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Índice de Emprego em Obras Infraestruturais sofre Queda em São Paulo


Um dos estados mais citados no quesito economia, oportunidades de empregos e correlatos, São Paulo apresentou números nada bons no segmento da construção civil, mesmo em meio a obras de adequação viária e outras voltadas ao metrô.

Dados do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), pertencente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), abalizaram que o índice de emprego em obras infraestruturais pelo Brasil cresceu 9,35%, mas em São Paulo somente 1%. Levando-se em consideração apenas construções de grande porte, o estado apresentou recuo de 5,92% no ano passado.

A Fiesp ressalta que a grande diferença entre as demais unidades federativas e São Paulo ocorreu no setor de Obras de Infraestrutura, pois cerca de 6,2 mil postos de trabalho foram cortados nos ramos de ferrovias e rodovias no estado. Para José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Deconcic, isso aconteceu em função do término de obras e descontinuidade de novos planos de investimentos do governo local.

Em sua óptica, o Brasil, como um todo, deverá permanecer em crescimento, ao mesmo tempo em que São Paulo manterá arrefecimento de números.

Será este um sinal de que os investimentos em São Paulo estão focados ou se voltarão para outras áreas? É importante ressaltar que em menos de quatro anos o estado comportará uma das cidades-sede da Copa do Mundo e que possíveis entraves podem convergir, singularmente, com o pessimismo de especialistas sobre o evento em terras brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de desemprego cai em todas as regiões do país


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, por meio da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que a taxa de desemprego no mês passado foi a mais baixa para o segundo mês de cada ano nas seis regiões metropolitanas do Brasil. Porto Alegre, por exemplo, foi o Estado em que o percentual teve menor índice, com 5,1% de pessoas sem qualquer ocupação.

No contexto geral entre todas as regiões, a taxa de desocupação constatada foi de 7,4%, também a menor para o segundo mês dos anos na história da série atual, iniciada em março de 2002, conforme noticia o Portal de Notícias G1. De março de 2010 em diante, segundo o instituto, o percentual poderá apresentar melhores perspectivas.

Outro destaque notável ficou por conta da geração de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura a assinatura de carteira de trabalho, com ascensão de 6,4% em fevereiro de 2010 ante o mesmo mês do ano passado, o que indica, pois, a criação de quase 600 mil vagas.

Para saber mais informações sobre o assunto, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de mais de 2 milhões de Empregos Formais é a estimativa de Lupi para 2010


O otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima que no próximo ano, 2 milhões de empregos formais, isto é, com carteira assinada, serão gerados no Brasil. Para ele, além de se extirpar a estigmatização de que o país é pequeno, o setor de serviços continuará a sustentar a criação de empregos dentro de nossas fronteiras.

O ministro mantém seu discurso em relação aos empregos formais suscitados neste ano, entre 1 milhão e 1,1 milhão. Lupi assevera, infelizmente, que dezembro é um mês em que se nota um maior número de demissões, mas que neste próximo pode ser diferente, pois um menor número de desempregados poderá ser registrado.

Carlos ressalta, assim como os demais ministros e políticos simpatizantes de Lula, que o Brasil é o único país integrante do G-20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) a conceber mais de 1 milhão de empregos formais em 2009. Para ele, isso leva a crer que as políticas governamentais adotadas foram corretas. Para este ano, avalia, a economia brasileira deve crescer aproximadamente 2%; em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) pode apresentar um percentual de desenvolvimento entre 7% e 8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cresce o número de empregos formais no Brasil – Agosto teve recorde


Em agosto de 2009, o Brasil bateu recorde de emprego formal pra o mês.

De acordo com os dados divulgados pelo Governo Federal, a economia brasileira cresceu 1,9% no segundo trimestre na comparação com o primeiro período, o que parece ter tirado o Brasil da recessão após seis meses de crescimento negativo.

Em agosto o saldo de novos empregos foi de 242.126 – resultado da diferença entre contratações (1.457.455) e demissões (1.215.329).

Foi o sétimo mês seguido de alta no número de empregos, o que faz com o que o mercado absorva parte dos 800 mil postos formais fechados entre novembro/08 e janeiro/09.



Emprego na Indústria volta a crescer no Brasil


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), depois de nove meses em queda, o nível de emprego na indústria volta a crescer. A informação de que houve uma alta de 0,4% em julho em relação à junho foi divulgada nessa terça-feira, dia 03.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a folha de pagamento caiu 1,6% na comparação com o mesmo período em 2008. Em relação aos últimos doze meses, houve avanço de 1,5%. O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve a terceira variação positiva, com alta de 0,1% frente a junho.



Aumenta o índice de emprego na indústria paulista: alta de 0,8% em abril


Um levantamento realizado pelo departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, revelou uma alta de 0,8% no emprego na indústria paulista com relação a março. Isto indica a contratação de  19 mil vagas no mês de abril. 

Este saldo está relacionado ao aumento nas contratações de trabalhadores no setor de açúcar e álcool no último mês.

No setor de produtos alimentícios foram criadas mais de 37 mil vagas só no mês de abril. “O resultado, em geral, já mostra que há uma atenuação na perda de empregos na indústria paulista”, afirmou Paulo Francini, diretor do departamento econômico da Fiesp.