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Etanol tem alta de 11,7% em março


Abastecer um carro flex parece ser bastante simples, mas o consumidor precisa estar muito atento com relação aos preços praticados nas bombas de combustíveis. Há muitas semanas o etanol sobe de cotação e em todos os locais do país, nos dias atuais, é mais rentável abastecer o veículo com gasolina.

O Índice de Preços no Varejo (IPV) divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o avanço no custo dos combustíveis foi o grande motivador pelo aumento dos preços em São Paulo no mês passado em comparação a fevereiro.

Nesse intervalo, os preços na capital paulista cresceram 0,38% em média, dos quais 0,26% proveniente do setor de combustíveis e lubrificantes. A Fecomercio pondera que no acumulado de janeiro a março o índice registra avanço de 0,81% e nos últimos doze meses encerrados no mês, 4,54%.

Como se pode supor, o custo do etanol subiu 11,7% em março ante fevereiro. Aos que esperavam para breve uma diminuição do preço, por litro, do álcool podem se surpreender. A antecipação da safra da cana-de-açúcar, matéria-prima para a extração do combustível, deve ser retardada em função do excesso de chuvas.

Além dessa constatação, a federação assoalha que a qualidade da cana da safra atual diminuiu o material voltado à fabricação do combustível (parte da cultura também é destinada à fabricação de açúcar). Como consequência, pela gasolina utilizar em sua composição anidro (álcool hidratado), seu valor também subiu, porém 1,95% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Alta nos preços das frutas em fevereiro de 2011


A imunidade de cada pessoa funciona de forma diferente. Gripe, por exemplo, é comum em qualquer época do ano, mas em transição de estações esse mal aparece com mais frequência, ocasionando, portanto, grandes filas em hospitais públicos e particulares.

Para combater essa persistente doença, o brasileiro geralmente recorre a remédios, mas também a frutas ricas em vitamina C, como é o caso do limão e da laranja. Segundo a Federação do Comércio de bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o Índice de Preços no Varejo (IPV) apresentou variação superior em 0,04% em fevereiro ante janeiro.

O IPV aponta que o valor das frutas praticado nas feiras já sobe por oito meses seguidos, com variação entre janeiro e fevereiro de 1,79%. Por isso, cuidar da gripe por métodos naturais passou a ficar mais caro.

É verdade que não foram apenas as frutas a registrarem crescimento de valores em fevereiro. Os produtos comercializados nas feiras avançaram 4,39%, com destaque para as verduras, com alta de 12,02%, legumes, com incremento de 9,57%, e ovos, com progresso de 3,79%.

A Fecomercio diagnosticou alta de 0,45% no preço dos medicamentos comercializados nas drogarias, diferente da tendência do setor Alimentação, que de acordo com o IPV arrefeceu 3,96% entre janeiro e fevereiro. Os preços das carnes de aves se apresentaram 3,78% mais baixos, enquanto bovinas -3,87% e suínas -5,83%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Preços – Carnes e Eletroeletrônicos – Outubro de 2010


A alta no preço das carnes tem incidido negativamente em alguns pontos e positivamente em outros. Os consumidores passaram a ter maiores dificuldades em abastecer seus lares com esse item, porém sobrou ao frango suprir algumas necessidades – a ave também, devido à demanda, tem apresentado ascensão de preços.

Informações obtidas juntamente à Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) assinalaram que o Índice de Preços no Varejo (IPV) computou avanço de 1,18% em outubro de 2010 contra o mês imediatamente anterior, acarretando, pois, a maior expansão desde junho de 2008. No acumulado anual, revela a entidade, o medidor contabiliza incremento de 3,41%.

Para Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP, em 2010 o setor de açougue é o que apresenta a maior alta, tanto que de janeiro até outubro a elevação chega a 17,08%. Apesar desse acréscimo, os eletroeletrônicos conglomeram um ano de baixas seguidas. Mercadorias abrangidas pela telefonia, imagem & som e informática decresceram, em média, 0,69% entre setembro e outubro, com deflação anual de 8,26%.

Na análise de Júlia, segundo o portal de Economia UOL, a valorização do real perante o dólar é um dos fatores recorrentes para esse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei