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Taxa de juros para PF atingiu 52,6% ao ano


O ano iniciou com a taxa de juros em alta. Conforme as informações liberadas pelo Banco Central na quarta- feira, 25 de fevereiro, a taxa de juros média cobrada pelos bancos teve um aumento de 2,5 pontos percentuais para 52,6% ao ano. Esta taxa de juros que registrou alta é a referente às operações com recursos livres, desconsiderando o rural, BNDES e rural.

Desde 2011, não se via um patamar tão alto de juros bancários. Em fevereiro deste ano, foi modificada a forma do cálculo dos juros bancários continuando com o projeto de melhoramento das estatísticas.

O aumento dos juros segue o rumo da taxa básica da economia com o intuito de conter a inflação. Os juros têm registrado alta desde outubro de 2014, na época, era registrada uma taxa de juros 1,15%, no primeiro mês deste ano a taxa já tinha crescido para 12,25%. Para ter ideia da diferença, antes de ser aplicada a medida de aumento ininterrupto dos juros, em setembro de 2014 foi registrada que a taxa de juros ao ano para as pessoas físicas era de 49,2%, em janeiro deste ano o valor passou para 52,6%. Se compararmos o aumento da taxa de juros bancários com o aumento da Selic é perceptível que a taxa de juros aumentou quase três vezes mais que a alta da taxa básica de juros. 

Outro índice registrado que teve um aumento foi a taxa de juros média de crédito, ela subiu de 37,6% para 39,4% ao ano, este último valor foi constatado em janeiro de 2015.

A taxa de inadimplência de pessoas físicas em recursos livres e créditos bancários diminuiu de 5,5% no último mês do ano passado para 5,4% no início deste ano. Desde dezembro de 2013, não se via um patamar tão baixo. A respeito da taxa de inadimplência das operações de bancos com empresas, esta teve um aumento indo de 3,4% em dezembro para 3,5% em janeiro. Ao considerar a taxa total de inadimplência, a qual é formada pelas operações com empresas e pessoas físicas, esta subiu de 4,4% no 12° mês de 2014 para 4,5% no primeiro mês deste ano.

Por Melina Menezes

Juros PF



Inadimplência de pessoas físicas apresentou alta em fevereiro de 2012


A inadimplência referente à pessoa física continua alta no Brasil, as informações são do Banco Central. Segundo a instituição, apesar da média estável apresentada nos últimos meses, o patamar ainda é considerado elevado, sendo que um dos principais responsáveis por esse resultado foi a alta apresentada pelo spread das instituições bancárias. O spread representa a diferença entre os juros cobrados pelos bancos e taxa Selic. 

De acordo com os dados apresentados pelo BC, o número de pessoas devedoras apresentou taxa de 7,6%, enquanto a taxa registrada para empresas foi de 4,1%.

Para Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC, essa aparente estabilidade com relação à inadimplência cresceu gradualmente no ano passado. Mesmo com o crescimento do emprego e da renda, existe uma certa resistência ao declínio desse percentual fazendo com que esses efeitos sejam refletidos nas taxas de juros dos bancos. 

Ainda segundo os dados do BC, o spread médio dos bancos teve variação de 27,8% no mês de janeiro e 28,4% em fevereiro. O patamar para as pessoas físicas teve alta de 45,1%

Maciel atribuiu aos fatores sazonais a responsabilidade por parte da inadimplência, para ele o mês possui maior número de contas a serem pagas como diversos impostos, além de matrículas escolares, entre outras. 

Por Joyce Silva



Juros para crédito à pessoa física é o menor desde 2005


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 11 de novembro, pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anef) revelaram que a alíquota mensal de juros cobrada nas operações de crédito para a pessoa física arrefeceu novamente, de 6,74% para 6,69%, captando, portanto, a quarta queda consecutiva.

A associação indica, também, que essa taxa é a mais branda desde janeiro de 1995, ano de início da série histórica. A exceção na queda foi constatada na modalidade cartão de crédito, que continua sem qualquer modificação em relação aos 10,69% estabelecidos em fevereiro último.

Pelo estudo, das seis linhas de crédito examinadas para pessoa física, o maior tombo ocorreu no Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que decresceu de 2,37% em setembro para 2,29% no mês imediatamente sucessor.

Na pessoa jurídica, segundo o portal de Economia Terra, também ocorreu queda entre setembro e outubro, de 0,53%, portanto para novos 3,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei