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Provar – Preço no varejo online tem redução de 0,8% em maio


O varejo virtual cresce a cada dia. As melhorias no sistema de telefonia, que abrange também a internet, estimulam o avanço dos números de sites especializados em vendas de diversos produtos como eletroeletrônicos, artigos de perfumaria, vestuário e outros. A elevada concorrência entre as empresas online, por sinal, tem feito muito bem ao consumidor, que eventualmente encontra preços mais baixos nos chamados sites de e-commerce em detrimento às lojas físicas.

Dados sondados pela parceria realizada entre a Felisoni Consultores Associados e a Fundação Instituto de Administração (FIA), por meio do Programa de Administração do Varejo (PROVAR), revelam que em maio o índice e-Flation recuou 0,8%. Embora seja um dado positivo, revela-se negativo quando comparado a abril, uma vez que a taxa baixou 1,5% no período.

O levantamento pondera que as categorias CDs e DVDs registraram arrefecimento de 3,1% nos preços praticados no mês, movimento semelhante ao observado no grupo eletrônicos, cuja queda chegou a 2,4%, em livros, de -2,2%, em cine & fotos, de -2,1%, nos eletroportáteis, de -1,1%, nos perfumes & cosméticos, de -0,7%, nos brinquedos, de -0,3%, e no ramo da informática, queda de 1,1%.

As três categorias sondadas que representaram sentido inverso, no medidor, foram a linha branca, cujo incremento chegou a 0,1%, o segmento de telefonia & celulares, 0,7%, e os medicamentos, salto de 2,3%.

Cláudio Felisoni de Angelo, coordenador-geral do PROVAR, admite que a manutenção da deflação nos índices em questão é reflexo da maior variedade de sites de e-commerces, principalmente os de compras coletivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Procon (SP) – Valor da cesta básica subiu 1,5% em abril


É de direito do consumidor acesso a transporte, moradia, saneamento básico, entretenimento e outros dispositivos ofertados pela Constituição do Brasil. No caso da alimentação, um dos casos, os paulistanos despenderam montante mais elevado para adquirirem a cesta básica no mês de abril.

Segundo dados divulgados pela parceria formada entre a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor da cesta subiu 1,5% em abril em comparação a março, de R$ 314,18 para R$ 318,88.

O levantamento revela que dos 31 produtos sondados no confronto mensal, 20 registraram valores mais elevados, nove diminuíram de preços e apenas dois nutriram os mesmos custos. Na variação mensal, os grupos Alimentação e Limpeza descreveram avanço em seus índices, de 1,55% e 2,60%, respectivamente. Apenas Higiene Pessoal recuou, para taxa negativa de 0,31%.

Os produtos que registraram maior elevação nessa base comparativa, delimitado o peso exercido sobre a cesta, foram a batata comercializada por quilo, cuja taxa subiu 1,38%, o feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), 0,15%, e o sabão em pó (pacote de 01 quilo), 0,15%, bem como café em pó papel laminado (pacote de 500 gramas), 0,13%, e leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), com avanço de 0,11%.

Em termos de valores, as maiores elevações foram sentidas na batata, uma vez que seu índice subiu 62,07% no período, no feijão, com aumento de 5,29%, no alho, de 4,89%, na cebola, de 4,47%, e no detergente, 5,88%.

No sentido oposto, as quedas mais cruciais foram registradas no frango, -6,68%, no arroz, -3,14%, no desodorante, -3,04%, no papel higiênico, -2,56%, e no absorvente, -1,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Cesta básica tem preço elevado para R$ 319,75


O consumidor do município de São Paulo continua sentindo no bolso o custo, semanalmente elevado, da cesta básica. Levantamento divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) exprime que o preço médio da semana passada subiu de R$ 319,73 para R$ 319,75 esta semana, diferença de 0,01%.
Dos três grupos avaliados, apenas Higiene Pessoal registrou baixa em sua taxa de variação, com índice negativo de 1,33%. Enquanto isso, nas categorias Alimentação e Higiene ocorreram acréscimos de 0,01% e 1,09%, respectivamente.
Os produtos que apresentaram maior elevação de preços na semana de 06 a 12 de maio foram sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), com alta de 3,13%, carne de segunda sem osso (quilo), 2,73%, sabão em barra (unidade), 2,63%, leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), 1,66%, e carne de primeira (quilo), 1,40%.
Por outro lado, as maiores quedas foram sentidas no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cuja taxa variou negativamente em 7,25%, batata (quilo), -4,42%, biscoito maizena (pacote de 200 gramas), -3,94%, margarina (pote de 250 gramas), -2,65%, e feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), -2,50%.
Dos 31 produtos sondados e presentes na cesta básica, 12 descreveram alta de valores na semana encerrada em 12 de maio, outros 17 delinearam baixa de preços e apenas dois ficaram inalterados.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Diferença de preços entre artigos de beleza pode ultrapassar 148%


O tema mais comentado desta semana é, seguramente, compras para o Dia das Mães. A poucas horas da comemoração, muitas pessoas ainda percorrem shoppings e comércios de rua na intenção de adquirir um presente de última hora, independente do valor a ser pago, ou melhor, sem a devida comparação de preços.

O 5º dia útil de maio, pelo calendário nesta sexta-feira, deve estimular a ida de pessoas aos shoppings, favorecendo inclusive o setor de serviços – lanchonetes, cinemas e afins. Para salientar ao consumidor os preços de artigos de beleza, a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) realizou uma pesquisa ainda no mês passado.

Utilizando como base de estudo depiladores, pranchas para cabelos e secadores, a fundação percorreu grandes lojas para tecer o necessário comparativo de preços. Uma prancha bivolt com temperatura máxima de até 210º foi encontrada por R$ 79,99 em um dos estabelecimentos físicos sondados, mas em outro o preço voou para R$ 199,00. Em percentuais, diferença de 148,78%.

Por essas e outras diferenças é que os consumidores precisam se atentar e não deixar para comprar presentes de última hora. De real em real é possível economizar o suficiente para até adquirir outros bens para si ou à família.

Por Luiz Felipe T. Erdei