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Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



Cresce número de jovens fora do trabalho e da escola


Há um bom tempo os homens deixaram de ser considerados os únicos responsáveis pelo sustento e manutenção das famílias e, na atualidade, esta acomodação está chegando a uma situação extrema.

Isto ocorre porque, segundo pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a quantidade de homens jovens que não trabalham nem estudam está cada dia maior no Brasil chegando, em 2010, a cerca de 1,107 milhões de pessoas.

E, ao contrário, as mulheres jovens estão cada vez mais realizando atividades de trabalho e estudo que, muitas vezes, são acumuladas.

Esta população que não realiza nem atividades laborais nem de estudo recebem apoio de suas família e residem em casas de baixa renda.

Por Ana Camila Neves Morais



PIB – Projeção de crescimento em 2012


A pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil, divulgada na terça-feira (27/03) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para os próximos 12 meses é de 1,6% a 3,5%, o menor nível já atingido pelo indicador.

A inflação também deverá ficar acima da meta de 5,5% no mesmo período. Mesmo assim, os estrangeiros acreditam que o país terá como controlar a inflação, sendo que o indicador registrou 23 pontos, voltando a ter alta depois de passar boa parte do ano passado negativo.

Já o Produto Interno Bruto não teve tão boa avaliação, tendo ficado com 14 pontos, o menor nível já registrado. Desde 2010, quando o levantamento começou a ser realizado, o indicador caiu de 59 pontos para 14 pontos.

O índice que avalia os níveis de acesso da população aos bens de consumo sofreu alta de 35 pontos, chegando a 27 em março deste ano. Em agosto do ano passado, o indicador ficou em 8 pontos negativos.

A análise do Ipea é de que a economia voltará a crescer, principalmente pelo impulso das projeções de aumento das condições de crédito.

Por Matheus Camargo

Fonte: Pesquisa Ipea



Ipea revelou a renda Per Capita do Rio de Janeiro


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, apresentou um estudo referente à renda per capita do Rio de Janeiro, de acordo com a instituição o Estado brasileiro apresentou resultados preocupantes. Mesmo tendo alta renda per capita, o Rio também possui milhares de moradores abaixo da linha da pobreza.

Segundo o estudo, o Rio ocupa a terceira posição com relação ao valor da renda por família, que passou para R$ 835, em pesquisa anterior esse valor era de R$ 698. Isso fez com que o número de moradores que recebiam menos de R$ 70 por mês reduzisse em 45%, vale ressaltar que o índice usado para definir se alguém vive, ou não, na linha extrema de pobreza é de R$ 2 diário. Em 2001 cerca de 4% dos moradores do Estado do Rio viviam nessas condições, esse percentual caiu em 2009 para 2,2%.

Mesmo com essa diferença entre ricos e pobres, a entidade considerou o resultado satisfatório visto que o Rio é um Estado que tem crescido e acumulado riquezas, e que é necessário levar em consideração as características próprias da região.

O estudo teve como base os anos de 2001 a 2009, e levou em consideração dados fornecidos pelo IBGE, conseguidos durante a Pesquisa Nacional por Amostrar de Domicílios.

Por Joyce Silva



Ipea divulga Índice de Expectativas das Famílias (IEF) – Dezembro de 2011


Embora o mundo viva um momento de incerteza, com crises econômicas na Europa e nos Estados Unidos, os brasileiros estão com boas esperanças quanto ao cenário socioeconômico.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o índice de otimismo das famílias brasileiras quanto à economia do país fechou em 67,2 pontos, em dezembro de 2011. Um ano antes, no mesmo mês, o índice era de 63,7 pontos.

Para gerar o Índice de Expectativas das Famílias (IEF) foram entrevistados moradores de 3.810 domicílios em 200 cidades do país.

Os indicadores mostram, ainda, que a maior parte das pessoas que opinaram também acreditam que a situação atual melhorou em relação ao ano passado. Cerca de 78,2% dos pesquisados disseram viver hoje em situação melhor.

O Ipea acredita que a avaliação se deve ao reconhecimento, por parte dos consultados, da melhoria nas condições do mercado de trabalho, que tem ampliado as oportunidades. Além disso, o aumento da renda dos brasileiros também contribuiu para o otimismo apresentado pelas famílias.

Outro fator relevante na pesquisa é que o número de pessoas endividadas também foi positivo. Mais de 56% dos entrevistados disseram não estar com dívidas pendentes.

Por Paulo Talarico



Ipea – 74% das famílias apresentam melhores condições econômicas em 2011


Sob o slogan de ‘produzir, articular e disseminar conhecimento para aperfeiçoar as políticas públicas e contribuir para o planejamento do desenvolvimento brasileiro’, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) leva à público a nona edição do Índice de Expectativa das Famílias (IEF).
O documento, divulgado na quinta-feira passada (5 de maio), mas referente ao mês de abril, aponta que 74% dos lares brasileiros têm melhor situação econômica nos dias atuais em comparação ao ano passado. Para 59% das famílias sondadas, nos próximos doze meses o Brasil enfrentará momentos melhores. Destaque para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, as mais otimistas de acordo com o Ipea.
Ainda considerando o campo econômico, o levantamento apura que 73% dos domicílios se rotulam como pouco endividados ou sem qualquer dívida. Os pedidos feitos pelo Banco Central (BC) e o governo brasileiro, num geral, parecem ter chegado aos ouvidos dos lares:  92% das famílias não têm a intenção de adquirir empréstimos ou financiamentos nos próximos meses.
Marcio Pochmann, presidente do Ipea, acredita que os números refletem justamente as medidas de restrição ao crédito adotadas há poucas semanas pelo BC. Levando-se em apreço os dados, realmente o consumidor parece estar mais precavido, mais consciente – ao menos na fala. Na prática, porém, o consumo ainda permanece em alta, e prova disto são os índices de vendas do Dia das Mães.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Vagas de emprego em 2011 chegarão a 1,7 milhão


A economia em atual ambiente de desaceleração em função de medidas adotadas pelo Banco Central (BC) deve empurrar a criação de empregos para baixo. Estudo apregoado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima 1,7 milhão de vagas para este ano, aproximadamente 800 mil a menos em relação aos dados de 2010.

O levantamento pondera que deve ocorrer escassez de mão de obra qualificada ao longo de 2011. Mesmo assim, Marcio Pochmann, presidente do instituto, prevê que isso pode não acontecer de maneira generalizada, apenas em alguns setores pontuais. Como é possível presumir, figura entre as principais justificativas a projeção mais amena de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB), no patamar de 4% a 5%.

Pochmann acredita que o excedente da mão de obra será perceptível entre as pessoas sem experiência ou qualificação. Por outro lado, cerca de 1 milhão de profissionais com aptidões para exercer determinadas funções devem ficar afastados do mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea registra aumento do emprego formal no país


Os dados do emprego de 2010 foram relativamente importantes à ascensão da economia brasileira. No período, o Ministério de Trabalho e Emprego registrou 2,5 milhões de vagas com carteira de trabalho assinada. Embora positivos, os índices não devem se sustentar pelos próximos anos, a não ser quando o país receber a Copa do Mundo de 2014, que de modo temporário até pode apresentar contratações efetivas.

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que de 2001 a 2009 o percentual de trabalhadores formalizados no mercado de trabalho subiu de 37,9% para 44,2%, dados que incluem empregados com registro em carteira de trabalho e funcionários públicos estatutários.

Apesar dessa informação, o estudo revela que boa parte da população brasileira economicamente ativa permanece na informalidade. De acordo com Sandro Sacchet, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, enquanto o incremento da formalização foi motivada, sobretudo, pelo nível mais elevado de geração de vagas formais, o crescimento do emprego informal até ocorreu em bom ritmo, porém, com baixa criação de oportunidades.

Distribuído por regiões, o levantamento aponta que a região Nordeste contraiu maior número de trabalhadores formais entre 2001 e 2009, com alta de 27,4%. O Norte brasileiro também registrou índice louvável, de 24,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento do Consumidor apresentou Queda em Janeiro de 2011


Estar inserido na sociedade como cidadão, ou seja, pessoa com todos os seus direitos ou parte deles alcançados, é contribuir, invariavelmente, para com o consumo. Por isso, toda atenção e controle são importantes, pois quando os gastos familiares ou individuais ultrapassam a remuneração, há endividamento e inadimplência.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que as famílias apresentam-se mais otimistas com relação à nação na atualidade, mesmo em meio a adoção de medidas do governo referentes à restrição de crédito.

O Ipea aponta que o número de famílias com algum endividamento caiu de 8,4% em dezembro de 2010 para 8,3% em janeiro deste ano. Por outro lado, entre as pessoas que revelaram não ter dívidas o percentual avançou de 50,4% para 50,6% na mesma base comparativa. Segundo Marcio Pochmann, presidente do instituto, em termos proporcionais a redução do índice de endividados demonstra que 7,4 milhões de pessoas deixaram suas dívidas para trás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Ipea – Dívida Média do Consumidor Brasileiro – Dezembro de 2010


Contrair dívidas é um ato até bastante comum para milhares de brasileiros. Compra de imóvel, carro, bens como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, televisores, viagens, entre outros, pautam o cotidiano de pessoas que possuem, ou não, bom controle da remuneração mensal – gastos menores que ganhos.

Dados do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) relacionados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a dívida média do consumidor do país ultrapassou R$ 4,6 mil no mês passado, 1,71% inferior ao valor constatado no mês imediatamente anterior (cerca de R$ 4.680).

O estudo revela que 20% das pessoas sondadas afirmaram conterem dívidas de até metade de sua remuneração mensal, enquanto outros 22% assoalharam estar entre 50% e 100% da renda envolvida em dívidas. Somente 8,4% dos sondados afirmaram alto endividamento.

Por outro lado e infelizmente, quase 24% dos cidadãos endividados asseveraram dever entre uma a duas vezes sua renda do mês e outros 19%, de duas a cinco vezes. Para compensar esses índices, 50,4% dos consultados afirmaram estar em dia com suas contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Ipea – Diferenças entre Salários de Homens e Mulheres em 2010


As diferenças históricas entre homens e mulheres têm decaído gradativamente ao longo das últimas décadas, porém distantes do fim. Um dos fatores mais gritantes ainda se relaciona ao mercado de trabalho, esfera em que a ala masculina leva certa vantagem em relação à feminina.

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a participação das mulheres não ultrapassa 50% da massa salarial total ante os homens em nenhum dos locais sondados por meio da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), medidor listado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Informações mais detalhadas assinalam que a massa salarial das mulheres chegou a R$ 12,7 bilhões em outubro deste ano, contra R$ 11 bilhões de janeiro de 2009. Na mesma base comparativa, segundo o Estadão, o montante remuneratório aos homens atingiu R$ 21,2 bilhões, ante R$ 19,1 bilhões de antes.

Mesmo abaixo da massa salarial dos homens, Porto Alegre e Salvador foram as duas regiões metropolitanas em que a maior participação favorável às mulheres fora constatada (aproximadamente 40% do total). Rio de Janeiro e Belo Horizonte contraíram os números mais baixos na condição: 36,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IEF – Compras de Bens Duráveis – Consumidores afirmam estar em Bom Momento


O estímulo para a compra de bens duráveis e não-duráveis no final do ano passado e início deste foi suficiente para incitar os consumidores a saírem de suas casas com a efetiva intenção de fechar negócios. O setor imobiliário contabiliza, há meses, ambiente favorável, tanto que atualmente o país vive momento de boom, situação que incide de modo parcial no atraso de obras e constatação de falta de mão de obra qualificada.

De acordo com o Índice de Expectativas das Famílias (IEF) do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) 56,3% dos brasileiros consultados veem o atual momento como viável para a compra de bens de consumo duráveis, enquanto para outros 38%, ruim para consumo desse tipo.

Segregado por regiões, o Nordeste é o local em que o otimismo torna-se mais claro para 63% das famílias. Nas regiões Norte e Sul o índice cai para 51,3% e 46,5%, respectivamente, porém não menos importantes.

Diretamente relacionado a esse estudo figura a intenção de financiamento ou empréstimo para a aquisição de algum bem no próximo trimestre. A média nacional, de acordo com o portal de Economia UOL, é de 8%, com disparate no Centro-Oeste (15,44%.)

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívidas dos Consumidores – Crescimento em Novembro de 2010


Estudo edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que o montante médio despendido pelo brasileiro com dívidas cresceu 10,9% no mês passado. De acordo com o Índice de Expectativa das Famílias (IEF), o valor avançou para R$ 4.680,32, ante R$ 4.220,30 de antes.

O leitor que imagina tendência de meses de crescimento pode estar enganado. Em agosto de 2010, ocasião em que o índice começou a ser divulgado, a dívida chegava a R$ 5.426,59, ou seja, nesse intervalo de tempo o tombo constatado abrange índice de 13,75%.

Entre todas as pessoas sondadas pelo Ipea, 21,1% admitem que as contas para quitações consomem metade do orçamento ou sua totalidade. Para 19,8% dos brasileiros consultados, as dívidas mordem de duas a cinco fatias da remuneração do mês e para outros 16,4% os débitos sem pagamento carcomem cinco vezes o orçamento do mês.

Matéria veiculada pela Band Online revela que para 21% dos entrevistados as despesas serão realmente colocadas em dia e outros 41,8%, diferentemente, já resolveram a situação de maneira parcial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário Mínimo melhorou condições dos mais pobres


Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnac) do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) indicou que a ampliação do salário mínimo após 2004 foi importante para o aumento da renda dos trabalhadores com remuneração mais baixa.

As estatísticas indicam, por exemplo, conforme mencionado pelo portal de notícias G1, que ao fatiar a população em 10 partes em consonância com a faixa salarial, o grupo de maior destaque foi aquele que reúne pessoas com rendimento igual a um salário mínimo, entre 2002 a 2008, com expansão de quase 36,1%.

Dois segmentos apresentam destaque no estudo: agrícola, que entre 2002 e 2008 procedeu alta de 21,15% aos trabalhadores, e serviços domésticos, com alçamento de quase 15,4% no período igual ao mencionado anteriormente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.



Auxílio aos trabalhadores de pequenas empresas


O Diretor do IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas, em entrevista realizada na TV Senado em 22/02/2010, relatou a importância atual de se dar respaldo legal aos trabalhadores de pequenas empresas, especialmente na área do comércio.

Isto porque, como a maioria deles trabalha como autônomo, não há ainda leis que lhes dêem subsídios em caso de perdas. Ressalta-se que este problema está mais focado ao trabalhador urbano, visto que o trabalhador rural tem o Ministério Agrário e o Ministério da Agricultura trabalhando a seu favor.

O Diretor do IPEA reforçou que a estruturação de uma base legal para os trabalhadores deve estar voltada às pequenas empresas, porque as empresas de grande porte já possuem setores bem estruturados, com Recursos Humanos totalmente amparados legalmente.

Para ajudar no planejamento das pequenas empresas, existe o SEBRAE, órgão que dá amplo auxílio nesta área, através de cursos e palestras, onde o futuro microempresário pode montar o seu plano de negócios e obter os passos necessários, tanto para montá-lo, quanto para mantê-lo, que é sem dúvida, o passo mais difícil.