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Queda no rendimento médio real dos assalariados em SP


Rendimento médio real dos ocupados na Região Metropolitana de São Paulo recuou em fevereiro de 2015, passando para R$ 1.903.

A Pesquisa de Emprego e Desemprego, a chamada PED, que foi divulgada no dia 29 de abril, destacou que o rendimento médio real dos ocupados na Região Metropolitana de São Paulo sofreu um recuo. A pesquisa aqui destacada concluiu que tal rendimento caiu 1,8% no mês de fevereiro, dessa forma, passando para R$ 1.903. A pesquisa foi realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

É importante destacar que a pesquisa teve como base os índices dos meses de janeiro, com isso, o recuo apresentado é em relação a janeiro de 2015. Além disso, a mesma também destacou que a renda média real dos assalariados também sofreu recuo. A queda neste caso foi de 1% no período considerado, passando para R$ 1.919.

Além disso, houve também uma queda na massa de rendimentos dos ocupados: 2,2%. Acompanhando o mesmo cenário de quedas, a massa de rendimentos dos assalariados registrou um recuo de 1,4%. Segundo os órgãos responsáveis pela execução da pesquisa, um dos principais motivos para tais quedas está relacionado diretamente com o recuo do rendimento médio real, bem como do nível de ocupação.

Já em relação à comparação com fevereiro de 2014, os números de quedas são ainda piores. A comparação com o mesmo período em 2014 mostra que a queda nos rendimentos médio reais dos ocupados foi de 6,3%, enquanto que os assalariados registram recuo de 5,7%.

Como já foi destacado nesta matéria, a pesquisa também destacou que a baixa no nível de ocupação também teve influência direta nas quedas registradas. Vale ressaltar que a taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo avançou de 10,5% para 11,4%.

Dessa forma, o número de pessoas que se encontram desempregadas na região passou para 1,246 milhão. Esse aumento foi consequência direta do aumento da procura de emprego.

Outro destaque bastante interessante da pesquisa é que houve demissões em três dos quatro setores acompanhados pela mesma. Apenas o comércio registrou nada menos que o fechamento de 41 mil postos. Já a construção registrou 10 mil demissões. A indústria fechou o período com 12 mil demissões. Em contrapartida, o setor de serviços gerou 41 mil vagas de emprego.

Por Bruno Henrique

Rendimento dos trabalhadores

Foto: Divulgação



Rendimentos da poupança deverão perder para a inflação em grande parte de 2015


Muitos brasileiros gostam de realizar o seu investimento através da Caderneta de Poupança, pois é mais seguro, porém, com menores taxas de rendimento do país.

No mês de janeiro de 2015 o rendimento da poupança foi pequeno, e os investidores perderam para a inflação, e isso deve acontecer mais vezes no decorrer do ano. O valor do rendimento da Caderneta de Poupança deverá voltar ficar atraente quando a inflação começar a diminuir, assim como os juros e as demais aplicações.

No mês de janeiro o rendimento da poupança foi de apenas 0,59%, sendo um índice muito abaixo do IPCA (Índice Oficial de Inflação). Em 2014 a poupança perdeu menos, pois ela teve o aumento de 7,5% nos últimos doze meses, mas esse número ainda foi abaixo da inflação que teve o aumento de 7,14%.

Existe a previsão que neste ano de 2015 a poupança renda cerca de 7,44%. De acordo com o IPCA existe a projeção do mercado onde a poupança deverá subir cerca de 7,15%, aumentando a cada semana. No ano de 2014 a estimativa era chegar a 6,53%, porém, o resultado real surpreendeu e foi maior como já descrevemos acima.

Os especialistas mencionam que a poupança já deu sinais de fraqueza no ano passado, e o cliente precisa entender que uma aplicação tão segura como a poupança pode ter rendimentos maiores.

Já existem muitas pessoas que decidiram realizar a variação dos investimentos para aproveitar a Selic (taxa básica de juros) de 12,25%. Quem pensa em comprar um imóvel pode ter essa como a melhor alternativa e com risco moderado.

Os principais investimentos que estão sendo escolhidos por essas pessoas que desejam ter rendimentos maiores do que a poupança são os fundos de multimercado que têm as aplicações de renda fixa e ações.

A expectativa é que a poupança continue rendendo pouco, e o investidor que desejar procurar por investimentos de renda fixa pode fazer isso através das LFTs (Letras Financeiras do Tesouro) que são vendidas pela Tesouro de Ouro. 

Por Yasmin Fernandes Robles

Investimentos



Rendimentos aumentam entre militares e funcionários públicos


O IBGE divulgou nesta semana dados que mostram a evolução nos rendimentos dos trabalhadores brasileiros.

De acordo com este estudo, os maiores ganhos foram para os militares e funcionários públicos com um aumento de 40,9%.

Este valor para as classes profissionais apresentadas acima ficou muito acima da média do rendimento no país que teve um crescimento de apenas 4,7%.

A única queda nos rendimentos no período entre 2000 e 2010 foi registrada para os empregadores com diminuição de 18,6%.

O IBGE analisou também a jornada de trabalho que ficou entre 40 e 44 horas semanais para 46% do total de trabalhadores, que representou um aumento em relação à última avaliação.

Enquanto isso, aqueles que cumpriam cargas horárias maiores diminuíram com redução de 17,3% para 12,7% de quem faz entre 45 e 48 horas e de 25,1% para 15,4% para aqueles que trabalhavam mais de 49 horas por semana.

Por Ana Camila Neves Morais



Demonstrativo de rendimentos do INSS via internet


Os beneficiários do INSS poderão consultar via internet o demonstrativo de rendimentos referente ao exercício do ano de 2009 a partir deste mês de março.

Os comprovantes estarão disponíveis para segurados cujo benefício mensal tenha sido igual ou superior a R$ 717,30, metade do valor do limite de isenção para os contribuintes com mais de 65 anos.

Os contribuintes também têm a opção de fazer o pedido através da Central 135. Cabe ressaltar que os dados cadastrais devem estar corretos e o endereço de entrega atualizado.

O endereço para a impressão do comprovante é www010.dataprev.gov.br e o segurado deve portar o número do CPF para consulta.

Fonte: Ministério da Previdência Social.