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PIB do Brasil só deve voltar ao Normal em 2019


Analistas acreditam que 2016 será o ano mais recessivo para o PIB Brasileiro. Recuperação deverá ocorrer só em 2019.

De acordo com especialistas, podem ser elencados uma série de fatores responsáveis pela derrocada da economia brasileira nos últimos anos: descontrole nos gastos públicos, crise política e diminuição do excesso de liquidez na economia mundial.

No entanto, é quase um consenso a opinião de que, diferentemente de outros momentos, a crise atual não pode ser atribuída a um suposto cenário de crise externa, e sim aos prórios erros econômicos e políticos do governo brasileiro.

PIB de 2013 somente em 2019

Segundo estimativas do relatório Focus (espécie de síntese das expectativas do mercado feita pelo Banco Central sobre a realidade da economia brasileira), a economia do país só deverá entrar nos trilhos no final de 2019.

A projeção é que nesse ano o PIB Brasileiro atinja o montante de R$ 5.512 trilhões de reais (valor correspondente ao ano de 2013), saindo, portanto, do maior quadro recessivo da história do país.

Ainda com base nas projeções da Focus, esse ano de 2016 será o mais recessivo, onde o PIB Brasileiro não deverá ultrapassar os R$ 5. 277 trilhões de reais.

A Crise Política

Sem dúvida, um dos fatores determinantes para essa realidade, segundo especialistas, é a crise política instalada no país desde 2015, ano de incertezas, de acordo com analistas.

Essa instabilidade teria provocado uma alteração na projeção do crescimento econômico brasileiro, que até então acreditava-se que se daria em 2018.

A perda do mandato da presidente da república, incentivada pela rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo processo de cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seriam uma espécie de pano de fundo para o maior quadro recessivo da economia brasileira desde o início dos anos 30, segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Retomada do Crescimento

O quadro agravou-se ainda mais após a retirada do grau de investimento do país em 2015, pela Standard & Poors (mais importante agência de classificação de risco de crédito no mundo).

O resultado, entre outras coisas, foi uma sensível queda do Real frente ao dólar, fazendo com que os analistas projetem um PIB de cerca de US$ 1,370 trilhões de dólares em 2019, em comparação com o ano de 2013, cujo valor em dólar era de US$ 2,387,00.

No entanto, analistas apontam o caminho para a retomada do crescimento da economia brasileira, que deve estar definitivamente atrelado a uma série de medidas, de ajustes fiscais (inclusive com a possibilidade, ainda distante, de aumento de impostos), ao equilíbrio do jogo político (a partir da definição do processo de Impeachment), além do controle da inflação e do aumento do nível de emprego, por meio de investimentos em setores estratégicos.

Vivaldo Pereira da Silva



Governo prevê redução de 2,44% no PIB


Caso seja confirmada a redução no PIB de 2,44%, será o pior resultado dos últimos 25 anos no Brasil.

O Ministério do Planejamento revisou oficialmente as previsões em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 e a taxa de inflação. Segundo informou o ministério, através do relatório de receitas e despesas do orçamento relativo ao quarto bimestre de 2015, neste ano o Governo espera uma redução de 2,44% no PIB. Caso este número seja confirmado, será o pior resultado dos últimos 25 anos. Em 1990, o PIB brasileiro contraiu 4,35%.   

Anteriormente, a previsão divulgada pelo Governo era de uma queda de 1,8% no PIB em 2015. Isso mostra que as condições de produção no país não melhoraram, aumentando a contração do Produto Interno Bruto. Os novos números anunciados pelo governo acompanham as estativa do mercado.

Especialistas financeiros previam uma queda de 2,7% no PIB para este ano e 0,8% para 2016, segundo informou recentemente o Banco do Brasil.  

O país havia entrado em recessão técnica em agosto, após a queda chegar a 0,7% no PIB dos meses de janeiro a março e retração de 1,9% nos meses de abril, maio e junho. O Governo também já admitiu que arrecadará menos em 2015 e 2016, devido ao fraco desempenho da economia. Anunciado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, este valor é de R$ 5,5 bilhões a menos no ano que vem.   

Já a inflação também teve sua estimativa ajustada. Agora, o Governo admitiu que a inflação oficial deverá ultrapassar a barreira dos 9% para 2015. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 9% para 9,29%.   

Pelo sistema atual brasileiro, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5% na inflação. No entanto, existe uma tolerância, que pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Sendo assim, a inflação deste ano deverá superar muito o teto do Governo, algo que não acontece desde 2003.  

Segundo o relatório de orçamento do Governo, a previsão de inflação sugere certa persistência em 2015, o que reflete o realinhamento dos preços administrados e a desvalorização do real perante outras moedas.

Por William Nascimento

Queda no PIB



Orçamento de 2016 está com grande déficit


Rombo no Orçamento de 2016 gira em torno de R$ 130 bilhões.

Após viver um primeiro semestre conturbado, a economia brasileira faz uma projeção de crescimento do PIB para o ano de 2016 com um déficit considerável. Segundo o governo, o orçamento terá um patamar 0,5% mais baixo, o que afetou diretamente na programação de receitas e despesas.

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator-geral do Orçamento, informou, segundo divulgação da Folha de São Paulo, que o rombo no Orçamento gira em torno de R$ 130 bilhões em comparação ao que foi estimado em abril do ano corrente, quando foi encaminhado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ao Congresso.

Na primeira estimativa a equipe econômica ainda tinha expectativa de crescimento do PIB em 1,3% para o ano seguinte.

As novas perspectivas incidiram diretamente nas receitas do governo, que reduziu em R$ 60 bilhões, assim como afirma o parlamentar. Contudo, as despesas obrigatórias (incluindo folha de servidores e gastos da Previdência), aumentaram em torno de R$ 80 bilhões.

O deputado afirma ainda que para cobrir o buraco, uma opção seria a recriação da CPMF, que poderia render aos cofres públicos R$ 60 bilhões. As medidas para amenizar os prejuízos geraram uma reação do setor produtivo e do Congresso, que ainda reluta contra um novo aumento de impostos diante do momento de recessão.

O parlamentar afirma que é preciso ver “como se perde menos”, se com uma carga tributária maior ou com um sinal que as contas não vão fechar.

Barros cita que ainda existe a previsão de receitas extraordinárias aproximadas em R$ 35 bilhões para o Governo. Trata-se de um programa de regularização de capitais que não foram declarados e que são mantidos no exterior.

O intuito é estimular o pagamento de impostos por parte das empresas que mantém esse capital no exterior de forma não declarada. Essa medida pode chegar a uma alíquota de 35%.

Deve haver votação no plenário do Senado a respeito do projeto que regulamenta o programa. Será de 180 dias o prazo proposto para regularização.

Por André César

Orçamento de 2016

Foto: Divulgação



PIB deverá recuar em 2016


Previsões indicam que em 2015 o PIB terá uma retração de 2,01%, e em 2016, uma retração de 0,15%.

Apesar dos esforços do Governo Federal para conter a crise econômica, parece que tal processo deve levar muito mais tempo do que se espera. Segundo o relatório Focus, o relatório do mercado financeiro, o Produto Interno Bruto do Brasil não irá retrair apenas em 2015, haja vista a expectativa é que em 2016 o mesmo também sofra um recuo. O relatório foi divulgado na segunda-feira, 17 de agosto, e, pela primeira vez, prevê retração do PIB em 2016.

Vale ressaltar que este resultado será algo extremamente prejudicial para a economia brasileira, caso o mesmo se concretize. Além disso, é importante destacar que se a previsão se tornar fato, esta será a primeira vez que o PIB brasileiro retrai durante dois anos consecutivos desde 1948, ano em que tivemos o início da série histórica.

Como já era esperado pelos analistas, o relatório Focus destacou que 2015 deve, de fato, apresentar uma retração do PIB. Tal retração deve ser de 2,01% em 2015. Um detalhe importante é que esta nova previsão trata-se da quinta queda consecutiva do indicador, o relatório Focus. A última previsão do referido relatório era um recuo de 1,97% para 2015. O possível resultado de 2,01% pode ser o pior em 25 anos, haja vista o recuo de 4,35% em 1990.

Já quando o assunto é o PIB de 2016, o mercado espera que o PIB registre um recuo de 0,15%. O resultado começa a ficar apertado para o ano de 2016, pois no início de 2015 a expectativa era que 2016 tivesse PIB com aumento de 1,8%. Portanto, após oito meses o mercado prevê um saldo negativo para o PIB em 2016.

A inflação para 2015, por sua vez, ficou estável em 9,32% segundo os dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Caso a expectativa seja confirmada, este será o pior resultado em 13 anos, haja vista o resultado final de 12,53% em 2002.

Levando em consideração a inflação prevista para 2016, o IPCA já destaca o segundo aumento consecutivo da mesma, sendo assim passando de 5,43% para 5,44%.

Por Bruno Henrique

PIB em queda



Expectativa de redução do PIB é de 1,8% em 2015


Expectativa de crescimento da economia para 2015 teve retração de 1,76% para 1,80% no início de agosto. Já para 2016 a expectativa é de que o PIB cresça apenas 0,20%.

O início de agosto não foi positivo para a economia brasileira. Saiba que o mercado financeiro voltou a baixar suas projeções quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto em 2015. Com isso, a expectativa de retração passou de 1,76% para 1,80%. Esse é um dado oficial do relatório de mercado Focus, um dos mais importantes do país. O resultado aqui destacado foi divulgado pelo Banco Central, assim como acontece em todas as manhãs de segunda-feira. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Vale ressaltar que o péssimo resultado não é exclusivo apenas de 2015. A projeção de recuperação para 2016 também não é agradável. Segundo os dados do mercado financeiro, o PIB deve crescer 0,20% em 2016, segundo consta no relatório da última segunda-feira, 03 de agosto. Apesar do resultado ainda estar positivo, é importante ressaltar que um mês antes essa expectativa era de 0,50%, ou seja, a projeção do crescimento do PIB 2016 já apresenta quedas.

Um dos principais vilões para esta expectativa tão baixa veio diretamente do Relatório Trimestral de Inflação de junho, haja vista o mesmo ter apontado uma piora quanto às perspectivas em relação à indústria. Neste quesito, o recuo do PIB passou de -2,3% para -3,0%.

O Banco Central destacou que essa piora é resultado de algumas reduções em diversos pontos de nossa indústria. Dentre as quais está a indústria de transformação que registrou nova baixa, passando de -3,4% para -6,0%. Além disso, a indústria de produção e distribuição de eletricidade, água e gás também registrou queda de -1,4% para -5,6%. O setor de serviços que estava registrando bons números em 2015 já passa a contar com recuo de 0,8%.

Outro destaque está quanto à dívida pública líquida do País. Segundo os analistas, a projeção é de que a relação da dívida líquida do setor público e o PIB deve fechar 2015 em 37%. Já para o ano de 2016, é esperado que tal relação alcance 38,5%.

Por Bruno Henrique

 

PIB



Estimativas para o PIB e a inflação pioraram no Brasil


Nova perspectiva para o PIB de 2015 é de uma retração de 1,7% e a alta da inflação foi para 9,15%.

Mais uma estimativa de queda na economia brasileira: uma pesquisa do Banco Central aponta que as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) voltaram a recuar, após uma semana de "trégua" na queda.  

Agora os economistas já divulgam a previsão de uma retração de 1,7% para este ano. Contrariando a expectativa de 1,5% divulgada na semana passada. Se for confirmada a previsão de queda para o PIB, este será o pior resultado obtido em 25 anos.

Dentre as maiores quedas, em 1990 houve uma queda de 4,35% no PIB. Para o ano que vem a estimativa de crescimento do PIB também não é otimista: caiu de 0,5% para 0,33%.

O PIB é uma média de todos os bens e serviços do território brasileiro, independente da nacionalidade e da renda de quem o produz. É uma forma de medir o comportamento da economia brasileira, e todos sabemos que a economia não anda bem. Por isso, a queda tão alta do PIB. Algumas projeções mais pessimistas chegam a citar uma queda de 2% para este ano.

Já a inflação continua em alta constante. Pela 14ª semana seguinte o índice continua em alta: agora passou de 9,12% para 9,15%. Para o final do ano que vem, a estimativa do IPCA (índice que mede a inflação do país), é de que a inflação atinja o maior patamar desde o ano de 2003, onde ficou com 9,3% de alta. A estimativa do governo para este ano é de uma inflação de 8,26%. A meta para o Brasil no ano de 2015 e 2016 é de 4,5%, mas com o atual intervalo de tolerância, o IPCA tende a variar entre os valores de 2,5% e 6,5%, o que não descumpre formalmente a meta. Com esse cenário, podemos ter uma inflação superando o teto do sistema de metas, o que não ocorre desde o ano de 2003.

Com a alta dos juros e da inflação, e a baixa do PIB, o governo deve lançar um pacote de medidas para tentar frear a queda da economia brasileira, se quiser tentar cumprir uma das promessas de reeleição do governo Dilma: o crescimento econômico do país.

Por Patrícia Generoso

PIB e inflação



Situação da economia brasileira em 2015


Previsão da inflação para 2015 é de 8,26%. PIB com retração para 1,18% e juros estão chegando a 13,25% ao ano.

A cada início de  mês os brasileiros ficam mais apreensivos e preocupados. Tudo isso se  trata não apenas ao dia do pagamento que está chegando, mas  sim da inflação que sobe  de maneira descontrolada.

Que o nosso salário não está dando para nada, isso todo mundo  já  sabe, é só chegar ao mercado e colocar as compras  no carrinho e quando chegar ao  caixa para pagar levar um susto com o valor das  compras.

Acredito que daqui um tempo os caixas de supermercados vão precisar ter junto deles um desfibrilador, pois enfartaremos quando formos abrir a nossa carteira.

De acordo com as informações dadas pelos economistas na semana passada, a previsão da  inflação para 2015 dadas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor  Amplo (IPCA) será de 8,26% que  atingirá o maior patamar desde 2003 quando foi de  9,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com os  economistas, teve uma retração para 1,18%,  contra a  estimativa anterior que era de 1,10% em  2015.

O PIB que é a soma de todos os bens e serviços realizados no Brasil, independente de quem tenha produzido, serve para medir a economia brasileira.

No final de março o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, as  somas das  riquezas em  reais foram cerca de R$ 5,52 trilhões e o PIB per capita caiu para R$ 27.229, sendo assim o pior  resultado desde 2009, ano que ocorreu a crise internacional onde houve um recuo de 0,2%.

Além da inflação que vem subindo e o PIB que  despenca, algo vem subindo bem mais que a inflação, os  juros , de acordo com o Banco Central, estão em alta chegando em  torno a  13,25% ao ano, podendo aumentar 0,25 percentuais, isso faz com que tenhamos mais um aumento, fechando assim em 13,50%.

De acordo como Banco Central a  alta dos  juros é uma medida de  conter a alta pressão inflacionária.

Por André Escobar

Economia



Previsões indicam que PIB terá redução de 0,42% em 2015


Você sabe o que é o PIB? Ele representa a soma de tudo que é realizado do território do país em relação a bens e serviços. Sua função é medir o crescimento da economia.

Economistas do mercado financeiro não estão nada otimistas em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), conforme previsão divulgada pelo Banco Central na última quarta-feira, dia 18, haverá “encolhimento” de 0,42% ao longo de 2015. Esse dado possui como base uma pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras.

Após sete semanas de piora do mercado para o PIB de 2015, pela primeira vez os bancos divulgaram essa precisão de encolhimento. Até duas semanas atrás, previa-se crescimento zero para o PIB em 2015. Essa mesma previsão foi divulgada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao longo do encontro reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que ocorreu em janeiro.

No mesmo momento em que a estimativa para o PIB regrediu, a previsão de inflação para este ano subiu. A menos de duas semanas a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2015 era de 7,15%, esta semana passou para 7,27%. Se esse dado for confirmado, corresponderá a maior taxa desde 2004.

Visando reorganizar as contas públicas, o governo não repassará mais os R$ 9 bilhões que estavam estimados para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em consequência, o preço da energia elétrica pode subir em 40% até o final do ano. Outro novo aumento será na tributação dos combustíveis ao longo das próximas semanas, está previsto 6,5% no diesel e 8% na gasolina.

A taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano, prevê-se subir para 12,75% até o fim de 2015.

Em 27 de março o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará informações oficiais sobre o PIB do 4º trimestre de 2014, e então será possível confirmar informações a respeito de recessão ou não no último trimestre do ano passado. 

Por Rafaela Fusieger

PIB



Expectativas para o Brasil em 2015 são de crescimento nulo e de inflação alta


As notícias na economia são bem desanimadoras para todo o ano de 2015. De acordo com o Relatório de Mercado Focus, o PIB deste ano será de 0% e, consequentemente, haverá uma alta inflação neste período.

O indicador do PIB por sexta vez consecutiva marcou para baixo, assim ele passou de ser de 0,03% para 0,00%. Essa variação negativa vai contra as expectativas que havia há quatro semanas atrás, nesse período esperava-se que o PIB tivesse uma variação de 0,40% positiva.

Esta situação de desaceleração da economia foi confirmada pelo Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. O Presidente reconheceu que a País deverá continuar no processo de estagnação econômica durante 2015 e que logicamente com esse resultado, a inflação tende a permanecer alta.

Sobre a inflação, o que se tem a dizer é que é esperado que o valor alcançado supere a meta de 6,5%. Somente no mês de janeiro foi detectada uma alta de 1,24% nos preços. Considerando que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo aumentou 7,14% em doze meses, isso significa um aumento previsto de 1,02% ainda no mês de fevereiro. A taxa Selic também teve um aumento considerável neste ano e segundo as informações cedidas pelo mesmo Relatório Focus, ela finalizará este ano em 12,5%.

Ainda de acordo com o Relatório Focus em 2015 não foram detectadas mudanças para o dólar e no que diz respeito ao Investimento Estrangeiro Direto (IED), ele será suficiente apenas para cobrir o resultado negativo em 2015, assumindo o valor de US$ 60 bilhões.

Uma das principais razões para o aumento da inflação é o acréscimo dos preços do combustível, energia elétrica, entre outros. Para estes produtos foi identificada uma alta de preços de 9,3%. 

Segundo os economistas, para o ano de 2016, as previsões são mais animadoras. Cogita-se que a indústria contará com uma expansão de 2,5%, configurando uma alta na economia de 1,5%. Já o IPCA para 2016 poderá chegar a 5,6% no final deste ano. No que se refere à expectativa de alta nos preços dos produtos que neste ano fizeram grande diferença no aumento da inflação (gasolina, energia elétrica) estima-se que para o ano de 2016 a inflação destes seja menor. Sobre a taxa Selic, ao contrario do que acontecerá em 2015, em 2016 ela poderá baixar, chegando a 11,5%.

Continuando as perspectivas para o ano de 2016 nesta semana, as estimativas para o dólar permanecem praticamente inalteradas e em R$ 2,82. A balança comercial para o próximo ano até uma melhora substancial e o IED será um pouco abaixo do esperado ainda na semana anterior, fechando em US$ 59,9 bilhões e não em US$ 60 bilhões.

Por Melina Menezes

Economia brasileira



IBC-BR apresentou queda em fevereiro de 2012


O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), divulgado na segunda-feira (16/04), mostrou que a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) apresentou retração de 0,23% em fevereiro. O dado já contém o ajuste sazonal e foi o pior resultado apresentado desde outubro do ano passado, quando a redução no indicador foi de 0,58% se comparado a setembro daquele ano.

No mês de janeiro, o IBC-BR também registrou queda, mas tinha sido menor, de 0,13%. O resultado, portanto, foi a segunda retração consecutiva registrada no indicador. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice sofreu expansão de 2,05%.

Avaliando o dado sem ajuste sazonal, o IBC-BR relativo a fevereiro cresceu 1,12%. Em números absolutos, o índice passou de 140,53 pontos para 140,20 pontos, avaliando o crescimento mensal.

No ano passado, o PIB registrou alta de 2,7%. Para este ano, apesar do resultado negativo do IBC-BR em fevereiro, o Governo Federal está com a expectativa de que o PIB apresente crescimento de 3%.

O indicador foi criado com o objetivo de antecipar os resultados da economia brasileira. Por isso, avalia três setores: serviços, agropecuária e indústria.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco Central



PIB – Projeção de crescimento em 2012


A pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil, divulgada na terça-feira (27/03) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para os próximos 12 meses é de 1,6% a 3,5%, o menor nível já atingido pelo indicador.

A inflação também deverá ficar acima da meta de 5,5% no mesmo período. Mesmo assim, os estrangeiros acreditam que o país terá como controlar a inflação, sendo que o indicador registrou 23 pontos, voltando a ter alta depois de passar boa parte do ano passado negativo.

Já o Produto Interno Bruto não teve tão boa avaliação, tendo ficado com 14 pontos, o menor nível já registrado. Desde 2010, quando o levantamento começou a ser realizado, o indicador caiu de 59 pontos para 14 pontos.

O índice que avalia os níveis de acesso da população aos bens de consumo sofreu alta de 35 pontos, chegando a 27 em março deste ano. Em agosto do ano passado, o indicador ficou em 8 pontos negativos.

A análise do Ipea é de que a economia voltará a crescer, principalmente pelo impulso das projeções de aumento das condições de crédito.

Por Matheus Camargo

Fonte: Pesquisa Ipea



PIB brasileiro apresentou crescimento em 2011


O Brasil fechou o ano de 2011 com o crescimento de 2,7% do Produto Interno Bruto e totalizou o valor de R$ 4,1 trilhões, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento brasileiro ficou abaixo das previsões do ministro da Fazenda Guido Mantega, que no mês passado, afirmou esperar que o país fechasse o ano com o crescimento de ao menos 3%.

No entanto, o ministro afirmou nesta terça-feira, dia 06/03, que em 2012 o governo terá mais influência no desenvolvimento do país e que os avanços serão maiores.  “Esse crescimento vai acelerar ao longo do ano de 2012, atingindo seu ápice no segundo semestre, quando a economia brasileira estará crescendo a mais de 5%. A média vai ficar em torno de 4%, 4,5%”, afirmou ao site do Ministério da Fazenda.

Para ele, o Brasil está amparado no forte rendimento da economia no final de 2012.

Dentre os motivos para o baixo crescimento, está a crise europeia. Esta semana, a Presidente Dilma Rousseff esteve na Alemanha, onde falou sobre o crescimento econômico e a preocupação em defender a ascensão dos países em desenvolvimento. “Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento, porque o investimento não só melhora a demanda interna, mas abre também a demanda externa para os nossos produtos”, disse em entrevista coletiva.

Por Paulo Talarico



PIB de São Paulo atingiu o valor de R$ 389 bi


No último dado disponível o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade de São Paulo atingiu o valor de R$ 389 bi. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) se a cidade de São Paulo fosse um país, seria a 40ª mundial, na frente de países como Chile, Egito e Israel.

De acordo com o FecomercioSP, São Paulo tem o PIB 70%  maior que a soma dos países sul-americanos: Equador, Paraguai, Bolívia e Uruguai. Também não seria para menos, São Paulo detém 38% das 100 maiores empresas nacionais privadas e 63% dos grupos de investimento internacional no Brasil, ainda tem 17 dos 20 mais representativos bancos.

Tantos investimentos provocam aumento no PIB, além disso a oferta de empregos é maior que em outros lugares do Brasil, assim como o piso salarial é maior para a maioria das profissões se comparado ao piso de outros Estados.

A Argentina que é a segunda economia da América do Sul (a primeira é o Brasil) e tem o PIB apenas 37% maior do que o da cidade de São Paulo.

Por Jéssica Posenato

Fonte: Fecomercio



Inflação e Crescimento do PIB no Brasil em 2012 – Expectativas do Governo


Durante um seminário na Fundação Getúlio Vargas, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, falou sobre as expectativas do governo para a economia neste ano de 2012.

O secretário afirmou que o crescimento do PIB de 2011 fechará em cerca de 3%, de acordo com as estimativas do Ministério. Já a expectativa de crescimento para o ano de 2012 gira em torno de 4% e 5%, segundo ele, em consequência de diversas medidas tomadas pelo governo.

Entre as medidas de estímulo citadas por Barbosa estão: o aumento do salário mínimo, a redução da taxa de juros, a desoneração de impostos para o “Supersimples” e a desoneração da folha de pagamento.

Quanto à inflação, o secretário segue confiante num desempenho melhor do que em 2011, quando a inflação bateu o teto de 6,5%. A expectativa do governo é de que em 2012 este número caia abaixo de 5%.

O governo já afirmou anteriormente que a alta de preços de diversos setores não deve se repetir esse ano, tais quais os “preços regulados”, como tarifas de energia, água e luz, transporte público, entre outros.

Por Lucas Ferreira



Economia brasileira não obteve crescimento entre julho e setembro de 2011


Não se trata exatamente de uma crise, mas neste ano de 2011, do mês de Julho a Setembro a economia teve crescimento zero. É isso mesmo. O brasileiro gastou menos, o governo reduziu gastos e a indústria teve uma queda brusca nas produções. Neste ano, o PIB (Produto Interno Bruto) praticamente estagnou.

Desde o ano de 2009, no ápice da crise mundial, o Brasil não teve um desempenho tão ruim com a economia. Já a Agropecuária mostra seu lado positivo na situação, que graças aos investimentos em tecnologia e exportações, cresceu nada menos que 3,2%, melhorando assim sua rentabilidade. 

Para muitos a queda de Julho a Setembro, nada mais é que um reflexo da crise Européia. Para outros, se dá pela falta de incentivo ao crédito e aos gastos, diminuindo de certa forma a produção industrial.

Mas não há motivos para desespero, segundo Guido Mantega, Ministro da Fazenda, a crise não vai continuar, o país voltou a acelerar agora no começo do 4º trimestre, devido à baixa do IPI. E em 2012 pode melhorar ainda mais, devido a medidas para incentivar o consumo, ao crédito e com as obras para a Copa e Olimpíadas.

Mas não dá para fugir das estatísticas:

O Brasil ficou em último lugar no Acrônimo Brics (Relação do crescimento de países emergentes que engloba: Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul). As colocações ficaram da seguinte maneira:

– 1º lugar – China com 9,1%;

– 2º lugar – Índia com 6,9%;

– 3º lugar – Rússia com 4,8%;

– 4º lugar – África do Sul com 3,1%;

– 5º lugar – Brasil com 2,1%.

Por Vânia Ruperti



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação no Brasil – Previsões do IPCA, PIB e Selic para 2011 e 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (2) seu mais novo levantamento sobre as perspectivas econômicas do país por meio do relatório Focus.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) sofreu nova elevação para 6,37% este ano. Já em 2012 o índice continua o mesmo 5,00%.

A projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o relatório, foi mantida em 4,00% para 2011. No próximo ano, em compensação, a trajetória de recuo de semanas foi suplantada para uma perspectiva positiva, com substituição do índice de 4,21% para 4,25%.

Após um longo período abrangendo índice de 12,25% a este ano, a taxa básica de juros da economia, a Selic, sofreu nova alta, desta vez a taxa alcançou os 12,50%. Para 2012 o BC também aumentou a sua projeção de 11,75% para 12,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação pode chegar a 6% em 2011, avalia CNI


A desaceleração econômica está acontecendo. Empresários e consumidores devem experimentar, nos próximos meses, situação diferente da vivenciada no ano passado, quando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) abraçou taxa de 7,5%. O Banco Central (BC) prevê índices de desenvolvimento mais brandos para 2011 e 2012.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que a aceleração de 2011 deve girar em torno de 3,5%, ao mesmo em que a produção da indústria pode atingir patamar de 2,8%. A instituição, no levantamento realizado no último mês de 2010, previa que o PIB cresceria 4,5%.

Convergindo às perspectivas desenvolvidas pelo BC, a CNI estima que a inflação chegue a 6%, contra 5% projetado anteriormente. O principal contribuinte a essa alta deve provir dos preços praticados em serviços, principalmente porque existe, atualmente, boa atuação da demanda interna somada à ausência de trabalhadores qualificados disponíveis, bem como inflação atrelada aos preços.

A confederação acredita que a desaceleração prevista por inúmeros especialistas e entidades ocasionará menor consumismo dos lares brasileiros. As oportunidades de emprego devem diminuir, uma vez que os investimentos, ainda contínuos, estão mais baixos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB, Selic e IPCA – Novas perspectivas para 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (28/03) aponta aumento da perspectiva de inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tanto para este como para o próximo ano. A taxa de 5,88% da semana passada relacionada a 2011 subiu para 6,00%, ao mesmo tempo em que a projeção para 2012 subiu de 4,80% para 4,91%.

Interrompendo uma série de altas, então ilustradas por muitos especialistas nas últimas semanas, a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, de 2011 caiu para 12,25% ao ano no novo levantamento, contra 12,50% de antes. Para 2012 e pela sexta semana consecutiva, o índice se mantém em 11,25% ao ano.

O impressionante crescimento de 7,5% da economia no ano passado não deve realmente ocorrer em 2011. Eis que pela quinta semana seguida o BC decresceu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez para 4,00%, 0,03% abaixo dos cálculos efetivados na semana passada. Ocorreu baixa de projeção também para 2012, em que taxa passou de 4,40% para 4,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Atividade econômica avançou 0,6% em janeiro de 2011


O Banco Central (BC) previu no relatório Focus desta semana avanço de 4,03% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, índice que se confirmado – deve, efetivamente, apresentar alterações, podendo ser para cima ou para baixo – será quase metade do registrado no ano passado.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Atividade Econômica (ou PIB mensal) cresceu 0,6% em janeiro deste ano perante dezembro de 2010, já com descontos das influências sazonais. No comparativo com o mês análogo de um ano antes, o progresso do indicador chegou a 5,4%.

A Serasa também assinala crescimento de 7,3% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, taxa sucintamente inferior em relação ao PIB de 2010 (7,5%).  O consumo dos lares brasileiros possibilitou o aumento do PIB mensal, uma vez que foi registrado progresso de 0,5%.

O segmento de serviços, de acordo com a Serasa, é um dos principais motivadores em favor da economia brasileira, tanto que em janeiro seu incremento foi de 0,3% em comparação ao mês imediatamente anterior, livre de influências sazonais. Em compensação, a agropecuária e a indústria incitam de maneira negativa o crescimento, com índices de -0,5% e -0,9%, respectivamente, nesse período.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novos dados sobre o PIB de 2011 e 2012


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na sexta-feira (18/03), voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No levantamento da semana passada, a taxa registrada foi de 5,82%, passando agora para 5,88%. Para 2012, o índice estimado se mantém, pela segunda semana seguida, em 4,80%.

O BC volta a prever piora no índice do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano. Para 2011, o Focus aponta arrefecimento de 4,10% para 4,03%, enquanto para 2012 estima baixa para 4,40%, contra taxa de 4,45% prognosticada na semana passada.

Pela sétima semana consecutiva, o BC mantém o índice de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011, situação semelhante em relação à perspectiva de 2012, pela quinta semana seguida em 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



São Paulo – Faturamento do varejo bate recorde em janeiro de 2011


Os reflexos do bom patamar econômico brasileiro de 2010 ainda podem ser sentidos neste início de 2011. Após o Produto Interno Bruto (PIB) apresentar crescimento de 7,5% no último ano, o Varejo de São Paulo, em particular, registrou o maior faturamento para janeiro, de R$ 8,8 bilhões.

Dados examinados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) assinalam que no confronto com janeiro de um ano antes, a alta chegou a 6,6%. A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada em sociedade com a e-Bit, assinalou números positivos em todos os setores sondados, exceto Lojas de Vestuário e de Departamento.

O índice contabilizado indica que o nível de consumo no decorrer deste ano será bom, sobretudo se a tão fomentada massa salarial permanecer na tendência ilustrada em 2010. Além desse indicativo, as medidas de restrição ao crédito parecem não ter assustado os paulistas, uma vez que o volume de empréstimos saltou 11% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes.

Delimitada por setores, a pesquisa revela que as Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos registraram faturamento superior em 42,4% e 27,4%, respectivamente. Acompanharam estes os segmentos de Veículos Automotores, com alta de 10,6%, Móveis e Decoração, com incremento de 10,2%, e Material de Construção, que avançou 1,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Crescimento do PIB de 2010 representa boas expectativas para a economia brasileira


Na análise feita nos primeiros dias de março pelo presidente do Banco Central do Brasil, sobre os dados de crescimento do PIB em 2010 (conforme IBGE), ficou claro que trata-se de um crescimento representativo do quanto o país reagiu bem às crises financeiras ocorridas no período 2008-2009.

Para Alexandre Tombini, o suporte que segurou esse bom resultado foi o fato de que nossa economia continuou sendo movimentada pela demanda doméstica por consumo e produção. O consumo das famílias, que obteve novamente um crescimento positivo – agora de 7% –  foi resultado direto do aumento do crédito, do emprego e da renda geral do brasileiro.

O presidente acrescentou  que o aumento dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) no Brasil, que ficou na casa dos 21,8% em 2010, indica “que o empresariado nacional está confiante nas perspectivas para a economia brasileira neste e nos próximos anos”. Aliás, esse aumento no nível de investimentos foi também o que a própria presidente Dilma Rousseff apontou como sendo uma das formas de o Brasil seguir consolidando esse crescimento sadio. Segundo a presidente, investimento aliado ao controle dos preços ao consumidor permitirá que o país cresça sem pressões inflacionárias.

Por Alberto Vicente



Demanda Doméstica eleva o PIB de 2010 para 7,5%


Os bons números da economia brasileira no ano passado foram cruciais para a constatação de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, conforme anúncio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira, 3 de março. O índice, deste modo, converge com as expectativas de meses enunciadas pelo Banco Central (BC) e por economistas.

Comunicado divulgado pelo BC salienta que a expansão do PIB ratifica que a economia do país iniciou novo ciclo de crescimento após a célere recuperação dos efeitos gerados pela crise econômica mundial do biênio 2008 e 2009. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dadas oportunidades, relacionava que o colapso seria apenas uma “marolinha”. Mesmo em tom de deboche, sua fala pode ser levada mais a sério.

O BC avalia que a demanda doméstica continua sendo a grande base de apoio da economia, pois o consumo dos lares brasileiros obteve alta de 7%, o sétimo ano consecutivo dessa recorrência. A partir dessa constatação, o aumento do número de empregos ofertados e preenchidos, o crescimento da renda e o acesso ao crédito são, efetivamente, os fatores que estimularam a expansão desse componente.

Como se comportará o país em 2011 diante dos números anunciados? Certamente, a forte base de comparação do ano passado levará alguns índices para baixo, mas nada que desestimule consumidores e empresários. Mesmo com o novo anúncio de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,75%, é hora de manter tranquilidade e confiança, mesmo que para isso o consumo precise ser reduzido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Crescimento do PIB Brasileiro em 2010


O Produto Interno Bruto (PIB) iniciou o terceiro trimestre de 2010 com alta de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores e outros 9% no confronto anual. A expansão, embora abaixo da constatada em países como Índia e China, foi de primordial valia para o país, expondo ao mundo que os esforços do governo em superar o colapso financeiro surtiram efeito.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o PIB brasileiro cresceu 0,7% em dezembro do ano passado em comparação a novembro, já com abatimento das influências sazonais. Ao final do terceiro trimestre, cita a entidade, a atividade econômica brasileira ascendeu 0,8% e no acumulado do ano, 7,4%.

O índice final, o mais positivo desde 2001, ano em que a série histórica foi iniciada, poderá ser o mais alto em 15 anos caso as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) convirjam e se confirmem. Em 1986, a taxa de crescimento do PIB foi de 7,49%.

A Serasa aprecia que o mercado interno foi o grande motivador para o crescimento da economia. O maior poder de renda e o acesso de crédito a partir da pessoa física, além dos índices de emprego em ascensão, estimularam a alta. Por outro lado, o aumento das importações perante as exportações configurou-se como o ponto negativo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA, Selic e PIB Brasileiro – Previsões para 2011 e 2012


Semanalmente, o Banco Central (BC) divulga informações sobre as principais taxas e estimativas que movimentam e refletem o passado, o presente e o futuro da economia brasileira. Nesta segunda-feira (21), o relatório Focus da instituição elevou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 e 2012.

O IPCA referente a 2011 sofreu variação para 5,79%, contra índice da semana passada de 5,75%. Em relação a 2012, o BC sustentou essa tendência e majorou a perspectiva de 4,70% para 4,78% na mesma concepção de comparação.

O Focus também decidiu manter as perspectivas da semana passada à Selic, a taxa básica de juros da economia. Para 2011, o índice permanece em 12,50%, e para 2012 em 11,25%.

Ao Produto Interno Bruto (PIB) nenhuma novidade. O BC prevê crescimento de 4,50% tanto a 2011 quanto a 2012.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novas estimativas do IPCA e PIB de 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no dia 14 de fevereiro voltou a elevar a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez para 5,75%, contra 5,66% de sete dias atrás. Para 2012, a perspectiva saltou de 4,61% para 4,70%.

Ao mesmo instante em que o relatório prevê alta para o IPCA, estima baixa em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,50%, contra taxa anterior de 4,60%. Para 2012, o percentual permanece em 4,50%.

O BC manteve a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, em 12,50% para 2011, diferentemente da perspectiva a 2012, que avançou de 11,00% da semana passada para novos 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Gastos com educação elevam os índices do PIB


A pluralidade cultural no Brasil é tão vasta que é possível visitar o Japão, no bairro da Liberdade (SP), e no mesmo dia fazer um tour pela Bolívia, no Canindé (SP). Além dessa diversidade, do ponto de vista negativo há muitas outras também, como por exemplo, a socioeconômica, em que muitos cidadãos possuem baixa remuneração e poucos ganham cifras exorbitantes.

Independente da faixa salarial, todos têm direito ao acesso à cultura, saúde, estudo e entretenimento. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cada R$ 1 gasto com educação pública suscita R$ 1,85 para o Produto Interno Bruto (PIB). Com esse mesmo valor, de R$ 1, é gerado R$ 1,70 para a saúde.

Com fundamentação em dados de 2006, o Ipea revela que ao confrontar tipos dessemelhantes de gasto social, aquele voltado à educação é o que mais coopera para a expansão do PIB, devido especialmente, a todos os envolvidos no segmento e seus efeitos sobre os diversos ramos econômicos.

De acordo com Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas sociais do instituto, a despesa na educação provoca, além de conhecimento propriamente dito, movimentação econômica, pois ao pagar professores o consumo e as vendas se elevam e toda a cadeia fica atrelada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Febraban – Estimativas para o PIB de 2011


A pauta "economia" transita pelos principais meios de comunicação do país, físicos ou virtuais. O ambiente de incertezas durante a crise financeira mundial, o cenário de crescimento em 2010 e as projeções para 2011 em diante estampam boas manchetes todos os dias, inclusive com assuntos que envolvam estritamente o bolso dos consumidores.

O Produto Interno Bruto (PIB) deste ano deve ficar um pouco abaixo do índice calculado para 2010, mas mesmo assim não há projeções ruins. O Banco Central (BC), por exemplo, prevê expansão de 4,60% em 2011, podendo esta ser modificada nos próximos meses e até o final de dezembro.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) prevê taxa de crescimento igual à projetada pelo BC. De acordo com a entidade, 2011 deve marcar a retomada do crescimento das nações industrializadas, com incremento nos valores das commodities.

Por meio do estudo Projeções e Expectativas de Mercado, a Febraban constatou que a maior parte das instituições acreditam numa melhoria dos prognósticos em relação à expansão da economia estadunidense.

Esta última situação, em especial, pode melhorar alguns dados econômicos no Brasil, que só não foram melhores no ano passado porque houve considerável valorização do real diante do dólar.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Febraban



Índice de Confiança na Indústria cai em janeiro de 2011


O governo já assinalou tal propensão. Parece que 2011 será um ano de normalização, ou seja, o crescimento observado em 2010 não deve se repetir. A preocupação do governo é a de controlar a inflação, tanto que o Banco Central (BC) encabeçou novas medidas para conter o acesso ao crédito, diminuindo, assim, o consumo dos brasileiros.

Prognósticos para o Produto Interno Bruto (PIB) indicam taxa de 4,6% para este ano, bem abaixo dos 7,6% esperados para 2010. Em meio a uma série de especulações e comedimentos, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 1,5% entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, para 112,8 pontos.

Embora a FGV tenha constatado esse decréscimo, o nível alcançado no mês é superior à média histórica, de 101,6 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA) exerceu pressão e motivou a queda. Entre dezembro do ano passado e janeiro deste, o percentual recuou 3,5% para 112,1 pontos, o menor patamar constatado desde dezembro de 2009.

Por outro lado, o Índice de Expectativas (IE) avançou 0,7% na mesma base comparativa, atingindo 113,6 pontos. Diferentemente do ISA, conquistou o maior nível desde maio do ano passado.

O baque do ISA, em especial, foi fortemente influenciado pelo quesito que examina o coeficiente de satisfação em relação ao cenário atual dos negócios, uma vez que este recuou de 126,9 pontos para 120,0 pontos entre dezembro e janeiro. Em contrapartida, as perspectivas do setor são boas sobre o progresso do panorama dos negócios nos próximos seis meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Economia Brasileira tem previsão de alta de 4,5% em 2011


Bendizer a atual conjuntura econômica brasileira depende, obviamente, de vários pontos de análise. Para 2010, o Banco Central (BC) calcula expansão próxima de 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB), mas para 2011 prevê índice bem abaixo desse, mais exatamente 4,5%. Especialistas acreditam ser esse último percentual o mais condizente com a realidade do país, percentagem que propicia, inclusive, crescimento sustentável.

A Fitch Ratings, por sua vez, crê que a economia do país realmente venha a avançar em 4,5% neste ano, portanto em consonância ao próprio potencial de crescimento local. De acordo com a agência, um desenvolvimento maior e sustentado propiciaria base para melhores taxas de solvência fiscal.

Na visão da Fitch, atualmente o país passa a angariar os benefícios oriundos de políticas macroeconômicas sólidas, adotadas no decorrer de anos, dentre elas as próprias metas inflacionárias, a responsabilidade fiscal e o processo de flutuação da moeda nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão



PIB mensal tem aumento de 0,5% em novembro de 2010


Citar a economia brasileira em seu atual contexto é remeter a números positivos, oriundos de um conjunto de setores de atividades. Informações divulgadas pela Serasa Experian apontam que o Indicador de Atividade Econômica, ou Produto Interno Bruto (PIB) mensal, cresceu 0,5% em novembro do ano passado perante seu mês imediatamente anterior.

Já com ajustes sazonais, houve avanço de 0,6% na atividade econômica do trimestre terminado em novembro, mesmo nível constatado entre agosto e outubro. De acordo com a entidade, se considerada a demanda agregada, o índice do mês em questão foi motivado pelo desenvolvimento de 5,5% dos investimentos produtivos somados a 2,2% de incremento das exportações de serviços e bens. Por outro lado e relacionado à oferta agregada, a alta do PIB mensal teve origem na ascensão de 1,3% da atividade industrial e mais outro 0,5% do segmento de serviços.

Economistas da Serasa Experian avaliam que o crescimento de 0,5% da atividade econômica do país em novembro e a boa comercialização constatada no Natal foram importantes para o resultado. Apontam, deste modo, bom nível de desenvolvimento da economia no transcorrer do último trimestre de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa (release)



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPCA, Selic e PIB – Perspectivas para 2011


Após as comemorações de final de ano, eis que o mercado financeiro continua suas atividades, já sob as mãos da nova equipe econômica nomeada pela presidente Dilma Rousseff. Dados divulgados nesta segunda-feira (dia 3 de janeiro) pelo Banco Central elevaram a perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, para 5,32% contra 5,31% de antes, porém, sustentou a estimativa de 2010, em 5,90%.

De acordo com o relatório Focus, a Selic, taxa básica de juros da economia, foi mantida em 12,25% no final de 2011, índice consideravelmente acima dos atuais 10,75%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) os índices permaneceram imutáveis ante os divulgados na semana passada, em 4,50% para este ano e 7,61% para 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



CNI – PIB Industrial – Estimativas para 2010 e 2011


O Banco Central previu, nesta semana, que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2010 deverá abranger índice de 7,61% e no ano que vem 4,5%, projeção última mantida há semanas. Convergindo com os dados prognosticados do BC, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estimou expansão respectiva de 7,6% e também de 4,5%.

A confederação assinala que neste ano o crescimento industrial do PIB será de 10,9%, porém cairá para 4,5% em 2011. Em nota, acredita que após ultrapassado o colapso financeiro recente e o entusiasmo da recuperação observado no início de 2010, a economia do país marcha numa trajetória convergente ao potencial de desenvolvimento.

Apesar dessa perspectiva, a CNI prevê continuidade robusta da demanda doméstica, com o consumo dos lares em ritmo de crescimento em 5,1% e os investimentos, por sua vez, em 13,5%.

De acordo com a Reuters, a CNI assinala falta de crescimento suficiente no relacionado à produção para o acompanhamento da demanda, situação que tem implicação proveniente na valorização do câmbio.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



IBGE – PIB brasileiro – Crescimento no 3º Trimestre de 2010


Cálculos efetivados pelo Banco Central (BC) indicam expansão de 7,55% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano no confronto a 2009. No primeiro trimestre fora abalizado índice de crescimento em 2,7% ante três meses anteriores, denotando importante avanço, base sustentada em particular pelas medidas adotadas pelo governo no intuito de afastar a crise financeira do país.

No terceiro trimestre de 2010, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,5% ante o período entre abril e junho e 6,7% no confronto anual. De acordo com a Reuters, embora tenha superado alguns prognósticos, a retração de 1,3% e 1,5% dos setores agronegócios e indústria, respectivamente, foi o precursor do resultado.

Por outro lado, o segmento de serviços colaborou positivamente para o avanço do PIB devido ao incremento de 1%. Economistas avaliam a desaceleração como positiva, pois na medida em que os índices ilustram inflação em ascensão, existem suposições de aquecimento excessivo da economia, algo que teria de ser combatido por meio de aumento do juro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – PIB da Construção Civil – Previsão de Crescimento para 2011


Perspectivas expelidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), então encomendadas pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), apontam possibilidades de o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil crescer 6% no ano que vem devido ao avanço próximo de 11% em 2010.

De acordo com Ana Maria Castelo, consultora da fundação, os desafios fundamentais do atual momento em diante serão os de nutrir o desenvolvimento do setor, mesmo em meio à escassez de terrenos e mão de obra.

A Sinduscon-SP crê que a performance do segmento em 2010 abalizará, pela primeira vez, a casa de dois dígitos, índice que superará o percentual do ano passado (decréscimo de 6,3% ante 2008) e a projeção realizada no final de 2009, quando se calculou incremento de 8,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Focus – IPCA, Selic, PIB – Novas Previsões para 2010 e 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (6/12) aponta alta na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,78%, contra 5,72% conjeturado na semana passada. Por outro lado, a projeção para o ano que vem permanece em 5,20%. Ambos estão acima da meta fixada pelo governo, de 4,50%, porém existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A perspectiva para a inflação nos próximos 12 meses avançou para 5,37%, pouco acima dos 5,35% de antes. A projeção para a Selic, a taxa de juros básicos da economia, permanece em 10,75% para 2010 e 12,25% para o ano que vem.

Ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, o Focus indica baixa para 7,54%, contra 7,55% da semana passada, mas a 2011 sustenta-se no índice de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Brasil – Economia Subterrânea – PIB 2010


Nem todos os brasileiros possuem a oportunidade de exercer atividades de maneira legalizada, ou seja, com registro em carteira de trabalho. A essa característica é atribuída a nomenclatura trabalho informal. Outra recorrência parecida acontece quando a produção de serviços e bens não é reportada para o governo, denominada, portanto, “economia subterrânea”.

Levantamento construído pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Constitucional (ETCO) revela que esse tipo de economia movimentou R$ 656 bilhões em 2010, ou seja, 18,6% do Produto Interno Bruto (PIB), superior em 12,5% aos R$ 583 bilhões do ano passado.

Mesmo com esse avanço em cifras, de acordo com o portal de notícias G1, o índice nutre estabilidade na análise por índice, uma vez que o estudo leva em consideração o crescimento da soma, de cada ano, de bens e serviços produzidos no país.

Para André Franco Montoro Filho, diretor-executivo do ETCO, depois de cinco anos (2003 a 2008) crescendo abaixo do PIB, a economia subterrânea aumentou na mesma velocidade do país. Em sua visão, essa tendência é preocupante.

Na concepção de Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador da FGV, uma queda na economia subterrânea poderá ocorrer em 2011, principalmente se as expectativas positivas em relação ao mercado de trabalho forem confirmadas. Contudo, algo significativo mesmo só quando a carga tributária e a burocracia diminuírem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Inflação, Selic, PIB – Previsões para 2010 e 2011


Dados levantados e divulgados pelo Banco Central por meio do relatório Focus majoraram a perspectiva de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. De acordo com o documento, o índice de 5,48% da semana passada passou para 5,58%.

Para o ano que vem a projeção de 5,05% de uma semana atrás foi para 5,15%. Ambas as percentagens (a anterior e a nova) extrapolam a meta de inflação dos dois anos, de 4,50%, porém há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo a agência Reuters, o cálculo para a inflação nos próximos 12 meses apresentou leve elevação, de 5,24%, ante 5,21% de antes. A Selic, taxa básica de juros da economia, foi nutrida em 10,75% para 2010 e 12% para o final de 2011.

Os dados acima mensurados foram acompanhados também pela estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mantido em 7,60% para 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – PIB e Inflação – Previsões da OCDE e Reuters


O crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre do ano correspondeu às expectativas dos especialistas, ocasião confirmada por meio da alta de 2,7% no período em comparação aos últimos três meses de 2009. Os estímulos fiscais adotados pelo governo para superar a crise financeira global foram o principal percussor do avanço.

Já mais a frente, ou melhor, quase no final de 2010, os números prognosticados são para lá de positivos. O Banco Central avalia avanço do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,6%, mas um relatório emitido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aponta para progresso de 7,5%. Para 2012, prevê crescimento no índice de 5%.

Em outro ponto diretamente atinente à economia, segundo a agência de notícias Reuters, a entidade sopesa que a inflação deverá superar a meta fixada de 4,5% pelos próximos anos devido à retomada da atividade da economia e o término dos efeitos da mais recente valorização da moeda brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ministro da Fazenda – Em 2010 Brasil terá crescimento de 7% no PIB


Os benefícios atuais voltados à população são os mais distintos possíveis, logicamente para abrigar o maior número de oportunidades e pessoas. “Minha Casa, Minha Vida”, “Bolsa Família”, “Farmácia Popular” entre outros aqui não descritos compõem grande repertório de oportunidades. No entanto, não é somente a população mais carente que tem observado o crescimento da economia, pois aqueles que se valeram da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ainda comemoram grandes descontos em variados segmentos.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou na última quinta feira que o Produto Interno Bruto (PIB) da nação deverá encerrar 2010 com ampliação aproximada de 7%, segundo ele, um dos mais amplos em todo o globo terrestre. Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 a autoridade assegurou ser o Brasil um dos raros países que deixou o colapso financeiro melhor do que ingressou.

O campo que tem conseguido superar as expectativas, inclusive as dos mais otimistas, é o empregatício, que no acumulado anual até o mês passado, por exemplo, observou a geração de 1,5 milhão de postos formais de trabalho, isto é, aqueles com carteira de trabalho assinada. A perspectiva será mais ampla caso as profecias do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, se concretizarem: criação de 2,5 milhões de vagas em 2010.

Embora exista toda essa exaltação por parte do governo federal, vale salientar que o efeito eleições pode surtir positiva ou negativamente em conformidade com as perspectivas do empresariado estrangeiro e da própria população.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Desigualdade no Brasil – Estudo indica melhoria


A população tem acompanhado nas últimas semanas o afunilamento de ideias entre os candidatos à sucessão presidencial. Tucanos, por exemplo, retratam os bons feitos no Estado de São Paulo nos últimos dezesseis anos, no objetivo de levar progresso à esfera federal, enquanto os petistas pregam continuidade da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva para o país manter o desenvolvimento nas áreas econômica e social.

Lula, por sinal, muito tem ressaltado os benefícios oferecidos a milhares de brasileiros por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, “Farmácia Popular” e, talvez o mais importante dependendo da óptica analisada, o “Bolsa Família”. Apesar de existir queda na desigualdade entre classes sociais, estudo veiculado nesta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que é grande, ainda, a diferença de riquezas dentro do país.

O principal foco medido pela entidade é o Produto Interno Bruto (PIB). Os municípios mais ricos, que somados contabilizam 10%, indica o portal de notícias G1, respondem por mais de 78% do PIB, enquanto os municípios ditos mais pobres, com participação de 40%, participam em apenas 4,7% no PIB.

Apesar de os números serem alarmantes e temas de grande interesse à imprensa focada nesse tipo de análise, entre 1996 e 2007 a desigualdade na Região Nordeste esfriou em 4,8%. O Norte, outro exemplo de grande valor, observou baque de 3,6%. O Sudeste, diferentemente, teve dessemelhanças de 1,1%.

As pretensões de o país ser a quinta potência econômica mundial não devem ser almejadas com base somente no PIB. Ainda há muito terreno para arar e plantar. O próximo presidente já deve ter ciência disso quando começar o exercício de suas funções.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ministério da Fazenda estima 6,5% de aumento na economia em 2010


 

A economia do Brasil até o momento anda bem das pernas. O crescimento do Produto Interno (PIB) no primeiro trimestre deste ano em comparação aos últimos três meses de 2009, bem como em confronto anual, é apenas uma das bases de análise para algumas afirmações. Contudo, a forte expansão do país no semestre inicial de 2010 não deverá se estender aos próximos seis meses, apesar de, mesmo assim, índices positivos virem à tona.

O Ministério da Fazenda, empenhado em fornecer dados concretos ao país, prevê dilatação de 6,5% na economia em 2010, impulsionada, particularmente, pelo mercado interno. De acordo com reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters, o PIB brasileiro poderá apresentar expansão de 0,53% no último trimestre, já com ajuste sazonal, ante o período anterior. De julho a setembro, por outro lado, o incremento, conforme informações preliminares, será de 0,66%.

O relatório “Economia Brasileira em Perspectiva”, que tem publicação veiculada à imprensa a cada dois meses, relaciona que o aumento do emprego e a ampliação da renda dos brasileiros surtirão como pontos principais para o crescimento do consumo nos lares tupiniquins.

A Fazenda acredita que o fim dos benefícios fiscais, tais como a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a automóveis e linha branca, farão com que a economia do Brasil retorne a um caminho mais sustentável, porém não menos importante. De 2010 até mais à frente, a propagação média será de 5,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa FGV – Economia Informal do Brasil produz riqueza igual a Argentina


A economia brasileira passa por um momento interessante devido ao aumento da renda da população, da ampliação no número de empregos gerados no primeiro semestre deste ano e o anúncio de investimentos da ala empresarial nacional e estrangeira. Embora a contabilização utilize dados oficiais, existem outros, de cunho informal, que também foram somados.

Estudo divulgado em conjunto entre o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou movimentação aproximada de R$ 580 milhões a partir da economia dita informal no ano passado, análoga a 18,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e igual as somas das riquezas relacionadas pela Argentina.

Reportagem vinculada pela Folha UOL inventariou que esse tipo de modalidade, denominada economia subterrânea, apresenta crescimento desde 2003, ocasião na qual teve início o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar do levantamento indicar crescimento na informalidade, os especialistas da FGV e da Etco diagnosticaram que o aumento deve-se a base superior do PIB, pois as somas movimentadas pela economia subterrânea não tiveram alterações consideráveis – e a renda da população também teve elevação.

Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), assevera como fato motivador o crescimento pela  busca de crédito da população.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB do Brasil em 2010 pode ter aumento de 6,5%, diz Guido Mantega


A expansão econômica obtida pelo Brasil, nos últimos meses, tem atraído a atenção internacional, sobretudo dos países mais desenvolvidos, que ainda não conseguiram entrar nos trilhos, em geral, para suplantar as consequências herdadas pela crise financeira global. No primeiro trimestre deste ano, o ambiente brasileiro conheceu expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009 e 9% em confronto anual.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, ressaltou existir, em junho, desaceleração na atividade do país, situação que fará o Brasil conquistar crescimento real do PIB em até 6,5% ao final de 2010, percentual que vem a acalmar aqueles, segundo ele, que emitiram informações sobre superaquecimento econômico da nação, riscos de bolhas, entre outros.

Embora seu discurso soe um tanto pessimista a alguns, Mantega avalia que o crescimento do país atravessa um momento sustentável, permitindo ao Brasil liderar, futuramente, o crescimento mundial juntamente a China, Índia e Rússia.

Em reportagem justificada pelo portal de economia UOL, o ministro relacionou queda nos índices inflacionários, item que ficará na meta estabelecida há meses, um pouco acima de 5%.

Se o próximo governo, ainda sem nome certo, mantiver os conceitos atuais, provavelmente o foco econômico mundial será, realmente, mais ao sul.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Países Emergentes terão 57% do PIB do Mundo em 2030


Os emergentes têm causado inveja, no bom sentido, aos países mais desenvolvidos do globo terrestre devido ao ambiente pelo qual atravessam e, sobretudo, pelas perspectivas a médio e longo prazo a Brasil, China e Índia, por exemplo. Os brasileiros, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, se permitiram sonhar mais alto, conquistar novos empregos e adquirir produtos em maior escala em relação há alguns anos.

Um estudo divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou que a participação das nações emergentes no Produto Interno Bruto (PIB) global deixou o índice de 38% percebido no princípio deste século para 49% em 2010. Até a próxima segunda década, ou seja, 2030, o órgão avalia novo percentual, desta vez muito superior, em 57%.

A OCDE se baseou, para seu levantamento, numa tendência percebida nos últimos vinte anos, quando as transformações na estrutura da economia deslocaram o centro de gravidade econômico do planeta, menção espelhada pelo Folha UOL, em orientação ao sul e ao leste da Terra.

O estudo, longo em sua constituição, indica que essa nova característica não é somente um acontecimento transitório, mas sim uma mudança estrutural de grande importância à história do que se conhece por mundo.

O Brasil deve aproveitar essa perspectiva e anotar em seu cronograma reformas infraestruturais. Feito isso, os resultados serão mera consequência.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB deve chegar a 5,5%, prevê Ipea


O Brasil tem crescido tanto assim para lideranças políticas sugerirem alta em boa parte dos índices financeiros? Parece que sim. Desta vez, outro percentual positivo é o adjudicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ao estudar a opinião de 45 associações, câmaras e federações atreladas à indústria, comércio, serviços e agropecuárias, a entidade alavancou o índice de 5,2% conferido em março em relação à expectativa da economia do país para 5,5% no mês passado.

Informações enunciadas pelo portal de notícias G1 revelam que a mediana das estimativas para a dilatação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 a 2015 é de 4,5%. Somente neste ano, as previsões inflacionárias constatadas a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiram 5,2%.

O G1 ressalta, também, que os apontadores de comércio exterior levantados pelo Sensor Econômico constataram ampliação de US$ 5 bilhões nas importações e exportações.

Será que o país conseguirá manter a alta durante muito tempo em vários segmentos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) teme um superaquecimento econômico do país e a formação de bolhas na economia. Outras entidades também seguem esse pensamento. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, provavelmente estão antenados e deverão segurar um pouco o acelerador do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB brasileiro pode chegar a 6,3% em 2010


Diante de tantos números positivos, alguns negativos, o Brasil tem se saído bem em relação aos últimos acontecimentos no mundo das finanças, tanto que um estudo feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revelou, recentemente, que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deverá alcançar índice de 6,3% ainda em 2010.

O percentual descrito, referente a pesquisas realizadas em abril, é superior aos números levantados em março deste ano pela entidade, quando a estimativa de crescimento do PIB estava na casa dos 5,5%.

Em reportagem do Canal Executivo UOL, Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban, avalia que o aumento entre um mês e outro se deve à tendência de desenvolvimento de três importantes ramos da produção brasileira, que são o agropecuário, a produção industrial e os serviços.

Quer obter informações mais detalhadas e outros percentuais não mencionados? Acesse o UOL aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula defende PIB baixo em 2009


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, mostrou-se chateado com algumas pessoas que consideram o índice de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, divulgado em 11 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, insatisfatório.

De acordo com a autoridade brasileira, que teve discurso propagado pela agência Reuters, apesar de esse baque ter sido o primeiro desde 1996, ocasião na qual foi iniciada a contabilização do PIB, o país apresentou superação, tanto que no último trimestre de 2009 a ascensão foi de 2% em relação ao período igual de 2008, bem como por outro motivo: o crescimento em 4,1% do consumo das famílias.

Lula ressalta, por outro lado, que se há um responsável para o PIB não ter ultrapassado 0%, esse culpado é a iniciativa privada, que temeu o arrastão financeiro pelo mundo e desacelerou investimentos. O governo, segundo ele, agiu na contramão, pois aumentou a oferta de crédito na finalidade de conter o fantasma da crise.

Clique aqui e leia outros pontos deste artigo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE divulga PIB 2009 Brasil – Últimos Meses do Ano


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nas primeiras horas de 11 de março, quinta-feira, que o Brasil apresentou contração de 0,2% em seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, mesmo após forte recuperação assinalada nos três últimos meses do ano, quando apresentou elevação de 2%.

O percentual, embora negativo, é apontado por analistas como notável, visto que o país superou índices de nações européias e, também, dos Estados Unidos. A China, por sua vez, teve PIB ao final de 2009 em mais de 8%, enquanto o asiático Japão teve de arcar com um percentual bem abaixo de diversas pátrias.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, relata que a economia do Brasil superou, definitivamente, a crise e que começou a enfrentar um desenvolvimento vigoroso, estimulado, principalmente, pelo crescimento da indústria e pela expansão dos investimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB da Alemanha tem queda histórica


O departamento federal de estatísticas da Alemanha revelou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país recuou 5% no ano passado, após ter se desenvolvido 1,3% em 2008. Infelizmente, esse é o maior declínio constatado desde o final da Segunda Guerra Mundial, muito além do baque de 4,8% estimado pelos especialistas.

Os principais responsáveis por esse declínio foram os investimentos em fábricas e maquinários, segundo a Agência Estado, que caiu 20% em 2009, bem como o tombo de 14,7% nas exportações. Outro fator primordial foi a retração nas importações, que alcançaram a margem de -8,9%.

Por outro lado, o governo alemão criou diversos programas para sustentar o consumo da população, na finalidade de dar uma base a economia. Clique aqui e confira percentuais do déficit orçamentário e outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de inadimplentes poderá cair ainda mais em 2010


Os efeitos pós-crise financeira sob o Brasil parecem ter dado vazão a várias melhorias em diversos pontos de análise. Um deles é a queda da inadimplência, conforme atesta Roberto Alfeu Pena Gomes, presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) do Brasil.

Em reportagem transmitida pela Agência Estado, o executivo alegou que o baque no número de inadimplentes poderá chegar para além de 15%, percentual próximo ao verificado em 2008, quando alcançou o índice de 14,9%.

De acordo com Gomes, o resultado só é possível por causa da recuperação dos postos de trabalho e a renda potencial dos consumidores. Por incrível que pareça, segundo ele, as pessoas com renda salarial mais baixa contribuíram amplamente para a recuperação econômica.

O Produto Interno Bruto (PIB), para o executivo, poderá crescer 6,1% neste ano, provavelmente o terceiro maior do globo terrestre, atrás somente da China e da Índia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB Brasileiro em alta – Economia em Desenvolvimento


O Banco Central publicou, por meio de sua pesquisa semanal Focus, que a estimativa de desenvolvimento da economia nacional neste ano apresenta um desenvolvimento, pois, entre diversas premissas, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 5,08% para 5,20%.

Além disso, no mesmo levantamento divulgado pela Agência Estado, a produção industrial deste ano mantém a estimativa de 2009 em 8%. No entanto, a previsão para o resultado final da produção na indústria permanece abaixo da ideal.

Na área cambial e de contas externas, os analistas sustentaram a previsão do dólar visto no final do ano passado. Nos últimos dias de 2009 a moeda norte-americana foi avaliada em R$ 1,75.

Saiba informações detalhadas e outros pontos de análise em http://aeinvestimentos.limao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei



São Paulo tem maior PIB do Brasil


Um estudo realizado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) em sociedade com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o município de São Paulo, em particular, absorveu 12% do Produto Interno Bruto (PIB) da nação brasileira no ano de 2007.

Em termos individuais, o PIB da capital foi o maior percebido entre todos os Estados. Além disso, revela reportagem da Agência Estado, a fortuna gerada pela região também denotou superioridade ante as Regiões Centro Oeste e Norte.

Um ranking divulgado pela mesma reportagem ressalta que das 30 cidades com maior PIB brasileiro, em 2007, 12 pertencem à Grande São Paulo. Campinas e Sorocaba, por sua vez, apresentam ascensão entre as 30 maiores.

Confira mais detalhes e o discurso de Sinésio Pires Ferreira, diretor-adjunto de Análise da Fundação Saede, aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI prevê Crescimento de 5,5% do PIB Brasileiro


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentará um desenvolvimento de 5,5% em 2010, com crescimento beirando zero em 2009. De acordo com o órgão, a produção industrial, o consumo das famílias e os investimentos elevarão o percentual.

A CNI prevê, conforme reportagem redigida pela Agência Estado, que a taxa de investimentos alcançará 18,3% do PIB no próximo ano, diferentemente do atual, que apresentou queda e chegou à casa de 16,9%.

A Confederação Nacional ressalta que o consumo das famílias apresentará um crescimento de 5,6% no próximo ano, dando continuidade ao aquecimento registrado nos últimos meses. Na área empregatícia, o índice de desemprego conjeturado pela CNI deverá cercear queda de 8,1% em 2009 para 7,6% no próximo ano.

Confira mais detalhes e outros índices aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Apesar de Queda no PIB Ministro da Fazenda Acredita em Crescimento em 2010


Será que os dias mais otimistas de Guido Mantega, ministro da Fazenda, estão contados? Bom, isso não é certeza, mas a autoridade disse que sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1% para este ano está comprometida.

Mesmo assim, Mantega crê que haverá um resultado positivo, sem, porém um percentual específico. O discurso tem por base os últimos levantamentos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontaram uma ascensão de 1,3% em detrimento ao segundo trimestre de 2009, mas com recuo de 1,2% em relação aos meses de julho a setembro do ano passado.

Mesmo assim, conforme veiculado pela Agência Estado, Mantega ainda profere que um crescimento de 5% será percebido no próximo ano, pois a economia brasileira apresenta um ritmo de desenvolvimento entre 4,5% e 5% somente no quarto trimestre deste ano.

Saiba mais no link da AE.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Agropecuária colabora para Baixa no PIB Brasileiro


Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), avaliou que o baque de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) na agropecuária, no terceiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008, teve influências originadas de um forte declínio na produtividade de diversos elementos agrícolas.

A Agência Estado publicou que no dia de 10 de novembro o IBGE revelou que o PIB do terceiro trimestre de 2009 ascendeu 1,3% em detrimento aos três meses anteriores, mas apresentou uma queda de 1,2% ante julho a setembro do ano passado. O setor agropecuário foi aquele que denotou os resultados mais negativos.

Entre alguns motivos para esses resultados nada positivos estão as previsões de declínio na produção de importantes itens para a agricultura, tais como o trigo, o café, a mandioca e a laranja. Confira os percentuais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei