como os contratos de aprendizagem.

Quem antes recebia o salário de R$ 1.017,00 passou a receber R$ 1.094,50. Nesse grupo se enquadram os administradores dos ramos agropecuário e florestal, supervisores de compra e venda, de transportes e comunicação, entre outros.

Todos os anos o salário mínimo recebe um reajuste, também descrito na constituição, para manter o empregado possibilitado de arcar com o custo básico do consumo familiar. Quando o governo vai definir a porcentagem a ser adicionada ao salário atual, o desenvolvimento do PIB (Produto interno bruto) dos dois anos anteriores é avaliado, e a partir dele calcula-se as variações da inflação. É de acordo com o valor da inflação do ano anterior que as alterações do salário mínimo são definidas.

Apesar da crise, o salário mínimo nacional de 2017 cresceu em 10,67%, um pouco mais que o aumento da inflação. Independente do aumento do piso salarial, essa quantia ainda não é suficiente. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o brasileiro deveria ganhar quase 3 mil reais a mais do que o previsto por lei. Em abril de 2016 o salário mínimo era de R$ 880, quando o necessário seria R$ 3.716,77. Já em janeiro desse ano, o mínimo de R$ 937,00 parece muito pouco perto dos R$ 3.899,66 que o brasileiro deveria receber.

O salário mínimo é tudo o que cerca de 42,6 milhões de pessoas recebem no Brasil. Mais de um quarto da população acima de 15 anos depende somente desse montante para sobreviver. Essa porcentagem equivale a aproximadamente 31% das mulheres e 21% dos homens.

Por Andre Luis de Jesus Fonseca

Salário mínimo 2017



Salário Mínimo no Paraná em 2017


Em 2017 o salário mínimo do estado do Paraná foi reajustado em 7% seguindo o mesmo percentual aplicado ao mínimo nacional. As novas faixas salariais vão de R$ 1.223,20 a R$ 1.414,60.

O Governador do Estado do Paraná, Beto Richa, assinou o decreto reajustando o novo piso salarial no dia 12 de abril. Porém, o reajuste já está valendo desde o dia 1º de abril. O valor do reajuste seguiu as normas da Lei 18.766, criada em maio do ano passado autorizada pela Assembleia Legislativa do estado. As novas faixas de salário variam de R$ 1.223,20 a R$ 1.414,60. Esse percentual aplicado de 7% acompanha o salário mínimo nacional.

O reajuste do mínimo regional regulamentou o salário de quatro categorias profissionais que chegam a quase 1,5 milhão de trabalhadores, sem nenhum tipo de acordo coletivo trabalhista. Estas categorias definem-se na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), formando um grupo de acordo com as funções exercidas.

De acordo com Artagão Júnior, secretário de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, essa medida comprova o quanto o atual governo do Paraná está compromissado com a classe trabalhista que não tem seu sindicato e, portanto, não têm amparo de uma lei definitiva.

O Decreto PR NR.6.638/2017, determina que o novo piso salarial inclua todos os trabalhadores do estado, à exceção de funcionários do município e estado ou trabalhadores com salário definido por lei federal e profissionais que recebam seu piso salarial através de acordo coletivo de trabalho.

Quatro categorias profissionais foram beneficiadas pela lei vigente:

· Grupo I – Trabalhadores Agropecuários, Florestais e de Pesca. Eles estão inseridos no Grande Grupo 6 da Classificação Brasileira de Ocupações – Salário: R$ 1.223,20

· Grupo II – Trabalhadores do Serviço Administrativo e Serviços, Vendedores do Comércio de Lojas e Mercados e Trabalhadores na área de Reparação e Manutenção – Salário: R$ 1.269,40

· Grupo III – Trabalhadores da Produção de Bens e Serviços Industriais, que correspondem ao s Grandes Grupos 7 e 8 do CBO – Salário: R$1.315,60

· Grupo IV – Profissionais Técnicos do Nível Médio, pertencentes ao Grande Grupo 3 do CBO – Salário: R$ 1.414,60

Data Base

De acordo com o decreto que o governador Beto Richa assinou, a data base que reajustará o piso do mínimo regional será antecipada em um mês a cada ano, fixando-se assim:

– 1º de março de 2018

– 1º de fevereiro de 2019

– 1º de janeiro de 2020

Outra categoria que também foi beneficiada com a nova lei em vigor, é a de empregado doméstico. Com o reajuste de 7% (R$ 79,20), a classe passou de R$ 1.190,20 para R$ 1.269,40 em carteira, já a partir de abril/2017. O ganho do trabalhador doméstico foi de R$ 332,40, bem mais substancial em comparação ao salário mínimo nacional de R$ 937,00, a partir de janeiro/2017. O novo valor do mínimo regional está sendo pago desde maio/2017.

Tire algumas dúvidas sobre o salário do Empregado Doméstico no Paraná

1 – O patrão tem obrigação de reajustar o salário do empregado doméstico?

Sim. Nenhum funcionário doméstico no Paraná pode receber um piso inferior a R$ 1.269,40.

2 – O salário mínimo (federal) pode ser pago à doméstica do estado do Paraná?

Não. Funcionários domésticos de todos os estados que tenham o piso regional devem receber um piso maior. Visto que o piso regional sempre é de maior valor.

3 – Como posso manter a carteira do meu funcionário atualizada?

Sempre que precisar atualizar o reajuste salarial procure na página “alterações salariais” e faça as anotações cabíveis.

Por Ruth Galvão

Salário mínimo



Salário Mínimo 2018 – Novo Valor depende da aprovação de Temer


Lei de Diretrizes Orçamentárias é aprovada e define salário mínimo 2018. Michel Temer ainda precisa aprovar.

Por meio de anúncio oficial em 07 de julho, Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda, destacou que o governo irá propor o teto do salário mínimo fixado em R$ 979 para o ano de 2018. O valor atual é de R$ 937. O reajuste do salário mínimo aqui destacado será devidamente incluído na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018, que é a base para o orçamento do próximo ano. Sendo assim, as propostas em questão, incluindo o reajuste do salário mínimo, devem ser enviadas ao Congresso Nacional até o dia 15 de abril de 2018.

Um detalhe muito importante é que a correção do salário mínimo serve como base para nada menos que 45 milhões de trabalhadores em todo o país. O cálculo do reajuste é feito por meio da soma da variação do Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) do ano anterior, que é calculado pelo IBGE, juntamente ao resultado do PIB de dois anos antes.

Levando em consideração a regra de cálculo destacada acima, além da variação estimada para o INPC deste ano, que é de 4,48%, o ministro da Fazenda destaca que o salário mínimo deveria ser corrigido de R$ 937 para R$ 979. Outro detalhe importante é que o valor do salário mínimo proposto para 2018 é a mediana do resultado aguardado por mais de 100 instituições financeiras, sendo que essas instituições foram consultadas pelo Banco Central na primeira semana de julho.

Haja vista o grande recuo do PIB registrado em 2016, 3,6%, ano esse que serve de parâmetro para o cálculo do salário mínimo em 2018, segundo a regra destacada, a correção do mínimo para 2018 levará em conta apenas o valor da inflação de 2017. Portanto, vale ressaltar que não haverá uma alta real, ou seja, acima da inflação, para o ano que vem.

Ainda em 2016, o governo havia estimado que o teto do salário mínimo fosse ultrapassar a casa dos R$ 1.000,00 ainda em 2018. A expectativa, naquela época, era de que o valor seria de R$ 1.002,00 em 2018 e R$ 1.067,00 no ano seguinte. Porém, o cenário de recessão fez o governo voltar atrás e Henrique Meirelles destaca que as mais recentes projeções são: R$ 1.029 em 2019 e R$ 1.103 em 2020.

Por Bruno Henrique



Valor do Salário Mínimo Ideal em Junho de 2017 deveria ser de R$ 3.727


Valor do salário mínimo para sustentar uma família de 4 pessoas é 3,98 vezes menor que o ideal.

O Departamento Intersindical de Estatísticas e de Estudos Socioeconômicos, o Dieese, divulgou na última quinta-feira, dia 6 de julho, um dado muito interessante sobre a situação do salário mínimo no Brasil. Conforme a publicação, em junho de 2017 o ideal de salário base para se sustentar uma família de quatro pessoas é de R$ 3.727,19.

O que se vê atualmente, todavia, reflete um valor 3,98 vezes inferior ao divulgado. Isso porque, desde o dia 1º de janeiro, já entrou em vigor o novo salário mínimo de R$ 937, valendo esse para todo o período de 2017.

Em relação ao ano de 2016, o aumento identificado foi de 6,48%, com base no valor R$ 880 do mínimo naquela época. O cálculo de acréscimo, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, foi feito baseado na inflação.

Sendo assim, segundo o Dieese, em 2017 constatou-se o primeiro ano no qual o salário mínimo não atingiu o seu aumento real acima da inflação. O início do registro de cada série pelo departamento aconteceu em 2003.

Como é feito o cálculo do salário base ideal?

O Dieese divulga a cada mês uma estimativa do quanto seria necessário para atender as necessidades mais básicas de um trabalhador e sua família. Esse valor leva em consideração alguns fatores da Constituição, como alimentação, moradia, educação, lazer, saúde, higiene, vestuário, Previdência Social e transporte.

Sendo assim, o salário mínimo ideal é calculado com base em uma cesta básica que é a mais cara entre todas as 27 capitais. O valor mais alto registrado em junho foi na cidade de Porto Alegre, com R$ 443,66.

É importante constatar que, de maio para junho, teve queda a diferença entre o salário mínimo real daquele que é necessário. Sendo assim, no mês anterior, o valor ideal era de R$ 3.869,92, o correspondente a 4,13 vezes a importância do salário mínimo.

Sobre o Dieese

O Dieese foi fundado em 1955, da luta de dirigentes sindicais brasileiros. Seu objetivo é desenvolver pesquisas que atendam as demandas de todos os trabalhadores.

Atualmente, o departamento atua nas distintas áreas de: pesquisa relacionada ao mundo trabalhista, assessoria em negociação, estudos em políticas públicas e formação e educação sindical.

Kellen Kunz



Salário Mínimo Ideal – Valor em Abril 2017


Confira aqui o valor do salário mínimo ideal no mês de abril de 2017 segundo o Dieese.

Se você não está satisfeito com o valor do salário mínimo no Brasil, confira aqui os dados de uma pesquisa que revelam qual deveria ser o valor da menor remuneração no país.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor do salário mínimo no mês de abril de 2017 deveria ter sido de R$ 3.899,66. Essa estimativa foi realizada tomando-se como base os gastos de uma família composta por 4 membros.

O salário em vigor desde o 1º de janeiro para todo o ano de 2017 é de R$ 937. Assim, observa-se que a proposta do DIEESE é de que seria necessário aumentar o salário em mais de 4 vezes para que fosse suficiente para arcar com as despesas da família. Conforme prevê a Constituição da República Federativa do país, o salário mínimo deveria ser satisfatório para atender necessidades consideradas como básicas para os trabalhadores e familiares, quais sejam: previdência social, alimentação, transporte, moradia, lazer, educação, saúde, higiene e vestuário.

O cálculo que foi tomado por base pelo departamento foi o valor da cesta básica de maior custo de todas as 27 capitais do Brasil. No mês analisado, o preço mais caro foi da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: R$ 464,19.

O DIEESE divulga os dados mensalmente. Em março de 2017, o ideal era que o valor fosse de R$3.673,09. Desse modo, nota-se que a diferença entre o valor necessário e real aumentou.

O salário mínimo em 2016 era de R$ 880. Para conceder o aumento em 2017 foi aplicada apenas a inflação em 6,48%, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse ano é o primeiro, desde o início da série histórica do departamento, 2003, que não foi dado acréscimo acima da inflação. Desse modo, o trabalhador não adquiriu um aumento real, apenas no mesmo nível que a inflação.

De acordo com o órgão, o salário mínimo necessário no meses de janeiro e fevereiro era de R$ 3.811,29 e R$ 3.658,72, respectivamente. A alta mais recente foi em novembro de 2016, quando o ideal divulgado foi de R$ 3.940,41.

Conforme a pesquisa, a sexta básica mais cara após Porto Alegre está em Florianópolis, no montante de R$ 453,54.

Melisse V.



Salário Mínimo de 2018 pode ser de R$ 979


Valor do salário mínimo para o próximo ano poderá subir R$ 42.

O Ministério da Fazenda do Governo Federal anunciou a sua proposta para o salário mínimo do ano de 2018. O novo valor é de R$ 979. Atualmente, o salário percebido pelo trabalhador assalariado é de R$ 937. Assim, o aumento será de R$ 42. Essa previsão integrará o Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). Nesse documento, que deve ser encaminhado ao Congresso Nacional até 15 de abril (sábado), também constam as projeções para o piso salarial nos anos de 2019 e 2020, R$ 1.029 e R$ 1.103, respectivamente.

Com esse aumento de 4,48% em 2018, o governo está praticamente aplicando a inflação projetada em 4,5%, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já para os anos seguintes, a previsão de alta é de 5,11% para 2019, o que corresponde a R$ 50 e, para 2020, R$74 ou 7,19% de correção. Por trata-se de um projeto de lei, os valores podem sofrer alterações quando forem aprovadas no Congresso Nacional.

A projeção do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 e 2019 é de 2,5% para cada ano. A expectativa para 2020 é de 2,6%. Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é estimado em 4,5% para todos os anos.

O Banco Central do Brasil consultou uma centena de instituições financeiras na última semana a fim de sondar as estimativas do mercado com relação à economia.

Os valores divulgados são mais realistas do que em 2016, pois naquele momento havia a projeção de que o salário mínimo atingisse R$ 1.002 em 2018 e R$1.067 em 2019. Devido ao cenário de crise econômica e recessão no qual o Brasil vive, o reajuste do piso salarial nacional foi menor do que o programado.

O governo do presidente Michel Temer afirma estar focado com o ajuste fiscal. Para a equipe econômica, os números dos próximos anos são reflexos da crise financeira e política que, além de assolar o país em 2015 e 2016, prejudicou a arrecadação e causou retração na economia. Naqueles anos, o PIB sofreu retração de 3,8% e 3,6% respectivamente. Desde 1996, todos os setores da economia brasileira não registravam taxas negativas.

Melisse V.



Valor do Salário Mínimo em 2017 deverá ser de R$ 946


Reajuste do próximo ano deverá cobrir apenas a inflação.

Com o decorrer do ano de 2016, o Governo Federal já começa a fazer as perspectivas para o ano de 2017 e a uma das mais aguardas já está sendo veiculadas nos meios de comunicação do país, que é a previsão de reajuste do salário mínimo, que atualmente está fixado em R$ 880 e que segundo o que está sendo divulgado, passará a ser de R$ 946 no próximo ano.

Em termos de porcentagem este reajuste representará um aumento de 7,5%, correspondente a estimativa para a inflação gerada de janeiro até dezembro deste ano, mensurada por meio da análise do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Esta estimativa de reajuste do salário mínimo é oriunda do que está previsto na Lei de Diretriz Orçamentária (LDO), a qual foi enviada para o Congresso Nacional nesta última sexta-feira, dia 15 de abril de 2016.

Para fazer o cálculo do reajuste do salário mínimo levando em consideração a variação do Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação é preciso somar todas as riquezas obtidas pelo país nos dois anos anteriores. Contudo, o PIB brasileiro infelizmente sofreu um decréscimo de 3,8% no ano de 2015 e ao que tudo indica deverá encolher ainda mais neste ano de 2016. Desse modo, o reajuste deverá cobrir somente a inflação.

Em termos de comparação, do ano de 2015 para o ano de 2016 o reajuste do salário mínimo foi de 11,6%, uma vez que era de R$ 788 e passou a ser R$ 880.

Este aumento impactou diretamente cerca de 40 milhões de trabalhadores, aposentados e pensionistas que recebem o piso nacional. Segundo os dados oriundos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, esta medida deve impactar as contas públicas em R$ 30,2 milhões.

A regra que vigora atualmente para fazer o cálculo do salário mínimo, que considera o crescimento econômico do país e a inflação, é garantida por lei até o ano de 2019.

Já para os aposentados e pensionistas, esta regra tem validade somente para aqueles que ganham até 1 salário mínimo, pois aqueles que ganham mais de um salário mínimo recebem apenas o reajuste de acordo com a inflação.

De acordo com as estimativas do governo, cada R$ 1 concedido de reajuste no salário mínimo, implica em R$ 293,6 milhões em gastos assistenciais e previdenciários.

Por Adriano Oliveira



Salário mínimo pode ser de R$ 865,50 em 2016


Governo anunciou o reajuste do salário mínimo de 2016, que pode chegar a R$ 865,50, valor este que pode não ser o suficiente para a população.

O reajuste anual do salário mínimo parece não estar agradando tanto para o ano de 2016. O Governo anunciou, na última segunda-feira (dia 31), o aumento dos atuais R$ 788 para os R$ 865,50. O pagamento do novo valor começaria a ser feito no mês de fevereiro.  O salário é pago atualmente para cerca de 46 milhões de pessoas pelo Brasil.

Mas o que os governantes não divulgam é que esse salário será apenas uma correção baseada no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, um índice que é baseado na inflação do país. O valor reajustado para o próximo ano, embora esteja um pouco acima da inflação, pode não ser o suficiente para suprir a demanda de gastos dos aposentados. O Governo projeta que para o ano de 2019, poderá chegar a um salário mínimo no valor de R$ 1.029, prazo máximo onde esse tipo de correção baseado no IPCA valerá.

O Governo garante, no entanto, que esse valor proposto para o próximo ano ainda pode sofrer alguma mudança, baseado nos parâmetros do IPCA.

Previsões anteriores:

No ano de 2012, o Governo previa que o salário mínimo pudesse ultrapassar a barreira dos R$ 800 já no ano de 2015. Porém o crescimento do PIB ficou abaixo da projeção do Governo, resultando em um menor aumento do mínimo.

No entanto as previsões do ano passado para o mínimo de 2016 estão bem próximas do valor anunciado: em março de 2014, a estimativa era de um mínimo no valor de R$ 839,24, e em abril, o valor estimado era de R$ 854, valores bem próximos do anunciado na segunda-feira.

Resta saber se o aumento divulgado para o próximo ano será suficiente para suprir todas as necessidades dos aposentados, já que os índices de inflação atuais estão em alta, e o PIB em baixa.  Parece que o aumento anunciado pelo Governo não empolgou muito os beneficiários.

Por Patrícia Generoso

Salário mínimo 2016



Desoneração da Folha de Pagamento pode afetar Salário Mínimo


Valor do salário mínimo pode ser afetado pelas desonerações da folha de pagamento.

Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, anunciou que poderá faltar dinheiro para cumprir a política de reajuste do salário mínimo e isto está comprovado em um estudo feito recentemente.

E esta desoneração da folha de pagamento por parte das empresas poderá prejudicar bastante a política que visa manter a valorização do salário mínimo, através dos reajustes anuais.

O estudo técnico apresentado por Joaquim Levy mostra esta possibilidade e o ministro aproveitou para defender um projeto de lei que já foi enviado ao Congresso Nacional, pedindo que a carga tributária das empresas seja elevada, porém, seriam para as empresas que se beneficiam da desoneração da folha de pagamento.

De acordo com o resultado do estudo apresentado por Joaquim Levy, é preciso ficar alerta para o modelo de desonerações que vem gerando obrigações em um ritmo muito maior do que as evoluções das receitas, isso está gerando um problema que vem só crescendo, tendo que ser corrigido o quanto antes, para a situação não complicar ainda mais.

Outro problema seria o impacto negativo que seria gerado e afetaria diretamente o Orçamento da Seguridade Social, isso a médio prazo. Ainda de acordo com o estudo, isso estaria afetando até o projeto para valorização dos salários!

O que o ministro Joaquim Levy quis dizer com tudo isto é que no próximo reajuste do salário mínimo, vai faltar dinheiro.

Esta "desoneração" foi criada em 2011 e chegou para substituir a antiga contribuição patronal de 20%, que era calculada sobre a folha de pagamento das empresas.

O ministro ainda defende que "ligar o financiamento da Previdência ao faturamento, em vez da folha, tende a tornar fiscalmente insustentável uma política de valorização do salário mínimo".

O estudo foi publicado no site do Ministério da Fazenda e deixa clara a posição contrária do ministro em relação ao atual modelo de desonerações que, segundo o próprio ministro, custa cerca de R$ 25 bilhões aos cofres do Tesouro Nacional.

Só que elevar as alíquotas para compensar esta desoneração não vai ser nada fácil, já que no Congresso Nacional há uma grande resistência a este projeto. O Governo até já enviou uma MP, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros, a devolveu.

Agora o Governo tenta um acordo rápido para conseguir a aprovação do seu projeto ou ao menos, parte dele.

Por Russel



Maiores Salários Mínimos do Mundo em 2015


Confira aqui os valores dos maiores salários mínimos do mundo neste ano de 2015.

Você já deve ter se perguntado que países têm os maiores salários mínimos do mundo, ainda mais, com o salário do Brasil, estipulado em R$ 784,00 por mês.

Para se ter um salário consideravelmente alto, é preciso que os países, além de serem exemplos na garantia de um trabalho justo, tenham leis e políticas que regularizem o valor mínimo base registrado na Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Abaixo, listamos os dez países que lideram o ranking. O Brasil, por sua vez, ficou na 42ª posição.

  1. Luxemburgo: Desde 2011, Luxemburgo passou a ter uma estrutura salarial. Isto significa que, o salário mínimo do país considera, além da experiência desenvolvida pelo trabalhador, a idade e período de trabalho. Assim, aqueles que têm mais de 18 anos de idade, recebem no mínimo US$ 10,7 por hora, o equivalente a R$ 4 mil mensais. Outro fator interessante no governo de Luxemburgo é que trabalhadores qualificados ou experientes têm aumento em 20% no salário mínimo.
  2. França: Neste país, os empregados recebem de acordo com a carga horária trabalhada, que deve atingir 152 horas mensais. Dessa forma, cada pessoa recebe 10,6 dólares por hora, o equivalente a R$ 3,7 mil mensais.
  3. Austrália: O país, situado na Oceania, é o que melhor paga os trabalhadores, que recebem cerca de US$10,20 dólares australianos por hora. Ou seja, um cidadão australiano recebe em média R$ 3,7 mil por mês.  Além disso, estagiários, aprendizes e trabalhadores juniores também têm salário regulamentado.
  4. Bélgica: Na Bélgica, uma lei de salário mínimo entregou em vigor em 2012. Os que têm mais de 21 anos recebem salário de R$3,8 mil mensais.
  5. Holanda: Apesar de ter carência de mão de obra, a Holanda detém um salário mínimo de R$3,9 mil por mês.
  6. Irlanda: Na Irlanda, os trabalhadores recebem R$3,5 mil mensais e, 9 dólares por hora trabalhada.
  7. Nova Zelândia: No país vizinho da Austrália, os empregados recebem, no mínimo, US$8,60 dólares por hora trabalhada, o que totaliza R$3,3 mil mensais.
  8. Reino Unido: Desde 2011 uma nova lei vigora no Reino Unido. Maiores de 21 anos de idade recebem R$3 mil mensais e US$7,90 por hora.
  9. Canadá: Cada província do Canadá possui um valor específico de salário mínimo, variando de 9,95 a 11 dólares canadenses. Assim, os canadenses chegam a receber R$3 mil por mês.
  10. Estados Unidos: No país o valor do salário mínimo é de US$ 7,1 por hora, o que dá US$ 1,2 mil por mês (cerca de R$ 2,7 mil).

História do Salário Mínimo:

Para aqueles que não sabem, o salário mínimo surgiu como forma de controlar a proliferação de estabelecimentos que apresentavam condições de trabalho deploráveis na indústria manufatureira. Naquela época, as indústrias empregavam um grande número de jovens e mulheres, porém, os remuneravam com salários bem mais baixos se comparado com de homens adultos. Sendo assim, o salário mínimo foi criado como forma de remunerar todos os trabalhadores de forma mais justa.

Por Andréa Ortiz


Salário Mínimo nos EUA – Valor está congelado há 5 anos


Proposta de Reajuste no salário mínimo nos Estados Unidos volta a ser debatida pelos especialistas. Valor do salário mínimo é o mesmo há 5 anos.

Há mais de 5 anos que o salário mínimo nos Estados Unidos está congelado, sendo que lá o valor é de US$ 7,25 por hora. E depois de tanto tempo sem reajuste, a população começa a se mobilizar reivindicando um aumento de salário, o que de acordo com vários especialistas, seria até uma forma de ajudar a melhorar a economia do país.

Em abril do ano passado, foi levado ao senado uma proposta de elevar o valor do salário mínimo nos Estados Unidos para US$ 10,10 por hora, porém, a proposta foi rejeitada e no restante do ano não se voltou a falar mais no assunto, porém, agora este ano começa a fortalecer novamente o movimento para um reajuste do salário mínimo por lá.

Mas a questão do aumento do salário nos Estados Unidos não seria apenas uma forma de melhorar a economia, mas também de melhorar a imagem do presidente Barack Obama, pois uma pesquisa realizada recentemente mostrou que para boa parte da população, principalmente a classe mais pobre, Barack Obama é o pior presidente desde a segunda guerra mundial.

Mas há alguns especialistas que olham para esta questão com um certo receio, pois se no ano passado, quando a economia dos Estados Unidos estava ruim, não foi aprovado um aumento para o salário, o que dizer agora então, quando a economia americana começa a dar sinais de melhora.

Em 2013, a economia dos Estados Unidos cresceu muito pouco, assim como no ano passado. Outro problema enfrentado por lá nos dois últimos anos foi o crescente número de seguro desemprego e o fato de que os empregos gerados eram de baixa qualidade.

A "curva de crescimento dos salários" se comparada com a "curva de crescimento dos lucros" apresenta-se como a mais baixa de toda a história americana.

Um grande número de pessoas que ainda estão na idade de trabalhar dependem do vale-refeição do Governo para terem uma alimentação mínima. Se esta ajuda foi criada para crianças e idosos, hoje ajuda a sustentar um bom número de trabalhadores desempregados.

Isto complica ainda mais o cenário, pois para um grupo de políticos, não se trata apenas de aumentar salário, mas principalmente, gerar novos empregos e que estes sejam de qualidade. Este debate gera uma expectativa de que o salário mínimo nos Estados Unidos continuará congelado, ao menos por mais alguns meses, ou pior, volte a ser novamente debatido somente no próximo ano.

Por Russel



Modelo de reajuste do salário mínimo será usado até 2019


Aumento do salário leva em conta o INPC e a variação dos PIBs dos anos anteriores

Foi anunciado nesta quarta-feira, 25 de março, a nova medida provisória adotada pelo Governo.   

A Medida Provisória 672 tem como principal objetivo a extensão de política de reajuste do salário mínimo nacional até o ano de 2019. A MP foi assinada na última quinta-feira, pela Presidente da República, Dilma Rousseff. Durante a reunião onde Dilma fez o anúncio, estavam presentes diversos representantes das bases sindicais.

Esta medida assegura o aumento do salário de acordo com a correção da inflação obtida no ano anterior tendo em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), somada à variação dos anos anteriores do Produto Interno Bruto.  

A Medida Provisória foi adotada após um acordo com senadores e também deputados dos setores aliados. A resolução positiva estava ameaçada segundo o vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Ambos acreditavam que a MP poderia ser descartada já que havia uma pauta de lei que assegurava até 2019 a fórmula do reajuste do salário mínimo das pessoas que usufruem da aposentadoria.  

Sobre a resolução adotada e a assinatura da MP, Dilma Rousseff afirma que a adoção da medida é necessária para que os trabalhadores possam ter uma vida digna e que o crescimento da economia do Brasil não deve ser feito em detrimento do trabalhador. Ainda acrescentou que esta MP é necessária para que o MPOG possa trabalhar com novos orçamentos ainda em 2015.  

Agora, com a Medida Provisória em andamento, Eduardo Cunha retirou o projeto da manutenção da fórmula do reajuste do mínimo para aposentados. Caso este projeto avançasse e conseguisse a aprovação, a Presidente do Brasil seria obrigada a vetar o reajuste próximo ao dia oficial dos trabalhadores (1° de maio), visto que se Rousseff optasse por aprová-la, a medida iria causar uma perda de R$ 16,4 bilhões nos cofres do país até o ano limite de adoção da MP.   

Por Melina Menezes

Salário mínimo



Poder de compra do salário mínimo é o maior dos últimos 50 anos


Segundo o Boletim Econômico Regional que o Banco do Brasil divulgou em Porto Alegre, as elevações reais dos rendimentos do trabalho foram determinadas, em parte, pela valorização do salário mínimo.

Em informação contida no boletim, lê-se que "a política de valorização do salário mínimo repercute sobre o poder de compra dos trabalhadores em geral e dos beneficiários da previdência social". Nesse contexto, é possível analisar elasticidades de distintos extratos de salários da economia relativamente a variações do salário mínimo. Também se vê que medidas dos aumentos reais dos rendimentos do trabalho exercem pressões sobre custos de investimento e produção.  

De acordo com o BC, não é surpresa o fato de que o rendimento real do brasileiro venha crescendo de ano em ano em todas as regiões do Brasil. "O poder de compra do salário mínimo em janeiro de 2015 é maior desde agosto de 1995, superado apenas pelo registrado no período de julho de 1954 a julho de 1965", ressalta a entidade monetária. Ou seja, o poder de compra do brasileiro com o salário mínimo chegou ao maior nível deste 1965, ou 50 anos. Por exemplo, de 2003 a 2013, os aumentos médios anuais desses rendimentos atingiram 3,1% no Sudeste, 3,5% no Sul, 3,7% no Norte, 4,3% no Centro-Oeste e 5,1% no Nordeste.

Na indústria as elevações reais dos rendimentos do trabalho não têm sido acompanhadas por aumento do pessoal ocupado. "Verifica-se que, de 2012 a 2014, a população ocupada (PO) na indústria diminui em todas as regiões, e o custo unitário do trabalho (CUT) aumenta", afirma o BC. Ainda de acordo com o documento, "nesse contexto, vale investigar em que medida os aumentos do CUT são influenciados pelos aumentos reais do salário mínimo".

O rendimento da população brasileira ocupada com renda de até um salário mínimo cresceu 52% mais do que o salário mínimo. São os números: 60% no Sudeste, 56% no Centro-Oeste, 49% no Sul, 48% no Nordeste e 36% no Norte.

Por William Nascimento

Sal?rio m?nimo



Venezuela terá aumento de 15% no salário mínimo


A crise no Brasil parece não ter fim, motivada, principalmente, pelos aumentos dos impostos e da inflação; mas quem parece estar sofrendo poucas interferências da crise brasileira é a Venezuela, que anunciou, a partir da última segunda-feira, dia 2 de fevereiro, um aumento de 15% no salário mínimo; o intuito é a proteção dos rendimentos da família trabalhadora na luta econômica, de acordo com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

O reajuste foi decretado em mensagem anual ao país feita na Assembleia Nacional nos meados de janeiro; outra medida em favor dos trabalhadores venezuelanos foi a implantação de um Bônus-Saúde destinado aos pensionistas, o qual será depositado na conta do cartão de pagamento mensal.

Ao que mais interessa, os valores reais do novo salário mínimo na Venezuela é o seguintes: 5.622 bolívares, o equivalente a 892 dólares, o que gira em torno de R$ 2.433,00, tendo-se em conta o valor atual do dólar de R$ 2,728. Com esse valor, a Venezuela aumenta ainda mais a diferença de valores dos salários mínimos em relação aos países da América Latina.

De acordo com pesquisa feita pelo "Gallup", a Venezuela está entre os dez países onde a população vive mais feliz, ou seja, a autoestima do povo venezuelano anda a todo vapor, o que contribui para que a economia cresça ainda mais, tornando-se exemplo para países como Argentina, Brasil e México.

Conforme aponta o Ministro do Trabalho e da Seguridade Social da Venezuela, Jesús Martínez, a revolução que houve no país faz com que já há 15 anos o desenvolvimento aconteça de forma progressiva e justa. Com uma média de aumentos no salário mínimo assustadora, o governo venezuelano aumentou, nos últimos 15 anos, 29 vezes o ganho da população.

Observado o ano de 2014, o salário mínimo integral na Venezuela registrou um incremento de 62,28% como parte da tática do executivo para proteger a população do contrabando e das sequelas da especulação, segundo aponta Nicolás Maduro.

Por Vinícius Cunha

Sal?rio m?nimo da Venezuela

Foto: Divulgação



Salário mínimo deverá crescer apenas 1,2% entre 2015 e 2018


Seguindo as regras e os anúncios feitos pelo novo governo da presidente Dilma Rousseff, o salário mínimo deve crescer pela metade este ano em relação aos outros anos. Entre 2011 e 2014, o salário mínimo cresceu equivalente a 2,9% ao ano, o que representa um reajuste acima da inflação. Mesmo assim o aumento foi abaixo dos já realizados pelos governos Lula e Fernando Henrique Cardoso (FHC).

De acordo com projeções feitas no mercado, o salário mínimo deve crescer apenas 1,2% entre os anos de 2015 e 2018 devido ao baixo crescimento que o país vem passando. A política tomada pelo governo é de que os reajustes serão feitos atrelados à expansão da economia brasileira, o que vem ocorrendo de forma baixa.

Do jeito que o cenário está apresentando, o governo Dilma deve ficar com valores abaixo de 2%, bem diferente dos 4,7% da época de FHC e de 5,5% na era Lula. Para colocar em valores mais práticos, é como se a moeda real subisse dos atuais R$ 788 para apenas R$ 807 em três anos. Claro que de acordo com o valor nominal, o aumento será maior por causa da inflação.

Esse tipo de cálculo foi adotado desde a época do governo Lula, em que a fórmula de reajustes está de acordo com os ganhos atrelados ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais a inflação. Ou seja, o aumento de 2016 será equivalente ao crescimento de 2014, o que a taxa ficaria em torno de 0% e 0,2%. O PIB deste ano será atrelado com o reajuste do salário mínimo de 2017 e assim por diante. Segundo analistas a tendência é que o país fique com uma taxa de crescimento este ano de 0,5%.

Especialistas explicam que o país ainda vai crescer pouco em 2015 por causa da alta dos juros para segurar a inflação e que acaba esfriando o consumo também. E, para segurar ainda mais os problemas econômicos do país, os ministérios da Fazenda e do Planejamento realizam cortes de gastos e elevação de impostos.

Por Carolina Costa

Dinheiro



Empresários querem contestar reajuste do salário mínimo no RS


O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, acolheu o pedido das centrais sindicais e encaminhou um reajuste do salário mínimo regional de 16% para a apreciação da Assembleia Legislativa. Aproximadamente 1,1 milhão de trabalhadores gaúchos tem salários atrelados ao salário mínimo regional.

O índice é superior ao concedido em 2013, que foi de 12,7%. Nos últimos 3 anos, o aumento tem sido acima da inflação. Desde 2011 o salário mínimo regional teve aumento real acumulado de 283%. Os sindicalistas comemoram.

Encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa, Gilmar Sossella (PDT), o projeto contempla uma segunda reinvindicação dos sindicalistas. Ele prevê que o aumento entre em vigor em 1° de janeiro, e não em maio, como vem ocorrendo nos últimos anos.

Isso provocou uma reação nas associações empresariais do estado, que podem ir à justiça contra a proposta, caso seja aprovada pela Assembleia Legislativa. A proposta deverá ser analisada em dezembro.

Essa não é a primeira vez que isso ocorre. Em 2001, a criação do salário mínimo estadual foi alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal e, neste ano, o pagamento de benefícios aos trabalhadores do comércio foi discutido no Tribunal de Justiça. Indagado, o presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços (Fecomércio – RS) admite a possibilidade de ir à Justiça,

Representantes da Fecomércio, Federação da Agricultura (Farsul) e Federação das Indústrias (Fiergs) se reuniram com deputados do PSDB e com Gilmar Sossella para demonstrar sua insatisfação com o aumento de 16% e afirmam que isso vai aumentar o desemprego e a informalidade.

O Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS), Guimar Vidor, em reação, afirma que os sindicalistas pretendem procurar os deputados na semana que vem, além de lotar as galerias da Assembleia Legislativa a partir de 16 de dezembro, data que o projeto deve entrar em votação.

O projeto já se encontra na Assembleia. Um dia após, a Procuradoria Geral do Legislativo indicou uma lei federal que proibiria alterações do piso do salário mínimo no segundo semestre de ano eleitoral.

Em resposta, Gilmar Sossella disse que essa controvérsia seria resolvida pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mas seu presidente, Heitor Schuch (PSB), disse que não se pronunciará e o projeto deverá seguir direto para o plenário.

Por Russel Hernandes



Empresários devem pagar até 1 salário mínimo para vagas de emprego de final de ano


Segundo uma pesquisa realizada pelo órgão SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 57,4% empresários brasileiros devem pagar até um salário mínimo por mês para vagas de emprego de final de ano.

Dos 138,9 mil postos de trabalho que serão criados até o fim do ano, 66% vão ser oferecidos e preenchidos pelo comércio. Enquanto as remunerações mais altas, de até dois salários mínimos, serão oferecidas e pagas por 24,4% dos empresários. Já em termos de duração, cerca de 62,2% das oportunidades irão durar três meses.

Vale observar que 623 empregadores foram ouvidos pela pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). 75,6% do total das oportunidades que serão oferecidas vão ser destinadas às vagas de Vendedor e Balconista, 31,8% delas para vagas de caixa, 24,6% para os cargos de Repositores e Estoquista. Com relação às chances de efetivação, a maioria dos empresários que participaram da pesquisa disse que não tem o interesse de efetivar os seus funcionários temporários ao encerrarem seus contratos no final do ano.

Quanto à carga horária, a maior parte dos empregadores, que são sete dos dez varejistas que oferecerão oportunidades de trabalho, procuram por pessoas interessadas nas vagas que estejam dispostas e disponíveis para trabalhar entre 6 e 8 horas por dia. Já a média de contratações, será cerca de três novos funcionários por cada uma das empresas que vão oferecer as oportunidades.

Entre as habilidades e aptidões mais valorizadas na hora de se candidatar a uma das vagas oferecidas até o fim de ano, cerca de 48,9% dos empresários que irão disponibilizar os postos de trabalho desejam observar dinamismo na postura profissional do candidato à vaga de emprego. Enquanto 37,8% dos empregadores querem funcionários responsáveis e esperam observar essa característica (responsabilidade) na postura profissional da pessoa.

E para finalizar a lista das características mais importantes que se deve apresentar para conquistar uma oportunidade de trabalho nesse fim de ano, é ter uma boa comunicação, que cerca de 28,9% dos empresários vão querer que o aspirante à vaga de emprego demonstre ter.

Por João Calvet



Alta do salário mínimo não compensará o aumento dos preços em 2015


Você já percebeu que todos os anos o salário mínimo tem um aumento, não é mesmo? Porém, você já verificou que o aumento do salário mínimo não compensa o aumento de preços? É isso mesmo. O salário mínimo sobe e os preços dos alimentos, petróleo, farmácia, etc, tudo sobe junto. Esse impacto não será compensatório no próximo ano.

O valor do Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 será negativamente impactado e o ganho do salário mínimo nos levará a acreditar que está cada vez menor. Antigamente, um trabalhador ia até o supermercado com R$ 100 e conseguia fazer as compras do mês. Hoje, se você for ao supermercado com esse valor pode ter certeza de que conseguirá comprar somente o básico da semana. Isto se dá porque temos juros altos e a inflação está no limite extremo.

Contudo, o cenário para 2015 é no mínimo preocupante, pois é grande a quantidade de trabalhadores que ganham um salário mínimo por mês e precisam fazer outros bicos para conseguir pagar todas as contas e trazer o sustento no fim do mês. Os cidadãos não estarão livres dos efeitos desses reajustes. Esse valor exorbitante das inflações é o que há de pior na economia, porque todos saem perdendo. Não só os trabalhadores, mas as empresas e até o governo.

Você pode estar se perguntando, por que esse ano o impacto não foi tão grande assim? Esse ano o impacto não foi muito alto por que o reajuste salarial compensou. Porém, isso não irá se repetir no próximo ano, pois haverá impacto na gasolina que interfere na vida de milhares de brasileiros que possuem carro e precisam dele para se deslocar até o trabalho. Isso irá afetar a renda familiar e em conseqüência alguns brasileiros terão de optar por outros recursos mais baratos. Claro que ter um carro é bom, porém, o custo em mantê-lo é alto no Brasil. 

Por Luciana Viturino



Dúvidas entre a equiparação do salário mínimo e a aposentadoria


Em época eleitoral muitas promessas são feitas. Uma delas, e que deixa muita gente confusa, é em relação ao salário mínimo. Isso leva a outras dúvidas frequentes como a equiparação salarial em relação à inflação e coisas parecidas, mas a verdade é que milhares de aposentados e pensionistas do Brasil não têm essa equiparação igual ao do salário mínimo.

Quem recebe mais de um salário geralmente tem um aumento sempre menor o que o faz perder ao longo dos anos o poder de compra atrapalhando as finanças e não sendo correspondido de acordo com tudo aquilo que o mesmo contribuiu por toda a vida.

O processo de desaposentação também é outro ponto pouco divulgado que gera muitas dúvidas e que muito se quer sabem do que se trata. A advogada Melissa Folmann, que é especialista em Direito Previdenciário, explica que tal processo é uma renúncia da atual aposentadoria, para que no futuro próximo o indivíduo possa se aposentar de forma mais vantajosa. Como, por exemplo, um trabalhador que se aposentou por tempo de contribuição e não por idade e continuou a trabalhar e a contribuir para o INSS, dessa forma no futuro ele pode pedir a desaposentação quando atingir a idade suficiente para na sequência solicitar novamente a aposentadoria onde seriam contemplados tanto o período de contribuição já citado quanto, nesse momento, a idade ideal.

Em relação à estabilidade para profissionais que estão próximos da aposentadoria, Melissa explica que se faltar até 12 meses para o trabalhador efetivamente se aposentar, ele entra no período de pré-estabilidade, isso pode variar de acordo com a categoria profissional do trabalhador, mas de forma geral um ano é o período que garante a segurança da estabilidade.

Ainda devido à época das eleições, Melissa alerta que ninguém precisa se preocupar se não puder votar, basta não deixar de se justificar. Quem for aposentado por invalidez, por exemplo, a advogada esclarece que não há vínculo entre o direito à cidadania, que é o seu direito/dever ao voto, e a aposentadoria por invalidez. Porém, ela alerta que o aposentado por invalidez não pode deixar nunca de comparecer ao INSS quando convocado para recadastramento, que é uma outra questão, isso sim pode prejudicar e até cancelar a aposentadoria.

Por Vivian Schetini



Desigualdade social volta a crescer no Brasil


Uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou simplesmente IBGE, mostrou que as diferenças financeiras entre classes sociais distintas voltaram a crescer. Segundo o instituto, a renda dos mais ricos cresceu mais que as dos mais pobres, embora esses últimos também tenham tido um leve crescimento ainda se encontram bem atrás dos mais ricos. Além disso, a pesquisa também constatou que a taxa de desemprego cresceu.

Com isso, a pesquisa chegou a uma conclusão um tanto alarmante: quase metade dos brasileiros sobrevive com até um salário mínimo. Essa é uma notícia bastante triste para o Brasil em si, pois mostra, mais uma vez, que o Governo Federal juntamente com os Estaduais e Municipais ainda possuem grande dificuldade em acabar com a desigualdade social e disparidade financeira entre os milhões de brasileiros.

O indicador que mede este tipo de cenário é conhecido como índice de Gini. A pesquisa do IBGE revelou que de 2012 para 2013 o indicador teve uma pequena piora. Para quem não o conhece, saiba que esse índice possui oscilação entre 0 e 1, dessa forma, quanto menor o índice melhor é a distribuição de renda no país. Em relação à distribuição de renda no Brasil, o índice passou de 0,496 para 0,498, ou seja, uma leve piora. Acompanhando as pioras, o índice de Geni responsável por medir as fontes de rendimento como, por exemplo, aposentadorias e transferências do governo acabou passando de 0,504 para 0,505.

Vale destacar que a pesquisa também constatou um leve aumento na renda média do brasileiro, isso de 2012 para 2013. Porém, grande parte desse crescimento ocorreu na parte de cima da pirâmide social, portanto, é uma contribuição para a desigualdade. Um bom exemplo disso é quanto à renda dos 10% mais ricos que subiu 5,7%, enquanto isso os 10% mais pobres observaram uma subida de 3,5%.

No aspecto geral, números absolutos, a renda também teve um aumento de 5,7%, passando de R$ 1.590 para R$ 1.681. No entanto, o número de residências que vivem com até um salário mínimo é de 44,8% entre os 60,8 milhões de domicílios com algum tipo de rendimento.

Por Bruno Henrique



Previdência Social deu início ao pagamento da 1ª parcela do 13º salário


Na última segunda-feira, dia 25, a Previdência Social, deu início ao pagamento da primeira parcela em relação ao décimo terceiro salário. Na mesma data também foram iniciados os depósitos em relação aos benefícios previstos para a folha de agosto para aqueles beneficiários que recebem até um salário mínimo. Os cartões contemplados nessa primeira fase são os de final 1.

No caso daquelas pessoas que recebem mais de um salário mínimo a informação é de que os pagamentos deverão ser iniciados a partir da data do dia 1° de setembro de 2014. Com relação ao pagamento referente ao mês de agosto o mesmo poderá ser sacado até a data limite de 5 de setembro.

Para a folha de pagamentos do mês de agosto a Previdência Social deverá transferir um valor estimado em R$ 13,9 bilhões para a economia dos municípios.

Toda essa quantia trata-se do pagamento da primeira parcela da gratificação natalina. De acordo com as informações divulgadas até o momento o número de beneficiários que terão direito ao abono em todo o Brasil poderá ser de mais de 27 milhões de pessoas.

No mês de agosto o valor a ser pago somará o total de 31 milhões de benefícios. Isso seria equivalente a cerca de R$ 29 bilhões. A explicação para essa disparidade apresentada entre a quantidade de benefícios da folha e o do abono ocorre porque não são todos os segurados que possuem o direito de receber o décimo terceiro salário.

Se a conta for feita levando em consideração a gratificação natalina o total que será apresentado na folha será de R$ 43 milhões.

Vale ressaltar um fator importante: nessa primeira parcela não haverá nenhum desconto com relação ao Imposto de Renda (IR). Conforme consta na legislação, o Imposto de Renda do décimo terceiro salário só será cobrado nos meses de novembro e dezembro. É exatamente nessa época em que será paga a segunda parcela do benefício.

O extrato mensal referente ao pagamento dos benefícios já se encontra disponível na página do Ministério da Previdência Social

Por Denisson Soares



Salário mínimo deveria ser de quase R$ 3 mil no Brasil


De acordo com informações explicitadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo do brasileiro deveria interligar ao valor exato de R$ 2.979,25 no mês de junho, para que as famílias conseguissem completar as precisões básicas que o cotidiano impõe a cada indivíduo.

Referente aos cálculos realizados pela instituição, a remuneração referenciada pelo menor valor deveria corresponder a R$ 724, o que não institui atualmente o salário mínimo do país, sendo evidenciado por uma quantia bem menor.  

As análises foram feitas e os estudos concretizados pelo estabelecimento, de acordo com o custo de cada cesta básica, foi evidenciado como a categoria “mais cara no mês”, a somatória de alentos de São Paulo.

A imposição constitucional que argumenta sobre o aumento do salário mínimo, designa que a remuneração favorecida a nação brasileira seja capaz de prover as obrigações fundamentais de um grupo familiar com aspectos essenciais ao desenvolvimento e sobrevivência dos mesmos, integrando indispensavelmente saúde, higiene, educação, alimentação, previdência, lazer, moradia, transporte e vestuário.

Concernente às cotações realizadas em vários estados que contribuíram com a avaliação dos preços em relação aos alimentos essenciais, foi detectado que a cidade de São Paulo é a qual emprega a cesta básica mais cara, resultando na adição de R$ 354,63.

A segunda cidade destacada ao maior valor, direcionado pelo item em contexto é Florianópolis, concretizando a soma total de mantimentos em R$ 353,76. Por conseguinte ao mesmo quesito a cidade de Porto Alegre, indicando a finalização de R$ 351,36. Porém, Florianópolis foi direcionada a cidade que mais atribuiu o aumento da totalidade estipulada à acessibilidade dos trabalhadores.

Realizando novas avaliações neste mês de julho, foi confirmado que das 18 capitas estudadas pelo Dieese, dez sofreram alterações nos preços, provocando expressiva diminuição para o bem da população. Em referencia ao mês de junho ante maio, as pesquisas efetivadas sugeriram alta de preço em 16 cidades, porém duas delas conseguiram reduzir gradativamente o valor expressado sendo elas João Pessoa favorecendo o abaixamento de 1,32% e Aracaju de 0,17%.

Por Lorena de Oliveira



Projeto prevê aumento do salário mínimo para R$ 779


Enviada ao Congresso Nacional a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que prevê salário mínimo de R$ 779, valor de R$ 35 ao comparar com a quantia atual (R$ 724). Apesar do aumento, o projeto não traz os R$ 800 que foram acordados entre trabalhadores e Dilma Rousseff.

Em termos de percentuais deve acontecer aumento de 7,7%, o que proporciona crescer a economia nacional em três por cento, conforme estimativas por parte do governo. Com tais valores o poder público deseja alcançar meta de inflação na casa de cinco por cento ao ano de 2015, de acordo com índices medidos no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Tal projeto segue ao Plenário e precisa de aprovação por parte dos parlamentares até antes da data do recesso parlamentar, prevista para 17 de julho. Não se pode ignorar o fato de que para 2015 acontece o último cálculo que leva a regra atual para corrigir a renda mínima (Inflação do período anual anterior adicionada ao PIB de dois anos anteriores).

Com o projeto, governantes indicam que esperam obter superávit primário de R$ 143 bilhões, quantia que serve para pagar os juros referentes à dívida pública. O valor se equivale em quase três por cento do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, soma dos bens e serviços produzidos no Brasil.

A meta do superávit deve ficar em torno de dois por cento do PIB, o equivalente em quase R$ 115 bilhões, ao levar na conta os aproximados 29 bilhões de abatimento aos fundos que se destinam ao PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

LDO servem para direcionar as regras da LOA (Lei Orçamentária Anual), sobre a origem e os objetivos dos recursos públicos usados por governantes. Seus números legais servem para direcionar o dinheiro usado no ano seguinte para serviços, obras, entre outras prioridades.

Por Renato Duarte Plantier

Proposta de novo sal?rio m?nimo

Foto: Divulgação



Suíça poderá ter o maior salário mínimo do mundo


O trabalho é algo extremamente essencial para o ser humano e está presente em nossas vidas desde o nosso surgimento até os dias atuais. Após as diferentes fases do trabalho, o mesmo passou a virar um emprego logo após a Revolução Industrial, sendo assim, os trabalhadores passaram a ser empregados e serem assalariados. A questão salarial varia de acordo com cada país, suas leis, bem como outros detalhes como, por exemplo, países subdesenvolvidos tendem a dispor de um piso salarial baixo.

Uma notícia que já “correu” todo o mundo é justamente quanto ao fato da Suíça ter organizado um referendo, em 18 de maio de 2014, onde através desse referendo será decidido se o país e irá dispor do maior piso salarial do mundo. Para quem ainda não sabe, a Suíça é um país localizado na Europa e também um dos mais desenvolvidos do mundo.

Em relação à votação no referendo é importante destacar que os suíços irão, por meio de votação decidir se o piso salarial do país passará a ser de 4.000 francos, o equivalente hoje a cerca de R$ 10.000. Esse é um valor bastante alto e, por isso vem ganhando bastante destaque em toda a imprensa internacional.

Uma das curiosidades em relação ao possível novo valor do piso salarial suíço é justamente quanto ao fato de que se o mesmo for aprovado será nada menos que 13,8 vezes maior que o valor brasileiro, que atualmente é de R$ 724.

Vale ressaltar que cerca de 90% dos trabalhadores suíços já ganham mais do que o piso salarial proposto, 4.000 francos, porém os empregadores afirmam que a proposta iria aumentar o rendimento em toda a economia suíça. Além disso, a proposta ainda tem o forte apoio dos sindicatos suíços, que usam como argumento o fato dos preços praticados no país, dessa forma, o ajuste do piso salarial seria uma necessidade.

É importante destacar que pesquisas já foram feitas em relação à opinião dos suíços sobre o ajuste do piso salarial, onde 52% estão propensos a rejeitar a proposta. Porém, no mês passado (março de 2014) outro instituto do país divulgou que esse mesmo percentual apoiava a medida.

Por Bruno Henrique



Informações sobre o novo salário mínimo de 2014


Em Dezembro do ano de 2013, o Plenário do Congresso aprovou a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2014. Além de estabelecer o valor do salário mínimo em R$ 724,00, previsto para vigorar a partir de 1º de janeiro, o texto estabelece o orçamento da União para o próximo ano. Para ser efetivada, a proposta de Lei ainda depende de sanção presidencial.

Segundo o Jornal do Senado, o relator-geral da proposta, Miguel Corrêa (PT-MG), afirmou ter remanejado recursos para garantir o valor do salário mínimo em R$ 724,00 e o aumento de R$ 1,10 em relação à proposta anterior, o que ocasionou um gasto extra de R$ 250 milhões. O valor proposto para o salário mínimo era de R$ 722,90 anteriormente. Hoje o mínimo é de R$ 678,00

Segundo o texto de Lei, o valor total do orçamento da União é de R$ 2,48 trilhões. Em 2013, o valor aprovado  foi de R$ 2,28 trilhões. Para 2014, R$ 654,7 bilhões serão destinados para refinanciar a dívida pública da União. Para a saúde serão destinados R$ 95,7 bilhões e para a educação R$ 82,3 bilhões.

A LOA 2014 estabelece um investimento público de R$ 900 milhões e não está previsto nenhum corte nas despesas com pessoal. Entre as negociações do orçamento para 2014, o Fundo Partidário fechou com mais R$ 100 milhões sobre a proposta original, totalizando R$ 364 milhões em investimentos. Segundo a Legislação, 95% deste fundo devem ser distribuídos entre os partidos políticos, de acordo com a proporção de cada um na Câmera. O Fundo partidário também teve destaque nas negociações de orçamento de 2012 e 2013.

De acordo com a proposta de Lei, haverá um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4%, a inflação prevista será de 5,3% segundo o índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a taxa de juros (Selic) média de 9,29%.



História do Salário Mínimo no Brasil


Por lei, os trabalhadores maiores de 18 anos com carteira assinada no Brasil devem receber pelo menos um salário mínimo. Esse direito trabalhista resulta das leis que chegaram ao país no final da primeira metade do século XX, regras instituídas por Getúlio Vargas.

No começo da década de 40, houve um primeiro decreto oficial que se relaciona com o salário mínimo no Brasil. De acordo com as regras legais, a maior quantia era paga aos trabalhadores do Rio de Janeiro (240 mil réis), capital do Brasil na época. Em São Paulo, a quantia iniciou em 220 mil réis.

Para fazer o cálculo dos valores na primeira tabela do salário mínimo brasileiro, se considerou a média salarial da região junto com o custo da cesta básica. Em 1943 aconteceu o primeiro ajuste de forma oficial.

No ano de 1979 a revisão do salário mínimo começou com uma revisão de modo mensal. Porém, por conta dos valores altos nos índices inflacionários da década de 80, o poder público instituiu uma ordem oficial para corrigir os valores anualmente.

Em 1946 houve a ordem oficial que considera o salário mínimo como os valores ideais para que os cidadãos possam promover o sustento de sua família. De 1951 a 1964, aconteceram reajustes de forma frequente na quantia mínima recebida por trabalhadores.

Depois do período houve golpe militar. Com generais no poder, o salário mínimo tinha política na qual apenas acontecia reajuste se a nação demonstrasse melhora nos índices do ciclo da produtividade. A conta considerou os valores da inflação, que na época era alta ao extremo. Por esse motivo que no regime dos militares o mínimo ficou em patamares baixos.

No ano de 1984 surgiu a união no valor do mínimo de forma federal. Em 2007 o salário começou a ser revisado de acordo com a inflação do ano anterior.

Por Renato Duarte Plantier



Salário Mínimo teria que ser de R$ 2.685,47, segundo Dieese


Quem depende do atual salário mínimo no Brasil sabe bem que este valor não é suficiente para suprir todas as necessidades de uma família. A novapesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) vem provar que realmente esse valor está defasado diante da quantidade de bens básicos que os brasileiros precisam adquirir.

Para chegar ao valor ideal do salário mínimo, o Dieese faz um cálculo medindo o preço dos produtos da cesta básica e assim conseguiu definir o valor que para o mês de agosto ficou em R$ 2.685,47.

Esse valor significa que o brasileiro precisaria ganhar 3,9 vezes mais do que os R$ 678 recebidos atualmente para poder ter acesso aos bens necessários.

Essa não foi a primeira pesquisa do ano, o Dieese realizou o mesmo estudo nos meses de maio, junho e julho e os resultados foram de R$ 2.873,56, R$ 2.860,21 e R$ 2.750,83, respectivamente.

O Departamento tem realizado essas pesquisas desde 1994 e em todos esses anos o salário mínimo esteve abaixo do esperado. O estudo de agosto foi divulgado pela imprensa no mesmo momento em que o Governo promete aumentar o salário mínimo para R$722,90, o que ainda estaria inferior ao salário ideal.

Sal?rio.



Cálculo para o reajuste do salário mínimo em 2015 pode mudar


Vence no próximo ano, 2015, a lei que regulamenta o ajuste do salário mínimo. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Dieese, o salário deveria ser de R$ 2.700,00. Também segundo informações divulgadas pelo Departamento, 48,2 milhões de pessoas possuem o vencimento ligado ao salário mínimo.

De acordo com os cálculos feitos pelo Governo, o brasileiro tem tido nos últimos dez anos um ganho real de 73,35% nos seus rendimentos. Este cálculo realizado leva em conta o crescimento do PIB e a inflação resultante do período de dois anos.

Este é um assunto polêmico, visto as discussões que gera. Uns admitem que o salário mínimo deveria ser calculado da mesma forma que vem sendo estipulado até agora, outros acreditam que a melhor forma de salvaguardar o ganho real seja mediante o controle rígido da inflação. Centrais sindicais e economistas estão em extremos opostos.

Os economistas são a favor do controle da inflação, isso porque um aumento importante do salário mínimo mexeria também na Previdência Social, sendo assim, defendem que esse controle seja feito e que as regras que atrelam o salário em função da inflação sejam revisadas.

Segundo o ponto de vista dos membros da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o cálculo não deve ser revisado nem alterado e afirmam que não irão aceitar qualquer tipo de mudança. Para eles, a mudança no cálculo seria um retrocesso considerando que o salário está no seu melhor momento.

Patrícia Palatieri, coordenadora executiva do Dieese, concorda que avanços na forma de calcular são importantes, mas que essa revisão não levaria a uma diminuição do ganho real. Ela acredita que as regras e a metodologia é que devem ser verificadas e que o valor do mínimo deve sim ser aumentado.

Embora existam discussões sobre o assunto, o Ministério da Fazenda afirma que esse reajuste e a forma de cálculo ainda não estão sendo discutidos.

Por Melina Menezes

Dinheiro

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Maioria dos aposentados recebem um salário mínimo


De acordo com a Associação de Servidores da Previdência e Seguridade Social, mais do que 70% dos aposentados do INSS ganham um salário mínimo por mês, quantia que vale R$ 724.

Sindicalistas dizem que o poder aquisitivo dos aposentados cai há tempos. Em termos reais a quantia da aposentadoria não segue os reajustes que acontecem no salário mínimo dos trabalhadores. Maior número de pessoas para de trabalhar e menos dinheiro há no sistema previdenciário para pagar a quem se aposenta.

A pesquisa da Associação de Servidores indica que dos 31 milhões de aposentados e pensionistas com cadastro no INSS, 21 milhões recebem um salário mínimo ao mês.  O grupo do estudo indica que essa quantia corresponde a 71,6% dos beneficiários do sistema previdenciário.

Não se pode ignorar o fato de que conforme outra pesquisa da Associação de Servidores, feita no ano de 2005, o valor de aposentados que ganhavam um salário mínio era de quase 68%. Em termos práticos, os líderes de sindicatos que representam aposentados se queixam da queda do poder aquisitivo a quem está na aposentadoria.

Warley Martins, presidente da COBAP (Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil), enxerga um futuro ruim ao sistema previdenciário. De acordo com o líder, nove em cada dez aposentados devem ganhar um salário mínimo do INSS no ano de 2025, caso o quadro atual não receba mudanças significativas.

Desde o ano de 1998, há 77,6% de queda no acumulado do poder aquisitivo de quem recebe valor superior a um salário mínimo. Se no ano de 2008 o aposentado recebia três salários mínimos, nos dias de hoje ganha um e meio. Exemplo de que a aposentadoria não segue ajustes conforme remunerações pagas aos trabalhadores.

Aposentados prometem não se calar até acontecer aumento real da aposentadoria do INSS, com ajuste referente ao aumento dos valores do salário mínimo. Também prometem permanecer na luta por maior equilíbrio de renda no Brasil, indica a COBAP.

Por Renato Duarte Plantier

Sal?rio m?nimo dos aposentados

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Dieese divulga Valor do Salário Mínimo Ideal


Depois de cair por 5 meses consecutivos, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) recalculou o valor ideal do salário mínimo e chegou em R$ 2.765,44. Para atender as necessidades básicas da família brasileira, o salário mínimo deveria aumentar 4 vezes e só assim estaria de acordo para prover ao brasileiro boas condições de sustento. Com mais de 48 milhões de pessoas dependendo desse valor e até mesmo com inúmeros concursos pagando um valor muito menor que aquele considerado ideal, este é mais um indicador de que mesmo como 6ª economia mundial, existem metas a serem cumpridas.

Com produtos e serviços cada vez mais caros, não é de espantar que o valor estipulado como mínimo não esteja de acordo com um padrão de vida se quer mediano. Em um país onde Educação e Saúde não possuem boa qualidade e nos forçam a adquirir recursos privados, nem é possível imaginar como essas mais de 48 milhões de pessoas fazem para manter seus recursos de comunicação atualizados, pois toda a verba disponível no mês precisa ser convertida em alimentação e moradia.

O salário mínimo ideal é calculado com base na cesta básica. Mesmo sendo 4 vezes menor, ainda assim o atual salário mínimo corresponde a compra de 2,23 cestas básicas, isso supera o poder de compra dos últimos 35 anos.

Em planilhas divulgadas pelo órgão da pesquisa, é desanimador ver que até onde a vista alcança, o salário nunca superou a estimativa. Pelo menos o novo reajuste ocorrido no início deste ano, com aumento de 6,78% em relação ao anterior, vai aquecer a economia brasileira em R$ 28,4 bilhões. 

Por Vinícius Leite



Reajuste do salário mínimo para os aposentados


Com o aumento no valor do salário mínimo em quase R$ 50, já que passa do antigo R$ 678 para R$ 724, quem tem muito a comemorar são os aposentados, isso porque uma boa parte recebe de aposentadoria um salário inferior ao mínimo.  

Na lista dos contribuintes que têm direito ao salário mínimo encaixa-se os cidadãos com mais de 70 anos, pessoas caracterizadas como inválidos, desde que recebam a Renda Mensal Vitalícia, a RMV como benefício previdenciário, no valor de um salário. No complemento de quem ainda tem direito a receber, estão idosos com mais de 70 anos e sem condições de auto-sustento, geridos pela Lei Orgânica de Assistência Social, (LOAS), além das pessoas portadoras de deficiência.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), o aumento no valor pago vai injetar aproximadamente R$ 28,4 bilhões na economia, sendo que o a somatória representa uma crescente de 6,78% em relação ao saldo depositado em 2013.

Se levarmos em conta apenas o Estado da Bahia, cerca de 80% dos aposentados baianos poderão ver em seu extrato um aumento real em relação ao que recebiam anteriormente, ou seja, o valor a ser recebido é um pouco maior que o pago em dezembro do ano passado.

Como o reajuste é algo desigual, uma parte passará a receber o valor do salário mínimo e com isso uma parcela dos aposentados quase nem perceberá o crédito. Assim que determinado o valor do reajuste, diversas queixas começaram a ser lançadas sobre a nova regra. Marcos Barreto, coordenador jurídico da Associação dos Pensionistas e Aposentados da Previdência Social (Asaprev), disse: “os que recebem acima do mínimo vão ter aumento de 5,7%. Vai chegar o dia em que todos os aposentados vão receber salário mínimo”.

Ainda no quesito contas do governo, o novo salário mínimo pago aos brasileiros acarretará em um impacto de R$ 12,8 bilhões nas contas da Previdência Social. Nas contas da Previdência, aproximadamente 21,4 milhões de contribuintes devem receber um salário mínimo. No montante total, os benefícios correspondem a 48,7%.

Por Paulo Dias

Salário mínimo dos aposentados

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Valor do novo Salário Mínimo pode ser maior em alguns Estados brasileiros


O primeiro dia do ano foi de boas notícias para grande parte dos brasileiros – cerca de 48 milhões de pessoas, afinal o novo salário mínimo nacional foi anunciado. Com aumento de 6,78%, o valor foi para R$ 724,00. Conforme o Estado brasileiro e a categoria profissional, o valor do salário mínimo pode ser ainda maior, pois há outros salários mínimos em vigor no Brasil. Tal medida deve implantar na economia cerca de R$ 28,5 bilhões, que refletirá em ganhos no comércio.

Em relação aos salários mínimos diferenciados, cinco Estados no Brasil possuem salários mínimos designados como regionais, que variam conforme a categoria profissional, são eles: Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

No Rio Grande do Sul, os empregados domésticos recebem atualmente salário mínimo de R$ 770,00, o qual será reajustado somente a partir de fevereiro. No Paraná, o salário mínimo dos domésticos (trabalhadores de atividades agropecuárias, florestais e pesca) é ainda maior – R$ 914,82, e será reajustado em maio.

Nos outros três Estados – São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro – o mínimo regional já foi reajustado, sendo de R$ 835,00 em SC, R$ 810,00 em SP e no RJ está em discussão, sendo cogitado o valor de R$ 802,00.

É necessário lembrar que, além do salário mínimo, há pisos mínimos referentes às categorias profissionais. Especialistas alertam que o empregado deve ficar atento, pois o empregador é obrigado a pagar o salário mínimo regional nos Estados onde está estipulado ou então os pisos e salários convencionais previamente definidos. Caso o empregado não receba o mínimo previsto, é necessário negociar. Se as negociações não tiverem êxito, recorrer à Justiça do Trabalho é a melhor opção.

Em órgãos como sindicatos, Ministério do Trabalho e Emprego, e Ministério Público do Trabalho é possível receber informações quanto aos salários.

Por Rafaela Fusieger

Salário Mínimo

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Valor do Novo Salário Mínimo em 2014


A partir desta quarta-feira, dia 1º de janeiro de 2014, deve entrar em vigor o novo salário mínimo no Brasil, que passará dos atuais R$ 678 para R$ 724. O valor de R$ 46 representa um percentual de 6,78% a mais que o salário de 2013 e deve injetar R$ 28,4 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Ainda de acordo com o DIEESE, os R$ 724 representam o maior valor pago (descontado a inflação) desde 1983.

O aumento é decorrente da aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2014, votada pelo Congresso Nacional na semana anterior ao Natal. A presidenta da república, Dilma Rousseff, assinou no dia 23 de dezembro e comentou o novo valor em sua conta na rede social Twitter.

O novo valor deve permitir a compra de 2,23 cestas básicas, representando também o melhor poder de compra desde 1979. Ainda assim, está longe de cumprir de fato a Constituição Federal de 1988, que deve assegurar ao indivíduo a garantia de necessidades básicas de sua família com saúde, educação, moradia, lazer, transporte, vestuário, alimentação, higiene e previdência social. Segundo o próprio DIEESE, o valor que consegue cobrir todas essas atribuições é de aproximadamente R$ 2.761,584 (valores do mês de novembro de 2013).

O novo salário deve ser sentido por 48 milhões de pessoas. A maior parte, 21,4 milhões de pessoas, é beneficiária da Previdência Social, que deve sofrer um impacto na folha de R$ 22,8 bilhões. Em seguida vem os 14,3 milhões de empregados e os 8 milhões de trabalhadores por conta própria.

Desde 1º de maio de 1940, durante o Estado Novo do presidente Getúlio Vargas, o salário mínimo passou a vigorar no Brasil, mas só passou a ser “mínimo” propriamente dito durante o governo de Fernando Collor, quando era comum, principalmente os servidores públicos, receberem menos de um salário mínimo. 

Por Manoel da Costa Jr



Novo salário mínimo para 2014


Na madrugada desta quarta-feira, dia 18, o Plenário do Congresso aprovou a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2014. Além de estabelecer o valor do salário mínimo em R$ 724,00, previsto para vigorar a partir de 1º de janeiro, o texto estabelece o orçamento da União para o próximo ano. Para ser efetivada, a proposta de Lei ainda depende de sanção presidencial.

Segundo o Jornal do Senado, o relator-geral da proposta, Miguel Corrêa (PT-MG), afirmou ter remanejado recursos para garantir o valor do salário mínimo em R$ 724,00 e o aumento de R$ 1,10 em relação à proposta anterior, o que ocasionou um gasto extra de R$ 250 milhões. O valor proposto para o salário mínimo era de R$ 722,90 anteriormente. Hoje o mínimo é de R$ 678,00

Segundo o texto de Lei, o valor total do orçamento da União é de R$ 2,48 trilhões. Em 2013, o valor aprovado foi de R$ 2,28 trilhões. Para 2014, R$ 654,7 bilhões serão destinados para refinanciar a dívida pública da União. Para a saúde serão destinados R$ 95,7 bilhões e para a educação R$ 82,3 bilhões.

A LOA 2014 estabelece um investimento público de R$ 900 milhões e não está previsto nenhum corte nas despesas com pessoal. Entre as negociações do orçamento para 2014, o Fundo Partidário fechou com mais R$ 100 milhões sobre a proposta original, totalizando R$ 364 milhões em investimentos. Segundo a Legislação, 95% deste fundo devem ser distribuídos entre os partidos políticos, de acordo com a proporção de cada um na Câmera. O Fundo partidário também teve destaque nas negociações de orçamento de 2012 e 2013.

De acordo com a proposta de Lei, haverá um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4%, a inflação prevista será de 5,3% segundo o índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a taxa de juros (Selic) média de 9,29%.

Por Suellen Mota



Salário Mínimo 2014 – Planejamento do piso no Paraná


O Paraná é um dos Estados que é exemplo tanto na qualidade de vida, quanto nas suas vigências trabalhistas. O piso do salário mínimo é o maior de todo o Brasil resumindo em quatro categorias: agropecuária, comércio e prestação de serviços, indústrias e área técnica onde os valores variam entre R$ 882,59 a R$ 1.018,94 .

Para o próximo ano, já estão em debate o piso  baseado nos estudos técnicos do Observatório do Trabalho da Secretaria em parceria com o Departamento Intersindical de Estudos Econômicos (famoso Dieese) e do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social.

Segundo o Secretário do Trabalho Luiz Claudio Romanelli, a valorização do piso se deve ao extenso trabalho do Governador Beto Richa em relação às melhorias associadas à qualidade de vida. O projeto também tende a expandir ainda mais as ofertas de emprego regional.

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Principalmente na cidade de  Curitiba, esses números apresentam baixo índice de desemprego levando em consideração a indústria que  cresceu consecutivamente pela 22ª vez segundo pesquisa do IBGE.  Os números informados inicialmente estão na casa dos R$ 25 bilhões para o investimento do Programa Paraná Competitivo que tem como objetivo principal, nivelar por igual a questão social e econômica do cidadão paranaense. Grande exemplo para as grandes cidades brasileiras.   

Por Luciana Ávila



Valor ideal do salário mínimo


Em sua opinião, caro leitor, qual seria o valor ideal do salário mínimo no Brasil? Estipule um valor e que esse valor supra todas as necessidades básicas para se viver com dignidade.

Se você falou R$ 2.621,70, você acertou em cheio, pois segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) este seria o salário mínimo ideal e necessário para que o brasileiro supra todas as suas necessidades básicas.

O valor é três vezes maior que o salário mínimo atual, que hoje é de R$ 678. O valor do salário mínimo ideal é calculado mensalmente pelo Dieese e leva em conta os valores dos itens da cesta básica no período.

Isto só vem a confirmar as dificuldades que o brasileiro tem para sobreviver, pois viver e ser realmente feliz com o salário mínimo no Brasil é algo quase impossível.

Esta estatística (feita desde 1994) sempre mostrou a disparidade entre a realidade do brasileiro e a dignidade de viver com uma remuneração justa, pois desde a implantação do plano real no Brasil, no mês de julho de 1994, a estatística sempre mostrou uma grande diferença. Naquela época, o salário mínimo era R$ 64,79 e o ideal seria de R$ 590,33.

Estes valores sempre foram desiguais, sendo que no decorrer dos anos, o salário mínimo nunca acompanhou a alta dos preços e a inflação camuflada nos itens da cesta básica.

Este é o nosso Brasil, quando o ideal é R$ 2.621,70, o governo atual está fazendo propaganda sobre o próximo aumento, que está previsto para janeiro de 2014, quando o salário mínimo poderá passar a ser de R$ 722,90.

Por Rodrigo da Silva Monteiro



Dieese afirma que Salário Mínimo Ideal precisaria ser de R$ 2.685,47


Quem depende do atual salário mínimo no Brasil sabe bem que este valor não é suficiente para suprir todas as necessidades de uma família. A nova pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) vem provar que realmente esse valor está defasado diante da quantidade de bens básicos que os brasileiros precisam adquirir.

Para chegar ao valor ideal do salário mínimo, o Dieese faz um cálculo medindo o preço dos produtos da cesta básica e assim conseguiu definir o valor que para o mês de agosto ficou em R$ 2.685,47.

Esse valor significa que o brasileiro precisaria ganhar 3,9 vezes mais do que os R$ 678 recebidos atualmente para poder ter acesso aos bens necessários.

Essa não foi a primeira pesquisa do ano, o Dieese realizou o mesmo estudo nos meses de maio, junho e julho e os resultados foram de R$ 2.873,56, R$ 2.860,21 e R$ 2.750,83, respectivamente.

O Departamento tem realizado essas pesquisas desde 1994 e em todos esses anos o salário mínimo esteve abaixo do esperado. O estudo de agosto foi divulgado pela imprensa no mesmo momento em que o Governo promete aumentar o salário mínimo para R$722,90, o que ainda estaria inferior ao salário ideal.

Por Roberta Lopes



Salário Mínimo – Valor deveria ser R$ 2.561 em dezembro de 2012


De acordo com um estudo realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo do Brasil deveria ser de R$ 2.561,47 no mês de dezembro de 2012. Isso porque seria este o valor essencial para que os trabalhadores pudessem suprir as necessidades básicas pessoais e familiares.

O estudo foi divulgado na última segunda, dia 7 de janeiro, e foi feito com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica realizada no mês passado, que mostrou que o maior valor da cesta básica apurado era de R$ 304,90, no Estado de São Paulo. Assim, tendo por base o conceito de que o salário mínimo precisa ser capaz de garantir as despesas da família com educação, alimentação, saúde, transporte, moradia, previdência, higiene, lazer e vestuário, o Dieese efetuou o cálculo do valor correto para o salário mínimo. Com isso, o número alcançado foi que ele deveria ter aumentado 4,12 vezes, se comparado ao piso que está em vigor no território brasileiro: R$ 622.

No mês de novembro de 2012, o salário mínimo foi identificado como R$ 2.514, 09, o que corresponde a 4,04 vezes mais que o valor atual. Já em dezembro de 2011, o piso calculado apontou que o valor deveria ser de R$ 2.329,35, o que equivale a 4,27 vezes mais que o salário aplicado na época, de R$ 545.

Por Guilherme Marcon



Salário Mínimo em 2013


Anunciado no último dia 24, o reajuste do salário mínimo para 2013 será de 9%, elevando o valor de R$ 622,00 para R$ 678,00.

Com um acréscimo de R$ 56,00 na renda de aproximadamente 45,5 milhões de brasileiros, o governo espera que a economia seja impactada em cerca de R$ 32,7 bilhões, destes, R$ 15,9 bilhões retornando aos cofres públicos por meio de arrecadações tributárias.

De acordo com o Dieese, o valor ainda é muito abaixo das reais necessidades da população, que deveria receber um salário mínimo de aproximadamente R$ 2.600,00. Contudo, em 10 anos, verificou-se um aumento real de 70% no valor do salário mínimo que, segundo previsões do governo, deverá chegar perto dos R$ 1.400,00 em 2023.

O cálculo do reajuste do salário mínimo foi baseado no percentual do PIB (Produto Interno Bruto) do ano de 2011, que atingiu 2,73% e o percentual da inflação, medido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que foi de 6,1%.

Segundo a Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, a presidente Dilma fez questão de fazer o anúncio do reajuste do salário mínimo no dia de Natal como um incentivo ao povo brasileiro por seus esforços durante o ano de 2012.

Por Évelim Wroblewski



Salário mínimo do brasileiro deveria ser de R$ 2617,33


Todos sabem que o valor do salário mínimo brasileiro mal dá para o trabalhador se manter e sustentar a sua família e, para comprovar isso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociorconômicos (Dieese) fez uma pesquisa que constatou que o valor do salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 2.617,33, ou seja, 4,21 vezes maior do que o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 622,00. 

Este valor foi estimado baseando-se na constituição brasileira, no preceito de que o salário mínimo deva ser suficeinte para suprir os gastos do trabalhador e de sua família com alimentaçção, moradia, educação, saúde, transporte, vestuário, higiene, lazer e previdência social. 

No ano passado o valor estimado para o salário mínimo era de R$2.329,94, ou seja, 4,28 vezes maior do que o piso vigente na época, que era de R$545.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o trabalhador precisa trabalhar, em média, 95 horas e um minuto para conseguir comprar produtos alimentícios essenciais presentes na cesta básica. No ano passado esta jornada era de 94 horas e quatro minutos.

O Dieese apontou ainda que o trabalhador brasileiro comprometeu, no mês de outubro deste ano, 46,95% do seu salário com a compra de produtos da cesta básica. No ano passado este percentual foi de 46,48%, para a compra dos mesmos produtos.



Salário mínimo poderá ser de R$ 667,75 em 2013


O Governo Federal encaminhou recentemente para o Congresso o Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013. O projeto foi divulgado na sexta-feira (13/04). Entre as principais resoluções está a projeção de um salário mínimo no valor de R$ 667,75 para o ano que vem. Atualmente, o valor do salário mínimo é de R$ 622,00.

De acordo com o documento, a expectativa de crescimento é de 5,5% em 2013 (neste ano é de 4,5%), com um superávit primário em R$ 155,9 bilhões para o setor público. O valor foi calculado como 3,1% do produto interno bruto (PIB) projetado para o ano que vem.

Deste total do superávit, o esperado é que o Tesouro Nacional, o INSS e o Banco Central alcancem a meta de R$ 108,1 bilhões. Já para os Estados e Municípios, o valor estipulado é de R$ 47,8 bilhões. E a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, é de 4,5% de crescimento no ano que vem.

De acordo com a Constituição Brasileira, o Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias precisa ser encaminhada ao Congresso todos os anos, sempre no dia 15 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: Câmara dos Deputados



Pesquisa sobre a Média Salarial na área de E-Commerce


A Associação Brasileira de Recursos Humanos divulgou que faltam 40 mil profissionais qualificados na área de Tecnologia da Informação. Isso tem gerado uma valorização salarial nessa e em áreas afins, pois a estrutura do e-commerce exige a colaboração de diversos profissionais.

Sobre a média salarial nesse segmento do comércio eletrônico, seguem dados da pesquisa realizada pela Catho Online entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012.

A pesquisa foi realizada com 260 mil profissionais de 4 mil cidades em todo país e em 8 áreas envolvidas no e-commerce.

1 – E-business:

  • Diretor: R$ 17.110,43;
  • Gerente: R$ 8.680,37;
  • Supervisor: R$ 5.994,66;
  • Analista Sênior: R$ 4.211,36;
  • Assistente: R$ 1.134,02.

2 – Negócios Web:

  • Executivo de Contas: R$ 6.112,91;
  • Analista Pleno: R$ 3.505,75.

3 – Criação Web:

  • Web Designer Sênior: R$ 3.501,21;
  • Webmaster Pleno: R$ 2.405,40;
  • Revisor: R$ 2.062,72;
  • Estagiário: R$ 763,65;
  • Trainee: R$ 2.307,86.

4 – Web Development:

  • Gerente: R$ 7.087,71;
  • Analista Sênior: R$ 6.014,61;
  • Analista Júnior: R$ 2.153,83;
  • Assistente: R$ 2.019,40.

5 – Arquitetura e Informática na Web:

  • Supervisor: R$ 9.237,35;
  • Arquiteto Júnior: R$ 3.312,32;
  • Estagiário: R$ 1.173,74.

6 – Segurança da Informação:

  • Gerente: R$ 10.459,87;
  • Consultor: R$ 7.180,07;
  • Analista Pleno: R$ 3.923,09;
  • Analista Júnior: R$ 3.313,32.

7 – Programação Web:

  • Gerente: R$ 9.613,51;
  • Coordenador: R$ 6.383,27;
  • Programador Sênior: R$ 2.811,39;
  • Analista Pleno: R$ 3.816,23;
  • Trainee: R$ 1.335,87;
  • Assistente: R$ 1.335,87;
  • Auxiliar: R$ 932,84.

8 – Mídia Web:

  • Diretor: R$ 17.523,63.

Por fim, seguem dados de outra pesquisa da Catho sobre a média salarial de profissionais do segmento de e-commerce, com foco exclusivamente em São Paulo:

  • Diretores: R$ 17 mil;
  • Gerentes: R$ 8 mil;
  • Coordenadores: R$ 6 mil.


Aumento do Salário Mínimo


O salário mínimo vem modificando de valor ano após ano. Desde a mudança para o Real, a remuneração dos trabalhadores foi aumentando frequentemente em pequena escala. Mas esse aumento no valor do salário não é por acaso, isso faz parte de um programa oferecido no plano Real, onde a moeda brasileira receberá modificações até o ano de 2015.

Depois do ano 2000, os aumentos ficaram "mais altos". Em 1994 o salário chegou a subir duas vezes, porém sem grande potencial, saindo de R$ 64 e chegando a R$ 70. Nessa época, onde o salário ainda era muito baixo, a maioria das pessoas conseguia viver com o seu salário, mas a cada aumento o consumidor foi percebendo que quase não adianta o dinheiro extra. Isso acontece porque os cálculos dos impostos são baseados no valor do salário mínimo, ou seja, quanto mais ganhamos mais temos que contribuir.

Para termos uma melhor noção do aumento de salário, em 2002 o ordenado estava na casa dos R$ 200 e hoje, 10 anos depois, o salário já está em R$ 622 e promete não parar por aí.

Como dito acima, o governo brasileiro implantou um programa de desenvolvimento onde o salário será aumentado até 2015, a pretensão do governo é que o salário chegue à casa dos R$ 800 até o fim do programa.

Fonte: Portal Brasil

Por Matheus Nogueira Camargo



Novo Salário Mínimo de São Paulo é aprovado – Valores


Entra hoje (01) em vigor o novo salário mínimo do estado de São Paulo. São quase 8 milhões de trabalhadores beneficiados que deverão receber os novos valores no início do mês de abril.

Geraldo Alckmin, que é governador paulista e autor do projeto, deve sancionar o mesmo na semana que vem. O projeto visa o aumento das três faixas do piso regional e foi aprovado na terça-feira (28) na Assembleia Legislativa.

As três faixas salariais do piso regional variam conforme a ocupação do trabalhador. Na primeira faixa o aumento é de 15%, indo de R$ 600 para R$ 690.

Já na segunda, o valor é elevado de R$ 620 para R$ 700. Na última faixa do piso regional, a remuneração sobre de R$ 620 para R$ 710.

O reajuste em 2011 aconteceu no mês de abril. Para este ano, o governo paulista antecipou o mesmo em um mês.

A previsão é que em 2013, benefício entre em vigor em fevereiro. No ano de 2014, o reajuste deve acontecer já no dia 01 de janeiro.

Confira abaixo as três categorias do piso regional de São Paulo – 

Remuneração Categorias dos trabalhadores
R$ 690 trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, “barboys”, lavadeiros, ascensoristas, “motoboys”, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras
R$ 700 operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, “barmen”, pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de “telemarketing”, atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial
R$ 710 administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica


Reajustes nos pisos salariais de São Paulo


Foi aprovado em Plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no dia 23 de fevereiro, o Projeto de Lei 1/2012 do Executivo acerca dos novos pisos salariais.

De acordo com a proposta do novo projeto, o salário mínimo regional será reajustado conforme as categorias. Desta forma, cada piso passa a ter os seguintes valores: R$ 690 para trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários, trabalhadores florestais, pescadores, entre outros; R$ 700 para operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, operadores de máquinas da construção civil, de mineração e de corte e lavra da madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, costureiros e estofadores, pedreiros, entre outros; e R$ 710 para administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais.

O reajuste do salário mínimo no Estado de São Paulo foi de 15% sobre o valor de 2011, aproximadamente.

Por Débora Dacanal

Fonte: ALESP



Salário Mínimo – Maior valor real dos últimos 30 anos


O novo salário mínimo, cujo valor será de R$ 622, terá o maior valor real dos últimos 30 anos,  segundo estudo realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e divulgado no dia 27 de dezembro.

O reajuste injetará R$ 47 bilhões na economia brasileira a partir do próximo ano, provocando um aumento na renda de cerca de 48 milhões de pessoas; o que provavelmente contribuirá para aumentar o crescimento econômico, pois terá um crescimento no consumo médio das famílias.

O novo valor terá um poder de compra equivalente a 2,25 cestas básicas, o maior da história desde 1979 (32 anos). Ele entra em vigor a partir do próximo dia 1º, e representa um aumento de 14% em relação ao valor do atual salário mínimo, que é de R$ 545.

Apesar das críticas em relação ao aumento dos gastos da Previdência Social, que será de R$ 19,8 bilhões, o próprio Dieese afirmou que o aumento da arrecadação através de impostos superará o aumento dos gastos. Dessa forma, além da melhoria na qualidade de vida de milhões de brasileiros, o governo ainda irá arrecadar cerca de R$ 3 bilhões a mais.

Por Lucas Ferreira

Fontes: Agência BrasilUol



Reajuste do Salário Mínimo – Nova proposta para 2012


O salário mínimo passou a vigorar no Brasil no dia 1º de maio de 1940, durante o Governo de Getúlio Vargas e desde então veio sofrendo modificações.

Observe uma breve tabela dos reajustes:

– Julho de 1940 – $ 240$000;

– Outubro de 1960 – Cr$ 9.600,00;

– Maio de 1970 – Cr$ 187,20;

– Maio de 1985 – Cr$ 333.120,00;

– Maio de 1990 – NCZ$ 1.283,95;

– Abril de 2000 – R$ 151,00;

– Maio de 2005 – R$ 300,00;

– Janeiro de 2010 – R$ 510,00;

– Março de 2011 – R$ 545,00.

Atualmente o salário mínimo é de R$ 545,00, mas uma proposta de orçamento prevê um aumento de R$ 74,21 para o ano de 2012, passando a R$ 619,21.

O reajuste salarial é feito de acordo com a inflação do ano anterior e o desenvolvimento do PIB (Produto Interno Bruto ) dos últimos dois anos.

E quando o assunto é  inflação, podemos dizer que segundo a Fundação Getúlio Vargas, o índice IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) acelerou 0,43% em novembro, e em mais ou menos um ano o IGP-DI  variou 5,56%. 

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) avançou 0,53%. No setor de despesas está a Alimentação com 0,78% no geral com:

  • -3,84% para 0,05% para hortaliças e legumes;
  • -0,68% para 2,20% para frutas;
  • 1,15% para 3,20% para carnes bovinas.

Ao todo, todos os setores de despesas sofreram aumento. 

Para ler mais sobre o assunto clique aqui.

Por Vânia Beatriz Ruperti



Piauí – 41% da população sobrevive com 1 salário mínimo


42% dos piauienses, que corresponde a 1.908.912 de sua população, com idade de 10 anos ou mais, não tem nenhum tipo de renda e 41% da população se sustenta com até um salário mínimo por mês. Conforme dados apontados no Censo Demográfico 2010, com divulgação feita pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, informa o site www.180graus.com.

A pesquisa mostra que o Brasil apresenta uma desigualdade de renda muito expressiva, mesmo que tenha sido notada alguma redução nos anos anteriores.

Pedro Soares, do IBGE (Piauí), ressalta que em 2010, o indicador de pobreza era maior em municípios com porte médio.

No Estado, de 100 habitantes, 19 sobrevivem com uma renda de até R$ 70,00, este dado é superado pelo Maranhão como indicam pesquisas.

Outro aspecto que foi observado, é que na Região os homens continuam tendo um rendimento muito maior que a mulher, e esta diferença na renda acontece em municípios que contam com até 50 mil habitantes. Onde foi detectado que os homens recebem até 47% a mais do que as mulheres.

Muito tem que ser feito para que índices de igualdade, entre homens e mulheres, sejam apontados em pesquisas futuras.

Por Mônica Palácio



Dieese – Salário mínimo necessário para suprir as necessidades das famílias brasileiras – Maio de 2011


“Levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família (…) em maio, o valor do mínimo foi calculado em R$ 2.293,31”. Assim podemos resumir uma das conclusões a que chegou recente estudo do DIEESE sobre quanto deveria ser o salário mínimo do brasileiro no mês de maio deste ano, levando em consideração o preço da cesta básica em São Paulo.

O valor informado representa aquilo que seria necessário para que cada trabalhador deste país suprisse suas necessidades mensais de saúde, alimentação, lazer, transportes, previdência, educação, vestuário e higiene.  Por outras palavras, o brasileiro deveria receber cerca de 4,21 vezes o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 545,00.

Esse valor, de acordo com a tabela de atualizações do próprio Departamento, não está muito distante do registrado em abril de 2011 (R$ 2.255,84) e em meses anteriores.

Por outras palavras, com tal estudo é possível ter a noção clara de que o salário atualmente em vigor no Brasil é simplesmente irrisório, tendo em conta as reais necessidades de uma família, entre as quais aquelas que o Estado oferece de maneira precária (educação, saúde  e condições de higiene, por exemplo).

Por Alberto Vicente

Fonte: Dieese



Salário Mínimo Santa Catarina 2011 – Valor do Piso Salarial


Dando sequência a nossa série de matérias sobre as faixas salariais entre vários estados do Brasil, agora vamos falar sobre Santa Catarina. E temos novidades. Pois no dia 01 de março de 2011, foi aprovado na Assembleia Legislativa do estado que irá acontecer um reajuste de 07% no salário mínimo da região. O acordo firmado entre trabalhadores, empresários e também o governo do Estado, agora faz a faixa salarial passar de R$ 630 para o valor de R$ 730.

Agora vamos falar dos pisos salariais de algumas atividades especificas. Em Santa Catarina a divisão é feita por faixas, e na primeira delas encontramos trabalhadores como motoboys, empresas de pesca e aquicultura; também trabalhadores da agropecuária, turismo, construção civil, empregados domésticos, entre outros. Para tais funções a base salarial que era de R$ 587 passa a ser de R$ 630.

Na segunda faixa de salários, os quais tinham valores de R$ 616 e passaram a ter R$ 660, agregam os seguintes trabalhadores das indústrias de: fiação de tecelagem, vestuário e calçado, artefatos e couro, papelão, papel e cortiça, distribuidoras e vendedoras e empresas de administração de jornais. Passando para a próxima faixa salarial, vamos encontrar as atividades em indústrias de alimentação, cinematográficas, agentes autônomos, farmacêuticos, comércio em geral; que recebem um valor atual de R$ 695.

Na última faixa, o valor praticado anteriormente era de R$ 679, agora passará para vencimentos de R$ 730. Neste grupo estão trabalhadores atuantes de indústrias gráficas, de porcelana, de borracha, de joalheria, de condomínios residenciais, de metalúrgicas, materiais elétricos, entre outros. 

Por Oscar Ariel 



Salário Mínimo Rio de Janeiro 2011 – Valor do Piso Salarial


Muitas pessoas quando estão à procura de um emprego  sempre querem ficar por dentro de quanto é o piso salarial da sua função.  Pois bem, vamos aqui dar o início a uma série de matérias que contemplarão vários estados brasileiros sobre a faixa salarial entre algumas funções.

Primeiramente iremos abordar o estado do Rio de Janeiro. Na localidade a faixa salarial pode variar entre os valores de R$ 553,31 e R$ 1.484,58.

Agora ficaremos sabendo as funções e os seus vencimentos propriamente ditos. Quem recebe o valor de R$ 553,31, são trabalhadores de áreas agropecuárias e também florestais.

Caso esteja em cargos como empregado doméstico, trabalhe com manutenção, auxiliar de serviços gerais e afins, terá uma base salarial de R$ 581,88.

Na faixa dos R$ 603,31 até o valor de R$ 665,77, estão as pessoas que atuam em serviços administrativos, operadores de caixa, vendedores, fiscais, despachantes, cobradores de transporte, administradores, telefonistas, datilógrafos , contadores, entre outros.

Caso você tenha atuação em áreas como contabilidade de nível técnico, telecomunicações ou atue como professor de ensino fundamental, advogados, arquivista, contador, entre outras funções, poderão receber vencimentos que ficam entre o valor de R$ 782,93 até R$ 1.484,58.

Outra informação importante é que nesta primeira semana de março entrou em vigor a lei que reajusta o salário mínimo para o valor de R$ 545. O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que vai manter o índice de reajuste que foi estabelecido pela nossa presidente Dilma Rousseff.

Para conferir todas as informações sobre as funções e as faixas salariais, clique aqui.



Salário mínimo Brasil 2011 – e piso em SC, PR, RS, RJ, SP


Com a aprovação do novo piso regional paranaense no dia 1º de maio, todos os estados abaixo já tem definidos os seus pisos regionais para o ano de 2011. Seguem abaixo:



Salário de Empresários é Superior ao de Assalariados


Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalha que ser dono do próprio negócio é uma característica mais rentável entre a opção de ser assalariado.

De acordo com o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), realizado com base na opinião de quase 2,8 mil pessoas por todo o país durante os seis meses finais do ano passado, 25,31% dos trabalhadores recebem remuneração equivalente a dois mínimos – em alguns casos até mais.

O SIPS distingue que os trabalhadores por conta própria, bem como os microempresários com, no máximo, cinco funcionários, contraem montante duas vezes maior em relação aos ganhos dos assalariados. Para 54,59% dos pequenos empresários, os rendimentos superam dois salários-base mensalmente.

O sonho do negócio próprio, porém, não é a primeira alternativa almejada pelos desempregados em função do temor quanto ao processo de criação de uma empresa, sobretudo porque a concorrência é grande. Curiosamente, essa situação é até mais citada pelos empresários em relação às justificativas mais tradicionais: dificuldades de obtenção de crédito e altas taxas tributárias.

Para quem imagina poder fazer seu horário por ser dono do próprio negócio é melhor se atentar. Os empresários mencionam essa recorrência como um dos entraves à vida pessoal, além do fator férias, não acessível à maioria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento do Salário Mínimo para 2011 – Novo Valor


Após longas negociações, discursos carregados de ideologia e muita expectativa, o debate sobre o salário mínimo foi definido. O valor de R$ 545, pretendido pelo governo, realmente se confirmou, contrariando as intenções da oposição e das centrais sindicais que até aceitavam R$ 560, ante os R$ 580 de início.

Na economia, o impacto do salário representará, mensalmente, R$ 99 milhões e em termos anuais, R$ 1,328 bilhão para os municípios.

De acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios, é bem possível que o valor aprovado pela Câmara seja mantido pelo Senado, pois em 23 de fevereiro (quarta-feira) a matéria poderá ser debatida e votada em regime de urgência.

A principal inquietação, na visão de Ziulkoski, é justamente termos em torno da Lei de Responsabilidade Fiscal, a qual restringe despesas com pessoal e seus encargos em até 50% de toda a Receita Corrente Líquida.

Paulo revela que o número de municípios que poderão descumprir os termos em função da alta do mínimo aumentaria em aproximadamente 35,42%, grande parte da alta relacionada a municípios situados nas regiões Norte e Nordeste do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário Mínimo de R$545,00 é aprovado


A Câmara dos Deputados derrubou as emendas da oposição de R$600,00 e também a de R$560,00 para o salário mínimo. Sendo assim, por enquanto, o novo salário será o proposto pelo governo, R$545,00. Agora, a emenda vai para o Senado. Para o cálculo do benefício, conta-se a inflação acumulada no ano anterior e a variação do PIB dos dois últimos.

A lei do salário mínimo foi promulgada por Getúlio Vargas na década de 30 e seu objetivo era trazer o poder de compra ao trabalhador, que garantiria sua sobrevivência e a de sua família. No entanto, o salário foi perdendo seu valor devido à inflação e é difícil para o empregado manter suas necessidades mensais como alimentação, vestuário, educação e moradia com apenas esse valor. 

Por Flávia Yoshitani



Desempregados aceitam ganhar até um salário mínimo


Num país de tantas desigualdades, a tradicional pirâmide social reflete com precisão cada um dos problemas enfrentados por grande parte da população. No sentido socioeconômico, poucas pessoas têm ótima remuneração, enquanto muitos cidadãos possuem remuneração baixa ou estão desempregados.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que a ideia de receber um salário mínimo ainda é o grande “objeto” de desejo dos brasileiros em situação de desemprego. Para 40% dos sondados e enquadrados nessa disposição, receber uma remuneração igual ou abaixo do mínimo, que na época estava em R$ 540, é altamente viável.

De acordo com Marcus Amorim, técnico em Planejamento e Pesquisa do instituto, a média salarial do país, com base neste estudo, é baixa mesmo quando confrontada com as das economias de porte semelhante à brasileira.

Outras constatações nada agradáveis e relacionadas aos desempregados se referem, por exemplo, ao tempo em que a pessoa está fora do mercado de trabalho e a escassa qualificação profissional. Aproximadamente 45% das pessoas sem trabalho afirmam estarem em busca de uma oportunidade há mais de um semestre, fato que acarreta perda de contatos profissionais e baixa em suas habilidades.

A problemática relacionada ao desemprego afeta, sobretudo, jovens de 18 a 29 anos. Representando 30% dos consultados no levantamento, 54% afirmaram não ter atividade remuneratória na ocasião da entrevista.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil