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FGV – INCC-M tem aumento para 2,03% em maio


Indexador utilizado como base para o cálculo de reajuste das parcelas dos imóveis no período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil – M (INCC-M) acelerou para a alta de 2,03% em maio, taxa bem elevada em comparação ao 0,75% de abril. No acumulado do ano a variação chegou a 4,04% após esse levantamento e nos 12 últimos meses, a 8,18%.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que a variação atinente a Mão de Obra subiu de 1,16% em abril para 3,70% no estudo de maio. O índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,36% para 0,45% na mesma relação.

Esmiuçado em grupos, a taxa de variação de Materiais e Equipamentos subiu de 0,40% para 0,43%. Destaque para o subgrupo materiais para instalação, cujo índice ascendeu de -0,01% para 0,98%. Não menos distante ficaram as diferenças positivas de materiais para acabamento, com salto de 0,54% para 0,59%, e equipamentos para transporte de pessoas, de 0,12% para 0,18%.

A taxa concernente a Serviços subiu de 0,21%, registrada em abril, para 0,53% no mês de maio. Neste caso, destaca-se a alta do subgrupo serviços técnicos, que cresceu de 0,12% para 1,01%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC-M apresentou Alta de 0,39% em fevereiro de 2011


Indicador diretamente relacionado ao segmento da construção, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação de 0,39% em fevereiro, 0,02 pontos percentuais acima da taxa de janeiro. No acumulado de 2011, ressalta a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa abraçou percentual de 0,76% e no acumulado dos últimos meses, 7,46%.

Separado em dois índices, o relacionado à Mão de Obra registrou variação de 0,12% no mês, contra 0,32% do levantamento de janeiro. A taxa relacionada aos Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,42% para 0,65% entre os dois períodos.

A FGV atesta que a categoria Materiais e Equipamentos desempenhou variação de 0,54% em fevereiro, índice acima da taxa de 0,22% do mês passado. Todas as subcategorias contraíram aumento, principalmente materiais de instalação, que cresceu de 0,76% para 1,34%.

Destacado serviços, a taxa arrefeceu de 1,21% para 1,04% de janeiro para fevereiro. A subcategoria serviços pessoais foi o grande motivador para essa queda, uma vez que esfriou para 1,36% neste mês, contra 2,16% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV