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Poupar Dinheiro pode ter Influência Genética


Pesquisa revela que genética pode influenciar na maneira como lidamos com o dinheiro.

Você é uma daquelas pessoas consumistas e que não conseguem poupar dinheiro? Pois saiba que isso pode ser culpa da genética, pelo menos é isso que defende uma pesquisa realizada pela Universidade de Washington em parceria com a CEIBS (China Europe International Business School). 

A pesquisa, que foi realizada pelo professor de economia Stephan Siegel, defende que a relação das pessoas com o dinheiro está muito além dos hábitos de consumo e educação. Segundo o estudo, os genes da pessoa podem influenciar tanto na riqueza como nos hábitos de poupar das pessoas.

Segundo o professor Stephan Siegel, 39% da diferença de quantias poupadas pelas pessoas durante a vida pode ser explicada através da genética. Esta conclusão foi tirada após a pesquisa analisar as declarações de renda de 30 mil gêmeos na Suécia, verificando a quantia gasta, poupada e investida por cada um.

A conclusão da pesquisa foi de que gêmeos univitelinos, que são gerados de um único óvulo e portanto possuem uma carga genética idêntica, possuem comportamentos bem semelhantes com relação ao dinheiro. Já os gêmeos bivitelinos, que são gerados a partir de dois óvulos e portanto possuem carga genética diferente, possuem um comportamento diferente com relação ao dinheiro. Em resumo, isso pode indicar que existe uma influência decisiva da genética na hora de poupar dinheiro.

De acordo com o professor de economia, cada pessoa nasce com uma predisposição genética para poupar. A pesquisa também mostrou que em indivíduos mais jovens a influência genética é maior. Já em indivíduos de meia-idade e mais velhos, esta influência genética é bem menor.

Mas não é apenas a genética que influencia na maneira de poupar. Boa parte dessa característica também vem da educação financeira que o indivíduo recebeu de sua família. Na pesquisa, as pessoas que tiveram acompanhamento financeiro até os 30 anos conseguiram poupar 20% mais do que quem teve menos tempo de acompanhamento.

Por fim, Stephan Siegel também listou outros fatores que são responsáveis pelo nosso hábito de poupar, entre eles estão: sexo, idade, renda, escolaridade e saúde. Estes fatores são responsáveis por 10% a 15% da maneira como economizamos.

Quem quiser conferir mais detalhes sobre esta pesquisa pode acessar o site do Journal of Political Economy (http://migre.me/pMocI), fonte que divulgou com exclusividade a pesquisa. Vale lembrar que para ter acesso à pesquisa completa é preciso pagar o valor de US$ 14,00.



Fatores que influenciam nos valores dos salários


Qualificação profissional, experiência e um bom perfil geralmente não determinam o valor de um salário. De acordo com a ciência, há outros fatores que percorrem caminhos entre o início e o topo dos níveis de uma "pirâmide hierárquica". E, de certa forma, eles podem ser muito bizarros. É o que dizem os três seguintes estudos científicos:

– Altura: não, você não leu errado. É exatamente isso, a estatura física do profissional pode ser proporcional aos seus ganhos financeiros, ou seja, quando mais alto for o profissional, maior será o seu salário. Essa descoberta é recente, e veio de uma pesquisa realizada pela equipe da London BUSINESS SCHOOL, na Suécia, que teve seu texto publicado pelo Financial Times.

Os dados desta pesquisa mostraram que a maioria dos presidentes das empresas são, em média, mais altos do que 90% da população em geral, além de terem mais habilidades cognitivas do que a maior parte das pessoas.

Os pesquisadores tiveram que acompanhar a vida de 1,3 milhão de homens que serviram o serviços militar entre 1952 e 1978, para poder chegar a essa conclusão (por isso não houve mulheres que participaram do estudo). Mais de 41 mil pessoas deste grupo eram executivos do topo da "pirâmide hierárquica".

De acordo com Samuli Knüpfer, coautor desta pesquisa, esses resultados também servem para os demais países industrializados do mundo.      

– Beleza: homens e mulheres bonitos podem ganhar mais do que os que não são considerados tão belos assim. Essa diferença pode chegar a 17% para homens e 12% para mulheres, de acordo com Daniel Hamermes, autor do livro “Beauty Pays: why attractive people are more successful”.

De acordo com a pesquisa, isso mostra o quanto a autoestima e a autoconfiança podem ter impactos incríveis no salário. A pessoa que se sente mais bonita e atraente tem mais chance de se mostrar segura de si. Essa atitude pode influenciar completamente o comportamento no trabalho, por exemplo, e, consequentemente induzir a pessoa ao sucesso na carreira.    

– Nome curto: isso pode soar como algo mais estranho ainda. Uma pesquisa que foi divulgada no TheLadders, site de recrutamento, estabelece relação do tamanho do nome da pessoa com seu salário, ou seja, quanto mais curto for o nome da pessoa (até cinco letras no máximo), maior será seu salário ou seus ganhos. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores do próprio site resolveram analisar o nome de mais de 6 milhões de usuários e pessoas nessa categoria. Alguns nomes como Melissa, Rob e Dale podem estar relacionados a maiores salários.

Por Daniela Almeida da Silva



Empregos na Indústria – Queda de 0,5% em Maio de 2013


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o emprego recuou 0,5% na indústria brasileira no mês de maio se comparado com o mês de abril.

Nos primeiros meses do ano, o indicador havia apresentado estabilidade, sendo que no mês de maio aconteceu a primeira queda. Se comparar o indicador de maio de 2013 com maio de 2012, a queda foi maior, chegando a -0,7%.

No acumulado dos meses desse ano, o recuo chega a 0,8%. Já no acumulo dos últimos doze meses, o emprego na indústria brasileira teve queda de 1,3%.

Os principais setores que influenciaram a queda no indicador foram: vestuários (-2,5%), aparelhos eletrônicos (-3,5%), calçados e couro (6,5%) e equipamentos (-3,3%). Os setores que tiveram alta de emprego foram: borracha e plástico (2,7%) e alimentos e bebidas (com alta de 2,4%). Foi a alta nesses setores que impediu que o indicador fosse ainda pior.

Mesmo com a queda nos empregos, o IBGE também divulgou que houve aumentos na folha de pagamento. O aumento foi de 1,7% em comparação com abril de 2013 e de 5,8% na comparação com maio de 2012.

Por Jéssica Posenato



Profissões que Mais Tiveram Aumento de Salário entre 2000 e 2010 – Pesquisa da BRAiN


A BRAiN (Brasil Investimentos & Negócios) realizou um estudo entre os anos de 2000 e 2010 chamado de “Talentos – As profissões e o mercado de trabalho brasileiro”, que mostrou quais são as profissões mais procuradas, bem como quais foram as alterações salariais.

O estudo foi baseado nos censos de 2000 e de 2010 e uma das conclusões foi de que, nessa década, profissões nas áreas de Engenharia Química, Medicina e Engenharia Civil foram as mais procuradas pelo mercado de trabalho, além de terem conquistado um grande aumento de salário. Entretanto, profissionais de áreas como Farmácia, Administração, Marketing e Ciências da Computação obtiveram quedas salariais, tendo em vista a menor demanda por parte do mercado de trabalho.

Além disso, o estudo fez uma comparação entre o salário de profissionais com nível superior e de trabalhadores com ensino médio. Em questão de Engenheiros Civis, a diferença salarial aumentou 50% na década analisada, passando de 200% de diferença em 2000 para 250% de diferença em 2010. Outras profissões que tiveram análises semelhantes foram as relacionadas à Arquitetura, Engenharia Química e Medicina. Isso mostra que os trabalhadores desses setores têm sido mais procurados, o que aponta que o mercado vem demandando mais engenheiros civis, químicos, arquitetos e médicos.

Outra análise feita foi com relação à área de atuação das pessoas após serem formadas, no caso de continuarem atuando no mesmo segmento em que se formaram (ocupações típicas). Os maiores índices ficaram com as formações em Arquitetura, Medicina e Pedagogia. Nestas profissões, os índices ficaram entre 50% e 80%. Entretanto, setores como Artes, Ciências Sociais e Administração obtiveram índices maiores que 90%.

As áreas que tiveram aumento de salário entre 2000 e 2010 foram:

  • Arquitetura
  • Artes
  • Biblioteconomia
  • Ciências Físicas
  • Ciências Sociais
  • Contabilidade
  • Direito
  • Economia
  • Engenharia Civil
  • Engenharia Elétrica
  • Engenharia Mecânica
  • Engenharia Química
  • Estatística
  • Física
  • Medicina
  • Militar
  • Odontologia
  • Outras Engenharias
  • Serviço Social
  • Veterinária

Já as áreas que tiveram diminuições salariais foram:

  • Administração
  • Ciências da Computação
  • Enfermagem
  • Farmácia
  • Filosofia
  • Hotelaria
  • Imigração
  • Jornalismo
  • Marketing
  • Matemática

Por Guilherme Marcon



Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Maioria das empresas pretende aumentar salários em 2013


O setor de empregos não sentiu os efeitos da crise econômica mundial e mantêm a empregabilidade evitando taxas altas de desemprego.

Apesar disso, segundo o International Business Report (IBR) 2012 realizado pela Grant Thornton International com 12 mil empresas privadas distribuídas em 40 países, o ritmo de contratação em 38% da empresas do Brasil teve uma queda de 11 pontos percentuais no segundo semestre do ano.

Mesmo com este dado negativo, o Brasil conseguiu obter a 4ª colocação entre os países que mais realizam contratações de trabalho.

No entanto, não existem estímulos locais para as contratações já que no país a produção possui custos muito altos, uma elevada carga tributária e mão de obra sem a qualificação necessária.

Com isso, um dos meios usados pelas empresas é a retenção de talentos através da oferta de altos salários a seus profissionais.

Em relação a esta questão 63% das empresas afirmaram que irão aumentar os salários com valores acima da inflação e apenas 5% não irão conceder nenhum tipo de aumento salarial a seus empregados.

Por Ana Camila Neves Morais



Mercado de trabalho feminino – mais oportunidades e benefícios


A empresa especializada em serviços profissionais, Towers Watson, realizou pela primeira vez a Pesquisa de Benefícios Especiais para Mulheres e foi feita no mês de agosto com aproximadamente 120 empresas presentes no Brasil.

Segundo o estudo efetuado, cerca de 33% das organizações oferecem horários flexíveis para as mulheres depois da gestação e 16% permitem o trabalho em casa durante e após este período importante da vida feminina.

Além de facilitar o trabalho durante a gravidez, as empresas em 44% dos casos já estão oferecendo licença maternidade com seis meses de duração; além disso, 22% das empresas avaliadas oferecem serviços médicos de apoio à gestante com atendimentos psicológicos, nutricionais e ginecológicos.

Outra atuação empresarial interessante para as funcionárias é o oferecimento em 37,6% das empresas de programas especializados em prevenção para doenças femininas.

Deste modo, é possível perceber um empenho das empresas integrantes da pesquisa em adequar as práticas de trabalho às necessidades específicas do universo das mulheres.

Por Ana Camila Neves Morais



Tecnologias auxiliam no trabalho mas podem prejudicar saúde


As novas tecnologias são criadas a todo o momento ao redor do mundo e auxiliam não apenas no lazer, mas também no trabalho.

No entanto, segundo pesquisa conduzida pela empresa Kelly Global Workforce Index (KGWI) o uso destas inovações pode ser prejudicial à saúde das pessoas.

O estudo divulgado analisou cerca de 17.000 pessoas em 30 países sobre o risco do uso de tecnologias móveis e o seu impacto na produção além da relação entre o trabalho e a vida pessoal.

Os resultados mostraram que para 57% dos entrevistados a conexão permanente aumentou a capacidade de produção no trabalho bem como melhorou o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal.

Já para aproximadamente 27% dos abordados pela pesquisa se sentem pressionados a estar sempre online mesmo em casa e nos momentos de descanso.

Por isso, as novas gerações possuem mais pressão que gera um nível elevado de cansaço e estresse pela necessidade contínua de atualização e de resposta rápida às demandas do trabalho.

Por Ana Camila Neves Morais



Cresce número de jovens fora do trabalho e da escola


Há um bom tempo os homens deixaram de ser considerados os únicos responsáveis pelo sustento e manutenção das famílias e, na atualidade, esta acomodação está chegando a uma situação extrema.

Isto ocorre porque, segundo pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a quantidade de homens jovens que não trabalham nem estudam está cada dia maior no Brasil chegando, em 2010, a cerca de 1,107 milhões de pessoas.

E, ao contrário, as mulheres jovens estão cada vez mais realizando atividades de trabalho e estudo que, muitas vezes, são acumuladas.

Esta população que não realiza nem atividades laborais nem de estudo recebem apoio de suas família e residem em casas de baixa renda.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasileiro tem menos medo do desemprego, segundo CNI


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, os dados recentes do IMD (Índice do Medo do Desemprego).

Segundo o estudo houve uma queda de 1,1% no indicador no mês de outubro em relação a setembro e uma redução de 2,6% quando equiparado a dezembro de 2011.

A única alta no medo de ficar desempregado foi registrada entre os profissionais com nível superior nos quais o IMD passou de 77 para  81,9 pontos.

Ao considerar este indicador nas regiões do país, o Sudeste e Nordeste apresentaram uma pequena alta com 72,2 e 75 pontos enquanto as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram reduções.

Esta situação identifica é justificada pela CNI pelo fato de que os grandes problemas da economia foram sentidos de forma específica nos setores industriais enquanto nos outros setores os níveis de emprego foram preservados mantendo, assim, a confiança dos profissionais.

Por Ana Camila Neves Morais



Rendimentos aumentam entre militares e funcionários públicos


O IBGE divulgou nesta semana dados que mostram a evolução nos rendimentos dos trabalhadores brasileiros.

De acordo com este estudo, os maiores ganhos foram para os militares e funcionários públicos com um aumento de 40,9%.

Este valor para as classes profissionais apresentadas acima ficou muito acima da média do rendimento no país que teve um crescimento de apenas 4,7%.

A única queda nos rendimentos no período entre 2000 e 2010 foi registrada para os empregadores com diminuição de 18,6%.

O IBGE analisou também a jornada de trabalho que ficou entre 40 e 44 horas semanais para 46% do total de trabalhadores, que representou um aumento em relação à última avaliação.

Enquanto isso, aqueles que cumpriam cargas horárias maiores diminuíram com redução de 17,3% para 12,7% de quem faz entre 45 e 48 horas e de 25,1% para 15,4% para aqueles que trabalhavam mais de 49 horas por semana.

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga dados sobre freqüência dos brasileiros no ensino superior


Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados relativos ao Censo Demográfico 2010 com informações sobre o uso dos brasileiros nos cursos de ensino superior.

De acordo com o estudo as mulheres são mais freqüentes nas faculdades de todo o país com 12,5% enquanto os homens estão presentes neste nível de ensino em apenas 9,95% dos casos.

Esta situação se reflete também no mercado de trabalho com um nível de ocupação no valor de 19,2% para as mulheres com nível superior completo e de somente 11,5% para os homens com este mesmo grau de escolaridade.

O IBGE realizou ainda a análise da freqüência escolar das crianças e adolescentes de 10 a 17 anos que ficou diretamente relacionada com a participação no trabalho já que apenas 5% das crianças que estudavam realizavam alguma atividade laboral e cerca de 17,5% daqueles que não iam à escola tinham algum tipo de ocupação laboral.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui crianças entre 10 e 13 anos trabalhando


O IBGE divulgou mais um tipo de dado relacionado ao Censo Demográfico 2010 e desta vez o assunto foi com relação ao trabalho infantil.

Segundo a pesquisa realiza pelo instituto o Brasil possui 5% das crianças com idade entre 10 e 13 anos no mercado de trabalho tanto na zona urbana quanto na zona rural; sendo que ao estratificar esta informação são alcançados 13,6% de crianças trabalhando no campo enquanto apenas 3,3% realizam este tipo de atividade nas cidades.

Ao considerar a legislação é terminantemente proibido no Brasil o trabalho para crianças menores de 17 anos com atividades árduas e contínuas que prejudicam o seu aprendizado e desenvolvimento na escola.

Ao separar este dado por sexo é possível perceber uma maior predominância entre os meninos que estão ocupados em 53,45 das situações enquanto que as meninas trabalham em apenas 35,1% dos casos analisados.

Por Ana Camila Neves Morais



Nível de atividades remotas de trabalho aumentam no Brasil


Foi divulgado recentemente uma pesquisa feita pela empresa Market Analysis a qual mostrou dados interessantes sobre as atividades remotas de trabalho realizadas pelos brasileiros.

Os dados foram obtidos entre os meses de julho e agosto em nove capitais brasileiras com aproximadamente 498 adultos.

Segundo o estudo, cerca de 30% dos profissionais fazem algum tipo de trabalho com características remotas sendo este valor 7% maior do que o realizado há quatro anos atrás.

De forma mais específica, 35% dos entrevistados realizam este trabalho remoto em casa e houve um forte aumento do trabalho nômade realizado em locais variados como supermercado, shopping ou rua mediante o uso de dispositivos móveis como computadores portáteis e celulares.

As causas para o uso do trabalho remoto são variadas indo deste diminuição nos custos da empresa, equilíbrio na vida pessoal e melhor aproveitamento do tempo.

Por Ana Camila Neves Morais



Executivos brasileiros pecam na fluência em Inglês


A consultoria Michael Page divulgou nesta semana uma pesquisa sobre os executivos brasileiros que demonstrou uma situação interessante.

Dentre os 3 mil entrevistados apenas 37% deles possuem fluência no Inglês com salários oscilando entre R$8.000,00 e R$15.000,00 e com idade entre 30 e 45 anos.

De forma mais específica, 50% dos executivos que atuam no setor de serviços possuem Inglês fluente enquanto na indústria apenas 35% tem essa característica e no agronegócio apenas 3% se garantem no Inglês.

Ao estratificar estes dados por região, a Michael Page encontrou que 49% dos executivos em São Paulo possuem fluência em Inglês, 45% destes profissionais no Rio de Janeiro tem esta capacidade.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga dados sobre concentração de renda no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – dados sobre a produção econômica do Brasil.

De acordo com o instituto um quarto desta produção está concentrada em seis municípios do país que representam apenas 0,10% do total de cidades brasileiras.

Além disso, 24,9% do PIB do ano de 2010 foi gerado pelas cidades de Curitiba, manaus, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

As principais atividades destas cidades são em setores de serviços como comércio, bancos, administração pública e financeiras.

Outros dados relevantes deste estudo foram a concentração de 50% da produção econômica brasileira em 54 cidades e o fato de que 1.325 municípios produzem apenas 1% do PIB do país.

Apesar destes dados, o IBGE registrou uma redução na concentração de renda no país de 4,3% nos últimos 10 anos bem como o fato de que os maiores valores de PIB per capita foram identificados em pequenas cidades do Brasil com estabelecimentos industriais como Confins, Porto Real, São Francisco do Conde e Louveira em uma média de 200.000 reais por habitante.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga pesquisa com aumento das empresas ativas no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia) divulgou neste último mês de novembro dados do estudo “Estatísticas do Empreendedorismo 2010”.

Esta pesquisa foi realizada com base no Cempre (Cadastro Central de Empresas) e de dados dos setores de comércio, indústria, serviços e construção civil nos anos de 2009 e 2010.

Nesta análise, de forma geral, foi identificado que o percentual de empresas ativas no Brasil foi 6,1% maior em 2010 do que o registrado para o ano de 2009 representando um total de 4,5 milhões de empresas com 37,2 milhões de pessoas envolvidas em suas atividades.

Ao estratificar este dado geral é possível obter um aumento de 7,5% nas empresas com no mínimo um assalariado e de 8,3% em empresas tendo mais de 10 funcionários com um salário médio de R$1.400,00 sendo ofertado.

Deste total de empresas ativas em 2010, o maior destaque ficou com as EAC (Empresas de Alto Crescimento) que aumentaram o seu total de empregados em 20% nos últimos três anos considerados.

Ao analisar os motivos deste crescimento, Cristiano dos Santos gerente da pesquisa realizada pelo IBGE atribuiu este aumento importante ao incremento na demanda interna do mercado com uma diminuição das exportações e um maior volume de comércio no interior do país que estimulou a criação de mais empresas no Brasil.

Fonte: Agência do Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Empresa Michael Page avalia remuneração de executivos na América Latina


Mais uma pesquisa interessante foi realizada com relação ao mercado de trabalho no Brasil. Desta vez, a novidade foi apresentada pela empresa Michael Page – especializada em recrutamento de executivos – que realizou um estudo comparativo das remunerações oferecidas aos executivos no Brasil e em diversos países da América Latina.

Esta pesquisa avaliou 29 cargos de executivos localizados em empresas de médio e grande porte presentes no México, Brasil, Chile e Argentina. O principal resultado desta análise foi a constatação de que no Brasil este tipo de profissional recebe remunerações maiores em cerca de 72% dos cargos avaliados na pesquisa.

De forma mais específica, o estudo da Michael Page mostrou que em áreas como engenharia, finanças, vendas e incorporação os executivos no Brasil chegam a ganhar mais do que o dobro em remunerações do que nos outros países abordados pela pesquisa; já no setor imobiliário, que vive um crescimento exponencial, os profissionais executivos brasileiros tem salários até 90% mais altos do que nos países latino-americanos.

Após a posição consolidada do Brasil como primeiro lugar em salários na área de altos cargos de administração, este estudo apontou o Chile como segundo colocado em remunerações para executivos em decorrência do bom momento político-econômico e da estabilidade financeira vivenciada por este país recebendo, assim, profissionais capacitados vindos tanto do Chile como de outros países.

E nos dois últimos lugares ficam os salários oferecidos, respectivamente, pela Argentina e pelo México que passam por um momento de melhora nas crises econômicas vividas pelos mesmos.

Além disso, a pesquisa da Michael Page aponta um forte crescimento da economia da Colômbia que, em pouco tempo, estará entre os países que oferecem melhores trabalhos e maiores possibilidades de ganhos financeiros a executivos.

Por Ana Camila Neves Morais



Firjan anuncia resultados do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil


A Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) apresentou recentemente dados da terceira edição do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil apontando, de forma geral, que os profissionais deste tipo de mercado recebem até três vezes mais do que a média nacional de salários.

A pesquisa sobre a Indústria Criativa (com atuação nos ramos de Artes, Publicidade, Moda, Computação, Música, Tecnologia, Engenharia, Design) teve início no ano de 2008 e consiste em um levantamento aprofundado utilizando dados do ano de 2011 em todos os estados brasileiros sobre este setor do mercado apontando, assim,  questões importantes como as dez melhores remunerações, as maiores profissões criadas no país, total de trabalhadores que integram o mercado criativo, salário médio oferecido além da porcentagem de participação do PIB Criativo na economia brasileira.

Nesta última edição, a pesquisa da Firjan mostrou que a Indústria Criativa possui, atualmente, cerca de 810 mil profissionais distribuídos em mais de 240 mil empresas e contribui com um PIB Criativo de R$110 bilhões considerado um dos maiores em todo o mundo; sendo que pela primeira vez foram inseridos os setores de Pesquisa & Desenvolvimento e Biotecnologia pela relevância internacional destes ramos.

Com relação às profissões criativas são destaque atuações como de Engenheiros, Programador de Sistema de Informação, Arquitetos, Gerente de Marketing, Designer Gráfico, Analista de negócios, Designer de calçados sob medida, Analista de pesquisa e mercado, Biólogo, Agente Publicitário e Gerente de pesquisa e desenvolvimento.

Ao considerar as remunerações, os profissionais do ramo criativo ganham em média R$4.693,00 superando muito o padrão de vencimentos geral do país que oscila em torno de R$1.733,00.

De forma mais específica as remunerações no ramo criativo, em decorrência da alta formação exigida de seus profissionais e do grande valor agregado aos produtos inovadores que elaboram, possuem valores variados de salários como os mostrados a seguir:

– Geólogos: R$11.385,00

– Diretores de televisão e atores: R$10.500,00

– Biotecnologista: R$8.700,00

– Editor de Revista: R$7.594,00

– Arquitetos e Engenheiros: R$7.524,00

– Pesquisadores de forma geral: R$7.100,00

Deste modo, o Mapeamento da Indústria Criativa apresentado pela Firjan mostra um setor do mercado em ascensão crescente com grandes potencialidades de ganhos para seus profissionais e para o Brasil como um todo.

Fonte: Firjan



Índice de Desemprego no Brasil – Queda em Maio de 2012


Segundo informações publicadas no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego atingiu 5,8% em maio, recuando 0,2% em comparação ao mês de abril do ano corrente. Desde que o Instituto começou a fazer a Pesquisa Mensal de Emprego, nunca a taxa havia ficado tão baixa.

Ainda de acordo com os dados apresentados pela pesquisa, a taxa de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, no comparativo anual, apresentou uma elevação de 3,9%, fato este que segundo o IBGE representa a criação de 427 mil novos postos de trabalho.

Outro dado importante revelado pela pesquisa aponta que o rendimento médio, na comparação anual, aumentou em três das seis regiões pesquisadas. Entre as regiões que registraram aumento estão: Recife, São Paulo e Belo Horizonte. Por outro lado, Salvador e Porto Alegre apresentaram queda no valor da renda média. Entretanto, cabe salientar que a renda média mensal manteve-se acima se comparada ao mês de maio de 2011, não apresentado queda em nenhuma das regiões pesquisadas.

Para conferir mais informações sobre a Pesquisa Mensal de Emprego, acesse o site www.ibge.gov.br.

Por Thiago José Fernandes



FGV registra Alta do IPC-C1 em Março de 2012


O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1) registrou alta de 0,55% no mês de março, sendo que nos últimos 12 meses o acumulado do índice foi de 5,09%.

No mesmo mês, o IPC-BR teve alta de 0,6%, sendo que o acumulado dos últimos 12 meses foi de 5,5%.

Das oito classes analisadas, cinco grupos sofreram aumento no indicador. O setor de Alimentação passou de -0,04% para 0,62%; a Habitação saiu de 0,38% para 0,72%; o segmento de Saúde e Cuidados Pessoais cresceu de 0,39% para 0,77%; o Vestuário foi de -0,04% para 0,59% e o setor de Educação, Leitura e Recreação saiu de 0,16% para 0,75%. As acelerações foram motivadas principalmente pelos seguintes itens: carnes bovinas, taxa de água e esgoto residencial, artigos de higiene e cuidado pessoal, roupas e show musical.

Já segmento de Despesas Diversas apresentou o mesmo resultado da avaliação anterior, ou seja, 0,27%.

Por fim, os segmentos de Transportes e Comunicação registraram recuo, o primeiro passou de 0,71% para 0,13% e o segundo passou de 0,06% para -0,34%. As taxas de telefone e de ônibus urbano foram os itens que mais influenciaram estes resultados.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo



Valor da Cesta Básica em Março de 2012 – Pesquisa do Dieese


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o valor da cesta básica ficou menor em 11 das 17 capitais pesquisadas.

Um dos produtos que mais influenciaram o resultado foi a carne bovina, que teve o preço reduzido desde o mês de fevereiro, sendo que ao fazer uma comparação com o mesmo período em 2011, esse item teve aumento em 15 capitais. Segundo alguns especialistas da instituição, a previsão é que a oferta continue alta em abril devido à recomposição das pastagens.

A maior parte dos outros produtos apresentou alta quando comparado ao mês anterior. Entre estes produtos está o feijão, que teve aumento em 13 cidades, sendo que a alta mais expressiva foi em Manaus (com 12,53%), seguida por Salvador (com 9,14%), João Pessoa (com 8,61%) e Belém (com 8,37%).

Ao analisar o acumulado do ano, houve aumento em todos os produtos, sendo que nas cidades de Belém, Belo Horizonte, João Pessoa e Recife esse aumento foi mais significativo.

Ao levar em consideração o custo médio da cesta, a cidade de São Paulo apresentou o maior valor, com R$ 273,25.

Mesmo com essas variações o resultado foi considerado positivo, ao todo foram levados em consideração treze produtos essenciais aos brasileiros. 

Por Joyce Silva



OIT – Salário Médio Mundial é de R$ 2.700,00


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou um estudo que aponta que cada pessoa do mundo receberia cerca de R$ 2.700,00 se não houvesse desigualdade social. O valor correto é US$ 1.480,00 e inclui parte dos rendimentos mundiais.

O número foi alcançado depois que os técnicos da OIT avaliaram que a receita de todo o mundo é de US$ 70 trilhões anualmente. Somando-se todas as pessoas do planeta, chega-se a sete bilhões. Numa conta simplificada, o salário de cada um seria US$ 10 mil, mas também foram considerados os fatos de que nem todos possuem a mesma remuneração e alguns não compõem a força de trabalho.

O cálculo complexo está sendo feito pela OIT há alguns anos. No entanto, o primeiro levantamento foi divulgado somente agora. A instituição ligada às Nações Unidas utilizou 72 países como base. Os dados foram recolhidos em 2009 e foi utilizada somente a massa assalariada, ou seja, os autônomos e aqueles que vivem com benefícios não foram inclusos na conta.

Depois do resultado do estudo, os analistas entenderam que o valor de US$ 1.480,00 é bastante baixo. Atualmente, mais de um terço dos habitantes do mundo vivem abaixo da linha da miséria, com renda inferior a US$ 2,00 por dia.

Fonte: OIT Brasil

Por Matheus Camargo



Queda no Rendimento Médio do Trabalhador – Janeiro de 2012


De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego realizada pela Fundação Seade em parceria com o Dieese, o rendimento médio dos trabalhadores empregados apresentou queda no primeiro mês do ano em comparação ao mês anterior. Vale ressaltar que a pesquisa é realizada em sete regiões metropolitanas.

Foram também pesquisados os rendimentos médios do grupo denominado como ocupados, nesse caso, além dos assalariados também são levados em consideração os trabalhadores autônomos. Nesse segmento, a renda média atingiu um valor de R$ 1,4 mil, o que representa uma queda de mais de 2%.

Mesmo nesse cenário, algumas regiões registraram aumento na renda, como Fortaleza, Distrito Federal e Salvador, que apresentaram alta de 4,6%, 0,8% e 0,8%, respectivamente.

As perdas maiores foram constatadas na cidade de São Paulo. A queda na capital foi de 4%, sendo que o valor mensal fechou em R$ 1,5 mil.

A cidade de Recife fechou o mês com rendimento de R$ 1 mil. Já Belo Horizonte e Porto Alegre ficaram com o valor de R$ 1,4 mil.

De acordo com Patrícia Costa, economista do Dieese, os assalariados tendem a compensar essas perdas ao longo do ano devido à queda da inflação.

Por Joyce Silva



Pesquisa sobre a Média Salarial na área de E-Commerce


A Associação Brasileira de Recursos Humanos divulgou que faltam 40 mil profissionais qualificados na área de Tecnologia da Informação. Isso tem gerado uma valorização salarial nessa e em áreas afins, pois a estrutura do e-commerce exige a colaboração de diversos profissionais.

Sobre a média salarial nesse segmento do comércio eletrônico, seguem dados da pesquisa realizada pela Catho Online entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012.

A pesquisa foi realizada com 260 mil profissionais de 4 mil cidades em todo país e em 8 áreas envolvidas no e-commerce.

1 – E-business:

  • Diretor: R$ 17.110,43;
  • Gerente: R$ 8.680,37;
  • Supervisor: R$ 5.994,66;
  • Analista Sênior: R$ 4.211,36;
  • Assistente: R$ 1.134,02.

2 – Negócios Web:

  • Executivo de Contas: R$ 6.112,91;
  • Analista Pleno: R$ 3.505,75.

3 – Criação Web:

  • Web Designer Sênior: R$ 3.501,21;
  • Webmaster Pleno: R$ 2.405,40;
  • Revisor: R$ 2.062,72;
  • Estagiário: R$ 763,65;
  • Trainee: R$ 2.307,86.

4 – Web Development:

  • Gerente: R$ 7.087,71;
  • Analista Sênior: R$ 6.014,61;
  • Analista Júnior: R$ 2.153,83;
  • Assistente: R$ 2.019,40.

5 – Arquitetura e Informática na Web:

  • Supervisor: R$ 9.237,35;
  • Arquiteto Júnior: R$ 3.312,32;
  • Estagiário: R$ 1.173,74.

6 – Segurança da Informação:

  • Gerente: R$ 10.459,87;
  • Consultor: R$ 7.180,07;
  • Analista Pleno: R$ 3.923,09;
  • Analista Júnior: R$ 3.313,32.

7 – Programação Web:

  • Gerente: R$ 9.613,51;
  • Coordenador: R$ 6.383,27;
  • Programador Sênior: R$ 2.811,39;
  • Analista Pleno: R$ 3.816,23;
  • Trainee: R$ 1.335,87;
  • Assistente: R$ 1.335,87;
  • Auxiliar: R$ 932,84.

8 – Mídia Web:

  • Diretor: R$ 17.523,63.

Por fim, seguem dados de outra pesquisa da Catho sobre a média salarial de profissionais do segmento de e-commerce, com foco exclusivamente em São Paulo:

  • Diretores: R$ 17 mil;
  • Gerentes: R$ 8 mil;
  • Coordenadores: R$ 6 mil.


Pesquisa revelou a qualidade da Gestão Fiscal das Prefeituras brasileiras


Um estudo realizado pelo Sistema Firjan apontou que os municípios brasileiros têm dificuldades no setor de gestão fiscal. De acordo com o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), 65% das Prefeituras estão no índice considerado difícil ou crítico. Já a excelência da gestão fiscal está presente em somente 2% das cidades.

O IFGF analisa a qualidade fiscal dos municípios e, na sua primeira divulgação (cujos dados são de 2010), demonstrou que os Estados do Sul e do Sudeste têm a maioria das Prefeituras com boa gestão fiscal. Em números absolutos, isto significa que, da lista de 100 cidades com melhor gestão fiscal, 81 delas estão concentradas nestas duas regiões.

Já as regiões que abrangem a maioria dos municípios com as piores avaliações no IFGF são o Norte e o Nordeste, que contêm 93 municípios no rol das 100 piores gestões fiscais. Os dados analisados são relativos ao período de 2006 a 2009 e são fornecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Basicamente, os itens avaliados são: IFGF Receita Própria (que verifica a capacidade de arrecadação de cada município), IFGF Gasto com Pessoal (que analisa o gasto total com funcionários e quais as sobras no orçamento), IFGF Liquidez (analisa os restos a serem pagos com os ativos financeiros que podem cobri-los na gestão seguinte), IFGF Investimentos (soma de investimentos com relação à receita líquida) e IFGF Custo da Dívida (que verifica quanto o orçamento está comprometido devido ao pagamento de juros e amortização de empréstimos).

Nesta primeira edição do levantamento, a maioria dos municípios foi avaliada. Do total de 5.565 cidades, 5.266 estiveram no estudo. Estes locais concentram cerca de 96% da população. O restante das Prefeituras não apresentou os dados ao Tesouro Nacional e não puderam ser contemplados.

Por Matheus Camargo

Fonte: FIRJAN



Saúde Pública no Brasil – Principais Problemas


No Brasil, 47 milhões de pessoas possuem plano de saúde, ou seja, 25% da população. Os outros 75% dependem da rede pública de saúde, isso equivale a 143 milhões de brasileiros.

De acordo com as informações do secretário de Gestão Estratégica e Participação do Ministério da Saúde, José Odorico Monteiro de Andrade, desses 143 milhões, 100 milhões são atendidos pelo Programa Saúde da Família (PSF).

Os números são impressionantes, mas uma pesquisa realizada pelo Ipea junto aos usuários do SUS mostrou que a qualidade do serviço prestado pelo Sistema tem muito o que melhorar. Seguem abaixo alguns números dessa avaliação:

58,1% dos participantes da pesquisa disseram que o problema mais frequente é a falta de médico. A demora para atendimentos em hospitais, centros de saúde e postos foi a questão mais crítica para 35,4% dos entrevistados. Por fim, o longo período de espera para conseguir consultas com especialistas aparece em terceiro lugar, com 33,8% dos votos.

Um dado que ajuda a explicar esse fato é que no Brasil só 6% dos gastos totais do governo vão para a saúde. Isso significa que o país ocupa a nona posição no ranking dos gastos públicos com saúde, atrás, por exemplo, da Bolívia (8%) e da Colômbia (18,3%).

Por Christiane Suplicy Curioni



Aumento da Renda Média do Brasileiro – Janeiro de 2012


De acordo com dados divulgados pelo IBGE, apesar da crise mundial a renda do brasileiro apresentou ligeira alta. Em janeiro desse ano a renda média do país foi de R$ 1.672,20, uma alta de 0,7% se comparado a dezembro do ano passado. Quando comparado ao mesmo período de 2011, o aumento foi de 2,7%.

Outro destaque é com relação aos postos de trabalho, em janeiro desse ano a taxa de desemprego foi de 5,5%, valor maior que o apresentado em dezembro, que foi de 4,7%. Quando comparado ao mesmo período de 2003, o resultado melhora consideravelmente.

Segundo a análise da Fecomércio de Santa Catarina, a pequena alta do desemprego apresentada em janeiro é considerada normal, visto que no final do ano são criados diversos postos de trabalho temporário e nem todos os funcionários são efetivados. Já o aumento dos salários é uma consequência da valorização do salário mínimo.

Quando comparado a alguns países europeus afetados pela crise mundial, o Brasil ocupa uma posição favorável, devido os níveis de crescimento que o país tem alcançado, assim como o fortalecimento do seu marcado interno.

Por Joyce Silva



Ipea revelou a renda Per Capita do Rio de Janeiro


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, apresentou um estudo referente à renda per capita do Rio de Janeiro, de acordo com a instituição o Estado brasileiro apresentou resultados preocupantes. Mesmo tendo alta renda per capita, o Rio também possui milhares de moradores abaixo da linha da pobreza.

Segundo o estudo, o Rio ocupa a terceira posição com relação ao valor da renda por família, que passou para R$ 835, em pesquisa anterior esse valor era de R$ 698. Isso fez com que o número de moradores que recebiam menos de R$ 70 por mês reduzisse em 45%, vale ressaltar que o índice usado para definir se alguém vive, ou não, na linha extrema de pobreza é de R$ 2 diário. Em 2001 cerca de 4% dos moradores do Estado do Rio viviam nessas condições, esse percentual caiu em 2009 para 2,2%.

Mesmo com essa diferença entre ricos e pobres, a entidade considerou o resultado satisfatório visto que o Rio é um Estado que tem crescido e acumulado riquezas, e que é necessário levar em consideração as características próprias da região.

O estudo teve como base os anos de 2001 a 2009, e levou em consideração dados fornecidos pelo IBGE, conseguidos durante a Pesquisa Nacional por Amostrar de Domicílios.

Por Joyce Silva



Queda no Índice de Cheques sem Fundos no Brasil – Janeiro de 2012


A empresa de consultoria Serasa Experian divulgou um balanço dos números de cheques sem fundos no Brasil no mês de janeiro, de acordo com o levantamento o índice passou de 1,99% (em dezembro de 2011) para 1,93%.

Segundo os especialistas da Serasa Experian, a queda na emissão de cheques sem fundos foi o resultado de um conjunto de fatores, como a redução dos juros e da inflação, além do uso do décimo terceiro salário para a quitação das dívidas.

Segundo alguns economistas, outro ponto que pode ter influenciado é que em janeiro há menos consumo devido às compras parceladas feitas durante as festas de final de ano e dos pagamentos de impostos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Entre os estados, Roraima foi o que apresentou maior percentual de cheques sem fundos, com 16,61%. Já o estado de São Paulo foi o que teve menor volume, com 1,45%.

Com relação às regiões, a Norte foi a que teve mais cheques devolvidos, com 4,11%. Já a região Sudeste foi a que menos teve problemas, com 1,57%.

Por Joyce Silva



Brasil tem o Pior Retorno no Uso de Impostos


Segundo um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), dos trinta países pesquisados, o Brasil é o que pior aproveita os recursos arrecadados, ficando na última posição do ranking.

Países da América do Sul, como o Uruguai e a Argentina, também foram analisados e tiveram um resultado melhor que o brasileiro.

De acordo com o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, é possível que o Brasil cobre menos impostos e passe a investir melhor os recursos.

Para Olenike, embora o Brasil seja uma potência quando se fala em Produto Interno Bruto e crescimento econômico, isso não é transformado em qualidade de vida para os brasileiros.

A pesquisa mostrou que o Brasil arrecadou R$ 1,5 trilhão em impostos no ano passado e que esse dinheiro não retornou como investimento para as necessidades básicas da população.

Foi analisado também que a classe média paga indiretamente duas vezes pelo mesmo serviço. Um exemplo disso são os impostos que deveriam ser transformados em qualidade na saúde pública, como essa transformação não acontece, os contribuintes são obrigados a recorrer aos planos de saúde privados. Tal situação é vergonhosa, visto a quantia de dinheiro arrecadado.

Fonte: Agência Brasil.

Por Jéssica Posenato



Pesquisa sobre os Problemas da Saúde Pública no Brasil


Um dos grandes problemas de gestão no Brasil é a saúde pública.

A pesquisa "Retratos da Sociedade Brasileira: Saúde Pública", divulgada pela CNI, revelou que aproximadamente 96% da população brasileira rejeita a criação de impostos para melhorar a situação da saúde no país.

O sistema público de saúde teve reprovação de 61% dos brasileiros e 95% revelaram que o setor precisa urgentemente de investimentos na área.

Entre os principais problemas do sistema público, os entrevistados citaram: a falta de médicos (mencionado por 9% dos entrevistados), a demora no atendimento (indicado por 55% dos entrevistados) e a falta de unidades de saúde e de equipamentos (informado por 10% dos entrevistados).

Entre as soluções para o problema, os entrevistados mencionaram a melhoria dos postos de saúde e hospitais (citado por 54% dos entrevistados), o aumento do número de médicos (citado por 57% dos entrevistados) e a melhoria no salário dos médicos (indicado por 30% dos entrevistados).

Por Natali Alencar



Tarifas Bancárias no Brasil estão entre as Menores do Mundo


Uma pesquisa feita pela Accenture com instituições bancárias de 15 países indicou que as tarifas cobradas pelos 7 maiores bancos do Brasil oscilam entre R$ 27,00 e R$ 59,60. Dos locais pesquisados, essas taxas só são inferiores no México, na Índia e na França.

O estudo também revelou que os consumidores do Brasil estão mais exigentes e atentos em relação aos serviços e tarifas cobradas pelas instituições bancárias, mas também não tem medo de experimentar serviços de outras instituições. 7% dos consumidores declararam ter a previsão de mudar de banco e de 36% a 43% já mudaram de banco.

Outro fator analisado foi o poder emergente da Classe C. Segundo a pesquisa, 50% dos consumidores entrevistados já mantêm contas bancárias e 53% já possuem cartão de crédito.

A pesquisa consultou os principais bancos de varejo de 15 países (Hong Kong, México, Argentina, França, EUA, Inglaterra, África do Sul, Alemanha, Índia, Turquia, Rússia, Japão, Singapura e Austrália).

Em cada um deles buscou-se as informações dos 2 maiores bancos por volume de receita, apenas no Brasil foram pesquisados 7 bancos.

As informações foram adquiridas por canais públicos que estão acessíveis a qualquer consumidor.

Por Natali Alencar



Piauí – 41% da população sobrevive com 1 salário mínimo


42% dos piauienses, que corresponde a 1.908.912 de sua população, com idade de 10 anos ou mais, não tem nenhum tipo de renda e 41% da população se sustenta com até um salário mínimo por mês. Conforme dados apontados no Censo Demográfico 2010, com divulgação feita pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, informa o site www.180graus.com.

A pesquisa mostra que o Brasil apresenta uma desigualdade de renda muito expressiva, mesmo que tenha sido notada alguma redução nos anos anteriores.

Pedro Soares, do IBGE (Piauí), ressalta que em 2010, o indicador de pobreza era maior em municípios com porte médio.

No Estado, de 100 habitantes, 19 sobrevivem com uma renda de até R$ 70,00, este dado é superado pelo Maranhão como indicam pesquisas.

Outro aspecto que foi observado, é que na Região os homens continuam tendo um rendimento muito maior que a mulher, e esta diferença na renda acontece em municípios que contam com até 50 mil habitantes. Onde foi detectado que os homens recebem até 47% a mais do que as mulheres.

Muito tem que ser feito para que índices de igualdade, entre homens e mulheres, sejam apontados em pesquisas futuras.

Por Mônica Palácio



Pesquisa Preço Médio Refeição 2011 – Salvador tem Maior Gasto com Refeição


Um dos hábitos mais saudáveis e prazerosos para toda e qualquer pessoa é comer fora de casa, o que não significa que a comida do lar seja de composição duvidosa. O fato de não precisar sujar a louça e perder horas na cozinha é um motivador e tanto – embora cozinheiros e amantes da gastronomia prefiram dedicar suas mãos no preparo do alimento.

A Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert) por meio da Pesquisa Nacional de Preço Médio Refeição 2011 revela que os soteropolitanos gastam R$ 22,35 por refeição, superior, portanto, à média registrada na região Nordeste, de R$ 18,95.

Apoiada pela Sodexo Motivation Solutions, a pesquisa identifica que a média nacional é de R$ 21,11, com destaque à região Sudeste, onde a média (a mais alta) chega pula para R$ 22,19.

Comer fora de casa significa ter acesso a um prato principal, um refresco não alcoólico, uma sobremesa e um cafezinho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da Cesta de Compras – Aumento no RJ


Segundo informações apregoadas pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomercio-RJ), o valor da Cesta de Compras da cidade do Rio de Janeiro aumentou 0,57% na segunda semana deste mês, passando de um custo de R$ 432,55 constatado sete dias atrás para R$ 435.

A federação avalia que todos os níveis de renda majoraram alta no valor. Os lares com até oito salários mínimos mensais avançaram suas despesas em 0,55% e entre as famílias com remuneração superior a esse patamar, o índice se destacou em 0,58%.

A Cesta é composta por 39 itens, e dentre todos, a alface foi a que apresentou maior alta (acréscimo de 8,62% em seu valor), em seguida veio o tomate e a cenoura (ascensão próxima de 5% cada). A batata, diferentemente, abraçou percentual negativo de 4,02%.

Segundo a Fecomercio, o crescimento mensal da Cesta de Compras chegou a 0,90%. No acumulado do ano, porém, avanço de 2,70% e nos últimos 12 meses, crescimento de 10,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa de Preço Médio Refeição 2011 – MG tem Refeição Mais Barata


Comer fora de casa é uma atividade prazerosa. Cardápios diferentes em cada dia útil e maior variedade de pratos seduzem parte dos brasileiros a deixar a tradicional marmita para trás. Obviamente, o custo de uma alimentação varia de restaurante para restaurante e do menu escolhido, mas também existem outras diferenças.

Dados reunidos pela Sodexo Motivation Solutions por meio da Pesquisa de Preço Médio Refeição 2011 revelam que a alimentação fora do lar (composta por prato principal, refresco não alcoólico, sobremesa e cafezinho) para os residentes na região Sudeste é bem mais elevada em relação às adquiridas pelos mineiros.

Enquanto na primeira a média da alimentação chega a R$ 22,19, para os moradores de Minas Gerais a refeição sai por R$ 17,97. Apoiando a Associação das Empresas de Refeições e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), a Sodexo indica que o brasileiro destina, em média, R$ 21,11 para seu almoço fora de sua casa.

Mesmo que o foco do levantamento seja outro, para efeito de curiosidade qualquer um desses valores nem sempre são atingidos pelos Vale-Refeições oferecidos pelas empresas. Em alguns casos, dependendo da localidade, o VR do trabalhador não ultrapassa R$ 10. Considerando-se os dados da pesquisa com a realidade que cada um conhece, o profissional acaba prejudicado (paga, grosso modo, para trabalhar).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa Preço Médio da Refeição 2011 – RJ tem Refeição Mais Cara


Com tempo cada vez mais escasso, ou por opção mesmo, parte dos brasileiros procura se alimentar fora de casa. Desde um prato feito comum , conhecido por PF, até culinárias de outros países, tais como japonesas, árabes e italianas, o custo é dessemelhante entre as regiões.

De acordo com a Pesquisa Nacional 2011 da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), os cariocas são os que pagam mais caro para comer em locais que não seus lares. Apoiado pela Sodexo Motivation Solutions, o levantamento considera “comer fora de casa” uma refeição com prato principal, refresco não alcoólico, sobremesa e café.

O estudo revela que os residentes no Rio de Janeiro destinam R$ 26,57 por refeição, mais de R$ 4 reais acima da média da região Sudeste, que é de R$ 22,19. O valor a mais aos cariocas pode ser embasado no percentual de 5,91% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além desta recorrência, o valor dos alimentos e a economia local aquecida completam as justificativas.

Para Geraldo Franca, presidente da Sodexo, a alta dos alimentos e o maior acesso dos brasileiros a restaurantes recaíram sobre os preços médios praticados e reunidos pelo estudo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário de Empresários é Superior ao de Assalariados


Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalha que ser dono do próprio negócio é uma característica mais rentável entre a opção de ser assalariado.

De acordo com o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), realizado com base na opinião de quase 2,8 mil pessoas por todo o país durante os seis meses finais do ano passado, 25,31% dos trabalhadores recebem remuneração equivalente a dois mínimos – em alguns casos até mais.

O SIPS distingue que os trabalhadores por conta própria, bem como os microempresários com, no máximo, cinco funcionários, contraem montante duas vezes maior em relação aos ganhos dos assalariados. Para 54,59% dos pequenos empresários, os rendimentos superam dois salários-base mensalmente.

O sonho do negócio próprio, porém, não é a primeira alternativa almejada pelos desempregados em função do temor quanto ao processo de criação de uma empresa, sobretudo porque a concorrência é grande. Curiosamente, essa situação é até mais citada pelos empresários em relação às justificativas mais tradicionais: dificuldades de obtenção de crédito e altas taxas tributárias.

Para quem imagina poder fazer seu horário por ser dono do próprio negócio é melhor se atentar. Os empresários mencionam essa recorrência como um dos entraves à vida pessoal, além do fator férias, não acessível à maioria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa revela intenção de contratação dos empresários


O cenário econômico do Brasil tem possibilitado novos voos a empresários e trabalhadores. No ano passado, por exemplo, mais de 2,5 milhões de vagas de emprego foram criadas, correspondendo, portanto, às perspectivas de Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do país.

Os números de 2010 podem se repetir em 2011, mas, por enquanto, sem quaisquer projeções asseguradas. No entanto, estudo desenvolvido pela consultoria PwC revela que 68% dos executivos-chefes brasileiros sondados no levantamento admitem a intenção de contratar trabalhadores nos próximos meses.

Na concepção de Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, essa perspectiva é fruto do atual momento da economia brasileira, superior, inclusive, à visualizada nas nações desenvolvidas. Para ele, 2011 consolidará os planos político e econômico, embora o trabalho não venha a ser fácil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Qualidade de vida melhora para quase metade dos paulistas


A qualidade de vida compreende uma série de pontos básicos, tais como acesso à moradia, alimentação, transporte, saúde, entretenimento, entre outros. Cada qual é estipulado em diretrizes instituídas na Constituição do Brasil, porém não são todos os cidadãos que podem dizer “tenho acesso às mais básicas garantias para uma boa vida”.

Em São Paulo, um estudo intitulado ‘Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município’ (Irbem), realizado pela Rede Nossa São Paulo, revela que para 34% dos mais de 1,5 mil entrevistados consultados houve pequena melhora da qualidade de vida no ano passado, enquanto para outros 13% a vida melhorou com intensidade.

Por outro lado, para 6% dos sondados a qualidade de vida piorou um pouco e mais 3%, diferentemente, consideraram haver grande piora. O restante, ou seja, 44%, não percebeu qualquer mudança nas condições de vida.

Além desse indicador, a Rede Nossa São Paulo questionou às mesmas pessoas o seguinte: “se houvesse oportunidade de deixar São Paulo, qual seria sua iniciativa?” Do total, 51% afirmaram que iriam para outro local, enquanto 48% continuariam na cidade. Somente 1% ficou em dúvida.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão



Renda Anual dos Jovens da Classe C é maior do que os das Classes AB


O poderio da classe C pode ser medido de várias maneiras, desde o aumento da massa salarial ao longo dos últimos meses até a confiança e intenção de compras. O otimismo da população, num contexto geral, mantém-se elevado, embora tenha decrescido entre dezembro de 2010 e janeiro deste ano.

A remuneração anual dos jovens situados na classe média ultrapassa o dobro da renda do público semelhante das classes AB. De acordo com estudo relacionado pelo Instituto Data Popular, R$ 96,6 bilhões pertenceram à classe média em 2010, ao mesmo tempo em que o público mais endinheirado angariou cerca de R$ 41,4 bilhões.

De acordo com breve matéria veiculada pelo portal de Economia UOL, dos 21 milhões de jovens na sociedade, de 16 a 25 anos e economicamente inseridos, 19,5 milhões deles fazem parte das classes C e D.

Os setores que podem fazer bom uso desse público são, por exemplo, os de Alimentação e Vestuário, ramos bem afeiçoados pela casta.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mulheres – Possibilidade de Diminuir Gastos


O salário para milhares de brasileiros não perdura até o final do mês. Inúmeros levantamentos apontam essa realidade, situação que se agrava ou diminui dependendo de qual classe social é referida. Estudo diferenciado e bem delimitado, mais abaixo, assinala alguns fatores incidentes nessa tendência.

Segundo a Sohia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, 84% das mulheres, em setembro, poderiam ter diminuído ou evitado gastos para poupar algum montante para o final do mês. O principal elemento entre aqueles com possibilidade de encolhimento de dívidas é moda, em seguida objetos para o lar e despesas com entretenimento.

Além dos itens acima citados, para 19% das entrevistadas a aquisição ou a reforma da casa poderiam diminuir as despesas mensais e para 17% das mulheres, gastos com veículos automotores poderiam ser arrefecidos ou atalhados.

Por outro lado, a educação dos filhos é um elemento primordial para 93% do público feminino relacionado no levantamento.

A diferença entre mulheres casadas e solteiras é relevante, pois nas despesas com serviços de telecomunicação, por exemplo, as enlaçadas matrimonialmente admitiram poder reduzir gastos em 28%, enquanto na outra ala o índice chegou 21%.

De acordo com o UOL, o estudo foi confeccionado em setembro de 2010 com 507 mulheres, com remuneração mensal própria, entre 18 e 60 anos de idade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Instituto Data Popular – Pesquisa revela que Negros são os maiores Consumidores no Brasil


Dados reunidos pelo Instituto Data Popular atestam que os cidadãos negros mais pobres são aqueles que mais dispensam seus salários para compras em todo o país. A movimentação gerida pelos lares das classes C e D com renda abaixo de R$ 2 mil (aproximadamente quatro salários mínimos) foi de R$ 554 bilhões em 2010.

Com base nesse valor, o instituto considera que o consumo é mais do que a metade do realizado pelos brancos. Segundo o portal R7, o resultado é decorrente da maior participação da população negra no cenário da economia brasileira, com aumento de 58,3% em 2010 perante 1996.

Televisão, geladeira, máquina de lavar e freezer estão compreendidos entre aquelas mercadorias que passaram a ser adquiridas pelos negros, além de computadores e celulares, os dois últimos exemplos, em especial, refletindo o maior acesso dessa população aos meios de comunicação, entre os quais a internet.

O tão comentado aumento do poder de consumo dos brasileiros teve boa participação por parte dos negros. Uma das justificativas, segundo o Data Popular com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é o crescimento dos negros no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei