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Inadimplência do Consumidor – Aumento em Fevereiro 2011


O aumento da inadimplência do consumidor era algo esperado por economistas. A aceleração econômica de 2010 surpreendeu até os mais otimistas, mas atualmente muitos pregam moderação no consumo. Dentro dos países integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é aquele que deve apresentar uma das expansões mais amenas relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB).

O Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian delineou alta de 1,7% em fevereiro de 2011 contra janeiro, em outros termos o sétimo crescimento mensal seguido. A entidade prevê que essa situação deve perdurar pelos próximos meses, estendendo-se inclusive ao início do próximo semestre.

A atenção dos consumidores deve ser redobrada, pois o país enfrenta, atualmente, adoções de medidas pontuais provenientes do governo, então iniciadas em 2010. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) expôs seu parecer sobre um dos mais polêmicos assuntos do campo econômico (leia aqui). Entretanto, um dos jeitos mais fáceis para entender as pautas atuais é o seguinte: cuidado com gastos, pois dificuldades poderão prejudicar a honra de compromissos, tanto no curto como no médio prazo.

Mesmo assim, a Serasa não faz muito alarde em sua página na internet. Segundo ela, o nível de inadimplência do consumidor está abaixo dos 100 pontos – atualmente em 97,8 pontos. O aumento de índices não ilustraria descontrole, mas apenas retorno a cenários anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência das Empresas – Queda em fevereiro de 2011


Manter uma empresa em total funcionamento é uma tarefa que exige bom planejamento estrutural. Ter à disposição profissionais qualificados capazes de efetuar tarefas com rapidez e qualidade é o sonho de qualquer companhia de qualquer segmento. Ter o caixa em dia também é o grande desejo.

A Serasa Experian revelou nesta segunda-feira (28/03) por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas que no mês passado a dívida das empresas arrefeceu pela segunda vez seguida no comparativo mensal, desta vez em 1,4% frente a janeiro deste ano.

Economistas da Serasa apontam a atividade econômica aquecida em parte dos setores, reflexos do ano passado, e a disponibilidade de crédito para investimentos e capital de giro como contribuintes para a baixa no índice de inadimplentes.

Se o confronto mensal é positivo, o comparativo do 1º bimestre de 2011 com o período igual de um ano antes não apresenta a mesma disposição. Neste confronto, a inadimplência apresenta alta de 2,7%. Justificativa: mais dias úteis no mês passado em função do Carnaval, “transferido” para março.

Analisado por portes, o Indicador ressalta que entre as micro e pequenas a queda foi de 1% na base comparativa mensal, bem abaixo do recuo registrado nas grandes empresas, de 6%, e mais ainda em relação às médias, que responderam com decréscimo de 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Inadimplência do consumidor cresce em outubro


Levantamento edificado pela Serasa Experian, então divulgado na quarta-feira, 10 de novembro, assinalou avanço do índice de inadimplência em 1,8% no mês passado ante setembro. A entidade acredita que o incremento do endividamento e o comprometimento da remuneração mensal com aquisição de bens foram os elementos que nutriram a alta no percentual.

Entre janeiro e setembro a inadimplência acumula avanço de 3,3% em comparação ao período similar do ano passado. No confronto de outubro ante mês igual de 2009, de acordo com o portal de Economia Terra, percebe-se crescimento de 16,9%.

As grandes responsáveis pelo aumento no Indicador de Inadimplência do Consumidor foram as dívidas não bancárias (em 3%), que representam lojas, prestadoras de serviços básicos, financiamentos e cartões de crédito. Por outro lado, considerando-se somente dívidas bancárias constata-se arrefecimento de 1,2%.

Mesmo com a alta da inadimplência entre setembro e outubro, a Serasa confia que ocorrerá atenuação do indicador em breve, causada principalmente pela injeção do 13º salário nos bolsos do consumidor e consequentemente na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei