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Inflação poderá encerrar o ano em quase 10%


Segundo especialistas do mercado, o IPCA poderá encerrar este ano em 9,91%.

Na última semana do mês de outubro, o mercado financeiro subiu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2016 para 9,91%. Entretanto, especialistas do setor econômico estão prevendo uma queda maior do PIB. As previsões do mercado financeiro para a inflação do ano de 2015 e de 2016 continuaram decaindo desde a semana passada.

Na estimativa dos analistas para o setor de atividade do mercado econômico brasileiro, a previsão é uma queda tremenda.

No que se refere o ano de 2015, a expectativa dos especialistas é a que o índice da inflação oficial – IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), feche o ano em 9,91%, se aproximando da marca dos 10%. Cabe ressaltar que, para o início de outubro, a taxa esperada era de 9,85%. Se a estimativa for confirmada, teremos uma das maiores altas desde o ano 2002 – quando ficou em 12,53%.

Segundo os especialistas, a alta taxa do dólar e dos preços administrados tem forçado de forma considerável os preços neste ano de 2015. Além disso, a inflação de serviços, gerada pelos ganhos reais de salários, segue também em alta.

Para o próximo ano, os especialistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 6,22% para 6,29% na última semana.

Em face do sistema de mercado que se desenvolve em território brasileiro, a meta central para o ano de 2015 e para o próximo ano é a de 4,5%. Entretanto, com o intervalo de tolerância existente, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode variar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta estabelecida seja oficialmente desestabilizada. Logo, a partir deste cenário, a inflação deve superar o teto do sistema de metas do ano de 2015, algo que não vemos acontecer desde o ano de 2003.

Por Felipe Pancheri Colpani

Inflação



IPC-S teve alta na 1ª quadrissemana de outubro


Índice registrado foi de 0,63% na 1ª quadrissemana de outubro, registrando alta em sete capitais brasileiras.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o IPC-S subiu na 1ª quadrissemana de outubro referente a setembro de 2015, e passou de 0,42% para 0,63%. Essa alta ocorreu em sete capitais: Brasília de 1,24% para 1,69%, Salvador de 0,30% para 0,57%, Belo-Horizonte de 0,27% para 0,48%, Recife de 0,41% para 0,58%, Rio de Janeiro de 0,15% para 0,39%, São Paulo de 0,37% para 0,52%, Porto Alegre de 0,56% para 0,69% e, no geral, o IPC-S passou de 0,45% para 0,63%.

Esse aumento no Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) teve como agravante a inflação e a alta dos produtos: alimentação (0,98%), educação (0,91%), roupas (0,78%), habitação (0,77%). Isso fez com que os índices acelerassem os gráficos para cima, gerando as elevações.   

Mas o que é o IPC-S e como ele influência na inflação?

Ele foi criado para informar a variação dos preços no comércio e o índice da inflação. É medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é calculado levando-se em conta o 1º dia ao 30º dia do mês e são realizadas pesquisas em vários setores: estabelecimentos, serviços, casas, e grupos envolvendo produtos e serviços, e há a análise geral de 465 itens e subitens.   

Com o índice do IPC-S é possível ter uma base e noção do custo de vida no país com rendimentos e médias salariais de 1 a 40 salários mínimos de moradores de capitais. O Banco Central utiliza o IPC-S como dado oficial da inflação no Brasil e através dele é possível analisar se as metas do governo para a inflação estão sendo alcançadas.   

Esse índice do IPC-S mostra que a inflação no Brasil está em ascendência, os preços subindo e o custo de vida nas capitais elevado. Os preços da gasolina, derivados e produtos e serviços estão ficando mais caros e a população fica a mercê de uma economia restritiva e abusiva. Se os preços aumentam para o produtor, o repasse vai para o consumidor e este opta por diminuir o consumo, gerando queda do comércio.    

Por Marisa Torres

IPC-S



Inflação e atividade econômica do Brasil voltam a piorar


Previsões para o ano de 2915 e 2016 da inflação e do nível de atividade econômica do Brasil voltaram a piorar.

O atual cenário econômico brasileiro é bastante delicado e é esperado que o mesmo piore ainda mais. Segundo o relatório Focus, que são os dados contendo a expectativa do mercado financeiro para a economia brasileira, a inflação e o nível de atividade econômica do país voltaram a piorar nos cenários de 2015 e 2016. Tal relatório possui grande importância, haja vista o mesmo ser realizado com o Banco Central e mais de 100 instituições financeiras do país.

Em relação ao Produto Interno Bruto do Brasil, o relatório Focus destacou que a expectativa dos analistas é de que o mesmo recue 2,8% em 2015. O relatório anterior destacava um recuo de 2,7% do PIB brasileiro em 2015. Caso seja confirmada a retração de 2,8%, teremos nada menos que o pior resultado desde 1990 quando o PIB retraiu 4,35%.

Porém, os resultados negativos não são exclusividades de 2015. Os analistas do mercado financeiro também destacam que o ano de 2016 deve ser marcado por uma retração de 1% no PIB brasileiro. Trata-se da oitava revisão para 2016 que apresenta um aumento do recuo previsto. O resultado previsto para o PIB em 2016 é bastante preocupante, pois no início de 2015 a expectativa era de um crescimento de 1,8%.

Além disso, os analistas do mercado financeiro também revisaram a previsão da inflação para 2015. Com isso, a nova expectativa é que a inflação feche em 9,46% em 2015. Caso essa expectativa venha a se confirmar, teremos a maior taxa para a inflação desde 2002 quando foi registrada em 12,53%.

Os economistas também destacaram que entre os principais fatores para o aumento da inflação está a alta do dólar, bem como a alta dos preços administrados pelo governo, ou seja, telefonia, água, energia elétrica, combustíveis dentre outros.

A previsão da inflação de 2016 também foi revisada e passou de 5,70% para 5,87%. Portanto, tivemos o oitavo aumento da expectativa da inflação de 2016 que vem se distanciado da meta central para 2016: 4,5%.

Por Bruno Henrique

Inflação



Prévia da inflação ficou em 0,39% em setembro


IPCA-15 registrou 0,39% em setembro de 2015.

A inflação é um assunto que sempre esteve envolvida no cotidiano do povo brasileiro e sempre vem junto com a relação que tem nos produtos que consumimos, tanto que foi realizado um levantamento de dados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o famoso IBGE, e divulgado no último dia 22 de setembro que confirmou que a prévia da inflação ficou com o registro de 0,39% no mês de setembro de 2015 e que ainda chega em 12 meses na marca de 9,57%.

Esse é um valor que por sinal é o mesmo do mês de agosto e o maior quando compararmos com a última alta, que ocorreu no mês de dezembro de 2003, que nessa época ficou registrada em 9,86%.

Para chegar nesses dados foram consideradas as informações do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15, ou simplesmente como é conhecido IPCA-15 (ele é idêntico ao IPCA, que faz a coleta da diferença entre o período que é coletado os preços com a sua abrangência geográfica), que se baseou no aumento em relação aos preços dos produtos que consumimos nos supermercados que ficou nesses 0,39% entre o período que vai de 14 de agosto até 14 de setembro de 2.015. Após isso é feita uma comparação com os dados que foram analisados antes, que eram do período que começava em 15 de junho até 13 de agosto de 2015.

Esse indicador se baseia nas famílias que têm um rendimento que vai de 1 salário até a marca de 40 salários mínimos (R$ 788,00 a R$ 31.520,00) dentro da região das grandes metrópoles que podemos citar as cidades de Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Belém, Salvador, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Belém.

Com isso, podemos notar uma desaceleração, pois no mês de julho esse índice teve uma alta que ficou em aproximadamente 0,43%, sendo que o objetivo do Governo sempre foi de manter a alta dos preços na faixa de 4,5% ao ano, dos quais para o governo dois pontos percentuais podem ser tolerados seja para cima ou para baixo (em outras palavras um aumento ou uma queda).

A inflação deve seguir uma variação que nunca ultrapasse entre os 2,5% e no máximo 6,5%, mas após tudo isso temos uma população que está mudando os seus hábitos na hora da realização das compras.

Por Fernanda de Godoi

Inflação



Previsões indicam maior inflação e economia mais retraída


Especialistas em economia acreditam que neste ano de 2015 e em 2016 a situação do Brasil ficará ainda mais preocupante.

O prognóstico dos especialistas em economia e áreas afins não é nada animador para os brasileiros, em meio à crise e com a alta do dólar nos últimos dias o cenário do próximo ano é preocupante.

Alguns acontecimentos contribuíram para que o dólar atingisse a casa de mais de R$ 4,00 nesta semana como, por exemplo, a perda do grau de investimento, o rebaixamento do rating no Brasil pela agência Standard & Poor’s.

Vale lembrar que o grau de investimento é extremamente importante no cenário econômico, ele é uma espécie de selo de qualidade que garante que determinados países são bons pagadores, minimizando a possibilidade de prejuízos e calotes e melhorando a imagem no mercado.

A alta do dólar já demonstra impacto sobre os IGPs (que mede a evolução dos preços em um determinado período), segundo os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas o IGP-10 e o IGP-M  subiram mais de 0,60% na segunda análise do mês de setembro.

A estimativa para alta do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) 2016 segue sofrendo dificuldades e após a sexta derrota seguida distanciou-se ainda mais da meta de 4,5%.

Com a recente alta do dólar, as projeções em relação à inflação para o final deste ano e 2016 subiram e é preciso ter cautela, pois a economia está passando por uma fase bastante delicada.

No âmbito industrial, a perspectiva de produção para 2016 também preocupa, a projeção divulgada é de apenas 0,20% de crescimento.

Especialistas no assunto acreditam que os juros neste ano de 2015 fiquem na casa dos 14,25% e enxergam de maneira geral pouco crescimento econômico para o Brasil no próximo ano.

Para nós, resta torcer para que os esforços consigam conter a crise que já vem demonstrando reflexos tanto no bolso dos contribuintes quanto no desenvolvimento do Brasil em diversas áreas.

Por Beatriz 

Economia brasileira



IPCA registrou maior taxa desde 2003


Em agosto, o IPCA registrou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses.

O cenário econômico brasileiro é bastante delicado, pois enquanto o PIB retrai a inflação segue o caminho oposto e aumenta cada vez mais. No mês passado, a inflação oficial do país, que é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chegou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses. Portanto, trata-se de uma taxa acima do teto da meta da inflação que o Governo Federal projetou para 2015, que é de 6,5%.

Com isso, o IPCA já registra 7,06% em um ano, o que é nada menos que a maior taxa desde 2003 quando o índice chegou a 7,22%. Porém, levando em consideração apenas o mês de agosto o resultado foi estável, haja vista a inflação ter registrado 0,22%, que se trata da menor taxa desde 2010 para o referido mês. O resultado também é positivo se compararmos o bimestre julho – agosto, pois julho registrou inflação de 0,62%.

Segundo os dados oficiais, o grande motivo para este recuo na virada de julho para agosto foi justamente recuos em cinco dos nove grupos de despesas. Dentre os quais, podemos destacar: o grupo de transportes que apresentou queda de preços de 0,27% no mês de agosto. Além disso, o grupo de alimentos também influenciou bastante o recuo citado nesta matéria, haja vista a inflação ter passado de 0,65% em julho para 0,01% em agosto. Ainda assim, o maior impacto veio do grupo de despesas relacionadas à habitação. Nesta categoria tivemos um recuo de 1,52% para 0,29% entre julho e agosto.

Apesar do resultado positivo entre julho e agosto, as coisas devem ser bem diferentes no final de 2015. Segundo o mais recente relatório Focus, os economistas do mercado financeiro já estimam que a inflação final de 2015 feche o ano em 9,29%. Caso esta expectativa seja confirmada, teremos a maior inflação em 12 anos, haja vista o índice de 9,30% em 2003.

Por Bruno Henrique

 

IPCA



Prévia da inflação para agosto é de 0,43%


Índice registrado foi o maior para o mês de agosto desde 2004.

A inflação vem registrando aumentos sucessivos ao longo de 2015 e já preocupa muitos brasileiros. O mês de agosto registrou prévia de inflação de 0,43%, depois do mês de julho ter registrado avanço de 0,59%. Mesmo com esse cenário, ou seja, de desaceleração de julho para agosto, essa prévia de 0,43% para o mês de agosto é nada menos que o maior índice para o mês desde o ano de 2004. Esses são dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O resultado oficial da inflação não é nada agradável, pois o índice vem subindo a cada mês enquanto que o PIB registra sucessivos recuos. O acumulado de 2015 já traz uma inflação de 7,36%, enquanto que o acumulado dos últimos 12 meses registra alta de 9,57%. O acumulado dos últimos doze meses é o maior desde dezembro de 2003. Na ocasião o índice chegou a 9,86%.

Vale ressaltar que essa desaceleração, se considerarmos a virada julho / agosto, se deu principalmente devido à queda de preços de 0,46% registrada no grupo de gastos relativos a transportes. Essa queda nos gastos com essa categoria foi resultado direto da baixa nos preços de passagens aéreas, de automóveis novo e usado, bem como do etanol. Além disso, o grupo de alimentação e bebidas também influenciou de forma positiva na desaceleração, haja vista a variação de 0,64% em julho para 0,45% em agosto.

Em contrapartida, segundo o IBGE, a energia elétrica foi um dos principais vilões da virada, pois a mesma foi reajustada em 2,6%. Na cidade de São Paulo, por exemplo, as contas relativas a gastos com energia elétrica registraram alta de 7,43%. A cidade de Curitiba também registrou grande alta nas contas de energia elétrica: 5,03%. Tal resultado impulsionou uma maior taxa da inflação em relação às despesas com habitação: 1,02%.

As despesas pessoais também registraram baixa no bimestre julho agosto: passou de 0,83% para 0,73%. Porém, os gastos com a educação não seguiu a mesma tendência, haja vista a taxa registrar aumento de 0,10% para 0,78%.

Por Bruno Henrique

Inflação



Alta da inflação no Brasil em 2015


A alta da inflação é influenciada pela conjuntura política e econômica do País, principalmente pelo aumento dos preços como combustíveis, água e energia.

A maioria dos brasileiros observa a alta dos preços e não entende porque isso acontece. Realmente, não é fácil entender e o assunto gera um grande debate econômico. Muitos fatores podem fazer os preços subirem como, por exemplo, o aumento da demanda de um produto sem o aumento da oferta. Outro fator é o aumento nos custos de produção que impulsiona os novos preços.

Em resumo, o aumento da inflação do País se deve a uma combinação de processos. De acordo com especialistas, a inflação também é influenciada pela conjuntura política e econômica do País, principalmente ao que se refere ao aumento dos preços como combustíveis, água e energia.

Na última-sexta feira, o IBGE divulgou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, somente em julho os preços aumentaram em 0,62% enquanto em julho do ano passado o aumento foi de 0,01%. Com isso a inflação acumula uma alta de 9,56% sendo a maior desde 2003 quando o acumulado foi de 11,02%.

O governo e os analistas já assumiram que a inflação deve fechar o ano na casa dos 9%, diferente da meta de 4,5% que havia sido definida pelo Banco Central.

Entenda os preços administrados:

O que mais tem puxado a inflação neste ano é a alta dos preços administrados, como transporte público, combustíveis, energia, água e telefonia. De acordo com Thiago Biscuola, economista, o governo segurou a alta dos preços no ano passado em função da eleição, por isso tudo estourou em 2015. Só em julho, a tarifa de energia elétrica aumentou em 14% em Curitiba e 17% em São Paulo. Foram registrados aumentos nos serviços de água e esgoto em Campo Grande, São Paulo, Recife, Porto Alegre e Fortaleza.

Câmbio:

Outro fator de influência é o câmbio, o dólar já está 21,7% mais valorizado que o real em 2015 e 33% no acúmulo dos últimos doze meses. Com isso, os exportadores ganham mais vendendo os produtos fora do Brasil e cobram mais caro para deixar os produtos no mercado interno.

Por Jéssica Posenato

Alta da inflação



IPC-S se manteve estável na 1ª quadrissemana de agosto


Valor registrado foi de 0,53%, o mesmo que foi obtido na leitura anterior do IPC-S.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que a inflação medida justamente pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) se manteve estável na primeira quadrissemana de agosto. O valor ficou em 0,53%, ou seja, o mesmo resultado que foi registrado na leitura anterior.

Para esse tipo de levantamento foram analisadas 8 classes de despesas:

  • Habitação apresentava 1,03% e passou para 0,91%, que teve essa marca decorrente ao comportamento desencadeado pelas despesas com os empregados domésticos que foram de 0,49% para o registro de 0,31%;
  • Alimentação registrava o valor de 0,79% e agora está na casa dos 0,75%, com destaque para as frutas que estavam com 0,56% e passaram para -0,62%;
  • Vestuário estava em -0,33% e agora passou para -0,38%, onde um destaque é para as roupas masculinas que estava em 0,61% e agora ficaram em 0,06%;
  • Comunicação apresentava 0,21% e passou para 0,14%, onde temos uma alteração na tarifa de telefone móvel que registrava 0,40% e mudou para 0,23%;
  • Despesas Diversas estavam na casa de 0,30% e agora está registrada em 0,24%, com destaque para os alimentos para animais domésticos que de 1,48% passou para 0,89%;
  • Grupo Educação, Leitura e Recreação apresentava a marca de -0,07% e agora já está na marca de exatamente 0,38%, onde teve um destaque para a passagem aérea que estava em -16,66% e agora ficou em 5,11%;
  • Transportes não tinha registrado nenhuma marca, ou seja, estava em 0,00% e atualmente esse valor ficou em 0,10%, com relevância para o automóvel novo que era -0,40%, mas passou para -0,14%;
  • E na parte de Saúde e Cuidados Pessoais o registro era de 0,56% e atualmente ficou em 0,57%, com uma observação de o item de plano e seguro de saúde mudou de 0,96% para 0,97%.

Como podemos notar as 5 primeiras com relação às taxas de variação tiveram um decréscimo, enquanto que as  três últimas obtiveram um acréscimo.

Outros itens com destaque foram:

  • Batata inglesa de 2,06% para -4,65%;
  • Etanol de -1,07% para -1,04%;
  • Banana prata de -2,15% para -3,49%;
  • Vestido e saia de -2,18% para -1,87%;
  • Cinto e bolsa de -2,56% para -2,51%;
  • Tarifa de eletricidade residencial de 3,62% para 3,48%;
  • Refeições em bares e restaurantes de 0,30% para 0,58%;
  • Plano e seguro de saúde de 0,96% para 0,97%;
  • Condomínio residencial de 1,52% para 0,96%;
  • Leite tipo longa vida de 3,28% para 3,14%.

Por Fernanda de Godoi

IPC-S



Itens que impactaram para os brasileiros em julho


IPCA atingiu a marca de 0,62% em julho, e acumulado dos últimos 12 meses, 9,56%. Alguns grupos caíram e outros subiram, registrando maior impacto na vida dos brasileiros.

O Brasil vive uma grande transformação em sua economia tanto que vários itens de consumo causam preocupação na mente da população, enquanto outros tiveram uma grande diminuição, onde podemos facilmente perceber que 6 grupos monitorados caíram, enquanto 3 subiram, onde sobretudo com maior peso para o grupo de Alimentação e Bebidas.

O grupo da Habitação teve um forte reajuste, sobretudo com relação às contas de energia elétrica, principalmente nas cidades de São Paulo e Curitiba.

A inflação nos últimos meses chegou à marca de 0,62%, após terem passado os 7 primeiros meses desse ano e com isso o teto da meta de inflação para este ano já excedeu, ou seja, nos últimos 12 meses essa inflação chegou ao valor de 9,56%, onde a última vez que isso aconteceu foi no mês de novembro de 2003.

Abaixo temos uma descrição detalhada de cada um dos grupos analisados:

1.       No Grupo da Habitação tem uma alta de 1,52% com impacto de 0,24 pontos percentuais;

2.       Para o Grupo de Transportes houve uma alta de 3,75% com um impacto de 0,71 pontos percentuais;

3.       Com relação ao Grupo da Alimentação e Bebidas foi apresentada uma alta de 0,65% com um impacto de 0,16 pontos percentuais;

4.       O Grupo de Artigos de Residência apresentou uma alta de 0,86% com um impacto de 0,04 pontos percentuais;

5.       No caso do Grupo de Vestuário ocorreu uma queda de 0,31% com um impacto negativo na marca de 0,02 pontos percentuais;

6.       Já para o Grupo de Saúde e Cuidados Pessoais ocorreu uma alta de 0,84% com um impacto de 0,09 pontos percentuais;

7.       No Grupo da Educação não ocorreu nenhuma alta e, consequentemente, não tiveram impactos;

8.       Já o Grupo de Comunicação teve uma alta de 0,30% com um impacto de 0,01 ponto percentual;

9.       No Grupo de Despesas Pessoais foi registrada uma alta de 0,61% com um impacto de 0,07 pontos percentuais.

Com tudo isso, o Banco Central do Brasil (Bacen) precisa contar diretamente com o impacto da alta desses juros e também da recessão econômica, além de todos os meios para colocar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no devido lugar.

Por Fernanda de Godoi

Dinheiro



Previsão da inflação subiu e do crescimento da economia caiu


Perspectiva da inflação subiu pela 15ª semana seguida, indo para 9,23%, e do PIB diminuiu, indo para -1,76%.

A situação da economia brasileira não está das melhores e infelizmente a perspectiva não anima. O Banco Central consultou economistas, os quais subiram a previsão da inflação pela 15ª semana seguida e projetaram um menor crescimento da economia. Na segunda quinzena de julho, os analistas projetaram o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo, o índice oficial de inflação) de 9,15%; na terceira semana, a previsão aumentou para 9,23%. Pode não parecer muito, mas qualquer aumento não é bem visto.

A atual projeção está bem acima do limite máximo estabelecido pelo governo. A meta estabelecida é de manter a alta dos preços ao percentual de 4,5% ao ano, havendo uma tolerância de 2% para cima ou para baixo, ou seja, na prática, o percentual deveria oscilar entre 2,5% e 6,5%. O valor do dólar também não é animador, mesmo com uma possível melhora nas exportações. A moeda americana subiu de R$ 3,23 para R$ 3,36 e a tendência é subir ainda mais.

O PIB (Produto Interno Bruto) também não vai bem das pernas, uma vez que a previsão que já não era nada boa (-1,7%) na semana passada, agora é de -1,76%. O país está produzindo menos e o problema tende a se agravar. A projeção para a Selic, a taxa básica de juros, por exemplo, diminuiu de 14,5% na última semana para 14,25% nesta semana.

O boletim Focus:

Semanalmente, o BC publica um relatório de mercado chamado de Boletim Focus, o qual traz informações de economistas relacionados aos principais indicadores econômicos do país. São mais de 100 corporações ouvidas, excluindo sempre os números extremos (para mais ou menos), o BC calcula uma média das perspectivas do crescimento da economia. São medidos o crescimento ou diminuição do Produto Interno Bruto, além de perspectivas para a inflação, a taxa de câmbio e outras.

A Mediana exibe o valor central da amostra de dados, sendo desprezadas as maiores e menores médias. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Economia



Estimativas para o PIB e a inflação pioraram no Brasil


Nova perspectiva para o PIB de 2015 é de uma retração de 1,7% e a alta da inflação foi para 9,15%.

Mais uma estimativa de queda na economia brasileira: uma pesquisa do Banco Central aponta que as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) voltaram a recuar, após uma semana de "trégua" na queda.  

Agora os economistas já divulgam a previsão de uma retração de 1,7% para este ano. Contrariando a expectativa de 1,5% divulgada na semana passada. Se for confirmada a previsão de queda para o PIB, este será o pior resultado obtido em 25 anos.

Dentre as maiores quedas, em 1990 houve uma queda de 4,35% no PIB. Para o ano que vem a estimativa de crescimento do PIB também não é otimista: caiu de 0,5% para 0,33%.

O PIB é uma média de todos os bens e serviços do território brasileiro, independente da nacionalidade e da renda de quem o produz. É uma forma de medir o comportamento da economia brasileira, e todos sabemos que a economia não anda bem. Por isso, a queda tão alta do PIB. Algumas projeções mais pessimistas chegam a citar uma queda de 2% para este ano.

Já a inflação continua em alta constante. Pela 14ª semana seguinte o índice continua em alta: agora passou de 9,12% para 9,15%. Para o final do ano que vem, a estimativa do IPCA (índice que mede a inflação do país), é de que a inflação atinja o maior patamar desde o ano de 2003, onde ficou com 9,3% de alta. A estimativa do governo para este ano é de uma inflação de 8,26%. A meta para o Brasil no ano de 2015 e 2016 é de 4,5%, mas com o atual intervalo de tolerância, o IPCA tende a variar entre os valores de 2,5% e 6,5%, o que não descumpre formalmente a meta. Com esse cenário, podemos ter uma inflação superando o teto do sistema de metas, o que não ocorre desde o ano de 2003.

Com a alta dos juros e da inflação, e a baixa do PIB, o governo deve lançar um pacote de medidas para tentar frear a queda da economia brasileira, se quiser tentar cumprir uma das promessas de reeleição do governo Dilma: o crescimento econômico do país.

Por Patrícia Generoso

PIB e inflação



Previsão da inflação para 2015 aumentou para 9,12%


Especialistas elevaram novamente a previsão da inflação para 2015.

A economia brasileira está passando por dias complicados, afetando o dia a dia dos brasileiros. Desemprego, diminuição do crédito, desemprego, aumento da carga tributária, entre outros fatores têm contribuído para uma perspectiva negativa à medida que os meses vão passando. Especialistas de instituições financeiras realizaram uma revisão na previsão da inflação para o ano de 2015 e aumentaram o índice.

Nesta segunda-feira (13), a pesquisa Focus do Banco Central foi divulgada e mostrou que a estimativa da inflação para 2015 é de 9,12%.   Na pesquisa anterior, esse número era de 9,04%, sendo a 13ª semana consecutiva de piora da previsão. Isso deixa um alerta para os consumidores brasileiros sobre o descontrole da inflação, que de acordo com a meta do governo, seria de até 6,5%.   

A pesquisa indicou um ligeiro ajuste para baixo na alta do IPCA no final de 2016. Pela segunda semana seguida de redução, o IPCA para 2016 ficou em 5,44%, contra 5,45% da análise anterior. O IBGE, na semana passada, havia informado que a inflação oficial brasileira acelerou a 0,79% no mês de junho, sendo a maior alta em quase 20 anos para o período. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação brasileira é de 8,89%.  

Já o PIB brasileiro para 2015 tem quase a mesma projeção anterior, com recuo de 1,5%. Os economistas do mercado financeiro haviam previsto um recuo de 1,49% na última estimativa. Caso este número seja confirmado ao final do ano, será o pior desempenho da economia brasileira desde 1990, ou seja, há 25 anos, quando o Brasil registrou uma queda de 4,35%.   

Há duas semanas, o Banco Central admitiu que o IPCA deverá ficar em 9% em 2015. De acordo com o órgão financeiro, a probabilidade de a inflação ficar acima do teto estipulado pelo Governo Federal, em 2015, é de 99%.   Já os juros, segundo os especialistas, passaram a ver a Selic a 12,25% no final de 2016, contra 12,06% nas projeções anteriores. Até o final do ano, a perspectiva é que a taxa Selic, que atualmente está em 13,75%, seja de 14,50%. De acordo com a reunião do final deste mês do Copom (Comitê de Política Monetária), a previsão é que exista uma alta de 0,5%.

Por William Nascimento

Inflação em alta



Itens que a inflação pesou mais e menos em junho


No 1º semestre deste ano a inflação atingiu seu maior índice desde 2003. Grupos como Despesas Pessoais e Transporte foram os que registraram maior alta na inflação e grupo Alimentação e Bebidas foi que menos pesou na inflação.

Desde 2003 que a inflação no Brasil não subia tanto como agora, no primeiro semestre do ano, e os brasileiros vão buscando alternativas para conseguirem driblar a alta dos preços em todos os setores, sendo que alguns subiram mais e outros menos em junho, mas a alta foi generalizada. O IBGE monitora 9 grupos e em 5 deles a inflação pesou bem mais agora neste mês de junho.

E por mais estranho que possa parecer, a inflação pesou muito mais nos jogos de azar, que tiveram um reajuste de 30%, elevando para o alto o grupo das "Despesas Pessoais". Neste grupo, a inflação pesou mais, subindo de 0,74% para 1,63% em apenas um mês.

Outro fator que ajudou na alta da inflação foram as passagens aéreas, um item sempre muito instável no IPCA e que teve uma alta de 29% em apenas um mês e, por isso, o grupo "Transporte" também pesou muito na inflação, dando um salto de -0,29% para 0,70% comparando os meses de maio e junho.
No grupo "Alimentação e Bebidas" a alta foi de 0,63% e no de "Habitação" o aumento registrado chegou a 0,86%.

Em quase 2 décadas, a inflação oficial apresentou a maior alta para o mês de junho e além dos jogos de loteria e as passagens aéreas, as contas de água e esgoto ajudaram a pesar para o aumento da inflação.
E maio, a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – ficou em 0,74% e em junho foi para 0,79%, sendo a maior alta para o mês de junho desde o ano de 1996. Para o primeiro semestre deste ano a inflação oficial já chegou a 6,17%, o maior índice desde 2003.

Diferente do que muitos acreditavam, a inflação pesou menos nos alimentos, pois com raras exceções, o grupo "Alimentação e Bebida" chegou a desacelerar de 1,37% registrado em maio para 0,63% no mês de junho. Mas isso não significa que os preços dos alimentos caíram, pelo contrário, eles continuam subindo, só que menos do que os grupos que pesaram mais para a inflação de junho.

Tomate, cenoura e hortaliças ficaram mais baratos entre maio e junho. Em compensação, a cebola e o pãozinho francês ficaram mais caros, só que em um ritmo mais lento do que no mês de maio.

Por Russel

Inflação



Bacen pretende deixar a inflação na meta até além de 2016


Banco Central tem o compromisso de fazer com que a inflação oficial caia para 4,5% até o final de 2016.

Não vai ser fácil, mas o Banco Central garante que vai trabalhar de forma assídua para conseguir fazer com que a inflação atinja a meta e seja mantida para além de 2016. O anúncio foi feito por Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, ao participar de um evento em São Paulo, na última semana.
Alexandre Tombini garantiu que o Banco Central tem o compromisso de fazer com que a inflação oficial caia para 4,5% até o final de 2016.

A meta não vai ser nada fácil, já que a inflação anual no Brasil já subiu para 8,8% até o final do primeiro semestre e a expectativa para esta segunda metade do ano não é nada animadora. Novos aumentos da energia elétrica, combustível e o preço dos alimentos outra vez irão disparar os preços em vários setores, podendo até elevar a inflação ainda mais do atual patamar.

Mas Tombini reafirmou o compromisso do BC com a política monetária do país e vai atuar de forma contínua, vigilante, assegurando que a atual inflação seja convertida à meta para 2016 e, principalmente, que se mantenha estável para os anos seguintes.

Para conseguir frear a inflação e mais ainda, reduzi-la, Tombini aposta em "determinação e perseverança" e disse estar convencido de que todos os ajustes macroeconômicos vão ser a base para que o país possa retomar seu crescimento sustentável.

O Banco Central, através do "Relatório Trimestral de Inflação", deixou claro que as dificuldades econômicas poderão ser ainda maiores, visto que é necessário um aperto monetário ainda mais intenso, frente ao atual cenário onde a inflação não para de crescer, dificultando ainda mais que se consiga atingir a meta de apenas 4,5%.

A grande maioria dos especialistas aposta que a taxa básica de juros que atualmente está em 13,75% ao ano continue subindo e o consumidor tenha um crédito cada vez mais caro.

Ficou claro que o Banco Central vai se empenhar para conseguir deixar a inflação na meta até 2016 e nos anos seguintes, mas contando com pouco tempo para isso, somente o restante deste ano, terá que tomar medidas duras.

Por Russel

Inflação



Situação da economia brasileira em 2015


Previsão da inflação para 2015 é de 8,26%. PIB com retração para 1,18% e juros estão chegando a 13,25% ao ano.

A cada início de  mês os brasileiros ficam mais apreensivos e preocupados. Tudo isso se  trata não apenas ao dia do pagamento que está chegando, mas  sim da inflação que sobe  de maneira descontrolada.

Que o nosso salário não está dando para nada, isso todo mundo  já  sabe, é só chegar ao mercado e colocar as compras  no carrinho e quando chegar ao  caixa para pagar levar um susto com o valor das  compras.

Acredito que daqui um tempo os caixas de supermercados vão precisar ter junto deles um desfibrilador, pois enfartaremos quando formos abrir a nossa carteira.

De acordo com as informações dadas pelos economistas na semana passada, a previsão da  inflação para 2015 dadas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor  Amplo (IPCA) será de 8,26% que  atingirá o maior patamar desde 2003 quando foi de  9,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com os  economistas, teve uma retração para 1,18%,  contra a  estimativa anterior que era de 1,10% em  2015.

O PIB que é a soma de todos os bens e serviços realizados no Brasil, independente de quem tenha produzido, serve para medir a economia brasileira.

No final de março o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, as  somas das  riquezas em  reais foram cerca de R$ 5,52 trilhões e o PIB per capita caiu para R$ 27.229, sendo assim o pior  resultado desde 2009, ano que ocorreu a crise internacional onde houve um recuo de 0,2%.

Além da inflação que vem subindo e o PIB que  despenca, algo vem subindo bem mais que a inflação, os  juros , de acordo com o Banco Central, estão em alta chegando em  torno a  13,25% ao ano, podendo aumentar 0,25 percentuais, isso faz com que tenhamos mais um aumento, fechando assim em 13,50%.

De acordo como Banco Central a  alta dos  juros é uma medida de  conter a alta pressão inflacionária.

Por André Escobar

Economia



Tomate representa uma grande pressão para a inflação


Entre março e abril o preço do tomate subiu quase 20%, representando grande impacto na inflação.

Não é novidade para ninguém que a economia nacional não vai bem. Os impostos estão cada vez mais altos e os gastos do cotidiano estão cada vez mais “salgados” para o consumidor, impulsionados pela inflação, que apesar de informados como “sob controle” pelo Governo, não é o que parece.

Dentre os produtos alimentícios, o tomate é mais uma vez um vilão para a economia, representando uma grande pressão para a inflação. Só no período entre março e abril, o tomate teve uma alta de quase 20%, o que indica uma grande pressão, individual, para a inflação da semana. O índice não foi pior porque a energia não subiu tanto como esperado.

O IPC-S, Índice de Preços ao Consumidor – Semanal subiu menos; 0,1% a menos de março para abril. Em março o índice ficou em 0,71% e abril 0,61%. No último ano (12 meses), a alta foi de 8,41%.

Dentre a classe de despesas componentes, três das oito classes obtiveram variações menores. O Grupo de Habitação apresentou maior contribuição para o resultado, pois a variação foi de 1,21% para 0,57%, destaca-se a tarifa de eletricidade residencial, que foi de 4,61% para 0,59%.

Outros grupos também obtiveram decréscimo: frutas (3,22% para 0,96%), show musical (3% para -2,05%), alimentação (0,94% para 0,86%) e educação, leitura e recreação (028% para 0,14%).

Por outro lado, na contramão dos itens citados acima, ficaram alguns grupos que obtiveram aumento expressivo: comunicação (0,01% para 0,07%), despesas diversas (0,52% para 0,61%), transportes (0,03% para 0,05%), vestuário (0,28% para 0,76%) e saúde e cuidados pessoais (0,97% para 1,37%).

Das classes citadas, destacam-se os seguintes itens: mensalidade para internet (0,67% para 0,05%), tarifa postal (4,43% para 7,63%), tarifa para ônibus urbano (0,13% para 0,27%), roupas (0,47% para 0,98%) e medicamentos (2,03% para 3,49%).

Apesar da ligeira baixa, os resultados apresentados são bastante pontuais, mas não refletem a atual situação da economia e da inflação, uma vez que os resultados históricos demonstram que as altas sucessivas de impostos e da inflação têm impactado de forma negativa no bolso do consumidor. Hoje o tomate é o símbolo do aumento, amanhã não se sabe qual produto ou segmento terá maior alta.

Por André César

Alta no preço do tomate

Foto: Divulgação



IPCA subiu 1,22% em fevereiro


A inflação oficial brasileira chegou em 1,22 por cento no mês de fevereiro, tendo a principal influência da gasolina. Com isso, o valor que foi acumulado correspondeu ao índice mais alto no decorrer de 10 anos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve um crescimento de 7,70 por cento no período de doze meses até o mês de fevereiro, conforme a divulgação no dia 6 de março, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o aumento de maior impacto no país se for considerado os meses de fevereiro desde o ano de 2003, quando a média de elevação era de 1,57 por cento.

Os valores do IPCA foram mais altos que os dados da pesquisa da Reuters, que previa uma elevação de 1,08 por cento no mês e de 7,54 por cento, no período de um ano.

Após a publicação, a empresa Rosenberg & Associados realizou uma nova análise para este ano de 2015 com a perspectiva do IPCA atingir 7,9 por cento, consistindo em 0,5 ponto percentual acima dos resultados anteriores, com uma elevação de 13,1 por cento dos valores administrados.

Conforme a publicação do IBGE, a gasolina foi a principal responsável por esta elevação da inflação, uma vez que os valores aumentaram 8,42 por cento por causa do crescimento das tarifas das alíquotas de PIS/Cofins.

Por causa do choque de 0,31 ponto percentual, somente a gasolina correspondeu ao índice de um quarto do índice do IPCA em fevereiro. Devido a isto, o grupo Transportes aumentou 2,20 por cento no mês de fevereiro, sendo que no mês de janeiro o índice correspondia a 1,83 por cento.

O setor de Educação teve o aumento de 5,88 por cento por causa dos reajustes que foram feitos no começo de 2015. A energia elétrica está influenciando na inflação, depois que o governo colocou a bandeira tarifária, onde o consumidor irá arcar com as tarifas mais elevadas de geração de energia, em consequência da ausência de chuvas em diversas regiões do país. 

Por Felipe Couto de Oliveira

IPCA



IPCA-15 fechou fevereiro com o maior índice desde 2003


O IPCA-15, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, fechou o mês de fevereiro com variação de 1,33%, a maior desde fevereiro de 2003, quando atingiu 2,19%. Este índice mede uma prévia da inflação oficial do governo.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 ficou 0,44 ponto percentual acima da taxa de janeiro (0,89%).  

O objetivo do IPCA-15 é medir a inflação de um conjunto de serviços e produtos comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias brasileiras, cujo rendimento varia entre um e quarenta salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimento. Com o resultado de fevereiro, o IPCA-15 acumulado em 2015 (janeiro e fevereiro) ficou em 2,33%. Já no acumulado nos últimos 12 meses a taxa ficou em 7,36%.

Assim como o IPCA, o IPCA-15 tem a mesma metodologia no que abrange as regiões envolvidas na pesquisa e a mesma faixa de renda, no entanto, tem período de coleta diferenciada. Neste caso, a última metade do mês anterior e a primeira do mês de referência.

A alta dos preços por causa da inflação já era esperada, inclusive pelo IBGE, uma vez que a inflação de fevereiro reflete a alta de preços de diversos serviços administrados pelo governo, como mensalidades escolares, tarifas de energia e combustíveis. No setor de educação a alta de 5,98% registrada reflete os reajustes no início do ano letivo, especialmente os aumentos nas mensalidades dos cursos regulares, que subiram ainda mais, em 7,29%. Já no grupo de transporte, a alta de 1,98% reflete, em especial, os reajustes ocorridos nas tarifas de ônibus urbanos (7,34%), como consequência dos impactos das elevações dos preços das tarifas. O grupo de alimentação e bebidas também sofreu alta (0,85%). Neste caso, há reflexão dos fortes aumentos de alguns produtos, como o feijão carioca, que subiu 10,07%.  

Segundo o IBGE, Rio de Janeiro e São Paulo registraram os maiores índices: 1,59% e 1,58%, respectivamente. No Rio de Janeiro, houve uma forte pressão para alta nas tarifas de ônibus urbano, que correspondeu a 8,28%. Já em São Paulo, a energia elétrica subiu 12,17%, enquanto os ônibus urbanos tiveram reajuste de 12,18%.

Por William Nascimento

IPCA-15



Inflação dos Consumidores atingiu 7,9% em fevereiro


De janeiro a fevereiro deste ano a Inflação dos Consumidores aumentou 0,7%. O indicador subiu de 7,2% para 7,9% em fevereiro. Este dado foi divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Mensalmente, a Sondagem do Consumidor realizada por esta instituição recolhe informações de mais de 2 mil pessoas em sete capitais do país.

De acordo com a Fundação, o Índice de Inflação dos Consumidores teve uma alta muito significativa, agora, ele ocupa um patamar mais alto daquele que ele estava mantendo desde o mês de abril de 2013 (7% a 7,5%). O patamar atual é superior apenas ao mantido em setembro de 2005 (8,1%).

De acordo com Pedro Costa, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, a média da inflação foi alterada significativamente em fevereiro de 2015 se comparada com a estabilidade bastante acentuada de 7,2% durante o período de dois anos. Ainda de acordo com o economista, isso é reflexo do pessimismo da população perante o futuro. Explica que o pessimismo é fruto dos preços crescentes e das condições econômicas atuais.

Conforme os dados divulgados pela FGV, os consumidores estão mais desconfiados com o futuro do país. Entre os meses de janeiro e fevereiro aumentou o número de pessoas que preveem o aumento considerável do índice de inflação com valores superiores a 7%. Ao todo, 61% das pessoas entrevistadas acreditam nessa possibilidade, sendo que 24,9% destas citaram taxas entre 7% e 8%, já 22,8% disseram que a inflação poderia oscilar entre 6,5% e 7%. 

No ano passado, o índice manteve-se relativamente estável, mantendo-se em 7,2% nos meses de fevereiro e março, em abril o índice alcançou 7,5% (esta porcentagem também foi registrado em outubro e novembro), retornando aos 7,2% em maio. Este valor foi o mesmo dos meses de julho e agosto de 2014. A inflação dos consumidores de 7,5% foi a mais alta de 2014.

Por Melina Menezes

Infla??o



Rendimentos da poupança deverão perder para a inflação em grande parte de 2015


Muitos brasileiros gostam de realizar o seu investimento através da Caderneta de Poupança, pois é mais seguro, porém, com menores taxas de rendimento do país.

No mês de janeiro de 2015 o rendimento da poupança foi pequeno, e os investidores perderam para a inflação, e isso deve acontecer mais vezes no decorrer do ano. O valor do rendimento da Caderneta de Poupança deverá voltar ficar atraente quando a inflação começar a diminuir, assim como os juros e as demais aplicações.

No mês de janeiro o rendimento da poupança foi de apenas 0,59%, sendo um índice muito abaixo do IPCA (Índice Oficial de Inflação). Em 2014 a poupança perdeu menos, pois ela teve o aumento de 7,5% nos últimos doze meses, mas esse número ainda foi abaixo da inflação que teve o aumento de 7,14%.

Existe a previsão que neste ano de 2015 a poupança renda cerca de 7,44%. De acordo com o IPCA existe a projeção do mercado onde a poupança deverá subir cerca de 7,15%, aumentando a cada semana. No ano de 2014 a estimativa era chegar a 6,53%, porém, o resultado real surpreendeu e foi maior como já descrevemos acima.

Os especialistas mencionam que a poupança já deu sinais de fraqueza no ano passado, e o cliente precisa entender que uma aplicação tão segura como a poupança pode ter rendimentos maiores.

Já existem muitas pessoas que decidiram realizar a variação dos investimentos para aproveitar a Selic (taxa básica de juros) de 12,25%. Quem pensa em comprar um imóvel pode ter essa como a melhor alternativa e com risco moderado.

Os principais investimentos que estão sendo escolhidos por essas pessoas que desejam ter rendimentos maiores do que a poupança são os fundos de multimercado que têm as aplicações de renda fixa e ações.

A expectativa é que a poupança continue rendendo pouco, e o investidor que desejar procurar por investimentos de renda fixa pode fazer isso através das LFTs (Letras Financeiras do Tesouro) que são vendidas pela Tesouro de Ouro. 

Por Yasmin Fernandes Robles

Investimentos



Expectativas para o Brasil em 2015 são de crescimento nulo e de inflação alta


As notícias na economia são bem desanimadoras para todo o ano de 2015. De acordo com o Relatório de Mercado Focus, o PIB deste ano será de 0% e, consequentemente, haverá uma alta inflação neste período.

O indicador do PIB por sexta vez consecutiva marcou para baixo, assim ele passou de ser de 0,03% para 0,00%. Essa variação negativa vai contra as expectativas que havia há quatro semanas atrás, nesse período esperava-se que o PIB tivesse uma variação de 0,40% positiva.

Esta situação de desaceleração da economia foi confirmada pelo Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. O Presidente reconheceu que a País deverá continuar no processo de estagnação econômica durante 2015 e que logicamente com esse resultado, a inflação tende a permanecer alta.

Sobre a inflação, o que se tem a dizer é que é esperado que o valor alcançado supere a meta de 6,5%. Somente no mês de janeiro foi detectada uma alta de 1,24% nos preços. Considerando que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo aumentou 7,14% em doze meses, isso significa um aumento previsto de 1,02% ainda no mês de fevereiro. A taxa Selic também teve um aumento considerável neste ano e segundo as informações cedidas pelo mesmo Relatório Focus, ela finalizará este ano em 12,5%.

Ainda de acordo com o Relatório Focus em 2015 não foram detectadas mudanças para o dólar e no que diz respeito ao Investimento Estrangeiro Direto (IED), ele será suficiente apenas para cobrir o resultado negativo em 2015, assumindo o valor de US$ 60 bilhões.

Uma das principais razões para o aumento da inflação é o acréscimo dos preços do combustível, energia elétrica, entre outros. Para estes produtos foi identificada uma alta de preços de 9,3%. 

Segundo os economistas, para o ano de 2016, as previsões são mais animadoras. Cogita-se que a indústria contará com uma expansão de 2,5%, configurando uma alta na economia de 1,5%. Já o IPCA para 2016 poderá chegar a 5,6% no final deste ano. No que se refere à expectativa de alta nos preços dos produtos que neste ano fizeram grande diferença no aumento da inflação (gasolina, energia elétrica) estima-se que para o ano de 2016 a inflação destes seja menor. Sobre a taxa Selic, ao contrario do que acontecerá em 2015, em 2016 ela poderá baixar, chegando a 11,5%.

Continuando as perspectivas para o ano de 2016 nesta semana, as estimativas para o dólar permanecem praticamente inalteradas e em R$ 2,82. A balança comercial para o próximo ano até uma melhora substancial e o IED será um pouco abaixo do esperado ainda na semana anterior, fechando em US$ 59,9 bilhões e não em US$ 60 bilhões.

Por Melina Menezes

Economia brasileira



IPCA apresentou alta em abril de 2014


De acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do mês de abril ficou na casa de 0,78%, valor superior de 5% ao levar em conta o índice de 0,73% registrado em março. Consiste na maior variação desde janeiro do ano passado, quando a taxa subiu para 0,88%.

Ao considerar o balanço de doze meses, a inflação teve registro de 6,19%, conforme indica o IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística). Durante o ano existe acúmulo de 2,91%, diz o IPCA-15. No acumulado que leva em conta valores dos doze meses a taxa subiu 6,19%.

O IBGE indica que os setores de bebidas e alimentações tiveram destaques no sentido de aumentar a inflação, com valores de 1,84% ao mês de abril. Se considerar a lista de produtos vale o destaque por conta do aumento na batata, quase em 30%.

A valorização da batata também ocorreu por conta do verão e da seca que prejudicou as plantações. Em consequência, a inflação no setor ficou superior ao aumento da carne, produto conhecido por liderar a percentagem de aumento nos registros de inflação – para abril houve crescimento de 2,83% no setor.

Os gastos de despesas pessoais subiram 0,5%. Não se pode ignorar o fato de que aumento da inflação no mês de abril aconteceu também por conta das despesas referentes ao custo de transportes públicos, que cresceram 0,54%. Na área de habitação os preços aumentaram 0,58%.

O terceiro grande aumento da inflação em termos de setores acontece nos gastos na saúde, crescimento em quase 0,70%, de maneira principal entre os planos que se referem aos idosos, que com o tempo tem maiores gastos e menos receitas, de modo geral.

Em termos práticos a inflação consiste em mal econômico que se demonstra presente com força na economia nacional, novamente.

Por Renato Duarte Plantier



Revisão dos valores do FGTS de acordo com a inflação impactaria no mercado imobiliário


Revisaros valores do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de acordo com os movimentos da inflação resultaria em milhões de revisões nos contratos de financiamento à habitação, afirma o procurador geral do BC (Banco Central do Brasil), Isaac Sidney Menezes Ferreira. O mercado imobiliário receberia um choque o qual de forma difícil conseguiria se recuperar.

De forma prática as ações que se encontram no STF (Superior Tribunal Federal) e STJ (Superior Tribunal de Justiça), de cidadãos que reclamam da política monetária do FGTS, objetivam solicitar a correção de acordo com a inflação dos períodos.

A diferença é grande nos números. Por exemplo, no começo do ano de 2014, enquanto a TR quase atingiu a casa dos 0,20%, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registra quase 6% de inflação.

Não se pode ignorar que o BC solicitou a licença para julgar ao levar em conta que o órgão tem a responsabilidade de fazer o cálculo da TR (Taxa Referencial), conforme regras ditadas no CMN (Conselho Monetário Nacional).

Vale ressaltar que a TR também objetiva corrigir a política de valorização dos valores que se encontram em depósito no FGTS. De forma prática, a mesma fórmula de renda é usada para corrigir a conta poupança.

Em terras nacionais o empregador tem dever de depositar oito por cento do valor referente ao salário bruto, sem desconto, registrado em carteira assinada aos trabalhadores de regime CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). A quantia segue ao Fundo que pode ser usado para diferentes formas de consumo.

Isaac Sidney Menezes Ferreira diz que a média dos juros atuais de financiamento para casa própria se encontra em aproximados 7%. Caso acontecesse a revisão do FGTS, de acordo com a inflação, o valor do juro iria à faixa dos 11%.

Comente e opine. Diga se é contra ou a favor de revisão da renda no FGTS.

Por Renato Duarte Plantier



Economia X Sálário dos Executivos


A produção industrial no Brasil não está indo tão bem quanto nos anos anteriores. Com o câmbio oscilando muito, os preços dos produtos estão em aumento, o que dificulta as transações comerciais para o exterior, pois os preços altos dos produtos industriais reduzem a competitividade perante os mesmos produtos fabricados em outros países.

Isso de fato está ocorrendo, visto que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 0,6% comparado com o último trimestre de 2012. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Consultoria Hays (especializada na colocação laboral de profissionais especializados em cargos permanentes), 55% dos executivos detentores de altos cargos tiveram um aumento nos salários e em mais da metade deles o aumento registrado foi de 5,5%. 

Existem dúvidas do porquê destes aumentos salariais sendo que a economia industrial não está no seu melhor momento, especula-se que negociações trabalhistas e demanda de mercado por profissionais especializados num cenário de pouca oferta de mão-de-obra deste tipo, possam ser os responsáveis pelos excessivos aumentos.

Esta pesquisa identificou que os executivos de alto escalão estão recebendo remunerações com valores semelhantes aos recebidos pelos profissionais europeus de países como Itália e Alemanha. Se bem ocorreu uma elevação no valor do salário base, os incentivos de curto prazo como bónus e participação nos lucros e resultados (PLR) tem diminuído.

As indústrias que oferecem melhores condições de remuneração para os executivos são as dedicadas à construção e à mineração.

Por Melina Menezes



Nova Alta da Projeção da Inflação no Brasil – Outubro de 2012


O Banco Central divulgou nessa segunda-feira, dia 22 de outubro, o boletim Focus com as expectativas do mercado financeiro sobre os principais índices econômicos do país. No boletim dessa semana a projeção da inflação para o ano de 2012 subiu novamente, essa é a décima quinta vez consecutiva.

De acordo com o Boletim, os analistas e investidores financeiros projetam agora que a inflação acumulada do ano de 2012 fique em 5,44%, na semana passada a expectativa era de 5,43%. Há um mês a expectativa da inflação medida pelo índice IPCA para o ano era de 5,35%.

Apesar das constantes subidas da projeção da inflação para 2012, o mercado financeiro manteve sua expectativa para a inflação do ano que vem, que está projetada para 5,42%. O Boletim noticia também que para os especialistas perguntados, a expectativa é de que a inflação de 2012 feche em 5,55%.

Quando perguntados sobre a inflação em outubro, os analistas responderam que o índice fecharia o mês em 0,55%. Na semana passada antes da divulgação do IPCA-15, prévia da inflação do mês medida pelo IBGE, os analistas esperavam que no fechamento do mês a inflação ficasse em 0,51%. Para novembro a projeção é de que a inflação chegue a 0,52%.

Fonte: Portal do Investidor

Por Matheus Camargo



Presidente do Banco Central prevê Inflação Menor em 2012


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, esteve reunido na sexta-feira (dia 23 de março) com representantes do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e falou sobre a expectativa de inflação para este ano.

De acordo com o presidente da instituição financeira, a expectativa é que a inflação feche num nível menor do que o registrado nos últimos anos.

Tombini também falou sobre a atividade econômica, que deverá acelerar devido à demanda interna, juros baixos, redução dos estoques das indústrias e da flexibilização das condições monetárias. Além disso, o número de postos de trabalho deverá crescer. Nos últimos 12 meses, foram criados mais de 1,4 milhão de postos.

Agora, a meta do Banco Central é segurar a inflação no patamar dos 4,5%. Também ajudam a conseguir o feito as políticas monetárias adotadas por outros países, como os Estados Unidos, que retomou o crescimento de sua economia.

Como medida de reivindicação, os representantes do IDV pediram para que a taxa de juros seja reduzida, para que a diminuição dos valores chegue ao consumidor final.

O presidente do IDV, Fernando de Castro, ainda ressaltou que a rede de varejo pode auxiliar na redução dos juros, já que as empresas do ramo são as financiadoras dos próprios clientes.

Fonte: IDV

Por Matheus Camargo



Reajuste Salarial – Pesquisa indicou aumento real acima da inflação


O Sistema de Acompanhamento de Salários do Dieese analisou 702 unidades de negociação registradas no ano passado e comprovou que a maioria dos reajustes salariais teve aumento real, ou seja, ficou acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

De acordo com o estudo, 87% dos reajustes salariais do ano passado ficaram acima da inflação. Já 8% ficou no mesmo patamar, enquanto outros 6% ficaram abaixo.

O levantamento também comprova uma tendência que vem sendo verificada nos últimos anos. Segundo o Dieese, a grande maioria das categorias profissionais consegue ter aumento real no momento da negociação de data-base.

Ainda avaliando-se os dados publicados pelo Departamento, pode-se constatar que, nos últimos 16 anos, o Brasil passou por dois períodos. O primeiro deles aconteceu entre 1996 e 2003, quando a maioria dos reajustes era feito abaixo da inflação. Já de 2004 até hoje há uma reversão deste cenário, com o reajuste mantendo-se no mesmo patamar ou acima do INPC.

Comparando-se 2010 com 2011, pôde-se perceber que os resultados foram parecidos, com aumento real em 87% das negociações e perda real em cerca de 5% delas.

Por Matheus Camargo

Fonte: Dieese



Inflação apresentou alta em janeiro de 2012


O Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados oficiais sobre a inflação no país. De acordo com o instituto a inflação de janeiro de 2012 foi de 0,56%. Esse número teve como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e apresentou aumento se comparado a dezembro, que foi de 0,5%

De acordo com os dados do IBGE, nos últimos 12 meses a taxa acumulada sofreu uma alta de 6,22%, número abaixo do resultado apresentado nos 12 meses anteriores que foi de 6,5%. No último mês a taxa teve uma variação de 0,83%. 

Os fatores que mais influenciaram o resultado foram os reajustes com relação à alimentação e bebidas que foram de 0,86% e o reajuste em transportes, 0,69%, esses dois fatores juntos representam 61% do IPCA. 

Vale lembrar que o IPCA é responsável por medir a inflação para famílias com renda de até 40 salários mínimos.

Neste ano foram incorporados os resultados dos gastos de consumo da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. 

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é o responsável por medir a inflação das famílias que possuem renda de até 6 salários mínimos, teve um aumento de 0,51% em janeiro, a mesma de dezembro.

Por Joyce Silva



Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) – Janeiro de 2012


Das sete capitais brasileiras pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), três apresentaram queda nos índices de inflação. Os índices são pesquisados semanalmente, a pesquisa é chamada de Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S).

Salvador foi a cidade que teve a maior variação do índice de inflação, caiu de 1,15% para 0,94%. Em São Paulo e no Rio de Janeiro o decréscimo foi um pouco mais modesto, chegando a apenas 0,10 ponto percentual de diferença.

Embora essa variação da inflação pareça ser pouco significativa, isso ainda é melhor que em algumas cidades brasileiras, que o índice subiu e o custo de vida tem ficado a cada dia mais alto. Um exemplo disso é Brasília, que teve o maior aumento, lá a inflação passou de 0,32% para 0,59%. Mas Brasília ainda não é a cidade com a maior inflação do país, em Belo Horizonte a taxa passou de 1,06% para 1,19%.

O aumento da inflação se deve principalmente aos reajustes das taxas de ônibus e a alimentação mais cara.

A pesquisa mostrou que em dezembro de 2011 a média da inflação no Brasil estava em 0,56%, já em janeiro de 2012 está em 0,65%.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Por Jéssica Posenato



Inflação e Crescimento do PIB no Brasil em 2012 – Expectativas do Governo


Durante um seminário na Fundação Getúlio Vargas, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, falou sobre as expectativas do governo para a economia neste ano de 2012.

O secretário afirmou que o crescimento do PIB de 2011 fechará em cerca de 3%, de acordo com as estimativas do Ministério. Já a expectativa de crescimento para o ano de 2012 gira em torno de 4% e 5%, segundo ele, em consequência de diversas medidas tomadas pelo governo.

Entre as medidas de estímulo citadas por Barbosa estão: o aumento do salário mínimo, a redução da taxa de juros, a desoneração de impostos para o “Supersimples” e a desoneração da folha de pagamento.

Quanto à inflação, o secretário segue confiante num desempenho melhor do que em 2011, quando a inflação bateu o teto de 6,5%. A expectativa do governo é de que em 2012 este número caia abaixo de 5%.

O governo já afirmou anteriormente que a alta de preços de diversos setores não deve se repetir esse ano, tais quais os “preços regulados”, como tarifas de energia, água e luz, transporte público, entre outros.

Por Lucas Ferreira



Valores da inflação em 2011 – IPC-C1, IPC-BR e IPCA


A inflação para pessoas de baixa renda ficou em 5,98% no ano de 2011. O número foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), através de levantamento divulgado nesta terça-feira (10/01). O indicador utilizado foi o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que faz a medição dos preços de produtos e serviços geralmente consumidos por famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

O índice ficou abaixo do índice utilizado para calcular a inflação das classes mais elevadas, de até 33 salários mínimos, que é o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

O IPC-BR fechou 2011 em 6,36%. Dessa forma a inflação no ano de 2011 para as famílias mais pobres castigou essa parcela da população de forma um pouco menor. A inflação corrói o poder de compra dos salários e traz prejuízos para o funcionamento da economia.

A inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 em alta de 6,5%, atingindo o limite estabelecido pelas autoridades monetárias. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o índice deverá cair para 4,7% neste ano de 2012.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



Inflação deverá cair em 2012


O governo espera que a inflação caia neste ano de 2012. Segundo Nelson Barbosa, que está substituindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante suas férias, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá ficar abaixo de 5% este ano.

O resultado do IPCA 2011 foi de 6,50%, maior índice em sete anos, segundo os números do IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística). O número ficou no teto da meta oficial estabelecida, de 4,5%, com variação de até 2 pontos (6,5%). O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede os preços para famílias de até seis salários mínimos, fechou o ano com uma taxa de 6,08%, abaixo da taxa registrada no ano anterior, de 6,47%.

"Ficou dentro das projeções. A gente colocava a inflação atingindo 6,5%. A gente espera que continue essa trajetória de queda em direção ao centro da meta", afirmou Nelson Barbosa. Apesar de o governo afirmar que o número ficou dentro do esperado, algumas críticas e alertas em relação aos efeitos nocivos da inflação na economia começaram a ser feitos.

Segundo o ministro interino, os preços regulados, tais como transporte, energia elétrica, telefone e água, deverão apresentar pouco aumento neste ano, o que ajudará na queda da inflação.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



Inflação poderá continuar em queda em 2012


O presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Alexandre Tombini, afirmou por meio de nota oficial que a inflação do país continuará recuando em 2012.

“A inflação ao consumidor vem passando por uma trajetória de queda constante”, essa afirmação de Tombini foi baseada na pesquisa divulgada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor que apontou que a inflação de 2011 encerrou o ano em 6,5%, isso depois de chegar a 7,3% no terceiro semestre. 

Alguns pontos foram apontados pelo presidente do Banco Central que contribuíram para essa queda, o mais importante foi a variação dos preços no atacado medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) que vem caindo a cada mês. O índice passou de 7,5% no terceiro trimestre para 5,1% até o final do ano. 

Ainda de acordo com Tombini, essas medidas acompanham a estratégia de política monetária que está sendo adotada pelo Banco Central. 

A inflação para famílias com renda de até seis salários mínimos também teve queda e fechou o ano em 6,08%, o resultado foi divulgado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O INPC é feito pelo IBGE e abrange todas as famílias com renda de até seis salários mínimos, cujo chefe da família seja assalariado.

Por Joyce Silva



Inflação – Previsões de alta em 2011 e queda em 2012


Uma pesquisa realizada pela Focus, e divulgada recentemente pelo Banco Central, mostrou direções opostas para a inflação: queda para 2012 e avanço para 2011.

Segundo avaliações semanais do mercado financeiro, a média das perspectivas para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2012 teve uma queda de 5,42% para 5,39%, sendo este o terceiro recuo consecutivo. No mês passado, o número se encontrava em 5,55%.

Ainda para este ano, as previsões econômicas subiram de 6,50% para 6,52%, voltando a ficar em um nível acima do que é consentido pelo regime de metas para a inflação (cujo centro é 4,5% e margem máxima 6,50%).

A elevação das previsões para o presente ano ocorreu devido ao aumento da expectativa para o IPCA de dezembro de 0,50% para 0,53%. Já para janeiro de 2012, a aposta para a inflação teve um declínio de 0,61% para 0,60%.

Juro– Conforme informou o boletim Focus, após duas semanas consecutivas de decaimento das expectativas, a média das previsões para a taxa de juros ao término de 2012 prosseguiu em 9,50%. Se o Banco Central conservar o ritmo de cortes em uma velocidade de 0,50 ponto porcentual (nas reuniões indicadas para janeiro, março e abril de 2012), a taxa Selic incidiria dos 11% atuais para os 9,50% no começo do segundo trimestre do próximo ano.

PIB– A perspectiva de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 teve um recuo, movendo-se de 2,97% para 2,92%. Não houve alteração na previsão dos números para 2012, que deverá manter-se em 3,40%.

Por Rachel Bressan

Fonte: Estadão



Reajuste do Salário Mínimo – Nova proposta para 2012


O salário mínimo passou a vigorar no Brasil no dia 1º de maio de 1940, durante o Governo de Getúlio Vargas e desde então veio sofrendo modificações.

Observe uma breve tabela dos reajustes:

– Julho de 1940 – $ 240$000;

– Outubro de 1960 – Cr$ 9.600,00;

– Maio de 1970 – Cr$ 187,20;

– Maio de 1985 – Cr$ 333.120,00;

– Maio de 1990 – NCZ$ 1.283,95;

– Abril de 2000 – R$ 151,00;

– Maio de 2005 – R$ 300,00;

– Janeiro de 2010 – R$ 510,00;

– Março de 2011 – R$ 545,00.

Atualmente o salário mínimo é de R$ 545,00, mas uma proposta de orçamento prevê um aumento de R$ 74,21 para o ano de 2012, passando a R$ 619,21.

O reajuste salarial é feito de acordo com a inflação do ano anterior e o desenvolvimento do PIB (Produto Interno Bruto ) dos últimos dois anos.

E quando o assunto é  inflação, podemos dizer que segundo a Fundação Getúlio Vargas, o índice IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) acelerou 0,43% em novembro, e em mais ou menos um ano o IGP-DI  variou 5,56%. 

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) avançou 0,53%. No setor de despesas está a Alimentação com 0,78% no geral com:

  • -3,84% para 0,05% para hortaliças e legumes;
  • -0,68% para 2,20% para frutas;
  • 1,15% para 3,20% para carnes bovinas.

Ao todo, todos os setores de despesas sofreram aumento. 

Para ler mais sobre o assunto clique aqui.

Por Vânia Beatriz Ruperti



Queda da Inflação em Novembro 2011 – IGP-10


A inflação sofreu desaceleração pelo IGP-10 e teve uma queda de 0,44% no mês de novembro, comparando com o mês de outubro, quando foi registrado o avanço de 0,64%, conforme informação do site www.tribunadonorte.com.br.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informa que até novembro o IGP-10 acumula altas de 5,14% (no ano) e 6,48% (em 12 meses).

Especialistas fazem a previsão de que haja uma alta nos produtos agropecuários no setor do atacado, refletindo no setor do varejo, o que pressionará indicadores da inflação no mês de novembro.

Conforme a avaliação realizada pela LCA Consultores, o IGP-DI e o IGP-M deverão subir 0,50% no mês.

Devido a crise na economia que o mundo está atravessando, o governo brasileiro reduziu a previsão de crescimento para o PIB de 2011: de 4,5% para 3,8%. Já a previsão de inflação deste ano foi elevada de 5,8% para 6,4% pelo IPCA.

No setor de empregos formais, no mês de outubro, os números da Caged informam que o país gerou 126.143 oportunidades, com 1.538.423 desligamentos e 1.664.566 admissões.

O setor que mais criou oportunidades de emprego foi o de Serviços, oferecendo 77.201 mil postos formais. Perspectivas de melhoras existem, vamos aguardar.

Por Mônica Palácio



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Novas taxas de juros dos bancos


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, adotadas pelo Banco Central (BC) em dezembro do ano passado, foram levadas adiante como tentativa de frear a alta da inflação. Por esse e outros motivos, mudanças no cenário econômico logo apareceram. Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) aponta que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal avançaram em maio.

O levantamento indica que no acumulado de 2010 a taxa média do empréstimo pessoal subiu 0,10%, bem abaixo do índice de 0,33% registrado no período de janeiro a fevereiro de 2010. Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Safra e Santander foram as instituições com os dados colhidos para o estudo.

A fundação Procon-SP assoalha que o cheque especial acumula, desde janeiro, taxa de 0,35%. Em todo o ano passado o índice chegou a 0,34%.

O HSBC modificou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,5% para 4,99% ao mês, alta de 0,49%. O Santander, de 5,63% para 5,99%, incremento de 0,36%, o Itaú de 6,38% para 6,41%, diferença de 0,03%, e o Bradesco, por sua vez, de 6,08% para 6,1% ao mês, avanço de 0,02%.

Diferente das instituições acima citadas, apenas o BB reduziu sua taxa de empréstimo pessoal, de 5,48% para 5,39% ao mês. Os demais bancos, porém, não alteraram seus índices.

Em relação ao cheque especial, os incrementos de taxas ocorreram na CEF, de 7,31% para 7,95% ao mês, no HSBC, de 9,8% para 9,95%, no Itaú, de 8,96% para 8,99%, no Santander, de 9,96% para 9,99%, e no Bradesco, de 8,83% para 8,85%. As outras instituições mantiveram os índices anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Perspectiva da inflação pelo IPCA apresentou queda – 2011


As perspectivas econômicas para o Brasil estão tensas, embora o cenário especulativo não tenha se concretizado. Pela primeira vez após semanas de pessimismo, o relatório Focus do Banco Central (BC) baixou a estimativa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 2011, de 6,37% da semana passada para 6,33%. Para o próximo ano a taxa de 5,00% foi mantida, tendência que se repete pela quinta vez seguida.

A projeção de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi sustentada no mesmo patamar pela sexta semana seguida, em 4,00%. Para 2012, porém, o BC prevê uma queda no cenário, cuja perspectiva cedeu de 4,25% de sete dias atrás para 4,21%.

Em relação à Selic (taxa básica de juros da economia), o relatório Focus reproduz pela primeira semana estabilidade no índice para 2011, em 12,50%. Para o próximo ano e repetindo pela segunda vez uma perspectiva de alta, o BC elevou o índice para 12,25%.

Esses números podem aquietar economistas e a própria população. Se a curvatura seguir a ideia como muitos pedem e como o estudo parece indicar, a inflação pode ficar mais próxima do centro da meta até o final do ano, embora a tendência seja de se situar perto do teto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S cresce para 1,05% em 07 de maio de 2011


Ao zapear fóruns econômicos e políticos de diferentes portais de notícias, o internauta pode observar a preocupação de inúmeros cidadãos com a temida volta da inflação. Para acalmar os ânimos, Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e sua equipe econômica salientam por meio de discursos ou medidas as vontades de “frear” esse tema que tanto devastou os bolsos dos brasileiros há alguns bons anos.
Para atualizar a população sobre os principais setores de bens e serviços, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (9) informações sobre a aceleração da taxa do Índice de Preços ao ConsumidorSemanal (IPC-S) de 07 de maio, de 0,95% de uma semana atrás para 1,05%.
Das quatro classes de despesas sondadas no levantamento da fundação, quatro registraram aumento em suas taxas. Destaque, novamente, para a categoria Alimentação, uma vez que seu índice subiu de 1,04% para 1,26%. Em seguida, de acordo com a FGV, apareceram Habitação, de 0,47% para 0,63%, Vestuário, de 1,34% para 1,60%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,32% para 0,35%.
O levantamento assinala que as hortaliças e os legumes, assim como taxa de água e esgoto residencial, roupas e salas de espetáculo foram os itens que mais colaboraram para o aumento do IPC-S.
Os grupos que planificaram sentido inverso foram Transportes, uma vez que seu índice decresceu de 2,10% para 1,94%, assim como Despesas Diversas, de 0,81% para 0,76%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 1,10% para 1,06%. Vale salientar que as principais contribuições provieram dos artigos de higiene e cuidado pessoal, álcool combustível e alimentos para animais domésticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-DI tem variação de 0,50% em abril de 2011


Enquanto a população brasileira mais antenada, tanto por meio de telejornais, revistas e diários impressos como através da rede mundial de computadores, preocupa-se com rumores de que a inflação, aos poucos, começa a voltar, economistas e institutos buscam salientar dados concretos, ainda que parte indique perigo à vista – nada confirmado na teoria.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,50% em abril, 0,11% abaixo da taxa contabilizada em março (0,61%).
A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24% no mês passado, contra 0,60% do terceiro período mensal de 2011. A taxa concernente a Bens Finais também decresceu baixa, porém de 0,80% para 0,50%. Bens Finais, resultante da supressão de combustíveis e alimentos in natura, cedeu de 0,14% para 0,04% entre março e abril.
Diferente da tendência acima descrita, a variação do grupo Bens Finais foi de 0,70% em abril, ante 0,62% de março. Ao se excluir lubrificantes e combustíveis para produção, a taxa também acelerou, de 0,61% para 0,66%.
A FGV atesta que ocorreu desaceleração no estágio conhecido por Matérias-Primas Brutas, cuja taxa arrefeceu de 0,37% no mês de março para índice negativo de 0,63% em abril. Vale destacar o recuo percebido no algodão em caroço, cujo percentual baixou de 3,82% para -10,35%, assim como na laranja, de 2,12% para -23,57%.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da inflação é esperado pelos brasileiros


O consumidor está realmente atento com o mote inflação. Algumas pessoas já sentiram nos bolsos as medidas adotadas pelo governo, as mesmas que tiveram o intuito de frear o consumo para, assim, segurar a tão temida inflação. Entre as principais iniciativas encabeçadas pelo Banco Central (BC) estão a restrição ao crédito e o ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarca que o aumento inflacionário foi realmente percebido pela população. Dos seis componentes abrangidos pelo Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) de abril, o de expectativa de inflação figurou como aquele como o pior por meio de uma queda de 111,12 pontos para 100,8 pontos em comparação a março, diferença de 9,4%; no comparativo anual decréscimo de 11,6%.

O resultado do INEC de abril corresponde à sexta baixa seguida em vocábulos mensais, com arrefecimento de 2,2% em comparação a março e 0,5% em relação a abril de um ano antes. Essa constatação também marca otimismo mais brando sobre uma perspectiva em relação ao aumento do endividamento do consumidor e sobre sua renda pessoal futura. Nestes dois, recuos de 3,3% e 4,1%, respectivamente.

Acompanhando esse pessimismo, o INEC constatou taxa de 2,6% de março a abril entre os consumidores que aguardam crescimento do emprego. Em contrapartida, aquisições de produtos de valores mais elevados e conjuntura financeira registraram, respectivamente, avanços de 1% e 2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Tendência de Alta na Inflação: IPCA tem aumento de 6,34%


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (25) seu mais novo relatório Focus, o qual repete pela sétima oportunidade consecutiva a tendência de alta da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2011, com elevação de 6,29% da semana passada para 6,34% nesta. Para o próximo ano, porém, a taxa foi mantida em 5,00%, fato (acréscimo) que se verifica há três levantamentos.

Em relação à projeção da Selic, a taxa básica de juros da economia, o BC nutriu os índices para 2011 e 2012. Ao primeiro período, o índice estimado pela quarta semana seguida ficou em 12,25%, enquanto ao próximo ano fixou-se em 11,75%.

O relatório Focus decidiu manter o prognóstico de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 em 4,00%, porém para 2011 mostrou-se pessimista, uma vez que arrefeceu o índice de 4,25% de uma semana atrás para 4,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços varia 0,8% na semana da Páscoa


Passada a Páscoa, um dos últimos “grandes” feriados do ano, as atividades dos brasileiros voltam à normalidade. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (25) a taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de abril. A variação registrada, de 0,80%, superou em 0,03% o índice descrito na semana anterior.

Das sete classes de despesas sondadas e que compõem o IPC-S, três registraram recuo em suas taxas, com liderança encabeçada por Alimentação, cujo índice desceu de 1,10% para 0,91% entre as duas semanas. Em Educação, Leitura & Recreação ocorreu baixa de 0,48% para 0,36% e em Vestuário de 1,08% para 1,06%.

As demais classes, como é perceptível constatar, delinearam avanço. A categoria com a maior diferença foi Despesas Diversas, ao passar de 0,34% para 0,53%. O grupo Transportes teve taxa acrescida de 1,71% para 1,82%, enquanto Saúde & Cuidados Pessoais minutou elevação de 0,81% para 0,87% e Habitação de 0,35% para 0,38%.

Os itens que apresentaram maior evolução de preços foram cigarro, com índice passando de 1,00% para 1,57%, gasolina, de 3,76% para 4,66%, e medicamentos em geral, de 1,29% para 1,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta básica de São Paulo aumenta para R$ 318,21


Um dos quesitos utilizados para medir o salário mínimo do trabalhador, a cesta básica nem sempre converge com o real valor do piso. O pacote de produtos essenciais à existência do cidadão vem apresentando elevação nos últimos meses, com destaque ao município de São Paulo, um dentre os locais com o maior custo de vida em todo o Brasil.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o valor da cesta básica no município saltou 0,24% na semana entre os dias 08 e 14 de abril em comparação ao intervalo imediatamente precedente. Os anteriores R$ 317,37 foram “substituídos” por R$ 318,21 ao final do mais recente período.

Dos 31 produtos sondados pelo levantamento, 15 ilustraram avanço em seus valores, outros 13 diminuíram de preços e apenas três mantiveram os números. O único grupo a ilustrar desaceleração em seu custo foi Alimentação, com baixa de 0,05%. Limpeza e Higiene Pessoal, por outro lado, delinearam alta de 2,03% e 1,01%, respectivamente.

Os produtos que mais apresentaram incremento de preços foram a batata (por quilo), com índice positivo de 4,85%, seguida por papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), +4,74%, salsicha avulsa (quilo), +4,10%, sabão em barra (unidade), +3,95%, e cebola (quilo), +3,83%. Em contrapartida, registraram decréscimos macarrão com ovos (pacote de 500 gramas), -2,70%, desodorante spray (de 90 a 100 mililitros), -2,15%, feijão carioquinha (pacote de 1 quilo), -1,67%, frango resfriado inteiro (quilo), -1,62%, e sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), -1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação pode chegar a 6% em 2011, avalia CNI


A desaceleração econômica está acontecendo. Empresários e consumidores devem experimentar, nos próximos meses, situação diferente da vivenciada no ano passado, quando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) abraçou taxa de 7,5%. O Banco Central (BC) prevê índices de desenvolvimento mais brandos para 2011 e 2012.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que a aceleração de 2011 deve girar em torno de 3,5%, ao mesmo em que a produção da indústria pode atingir patamar de 2,8%. A instituição, no levantamento realizado no último mês de 2010, previa que o PIB cresceria 4,5%.

Convergindo às perspectivas desenvolvidas pelo BC, a CNI estima que a inflação chegue a 6%, contra 5% projetado anteriormente. O principal contribuinte a essa alta deve provir dos preços praticados em serviços, principalmente porque existe, atualmente, boa atuação da demanda interna somada à ausência de trabalhadores qualificados disponíveis, bem como inflação atrelada aos preços.

A confederação acredita que a desaceleração prevista por inúmeros especialistas e entidades ocasionará menor consumismo dos lares brasileiros. As oportunidades de emprego devem diminuir, uma vez que os investimentos, ainda contínuos, estão mais baixos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do IPC-3i – 1º Trimestre 2011


O pessoal da terceira idade é ávido consumidor. Daqui a poucos anos esse público pode até triplicar de número, obrigando o governo brasileiro a pensar em medidas para não causar um rombo maior na Previdência.

Informações enunciadas na quarta-feira (13) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) desacelerou no primeiro trimestre deste ano para 2,18%, contra 2,62% do período igual ao de um ano antes. A variação acumulada nos últimos 12 meses chegou a 5,71%.

O medidor, que examina dados da cesta de consumo de lares majoritariamente circunspectos por pessoas com 60 anos de idade ou mais, registrou baixa de 0,28% entre o último trimestre de 2010 e o período de janeiro a março de 2011.

De acordo com a FGV, das sete classes de despesas sondadas, apenas duas abrangeram baixa, com destaque para Alimentação, ao recuar de 5,15% para 2,63%, seguido por Vestuário, cujo índice baixou de 2,39% para 0,60%.

As outras cinco classes examinadas apresentaram avanço em suas taxas. Em Transportes, o progresso foi de 2,23% para 4,58%, enquanto em Habitação a alta passou de 0,88% para 1,34%. Educação, Leitura & Recreação registrou avanço de 1,87% para 3,19%, Despesas Diversas de 0,85% para 2,79% e Saúde & Cuidados Pessoais de 1,22% para 1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação e Taxa Selic – Previsões para 2011


O controle da inflação é uma das principais preocupações da nova presidência do Banco Central (BC). As medidas relacionadas a restrição de crédito, adotadas no final do ano passado, são um dos capitais indícios dos esforços de Alexandre Tombini e equipe para manter o crescimento econômico sem, no entanto, prejudicar o bolso dos consumidores em ampla escala.

Para Evaldo Alves, professor de economia da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV), a inflação deve terminar 2011 com índice de 5,79%, taxa próxima à prognosticada pelo BC.

Para este ano, ressalta Alves, o mercado já trabalha nesse patamar e para 2012, em 4,78%. Apesar de a desaceleração mensal ser um dos indicadores positivos no cenário de inflação, a elevação dos preços das commodities no mercado global incide na elevação de preços ao mercado brasileiro.

Em sua visão, assinala que a economia está aquecida e apresenta demanda maior em relação à capacidade de produção para acolhê-la. Alves acredita que a taxa básica de juros da economia, a Selic, deve encerrar o ano com índice de 12,25%, ante 11,25% atuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IVAT – Novo índice será o medidor da inflação tributária do Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a BM&FBovespa decidiram em conjunto com outros institutos criar um novo e exclusivo índice ao setor imobiliário, designado Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), que terá por escopo posicionar os empresários quanto ao preços de compra, venda e locação de imóveis comerciais.

No dia 14 de fevereiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) também decidiu anunciar um novo medidor, batizado Índice de Variação da Arrecadação Tributária (IVAT), que terá o objetivo de calcular, em termos percentuais, a variação da arrecadação dos tributos reunidos pelos Municípios, Estados e União.

As primeiras informações sobre essa novidade dão conta de que o IVAT concentrará dados da última década, com divulgação de informações sempre na última semana de cada mês e assim como outros indicadores, um índice final no término de cada ano.

Segundo Gilberto Luiz do Amaral, idealizador do novo medidor e coordenador de Estudos do IBPT, o IVAT possibilitará efetuar comparações entre o crescimento da arrecadação de tributos de cada esfera com os índices inflacionários assoalhados por outras instituições e órgãos. Será abrangido, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado pelo governo federal para medir as metas de inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Inflação – reajustes abusivos nos preços


O ano de 2001 iniciou com diversos reajustes nos preços, segundo uma projeção do Banco Central, teremos uma inflação de 5,66% no ano, porém, os aumentos mostram muito mais do que o projetado.

Nos alimentos, as hortaliças e verduras registraram aumento de 4% nos preços e as raízes e legumes ficaram 6,5% mais caros. A carne de boi deverá sofrer um maior reajuste, algo em torno de 70%, já as carnes de suínos e aves subiram 25%.

A educação deve sofrer um reajuste em torno de 7%, contemplando os materiais escolares, mensalidades, entre outros.

Os imóveis no Brasil tiveram uma média de reajuste de 30%. Para quem pensa em adquirir um imóvel, a época é péssima. Os preços dos lotes e imóveis sofreram o reajuste devido à grande procura. Um apartamento de três quartos que valia em média R$ 180 mil alcançou a faixa de R$ 240 mil. Os aluguéis tiveram um reajuste em média de 50%.

Nos transportes, em 05/01/2011 as tarifas de ônibus subiram 11% (de R$ 2,60 para R$ 3,00). O Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) anunciaram no dia 08/02/2011, que serão acrescidos 9,43% no valor da passagens (de R$ 2,65 para R$ 2,90) a partir de 13/02/2011.

Por Dennys Steidle



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



ACSP – Necessidade de Diminuir os Gastos Públicos


Os últimos meses do ano passado e o trimestre inaugural de 2010 marcaram, do ponto de vista econômico, a adoção de estímulos fiscais a setores de atividades de grande movimentação financeira, tais como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), veículos automotores e materiais de construção. O último, diferentemente dos demais, teve confirmada continuidade da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 2011.

O Banco Central anunciou nos últimos dias a ininterrupção da retirada dos estímulos adotados em 2008 e 2009, que tiveram por escopo incentivar o país a segurar os principais efeitos da crise financeira global. Para Alencar Burti, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), as consequências sobre a inflação só serão sentidas quando o próprio governo fizer sua parte, ou seja, diminuir gastos.

Em sua visão por meio de nota veiculada à imprensa, o segmento privado do país espera que essa iniciativa seja levada adiante. Mesmo assim, pondera que a demanda estava aquecida e o BC, por sua vez, precisava realmente abraçar medidas para abafar a alta inflacionária.

De acordo com o portal de notícias G1, Burti acredita que se as medidas aliadas ao corte no gasto público vierem à tona, possivelmente haverá queda na Selic, a taxa básica de juros, no futuro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Produtos para Ceias de Final de Ano – Alta nos Preços


Levantamento edificado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que os custos dos produtos mais procurados pelos consumidores brasileiros para as festas de final de ano (Natal e virada de 2010 para 2011) estão superior à inflação média constatada no varejo.

Para chegar a essa conclusão, a FGV apurou preços de 18 produtos mais esquadrinhados para o período e nesses a inflação, acumulada em 12 meses até o mês passado, abordou índice de 12,15%, muito acima da média varejista do período (5,34%) examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M).

Para a fundação de acordo com o Estadão, a elevação nos custos dessas mercadorias para as duas ceias de final de ano também foi mais impetuosa ante a inflação média no varejo entre os valores dos alimentos, que conglomeram avanço de 7,73% entre dezembro de 2009 e novembro de 2010.

Os produtos que sofreram maior reajuste foram o lombinho suíno, de 14,99%, o frango inteiro, de 10,21%, e o pernil suíno, de 9,71%. No período anterior acumulado apresentavam recuo de 9,58%, 7,26% e 6,18%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento em Novembro de 2010


Informações divulgadas na quarta-feira (1º de dezembro) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram que a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a avançar no mês de novembro, abraçando, desse modo, o maior patamar desde fevereiro de 2010. Os principais motivadores da alta são as despesas de Transportes, Vestuário, Habitação e Alimentos.

Em outubro, segundo a agência de notícias Reuters, o indicador havia crescido 0,59%, mas na terceira leitura de novembro ascendeu para 0,85% e ao final do período, 1%. Analistas estimavam, porém, percentual de 0,93%.

As despesas do grupo Alimentação cresceram 2,27% em novembro, superior ao acréscimo de 1,38% de outubro e de 1,98% da terceira leitura de todo o mês. As carnes bovinas, que continuam a apresentar aumento, saltaram 10,71%, comboiadas por adoçantes e frutas.

Os preços praticados na Habitação avançaram para 0,43% no mês, contra 0,20% de outubro. Vestuários, por sua vez, atingiram 1,01%, ante 0,58% do período anterior. Os custos de Transportes cresceram para 0,69%, contra 0,45% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



BC – Inflação de 2010 e 2011 – Novas Previsões


Informações divulgadas na segunda-feira, 29 de novembro, pelo Banco Central atestam novos prognósticos para a inflação de 2010 e 2011, além da Selic, a taxa básica de juros da economia (somente ao ano que vem).

De acordo com o relatório Focus, o ambiente à inflação por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,58% da semana passada para 5,72% nesta semana. Ao ano que vem foi conjeturado índice para cima, de 5,20%, ante 5,15%. Apesar desse alçamento, ambas as percentagens passeiam próximas à meta de 4,50% dos dois anos, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Selic, segundo o BC, manteve-se em 10,75% a 2010, porém a 2011 foi elevado de 12% para 12,25%.

A perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a agência de notícias Reuters, arrefeceu para 7,55%, ante 7,60% de antes, mas a 2011 permanece no mesmo índice, ou seja, 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda na 3ª Quadrissemana de Novembro de 2010


Nota emitida à imprensa pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe) enuncia que a inflação ao Consumidor em São Paulo desacelerou em novembro, conjeturando, portanto, início de baixa da elevação de custos dos Alimentos, bem como variações mais amenas nos grupos Transportes e Habitação.

Na terceira quadrissemana do mês o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,77%, ante incremento de 0,87% contabilizado na segunda quadrissemana. Os preços de Alimentação, especificamente, elevaram-se um pouco menos, para 2,02%, sobre 2,15 de antes.

Os custos de Habitação, influenciados pelo reajuste dos combustíveis, contabilizaram ascensão de 0,54% na terceira quadrissemana de novembro, ante acréscimo de 0,73% anterior.

Por outro lado, os custos de Vestuário apresentaram tendência diferente, pois aceleraram para o avanço de 0,54%, contra 0,37% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



IPCA-15: Prévia da inflação tem alta em Novembro


O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) apresentou uma variação de 0,86% em novembro de 2010. Os números foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice superou a taxa de outubro deste ano, que foi de 0,62%. O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, que serve para fixar as metas da inflação. O resultado do índice elevou o acumulado do ano para 5,07% e o dos últimos doze meses para 5,47%. No mesmo período do ano passado, o IPCA-15 havia sido de 0,44% e nos doze meses anteriores, a taxa ficou em 5,03%.

O grupo de alimentação e bebidas, de acordo com o IBGE, foi o responsável pela elevação do índice, atingindo 2,11%, com destaque para o preço da carne. Neste mês, o consumidor chegou a pagar 6,10% a mais pelo preço da carne, que, durante 2010, já acumulou 20,49% de alta.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa