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Guerra comercial entre EUA e Brasil


A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.

De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.

A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Amorim afirma que Brasil não deve ser flexível aos EUA


Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, ressalta que a nação brasileira não tem por preferência efetivar retaliações aos Estados Unidos sobre os subsídios norte-americanos aos produtores de algodão, mas que o Brasil não pode ser submisso aos EUA por se tratarem de um país considerado mais forte.

Recentemente, a Organização Mundial do Comércio (OMC) foi a favor do Brasil, permitindo que o país de Luiz Inácio Lula da Silva empregasse medidas repressivas econômicas na área de propriedade intelectual a outras nações.

De acordo com Amorim, em reportagem veiculada pelo Portal de Notícias do Estadão, o único modo de o Brasil interromper a aplicação de retaliações contra os States se daria a partir de mudanças políticas, eliminando, assim, a aplicação de medidas repressivas.

Ainda para o ministro, iniciativas paliativas não serão aceitas, tais como uma casual oferta dos Estados Unidos de contrapeso em benefício de outro segmento produtivo brasileiro.

Leia mais sobre o assunto e outras palavras proferidas por Celso Amorim aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei