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Índice que reajusta o aluguel desacelerou em fevereiro


Quem paga aluguel recebeu uma boa notícia da FGV – Fundação Getúlio Vargas – que informou que o índice que reajusta o aluguel está desacelerando e em fevereiro ficou em 0,27%.

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercados) é o índice utilizado como referência para os reajustes de contratos de aluguel e também para os reajustes de energia elétrica e para o mês de fevereiro este índice ficou em 0,27%. Como em janeiro o índice chegou a 0,76%, a desaceleração foi bem-vinda, pois muitos temiam o pior, sendo que havia até uma expectativa que pudesse chegar até bem próximo de 1%.

Nessa quinta-feira (26), a Fundação Getúlio Vargas divulgou os dados referentes ao IGP-M de fevereiro. Nos últimos 12 meses o IGP-M obteve uma alta acumulada de 3,86%, ou seja, todos os contratos de aluguel que possuem vencimento no mês de fevereiro contarão com um reajuste nesta proporção.

E a FGV informou ainda que o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo – que é um índice que mede a variação que ocorre nos preços pelo atacado e que responde por 60% do índice geral, contou com uma queda de 0,09% neste mês de fevereiro, sendo que em janeiro houve um avanço de 0,56%.
E ainda dentro do IPA, os preços agropecuários tiverem uma pequena queda, apenas 0,06% mas já é uma grande vantagem, se considerarmos que em janeiro apontou alta de 1,35% sendo que a soja em grão é que mais contribuiu para que houvesse uma queda de 6,39% neste mês de fevereiro.

Já o IGP-M – Índice de Preços ao Consumidor – teve um avanço este mês, de 1,14% contra o 1,35% no mês anterior. De acordo com a FGV o que mais contribuiu para este resultado foi o gruo da "Alimentação", que teve uma desaceleração de 0,92% em fevereiro contra 1,66% em janeiro.
Vale ressaltar que o destaque ficou para os legumes e hortaliças que ficaram em 4,58% diante dos 13,68% do mês de janeiro.

E a Fundação Getúlio Vargas ainda divulgou o aumento no INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – que em fevereiro teve aumento de 0,50% após ter avançado 0,7% no mês anterior.

Por Russel

IGP-M



IGP-M, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,42 ponto percentual, passando de 0,43% em março para 0,85% em abril. Nos últimos 12 meses, o indicador já avançou 3,65%. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o índice já tem taxa acumulada de 1,47%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também sofreu alta, chegando a 0,97% em abril ante 0,42% em março. A taxa relativa aos Bens Finais fechou em 0,78%, crescimento de 0,5 ponto percentual. O item alimentos processados foi o que mais contribuiu para o resultado.

Já o segmento Bens Intermediários fechou o mês em 1,13%, apresentando crescimento de 0,51 ponto percentual se comparado a março. O principal responsável pela alta do setor foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O indicador relativo a Matérias-Primas Brutas sofreu variação positiva e passou de 0,31% em março para 0,97% em abril. A alta foi impulsionada principalmente pelos itens café em grão, minério de ferro e soja em grão.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação menor, passando de 0,48% em março para 0,55% em abril. O maior motivador para o resultado foi o grupo Despesas Diversas, que teve uma alta significativa de 0,07% em março para 2,29% em abril.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,83% em abril ante o resultado de 0,37% em março. O segmento que apresentou a maior alta foi o de Materiais, Equipamentos e Serviços.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M apresentou alta em abril de 2012


De acordo com a divulgação feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou em 0,85% no mês de abril. Em março a alta tinha sido de 0,43%. Os principais motivos que levaram à aceleração deste índice foram os preços de alimento no atacado e do cigarro no varejo.

O IGP-M é considerado e conhecido como a inflação do aluguel, por ser utilizado como base para o reajuste da maioria de contratos imobiliários. Em 12 meses o Índice avançou 3,65% e a taxa acumulada no ano é de 1,47%, segundo a FGV.

Neste contexto, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), utilizado para o cálculo do IGP-M, acelerou ainda mais, com taxa de 0,97% em abril, após uma alta de 0,42% em março. O IPA é chamado também de inflação no atacado.

Utilizado também no cálculo do IGP-M, porém com peso inferior que o IPA, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,55% em abril, já em março a alta havia sido de 0,48%.

Por fim, o outro indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), acelerou para 0,83% em abril, perante a taxa de 0,37% em março.

Por Anne A. Matioli Dias



IGP-M apresentou alta na 2ª prévia de abril de 2012


A segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), divulgado pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, para o mês de abril, apresentou aumento de 0,36% quando comparado à primeira prévia do mês. Nos primeiros dias de abril, o resultado foi de 0,35%, sendo que a segunda pesquisa atingiu o patamar de 0,71%.

O IGP-M é considerado fundamental para medir a economia, pois ele é usado como referência na hora de reajustar contratos de aluguel em todo o Brasil.

Entre os subíndices usados para medir o IGP-M, o que mais influenciou nesse resultado foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo que fechou a prévia em 0,77%. Ao ser comparado com o mesmo período do mês anterior a diferença foi de 0,45%. Sendo que o grupo de alimentos processados teve o maior aumento, passou de -0,43% para 1,34%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor, outro grupo usado para calcular o IGP-M, apresentou variação de 0,9%, passou de 0,43% na primeira prévia para 0,52% na segunda prévia, sendo que o setor de vestuário foi o que mais aumentou, passou de 0,18% para 0,96%.

O terceiro grupo do IGP-M é o Índice Nacional de Custo da Construção que fechou a segunda prévia em 0,82%.

Por Joyce Silva



IGP-M – Primeira prévia de fevereiro de 2012


O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve uma variação de -0,1% na primeira prévia de fevereiro divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), vale lembrar que o IGP-M serve de base para os reajustes de aluguel no Brasil.

Segundo a FGV mesmo com a queda, a taxa apresentou alta de 3,39% acumulados nos últimos 12 meses. O IGP-M é composto por três indicadores básicos, dois deles são o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve uma variação de 0,16%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) responsável por medir a inflação de produtos comercializados no atacado, que apresentou queda de 0,36%.

A redução dos preços de alguns alimentos foi apresentada como o principal responsável pelo resultado, os itens que apresentaram maior queda foram as carnes bovinas que passou de 1,24% para -2,78%, hortaliças e legumes que passou de 6,30% para 0,06%, panificadoras e biscoitos que variou de 0,35% para -0,23%.

Com relação ao grupo de comunicação que integra a estrutura do IPC a variação registrada foi de 0,15%, sendo a tarifa telefônica residencial a que mais influenciou no resultado, a taxa passou de 0,27% para 0,47%.

Por Joyce Silva



FGV – IGP-M apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Com a economia em movimento de desaceleração, o governo brasileiro passou a adotar discursos mais cautelosos em relação ao presente e ao futuro do país. Na finalidade de conter o ânimo dos consumidores devido a uma possível volta da inflação em níveis céleres, o Banco Central (BC) restringiu o acesso ao crédito e iniciou ciclo de alta da taxa básica de juros, a Selic.

Embora o período de acentuação pareça ter chegado ao limite, inclusive voltando a arrefecer, o panorama atual ainda preocupa. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou variação de 0,66% no segundo decêndio de maio, taxa 0,11% acima da do período igual de um mês atrás (0,55%).

A FGV assoalha que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,40% entre os dias 21 de abril e 10 de maio, inferior ao percentual do período imediatamente precedente, de 0,51%. O maior contribuinte à baixa partiu da subcategoria alimentos processados, cuja variação foi de 0,96%, contra -0,85% de antes.

O levantamento da FGV assinala que a taxa da categoria Bens Intermediários subiu de 0,51% do segundo decêndio de abril para 0,75% de agora. O destaque ficou por conta da subcategoria materiais e componentes para manufatura, cujo índice avançou de 0,58% para 0,88%.

A taxa relativa a Matérias-Primas Brutas acelerou para a alta de 0,24%, ante 0,07%. Os componentes que mais pressionaram esse avanço foram: minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca. No sentido inverso, algodão em caroço, soja em grão e laranja descreveram os itens de maior baixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou alta na 1ª prévia de maio de 2011


Informativo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) considera que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ou seja, entre os dias 21 e 30 de abril, contra taxa de 0,55% do período anterior.

Segundo a FGV, a variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) foi de 0,60% no decêndio inicial de maio, pouco abaixo da constatação do período análogo de um mês atrás (0,63%). O índice atinente a Bens Finais passou de 0,87% para 0,14%, influenciado pela subcategoria alimentos processados, cuja taxa recuou de 1,05% para -1,04%.

Aceleração de 0,69% para 0,80% no primeiro decêndio deste mês foi constatada no estágio dos Bens Intermediários, com contribuição capital da subcategoria materiais e componentes voltados à construção, uma vez que o índice avançou de -0,16% para 0,87%.

Ainda abrangido pelo IGP-M, a taxa relacionada a Matérias-Primas subiu de 0,29% do primeiro decêndio de abril para 0,87% no período igual e imediatamente sucessor. Minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca, em ordem respectiva, foram os principais responsáveis pelo aumento. Por outro lado, decréscimos ocorreram no algodão em caroço, na soja em grão e na laranja.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste do IGP-M de maio será o menor de 2011


Alugar casa é uma das opções para quem deseja ter seu próprio espaço. Com a família, entre amigos ou simplesmente sozinho, esse sistema de acesso a residências tem ocasionado falta de imóveis na cidade de São Paulo segundo constatação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP).

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) é utilizado como base para o reajuste dos contratos de locação. Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que em maio ocorrerá o menor reajuste de 2011, com variação percentual de 10,60% referente ao acumulado entre maio do ano passado e abril deste ano.

Para Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, aproximadamente 90% do mercado de aluguéis utiliza o indexador IGP-M como alicerce para reajustes, porém o acerto entre contratado e contratante pode ser realizado da maneira como convier às duas partes.

Mesmo assim, nos dias atuais o reajuste baseado no IGP-M precisa ser consagrado integralmente em função da pouca oferta de imóveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa (Secovi-SP)



Variação do IGP-M e IPC – Abril 2011


Com variação de 0,55% no primeiro decêndio de abril, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na segunda-feira (11), mostrou-se 0,07% superior ao levantamento do período igual de março, cujo registro abrangeu taxa de 0,48%.

A FGV salienta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPC) acelerou para 0,63% no primeiro decêndio, contra 0,56% de antes. A variação concernente a Bens Finais passou de 0,66% para 0,87%, com destaque para a subcategorias alimentos processados (que subiu de 0,27% para 1,07%) e Bens Intermediários (que subiu de 0,52% para 0,67%).

Os dados da FGV aludem que a taxa atinente a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 0,52% no primeiro decêndio de março para 0,29% no mais recente levantamento.

Algodão em caroço (de 8,14% para -0,21%), café em grão (de 9,14% para 1,03%) e a laranja (de 3,38% para -5,07%), descreveram os decréscimos, diferentemente dos aumentos notados na soja em grão (de -5,46% para -0,50%), em suínos (de -10,04% para 5,51%) e na cana-de-açúcar (de 1,25% para 3,89%).

A fundação constatou aceleração no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), cuja variação deixou 0,35% no decêndio inicial de março para situar-se em 0,46%, agora. Das sete categorias de despesa sondadas cinco registraram avanço. Destaque para Alimentação, uma vez que o índice pulou de -0,04% para 0,28%. Vestuário, por sua vez, passou de 0,54% para 1,14%, enquanto Educação, Leitura & Recreação de 0,07% para 0,40%. As taxas em Transporte e Saúde & Cuidados Pessoais subiram de 0,80% para 1,12% e de 0,43% para 0,61%, respectivamente.

As únicas duas categorias com arrefecimento nos índices foram Despesas Diversas, cujo registro abrangeu -0,04%, contra 0,27% de antes, e Habitação, que recuou de 0,58% para 0,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) estudado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou desaceleração de alta para 0,59% no segundo decêndio deste mês, contra variação de 0,88% do período igual do levantamento de fevereiro. O estudo compreende o intervalo de 21 de fevereiro a 10 de março.

A FGV assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou baixa de 1,07% para 0,68% na taxa do segundo decêndio de fevereiro para o de março. O Índice relacionado a Bens Finais subiu de -0,24% de antes para 0,69% de agora. Em Bens Intermediários, a variação registrada decaiu de 0,87% para 0,66%.

A taxa pautada em Matérias-Primas Brutas arrefeceu no segundo decêndio de março, para 0,68%, ante 2,86% do período igual de um mês atrás. De acordo com a FGV, a soja em grão, o minério de ferro e o milho em grão apresentaram destaque na queda, sentido diferente do constatado em aves, café e bovinos, que apontaram avanço.

Outro indicador presente no IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou recuo do segundo decêndio de fevereiro para o intervalo igual de março, de 0,54% para 0,45%. Das sete categorias de despesas apreciadas, três contraíram queda em suas taxas, com destaque à classe Educação, Leitura e Recreação, que passou de 1,68% para 0,05%.

Os outros dois grupos, Despesas Diversas e Transportes, apresentaram arrefecimento de 1,39% para 0,42% e de 1,56% para 0,96%, respectivamente.

Na contramão das categorias do IPC descritas acima, Vestuário registrou aceleração de -0,45% para 0,76%, Alimentação de -0,07% para 0,19%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,31% para 0,56% e Habitação de 0,48% para 0,53%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC – 1ª prévia de março de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (11/03) ilustraram variação de 0,48% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no primeiro decêndio de março, que compreende o período de 21 a 28 de fevereiro, contra 0,66% do intervalo igual de um mês antes.

Entre vários componentes analisados, a FGV enuncia que o Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) desacelerou para 0,56% no primeiro decêndio deste mês, uma vez que a taxa registrada no período análogo de fevereiro chegou a 0,76%. A variação relacionada a Bens Finais saltou de -0,64% para 0,66% na base comparativa em questão. Por outro lado, o índice concernente a Bens Intermediários recuou de 0,73% para 0,52% e a taxa em relação a Matérias-Primas Brutas despencou para 0,52%, ante 2,40% do levantamento anterior.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,35% no primeiro decêndio de março, contra taxa anterior de 0,45%. Das sete categorias de despesas sondadas, três registraram baixas em seus índices, com destaque para Educação, Leitura & Recreação, que arrefeceu de 1,63% para 0,07%.

A taxa de variação na classe Transportes passou de 1,53% para 0,80% e o índice em Despesas Diversas, por sua vez, de 0,88% para 0,27%.

As taxas nos demais grupos (com alta) foram representadas por Vestuário, que saltou de -0,63% para 0,54%, assim como Habitação, de 0,33% para 0,58%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,36% para 0,43%, e Alimentação, de -0,10% para -0,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA e IPC apresentaram variações em fevereiro de 2011


Dados apregoados no dia 25 de fevereiro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram variação de 1% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro, 0,21 pontos percentuais acima do índice registrado em janeiro.

A FGV distingue que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou para 1,20% em fevereiro, contra taxa de 0,76% do mês passado. O indicador referente a Bens Finais registrou variação de 0,17% no levantamento atual, ante 0,08% do mesmo período de janeiro. O índice relacionado a Bens Intermediários desacelerou para 0,76%, uma vez que a taxa do mês passado foi de 0,78%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67% neste mês, contra 1,08% de janeiro. Das sete categorias abrangidas pelo levantamento, cinco contabilizaram recuo, com destaque para Alimentação, que passou de 1,47% para 0,24%. Educação, Leitura & Recreação, por sua vez, caiu de 2,75% para 1,63%, Vestuário de 0,35% para -0,55%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,53% para 0,33% e Transportes, por fim, de 1,94% para 1,82%.

As únicas categorias com aceleração registrada dentro do IPC foram Despesas Diversas, de 0,95% em janeiro para 1,57% em fevereiro, e Habitação, de 0,22% para 0,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Variação do IGP-M – Fevereiro 2011


Dados reunidos e anunciados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentaram variação de 0,88% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de fevereiro, contra taxa de 0,63% registrada no período igual de um mês antes.

No segundo decêndio de fevereiro, que compreende apreciação de dados de 21 de janeiro até o último dia 10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) abocanhou alta para 1,07%, superior ao índice de 0,60% do decêndio análogo de um mês atrás. Bens Finais, por sinal, apresentou baixa de 0,25% para -0,24%.

A variação da categoria Bens Intermediários foi de 0,87% no decêndio em questão, 0,30% superior ao índice constatado no intervalo de iguais proporções do levantamento anterior. A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas, por sua vez, passou de 1,03% para 2,86%.

A FGV assinala variação de 0,54% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no segundo decêndio deste mês contra 0,85% constatada no período similar de janeiro. Das sete classes de consumo analisadas, houve baixa nas categorias Alimentação, de 1,33% para -0,07%, Vestuário, de 0,59% para -0,45%, e Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,51% para 0,31%.

No sentido oposto, revela a FGV, o índice do grupo Despesas Diversas passou de 0,72% para 1,49%, ao mesmo instante em que a taxa da categoria Transportes pulou de 1,24% para 1,56%, da Habitação de 0,23% para 0,48%, e de Educação, Leitura & Recreação, de 1,54% para 1,68%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – Dados da 1ª apuração de fevereiro de 2011


Informações enunciadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), na quinta-feira (10), indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou aceleração de 0,66% nos primeiros dez dias de fevereiro, consideravelmente acima da taxa constatada no período igual de janeiro (0,42%).

A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou em 0,76% nesse mesmo decêndio de fevereiro, contra índice de 0,40% do período similar de janeiro. A fundação assinala que a variação do índice relativo a Bens Finais ilustrou recuo de 0,36%, de antes, para -0,64%. Em relação a Bens Intermediários, o percentual abalizado foi de 0,73%, contra 0,28%.

A taxa sobre Matérias-Primas Brutas, por sua vez, contabilizou variação de 2,40% no primeiro decêndio deste mês, ante índice anterior de 0,59%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) terminou o primeiro decêndio de fevereiro com percentagem de 0,45%, pouco superior à taxa anterior do período similar de janeiro, de 0,41%.

Outro indicador examinado pela FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) delineou variação de 0,52% no decêndio inicial deste mês, abaixo do mesmo período de janeiro, ocasião em que a taxa chegou a 0,62%. O custo da mão-de-obra representou variação de 0,24%, contra 1,22% de antes. A despesa concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,06% para 0,79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA – 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Enquanto a Caixa Econômica Federal lança cartão de crédito voltado exclusivamente ao aluguel de imóveis residenciais – algo que provavelmente venha a facilitar a vida de várias pessoas – o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como indicador referencial em contratos de aluguel, avançou 0,75% na segunda leitura do mês.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em novembro a inflação cresceu 1,20%. Além deste, a entidade assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) contraiu variação de 0,77% na segunda leitura de dezembro, abaixo, porém, da variação de 1,55% do mês passado.

De acordo com a Band Online, o índice de variação dos Bens Finais cedeu para 0,18%, contra 1,22% de antes. Aquele que mais cooperou para a baixa foi o subgrupo Alimentos Processados, com taxa atual de 2,58%, ante 4,71% no levantamento anterior.

O percentual de mutação da esfera bens Intermediários avançou para 0,87% neste mês, índice 0,32% acima do constatado em novembro. O subgrupo Componentes e Materiais para a Manufatura foi aquele que empurrou a alta, uma vez que cresceu de 0,58% na leitura anterior para 1,21% na atual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IGP-M, IPA, IPC – Índices na 2ª Prévia de Novembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalaram avanço de 1,20% no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) na segunda leitura do mês, ante aumento de 0,89% no mesmo período de outubro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou alta de 1,55%, superior ao 1,16% constatado anteriormente.

Matéria veiculada pela Reuters indica que o IPA do setor agrícola também subiu na segunda leitura de novembro, para 4,65% sobre 4,41% da mesma ocasião do mês passado. O IPA industrial, por sua vez, cresceu 0,49%, ante 0,10% de antes. Os maiores progressos individuais de custos no atacado ficaram por conta dos bovinos e da carne bovina, do açúcar cristal, do milho e da soja em grãos.

Base indicativa para cálculo da inflação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ascendeu 0,59% na segunda constatação realizada neste mês, contra 0,47% da segunda leitura de 30 dias antes.

As despesas do grupo Alimentação cresceram consideravelmente, de 0,93% para 1,26%. Mantendo a mesma tendência, os custos de Transporte aumentaram 0,75% depois de baquearem 0,06% na leitura antecedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei