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Carrefour terá de pagar indenização de R$100.000 a ex-funcionária


O Carrefour sofreu uma derrota judicial importante, pois uma ex-funcionária que estava processando a empresa por discriminação racial, tratamento grosseiro e excesso de trabalho ganhou a causa e a empresa deve pagar uma indenização de R$100 mil reais pelos danos causados.

A ex-funcionária trabalhava em uma unidade do Carrefour na cidade de Brasília como chefe de seção. No entanto, atuava de forma cumulativa como secretária de diretor e gerente de caixa.

Além disso, a mulher relatou que sofria terror psicológico de um diretor que chegou até a chamá-la de “macaca” na frente de outros funcionários.

Toda esta situação determinou um processo de doença com depressão, ansiedade, insônia e outros males psicológicos que levaram a ex-funcionária a se desligar do Carrefour em 2010.

Ao ser questionado sobre o assunto, o Carrefour emitiu uma nota dizendo que não se pronuncia sobre processos pendentes na justiça e que repudia qualquer ato de discriminação agindo estritamente de acordo com a lei e a ética.

Por Ana Camila Neves Morais



Arezzo é absolvida em processo trabalhista


A 8ª Turma do TST resolveu absolver a empresa Arezzo em processo trabalhista que envolvia a Calçados Siboney Ltda.

Segundo o tribunal especializado, a Arezzo não tem obrigação de pagar os débitos trabalhistas para uma funcionária da calçados Siboney que prestava serviços terceirizados à primeira empresa.

Apesar disso, o TRT do Rio Grande do Sul considerou que a Arezzo será totalmente responsável se a Calçados Siboney não pagar os direitos devidos para a trabalhadora.

Ainda segundo a avaliação judicial a relação de contratos terceirizados entre as duas empresas não permite considerar a Arezzo responsável pelas obrigações da outra empresa.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministério Público do Trabalho pede indenização para trabalhadores da Philips


Mais uma questão trabalhista está envolvendo empresa da área de eletrônicos e tecnologia. Desta vez, a envolvida é a Philips do Brasil que foi acionada pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) da cidade de São Bernardo do Campo no estado de São Paulo.

O MPT entrou com uma ação civil pública contra a empresa pedindo uma indenização de R$50.000,00 para cerca de 200 funcionários da Philips sob a alegação de que eles foram contaminados com mercúrio.

Para o órgão integrante do Poder Judiciário, a empresa de eletrônicos não tomou os cuidados necessários para evitar que esta contaminação acontecesse.

Além do pedido de indenização para cada um dos funcionários, o Ministério Público solicita ainda o pagamento pela Philips de R$56 milhões como danos morais coletivos que serão destinados ao Hospital das Clínicas de São Paulo.

Outra medida impetrada contra a empresa é a contratação de um plano de saúde vitalício para os trabalhadores da fábrica de Capuava na cidade de Mauá em São Paulo com diagnóstico de mercurialismo.

Segundo a Philips não há o descumprimento de nenhuma medida de segurança em suas unidades presentes no Brasil e que vem realizando todas as ações necessárias para diminuir os efeitos sobre o meio ambiente.

Com relação à ação civil aberta pelo MPT, a Philips divulgou nota informando que já apresentou uma proposta de acordo que não foi aceita e, por isso, irá apelar para todos os níveis de defesa e recursos possíveis no sistema de justiça do Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



CEF terá de pagar indenização a funcionário por assédio moral e sexual


Um caso bem inusitado aconteceu em uma agência da CEF: um funcionário sofreu assédio moral e sexual de sua chefe.

Até aí não há nenhuma novidade contundente, mas o interessante é que o funcionário em questão entrou na justiça e irá receber da entidade bancária uma indenização no valor de R$100 mil.

Segundo informações do funcionário e de testemunhas usadas no caso, a chefe sempre fazia elogios à sua beleza com “termos lascivos” e passou a persegui-lo depois que foi rejeitada.

A instituição bancária recorreu duas vezes contra a decisão judicial, mas perdeu em ambas as solicitações e agora terá que pagar o valor da indenização determinada pela justiça.

Por Ana Camila Neves Morais



Fábrica da Samsung pode causar câncer


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, o Serviço de Compensação e Bem-Estar dos Trabalhadores da Coréia do Sul concluiu que a fábrica da Samsung foi a responsável pela ocorrência de câncer de mama em uma das funcionárias da empresa que ocasionou a sua morte.

Segundo a entidade, houve uma forte relação entre o surgimento do câncer de mama na funcionária e o seu período de cinco anos trabalhando na fábrica de semicondutores da Samsung em Seul, sendo que a mulher morreu em março de 2012 com apenas 36 anos.

Ainda de acordo com a avaliação, Kim foi exposta a substâncias altamente cancerígenas como benzeno, radiação e solventes orgânicos.

Com esta decisão, à qual a Samsung não irá apelar, a família da ex-funcionária irá receber uma indenização no valor de aproximadamente quatro anos de trabalho da falecida.

Por Ana Camila Neves Morais



Nestlé irá pagar multa de R$ 600 mil por irregularidades nos horários dos funcionários


Existem inúmeras maneiras de reparar erros, desde os mais simples, como alguma palavra ofensiva a semelhantes, bem como mais complexas, quando seres humanos fazem mal ao próximo, tendo, como alternativa – caso o feito não seja grave – trabalhos sociais ao invés do destino final ser a cadeia.

Obviamente, o descrito acima se restringe ao âmbito pessoal, mas quando o assunto é empresarial o sistema é mais complexo. A Nestlé, uma das companhias mais famosas do globo, acaba de firmar acordo com o Ministério Público do Trabalho de Campinas para não ser obrigada a pagar multa, pois há alguns anos a corporação foi acusada de irregularidades em manter funcionários em horários a mais do acordado em carteira de trabalho.

O portal de economia Terra revela que a Nestlé se prontificou a pagar R$ 600 mil para entidades beneficentes e, também, para a Gerência Regional do Trabalho de Campinas. Algumas das beneficiárias são o orfanato Lar Vida Nova, a clínica Antônio Luiz Sayão e a Santa Casa de Misericórdia de Araras. Além dessas citadas há escolas de educação especial.