Atualizações anteriores



Valores da inflação em 2011 – IPC-C1, IPC-BR e IPCA


A inflação para pessoas de baixa renda ficou em 5,98% no ano de 2011. O número foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), através de levantamento divulgado nesta terça-feira (10/01). O indicador utilizado foi o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que faz a medição dos preços de produtos e serviços geralmente consumidos por famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

O índice ficou abaixo do índice utilizado para calcular a inflação das classes mais elevadas, de até 33 salários mínimos, que é o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

O IPC-BR fechou 2011 em 6,36%. Dessa forma a inflação no ano de 2011 para as famílias mais pobres castigou essa parcela da população de forma um pouco menor. A inflação corrói o poder de compra dos salários e traz prejuízos para o funcionamento da economia.

A inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 em alta de 6,5%, atingindo o limite estabelecido pelas autoridades monetárias. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o índice deverá cair para 4,7% neste ano de 2012.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



FGV – IPC-C1 registra taxa de 0,84% em abril


No intuito de explanar aos brasileiros a gama de componentes que fazem parte do ambiente econômico, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anuncia semanalmente diferentes indicadores. O mais novo levantamento, Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), foi divulgado na terça-feira (10 de maio).
A taxa de variação do medidor chegou a 0,84% em abril, com acumulado anual em 3,39%. Nos dados relacionados aos últimos 12 meses, o percentual abraçou margem de 5,69%. No mês, de acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR) avançou para 0,95%, portanto acima do patamar contabilizado pelo IPC-C1.
Das sete classes de despesas avaliadas, cinco contraíram aumentos em suas taxas de variação, com claro destaque para o grupo Despesas Diversas, que passou de 0,05% para 1,48%. Em seguida, atesta a FGV, figuraram Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,48% para 1,44%, Vestuário, de 0,75% para 1,17%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,48% para 0,66%, e Habitação, de 0,25% para 0,31%.
As maiores elevações ocorreram nos subitens cigarros, medicamentos (em geral), calçados, show musical e tarifa de eletricidade demarcada em residências.
Apenas os grupos Alimentação, cuja taxa cedeu de 1,51% para 1,20%, e Transportes, de 0,13% para 0,11%, representaram o sentido inverso. Os componentes hortaliças & legumes e tarifa de trem urbano impulsionaram o decréscimo.
Por Luiz Felipe T. Erdei