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ANS – Planos de saúde devem ter reajuste de 6,6%


Os consumidores brasileiros são constantemente bitributados.  O que significa esse termo, na prática? Pois bem, ao pagar impostos, a população destina parte de sua renda para as áreas da saúde, da educação, do transporte e tantas outras. Como nem sempre agradam, alguns optam por serviços particulares.

O caso da saúde é um dos melhores para ser citado, pois várias pessoas preferem qualquer plano mais simples a depender do sistema público. No entanto, este deve ficar mais caro em breve, segundo informações de um executivo consultado pelo jornal Correio Brasilienze.

Pelo visto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve reajustar os planos em 6,6%, índice que ultrapassa a taxa da inflação acumulada dos últimos 12 meses. Com isso, 7,8 milhões de conveniados terão de pagar um pouco a mais para ter acesso aos planos particulares.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ponderam que se a metodologia de reajuste anual emplacada pela ANS se mantiver, daqui a três décadas os planos de saúde terão ascendido pouco mais de 126% sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Infelizmente, nem o serviço privado é totalmente suficiente. Basta verificar em sites de reclamações as dificuldades de marcar consultas, realizar operações e outros procedimentos. Curiosamente, falta saúde para o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



Procon (SP) – Valor da cesta básica subiu 1,5% em abril


É de direito do consumidor acesso a transporte, moradia, saneamento básico, entretenimento e outros dispositivos ofertados pela Constituição do Brasil. No caso da alimentação, um dos casos, os paulistanos despenderam montante mais elevado para adquirirem a cesta básica no mês de abril.

Segundo dados divulgados pela parceria formada entre a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor da cesta subiu 1,5% em abril em comparação a março, de R$ 314,18 para R$ 318,88.

O levantamento revela que dos 31 produtos sondados no confronto mensal, 20 registraram valores mais elevados, nove diminuíram de preços e apenas dois nutriram os mesmos custos. Na variação mensal, os grupos Alimentação e Limpeza descreveram avanço em seus índices, de 1,55% e 2,60%, respectivamente. Apenas Higiene Pessoal recuou, para taxa negativa de 0,31%.

Os produtos que registraram maior elevação nessa base comparativa, delimitado o peso exercido sobre a cesta, foram a batata comercializada por quilo, cuja taxa subiu 1,38%, o feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), 0,15%, e o sabão em pó (pacote de 01 quilo), 0,15%, bem como café em pó papel laminado (pacote de 500 gramas), 0,13%, e leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), com avanço de 0,11%.

Em termos de valores, as maiores elevações foram sentidas na batata, uma vez que seu índice subiu 62,07% no período, no feijão, com aumento de 5,29%, no alho, de 4,89%, na cebola, de 4,47%, e no detergente, 5,88%.

No sentido oposto, as quedas mais cruciais foram registradas no frango, -6,68%, no arroz, -3,14%, no desodorante, -3,04%, no papel higiênico, -2,56%, e no absorvente, -1,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preços de medicamentos genéricos variam em até 986,95%


Sempre que uma doença aparece se faz necessário o uso de medicamentos prescritos por profissionais do setor da saúde. Deste modo, o consumidor geral corre imediatamente para farmácias e drogarias no intuito de adquirir o remédio. Muita atenção por aqui, pois nem sempre o primeiro estabelecimento apresenta os melhores preços.

Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinala enorme diferença de custos entre os medicamentos genéricos, dessemelhança que, por sinal, pode chegar a 986,95%. Isso mesmo!

O campeão dessa disparidade foi encontrado, de acordo com o levantamento, no Diclofenaco Sódico de 50 miligramas com 20 comprimidos. Enquanto num local o valor nem chegou a um real, mais precisamente R$ 0,92%, em outro foi encontrado por R$ 10.

A distinção de valores não foi tão elevada se destacados os medicamentos de referência. O Amoxil, ou Amoxicilina, de 500 miligramas com 21 cápsulas foi consultado em um estabelecimento e alcançou preço de R$ 20,86, mas ao percorrer um pouco mais a fundação verificou valor de R$ 49,00 em outro local, ou seja, diferença de 134,90%.

Uma dica é percorrer, quando há tempo disponível, as farmácias de sua região. Fazer um levantamento prévio, mesmo de medicamentos mais comuns que não precisam necessariamente de receitas médicas, tais como remédios para dores de cabeça, pode dar uma ideia se o preço vale o quanto é cobrado. Assim, quando um médico receitar algo o desespero é ser substituído pela razão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Novas taxas de juros dos bancos


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, adotadas pelo Banco Central (BC) em dezembro do ano passado, foram levadas adiante como tentativa de frear a alta da inflação. Por esse e outros motivos, mudanças no cenário econômico logo apareceram. Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) aponta que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal avançaram em maio.

O levantamento indica que no acumulado de 2010 a taxa média do empréstimo pessoal subiu 0,10%, bem abaixo do índice de 0,33% registrado no período de janeiro a fevereiro de 2010. Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Safra e Santander foram as instituições com os dados colhidos para o estudo.

A fundação Procon-SP assoalha que o cheque especial acumula, desde janeiro, taxa de 0,35%. Em todo o ano passado o índice chegou a 0,34%.

O HSBC modificou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,5% para 4,99% ao mês, alta de 0,49%. O Santander, de 5,63% para 5,99%, incremento de 0,36%, o Itaú de 6,38% para 6,41%, diferença de 0,03%, e o Bradesco, por sua vez, de 6,08% para 6,1% ao mês, avanço de 0,02%.

Diferente das instituições acima citadas, apenas o BB reduziu sua taxa de empréstimo pessoal, de 5,48% para 5,39% ao mês. Os demais bancos, porém, não alteraram seus índices.

Em relação ao cheque especial, os incrementos de taxas ocorreram na CEF, de 7,31% para 7,95% ao mês, no HSBC, de 9,8% para 9,95%, no Itaú, de 8,96% para 8,99%, no Santander, de 9,96% para 9,99%, e no Bradesco, de 8,83% para 8,85%. As outras instituições mantiveram os índices anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Cesta básica tem preço elevado para R$ 319,75


O consumidor do município de São Paulo continua sentindo no bolso o custo, semanalmente elevado, da cesta básica. Levantamento divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) exprime que o preço médio da semana passada subiu de R$ 319,73 para R$ 319,75 esta semana, diferença de 0,01%.
Dos três grupos avaliados, apenas Higiene Pessoal registrou baixa em sua taxa de variação, com índice negativo de 1,33%. Enquanto isso, nas categorias Alimentação e Higiene ocorreram acréscimos de 0,01% e 1,09%, respectivamente.
Os produtos que apresentaram maior elevação de preços na semana de 06 a 12 de maio foram sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), com alta de 3,13%, carne de segunda sem osso (quilo), 2,73%, sabão em barra (unidade), 2,63%, leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), 1,66%, e carne de primeira (quilo), 1,40%.
Por outro lado, as maiores quedas foram sentidas no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cuja taxa variou negativamente em 7,25%, batata (quilo), -4,42%, biscoito maizena (pacote de 200 gramas), -3,94%, margarina (pote de 250 gramas), -2,65%, e feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), -2,50%.
Dos 31 produtos sondados e presentes na cesta básica, 12 descreveram alta de valores na semana encerrada em 12 de maio, outros 17 delinearam baixa de preços e apenas dois ficaram inalterados.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preço da cesta básica aumenta em 0,20%


Dados divulgados pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que o custo da cesta básica no município de São Paulo avançou 0,20% na semana entre 29 de abril e 05 de maio em comparação ao período anterior. O valor anterior, de R$ 319,10, passou para R$ 319,73.

O único grupo a apresentar aceleração no índice de variação foi Higiene Pessoal, com taxa positiva de 3,08%. As categorias Limpeza e Alimentação delinearam recuo de 0,01% e 0,45%, respectivamente.

Os aumentos mais relevantes foram sentidos no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cujo índice avançou 8,95%; na margarina (pote de 250 gramas) e na batata (quilo), ambas com alta de 4,63%, alho (quilo), 3,75%, e salsicha avulsa (quilo), 3,37%.

De acordo com o levantamento, as maiores quedas foram registradas na dúzia de ovos branco, com decréscimo de 1,75%, no absorvente aderente (pacote de 10 unidades), -1,46%, na carne de segunda sem osso (quilo), -1,44%, no extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), -1,16%, e no leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), -1,09%.

O estudo também revela que dos 31 produtos sondados na semana em questão, 13 descreveram alta de preços, 12 recuaram e apenas seis mantiveram seus números.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Diferença de preços entre artigos de beleza pode ultrapassar 148%


O tema mais comentado desta semana é, seguramente, compras para o Dia das Mães. A poucas horas da comemoração, muitas pessoas ainda percorrem shoppings e comércios de rua na intenção de adquirir um presente de última hora, independente do valor a ser pago, ou melhor, sem a devida comparação de preços.

O 5º dia útil de maio, pelo calendário nesta sexta-feira, deve estimular a ida de pessoas aos shoppings, favorecendo inclusive o setor de serviços – lanchonetes, cinemas e afins. Para salientar ao consumidor os preços de artigos de beleza, a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) realizou uma pesquisa ainda no mês passado.

Utilizando como base de estudo depiladores, pranchas para cabelos e secadores, a fundação percorreu grandes lojas para tecer o necessário comparativo de preços. Uma prancha bivolt com temperatura máxima de até 210º foi encontrada por R$ 79,99 em um dos estabelecimentos físicos sondados, mas em outro o preço voou para R$ 199,00. Em percentuais, diferença de 148,78%.

Por essas e outras diferenças é que os consumidores precisam se atentar e não deixar para comprar presentes de última hora. De real em real é possível economizar o suficiente para até adquirir outros bens para si ou à família.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Procon-SP – Valor da Cesta Básica apresentou alta em São Paulo


Boa qualidade de vida não significa, necessariamente, ter dinheiro para adquirir todos os bens e serviços disponíveis. É trivial que os brasileiros tenham a seu favor uma série de componentes que tragam satisfação, então ilustrados na Constituição do país – acesso à moradia, saúde, diversão, alimentação etc.

A realidade, porém, é bem diferente em comparação à idealização. O salário mínimo, de R$ 545, é insuficiente para a realização de todos os pontos ideais, principalmente se relacionados alimentos. Prova destas poucas palavras é o valor da cesta básica no município de São Paulo, que na semana de 4 a 10 de março acumulou alta de 0,27% em comparação aos sete dias anteriores.

Com esse avanço, sinaliza a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o custo da cesta-base, como muitos preferem dizer, passou de R$ 310,25 para R$ 311,09. O grupo Alimentação representou avanço de 0,33%, assim como Limpeza, cujo índice cresceu 0,19%. A única baixa foi de -0,23% no grupo de Higiene Pessoal.

Desde o início de março, ressalta a fundação, a cesta básica no município acumula avanço de 1,24% e nos últimos 12 meses, de 7,76%.

Os produtos que apresentaram maior crescimento foram a batata, por quilo (5%), a cebola, por quilo (4,69%), o sabonete, unidade de 90 a 100g (1,59%), o macarrão com ovos, pacote de 500g (1,36%) e o frango resfriado inteiro, por quilo (1,19%). Por outro lado, as maiores quedas constadas ficaram por conta do creme dental, tubo de 90g (2,38%), do biscoito maisena, pacote de 200g (1,65%), da salsicha avulsa, por quilo (1,42%), do alho, por quilo (1,36%), e do desodorante spray, em embalagem de 90 a 100 ml (1,29%).

De todos os 31 produtos sondados no levantamento, 16 contraíram alta de preços, dez tiveram custos mais baixos e apenas cinco ficaram estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Palestra sobre dívidas no Procon SP


Muitas famílias, casais ou o ser individual enfrentam dificuldades para terminar o mês com a remuneração adquirida com muito trabalho e suor. A falta de planejamento pode acarretar, inclusive, em longos problemas a todos os envolvidos e, no caso de marido e mulher, até numa separação.

Para alimentar com consciência a saúde financeira do orçamento doméstico, a Fundação Procon-SP decidiu realizar uma palestra gratuita sobre o tema. A finalidade da conferência é a de incitar o consumidor a mudar seus atuais hábitos para evitar que o endividamento sofra acréscimo, ou seja, que venha a diminuir.

O conteúdo programático abordará assuntos como “Por que fazer orçamento doméstico?”, “Onde e como são gastos os recursos financeiros”, “Ser fiador”, “Renegociação de dívidas”, “Como limpar o nome”, entre outros.

Para acompanhar a palestra, com duração estimada de três horas e meia, basta se inscrever pelo telefone (11) 3824-7065 ou enviar um e-mail para o endereço cursos-procon@procon.sp.gov.br.

A palestra acontecerá no Auditório da Fundação Procon (Rua Barra Funda, 930 – sala 407) em 25 de fevereiro (sexta-feira).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Procon-SP – Grande diferença nos Preços de Medicamentos – Genéricos e Referenciais


A saúde requer uma série de cuidados para bem prosseguir, tais como adoção de hábitos alimentares saudáveis e práticas de esportes. Quando é necessária a prevenção ou cura para determinado sintoma ou doença, médicos recomendam utilização de medicamentos, mudança de costumes etc.

Estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) constatou entre os dias 3 e 5 do mês passado em 15 drogarias situadas na capital paulista variação de até 122,23% entre remédios de referência e de até 1.181,52% nos preços de genéricos, além de 52,41% entre um genérico e seu referencial.

Para o consumidor ter noção mais exata da discrepância, o Procon-SP tomou por base o Diclofenaco Sódico (20 comprimidos de 50 miligramas) entre os genéricos, que na Zona Sul do município era vendido por R$ 0,92 e na Zona Oeste, R$ 11,79.

O medicamento referencial relacionado pela fundação foi o antibiótico Amoxil (21 cápsulas de 500 miligramas), encontrado por R$ 22,13 em uma região da Zona Oeste e por R$ 49,18 em outro local da ZO, dessemelhança de 122,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



São Luiz do Paraitinga – Procon ajuda Vítimas da Enchente


Movimentos de solidariedade  à São Luiz do Paraitinga, que  sofreu com a enchente do início do ano,  tem aliviado o sofrimento de sua população.

Procon de Taubaté,  que atende a população daquela localidade,  solicitou às instituições de crédito, bancária, de comércio,  para que não insiram nos cadastros de devedores do SCPS e Serasa, os nomes dos luizenses vítimas da tragédia, que perderam seus documentos  e principalmente suas casas.

O Procon de Taubaté, que tem seu setor vinculado a Prefeitura de Taubaté,   funciona no Parque Dr. Barbosa de Oliveira, s/n, no piso superior da Rodoviária Velha.  E,fica aberto ao público das 7h às 16h para primeiro atendimento e até às 17h para protocolos, audiências e acompanhamento processual.  Para obter maiores informações  é só entrar em  contato pelo telefone (12) 3625 5115.



Oi lidera reclamações no Procon de Pernambuco


A operadora de telefonia celular “Oi” lidera os registros de queixas no Serviço de Proteção ao Consumidor da capital pernambucana (Procon-Recife). Das 333 reclamações feitas no mês de março, 29 delas foram feitas contra a Oi.

As queixas contra a operadora são as mais diversas, mas principalmente as relacionadas ao descumprimento do contrato de prestação de serviços e  cobranças indevidas.

Depois da Oi, os maiores números de reclamações são contra a loja de eletrodomésticos Eletro Shopping (24 queixas) e a rede de supermercados Wal Mart (antigo Bompreço), com 21 queixas. Em seguida vem empatados, com 13 reclamações, as Lojas Insinuante, o Banco Ibi e a administradora de cartões Hipercard.

Por: Alexandre de Souza Acioli



Cuidado com as faturas que recebe em casa que podem ter cobranças indevidas


Muitas pessoas recebem em sua casa faturas de serviços que não foram utilizados nem solicitados pelo consumidor e, muita gente acaba pagando estas cobranças por que não reparou nos detalhes da fatura.

O Procon alerta para que o consumidor observe todos os detalhes da fatura que recebe e se todos os serviços cobrados foram realmente utilizados. Cobrar serviços que não foram utilizados e nem solicitados é uma prática abusiva, passível de multa e indenização.

A multa, em caso de cobrança indevida, pode variar de R$ 200 a R$ 3 milhões, segundo o Procon.