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Mulheres são mais flexíveis na negociação do salário


Pesquisa revelou que as mulheres estão mais dispostas a negociar os salários com as empresas do que os homens

Uma recente pesquisa feita pela Robert Half detectou que as mulheres são mais abertas a negociações quando o assunto é salário, neste quesito os homens são mais inflexíveis.

Pelos resultados obtidos no estudo, ficou confirmado que a questão da diferencia salarial no que se refere ao gênero não é em função de um conformismo por parte das trabalhadoras. Segundo a pesquisa realizada com este instituto, a mulher é mais flexível e tem maior possibilidade de negociar a remuneração do que os homens tanto durante uma entrevista de emprego quanto em momentos onde uma promoção ou uma alteração no pacote da remuneração está em jogo.

Um dos principais motivos desta melhor negociação é o mesmo que é apresentado pelas empresas quando uma mulher é colocada em um cargo de gerência e liderança, as mulheres tendem a ter mais cautela e também são mais pacientes, conseguem desenvolver melhor um acerto entre a outra parte e a sua, ainda que tenham características mais emotivas e condescendentes, as mulheres tendem a manter firmeza de objetivos. Esta combinação entre poder de decisão, análise de possibilidades e cordialidade são fundamentais em diversos momentos, inclusive na hora de negociar a remuneração.

Quase metade dos executivos, 48%, indica que as mulheres estão atrás de melhores remunerações e condições financeiras. Sobre este assunto, foi concebido um ranking que avalia onde a mulher está situada e qual é a porcentagem delas que corre atrás de negociar o pacote de remuneração que lhe é oferecido.

Em primeiro lugar no mundo encontra-se a Nova Zelândia com 73%, isto é, a porcentagem de mulheres que busca uma melhor remuneração aproxima-se aos 75%. Seguindo esta linha de raciocínio, Austrália encontra-se em segundo lugar na lista com 67% seguido pela pelo Brasil em terceira posição. Após a posição do Brasil são citados Chile (4°), Reino Unido (5°), Suíça (6°), França (7°), Alemanha (8°), Holanda (9°), Bélgica (10°), Áustria (11°) e Emirados Árabes (12°).  

Este estudo realizado pela Robert Half foi feito em 2014 e para conseguir ter resultados fidedignos foram entrevistados 1.675 gestores nestes doze países.  

Por Melina Menezes

Salário



Diferença salarial entre homens e mulheres diminuiu em SP


Uma informação muito importante para as mulheres, pois de acordo com pesquisa divulgada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) na região metropolitana de São Paulo, a diferença salarial entre homens e mulheres diminuiu e alcançou o menor índice desde o ano de 1985 quando foi dado início na divulgação dos dados dessa pesquisa.

Segundo dados do Dieese, a média salarial para as profissionais do sexo feminino foi, no ano de 2014, pago em média de R$ 9,80 por hora trabalhada, sendo que os homens receberam em média, uma faixa salarial de R$ 12,04 por hora trabalhada.

A conclusão do Dieese é que o salário pago para as mulheres ficou representado em 81,4% ao salário pago aos homens em 2014, sendo que no ano anterior, 2013 essa porcentagem era de 77,1%.

Outra importante informação é que o salário líquido mensal recebido pelas mulheres foi de R$ 1.594, isso representa 71,96% do rendimento líquido dos homens, que em média fizeram jus a uma remuneração média de R$ 2.215.

O interessante é que em média, as mulheres cumprem uma jornada de trabalho bem menor do que a dos homens, ficando na média semanal de 38 horas, sendo cinco horas a menos do que a jornada cumprida pelos homens, que segundo a pesquisa é de 43 horas semanais.

Outro dado que pode trazer preocupação as mulheres é o referente à taxa de desemprego que aumentou na região metropolitana de São Paulo, sendo que antes esse índice era de 11,7% subindo para 12,2% entre os anos de 2013 e 2014.

Agora a participação das mulheres no competitivo mercado de trabalho da região permaneceu inalterada, ficando em 55,1%, valor exatamente igual ao mesmo valor de 2013, sendo eu em 2012, esse índice era de 56,1%.

O fato é que as mulheres estão cada vez mais ocupando cargos importantes em diversos setores do mercado de trabalho e isso é muito importante para a igualdade e para a conquista dos direitos iguais, sendo que os dados dessa pesquisa revelam que ainda existe uma diferença errônea de visão em relação à remuneração de homens e mulheres, o que é lamentável, pois quem ocupa o mesmo cargo deve receber o mesmo salário, independente de sexo.

Por Rodrigo da Silva Monteiro

Diferen?a do sal?rio da mulher



Mercado de trabalho feminino – mais oportunidades e benefícios


A empresa especializada em serviços profissionais, Towers Watson, realizou pela primeira vez a Pesquisa de Benefícios Especiais para Mulheres e foi feita no mês de agosto com aproximadamente 120 empresas presentes no Brasil.

Segundo o estudo efetuado, cerca de 33% das organizações oferecem horários flexíveis para as mulheres depois da gestação e 16% permitem o trabalho em casa durante e após este período importante da vida feminina.

Além de facilitar o trabalho durante a gravidez, as empresas em 44% dos casos já estão oferecendo licença maternidade com seis meses de duração; além disso, 22% das empresas avaliadas oferecem serviços médicos de apoio à gestante com atendimentos psicológicos, nutricionais e ginecológicos.

Outra atuação empresarial interessante para as funcionárias é o oferecimento em 37,6% das empresas de programas especializados em prevenção para doenças femininas.

Deste modo, é possível perceber um empenho das empresas integrantes da pesquisa em adequar as práticas de trabalho às necessidades específicas do universo das mulheres.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Diferença salarial entre homens e mulheres – Projeto de Lei prevê multa para empresas


Mesmo em tempos “modernos“, infelizmente as mulheres ainda sofrem com a discriminação no mercado de trabalho.

Ainda que provem sua eficiência e se destaquem profissionalmente, infelizmente muitas estão sujeitas a situações de preconceito no ambiente de trabalho.

Se procurarmos bem, logo encontraremos histórias de pessoas próximas ou conhecemos  alguém que recebe salário inferior a dos homens que ocupam o mesmo cargo.

Agora as empresas devem ficar mais atentas e reajustar os salários que ainda têm essa disparidade, pois, caso contrário, estarão sujeitas a pagar multa.

Foi aprovado na última terça-feira (06-03) o Projeto de Lei 130/11, que prevê multa para as empresas que pagarem salários diferenciados para homens e mulheres que exercem a mesma função. A intenção é acabar com o preconceito de gênero nas empresas.

O valor da multa pode ser de até cinco vezes a diferença salarial.

Especialistas em direitos trabalhistas explicam que a aprovação do Projeto de Lei fará com que os empresários pratiquem salários mais justos sem discriminar as mulheres.

Aprovada em caráter terminativo no Senado e já aprovada pela Câmara, a Proposta de Lei segue para ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

Por Natali Alencar



APAS – Mulheres das Classes C, D e E compram mais produtos de beleza


O crescimento da economia brasileira expôs uma nova realidade não apenas aos próprios consumidores brasileiros, mas também aos empresários. A população cada vez mais exigente e adepta a adquirir bens e serviços diferenciados passou a obrigar os supermercados, por exemplo, a se adequarem ao ambiente basicamente inédito.

Neste início de semana, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou balanços sobre o panorama brasileiro no setor. Por meio do relatório "Tendências do Consumidor" com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, a cesta de beleza e higiene cresceu consideravelmente se destacada a classe C. De dois anos atrás para 2010, o volume aumentou 7%, índice pouco inferior aos 8% constatado nas classes D e E.

Esta pequena fatia do levantamento ilustra o otimismo do setor supermercadista para 2011, que prevê avanço de 4% nas vendas gerais em comparação a 2010. De acordo com Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), esse avanço precisa acompanhar o endividamento do consumidor, que no ano passado obteve renda média de R$ 2.146, mas que gastou, em contrapartida, R$ 2.171.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Diferenças entre Salários de Homens e Mulheres em 2010


As diferenças históricas entre homens e mulheres têm decaído gradativamente ao longo das últimas décadas, porém distantes do fim. Um dos fatores mais gritantes ainda se relaciona ao mercado de trabalho, esfera em que a ala masculina leva certa vantagem em relação à feminina.

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a participação das mulheres não ultrapassa 50% da massa salarial total ante os homens em nenhum dos locais sondados por meio da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), medidor listado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Informações mais detalhadas assinalam que a massa salarial das mulheres chegou a R$ 12,7 bilhões em outubro deste ano, contra R$ 11 bilhões de janeiro de 2009. Na mesma base comparativa, segundo o Estadão, o montante remuneratório aos homens atingiu R$ 21,2 bilhões, ante R$ 19,1 bilhões de antes.

Mesmo abaixo da massa salarial dos homens, Porto Alegre e Salvador foram as duas regiões metropolitanas em que a maior participação favorável às mulheres fora constatada (aproximadamente 40% do total). Rio de Janeiro e Belo Horizonte contraíram os números mais baixos na condição: 36,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mulheres – Possibilidade de Diminuir Gastos


O salário para milhares de brasileiros não perdura até o final do mês. Inúmeros levantamentos apontam essa realidade, situação que se agrava ou diminui dependendo de qual classe social é referida. Estudo diferenciado e bem delimitado, mais abaixo, assinala alguns fatores incidentes nessa tendência.

Segundo a Sohia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, 84% das mulheres, em setembro, poderiam ter diminuído ou evitado gastos para poupar algum montante para o final do mês. O principal elemento entre aqueles com possibilidade de encolhimento de dívidas é moda, em seguida objetos para o lar e despesas com entretenimento.

Além dos itens acima citados, para 19% das entrevistadas a aquisição ou a reforma da casa poderiam diminuir as despesas mensais e para 17% das mulheres, gastos com veículos automotores poderiam ser arrefecidos ou atalhados.

Por outro lado, a educação dos filhos é um elemento primordial para 93% do público feminino relacionado no levantamento.

A diferença entre mulheres casadas e solteiras é relevante, pois nas despesas com serviços de telecomunicação, por exemplo, as enlaçadas matrimonialmente admitiram poder reduzir gastos em 28%, enquanto na outra ala o índice chegou 21%.

De acordo com o UOL, o estudo foi confeccionado em setembro de 2010 com 507 mulheres, com remuneração mensal própria, entre 18 e 60 anos de idade.

Por Luiz Felipe T. Erdei