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IPC registrou alta de 1,03% na 1ª quadrissemana de março


Grupo de Alimentação teve alta de 1,29% e outros grupos registraram desaceleração

Um dos índices mais importantes para os consumidores, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), registrou alta de 1,03% na primeira quadrissemana de março. O resultado apurado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) representa uma desaceleração em relação à leitura de fevereiro, quando o índice avançou 1,22%. O IPC-FIPE mede as variações dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

O IPC trata-se de uma medida do preço médio necessário para comprar bens de consumo e serviços. O índice é utilizado para observar tendências de inflação. A variação percentual dos preços em um determinado período é uma das medidas para a inflação. Além disso, o IPC mede as mudanças de preços de uma cesta básica de consumo representando os custos de vida em um período e em uma região definida.

Na leitura do mês de março, o único grupo que ganhou força foi o de Alimentação, para 1,29%, de 1,00% em fevereiro. Enquanto este grupo sofreu aumento, outros como Habitação (de 1,82% para 1,73%), Saúde (de 0,22% para 0,11%), Educação (de 0,30% para 0,24%) e Transportes (de 2,39% para 1,13%) apresentaram desaceleração em relação ao mês de fevereiro. O grupo de Vestuário amenizou a deflação passando de -0,45% para -0,17%. Com estes números, o coordenador do IPC, André Chagas, manteve na quinta-feira (12), a projeção para taxa de inflação de março na cidade de São Paulo em 0,76%. Em entrevista concedida a Agência Estado, Chagas afirmou que o quadro imaginado para o indicador da FIPE no mês deu, logo na primeira quadrissemana de março, mostras de que será confirmado, com os reajustes de vários preços administrados ainda respondendo pela maior parte da inflação.

Chagas afirmou que “temos praticamente 70% da variação do índice explicada por fatores já esperados. De longe, o principal fator é energia elétrica, mas há também combustíveis e a água, que já começa a captar os efeitos das muitas (por consumo) e isso já aparece no IPC”.

Por William Nascimento

IPC



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasileiro tem menos medo do desemprego, segundo CNI


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, os dados recentes do IMD (Índice do Medo do Desemprego).

Segundo o estudo houve uma queda de 1,1% no indicador no mês de outubro em relação a setembro e uma redução de 2,6% quando equiparado a dezembro de 2011.

A única alta no medo de ficar desempregado foi registrada entre os profissionais com nível superior nos quais o IMD passou de 77 para  81,9 pontos.

Ao considerar este indicador nas regiões do país, o Sudeste e Nordeste apresentaram uma pequena alta com 72,2 e 75 pontos enquanto as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram reduções.

Esta situação identifica é justificada pela CNI pelo fato de que os grandes problemas da economia foram sentidos de forma específica nos setores industriais enquanto nos outros setores os níveis de emprego foram preservados mantendo, assim, a confiança dos profissionais.

Por Ana Camila Neves Morais



IPC-S apresentou queda na 3ª semana de maio de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) sofreu retração de 0,5% na terceira semana de maio (relativa ao dia 22), resultado 0,05 ponto percentual menor do que o índice registrado na segunda semana do mesmo mês. Os dados foram apurados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgados na quarta-feira (23 de maio).

O resultado do dia 22 de maio apresentou queda em sete dos oito segmentos avaliados. A maior retração foi no setor de Saúde e Cuidados Pessoais, cujo índice passou de 1,04% para 0,81%. Neste grupo, o item medicamentos em geral foi o que apresentou maior redução de preços, caindo de 2,29% para 1,81%.

Os outros segmentos que apresentaram decréscimo foram: Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,15% para 0,11%); Comunicação (-0,21% para -0,27%); Vestuário (0,53% para 0,44%); Transportes (0,21% para 0,17%); Alimentação (0,53% para 0,48%); e Despesas Diversas (4,12% para 3,96%).

Por outro lado, o setor de Habitação teve crescimento no IPC-S, passando de 0,47% para 0,49%. Os itens que apresentaram maior destaque foram a mão de obra para reparo em residência (que saiu de 1,16% para 1,56%), a tarifa de eletricidade residencial (-0,48% para -0,76%) e aluguel residencial (0,55% para 0,62%).

O próximo relatório do IPC-S será publicado no dia 1º de junho.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



ICS apresentou queda em abril de 2012


A FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgou os dados referentes ao ICS – Índice de Confiança de Serviços, usado para avaliar a confiança no setor de serviços pelos empresários.

De acordo com o estudo, houve uma queda de 4,8% no mês de abril desse ano quando comparado a abril de 2011. A pontuação total passou para 128,8, sendo que no ano passado foi de 135,3. No mês de março a queda foi de 1%. 

Segundo a Fundação, esse desempenho fraco teve forte influência dos empresários que avaliaram o momento atual do mercado, essa é a pior taxa desde outubro de 2009. 

Com relação às expectativas dos empresários do setor houve um crescimento em abril, para a FVG esse é o resultado da melhora gradual referente à atividade econômica que vem sendo percebida pelos empresários. 

Para chegar ao resultado final do ICS, a Fundação Getúlio Vargas teve acesso às informações de 2.846 empresas, sendo que essas companhias são responsáveis por pelo menos 748 mil profissionais. O índice é divulgado mensalmente pela FVG e auxilia consultores e profissionais a medir a "saúde" do setor de serviços em todo o país.

Por Joyce Silva



IGP-M apresentou alta em abril de 2012


De acordo com a divulgação feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou em 0,85% no mês de abril. Em março a alta tinha sido de 0,43%. Os principais motivos que levaram à aceleração deste índice foram os preços de alimento no atacado e do cigarro no varejo.

O IGP-M é considerado e conhecido como a inflação do aluguel, por ser utilizado como base para o reajuste da maioria de contratos imobiliários. Em 12 meses o Índice avançou 3,65% e a taxa acumulada no ano é de 1,47%, segundo a FGV.

Neste contexto, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), utilizado para o cálculo do IGP-M, acelerou ainda mais, com taxa de 0,97% em abril, após uma alta de 0,42% em março. O IPA é chamado também de inflação no atacado.

Utilizado também no cálculo do IGP-M, porém com peso inferior que o IPA, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,55% em abril, já em março a alta havia sido de 0,48%.

Por fim, o outro indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), acelerou para 0,83% em abril, perante a taxa de 0,37% em março.

Por Anne A. Matioli Dias



IPCA-15 apresentou alta em abril de 2012


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,43% em abril. O resultado é maior do que o apresentado em março, quando foi registrado 0,25%.

Somando o valor de todos os meses deste ano, o índice ficou em 1,87%, resultado bem inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando ficou em 3,14%. Além disso, no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa fechou em 5,25%, resultado também inferior ao valor dos 12 meses anteriores, que ficou em 5,61%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na terça-feira (24/04).

O resultado acelerado do IPCA-15 foi influenciado principalmente pelos setores de despesas pessoais (de 0,6% para 1,43%) e de habitação (0,44% para 0,75%). O grupo habitação foi impulsionado pelo aluguel residencial, condomínio, mão de obra, artigos de limpeza e água e esgoto. Já na questão despesas pessoais, os destaques ficaram para o cigarro, empregado doméstico, cabeleireiro e manicure.

Das taxas regionais, a maior alta foi no Rio de Janeiro, que teve variação de 0,65%. Já o menor índice foi registrado em Salvador, de 0,09%.

O IPCA-15 teve seus dados coletados entre 15 de março e 13 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE



Setor industrial deverá apresentar crescimento em abril de 2012


A projeção da Sondagem Industrial de abril aponta que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) deve crescer no mês avaliado. O avanço apontado é de 0,2% se comparado ao final de março. Em números absolutos, o valor passou de 103,0 para 103,2 pontos. No acumulado do último trimestre, o resultado sofreu crescimento de 0,9%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (20/04).

Apesar do resultado positivo, o indicador mantém-se abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 106,3 pontos. No entanto, o resultado de março é a quinta alta seguida registrada pelo ICI. O fator que incentivou o leve crescimento de março foi a melhoria das análises relativas ao momento atual.

Já o Índice de Situação Atual (ISA) prévio registrou aumento de 0,9%, chegando a 104,7 pontos. Este foi o melhor resultado desde julho do ano passado, quando foram apresentados 107,4 pontos. O Índice de Expectativas de março sofreu queda de 0,5%, atingindo o patamar de 101,8 pontos. Em fevereiro deste ano, o indicador tinha atingido o valor mais elevado, de 102,3 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) manteve-se em 83,8%, o mesmo resultado dos cinco anos anteriores.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M apresentou alta na 2ª prévia de abril de 2012


A segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), divulgado pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, para o mês de abril, apresentou aumento de 0,36% quando comparado à primeira prévia do mês. Nos primeiros dias de abril, o resultado foi de 0,35%, sendo que a segunda pesquisa atingiu o patamar de 0,71%.

O IGP-M é considerado fundamental para medir a economia, pois ele é usado como referência na hora de reajustar contratos de aluguel em todo o Brasil.

Entre os subíndices usados para medir o IGP-M, o que mais influenciou nesse resultado foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo que fechou a prévia em 0,77%. Ao ser comparado com o mesmo período do mês anterior a diferença foi de 0,45%. Sendo que o grupo de alimentos processados teve o maior aumento, passou de -0,43% para 1,34%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor, outro grupo usado para calcular o IGP-M, apresentou variação de 0,9%, passou de 0,43% na primeira prévia para 0,52% na segunda prévia, sendo que o setor de vestuário foi o que mais aumentou, passou de 0,18% para 0,96%.

O terceiro grupo do IGP-M é o Índice Nacional de Custo da Construção que fechou a segunda prévia em 0,82%.

Por Joyce Silva



IPC-S – Dados da 2ª semana de abril de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado na terça-feira (17/04) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou com um resultado de 0,57%. O dado foi 0,01 ponto percentual menor do que o registrado no último levantamento. O IPC-S avalia sete capitais brasileiras, sendo que, em três, foi registrado queda no índice.

As cidades que tiveram resultado menor se comparado ao estudo de 7 de abril foram Salvador, Brasília e Recife. Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo tiveram crescimento no indicador.

Em Brasília, o índice passou de 0,72% para 0,6%. A desaceleração foi registrada em cinco das oito classes pesquisadas. Os principais destaques foram os grupos Habitação e Educação, Leitura e Recreação, que tiveram variação de 1,5% para 1,17% e de -0,49% para -1,09%, respectivamente. Já as classes de despesa Habitação (1,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,92%), Vestuário (1,06%) e Despesas Diversas (0,88%) sofreram alta.

Já em Recife, o IPC-S passou de 0,79% para 0,59%. Cinco de oito itens pesquisados tiveram retração no indicador, sendo que os destaques foram os grupos Habitação e Alimentação, que passaram de 0,26% para 0,07% e de 1,43% para 0,71%, respectivamente. Foram registradas altas nos segmentos Transportes (1,06%), Despesas Diversas (1,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Vestuário (0,6%) e Alimentação (0,71%).

Na capital gaúcha, o indicador foi de 0,63% para 0,65%. Cinco classes de despesa sofreram alta, sendo que os principais crescimentos foram verificados nos setores de Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,53% para 1,04%) e Despesas Diversas (que foi de 0,47% para 1,52%). Já os setores que sofreram desaceleração foram Vestuário (-0,35%), Transportes (-0,28%) e Comunicação (0,13%).

No Rio de Janeiro, o IPC-S foi de 0,57% para 0,58%. Sete classes registraram alta no indicador, sendo que os destaques ficaram para os grupos Comunicação e Despesas Diversas, que foram de -0,56% para -0,1% e de 0,78% para 1,99%, respectivamente. Os únicos grupos que ficaram abaixo da média foram Alimentação (-0,06%), Transportes (0,49%) e Comunicação, que, apesar da alta, ainda apresentaram resultados negativos.

A capital baiana sofreu uma variação de 0,44% para 0,3%. O indicador sofreu retração em quatro dos oito itens avaliados. As principais quedas foram nos segmentos Alimentação e Habitação, que tiveram, respectivamente, redução de 0,73% para 0,42% e de 0,65% para 0,27%. Já as pressões acima da média foram registradas nos segmentos Saúde e Cuidados Pessoais (0,88%), Despesas Diversas (1,15%) e Alimentação (0,42%).

Em São Paulo, o resultado do IPC-S foi de 0,59% para 0,66% no período avaliado. Seis das oito classes de pesquisa sofreram crescimento, sendo que os segmentos que apresentaram alta foram: Educação, Leitura e Recreação (0,08% para 0,1%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,83% para 0,88%), Habitação (0,68% para 0,88%), Comunicação (-0,69% para -0,44%), Vestuário (1,1% para 1,51%) e Despesas Diversas (0,69% para 0,88%). Os setores de Alimentação e Transportes tiveram queda no indicador, passando de 0,79% para 0,71% e de 0,43% para 0,41%, respectivamente.

Por último, em Belo Horizonte, a variação foi de 0,33% para 0,41%. Cinco itens avaliados sofreram alta, sendo que os destaques foram os segmentos de Vestuário e Despesas Diversas, que foram de 0,47% para 0,72% e de -0,13% para 1,23%, respectivamente. Os grupos que ficaram abaixo da média são Transportes (0,19%), Comunicação (0,2%), Educação, Leitura e Recreação (0,1%) e Alimentação (0,13%).

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IBC-BR apresentou queda em fevereiro de 2012


O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), divulgado na segunda-feira (16/04), mostrou que a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) apresentou retração de 0,23% em fevereiro. O dado já contém o ajuste sazonal e foi o pior resultado apresentado desde outubro do ano passado, quando a redução no indicador foi de 0,58% se comparado a setembro daquele ano.

No mês de janeiro, o IBC-BR também registrou queda, mas tinha sido menor, de 0,13%. O resultado, portanto, foi a segunda retração consecutiva registrada no indicador. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice sofreu expansão de 2,05%.

Avaliando o dado sem ajuste sazonal, o IBC-BR relativo a fevereiro cresceu 1,12%. Em números absolutos, o índice passou de 140,53 pontos para 140,20 pontos, avaliando o crescimento mensal.

No ano passado, o PIB registrou alta de 2,7%. Para este ano, apesar do resultado negativo do IBC-BR em fevereiro, o Governo Federal está com a expectativa de que o PIB apresente crescimento de 3%.

O indicador foi criado com o objetivo de antecipar os resultados da economia brasileira. Por isso, avalia três setores: serviços, agropecuária e indústria.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco Central



IPC-3i apresentou queda no 1º trimestre de 2012


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o valor dos alimentos caiu para as famílias compostas majoritariamente por indivíduos da terceira idade. Com isso, a inflação sentida por essa parcela da população também ficou menor. Isso é o que constatou o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), divulgado na sexta-feira (13/04).

O indicador apresentou uma variação de 1,3% nos três primeiros meses do ano; já no acumulado dos últimos 12 meses, a alta verificada é de 5,31%. O resultado, no entanto, não foi superior ao Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que apresentou crescimento de 5,5% em igual período.

Já comparando o primeiro trimestre do ano com o quarto trimestre do ano passado, foi registrada redução de 0,35 ponto percentual. O setor da Alimentação foi o que teve queda maior, com índice passando de 2,38% para 0,65%. Dentro deste grupo, as carnes foram o item que tiveram mais perda de valor, registrando queda de 9,69% para -5,8%.

Outros segmentos que também colaboraram para a redução no indicador foram Vestuário, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais. Já a Habitação; Educação, Leitura e Recreação; e Despesas Diversas tiveram alta em suas taxas.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



CNI – Previsão de crescimento da economia brasileira em 2012


A projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) não é de um ano tão positivo para o setor econômico. De acordo com os dados divulgados na quinta-feira (12/04), a projeção de crescimento é de somente 3%, o que significa que o Brasil ainda tem dificuldades para sair da estagnação registrada no ano passado.

Além disso, a estimativa publicada está abaixo do índice esperado pelo Ministério da Fazenda, que espera crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Vale lembrar que a presidente Dilma Rousseff já disse que quer alta de 5%.

Outras perspectivas de crescimento também foram mais positivas que a da CNI. O Banco Central aposta em 3,5% de alta, enquanto o mercado financeiro projeta 2,3% de crescimento.

A CNI também indicou que os índices de inflação devem sofrer redução este ano. A perspectiva é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 5%. A meta do Governo Federal é manter a inflação em 4,5%, sendo que o limite é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. A CNI também informou que, com a retração da inflação, os juros também devem cair, devendo chegar a 9%.

Por Matheus Camargo

Fonte: CNI



ICTS apresentou alta em março de 2012


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Construção (ICST) teve resultado positivo em março. No entanto, o índice ainda está abaixo da média registrada no ano passado.

Os dados também apontaram que, na variação média trimestral comparando com o ano passado, houve alta, sendo que o indicador passou de -8,4% para -6,6% em março.

O setor está passando por uma fase de recuperação, e este resultado foi o melhor desde setembro do ano passado, quando foi implantada esta forma de comparação. Nos três meses, o ICST registrou 129,9 pontos. Em março de 2011, o índice tinha ficado em 139 pontos.

Os segmentos que tiveram maior destaque no índice foram: Construção de Edifícios e Obras de Engenharia (passando de -9% para -6,6%) e Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com Operador (que passou de -15,7% para -6,2%).  Já no lado oposto, os segmentos que apresentaram maior variação foram: Preparação de Terreno (0,1% para -0,9%) e Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e para Telecomunicações (-9,4% para -12,7%). Estes índices influenciaram negativamente o ICST. 

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



ICC apresentou crescimento em março de 2012


A Fundação Getúlio Vargas divulgou um relatório referente ao Índice de Confiança do Consumidor. De acordo com o estudo esse número aumentou 2,8% quando comparado ao mesmo período do mês anterior (fevereiro). No mesmo relatório também foi divulgado o ISA (Índice de Satisfação Atual do brasileiro) que teve uma leve alta, passando de 140,5 pontos para 142,7. 

O IE (Índice de Expectativa) também subiu quando comparado ao mês anterior, atingindo a marca de 112,2 pontos contra 108,3 de fevereiro, o que representa um aumento de mais de 3,5%. 

Com relação à situação econômica, a maioria dos entrevistados avaliou como boa. Do total de consumidores consultados, 29,8% consideram que o Brasil passa por um bom momento econômico e 17,6% acham que o momento é ruim, vale lembrar que na pesquisa anterior o número de pessoas que avaliaram a economia como boa foi de 24,4%. 

Outro ponto abordado pela pesquisa é com relação ao desejo de compra de um bem durável, de acordo com os dados divulgados esse índice subiu 10% e fechou o período em 87,8%. Ao fazer uma comparação dos últimos seis meses com relação ao número de pessoas que desejam comprar algum bem durável houve um recuo de 4%, já aqueles que pretendem gastar menos com a aquisição desses bens também caiu, passou de 38% para 26%.

Por Joyce Silva



IPC-S apresentou variação de 0,51% na 3ª prévia de março de 2012


O último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,51%. O resultado foi 0,04 ponto percentual acima do registrado na avaliação anterior. Das sete capitais pesquisadas, três apresentaram elevação no indicador: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Salvador, Belo Horizonte e Recife tiveram decréscimo no IPC-S, enquanto que Porto Alegre não sofreu nenhum tipo de variação com relação ao estudo realizado na semana do dia 15 de março.

A porcentagem para Salvador passou de 0,51% para 0,39%; a de Brasília foi de 0,64% para 0,70%; a de Belo Horizonte passou de 0,76% para 0,65%; a do Recife foi de 0,88% para 0,77%; a do Rio de Janeiro cresceu de 0,48% para 0,52%; a de Porto Alegre manteve-se em 0,47%; e a de São Paulo registrou alta de 0,22% para 0,40%.

O índice de Brasília sofreu alta principalmente pelos setores de Habitação (1,14% para 1,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (alta de 0,59% para 0,75%). No caso de Porto Alegre, a variação nula foi positiva devido ao fato de quatro itens terem apresentado alta, enquanto os outros quatro tiveram baixa. Para Recife, cinco dos oito quesitos tiveram retração, com foco nos itens Vestuário (0,79% para 0,42%) e Transportes (0,43% para 0,09%).

No caso do Rio de Janeiro, quatro classes de despesa tiveram alta, principalmente Vestuário (0,85% para 1,33%) e Habitação (0,91% para 1,22%). Em Salvador, seis de oito quesitos sofreram retração, destacando-se os segmentos Educação, Leitura e Recreação (0,45% para 0,03%) e Habitação (1,32% para 1,13%). São Paulo apresentou alta de seis de oito classes de despesa, sendo que obtiveram retração apenas os setores de Comunicação (-049% para -0,70%) e Educação, Leitura e Recreação (0,37% para 0,29%). Por último, Belo Horizonte apresentou queda em cinco de oito indicadores, destacando-se a Habitação (1,49% para 1,19%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,79% para 0,54%).

O próximo levantamento do IPC-S, avaliando-se os resultados regionais, está programado para ser divulgado no dia 3 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IBC-BR apresentou queda em janeiro de 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (26/03) o Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-BR), demonstrando que o caiu 0,13% em janeiro deste ano, comparando-se a dezembro de 2011. Este resultado avalia a taxa com reajuste sazonal. Sem o reajuste, a queda registrada foi de 4,49% em janeiro. Com relação ao mesmo mês do ano passado, a taxa foi 1,61% mais alta.

Com isso, o IBC-BR retraiu, passando de 140,91 pontos em dezembro do ano passado para 140,73 pontos em janeiro deste ano. No último mês de 2011, o índice já havia registrado retração de 0,57%.

O IBC-BR apresenta uma previsão de como o Produto Interno Bruto (PIB) vai se comportar durante o ano. O resultado de janeiro foi a primeira queda mensal do indicador desde outubro de 2011, quando registrou retração de 0,53% na série com ajuste.

Apesar disso, o Banco Central manteve a projeção para o crescimento do PIB. A expectativa é que a economia cresça 3% neste ano. Em 2011, o crescimento foi de 2,7%.

A expectativa positiva é impulsionada pelo resultado do trimestre encerrado em janeiro deste ano, que teve alta de 1,11% com relação aos três meses finalizados em outubro do ano passado, verificando-se a série sazonal.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco Central



IPCA-15 apresentou alta em fevereiro de 2012


Os custos com a mensalidade escolar das famílias brasileiras fizeram com que a inflação subisse 0,53% no mês de fevereiro. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através dos dados do IPCA-15, Índice que mede os preços passados aos consumidores.

Mesmo com esse aumento, a alta apresentada no mês de fevereiro foi menor que a registrada em janeiro quando o valor chegou a 0,65%. Em 2012 a alta acumulada da inflação foi de 1,18%, sendo que quando contabilizado os últimos doze meses o acúmulo é de 5,98%.

O período base usado pelo IBGE foi de 15 de janeiro a 15 de fevereiro, durante esse tempo foram registradas todas as variações de preços, o IPCA-15 é considerado uma prévia do IPCA oficial, que mede a inflação de todo o mês.

A melhor variação registrada pelo Instituto foi com relação aos preços dos alimentos. Eles fizeram com que esse índice reduzisse ainda mais. Os alimentos citados na pesquisa abrangem não só o grupo de alimentação como também as bebidas.

Já as despesas com material escolar foram as que mais contribuíram para o aumento da inflação, o grupo foi o responsável por 5,66%, na pesquisa anterior o percentual apresentado nessa categoria foi de 0,39%.

Por Joyce Silva



Procura por crédito apresentou queda em janeiro de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian, o número de pessoas em busca de crédito financeiro apresentou uma queda de mais de 8% no mês de janeiro de 2012, se comparado ao mês anterior, sendo que comparado ao mesmo período de 2011 essa queda foi de 6,1%.

Segundo alguns economistas do Serasa, um dos pontos responsáveis por essa queda foi a falta de pagamento de alguns consumidores que usaram o mês anterior para quitar débitos contraídos anteriormente, isso fez com que esses consumidores optassem por não fazer novas dívidas.

As pessoas das classes mais baixas, com renda menor de R$ 500,00 por mês, foram as que menos solicitaram crédito em janeiro, nesse setor da sociedade a diminuição foi de 9,1%, já nas classes com renda mensal entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 a queda foi de 9%

Com relação aos consumidores das classes com maior poder de compra, a queda foi menor do que as apresentadas entre as outras classes, entre aqueles que recebem de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00, a diminuição foi de 6,4%. A queda entre aqueles com salários maiores de R$ 10.000,00 foi de 5,8%

Foram levadas em consideração todas as regiões demográficas do Brasil.

Por Joyce Silva



IGP-M – Primeira prévia de fevereiro de 2012


O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve uma variação de -0,1% na primeira prévia de fevereiro divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), vale lembrar que o IGP-M serve de base para os reajustes de aluguel no Brasil.

Segundo a FGV mesmo com a queda, a taxa apresentou alta de 3,39% acumulados nos últimos 12 meses. O IGP-M é composto por três indicadores básicos, dois deles são o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve uma variação de 0,16%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) responsável por medir a inflação de produtos comercializados no atacado, que apresentou queda de 0,36%.

A redução dos preços de alguns alimentos foi apresentada como o principal responsável pelo resultado, os itens que apresentaram maior queda foram as carnes bovinas que passou de 1,24% para -2,78%, hortaliças e legumes que passou de 6,30% para 0,06%, panificadoras e biscoitos que variou de 0,35% para -0,23%.

Com relação ao grupo de comunicação que integra a estrutura do IPC a variação registrada foi de 0,15%, sendo a tarifa telefônica residencial a que mais influenciou no resultado, a taxa passou de 0,27% para 0,47%.

Por Joyce Silva



Número de famílias endividadas apresentou queda em janeiro de 2012


De acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio), o percentual de famílias com conta em atraso caiu em janeiro de 2012.

A Pesquisa Nacional do Endividamento e Inadimplência do Consumidor foi realizada este mês no Brasil e ela aponta que 19,9% das famílias estão com as contas em atraso. O número teve uma queda de 1,3% sobre o mês anterior e 2,2% ante janeiro de 2011.

O percentual de endividados também sofreu um recuo de 59,4% para 58,8%. Outro percentual que teve um recuo de 1% em relação ao do ano passado foi o de famílias que disseram não ter condições de pagar suas dividas que caiu de 7,9% para 6,9%.

Apontado por 73% como o principal fator para o endividamento, o cartão de crédito lidera o ranking, seguido pelo carnê, 22%, e pelo crédito pessoal, que ocupa o terceiro lugar com 12,1%.

A CNC estima um possível aumento no nível de endividamento e inadimplência, para os próximos meses, devido aos extras típicos gastos de início do ano, como as tarifas a serem pagas (IPTU, IPVA, Imposto de Renda), compras de roupa e material escolar.

Por Thiago Polido



APAS – IPS apresentou alta em dezembro de 2011


O IPS (Índice de Preços dos Supermercados) que é calculado pela APAS/FIPE, apresentou elevação de 1,34% em dezembro. O aumento já era previsto, tendo em conta que a demanda nos supermercados aumenta em razão das comemorações de final de ano.

As categorias que mais influenciaram a elevação dos preços foram as bebidas alcoólicas (11,81%), depois as bebidas não-alcoólicas (9,45%) e em terceiro, os produtos industrializados (6,39%).

Em dezembro, as carnes, cereais e leite tiveram elevação de 2,43% devido ao aumento no preço destes semielaborados.

Já, os preços dos produtos hortifrutigranjeiros apresentaram aumento de 1,06%. Vale destacar principalmente a elevação nos preços de verduras (2,42%), tubérculos (1,58%) e frutas (1,07%).

Os produtos de limpeza subiram 1,15%, impactados pelo aumento no valor do sabão em barra (2,15%), do sabão em pó (0,91%) e detergente (1,33%).

Segundo a APAS, em relação a 2010, os preços apresentaram desaceleração, mas a inflação registrou alta de 5,02%. Para este ano, a previsão é manter o mesmo ritmo, principalmente em relação às bebidas. Itens de alimentos poderão apresentar desaceleração, mas em escala menor.

O Índice de Preços dos Supermercados tem como principal meta acompanhar as variações dos preços praticados no setor ao longo dos anos. 

Por Natali Alencar



Serasa – Demanda do Consumidor por Crédito cresceu 7,5% em 2011


O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que a quantidade de pessoas que procurou crédito em 2011 cresceu 7,5%.

Em relação ao desempenho de 2010 houve uma pequena desaceleração, pois a demanda havia sido de 16,4%.

Segundo os economistas do Serasa Experian, esse desempenho fraco se deve ao fato da alta das taxas de juros (até o final de agosto), ao maior nível de endividamento dos consumidores, a alta da inflação, ao aumento da inadimplência e ao agravamento da crise financeira européia.

Outra análise feita pelo Serasa Experian foi a de renda pessoal mensal. A procura de crédito foi comandada pelas camadas mais baixas de rendimento. Houve avanço de 20% para aqueles com rendimento abaixo de R$ 500,00 e 8,7% para quem tem como renda de R$ 500,00 a R$ 1000,00 mensais. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a diminuição da informalidade.

Em relação à região geográfica, o Nordeste se destacou e registrou crescimento de 11,7%. Em 2010 os consumidores nordestinos também lideraram a lista com crescimento de 17,7%. As demais regiões ficaram abaixo da média nacional.

Por Natali Alencar



Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011


Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPC-S registrou alta na 3ª prévia de maio de 2011


A possível volta da inflação deixa o governo e a população de cabelos em pé. Para tanto, o Banco Central (BC) vem anunciando desde o final de 2010 medidas para conter o consumo, que embora não tenham exercido o efeito desejado, agora parecem realmente corresponder.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), desacelerou para 0,96% na semana encerrada em 22 de maio, diferença de 0,13% em comparação ao índice de 1,09% do levantamento anterior.

Pelo estudo, as quedas de destaque dentro do IPC-S ocorreram nos grupos Alimentação, cuja taxa desceu de 1,52% para 1,27%, e Transportes, que descreveu arrefecimento de 1,56% para 1,04%. O componente hortaliças e legumes merece ênfase, pois cedeu de 7,89% para 6,84%, enquanto a gasolina registrou baixa de 5,12% para 3,81% entre a pesquisa anterior e a mais recente.

Outras três categorias representaram queda no IPC-S. Em Saúde & Cuidados Pessoais a taxa cedeu de 1,04% para 0,88%, enquanto Despesas Diversas registrou queda de 0,61% para 0,46%. O último grupo na mesma tendência foi Vestuário, cujo índice passou de 1,38% para 1,04%.

As duas únicas classes de variação no sentido foram Habitação, com elevação de 0,76% para 0,91%, e Educação, Leitura & Recreação, com alta discreta de 0,26% para 0,27%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou índice de 0,98% em maio de 2011


O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), anunciado na segunda-feira (16 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou praticamente o mesmo nível no novo estudo em relação ao levantamento realizado entre os dias 11 de março e 10 de abril. A taxa cedeu de 0,56% para 0,55%.

Integrando o medidor, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou para 0,98% em maio, considerável diferença em comparação ao índice de 0,77% de abril. Das sete classes de despesas sondadas, cinco delinearam movimento de alta. Vale salientar a variação ocorrida em Habitação, cuja taxa subiu de 0,33% para 0,68%. Tarifa de eletricidade residencial, de 0,19% para 1,40%, e taxa de água e esgoto residencial, de 0,00% para 1,63%, foram as subcategorias com a mais ampla aceleração.

A FGV revela em seu estudo que o índice do grupo Vestuário passou de 0,91% para 1,51%, curso semelhante ao descrito por Despesas Diversas, cuja taxa subiu de 0,20% para 0,73%. Saúde e Cuidados Pessoais, com incremento de 0,71% para 1,13%, e Transportes, de 1,54% para 1,74%, completam a lista.

O único grupo que apresentou tendência contrária foi Alimentação, pois sua taxa cedeu de 1,11% para 1,04%. Neste caso, vale destacar o menor preço de hortaliças e legumes, de 6,95% para 4,75%, pescados frescos, de 4,41% para 0,98%, e aves e ovos, de 2,05% para 0,32%.

A categoria Educação, Leitura e Recreação, no entanto, permanece com a mesma taxa apreciada no IGP-10 de abril, de 0,36%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC apresentou nova projeção do IPCA de 2011


O mercado econômico pode enfrentar um ambiente mais ameno durante as próximas semanas. Especulações envolvendo a alta da inflação ainda assombram, mas o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (16 de maio), diminuiu a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 para 6,33%, contra taxa de 6,31% da semana passada. Para o próximo ano, porém, foi mantida a perspectiva de 5,00%.

Enquanto a estimativa do IPCA apresenta, há algum tempo, oscilações, os prognósticos para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano permanecem pela oitava semana seguida em 4,00%. Para 2012, porém, o Focus aprecia nova baixa pela segunda oportunidade consecutiva, de 4,21% para 4,20%.

De acordo com os dados do BC, a taxa básica de juros da economia, Selic, foi mantida mais uma vez em 12,50% para 2011, tendência que se repete desde a semana anterior. Para o próximo ano, o relatório prevê índice de 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor – Crescimento em março de 2011


Os consumidores tiveram poucas dúvidas no momento de adquirir algum serviço ou bem durante a fase de estímulos fiscais promovida pelo governo. Após um negro período conhecido como crise financeira mundial (2008 e 2009), desonerações como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) projetaram a expansão da economia para 7,5% em 2010.

Em 2011 o comportamento deve ser diferente. Para essa ideia, basta citar que o Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian apresentou alta de 1,4% em março último, para 99,3 pontos, em outras palavras o oitavo aumento mensal seguido.

A Serasa prevê que esse movimento deve se repetir ao longo do ano, ao menos até o início do último trimestre. A inflação em crescimento, o crédito com índices mais elevados e as perspectivas mais amenas para o Produto Interno Bruto (PIB) são, certamente, os principais motivos para essa escalada.

Apesar de um cenário menos otimista, mudanças drásticas não devem ocorrer, nos próximos meses, segundo concepções da Serasa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC avançou para 0,87% na 1ª prévia de maio de 2011


Conforme anunciado na quarta-feira (11 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou taxa de variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ante 0,55% do período igual de abril. Vários são os quesitos avaliados dentro do medidor, entre os quais o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que na mesma base comparativa avançou de 0,46% para 0,87%.

A FGV pondera que das sete classes de despesas sondadas, seis apresentaram alta em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,28% para 0,75%. Acompanhando essa categoria, Vestuário apresentou acréscimo de 1,14% para 1,91%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,61% para 1,29%, Transportes, de 1,12% para 1,78%, Despesas Diversas, de -0,04% para 0,48%, e Habitação, por fim, de 0,30% para 0,51%.

No sentido oposto às categorias acima descritas, o grupo Educação, Leitura & Recreação teve taxa decrescida de 0,40% para 0,38%. Destaque, neste caso, para o item “hotel”, cujo índice arrefeceu de 3,54% para 1,55%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou alta na 1ª prévia de maio de 2011


Informativo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) considera que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ou seja, entre os dias 21 e 30 de abril, contra taxa de 0,55% do período anterior.

Segundo a FGV, a variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) foi de 0,60% no decêndio inicial de maio, pouco abaixo da constatação do período análogo de um mês atrás (0,63%). O índice atinente a Bens Finais passou de 0,87% para 0,14%, influenciado pela subcategoria alimentos processados, cuja taxa recuou de 1,05% para -1,04%.

Aceleração de 0,69% para 0,80% no primeiro decêndio deste mês foi constatada no estágio dos Bens Intermediários, com contribuição capital da subcategoria materiais e componentes voltados à construção, uma vez que o índice avançou de -0,16% para 0,87%.

Ainda abrangido pelo IGP-M, a taxa relacionada a Matérias-Primas subiu de 0,29% do primeiro decêndio de abril para 0,87% no período igual e imediatamente sucessor. Minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca, em ordem respectiva, foram os principais responsáveis pelo aumento. Por outro lado, decréscimos ocorreram no algodão em caroço, na soja em grão e na laranja.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Procura por crédito apresentou queda em abril de 2011


As preocupações do governo com a possibilidade de o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) ultrapassar o teto da meta, em 2011, fizeram com que Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), sugerisse aos consumidores, há poucos dias, que poupassem dinheiro e adiassem os gastos.

Com as medidas adotadas ainda no ano passado para o controle da inflação, a procura por crédito passou a cair. De acordo com o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito edificado pela Serasa Experian, a procura arrefeceu 3,0% no mês de abril em comparação a março. O confronto anual, porém, foge um pouco dessa regra ao registrar acréscimo de 10,6%, abaixo do índice de 12,6% no acumulado do 1º trimestre ante período igual de um ano antes.

O último percentual revela, portanto, que a busca por crédito iniciou o 2º trimestre do ano em baixa. De acordo com economistas da Serasa, a menor elevação da procura por crédito a partir dos consumidores é proveniente tanto das medidas macroprudenciais do BC como, também, do ciclo de alta da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Separado por níveis de renda, os consumidores com ganhos de até R$ 500 mensais continuam à frente na procura por crédito. Em seguida figuram as pessoas com remuneração de R$ 5 mil a R$ 10 mil mensais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª quadrissemana de maio de 2011


Ao considerar a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), desacelerou para 0,64% na primeira quadrissemana de maio, contra 0,70% da última prévia de abril.

No total, sete classes de despesas são avaliadas. No levantamento foram constatadas altas em quatro categorias, a mais evidente em Vestuário, cuja taxa ascendeu de 0,68% para 1,02%. Em seguida, a FIPE destaca o índice em Saúde, que subiu de 1,55% para 1,59%, depois Educação, de 0,04% para 0,08%, e Despesas Pessoais, de 0,85% para 0,88%.

No sentido contrário, a FIPE apreciou desaceleração de 1,44% para 1,14% em Transportes, assim como baixa de 0,46% para 0,30% em Alimentação. A única categoria que não apresentou qualquer alteração foi Habitação, uma vez que a taxa apurada entre a quarta prévia de abril e a primeira quadrissemana de maio ficou em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Perspectiva da inflação pelo IPCA apresentou queda – 2011


As perspectivas econômicas para o Brasil estão tensas, embora o cenário especulativo não tenha se concretizado. Pela primeira vez após semanas de pessimismo, o relatório Focus do Banco Central (BC) baixou a estimativa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 2011, de 6,37% da semana passada para 6,33%. Para o próximo ano a taxa de 5,00% foi mantida, tendência que se repete pela quinta vez seguida.

A projeção de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi sustentada no mesmo patamar pela sexta semana seguida, em 4,00%. Para 2012, porém, o BC prevê uma queda no cenário, cuja perspectiva cedeu de 4,25% de sete dias atrás para 4,21%.

Em relação à Selic (taxa básica de juros da economia), o relatório Focus reproduz pela primeira semana estabilidade no índice para 2011, em 12,50%. Para o próximo ano e repetindo pela segunda vez uma perspectiva de alta, o BC elevou o índice para 12,25%.

Esses números podem aquietar economistas e a própria população. Se a curvatura seguir a ideia como muitos pedem e como o estudo parece indicar, a inflação pode ficar mais próxima do centro da meta até o final do ano, embora a tendência seja de se situar perto do teto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA apresentou queda em abril de 2011


O final de 2010 foi marcado por mudanças no panorama econômico brasileiro, embora a população ainda não tenha sentido, em maio de 2011, os efeitos tanto desejados pelo governo. Entre novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a seguir postura mais cautelosa quanto ao consumo dos cidadãos por meio de adoções de restrição ao crédito e ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou brevemente para 0,77% em abril, ante taxa de 0,79% do mês anterior. No acumulado do ano o avanço chega a 3,23%, ou 0,58% superior aos 2,65% do primeiro quadrimestre de 2010.

O grupo Alimentação continua em rota de baixa, tanto que a taxa de 0,75% de março passou para 0,58% em abril. Mesmo assim, o IBGE registra alta de 2,75% entre janeiro e o mês passado. Tomate, açúcar cristal, arroz e carnes foram os produtos que descreveram os maiores decréscimos no período, enquanto as grandes altas ficaram para:  batata, feijão carioca, ovos, leite pasteurizado, refeição fora de casa e pão francês.

Segundo o IBGE, o grupo Transporte delineou elevação de 1,56% para 1,57% de março para abril, enquanto Vestuário passou de 0,56% para 1,42%. Alta também foi descrita em Saúde & Cuidados Pessoas, de 0,45% para 0,98%, enquanto a taxa em Habitação subiu de 0,46% para 0,77%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC em São Paulo – Março 2011


A Fipe divulgou na segunda-feira (4) dados sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo. O indicador encerrou março com taxa de 0,35%, abaixo em 0,02% ante o registro da 3ª quadrissemana do mês (0,37%).

Dos sete grupos sondados pelo IPC, quatro registraram baixas na taxa de variação, com destaque para o grupo Vestuário, que passou de 0,56% na 3ª prévia do mês para 0,02% ao final de março. A categoria Despesas Pessoais, embora em menor nível de diferença, também contabilizou bom decréscimo, de 046% para 0,20%.

Os outros dois grupos com arrefecimento em seus índices no mês de março foram Habitação, de 0,34% para 0,27%, e Saúde, que caiu de 0,67% da 3ª quadrissemana para 0,60% de agora.

O grupo com maior acréscimo na taxa de variação calculada pelo IPC foi Alimentação, do índice negativo de 0,13% para taxa positiva de 0,09%. Transportes, por sua vez, avançou de 0,94% para 1,04%, enquanto Educação subiu de 0,09% para 0,13%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência das Empresas – Queda em fevereiro de 2011


Manter uma empresa em total funcionamento é uma tarefa que exige bom planejamento estrutural. Ter à disposição profissionais qualificados capazes de efetuar tarefas com rapidez e qualidade é o sonho de qualquer companhia de qualquer segmento. Ter o caixa em dia também é o grande desejo.

A Serasa Experian revelou nesta segunda-feira (28/03) por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas que no mês passado a dívida das empresas arrefeceu pela segunda vez seguida no comparativo mensal, desta vez em 1,4% frente a janeiro deste ano.

Economistas da Serasa apontam a atividade econômica aquecida em parte dos setores, reflexos do ano passado, e a disponibilidade de crédito para investimentos e capital de giro como contribuintes para a baixa no índice de inadimplentes.

Se o confronto mensal é positivo, o comparativo do 1º bimestre de 2011 com o período igual de um ano antes não apresenta a mesma disposição. Neste confronto, a inadimplência apresenta alta de 2,7%. Justificativa: mais dias úteis no mês passado em função do Carnaval, “transferido” para março.

Analisado por portes, o Indicador ressalta que entre as micro e pequenas a queda foi de 1% na base comparativa mensal, bem abaixo do recuo registrado nas grandes empresas, de 6%, e mais ainda em relação às médias, que responderam com decréscimo de 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



FGV – ICC apresentou queda em março de 2011


O panorama econômico brasileiro passa por situações de indefinição. Como medida para conter a inflação em 2011, no final do ano passado o Banco Central (BC) decidiu intervir ao adotar postura mais rígida na concessão de crédito a pessoas físicas e jurídicas. Há poucas semanas iniciou o ciclo de altas da Selic, a taxa básica de juros da economia. O consumidor, porém, continua disposto a gastar, algo que deve ocasionar novos apertos em breve.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam queda de 2% do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre o mês passado e março, para 120,1 pontos, ante 122,6 pontos de antes. Circunspeto por cinco quesitos da Sondagem de Expectativa do Consumidor, foi constatado altos e baixos no indicador.

A avaliação sobre o momento atual, por exemplo, apreciada por meio do Índice da Situação Atual (ISA), avançou 0,2% de fevereiro a março, para 145,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, recuou 3,8%, passando de 111,0 pontos para 106,8 pontos, portanto inferior à média histórica (107,8 pontos).

De todos os recursos envolvidos pelo ICC, o grau de otimismo quanto à evolução do ambiente econômico geral nos próximos seis meses apresentou baixa de 30,9% para 29,2%. Entre aqueles que preveem piora a taxa subiu para 21,3%, frente aos 17,0% de antes.

Se o cenário atual não se modificar e com os temores do BC, é possível a inserção de novas medidas para evitar alta da inflação. Nesta segunda-feira, quebrando uma série de altas, a previsão da Selic foi baixada para 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Endividamento do consumidor – Queda em março de 2011


O tema trabalho foi por vezes debatido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. No decorrer dos últimos oito anos, aproximadamente 15 milhões de oportunidades foram preenchidas em todo o país, dados recordes para o país. Somente em 2010 constatou-se geração de 2,5 milhões de vagas, número que pode se repetir e ainda aumentar em 2011.

Considerando-se apenas a cidade de São Paulo, levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que em virtude do índice de 94% do nível de emprego dos paulistanos e outras questões, o número de endividados arrefeceu para 52,8% em março, contra taxa de 53,8% do mês passado.

Os responsáveis pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontam dois fatores para o recuo no nível de endividamento do consumidor paulistano: confiança elevada, mesmo com recentes reduções, e nível de ocupação.

Destilado por perfis, 31,2% dos paulistanos asseguraram estar comprometidos com dívidas durante mais de um ano, enquanto 21,9% do total afirmam assim estar, mas num período entre três e seis meses, e 23,3%, por outro lado, dívidas inferiores a um trimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro de 2011


O bom resultado da economia brasileira em 2010 só foi deste modo devido a uma série de medidas adotadas em uníssono para o país conseguir suportar os principais efeitos da crise financeira global de 2008/2009. Setores como veículos automotores, linha branca e materiais de construção obtiveram índices expressivos de crescimento.

Como muitos consideram o crescimento da economia de 2010 em 7,5% insustentável para os padrões históricos do país, o Banco Central (BC) optou por adotar medidas restritivas de acesso ao crédito e iniciar um ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro deste ano ante dezembro de 2010, para 100,3 pontos. Desta forma, ressalta a entidade, o índice corresponde ao sexto crescimento mensal seguido. Por ter capacidades de prever os movimentos cíclicos da atividade econômica com um semestre de antecedência, a taxa positiva indica expansão da economia nos próximos meses.

Devido a esse resultado, as medidas do BC brevemente ilustradas anteriormente não pareceram ter surtido o efeito desejado. Muitos fatores indicam novas medidas em breve, ou intensificação das já adotadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cheques Sem Fundos – Indicador subiu para 1,83% em fevereiro de 2011


Meio de pagamento em crescente desuso, os cheques ainda são uma das maneiras utilizadas por comerciantes e prestadores de serviço para assegurar o cumprimento da dívida assumida. A burocracia desse sistema, porém, tem aumentado a opção do consumidor por cartões de crédito e débito, além do próprio dinheiro em espécie.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, o número de cheques devolvidos, no mês passado, chegou a 1,83% do total emitido, leve avanço em comparação ao índice de janeiro, de 1,70%. Economistas da entidade avaliam ser essa alta proveniente do maior endividamento do consumidor com outras contas de início de ano, tais como IPVA, IPTU e matrículas, uniformes e materiais escolares. Outra constatação refere-se às compras para o Natal, e gastos com as férias. Em meio a isso, a Serasa pondera o ciclo de alta dos juros, como forma de controlar as taxas inflacionárias, outro fator de relevante apreciação.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a unidade federativa com o maior acúmulo de cheques sem fundos foi Roraima, com índice de 10,06%, diferentemente de São Paulo, onde a taxa registrada chegou a 1,37%.

Aos poucos, a população começará a enquadrar mais satisfatoriamente sua renda aos gastos, pois o término dos tributos e outras despesas de final de ano ofertarão grana “extra” ao planejamento familiar. Essa sobra deve ser entendida como nova oportunidade para ajeitar as contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou alta em fevereiro de 2011


Vários índices são divulgados semanalmente por institutos de diferentes propostas. Boa fatia dos dados correlacionados ao mês de fevereiro está positiva, pois com o Carnaval determinado a março o número de dias úteis do mês passado aumentou – diferentemente da disposição de 2010.

Um dos institutos responsáveis por posicionar cidadãos e empresas sobre temáticas cruciais é a Serasa Experian, que revelou que houve aumento de 5,3% no Indicador da Demanda das Empresas por Crédito no mês passado em comparação a janeiro. No confronto anual outra alta, de 10,2%.

Os economistas da Serasa acreditam que em março, porém, o indicador deverá registrar decréscimo em sua taxa devido ao menor número de dias úteis do período e aos efeitos gerados pelo novo ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Analisado por portes, o medidor apontou incremento de 5,5% na procura por crédito proveniente das micro e pequenas empresas em fevereiro ante janeiro, índice acima do constatado entre as médias empresas, de 0,5%, bem como entre as grandes companhias, de -0,2%.

No comparativo anual, os índices registrados sobre as micro e pequenas, médias e grandes empresas foram de 11%, -1,4% e -1,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Indicadores da confiança na economia brasileira – Crescimento em fevereiro de 2011


Uma das palavras mais comentadas nos bastidores de assuntos econômicos, em 2010, foi a confiança. Empresários e consumidores passaram a acreditar com certa robustez no país, tanto que o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou crescimento de 7,5% no ano, com outros indicadores igualmente importantes em índices positivos. Alguns resquícios do recente ambiente ainda podem ser sentidos.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 4,5% entre janeiro e fevereiro deste ano, de 128,2 pontos registrados no primeiro período para 133,9 pontos no mais recente levantamento. Esse progresso é oposto, pois, ao recuo constatado de dezembro para janeiro de 2011.

No mês passado, o Índice da Situação Atual (ISA-S) cresceu 6,3% na base comparativa em questão, contra arrefecimento de 12,2% registrado em janeiro. O Índice de Expectativas (IE-S) também apresentou avanço, de 3% entre janeiro e fevereiro, para 147,6 pontos.

O componente da demanda atual foi aquele que mais estimulou o incremento do ISA-S ao progredir 10%, para 113,8 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Serasa – Atividade do Comércio apresentou alta em fevereiro de 2011


A confiança do consumidor em relação à economia brasileira foi importante para o país superar os principais efeitos da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009. As medidas de incentivo adotadas pelo governo, entre as quais a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tornaram-se ferramentas convergentes com a disposição de consumo da população.

O Indicador de Atividade do Comércio divulgado pela Serasa Experian acusou avanço de 0,7% em fevereiro contra janeiro, referente à circulação dos consumidores nas lojas de todo o Brasil. A taxa, que já leva em consideração os descontos das influências sazonais, registrou salto de 10,4% na comparação com o mês inicial de 2010.

De acordo com a Serasa, o setor de veículos automotores, que também inclui peças e motos, registrou ascensão de 4,6% no mês passado. O ramo de lubrificantes e combustíveis, por sua vez, cresceu 3,6% na mesma base comparativa e o segmento de material de construção, diferentemente, 2,9%.

Como já mensurado diversas vezes por especialistas, as medidas de contenção de crédito e a alta da Selic, taxa básica de juros da economia, aplicadas pelo Banco Central (BC) não devem impedir o crescimento do varejo no decorrer de 2011, mas serão cruciais para taxas mais amenas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



IBGE – IPCA apresentou variação de 0,80% em fevereiro de 2011


Responsável pelas informações oficiais relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulga para a população outros indicadores da atividade econômica. No  dia 4 de março, anunciou variação de 0,80% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, taxa inferior à registrada em janeiro, de 0,83%.

De acordo com o IBGE, no acumulado de 2011 o índice contabiliza percentagem de 1,64% e nos últimos 12 meses, de 6,01%. A categoria Educação sofreu avanço de 5,81% no mês e 0,41% para o IPCA, então impulsionada pelo incremento de 6,41% nas mensalidades dos cursos de ensino formal.

A categoria Despesas Pessoais saltou de 0,83% de janeiro para 1,43% de fevereiro em função da elevação nos preços dos cigarros (3,64%) e jogos de azar, que apresentaram variação de 0,86% para 9,72%. O grupo Transporte, por sua vez, decresceu de 1,55% para 0,46% na base comparativa fevereiro-janeiro. As tarifas dos ônibus urbanos (4,13% para 1,30%) foram um dos fatores que motivaram a queda da taxa.

O IBGE pondera que a categoria Habitação registrou arrefecimento de 0,61% para 0,32%. O índice da mão-de-obra para pequenos reparos, neste grupo, caiu de 1,43% para 0,47%, enquanto o condomínio passou de 1,27% para -0,90% e artigos de limpeza de 0,81% para 0,08%.

Conforme já previsto no final do ano passado, após períodos de altas durante 2010, o grupo Alimentação apresentou baixa de 1,16% para 0,23% dentro do IPCA, com destaque para carnes, que decresceram para -2,81%, contra -0,19% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Inadimplência do consumidor aumentou em janeiro de 2011


A boa disposição da economia brasileira, no ano passado, transformou o período do Natal como um dos melhores da última década. O maior número de pessoas no mercado de trabalho, a remuneração em alta e o acesso ao crédito mais facilitado estimularam os consumidores a realizarem compras, uma vez que este se mostrou confiante para tal.

No entanto, a euforia começa dar vazão a uma tendência nada agradável: aumento das dívidas e dificuldades em honrá-las. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, a inadimplência dos cidadãos saltou para 24,8% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de 2010, a maior alta no confronto anual desde julho de 2002.

Segundo a Serasa, houve queda de 3,3% em janeiro se considerada a comparação com dezembro de 2010. Para os economistas da entidade, o resultado anual reflete a expansão do endividamento dos consumidores, que aumentou consideravelmente no decorrer do ano passado.

O recuo em janeiro de 2011 sobre dezembro de 2010, porém, indica que a inadimplência do consumidor não acompanha a mesma celeridade constatada anteriormente, uma vez que entre maio e dezembro isso ocorreu sem interrupções.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Fipe – IPC (SP) – Dados da 1ª Prévia de Fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC) contraiu variação de 1,12% na primeira quadrissemana de fevereiro, contra 1,15% registrada na leitura anterior.

O destaque na alta ficou por conta do grupo Educação, que variou de 5,61% da quadrissemana anterior para 4,81% na atual, seguido pela categoria Transportes, cujo índice avançou de 3,18% para 3,24%.

De acordo com a Fipe, o IPC do grupo Habitação saltou de 0,41% na última leitura de janeiro para 0,58% na primeira quadrissemana deste mês, mesma tendência observada na categoria Saúde, que sofreu incremento de 0,39% para 0,73%. Na contramão de ambos figurou Alimentação, com decréscimo de 0,73% anteriores para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



BC – Nova estimativa para o IPCA de 2011


A inflação oficial de 2011 continua sua escalada. Após subir pela oitava vez o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na semana passada, o Banco Central voltou a elevar o percentual, desta vez para 5,66%, contra 5,64% de antes. Por outro lado, o BC revisou para baixo o indicador de 2012, de 4,70% de sete dias atrás para 4,61%.

O centro da meta da inflação estipulada pelo Banco Central é de 4,50%. O índice deste ano ultrapassa a perspectiva, porém, por haver tolerância de dois pontos, para cima ou para baixo, considera-se que o IPCA está dentro da meta.

O relatório Focus também enquadra manutenção do índice do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,60%, mesma tendência nutrida para 2012, embora num nível pouco mais baixo, de 4,50%.

Em relação à Selic, taxa básica de juros da Economia, o BC decidiu manter os índices de 2011 e 2012 em, respectivamente, 12,50% e 11,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



FGV – ICS apresentou queda de 3% em janeiro de 2011


Informações reunidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelam que o Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 3% no mês passado em comparação a dezembro de 2010, passando de 132,2 pontos para 128,2 pontos. Embora essa queda tenha levado o indicador ao nível mais baixo desde outubro de 2009, o índice se mantém acima da média histórica de 123,4 pontos.

De acordo com a FGV, o arrefecimento do ICS no mês foi impulsionado pela apreciação mais negativa sobre o momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA-S) decaiu 12,2% entre dezembro e janeiro, para 113,2 pontos, o maior tombo constatado desde o início de 2009 e o menor patamar registrado desde fevereiro do ano passado, de 110,5 pontos.

O nível de demanda atual, segundo a FGV, foi o fator mais incidente na queda do ICS, uma vez que recuou 14,6% em janeiro. O indicador que examina o grau de satisfação da demanda projetada para os próximos três meses foi aquele que contribuiu positivamente dentre os quesitos analisados, com alta de 7,2% entre dezembro  de 2010 e janeiro deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) apresentou Crescimento na 2ª Prévia de Janeiro de 2011


O consumidor precisa estar atento aos índices inflacionários divulgados por institutos de pesquisas para constatar se o preço de determinado produto ou serviço avança num valor justo ou, do contrário, se existem certos ganhos sobre as taxas oficiais.

Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) relatam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), referente à cidade de São Paulo, acelerou para 0,86% na segunda leitura deste mês, ante índice de 0,61% verificado na prévia anterior. No confronto com o período análogo do mês passado, o IPC ascendeu 0,57% sobre o índice dessa ocasião.

Entre a primeira e segunda semana de janeiro, cinco das sete séries sondadas minutaram alta de preços, com destaque para o grupo Educação, que avançou para 2,29%, contra 0,96% de antes.

Os custos praticados em Despesas Pessoais aumentaram de 0,37% para 0,61%, enquanto em Transportes houve incremento para 1,66%, ante 0,77% da prévia anterior, bem como em Alimentação, de 1,39% para 1,54%, e Habitação, de 0,21% para 0,23%.

Diferentemente dos dados acima, os preços do grupo Saúde arrefeceram de 0,17% para 0,15%, enquanto de Vestuário para 0,03% negativo (na atual prévia) contra 0,26% positivo constatado na primeira leitura.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Serasa – Cheques Sem Fundos – Inadimplência aumentou em Novembro de 2010


Em menor uso, vários estabelecimentos comerciais ainda aceitam cheques, porém são pouco bem vistos em postos de gasolinas, padarias de grande porte e restaurantes. Existem lojas que oferecem parcelamento em inúmeras vezes nessa modalidade, enquanto a cartões de crédito, em alguns casos, apenas à vista.

Informações divulgadas na segunda-feira (20/12) pela Serasa Experian por meio de seu Indicador de Cheques Sem Fundos apontaram que após cinco quedas seguidas, o volume desse sistema de pagamentos voltou a aumentar, justamente às vésperas das aquisições de produtos para o Natal.

No mês passado, 1,68% dos cheques emitidos foram devolvidos, índice pouco acima de de outubro (1,56%). Mesmo após a ascensão na percentagem, o número de devoluções é o mais baixo desde 2005.

De janeiro a novembro, de acordo com a Band Online, a inadimplência com cheques abraça índice de 1,77%, mais brando em relação ao período igual de 2009, quando o percentual constatado foi de 2,17%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA-EP – Crescimento em 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) refletem que os custos dos produtos agrícolas comercializados somente no atacado cresceram 24,22% em 2010 depois de cederem 2,87% no ano passado.

Indicativo sustentado com base no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) também revelam que os preços dos produtos industriais no atacado terminaram o ano com elevação de 10,36%, consideravelmente superior ao decréscimo de 4,93% de 2009.

Segundo a FGV, a inflação atacadista verificada pelo Índice de Preços por Atacado – 10 (IPA-10) terminou 2010 com incremento de 13,73%, acima do recuo de 4,36% constatado no ano passado, porém abaixo do índice de 15,11% nos preços do atacado de 2004.

Informações relacionadas pelo portal de notícias G1 ponderam que no campo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) os custos dos bens finais no atacado contraíram elevação de 7,55% em 2010, depois de cresceram 1,02% no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ABPO – Vendas de Papelão Ondulado – Crescimento em Novembro de 2010


Um dos medidores da atividade econômica, a comercialização de papelão ondulado chegou a quase 218 mil toneladas no mês passado, ou seja, incremento de 3,25% em comparação a novembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), em relação a outubro de 2010 houve recuo de 2,33%.

A associação atesta que no acumulado anual até novembro, as vendas de papelão ondulado sintetizam 2,342 milhões de toneladas, aumento de 12,8% em detrimento aos mesmos dez meses do ano passado.

Com base nesses números, de acordo com a agência de notícias Reuters, a ABPO assinala que a média mensal de vendas até o mês passado cerceia 212,97 mil toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Comércio – Vendas a Prazo – Crescimento em Novembro de 2010


As formas de se comprar um produto, seja ele para presente ou consumo próprio, são inúmeras. Cartões de débito ou crédito, cheque e dinheiro, além de financiamento e carnês, compõem as opções dos consumidores brasileiros, independente de qual seja o valor em questão – as condições estão sujeitas, na verdade, ao estabelecimento em particular.

Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) enunciados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revelam que as vendas a prazo no comércio aumentaram 14,2% no mês passado em comparação ao período igual de 2009. No sistema à vista, o crescimento foi de 10,3%.

A associação avalia que os índices espelham a manutenção do aumento da oferta de crédito no país – objeto mensurado semanalmente pelos meios de comunicação –, além da antecipação de compras para 25 de dezembro e forte competitividade de produtos estrangeiros.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o resultado assinalado ratifica que o Natal será o melhor dos últimos anos, possivelmente 12% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Abras – Vendas em Supermercados – Crescimento em Outubro de 2010


A economia brasileira, como muitos podem perceber, caminha bem mesmo em meio às dificuldades enfrentadas pelos países desenvolvidos em se recuperar totalmente do recente colapso financeiro global. O otimismo do consumidor responde com certa firmeza a alguns pontos, entre os quais o poder de compra mais evidente e aumento do número de postos de trabalho.

O cidadão tupiniquim tem apostado no 13º salário para quitar dívidas ou, então, para a compra de presentes. Independente dessa situação isolada, vários setores sentem melhorias em suas atividades de vendas, como é o caso dos supermercados. Em outubro, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização real desse setor avançou 3,8% sobre o mês análogo de 2009.

Levantamento edificado pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) também indica existência de alta (7,02%) se comparado o mês passado com setembro de 2010. No acumulado anual até outubro as vendas reais contabilizam aumento de 4,66% ante o período igual do ano passado.

Outro ponto positivo são os volumes de vendas, que até outubro acumulam incremento de 7% sobre os mesmos dez meses de 2009. As cestas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas são as grandes motivadoras da alta, pois avançaram 16,5% e 11,5%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Inflação de 2010 e 2011 – Novas Previsões


Informações divulgadas na segunda-feira, 29 de novembro, pelo Banco Central atestam novos prognósticos para a inflação de 2010 e 2011, além da Selic, a taxa básica de juros da economia (somente ao ano que vem).

De acordo com o relatório Focus, o ambiente à inflação por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,58% da semana passada para 5,72% nesta semana. Ao ano que vem foi conjeturado índice para cima, de 5,20%, ante 5,15%. Apesar desse alçamento, ambas as percentagens passeiam próximas à meta de 4,50% dos dois anos, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Selic, segundo o BC, manteve-se em 10,75% a 2010, porém a 2011 foi elevado de 12% para 12,25%.

A perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a agência de notícias Reuters, arrefeceu para 7,55%, ante 7,60% de antes, mas a 2011 permanece no mesmo índice, ou seja, 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abimaq – Índices dos Setores de Máquinas-Ferramenta e Bens de Encomenda


Contente com a confirmação da saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco no governo Dilma, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mensurou que o país atravessa, atualmente, processo de desindustrialização. Seu líder, Luiz Aubert Neto, assoalhou que os ganhos das indústrias de bens de capital cresceram 11% entre janeiro e outubro passados sobre o período igual de 2009, mas mantêm-se 15% abaixo ante 2008.

Em tom de preocupação, Aubert assevera que o setor de máquinas-ferramenta e bens de encomenda registram índices bem menores, na atualidade, em relação a 2008, de 43,5% e 13%, respectivamente. Segundo ele, esses ramos são os responsáveis pela produção de máquinas a investimentos provenientes de grandes companhias nas áreas de celulose, papel e petróleo.

Embora esses índices incomodem Aubert, para o ano que vem prevê crescimento próximo de 5% ou 6%, em acompanhamento ao cenário econômico. Do início do ano até outubro, revela matéria do Estadão, o segmento apresentou avanço de 10,8% ante o mesmo período de 2009, e o saldo da balança comercial, no mesmo período, abraçou US$ 12,9 bilhões. Contudo, a previsão emitida pela própria Abimaq é encerramento de 2010 em US$ 15 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índices Gerais de Preços – Expectativas de Crescimento até o final de 2010


O consumidor brasileiro percebe já há algumas semanas, alta nos preços de alguns produtos nas prateleiras de pequenos, super e hipermercados. O feijão carioquinha, o mais comum, e a carne de segunda subiram consideravelmente, incidindo, portanto, no custo da cesta básica.

Para Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o atual cenário de avanços nos custos das commodities no atacado pode continuar a pelo menos no curto prazo até o final de 2010, sobretudo as pleiteadas pelo segmento agrícola. Em sua visão, o movimento deve nutrir a elevação das taxas dos Índices Gerais de Preços (IGPs).

Com o aumento dos preços em meados de setembro, Quadros observa existir alguma resistência nos custos das commodities no atacado. Quando ocorreram esses primeiros aumentos, acredita, não era possível sentir que as altas abrangessem uma sustentabilidade contemporizada. Avalia, por fim, que esse fator não é pontual.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Reajustes no Valor da Locação de Imóveis em São Paulo


Segundo divulgação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) nesta terça-feira, o valor dos contratos de locação firmados no mês de junho na capital paulista teve uma alta de 11% em comparação ao mesmo mês em 2009. O percentual é maior que o medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que registrou um acréscimo de 4,84% no mesmo período.

Comparado ao mês anterior, maio, foram registrados 0,3% de reajuste. De acordo com entidade, este é o menor índice desde janeiro deste ano, que teve aumento de 0,2%. Para o Secovi, o número indica uma desaceleração na procura de imóveis para aluguel. Em junho, os imóveis que tiveram locação mais rápida foram casas e sobrados, enquanto o fiador foi o tipo de garantia mais usada nos contratos, com uma média de 49% do total firmado.

Os contratos de aluguel já em andamento com reajuste anual previsto para o mês e com variação atrelada ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) tiveram um aumento no aluguel de 4,18%. Para quem tem reajuste previsto para julho baseado no mesmo índice, a previsão é de um acréscimo de 5,17% no contrato.

Por Bruno Chagas



Inadimplência cai 0,3% em março


Informações originárias do Banco Central (BC) revelam que a inadimplência de pessoas físicas no pagamento de seus empréstimos baqueou 0,3% de fevereiro para março, atingindo, então, 7%. Segundo avaliação do órgão, é o menor patamar diagnosticado desde o terceiro mês inicial de 2008.

O portal dinheiro do UOL sugere, também, que em créditos adquiridos por empresas, a inadimplência de 3,7% vista em fevereiro caiu para 3,6% em março. Neste caso, os inadimplentes só são considerados caso os empréstimos atinjam atraso superior a 90 dias corridos.

Apesar de todo início de ano a tendência ser de alta na inadimplência, o Brasil parece ter se saído bem nesse ponto, uma vez que as compras de Natal somadas ao pagamento de impostos como IPTU e IPVA, além de reajustes nos preços em diversos setores, ocasiona falta de poder aquisitivo por parte da população.

Quer saber mais informações, tais como volume de operações de crédito pelo país? Acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei