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Decisões sobre o Reajuste do Salário Mínimo – Lula e Dilma Rousseff


O debate em torno do reajuste do salário mínimo poderá ser definido em breve. Os últimos encontros de lideranças do governo com centrais sindicais assinalam que o valor atual, de R$ 510, poderá chegar a R$ 540, abaixo do pretendido pelos sindicatos (R$ 580). Caberá à presidente eleita, Dilma Rousseff, e Luiz Inácio Lula da Silva a definitiva demarcação.

Gim Argello, relator da proposta de orçamento da União para o ano que vem, espera uma indicação do governo para realizar, caso sejam necessárias, alterações para tornar o reajuste viável. Segundo a Band Online, as lideranças da base aliada, participantes das negociações com as já citadas centrais sindicais, asseguram que existe possibilidade para o salário mínimo alcançar R$ 550.

Se assim for feito, algumas diretrizes do relatório de Argello terão de ser remarcadas, pois a diferença entre a proposta do governo e a da base aliada abarca R$ 3 bilhões.

Portanto, para viabilizar essa pretensão, uma Medida Provisória (MP) precisará ser assinada.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Comentários sobre Salário Mínimo, Previdência e Redução na Jornada de Trabalho


Nesta quarta-feira, 24 de novembro de 2010, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, disse que o salário dos trabalhadores aumentou, durante o seu governo, a um valor acima da média da inflação, diferente do que aconteceu na gestão de Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor.

Durante uma entrevista dada a blogueiros, Lula ressaltou que a redução da jornada de trabalho para quarenta horas semanais, cujo projeto está no Congresso, deve ser uma conquista não de um presidente, mas sim de um movimento.

Sobre o fator previdenciário, Lula disse que vetou o fim do mesmo, pois esta decisão iria quebrar a Previdência e prejudicar a aposentadoria dos trabalhadores.

Outro item comentado pelo presidente da república foi que seu governo fez acordo para o salário mínimo até o ano de 2023 mas, lamentou a não votação da questão pela Câmara dos Deputados.

Por Elizabeth Preático



Reajuste do Salário Mínimo – Aguardando a aprovação de Lula


A aguardada reunião para o debate sobre o reajuste do salário do mínimo, atualmente em R$ 510, ocorreu na tarde da última quinta-feira, 18 de novembro. Durante os últimos dias as centrais sindicais assinalaram intenção de cobrar do governo aumento real, para R$ 580, superior em R$ 40 ao endossado por Paulo Bernardo, ministro do Planejamento.

Apesar de se mostrar irredutível, Bernardo assegura que o governo brasileiro tem feito as devidas contas e que a deliberação final ficará a cargo de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, depois de sondada a opinião de sua sucessora, a ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff.

O sistema atual para reajuste do mínimo ocorre a partir da variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e da inflação do ano anterior. O que tem deixado as centrais sindicais com a orelha em pé é que a economia brasileira apresentou retração de -0,2% em 2009, bem diferente das perspectivas de avanço para 2010, algo no nível de 7,5% segundo cálculos do Banco Central.

Se o sistema vigente prevalecer, de acordo com o portal de notícias G1, o reajuste ao mínimo seria de aproximadamente 5%, resultando, portanto, em R$ 540 (valor arredondado). No intuito de argumentar alta para R$ 580, Artur Henrique da Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), ressalta que a ampla maioria das categorias conseguiu reajuste acima da inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula pede para países ricos seguirem exemplo do Brasil


Uma das maiores características de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, é o seu discurso lacônico no campo da economia, informal, mas ao mesmo tempo com efeitos capazes de arrancar tanto risos como aplausos. Antes de embarcar à Coreia do Sul para a reunião do G20 (grupos das 20 economias mais desenvolvidas do mundo), o ex-sindicalista recomendou às nações ricas tirarem algum proveito (como lição) das medidas adotadas pelo país para superar a crise financeira mundial.

Na visão de Lula, anteriormente os ricos tentavam ensinar ao Brasil como fazer para suplantar algumas crises econômicas enfrentadas de modo costumeiro na região. No entanto, agora pede que cada qual encare de maneira humilde e adote políticas idênticas às realizadas no país.

Em reportagem veiculada pelo Invertia Terra o presidente repreendeu Estados Unidos e China por apresentarem, na atualidade, moedas desvalorizadas, situação que majora a competitividade de ambas no cenário internacional. A seu ver, é necessário que o câmbio seja flutuante, ao mesmo tempo em que existam reguladores entre as políticas cambiais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financial Times – Petrobrás tem vários obstáculos com o pré-sal


A nação brasileira tem saboreado algumas vitórias obtidas pelo atual governo em áreas diferentes entre si, tais como, por exemplo, no caso do crescimento econômico dos últimos meses impulsionado pela habitação, pelo maior pode aquisitivo da população, pelo “Bolsa Família” – ou se preferir, transferência de renda – e igualmente importante, pelos segmentos da linha branca e de veículos automotores.

Como resultados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem a seu poder concedido alta aprovação por parte da população. Dilma Rousseff, presidenciável do Partido dos Trabalhadores, é, seguramente, uma das maiores beneficiárias. Não à toa, as pesquisas de intenções de votos a ilustram na liderança da disputa, deixando para trás, consequentemente, o tucano José Serra, a pevista Marina Silva e o psolista Plínio de Arruda Sampaio.

Lula, que tanto enaltece a ex-ministra da Casa Civil em seus discursos, por vezes exalta os feitos de sua gestão, um deles, as políticas intrínsecas à questão petrolífera. O Financial Times, veículo de comunicação de origem britânica, voltou a repreender algumas atitudes do ex-sindicalista.

De acordo com o jornal por meio de Norman Gall, diretor-executivo do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, o presidente põe em risco seu legado por endossar as políticas de sua gestão para o caso do petróleo. De acordo com a agência de notícias Reuters, Lula ressalta o país como potência emergente do ramo no intuito de angariar anseios triunfais que viriam a ser empregados para ajudar o PT a conquistar as eleições deste ano.

Gall avalia que existem muitos obstáculos para a Petrobrás no mote pré-sal, tais como possíveis e insuficientes investimentos para aquilo que o país tanto almeja. Relembrando críticas anteriores, o artigo publicado no FT assevera que todos os entraves acontecem em meio a uma nação com infraestrutura e educação a serem melhor investidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mercosul – Presidente Lula quer divulgar seus acordos


A aprovação singular do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem por referência a ampla aceitação da população brasileira para com suas iniciativas nos últimos sete anos, mais alguns meses. Programas de cunho sociais, entre eles o “Bolsa Família” e o “Farmácia Popular”, por exemplo, levaram benefícios diferenciados às classes menos favorecidas da sociedade. O “Minha Casa, Minha Vida”, outra iniciativa popular, ainda permite a aquisição de imóveis com benefícios de até R$ 23 mil – dependendo da remuneração familiar mensal.

Evidentemente, existem aqueles que se opõem aos seus programas, principalmente em ano eleitoral, o qual a postulante preferida pelo ex-sindicalista é Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores. Não satisfeito somente com o Brasil, Lula quer expandir sua área de atuação a outros planos, como é o caso do Mercado Comum do Sul (Mercosul).

Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais, afirmou recentemente que o presidente quer ser recordado nos últimos meses deste ano à frente da presidência do bloco econômico pelos progressos nas áreas produtiva e social da região. Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, relacionou que algumas das menções feitas por Lula no que se refere à sua intenção (de ser lembrado) são os acertos acordados no setor de água doces e o fim da cobrança da TEC (Tarifa Externa Comum).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo brasileiro assina decreto da ONU sobre sanções ao Irã


A nação brasileira, encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no que se refere à questão nuclear iraniana, teve como aliada a Turquia, representada pelo primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, que juntamente a Mahmoud Ahmadinejad decidiu levar ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) maior confiabilidade do mundo para com o Irã.

Contudo, as intenções não foram lá bem aceitas e Lula, em especial, teve de amargar forte oposição por causa de contestações que alegavam algumas incertezas sobre a temática especificada. Com uma aparente derrota, o ex-sindicalista, pelo que dizem alguns, decidiu oferecer asilo político a Sakineh Mohammadi Ashtiani,condenada à morte por apedrejamento em virtude de adultério e suposta participação na morte do marido.

Neste princípio de semana, Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, informou que o presidente assinou decreto para o Brasil cumprir as sanções impostas anteriormente pelas Nações Unidas contra o Irã.

Para Amorim, conforme notícia veiculada pela agência Reuters, o presidente brasileiro firmou o decreto porque, segundo ele, a nação brasileira possui o costume de satisfazer as resoluções apregoadas pelo Conselho de Segurança da entidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Presidente Lula cria empresa BRASIL 2016 para planejar Olimpíadas no país


O Brasil, dependendo do contexto e do assunto abordado, apresenta “lá” suas várias contradições e/ou curiosidades. A composição da Copa do Mundo de 2014, tão criticada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) devido a problemas infraestruturais e a falta de movimentação nas obras de reforma, ampliação ou edificação de novos estádios, ainda atravessa fase de infindáveis indefinições além dessas citadas.

Em 2016 a cidade do Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos, outro evento que ainda precisa de melhores ajustes para ser levado adiante. Mesmo assim, as Olimpíadas parecem ter saído na frente no que diz respeito ao governo federal, pois o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto, já publicado no Diário Oficial, que cunhou uma empresa de origem pública para abordar a execução de serviços e obras do acontecimento.

O decreto enuncia que essa companhia será formatada sob os moldes de Sociedade Anônima, com capital inicial de R$ 10 milhões. O conselho da denominada BRASIL 2016 será escolhido em assembleia geral de acionistas, com os administradores do intento permanecendo no cargo durante três anos.

A sede da BRASIL 2016 será no Rio de Janeiro, mas poderá conservar unidades em outros Estados. Entre as atribuições da empresa, segundo o portal de notícias G1, estarão estudos necessários de infraestrutura e o planejamento das Olimpíadas e das Paraolimpíadas do mesmo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Política Internacional – FHC concorda com Lula sobre Irã


As relações internacionais do Brasil têm provocado opiniões incongruentes entre os políticos nacionais e estrangeiros. O caso mais próximo,  foi o posicionamento de Luiz Inácio Lula da Silva, juntamente a Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, sobre a questão nuclear iraniana.

Outra situação que tem embaraçado algumas partes, na atualidade, é Lula ter defendido e proposto asilo político – negado pelo Irã – a Sakineh Mohamadi Ashtiani, iraniana execrada à morte por apedrejamento – cancelada e em análise de nova pena: por enforcamento – devido a adultério e presumida implicação no óbito de seu marido.

Como tem exercido seu poder participativo nas últimas semanas por meio de entrevistas sobre as eleições e seu ex-mandato, Fernando Henrique Cardoso decidiu emitir opinião sobre a condenação à iraniana. Segundo ele em reportagem propagada pela Folha UOL, o Brasil deve sim, manter relações adequadas com o país persa mesmo após a recusa do governo local, sem no entanto, suscitar ações de caráter negativo à nação brasileira.

O Brasil precisa agir com mais alteridade na esfera internacional. Costumes são costumes, mesmo que sejam de repudio a outros países. Em algumas pátrias, por exemplo, animais como vaca são sagrados – quem além de vegetarianos, aqui, recusa um bom churrasco?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo do Brasil – Cuidados com obras para Copa do Mundo


Para receber um evento de magnitude mundial, como é o caso da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil precisará melhorar muitas questões mal-resolvidas. São anos de defasagens em várias áreas, principalmente na questão da infraestrutura, tanto viária como aeroportuária.

Nesta semana, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, parece ter se dado conta de quanto o país ainda precisa evoluir para conseguir ser, daqui a alguns anos, uma das maiores potências econômicas. Ele pediu empenho de todos os ministros no cumprimento de obras. Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais, esteve reunido com o ex-sindicalista nas últimas horas; relacionou à imprensa a grande preocupação com a atual situação dos aeroportos.

Em 2 de agosto, segunda-feira, vários voos domésticos apresentaram atrasos nas horas iniciais do primeiro dia útil da semana, alguns, inclusive, cancelados. O Tribunal de Contas da União, de acordo com Padilha em reportagem apregoada pelo portal de notícias G1, deverá ser um dos órgãos de fiscalização que se prestará mais efetivamente para apressar o cumprimento das obras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim de mandato – Lula quer foco dos Ministros com projetos


O jeitinho brasileiro de deixar tudo para a última hora deverá custar muito caro à nação nos próximos anos. A Copa do Mundo, que estacionará pela segunda vez no país em 2014, tem movimentado os bastidores da política nas últimas semanas, pois vários dos locais que prometem abrigar o evento mal iniciaram as obras necessárias, seja na infraestrutura das ruas, seja na reforma, ampliação ou construção de estádios. Engane-se, porém, que esse é o único caso dos dias atuais.

Aos que têm noções de matemática, por exemplo, falta pouco menos de cinco meses para o término do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Alguns de seus objetivos, assim como nas gestões anteriores, não foram postos em prática a tempo. No princípio desta semana, o presidente pediu aos ministros  que se dediquem totalmente no cumprimento de projetos do governo.

Alexandre Padilha, ministro de Relações Institucionais e interlocutor desse… pedido, relaciona que existem inúmeros programas a serem concluídos até o final de dezembro. Para Erenice Guerra, ministra da Casa Civil, o gestor do país pediu encontros de cunho bilaterais com outros ministros para verificação do andamento dos intentos previstos para até o último dia de 2010.

O objetivo principal do presidente, de acordo com reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, é a finalização de obras infraestruturais abrigadas e conjeturadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mesmo que nem todas.

Lula quer o máximo possível.

Dará tempo?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Sancionada lei que obriga varejo a disponibilizar o Código de Defesa do Consumidor


Nem sempre o brasileiro apresenta satisfação perante algum estabelecimento. O desagrado, que pode ocorrer a partir de qualquer eventualidade, pode ser resguardado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), que visa assegurar os direitos do cliente.

Do dia 21 de julho em diante começa a valer a lei sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil (publicada no Diário Oficial da União), obrigando estabelecimentos de prestação de serviços e comerciais a ilustrarem um exemplar do CDC de forma visível e de acesso facilitado ao consumidor.

Se o intencionado não localizar o Código de Defesa do Consumidor dentro do estabelecimento pode realizar uma  queixa cuja pena pode chegar até R$ 1.064,10.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Brasil disputará mercado africano com nações ricas


A relação do Brasil para com as demais nações do mundo tem acontecido em várias esferas, principalmente comerciais e políticas. Recentemente, a questão nuclear iraniana elevou a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, ante outras personalidades. Embora, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha adotado postura diferente da almejada pelo governante tupiniquim, por Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, e por Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Em viagem à África, onde aproveitou para participar da festa de lançamento da Copa do Mundo de 2014, Lula cultivou debates nas primeiras horas da última quinta-feira, 8 de julho, com Rupiah Bwezani Banda, presidente da Zâmbia, autoridades zambianas e empresários locais e brasileiros. Para o governante brasileiro, o Brasil está na disputa com grandes economias globais pelo continente africano.

Em reportagem vinculada pela Folha UOL, Lula ressaltou que China, Estados Unidos e Índia concorrem, atualmente, por cada centímetro da África. Entretanto, os brasileiros não devem observar o intento sentados, como se nada estivesse ocorrendo.

Aproveitando o ensejo, o presidente brasileiro fez duras críticas ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, quando um país como Brasil ou Zâmbia estavam em crise, ambos os órgãos apareciam com regras para que as nações seguissem; agora, com o colapso atingindo as partes mais ricas, os dois permanecem em silêncio, justamente pelo fato de não saberem encarar o atual problema como imaginavam que conseguiriam.

Leia outras informações na Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula Critica Movimentos Sindicais em Greve


Na época em que era sindicalista, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, almejava melhores condições aos trabalhadores de sua classe. Existe um documentário brasileiro que ilustra a história do líder atual da nação, com depoimentos ilustrativos em torno de sua imagem a partir de metalúrgicos anônimos, suscitando, pois, em novas reflexões a respeito do que acontecia na ocasião por ele mencionada.

Na última quarta-feira, 16 de junho, Lula criticou os atuais movimentos sindicais que fazem greve pelo Brasil. Segundo ele, o ambiente de hoje se baseia em uma pessoa andarilhando com uma bandeira em suas mãos, outra com corneta e mais uma, ainda, com foguetes, situação similar, conforme sua visão, aos acontecimentos geridos pelo narcotráfico carioca que visam avisar a população das favelas sobre alguma situação inesperada ou combinada.

Em dia inspirado e enfático retratado pelo portal de economia Terra, Lula se ressabiou com os dirigentes sindicais, que aguçam paralisações e depois questionam cortes em seus salários pelos dias parados. O presidente, na mesma ideia, ressaltou que em sua época ninguém exigia pagamento pelas horas sem trabalho e caso não concordassem, nem eram obrigados a aderir ao movimento.

Resta saber, portanto, se Lula se sente ofendido por não ter imaginado que sua representatividade sindical fosse abalada por situações que ele mesmo promoveu, ou se ele está certo no que fora mencionado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula deverá acatar reajuste de 7,7% aos aposentados


Contestado desde seu início, o reajuste de 7,7% aos aposentados que têm remuneração mensal superior a um salário mínimo finalmente foi acordado. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, recebeu diversas recomendações de Guido Mantega, ministro da Fazenda, para vetar o alçamento do percentual, pois as contas públicas do país poderiam apresentar desequilíbrio.

Anteriormente, de acordo com o portal de notícias G1, Lula barrou a emenda que elimina o fator previdenciário no país, mas indica, por outro lado, que o líder do país não quer se arriscar ao vetar a fixação do novo índice aos aposentados devido a dois fatores: término de seu mandato e pleito de outubro, no qual Dilma Rousseff (PT), ex-ministra da Casa Civil e pré-candidata, recebe seu integral apoio.

Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), deputado e líder da Força Sindical, afirmou que até acolhe a medida de veto ao fim do fator previdenciário, porém, quer que o presidente fixe o reajuste de 7,7% à classe de aposentados.

Se Lula vetasse, também, o projeto de reajuste, provavelmente a oposição poderia usar o episódio como bandeira para derrotar Dilma nas eleições. Realmente, se o líder do país agir desse modo, a petista poderá ter sua imagem desvencilhada à principal bandeira do PT: beneficiar a sociedade e outorgar melhores condições à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pensão Vitalícia para Campeões Mundiais das Copas de 58, 62 e 70


O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional o o projeto de lei que estipula um prêmio no valor de R$ 100 mil aos jogadores brasileiros que foram campeões do mundo pelas Seleções dos anos de 1958, 1962 e 1970.

Além deste prêmio, os ex-atletas também receberiam um auxílio mensal. Suas esposas e os filhos do jogador menores de 21anos também teriam direito a uma pensão a ser paga pelo governo. O valor do auxílio mensal seria de cerca de R$ 3416,54, que é um teto de auxílio da previdência. Os custos sairiam dos cofres públicos, do Ministério do Esporte e da Previdência Social.

Você concorda com isso?!

Por Mauro Tavares

Fonte: Terra



Lula poderá vetar aumento de 7,7% aos aposentados


Durante muito tempo a imprensa nacional noticia informações relevantes e pertinentes ao reajuste a aposentados. O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, tencionava limitar o aumento em até 6,14% à classe, porém, em 4 de abril, terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou índice de 7,7%, bem acima da intenção do presidente.

Em Buenos Aires, onde recebeu a informação, Lula foi enfático e afirmou que vetará todo o texto, uma vez que, segundo ele, não existe eleição que o faça acatar um percentual altíssimo. Em reportagem divulgada pelo portal dinheiro do Folha UOL, o presidente quer, também, dar fim ao fator previdenciário.

Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do governo na Câmara, avalia que Lula, mesmo que acatasse ao aumento – permitindo, assim, melhor recepção dos aposentados em relação a Dilma Rousseff (PT) e sua pré-candidatura à presidência da República –, não quer, de maneira alguma, tomar medidas eleitoreiras que acarretem prejuízos ao país.

Portanto, o veto deverá vir com toda a certeza se depender do líder do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha Uol



Lula acredita que classes D e E impulsionaram economia durante crise


Retomando um dos seus discursos fundamentais para a dupla subida ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, afirmou que as classes sociais D e E – as mais baixas em relação a poder aquisitivo – foram as responsáveis por sustentar o desenvolvimento da nação em plena crise financeira global.

No mesmo ímpeto, Lula atacou as classes média e alta da sociedade ao “indiciá-las” por parar de comprar no momento em que o país mais precisava de suporte financeiro. Durante seu pronunciamento, proferido durante a 18ª Feira da Indústria da Construção e Iluminação (São Paulo), o presidente relatou seu imenso orgulho em oferecer a possibilidade de compra de casas próprias por famílias com renda de seis e até três salários mínimos, dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Como parte da estratégia de conferir sua representação ao nome de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil e concorrente ao cargo de presidente do país entre 2011 e 2014, Lula criticou governos anteriores aos seus, conforme documentado pelo portal de notícias G1.

Clique aqui e leia mais sobre o posicionamento de Lula sobre em relação aos assuntos acima descritos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Jornalista do Wall Street Journal ataca governo brasileiro


Um artigo curioso do Wall Street Journal chamou a atenção dos principais meios de comunicação do Brasil no início desta semana. Sob o título de “Contenha seu entusiasmo pelo Brasil”, sua autora, Mary Anastasia O’Grady, levanta inúmeros questionamentos sobre uma das principais riquezas do país: o petróleo.

Obviamente, suas palavras são tendenciosas, mas apimentam novos debates. O país, questiona ela, que tem comemorado o sucesso de suas parcerias público-privadas, conseguirá, efetivamente, dividir toda a riqueza em todas a todas as camadas sociais?

Com um texto ácido, a editora e colunista do jornal norte-americano indaga a representatividade de Luiz Inácio Lula da Silva. Denomina o líder do Brasil como um gestor que nada fez.

Embora Mary levante pontos importantes e contraditórios, os números não deixam margem para quaisquer dúvidas. O país tem conseguido bons resultados, diferentemente dos EUA, tanto que os percentuais para o Produto Interno Bruto (PIB) ultrapassam 5%, seja de fontes brasileiras, seja de fontes estrangeiras.

Para ler a opinião de Mary e tirar suas próprias conclusões, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula critica extinção do CPMF


Uma leitora do Rio Grande do Sul perguntou ao presidente Luís Inácio Lula da Silva, sobre o destino do dinheiro proveniente do CPMF, extinto no final de 2007.

O presidente disse que em 2006 vários benefícios na saúde como milhões de internações, exames laboratoriais, e hemodiálises foram concedidos em função dos recursos arrecadados com o imposto, e que sua eliminação foi proposta pela oposição como uma forma de atingir o governo, mas acabou prejudicando a saúde do povo brasileiro.

Segundo Lula R$14,3 bilhões do CPMF foram direcionados para a área da saúde em 2006. Sobre um possível retorno do imposto, o presidente colocou que existe uma proposta de se criar a Contribuição Social para a Saúde, com cobrança de 0,1%, cujos recursos seriam destinados à União, aos Estados e Municípios.

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Márcia V. L. Galvão



PAC 2 – Nova etapa do Programa de Aceleração do Crescimento


A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi lançada nesta segunda-feira, 29 de março de 2010, em Brasília.

O evento contou com a presença do presidente Lula e da Ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, que esteve a frente dos trabalhos da primeira etapa mas, que não irá coordenar os trabalhos da segunda parte do programa, por estar afastada para campanha presidencial.

A primeira fase do programa teve seu lançamento em janeiro de 2007, e até 2010, pretende-se investir R$638 bilhões. Já para o período de 2011 a 2014, está previsto um investimento de R$958,9 bilhões. De acordo com o governo, foram criados mais de cinco milhões de empregos entre janeiro de 2007 e fevereiro de 2010, através do PAC.

Fonte: G1


Lula critica países desenvolvidos de praticarem erroneamente o livre comércio


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, repreendeu, recentemente, os países mais desenvolvidos do planeta de atribuírem subsídios às mercadorias produzidas em nações mais pobres. Para efeito exemplificativo, a autoridade citou o caso do algodão brasileiro, que teve retaliação autorizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos Estados Unidos (que nada fizeram para evitar tal decisão).

Lula, em reportagem veiculada pelo Portal de Notícias G1, menciona que o livre comércio foi empregado como argumento para a redução da presença do Estado na economia mundial e para privatizações, porém, não assegurou o ingresso dos países pobres nos mercados das nações desenvolvidas.

Além disso, o presidente brasileiro avalia que, quando os países mais endinheirados deram início à pauta de livre comércio, aconteceram as privatizações. No entanto, essa modalidade só foi interessante quando a comercialização se configurou unilateral, ou seja, dos mais ricos aos mais pobres; seu interesse, por fim, é única e exclusivamente tornar o mercado bilateral

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula defende PIB baixo em 2009


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, mostrou-se chateado com algumas pessoas que consideram o índice de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, divulgado em 11 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, insatisfatório.

De acordo com a autoridade brasileira, que teve discurso propagado pela agência Reuters, apesar de esse baque ter sido o primeiro desde 1996, ocasião na qual foi iniciada a contabilização do PIB, o país apresentou superação, tanto que no último trimestre de 2009 a ascensão foi de 2% em relação ao período igual de 2008, bem como por outro motivo: o crescimento em 4,1% do consumo das famílias.

Lula ressalta, por outro lado, que se há um responsável para o PIB não ter ultrapassado 0%, esse culpado é a iniciativa privada, que temeu o arrastão financeiro pelo mundo e desacelerou investimentos. O governo, segundo ele, agiu na contramão, pois aumentou a oferta de crédito na finalidade de conter o fantasma da crise.

Clique aqui e leia outros pontos deste artigo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula comenta sobre salários dos funcionários do Banco do Brasil


Em mais um de seus discursos otimistas que exalta, sobretudo, o atual momento brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, afirmou há pouco, juntamente a Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, que o BB dissolveu o paradigma de que o Estado é ineficaz.

O Portal de Economia do Terra relata que Lula retornou o assunto de que a remuneração dos funcionários do banco estatal é baixa; em contrapartida, teceu comentários positivos em relação a Bendine. Segundo ele, embora essa realidade remunerativa não soe tão bem, o banco e seus trabalhadores obtiveram resultados além da expectativa e acima do que fora conquistado por quaisquer outras instituições brasileiras.

Reforçando suas palavras, Lula admira Bendine, pois mesmo com um salário três vezes inferior a inúmeros bancos privados, o presidente do Banco do Brasil conquistou um bom ambiente no mundo dos negócios, visto que o BB tem por função ser a referência da economia brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira em 2010 irá crescer, afirma Lula


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, continua a afirmar que a economia nacional crescerá bastante e que a inflação permanecerá em níveis baixos no próximo ano. Isto porque, de acordo com ele, as medidas apregoadas pela equipe econômica suscitaram efeitos notáveis.

Em reportagem veiculada pela Agência Estado, Lula mencionou inúmeras iniciativas, dentre elas a liberação de R$ 80 bilhões de crédito para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a prorrogação, por mais alguns meses, das desonerações em várias linhas comerciais.

Além disso, o líder brasileiro afirmou que o Poder Executivo abrirá a linha de crédito para máquinas e equipamentos – bens de capital – a ônibus e caminhões para mercados estrangeiros, tais como a América do Sul e Latina e a África, antes vigente somente dentro de nossas fronteiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei