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Hora Extra na Indústria – Redução em Setembro de 2012


Em setembro desse ano observou-se o recuo do pagamento de horas extras aos trabalhadores da indústria. Isso significa que a ligeira melhora do setor no mês ainda não se refletiu com o aquecimento do mercado de trabalho industrial. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de cerca de 0,6% nas horas pagas aos trabalhadores em setembro. No mesmo mês, a produção industrial recuou 1,0%. As declarações foram dadas por André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Para André, o mercado de trabalho na indústria demonstra um comportamento majoritariamente negativo. Inversamente a tendência dos dados sobre o ritmo de produção. Macedo explica que a quantidade de horas de trabalho pagas vem oscilando muito nos últimos meses e acompanhando de perto a oscilação na fabricação de bens.

Segundo ele, a redução de 0,6% na quantidade de horas de trabalho pagas, acompanha a redução de 1,0% da produção industrial no período. Ele informa também que as contratações oscilam em correspondência com a produção de maneira mais lenta. Assim, a transferência do dinamismo industrial para as contratações é mais demorada do que no volume de horas de trabalho pagas.

Ele informou ainda haver uma redução na ordem de 2,1% na folha de pagamento em taxas reais no setor da indústria em setembro.

Fonte: R7

Por Matheus Camargo



CNI – Atividade Industrial brasileira apresentou alta em 2010


Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressalta os bons números da atividade industrial no país em 2010. Embora tenha ocorrido desaceleração em dezembro, foi logo no primeiro trimestre e poucos meses subsequentes do ano passado que resultaram no comportamento positivo desempenhado pelo segmento.

A CNI assinala que o faturamento do setor avançou 9,9% em 2010 em comparação a 2009, mesma característica registrada nas horas trabalhadas, que saltaram 7,1%, assim como o emprego, com alta de 5,4%, e a massa salarial, com índice de 5,9%.

De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, outro fator que estimulou os indicadores decorreu da fraca base comparativa em 2009, visto que no período os principais efeitos da crise econômica mundial ainda se fizeram presentes.

Nos comparativos mensais, por outro lado, os dados não são positivos como os registrados na base anual. O faturamento real, por exemplo, desacelerou 0,6% em dezembro sobre novembro, assim como o emprego, que arrefeceu pela primeira vez em um ano e meio, com baixa de 0,5% nesse mesmo confronto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Indústrias brasileiras e chinesas – Competitividade em 2010


A invasão de produtos chineses no Brasil não é um fato de ontem, da semana passada ou do mês passado, mas de anos de investidas do país asiático em solo tupiniquim. Os produtos por aqui ofertados vão desde um simples carrinho de fricção, encontrado em barracas de vendedores ambulantes, até os recém-chegados veículos automotores, com as fabricantes Chery e Lifan em maior evidência.

O país tem perdido competitividade perante os asiáticos, situação traduzida em números, então divulgados na quinta-feira (3 de fevereiro) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a Sondagem Especial China, 45% das companhias industriais brasileiras que concorrem com empresas chinesas perderam  representação no mercado doméstico no ano passado.

A problemática ocorreu de maneira mais acentuada em quatro segmentos: têxtil, couro, calçados e produtos de metal. O recuo da participação, neste caso, abrangeu mais da metade dessas indústrias. No ramo de couro, o índice exato de perdas chegou a 31%.

A sondagem revela que as pequenas empresas foram as que mais sofreram no ano passado com a perda de competitividade. De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a valorização do real foi o principal ator desse entrave. Além desse fato, predomina a mão de obra chinesa mais barata, os juros menores e a produção mais acentuada por lá em relação à brasileira.

Não à toa, diversos setores, sempre que possível, cobram do governo soluções para melhorar a competitividade. Em breve, um dos prejudicados poderá ser o segmento de veículos automotores, que observa de camarote o ingresso de carros chineses com vários itens de série a mais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Mão de obra ainda é problema na indústria brasileira


Informações expressas na segunda-feira (31) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que a atividade na indústria da construção civil avançou para 51 pontos em dezembro do ano passado, deste modo representando crescimento acima de 50 pontos. Dentro duma escala de zero a 100 pontos há desenvolvimento.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da confederação, 2010 foi um ano de desenvolvimento para o setor, diferentemente da tendência observada em outros segmentos, de recuperação. O ano de 2011 deverá comportar mesma recorrência, em sua opinião, embora num ritmo mais brando.

Esse setor também apresentou bons dados com relação a contratações. De acordo com a sondagem, o resultado chegou a 53,7 pontos em dezembro, com destaque às companhias de grande porte, que ilustraram 58,2 pontos.

Para os próximos seis meses, a CNI prevê boas perspectivas entre os empresários. O setor, em si, tem conseguido números interessantes por meio de lançamentos de novos empreendimentos, situação que deve se repetir para além desse período. Por outro lado, a falta de mão de obra qualificada segue como uma das principais reclamações.

As empresas privadas, em conjunto com o governo federal, devem promover medidas de estímulo à qualificação da mão de obra. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 estão próximas. Países parceiros estão atentos e se a maior destreza estrangeira prevalecer, o Brasil pode perder.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria – Setembro 2010


O emprego na indústria brasileira caiu 0,1% no mês de setembro, de acordo com informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a criação de vagas no setor da indústria, apesar da queda em setembro, cresceu 4,9% em relação ao mesmo mês no ano passado. O crescimento nos últimos 12 meses chega a 1,5%.

O número de horas pagas aos funcionários da indústria recuou 0,4% em relação ao mês de agosto.

Entre os setores que mais contrataram no período se destacam os setores de Máquinas e equipamentos e Borracha e Plástico, que contrataram 11 e 10,6%, respectivamente, em relação ao mês anterior.

Por Luana Neves



Empregos na Indústria – Aumento em Julho 2010


O emprego no setor da indústria no mês de julho cresceu 5,4% em relação a julho de 2009, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mês de junho, a alta registrada foi de 0,3%,

Os dados foram colhidos através da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, que foi divulgada nesta sexta-feira (10). O crescimento no período foi o maior registrado pelo Instituto desde o início da série histórica, em 2001.

O acumulado do crescimento do emprego na indústria nos últimos 12 meses foi de 2,9%. Segundo o IBGE, a taxa de julho traz a continuidade de sete resultados positivos consecutivos no setor da indústria.

Por Luana Neves



Indústria tem ótima previsão de expansão de sua capacidade em 2010


De acordo com dados da sondagem de investimentos da indústria, divulgada nesta segunda-feira, dia 22 de março de 2010 pela Fundação Getúlio Vargas, a indústria prevê para este ano a maior expansão dos últimos oito anos, projetada para 14,6%.

A pesquisa foi realizada nos dois primeiros meses deste ano, Para o período de 2010 a 2012, foi prevista uma elevação da capacidade industrial em 23,8%. A categoria de bens de consumo é a que obteve o maior destaque, com uma expansão prevista maior que as dos últimos cinco anos.

Seguem-se os setores de bens de capital e de bens intermediários. A explicação para este crescimento, segundo 80% das indústrias, além de outros fatores, vem principalmente da demanda interna, o que promoveu a realização de investimentos.



Indústria de Papelão ondulado cresce no país


Inúmeros setores foram beneficiados pelas medidas adotadas pelo governo federal no combate à crise financeira. A indústria de papelão ondulado foi uma delas, pois conseguiu saldar números negativos e encerrar 2009 com um resultado praticamente estável se comparado a 2008.

Segundo a Agência Estado, dados iniciais da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) revelam que o segmento comercializou 2.273.780 toneladas do produto no ano passado, uma variação de 0,1% levemente negativa se comparada a 2008.

Para representar melhor esse percentual, nos primeiros seis meses de 2009 o setor apresentava contração de 7,08% em comparação ao período igual de 2008.

Em dezembro do ano passado, as vendas no setor totalizaram uma alta de 25,02% ante o mesmo mês de 2008, principalmente devido ao acentuado comércio na época de Natal. De acordo com a AE, esse foi o melhor resultado da história para o último mês de cada ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda Produção Industrial de São Paulo (SPI) – Dezembro – 2009


O Sinalizador da Produção Industrial (SPI) de São Paulo revela que a produção de dezembro na indústria paulista deve apresentar um baque de singelo 0,1% em dezembro de 2009 em relação ao mês antecessor. Isto pode ser um dado significativamente negativo, visto que em novembro esse mostrador ascendeu 3,2% na série, com ajuste sazonal.

Anteriormente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) havia estimado alta de 1,6% na produção industrial paulista em novembro em relação a outubro de 2009. A Agência Estado relata que mesmo com esse percentual não muito convincente, pode ser bom por estar próximo do zero e por ter a possibilidade de ser considerado estável.

A finalidade desse indicador, realizado numa sociedade entre a AES Eletropaulo e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), é adiantar tendências da atividade industrial no Estado. Se comparado com o mesmo período de 2008 (dezembro), há uma alta de 18,1%, conforme divulgou a AE, parafraseando pesquisas das duas instituições mencionadas neste parágrafo.

Leia outros dados significativos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Indústria Brasileira deve Criar mais Vagas este Ano


Economistas avaliam que o emprego industrial no Brasil só deve alcançar os mesmos índices pré-crise no segundo semestre deste ano, veiculou a Agência Estado. Flavio Castelo Branco, gerente executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ressalta que os ajustes executados pelas diversas empresas brasileiras dificultam, atualmente, esse processo.

Mesmo assim, em entrevista a AE, Branco diz que tais acertos são necessários, mas que acabam por prejudicar o mercado de trabalho e, consequentemente, a própria produção, que tem seu ritmo diminuído. Por outro lado, com a estabilização gradual do poderio das empresas, a consequência é um retorno da produção anterior à crise.

Na contra-mão dessa idéia, Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, acredita que inúmeras empresas, mesmo diminuindo sua mão de obra, passaram a aumentar sua produtividade sem, necessariamente, contratar.

É possível, a partir da análise de Borges, estimar que as pessoas sentiram a necessidade de continuar seu trabalho e se dedicar muito mais, visto que, mesmo com o otimismo econômico nacional, o desemprego sempre ronda os assalariados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produção da Indústria Paulista Cresce


Conforme veiculado em jornais físicos e onlines e nos principais canais de televisão do país, a produção industrial brasileira sofreu uma queda de 0,2% em novembro ante o mês de outubro do ano passado. Entretanto, dados regionais, conforme revela a Agência Estado, apontam que há uma contínua melhoria no desenvolvimento do setor.

André Macedo, economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma existir uma manutenção da trajetória de crescimento, confirmadas, principalmente, sob âmbitos regionais.

Isto porque, avalia o especialista, 13 das 14 regiões estudadas apresentaram aumento na produção vista em novembro de 2009 em relação ao mesmo mês de 2008. A indústria paulista, que corresponde a 40% da produção brasileira, apresentou alta de 1,6% em novembro ante outubro de 2009.

Confira outras peculiaridades da região paulista aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria Paulistana tem seu Melhor Resultado desde 2006


A Federação Nacional das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revela que o nível de emprego na indústria paulista apresentou ascensão de 0,94% em novembro em relação a seu mês anterior, considerado, então, o melhor resultado desde dezembro de 2006, ocasião na qual o aumento registrado beirou os 1,5%. De acordo com o instituto, 3,5 mil vagas foram criadas em novembro.

Do primeiro mês deste ano até o mês em análise (novembro), o emprego na região metropolitana acumula um baque de 1,35%, o que, em miúdos, representa o encerramento de 30,5 mil postos de trabalho. De acordo com a Agência Estado, a Fiesp analisou 22 setores da indústria, nos quais 13 apresentaram criação de postos de trabalho, outros 6 demitiram funcionário e apenas 3 conservaram seus trabalhadores.

O segmento que mais se destaca, em novembro, é o de automóveis, com mais de 3 mil vagas criadas; o setor que mais demitiu, por sua vez, foi o de informática, com quase 1,5 mil pessoas despedidas.

Confira outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BYD pode construir Fábrica de Carros no Brasil


Na segunda-feira, 7 de dezembro, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono da Caoa e da fábrica produtora de veículos Hyundai de Goiás, se reunirá com Wang Chuanfu, dono de uma das montadoras mais promissoras da atualidade, a BYD.

O encontro tem por objetivo o estabelecimento de uma parceria entre ambos, com a finalidade de abertura de uma fábrica da BYD no Brasil. Durante a viagem à China, destino do empresário brasileiro, um engenheiro o acompanhará para que todos os carros da companhia chinesa sejam testados.

Conforme anunciado durante o mês passado quase que em sua totalidade, o mercado brasileiro, em seus diversos segmentos, passou a ser o foco de inúmeras empresas estrangeiras. Um dos acordos a serem estabelecidos entre Andrade e Chuanfu cerceia o compartilhamento de investimentos e como ele poderá ser dividido.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bunge pode Comprar Usinas do Grupo Moema e se Tornar Terceira Maior Produtora de Açúcar e Álcool


A Bunge, uma das maiores multinacionais do mundo do agronegócio, está próxima de se tornar a terceira maior produtora do Brasil de açúcar e álcool. De acordo com informações preliminares, a empresa já teria estabelecido um tratado para adquirir participações em seis usinas do Grupo Moema, num valor apreciado entre 100 e 105 dólares por tonelada de cana-de-açúcar processada.

As principais causas para a venda seriam as diferenças existentes entre os sócios do Grupo Moema, além de uma dívida estimada em até R$ 1,5 bilhão pelo mercado. Mesmo assim, nem o Grupo Moema e muito menos a Bunge afirmam que o negócio já fora concluído.

A compra viabilizará à Bunge uma moagem de 16 bilhões de toneladas da matéria-prima já a partir de sua próxima safra. A empresa figurará no mercado atrás da Cosan e LDC-SEV, mas um pouco adiante de Guarani e São Martinho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Agosto apresenta queda no setor industrial em relação ao mês anterior


Com os últimos e otimistas dados veiculados por vários institutos pelo Brasil, nota-se, após a recessão técnica da crise financeira, que a indústria começa a se recompor.

Segundo informações da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(Fiesp), houve queda de 0,04% na criação de empregos em diversos setores industriais entre julho e agosto, mas sem a tal convenção, percebeu-se alta de 0,07%, o que representa a instituição de 1.500 novas vagas.

No entanto, em 2009 registra-se, no Estado, um nível de queda considerável em relação ao atual renascimento, por assim dizer, do momento financeiro do país, com cerca de 57 mil postos de trabalhos fechados.