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Consumidor mostra sinais de confiança no mercado


Apesar da alta de alguns alimentos, o consumidor se mostra otimista em relação à economia do país.

O consumidor brasileiro está mais confiante na economia do país. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), que realiza o cálculo mensal do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), o indicador para o mês de junho sofreu uma alta pela primeira vez em 40 meses, com base na comparação anual. O principal motivo para o aumento do otimismo do consumidor é a perspectiva de que a pior fase da crise econômica no Brasil já passou.

Segundo a escala do índice, que varia entre zero a 200, onde a maior pontuação significa maior otimismo, o mês de junho elevou o indicador a 98 pontos. Esse número é o maior desde abril de 2015 e, comparado ao mês de junho do ano passado, a alta foi de 8,2%, o que significa o primeiro aumento mensal e anual desde o mês de janeiro de 2013.

Um das fontes de cálculo do ICC, conhecido como Índice das Expectativas do Consumidor (IEC) impactou fortemente na elevação do indicador, visto que ele subiu 7,2% comparado ao mês de maio, batendo os 128,5 pontos, um crescimento significativo de 26,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

voltando a apresentar sinais de confiança.

Consumidores menos pessimistas

Apesar do aumento no preço de alimentos importantes na mesa do brasileiro, como feijão, arroz e leite, o otimismo dos consumidores representa um voto de confiança para a nova equipe econômica, salienta a Fecomércio-SP. A entidade alerta, porém, que esse voto de otimismo "é relativamente curto", em especial por conta das mudanças constantes no processo político e pela profundidade e extensão da crise.

Para aumentar a confiança dos consumidores no mercado, a Fecomércio-SP aponta que é preciso que o país disponha de uma efetiva política econômica, o que inclui reformas estruturais, cortes nas despesas públicas, delimitação dos gastos do setor público, além de privatizações.

O aumento na confiança dos consumidores na economia brasileira reflete positivamente em empresas de tradição como a Barion, que se tornou uma indústria moderna e respeitada ao longo dos anos, oferecendo produtos de qualidade com sabor delicioso e irresistível. Clique aqui para conhecer os produtos e a história da Barion.



Empregos na Construção Civil – Queda no Mês de Maio de 2013


O setor da Construção Civil no país teve queda no nível de empregos de 0,05% se comparado ao mês de abril, eliminando 1.751 empregos no mês de maio. De todas as regiões, apenas duas tiveram crescimento no setor: A Centro-Oeste (com 1.157 novos postos de trabalho, subindo 0,41%) e a Sul (que teve criação de 3.586 vagas, alta de 0,73%).

Os dados são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, em parceria realizada com a Fundação Getúlio Vargas. A pesquisa mostrou que o desempenho de maio de 2013 foi bastante diferente do que foi constatado em maio de 2012, quando houve abertura de 17,2 mil vagas no setor.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, Sergio Watanabe, informou que a redução dos postos de trabalho é decorrente da redução dos investimentos feitos no Brasil, porém, espera-se que esse quadro seja revertido até o final do ano.

Mesmo após o recuo em maio, o setor continua em alta se somar os acumulados desde janeiro, totalizando crescimento de 3,34%. Nos acumulados, o setor totaliza 3,486 milhões de pessoas trabalhando, sendo 285,6 mil na região Centro-Oeste e 491,8 mil na região Sul.

Por Jéssica Posenato



Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



Crise econômica pode ameaçar setor de empregos no Brasil em 2013


A economia brasileira viveu momentos críticos de crise em alguns setores e, segundo especulações, estes problemas podem chegar ao setor de empregos nacionais.

Esta estimativa é feita em decorrência da baixa recuperação da economia do Brasil que terá como conseqüência uma redução na oferta de empregos para evitar prejuízos maiores.

Em 2012 os empregos formais tiveram uma redução de 45% e em 2013 é esperado que haja uma manutenção desta diminuição no mercado de trabalho.

Além de se preocupar com a redução do número de vagas oferecidas aos brasileiros, o governo teme ainda o aumento nas demissões de funcionários como no setor de serviços.

 Por isso, é preciso aguardar o próximo ano para verificar o ritmo de reação da economia para verificar, de forma real, as conseqüências na vida laboral dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Mercado de trabalho feminino – mais oportunidades e benefícios


A empresa especializada em serviços profissionais, Towers Watson, realizou pela primeira vez a Pesquisa de Benefícios Especiais para Mulheres e foi feita no mês de agosto com aproximadamente 120 empresas presentes no Brasil.

Segundo o estudo efetuado, cerca de 33% das organizações oferecem horários flexíveis para as mulheres depois da gestação e 16% permitem o trabalho em casa durante e após este período importante da vida feminina.

Além de facilitar o trabalho durante a gravidez, as empresas em 44% dos casos já estão oferecendo licença maternidade com seis meses de duração; além disso, 22% das empresas avaliadas oferecem serviços médicos de apoio à gestante com atendimentos psicológicos, nutricionais e ginecológicos.

Outra atuação empresarial interessante para as funcionárias é o oferecimento em 37,6% das empresas de programas especializados em prevenção para doenças femininas.

Deste modo, é possível perceber um empenho das empresas integrantes da pesquisa em adequar as práticas de trabalho às necessidades específicas do universo das mulheres.

Por Ana Camila Neves Morais



Tecnologias auxiliam no trabalho mas podem prejudicar saúde


As novas tecnologias são criadas a todo o momento ao redor do mundo e auxiliam não apenas no lazer, mas também no trabalho.

No entanto, segundo pesquisa conduzida pela empresa Kelly Global Workforce Index (KGWI) o uso destas inovações pode ser prejudicial à saúde das pessoas.

O estudo divulgado analisou cerca de 17.000 pessoas em 30 países sobre o risco do uso de tecnologias móveis e o seu impacto na produção além da relação entre o trabalho e a vida pessoal.

Os resultados mostraram que para 57% dos entrevistados a conexão permanente aumentou a capacidade de produção no trabalho bem como melhorou o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal.

Já para aproximadamente 27% dos abordados pela pesquisa se sentem pressionados a estar sempre online mesmo em casa e nos momentos de descanso.

Por isso, as novas gerações possuem mais pressão que gera um nível elevado de cansaço e estresse pela necessidade contínua de atualização e de resposta rápida às demandas do trabalho.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Pesquisa sobre a Média Salarial na área de E-Commerce


A Associação Brasileira de Recursos Humanos divulgou que faltam 40 mil profissionais qualificados na área de Tecnologia da Informação. Isso tem gerado uma valorização salarial nessa e em áreas afins, pois a estrutura do e-commerce exige a colaboração de diversos profissionais.

Sobre a média salarial nesse segmento do comércio eletrônico, seguem dados da pesquisa realizada pela Catho Online entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012.

A pesquisa foi realizada com 260 mil profissionais de 4 mil cidades em todo país e em 8 áreas envolvidas no e-commerce.

1 – E-business:

  • Diretor: R$ 17.110,43;
  • Gerente: R$ 8.680,37;
  • Supervisor: R$ 5.994,66;
  • Analista Sênior: R$ 4.211,36;
  • Assistente: R$ 1.134,02.

2 – Negócios Web:

  • Executivo de Contas: R$ 6.112,91;
  • Analista Pleno: R$ 3.505,75.

3 – Criação Web:

  • Web Designer Sênior: R$ 3.501,21;
  • Webmaster Pleno: R$ 2.405,40;
  • Revisor: R$ 2.062,72;
  • Estagiário: R$ 763,65;
  • Trainee: R$ 2.307,86.

4 – Web Development:

  • Gerente: R$ 7.087,71;
  • Analista Sênior: R$ 6.014,61;
  • Analista Júnior: R$ 2.153,83;
  • Assistente: R$ 2.019,40.

5 – Arquitetura e Informática na Web:

  • Supervisor: R$ 9.237,35;
  • Arquiteto Júnior: R$ 3.312,32;
  • Estagiário: R$ 1.173,74.

6 – Segurança da Informação:

  • Gerente: R$ 10.459,87;
  • Consultor: R$ 7.180,07;
  • Analista Pleno: R$ 3.923,09;
  • Analista Júnior: R$ 3.313,32.

7 – Programação Web:

  • Gerente: R$ 9.613,51;
  • Coordenador: R$ 6.383,27;
  • Programador Sênior: R$ 2.811,39;
  • Analista Pleno: R$ 3.816,23;
  • Trainee: R$ 1.335,87;
  • Assistente: R$ 1.335,87;
  • Auxiliar: R$ 932,84.

8 – Mídia Web:

  • Diretor: R$ 17.523,63.

Por fim, seguem dados de outra pesquisa da Catho sobre a média salarial de profissionais do segmento de e-commerce, com foco exclusivamente em São Paulo:

  • Diretores: R$ 17 mil;
  • Gerentes: R$ 8 mil;
  • Coordenadores: R$ 6 mil.


Brasil atinge marca de 70 Milhões de Trabalhadores Formais


Dados divulgados na segunda-feira (dia 26 de março) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informam que o Brasil já têm 70 milhões de pessoas trabalhando na formalidade. O número foi registrado devido à entrega da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Os números ficaram acima do previsto pelo MTE, que esperava 69 milhões de trabalhadores formais.

Os empresários tiveram que entregar a declaração da RAIS até sexta-feira (dia 23 de março). Neste ano, foi enviada a documentação de aproximadamente oito milhões de estabelecimentos. O número foi maior do que o registrado no ano anterior, quando houve a entrega de cerca de 7,7 milhões de declarações.

A partir de agora, o MTE fará a tabulação e análise dos dados obtidos. O levantamento fornecerá subsídio para que o Ministério analise o mercado de trabalho formal e fomente a inovação de políticas públicas voltadas à necessidade da população.

As empresas que não entregaram a declaração da RAIS no prazo, que é obrigatória, deverão enviar a documentação atrasada. A declaração ainda pode ser feita pela internet, nos sites www.portal.mte.gov.br e www.rais.gov.br.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Por Matheus Camargo



Mudança na Lei Trabalhista pode beneficiar trabalhadores do setor de Serviços


O Brasil pode ter mudanças nas leis trabalhistas. De acordo com o jornal “Estado de S. Paulo”, o governo da presidente Dilma Rousseff vai propor alterações que estimulem as formalidades em atividades de pessoas que hoje não tem a carteira assinada.

A ideia é que profissionais que trabalhem dois dias por semana, ou três horas por dia, tenham direito ao registro em carteira e benefícios como pagamento de férias, 13° salário e FGTS.

A proposta beneficiaria o setor de serviços e daria mais dinamismo ao trabalho.

Caso as mudanças sejam aceitas, o resultado poderá ser a criação de 2 milhões de empregos no país, de acordo com o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Assim, serão contemplados profissionais que só recebem quando chamados pela empresa contratante, o que pode beneficiar setores que trabalham com shows, curtas-metragens ou serviços de Buffet.

O governo acredita que com esse benefício os trabalhadores poderão aproveitar melhor o horário livre com qualificação.

Atualmente, a legislação determina que para ser contratado, o profissional precisa ir diariamente ao local de trabalho. Além disso, é preciso também receber um pagamento mensal.

Com as alterações, empregado e contratante passarão a negociar as maneiras como se darão a jornada.

Por Paulo Talarico



Desempregados aceitam ganhar até um salário mínimo


Num país de tantas desigualdades, a tradicional pirâmide social reflete com precisão cada um dos problemas enfrentados por grande parte da população. No sentido socioeconômico, poucas pessoas têm ótima remuneração, enquanto muitos cidadãos possuem remuneração baixa ou estão desempregados.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que a ideia de receber um salário mínimo ainda é o grande “objeto” de desejo dos brasileiros em situação de desemprego. Para 40% dos sondados e enquadrados nessa disposição, receber uma remuneração igual ou abaixo do mínimo, que na época estava em R$ 540, é altamente viável.

De acordo com Marcus Amorim, técnico em Planejamento e Pesquisa do instituto, a média salarial do país, com base neste estudo, é baixa mesmo quando confrontada com as das economias de porte semelhante à brasileira.

Outras constatações nada agradáveis e relacionadas aos desempregados se referem, por exemplo, ao tempo em que a pessoa está fora do mercado de trabalho e a escassa qualificação profissional. Aproximadamente 45% das pessoas sem trabalho afirmam estarem em busca de uma oportunidade há mais de um semestre, fato que acarreta perda de contatos profissionais e baixa em suas habilidades.

A problemática relacionada ao desemprego afeta, sobretudo, jovens de 18 a 29 anos. Representando 30% dos consultados no levantamento, 54% afirmaram não ter atividade remuneratória na ocasião da entrevista.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil



Trabalho no Exterior – Direitos do Trabalhador


No setor de empregos sobe o custo de expatriação no país. Os trabalhadores enviados a trabalho para o exterior agora possuem os direitos de depósito do FGTS (Fundo De Garantia de Tempo de Serviço) e de contribuições previdenciárias no país, além da obrigação pelas empresas de dar aos funcionários expatriados o adicional de tranferência, reajuste salarial e direto de férias no Brasil, custeados pelo empregador após dois anos de expatriação.

Algumas empresas burlam isso, mas você trabalhador tem de saber que pode acionar judicialmente caso alguns desses direitos que foram listados lhe seja negado. 

Por Teresa Almeida



Empresários de TI entre os Mais Ricos do Mundo


O mercado de TI esta se consolidando como um dos negócios mais rentáveis do mundo. Na lista anual elaborada pela revista norte-americana Forbes, das 25 pessoas mais ricas do mundo, cinco são empresários de TI. Atualmente as duas primeiras posições são ocupadas pelo mexicano Carlos Slim e o norte-americano Bill Gates com fortunas de estimadas de US$ 53, 5 bilhões e US$ 53 bilhões, respectivamente.

Slim é o dono da América Móvil, maior operadora de telefonia móvel da América Latina, entre elas a brasileira Claro. Gates, mais conhecido, é o fundador da Microsoft. A lista ainda tem Lawrence Ellisson, fundador e presidente da Oracle, com US$ 17,5 bilhões e Sergey Brin e Larry Page, fundadores dão Google, que aos 36 e 37 anos possuem uma fortuna de US$ 17,5 bilhões, cada um.

Fonte: Olhar Digital

Por Emerson Santos



Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei



Seu Salário está defasado? Veja como anda Mercado de Trabalho


Um grande defeito da maioria dos empregados de hoje em dia é a falta de procura de vagas enquanto trabalhando normalmente em uma empresa.

Quando ficamos muito tempo em uma empresa, é comum ficarmos defasados em relação às competências, salários, responsabilidades e cargas horárias para a mesma função em empresas concorrentes.

Mesmo que a empresa atue em outro ramo, mas possui em seu quadro a mesma função, é importante ficar antenado e saber como anda o mercado.

Uma forma de saber se a remuneração é condizente com o mercado é o site www.bne.com.br/pesq_salario onde podemos pesquisar a média salarial oferecida pelas empresas de acordo com o perfil pesquisado.

Por José Alberi Fortes Junior.



Empregos diretos e indiretos se mantiveram com a redução do IPI


A tão comentada redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) obteve êxito no âmbito empregatício. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a economia brasileira manteve entre 50 e 60 mil postos de trabalhos diretos e indiretos nos primeiros seis meses de 2009. Os números foram revelados por João Sicsú, diretor de Estudos Macroeconômicos (Dimac), na terça-feira passada.

A pesquisa expôs, também, que a queda nas alíquotas do IPI fez a coleta monetária recuar em 1,8 bilhão de reais em contrapartida às arrecadações, que chegou a valores próximos de 1,2 bilhão de reais. Finalmente, o denominado custo de desoneração dessa queda foi de 559 milhões de reais.

No entanto, Sicsú ressaltou que esse último valor citado pode chegar a uma estimativa menor ainda, pois a pesquisa não incluiu outros cálculos mais detalhados.



Funcionários que buscam qualificação são mais valorizados dentro da empresa


No atual momento em que estamos vivendo, empresas estão se obrigando a fazer cortes em seu quadro funcional, isso acarreta em demissões atrás de demissões.

Agora, mais do que nunca, os gestores estão avaliando bem os seus colaboradores, e cortando os menos capacitados.

Diante diso, é importante que o trabalhador saiba manter a sua empregabilidade, realizando cursos de aperfeiçoamento, se especializando e se reciclando para se destacar entre seus colegas de trabalho. 

E a capacitação profissional não conta pontos somente para quem está empregado, profissionais de recrutamento e seleção valorizam muito o candidato que faz cursos de aperfeiçoamento, é um diferencial a mais na hora da entrevista.

E a falta de dinheiro não é motivo para não se especializar, vários Estados do País oferecem cursos gratuitos para a população. Atualmente, existem mais de 440 cursos de qualificação e formação profissional gratuitos no País.



Aumenta o número de desempregados no setor industrial: o que fazer para sair dessa?


O emprego na indústria no Brasil teve em dezembro do ano passado a maior queda desde 2001. O índice registrado foi de 1,8% de redução.

O Jornal Hoje, exibiu uma reportagem com alguns profissionais que foram demitidos há pouco tempo.  A entrevista revela a reação de cada um quando perdeu o emprego e o que estão fazendo para superar a fase do  e agora, o que eu faço”? 

Quando o profissional é demitido a primeira reação é a surpresa. Apesar de todos saberem que a crise econômica está afetando as indústrias, ninguém acha que será atingido por ela. 

Depois da surpresa vem a raiva, do chefe, da empresa, da injustiça. Logo depois surge o período da tristeza, e que o profissional fica desesperado, sem rumo, desmotivado. Esta tristeza está muito relacionada como o trabalhador se sentia com relação à empresa, que, para muitos, era como se fosse a segunda família.

Quem acabou de perder o emprego não deve se deixar levar pela tristeza, evite ressentimentos, erga a cabeça e bola pra frente. O importante é não ficar parado pois a fila anda!! 

Agora é hora de se planejar, poupar e fazer orçamentos finaceiros para administrar o seu dinheiro. Não se desepere, tenha calma e tente usar o conhecimento adquirido no período em que esteve trabalhando como um forte  aliado para conseguir se recolocar no mercado de trabalho. 

O importante é não desistir dos seus sonhos e manter a Fé.



Foi demitido? Veja como enfrentar a demissão de cabeça erguida


Em épocas de crise econômica, é inevitável o corte de mão-de-obras para a redução de custos. E quem é o mais prejudicado nessa história? O trabalhador.

É muito comum que a pessoa que foi demitida se sinta desolada e com a autoestima baixa. Porém, apesar de difícil, a demissão não pode ser vista como o fim do mundo. 

Veja aqui algumas dicas para enfrentar a demissão de cabeça erguida e ainda aumentar as suas chances de arrumar um novo emprego:

  • Evite chorar na frente do chefe e dos colegas de trabalho, mantenha a compostura. Deixe para se lamentar em casa, no travesseiro. A família e os amigos não vão deixar de te dar um ombro amigo caso perca o equilíbrio.
  • Não cause uma má impressão na hora que for dispensado. Evite brigar com o chefe ou falar mal da empresa, afinal, nunca se sabe o dia de amanhã, é bom deixar as portas abertas para uma nova oportunidade na empresa, além disso, você também poderá precisar deles para uma indicação de trabalho em outra empresa.
  • Por mais difícil que pareça, nunca perca o otimismo. Quase todo o mundo passa por uma demissão na vida e todos conseguem sobreviver. Mantenha-se otimista e de cabeça erguida, a confinaça irá ajudá-lo a conseguir uma nova oportunidade.
  • Faça contatos, mande e-mails para colegas, envie currículo em sites de empresas, comente com os seus amigos do tipo de vaga que procura. As oportunidades costumam aparecer quando menos esperamos.
  • Não fique parado. A pior copisa para quem perdeu emprego é ficar parado em casa, sem rumo. Crie uma rotina, defina horários para contatos, para entrega de currículos e aproveite o tempo livre para fazer alguma atividade que você sempre quis fazer mas nunca teve tempo quando estava trabalhando.
  • Use a demissão para se reciclar profissionalmente ou até mesmo mudar de área. Invista em você! Existem diversos cursos, palestras e treinamentos gratuitos por aí.


Trabalho Temporário pode ser uma boa opção para fugir do desemprego


Final de ano e épocas de festividades como Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, etc, aumenta o número de empresas que oferecem serviço temporário, devido ao aumento do número de vendas.

O trabalho temporário pode ser uma forma da pessoa adquirir experiência e conseguir entrar no mercado de trabalho, além disso, é uma forma de conseguir dinheiro, mesmo que temporariamente, para pagar as suas contas.

As funções que mais solicitam em trabalhos temporários são fiscais de loja, estoquistas, empacotadoes, atendentes, operadores de telemarketing, vendedores, demosntradores, caixas, repositores, seguranças e motoristas.

Muitas empresas costumam contratar os funcionários que mais se destacam no trabalho temporário, surgindo aí uma oportuniade de efetivação.

Quem procura este tipo de trabalho deve inscrever-se em Agências de Emprefo ou até mesmo em Empresas especializadas em Trabalho temporário. Faça um bom currículo, pois estas empresas costumam também abrir vagas para trabalhos efetivos



Desemprego: Como se recolocar no mercado de trabalho depois de perder um cargo de chefia


Devido à crise econômica, empresas estão fazendo cortes e isso  inclui profissionais com cargos de chefia.

A recolocação de profissionais que perderam um cargo de gerência ou diretoria pode demorar mais do que os outros cargos, muitas vezes até um ano

Estes profissionais devem avaliar bem se continuam na busca de um emprego, ou partem para outros rumos profissionais, como  mudar de carreira, abrir seu próprio negócio ou aceitar cargos e salários mais baixos em outras empresas.

Qualquer desempegado, seja cargos elevados ou não, devem ter cautela e se planejar para ficar alguns meses sem salário. O dinheiro ganho com a recisão deve ser poupado para se maner neste período, por isso a contenção de gastos é essencial.

Veja algumas dicas para a recolocação no mercado de trabalho:

  • Se for mudar de rumo profissional, faça uma autoanálise antes e veja qual perfil você se encaixa melhor;
  • Muitos profissionais experientes seguem para a vida acadêmica, porém as Universidades exigem especialização, mestrado ou doutorado para lecionar;
  • Aproveitar a sua experiência e realizar trabalhos de consultoria ou treinamento, empresas familiares costumam buscar consultorias de profissionais que tenham experiência no mercado;
  • Se for abrir um negócio próprio, faça um planejamento baseado na demora do retorno financeiro. O ideal é que tenha uma boa reserva que possa investir.