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Salário Mínimo de R$ 540, segundo Paulo Bernardo


O ministro do Planejamento Paulo Bernardo divulgou a projeção para o crescimento econômico deste ano de 6,5% para 7,5%. Durante a audiência na Comissão Mista de Orçamento, que aconteceu nessa terça-feira (16), Bernardo também divulgou uma redução na projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 5,5% para 5,3%.

A redução do INPC fez com que o salário mínimo caísse de R$ 538,15 para R$ 536,88. O reajuste é calculado de acordo com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes somado ao INPC acumulado. O ministro fez a proposta de arredondar o salário mínimo para R$ 540. Ele destacou também que valores acima do estipulado pelo ministério dependeriam da política.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Governo não prevê novos impostos, diz Paulo Bernardo


A população brasileira, seja por meio da rede mundial de computadores ou através de conversas informais pelas ruas, se queixa da possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), afirma que pretende fiscalizar os políticos que forem a favor do intento.

Enquanto os opositores da medida temem pela volta, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, tece reclamações. Em sua opinião, o governo deixou de arrecadar, por ano, R$ 40 bilhões, algo que obrigou a realização de adaptações no Orçamento como maneira de compensar a “perda” de todo o montante. Apesar disso, não crê na possibilidade de se criarem novos impostos.

Pellizzaro relacionou que durante a campanha eleitoral o regresso da contribuição sequer foi mencionado, aludindo, direta e indiretamente, que a população já tinha na cabeça a inviabilidade da CPMF. De maneira parecida, talvez descontente, Bernardo assevera que a presidente eleita Dilma Rousseff não encaminhará proposta de novos tributos para o Congresso Nacional.

De acordo com matéria edificada pelo portal de Economia UOL, voltou-se a falar dessa contribuição depois de constatada a necessidade de injeção de mais recursos para a saúde. De acordo com Bernardo, há três anos já existia um acordo para repasse de R$ 24 milhões ao setor, entretanto, o governo sofreu essa derrota (fim da CPMF).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Orçamento 2011 – Paulo Bernardo comenta prioridades em saúde e educação


Apesar do próximo representante do país ainda não estar decidido, planos futuros já começam a ser traçados por outros departamentos relacionados da esfera econômica. Alguns segmentos, por exemplo, estimam alçamento de demanda como no caso da construção civil devido as obras para a Copa do Mundo, as Olimpíadas e, também em virtude ao programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”.

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, divulgou nesta quinta-feira, 22 de julho, que as áreas da educação e da saúde serão as grandes prioridades no Orçamento 2011. O já citado “Minha Casa, Minha Vida” e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deverão angariar R$ 44 bilhões, juntos, a partir de janeiro próximo.

Com relação a educação, Bernardo expressa que os recursos serão concisos, pois a Desvinculação de Recursos da União (DRU) deixou de ser empregada. Em relação a saúde, por outro lado, o valor intencionado é superior em R$ 8 bilhões ao deste ano, conforme artigo emitido pela Folha UOL.

Bernardo, por fim, revela que cada um dos ministérios já teve acesso preliminar aos gastos estipulados a 2011. Até o final de junho, ressaltou, as propostas deverão ser devolvidas devidamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei