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Isenção do IPI para Materiais de Construção – Prazo Prorrogado


O setor de materiais de construção pediu e foi atendido. Finalmente o governo decidiu ceder e prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao segmento até dezembro do ano que vem, dilatando em 365 dias a deliberação anterior. Portanto, 45 itens continuarão com preços baixos.

Matéria veiculada pelo portal R7 retoma que em abril deste ano os empresários do setor constataram que as exonerações poderiam responder por um acréscimo extra de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país caso o benefício fosse mantido por mais dois anos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a continuidade fornecerá ganhos próximos de R$ 38 bilhões para o país durante um triênio.

Com essa nova determinação o setor habitacional continuará a granjear bons números. Para este mês já era aguardado aumento no número de compras como antecipação ante o término do estímulo fiscal, situação observada no segmento de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Prorrogação Isensão IPI Materiais de Construção


Guido Mantega, ministro da Fazenda, decidiu prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao setor de materiais de construção até dezembro, pois o benefício, anteriormente, só seguiria até junho deste ano. Para a autoridade, isso contribuirá para amenizar a pressão no segmento e permitirá a consumidores e distribuidores melhor flexibilidade de compras.

A Secretaria da Receita Federal divulgou em 16 de abril, sexta-feira, um dia depois de tomada essa decisão, que o governo brasileiro deixará de arrecadar, com isso, R$ 723 milhões até o final de 2010.

O portal de notícias G1 indica aos mais desavisados que 30 é o total de mercadorias que tiveram redução ou percentual do IPI zerado.

Por outro lado, os demais setores que antes tinham o mesmo benefício – linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e veículos automotores – continuarão sem qualquer tipo de arrefecimento.

Fonte: Portal G1.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da redução do IPI – Queda nas vendas e preços mais elevados


Analistas de diversas áreas anteviram que após o término oficial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), setores que atendem à comercialização de veículos e produtos da linha branca, tais como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, terão queda em suas vendas e uma provável elevação de preços.

Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também pensa sob o mesmo ponto de vista. Para ele, inclusive, as altas previstas poderão, “confortavelmente”, pressionar a inflação. Outro enfoque preocupante é que os consumidores adquiriam produtos em larga escala ao final de março, dando a entender, por exemplo, que os segmentos de veículos e da linha branca poderão, de fato, saírem-se prejudicados.

Segundo o portal de economia UOL, baseado no Valor Online, Castelo Branco aguarda maiores levantamentos com informações sobre as vendas acontecidas em fevereiro e março. Ele acredita, sem dúvidas, de que os dados serão os mais otimistas, pois somente no segundo mês do ano, por exemplo, as comercializações reais da indústria de transformação conquistaram dilatação de 3,3% em relação a janeiro de 2010.

Fonte:  UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da Redução do IPI leva aumento nas vendas


De acordo com pesquisa feita pela Serasa Experian com dados divulgados nesta terça-feira, 05 de abril de 2010, o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) neste mês de março promoveu um amplo aumento nas vendas do setor de varejo, especialmente no ramo de veículos.

Foi a maior taxa registrada desde setembro de 2008 neste setor, com um aumento equivalente a 13,5% em relação ao mês de março de 2009. O segmento de veículos liderou com um crescimento de 31,4%, seguido pelo setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, bem como pelo setor de materiais de construção.

Os demais segmentos pesquisados também indicaram crescimento de mais de 2% em março deste ano, em relação ao ano de 2009. Isto demonstra que houve um aumento no número de empregados e de seus rendimentos reais, assim como uma ampliação dos prazos para pagamento dos produtos adquiridos.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão



Fim da Redução do IPI para carros e bens de capital


O governo brasileiro não pretende renovar as desonerações fiscais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a carros e máquinas, segundo discurso proferido por Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Para ele, os últimos sinais sobre a recuperação econômica tornam a medida possível e em tempo certo.

Otimista, o presidente revela que as iniciativas adotadas no ano passado atingiram o principal objetivo, que foi o de elevar as vendas em diversos setores e fazer o capital girar em meio a crise financeira global. O incentivo, de acordo com Portal de Economia UOL, com base em informações do Valor Online, foi encerrado no último final de semana, em 31 de janeiro.

Por outro lado, para bens de capital, que engloba equipamentos e máquinas para indústrias, o estímulo permanecerá até 30 de junho. Aos automóveis, porém, o fator redutivo do IPI será finalizado de maneira gradual até o final de março.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor mobiliário pede isenção do IPI por mais 6 meses


Mais uma vez Guido Mantega, ministro da Fazenda, foi requerido, agora pela Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa) e pela Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel). Ambas forneceram à autoridade um estudo em relação às vendas do setor, ocasião na qual pediram uma isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) por seis meses.

José Luiz Fernandez, presidente da Abimóvel, afirmou que a medida se faz necessária para o desenvolvimento positivo das vendas, pois o setor passa por um momento delicado em virtude da diminuição das exportações por causa da queda percebida na demanda do mercado mundial.

De acordo com Fernandez, o setor apresentou uma queda de 5,7% em agosto ante o mesmo mês do ano passado. Além disso, segundo ele, as vendas para a Argentina, esta considerada o segundo maior mercado para o Brasil, apresentaram queda de 45% entre janeiro e setembro de 2009 em detrimento ao mesmo período de 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei