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Governo amplia Redução do IPI para Outros Setores


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na terça-feira (dia 27 de março) que vai prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos da linha branca e também vai ampliar para os produtos dos segmentos de móveis, laminados, luminárias e papéis de parede. A desoneração vai valer até o dia 30 de junho.

O motivo da ampliação do benefício são os bons resultados apresentados desde que o decreto foi aprovado, em dezembro de 2011. Neste período, as vendas no varejo cresceram numa média de 22%, considerando-se o primeiro trimestre do ano.

O Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) disse que apoia as medidas apresentadas por Guido Mantega. A instituição afirmou ser favorável a este processo há meses devido à influência positiva que causa em toda a cadeia do varejo, principalmente para o consumo de bens duráveis.

Fonte: IDV

Por Matheus Camargo



Bens de Capital, Veículos de Transporte e Construção Civil – IPI reduzido até final de 2011


O pedido já decorria há meses, mas somente agora foi oficializado. De acordo com decreto publicado no Diário Oficial da União, no dia 16 de dezembro, o governo prorrogou para até 31 de dezembro do ano que vem a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a materiais de construção.

Leia mais: Isenção do IPI para Materiais de Construção – Prazo Prorrogado

Outros setores também abrangidos foram bens de capital (equipamentos e máquinas) e veículos de transporte. De acordo com o R7, houve redução para 5% às alíquotas dos painéis edificados para revestimento de pisos.

Há poucos dias, Guido Mantega, ministro da Fazenda, já havia anunciado a inclinação de extensão da prorrogação da redução do IPI a materiais de construção. Com essa definição, o setor deverá acompanhar o crescimento de outro segmento – totalmente próximo: o imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Isenção do IPI para Materiais de Construção – Prazo Prorrogado


O setor de materiais de construção pediu e foi atendido. Finalmente o governo decidiu ceder e prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao segmento até dezembro do ano que vem, dilatando em 365 dias a deliberação anterior. Portanto, 45 itens continuarão com preços baixos.

Matéria veiculada pelo portal R7 retoma que em abril deste ano os empresários do setor constataram que as exonerações poderiam responder por um acréscimo extra de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país caso o benefício fosse mantido por mais dois anos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a continuidade fornecerá ganhos próximos de R$ 38 bilhões para o país durante um triênio.

Com essa nova determinação o setor habitacional continuará a granjear bons números. Para este mês já era aguardado aumento no número de compras como antecipação ante o término do estímulo fiscal, situação observada no segmento de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Prorrogação Isensão IPI Materiais de Construção


Guido Mantega, ministro da Fazenda, decidiu prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao setor de materiais de construção até dezembro, pois o benefício, anteriormente, só seguiria até junho deste ano. Para a autoridade, isso contribuirá para amenizar a pressão no segmento e permitirá a consumidores e distribuidores melhor flexibilidade de compras.

A Secretaria da Receita Federal divulgou em 16 de abril, sexta-feira, um dia depois de tomada essa decisão, que o governo brasileiro deixará de arrecadar, com isso, R$ 723 milhões até o final de 2010.

O portal de notícias G1 indica aos mais desavisados que 30 é o total de mercadorias que tiveram redução ou percentual do IPI zerado.

Por outro lado, os demais setores que antes tinham o mesmo benefício – linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e veículos automotores – continuarão sem qualquer tipo de arrefecimento.

Fonte: Portal G1.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da redução do IPI – Queda nas vendas e preços mais elevados


Analistas de diversas áreas anteviram que após o término oficial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), setores que atendem à comercialização de veículos e produtos da linha branca, tais como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, terão queda em suas vendas e uma provável elevação de preços.

Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também pensa sob o mesmo ponto de vista. Para ele, inclusive, as altas previstas poderão, “confortavelmente”, pressionar a inflação. Outro enfoque preocupante é que os consumidores adquiriam produtos em larga escala ao final de março, dando a entender, por exemplo, que os segmentos de veículos e da linha branca poderão, de fato, saírem-se prejudicados.

Segundo o portal de economia UOL, baseado no Valor Online, Castelo Branco aguarda maiores levantamentos com informações sobre as vendas acontecidas em fevereiro e março. Ele acredita, sem dúvidas, de que os dados serão os mais otimistas, pois somente no segundo mês do ano, por exemplo, as comercializações reais da indústria de transformação conquistaram dilatação de 3,3% em relação a janeiro de 2010.

Fonte:  UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da Redução do IPI leva aumento nas vendas


De acordo com pesquisa feita pela Serasa Experian com dados divulgados nesta terça-feira, 05 de abril de 2010, o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) neste mês de março promoveu um amplo aumento nas vendas do setor de varejo, especialmente no ramo de veículos.

Foi a maior taxa registrada desde setembro de 2008 neste setor, com um aumento equivalente a 13,5% em relação ao mês de março de 2009. O segmento de veículos liderou com um crescimento de 31,4%, seguido pelo setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, bem como pelo setor de materiais de construção.

Os demais segmentos pesquisados também indicaram crescimento de mais de 2% em março deste ano, em relação ao ano de 2009. Isto demonstra que houve um aumento no número de empregados e de seus rendimentos reais, assim como uma ampliação dos prazos para pagamento dos produtos adquiridos.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão



O Que é IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados


O Imposto sobre Produtos Industrializados é cobrado sobre a industrialização de produtos, que é entendida como qualquer operação que modifique a natureza, modifique a finalidade ou aperfeiçoe um produto para o consumo. Como exemplo, uma lata de extrato de tomate. Este imposto também é gerado sobre a importação da mesma categoria de produto.

O pagamento do imposto é realizado pelo industrial, pelo importador ou a quem ele a lei equiparar. A base de cálculo do valor está em acordo com o valor da operação para modificar o produto. No caso de importação, é o valor da operação mais o imposto de importação e outras despesas. O IPI possui alíquotas que variam conforme essencialidade do produto. Ou seja, se o produto for supérfluo, sua alíquota será maior; se for um produto essencial sua alíquota será menor. Como exemplo, educado, a grande quantidade de pessoas sem perfume. Afinal, usar um perfume além, obviamente e necessariamente, do desodorante é muito caro!

por Patricia Gujev



Setor de Móveis tem 5% de Redução do IPI


Programado para encerrar dia 31 de abril, o governo decidiu manter parcialmente os benefícios concedidos ao setor de moveis.

A nova alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os móveis, que entra em vigor a partir de abril, será de 5%. Se o governo tivesse mantido o plano anterior ela chegaria a 10%.

A alíquota será valida para todos os produtos, inclusive móveis estofados, que não foram beneficiados na isenção anterior.

A redução do IPI foi uma estratégia do governo para manter o consumo durante a crise financeira internacional. Não foi informado qual será o valor da renúncia fiscal do governo com a reestruturação da tabela de IPI para o setor.



Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da Redução do IPI para carros e bens de capital


O governo brasileiro não pretende renovar as desonerações fiscais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a carros e máquinas, segundo discurso proferido por Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Para ele, os últimos sinais sobre a recuperação econômica tornam a medida possível e em tempo certo.

Otimista, o presidente revela que as iniciativas adotadas no ano passado atingiram o principal objetivo, que foi o de elevar as vendas em diversos setores e fazer o capital girar em meio a crise financeira global. O incentivo, de acordo com Portal de Economia UOL, com base em informações do Valor Online, foi encerrado no último final de semana, em 31 de janeiro.

Por outro lado, para bens de capital, que engloba equipamentos e máquinas para indústrias, o estímulo permanecerá até 30 de junho. Aos automóveis, porém, o fator redutivo do IPI será finalizado de maneira gradual até o final de março.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo estuda Prolongamento da Isenção de IPI


A desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ainda é debatido em muitos setores da alta cúpula brasileira. Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, noticiou que novas avaliações sobre prolongamentos do benefício serão pleiteadas uma por uma.

Para ele, é necessário que seja feita avaliação de setores que antes foram beneficiados com as desonerações fiscais no objetivo de adotar atitudes que não prejudiquem negativamente o comércio do país. Augustin teme que se algo impensado for seguido, diversos setores podem apresentar queda em suas vendas.

Ao segmento de linha branca, por exemplo, confessou que no atual momento há análises em progresso. Se esse setor for um dos beneficiários em uma nova dilatação, as grandes redes varejistas estenderão seu estoque e não precisarão repassar uma possível alta de preços ao consumidor final após um período de 30 a 45 dias.

Informações baseadas em reportagem da Agência Estado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Redução do IPI em Produtos da Linha Branca está no Fim


Um grande número de pessoas ainda não conseguiu aproveitar os benefícios concedidos pelo governo federal para a aquisição de produtos da linha branca – fogões, geladeiras e máquinas de lavar roupa. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) está em seu final e não há muitas possibilidades de ser renovado.

Mesmo assim, diversas redes atacadistas prometem estender um pouco mais os preços reduzidos entre 30 e 45 dias, pois um cálculo feito recentemente indica que os estoques das lojas possibilitará que as promoções continuem.

A rede do Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, manterá os valores abaixo do mercado devido a esse fato. O Walmart é outra que pretende se “unir” à mesma idéia e as Casas Bahia aguardam, segundo a Agência Estado, aval do governo para a manutenção da desoneração do IPI.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Redução IPI Eletrodomésticos aumenta Vendas


Quem pretende ir às compras de eletrodomésticos já começa o ano com grande vantagem, pagando menos Imposto sobre produtos Industrializados (IPI). Desde o último trimestre de 2009, os resultados de pesquisas realizadas pelo IBGE, apontam redução do IPI e aumento significativo nas vendas, beneficiando principalmente o comércio.

O volume de vendas aumentou em todos os seguimentos de mercado. Mas as vendas de eletrodomésticos tiveram seu destaque devido às altas temperaturas com a chegada do verão, onde a busca por ventiladores e ar-condicionado se tornam necessárias, segundo Nilo Lopes, técnico da coordenação do IBGE.

Em comparação com o início de 2009, momento em que a população enfrentava crise mundial, podemos ficar otimistas quanto ao poder de compra do consumidor para 2010. A redução do IPI também refletiu positivamente na venda de materiais para construção, veículos e informática. A atividade varejista registrou ao todo um crescimento acima de 5%. Diante dos indicadores, há evidência de que, tanto o IPI, quanto as condições climáticas continuarão causando o movimento da economia no país.

Fonte: InfoMoney


Ministro da Fazenda Prorroga Desoneração do IPI para Produtos Industrializados


A desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em torno de bens de capitais, que engloba máquinas e equipamentos, teve sua prorrogação divulgada pelo Ministério da Fazenda. A nova data ficou acordada para até 30 de junho do próximo ano, ocasião que coincidirá com o transcorrer da Copa do Mundo na África do Sul.

Aos cofres públicos, a medida acarretará aproximadamente R$ 370 milhões somente em 2010. Os principais artigos envolvidos são as árvores de transmissão, as válvulas industriais, os microscópios eletrônicos, os congeladores industriais, bem como diversos outros itens aparentes em máquinas e equipamentos.

O governo federal espera acolher, com tal intento, uma contínua recuperação do investimento existente em bens de capital. Para ler este artigo em mais detalhes, na íntegra, e conferir outras medidas do Ministério, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPI Reduzido aumenta Vendas de Materiais de Construção


Uma reportagem veiculada pela Agência Estado revela que, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o segmento de veículos, motos e peças apresentou um baque de 0,6% em novembro em relação a outubro, enquanto que as vendas de materiais de construção na nação aumentaram 0,6% com base no mesmo período analisado, denotando uma efetiva recuperação do setor.

Este desenvolvimento foi impulsionado principalmente pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) por mais 180 dias, conforme anúncio feito por Guido Mantega, ministro da Fazenda.

Além do setor de materiais de construção, atesta a Agência Estado, o prolongamento diminutivo do IPI à linha branca, bem como o crédito, alavancou a atividade comercial de produtos que possuem utilidade ao consumidor durante um grande período, ou seja, bens duráveis.

Maiores detalhes podem ser conferidos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Corte do IPI em Eletrodomésticos Favorece Classe Média Brasileira


O novo e recente corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca – fogão, geladeira e máquina de lavar –, automóveis, móveis e materiais de construção gerará um abatimento, de acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, de R$ 210 milhões aos brasileiros de classe média.

Essa cifra estimada corresponde a 21% do custo do benefício Bolsa-Família por mês, um amparo para quase 11 milhões de famílias carentes, revela Alexandre Andrade, economista da Tendências Consultoria Integrada, órgão praticante deste levantamento e vinculado à reportagem.

Além disso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que o 13º salário, em suas duas parcelas, deverá injetar na economia brasileira um montante de R$ 84,6 bilhões, exatamente 8,5% maior que o relacionado no ano passado. Se tudo correr bem e dentro do previsto, este poderá ser o melhor Natal da década, afirma o Estadão em consonância com economistas, industriais, executivos e comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor mobiliário pede isenção do IPI por mais 6 meses


Mais uma vez Guido Mantega, ministro da Fazenda, foi requerido, agora pela Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa) e pela Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel). Ambas forneceram à autoridade um estudo em relação às vendas do setor, ocasião na qual pediram uma isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) por seis meses.

José Luiz Fernandez, presidente da Abimóvel, afirmou que a medida se faz necessária para o desenvolvimento positivo das vendas, pois o setor passa por um momento delicado em virtude da diminuição das exportações por causa da queda percebida na demanda do mercado mundial.

De acordo com Fernandez, o setor apresentou uma queda de 5,7% em agosto ante o mesmo mês do ano passado. Além disso, segundo ele, as vendas para a Argentina, esta considerada o segundo maior mercado para o Brasil, apresentaram queda de 45% entre janeiro e setembro de 2009 em detrimento ao mesmo período de 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Extensão do IPI reduzido para linha branca está em estudo


A pauta em torno do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) continua em evidência. Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, disse que o Ministério da Fazenda ainda examina se haverá, ou não, prorrogação da redução das alíquotas deste tributo para a linha branca (fogões, geladeiras etc.).

Aproveitando o ensejo, Bernardo recomendou àqueles que têm dinheiro que compre neste momento, pois a redução, independente do que virá ser acordado, irá até o final de outubro.

Na mesma ocasião, Paulo evitou tecer comentários em relação à devolução das restituições do Imposto de Renda, supostamente represadas por dificuldades de arrecadação nas receitas. Assegurou, pois, que este é um assunto do Ministério da Fazenda.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos diretos e indiretos se mantiveram com a redução do IPI


A tão comentada redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) obteve êxito no âmbito empregatício. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a economia brasileira manteve entre 50 e 60 mil postos de trabalhos diretos e indiretos nos primeiros seis meses de 2009. Os números foram revelados por João Sicsú, diretor de Estudos Macroeconômicos (Dimac), na terça-feira passada.

A pesquisa expôs, também, que a queda nas alíquotas do IPI fez a coleta monetária recuar em 1,8 bilhão de reais em contrapartida às arrecadações, que chegou a valores próximos de 1,2 bilhão de reais. Finalmente, o denominado custo de desoneração dessa queda foi de 559 milhões de reais.

No entanto, Sicsú ressaltou que esse último valor citado pode chegar a uma estimativa menor ainda, pois a pesquisa não incluiu outros cálculos mais detalhados.