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Índice de Confiança do Consumidor em Abril de 2015


Confiança do Consumidor sofre queda em abril de 2015. Índice de Expectativa do Consumidor já acumula queda de 9,3% este ano.

Nesta segunda-feira, dia 27 de abril, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) divulgou o Índice de Confiança do Consumidor no mês de abril de 2015. De acordo com a CNI, neste mês de abril tivemos uma queda de 1% se compararmos com o mês anterior, chegando assim aos 99 pontos. Esta queda chega depois de termos registrado estabilidade no mês de março. 

Não bastasse a queda no Índice de Confiança do Consumidor, também tivemos queda no Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), que agora já acumulou uma perda de 9,3% durante todo o ano. Vale lembrar que neste mesmo período de 2014 o valor do Inec que foi registrado era de 8,9%.

Este foi o segundo mês do ano que tivemos variações expressivas no Inec. Se compararmos os números registrados com o mês de março, podemos perceber um recuo nos índices de expectativa de Inflação e Desemprego. Isso significa que há uma maior preocupação do consumidor com o cenário macroeconômico.

Se compararmos com o mês de abril do ano passado, a maior queda registrada foi a de expectativas com relação ao desemprego, que teve uma queda de 19,7%. Já a segunda maior queda foi com relação a situação financeira, que registrou um recuo de 13,4% se compararmos com o mesmo período de 2014.

Apesar da queda do índice de situação financeira se comparado com o ano passado, na comparação com o mês de março este mesmo índice teve uma alta de 7,7%. Outro índice que aumentou se comparado com o mês de março foi o de exectativa da própria renda, que sofreu uma alta de 11,9%.

Por fim, o índice de endividamento ficou praticamente estável de março para abril.

Índice de Confiança do Consumidor em São Paulo:

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) também divulgou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em São Paulo. Segundo a FecomercioSP, se compararmos com abril do ano passado, este ano teve uma queda de 15,5%. Com isso, o índice chegou aos 101,6 pontos este mês, ficando próximo dos 100 pontos, marca que divide o índice em otimismo e pessimismo. Se compararmos este mesmo índice com o mês de março, podemos notar uma queda de 5%. Este é o menor patamar já registrado desde novembro de 2002, mês que o índice registrou menos de 100 pontos. 



ICC apresentou crescimento em março de 2012


A Fundação Getúlio Vargas divulgou um relatório referente ao Índice de Confiança do Consumidor. De acordo com o estudo esse número aumentou 2,8% quando comparado ao mesmo período do mês anterior (fevereiro). No mesmo relatório também foi divulgado o ISA (Índice de Satisfação Atual do brasileiro) que teve uma leve alta, passando de 140,5 pontos para 142,7. 

O IE (Índice de Expectativa) também subiu quando comparado ao mês anterior, atingindo a marca de 112,2 pontos contra 108,3 de fevereiro, o que representa um aumento de mais de 3,5%. 

Com relação à situação econômica, a maioria dos entrevistados avaliou como boa. Do total de consumidores consultados, 29,8% consideram que o Brasil passa por um bom momento econômico e 17,6% acham que o momento é ruim, vale lembrar que na pesquisa anterior o número de pessoas que avaliaram a economia como boa foi de 24,4%. 

Outro ponto abordado pela pesquisa é com relação ao desejo de compra de um bem durável, de acordo com os dados divulgados esse índice subiu 10% e fechou o período em 87,8%. Ao fazer uma comparação dos últimos seis meses com relação ao número de pessoas que desejam comprar algum bem durável houve um recuo de 4%, já aqueles que pretendem gastar menos com a aquisição desses bens também caiu, passou de 38% para 26%.

Por Joyce Silva



Índice de Confiança do Consumidor (ICC) – Março de 2012


A confiança do consumidor registrou alta no mês de março, quando comparado a fevereiro deste ano, segundo a pesquisa do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Os dados divulgados na segunda-feira (dia 26 de março) demonstraram que o crescimento no indicador foi de 2,8%, sendo que o ICC passou de 119,4 pontos para 122,7 pontos. Este foi o nível mais alto desde julho do ano passado, quando foram registrados 124,4 pontos.

O ICC avalia cinco itens que compõem a Sondagem de Expectativas do Consumidor. Avaliando-se os quesitos, foram registradas melhoras nas avaliações sobre o momento atual e também quanto ao esperado para os próximos meses.

O Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 1,6%, indo de 140,5 para 142,7 pontos. Já o Índice de Expectativas apresentou resultados melhores, com alta de 3,6%, passando de 108,3 para 112,2 pontos.

Ainda segundo a pesquisa, 29,8% dos consumidores acreditam que a situação econômica do país é positiva. Já 17,6% têm avaliação ruim sobre o momento atual.

O item que mais influenciou a alta do ICC foi a intenção de compras de bens duráveis.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Por Matheus Camargo



FGV – ICC caiu para 2,4% entre abril e maio


O governo consegue, aos poucos, atingir o objetivo de diminuir a intenção de consumo dos brasileiros, tanto que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) arrefeceu 2,4% entre os meses de abril e maio, de 118,2 pontos para 115,4 pontos.

A FGV assinala que essa situação ocorre pela terceira vez consecutiva, atingindo, assim, o menor patamar desde janeiro do ano passado, quando 112,6 pontos foram registrados. Tanto as expectativas aos próximos meses como ao momento atual despencaram.

O Índice de Expectativas (IE) baixou 2,4% entre abril e maio, passando de 106,3 pontos para 103,8 pontos, nível abaixo da média histórica e o mais tímido desde fevereiro de 2010. O Índice da Situação Atual (ISA), por sua vez, também recuou 2,4%, de 140,6 pontos para 137,2 pontos.

O medidor da fundação assinala diminuição no percentual das pessoas que julgam a situação econômica local como boa, de 29,2% para 25,8%. Proporcionalmente, opiniões dos consultados que a ponderam como ruim ascendeu de 21,2% para 21,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do ICC entre Março e Abril 2011 – Índice de Confiança do Consumidor


Os consumidores tiveram inúmeras possibilidades de melhorar de vida nos últimos meses desde que a crise financeira global foi superada. Um dos pontos mais positivos em meio ao consumismo exacerbado ocorreu, sem dúvidas, quando se destacou (por várias vezes) o termo confiança.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustrou decréscimo de 1,6% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre março e abril deste ano. Os 120,1 pontos do primeiro período foram substituídos por 118,2 pontos no seguinte, em outras palavras, a segunda queda consecutiva do indicador.

De acordo com a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA) decresceu 3,0%, de 145,0 pontos para 140,6 pontos, atingindo portanto, o menor nível desde outubro do ano passado.

O Índice de Expectativas (IE) também caiu no período, porém num patamar menos enfático. De março a abril a queda abraçou taxa de 0,5%, de anteriores 106,8 pontos para 106,3 pontos.

O levantamento também revela que a apreciação sobre a conjuntura econômica no país foi o elemento que mais pressionou a baixa do ICC no mês. O índice de pessoas que estimam a situação atual como boa decresceu de 34,7% para 29,2%, ao mesmo tempo em que a taxa daqueles que a avaliam como ruim saltou de 17,3% para 21,2%.

Os resultados dão um bom entendimento de que o consumidor está atento às novas dificuldades de consumo. Mesmo assim, a aquisição de serviços e bens pouco diminuiu desde que o Banco Central (BC) adotou medidas de restrição ao crédito. A desaceleração econômica está aí, mas deve ser bastante sentida em meados de junho, julho e agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – ICC apresentou queda em março de 2011


O panorama econômico brasileiro passa por situações de indefinição. Como medida para conter a inflação em 2011, no final do ano passado o Banco Central (BC) decidiu intervir ao adotar postura mais rígida na concessão de crédito a pessoas físicas e jurídicas. Há poucas semanas iniciou o ciclo de altas da Selic, a taxa básica de juros da economia. O consumidor, porém, continua disposto a gastar, algo que deve ocasionar novos apertos em breve.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam queda de 2% do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre o mês passado e março, para 120,1 pontos, ante 122,6 pontos de antes. Circunspeto por cinco quesitos da Sondagem de Expectativa do Consumidor, foi constatado altos e baixos no indicador.

A avaliação sobre o momento atual, por exemplo, apreciada por meio do Índice da Situação Atual (ISA), avançou 0,2% de fevereiro a março, para 145,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, recuou 3,8%, passando de 111,0 pontos para 106,8 pontos, portanto inferior à média histórica (107,8 pontos).

De todos os recursos envolvidos pelo ICC, o grau de otimismo quanto à evolução do ambiente econômico geral nos próximos seis meses apresentou baixa de 30,9% para 29,2%. Entre aqueles que preveem piora a taxa subiu para 21,3%, frente aos 17,0% de antes.

Se o cenário atual não se modificar e com os temores do BC, é possível a inserção de novas medidas para evitar alta da inflação. Nesta segunda-feira, quebrando uma série de altas, a previsão da Selic foi baixada para 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fecomercio – ICC apresenta Queda em Janeiro de 2011


O consumidor brasileiro se mostrou intensamente confiante com a economia do país no ano passado. A possibilidade de adquirir inúmeros bens, como carros e imóveis, além de televisores, geladeiras, entre outros, repercutiu de maneira positiva em inúmeros levantamentos, entre os quais o próprio Produto Interno Bruto (PIB), estimado para encerrar 2010 em 7,61%.

Apesar de a perspectiva poder ser estendida a 2011, o Banco Central (BC) decidiu adotar, há pouco tempo, algumas deliberações para restringir o crédito, no intuito principal de controlar a inflação. Este fator, ao que tudo indica, pode ter influenciado no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) relacionado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

De acordo com a instituição, o ICC apresentou decréscimo de 2,6% em janeiro de 2011 contra dezembro do ano passado, para 159,9 pontos, contra 164,2 pontos de antes. Em comparação ao período igual de 2010, porém, houve incremento de 0,8%.

Mesmo assim, ressalta a Fecomercio, o brasileiro se mantém otimista neste início de ano, pois o ICC é medido com pontuação entre zero e 200 pontos, ou seja, valores superiores a 100 pontos denotam confiança.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio-SP – ICC Paulistano – Crescimento em Dezembro de 2010


A crise financeira global acarretou ansiedade aos mercados em seu princípio (e assim ainda acontece em alguns locais). Atualmente, poucos são os países que podem comemorar sucesso quanto aos principais efeitos do colapso. O Brasil é um dos casos, juntamente a outros emergentes, entre os quais China, Rússia e Índia, todos integrantes do bloco denominado BRIC.

A atividade econômica pelo Brasil, por si, tem conseguido gerar bons frutos, tanto a pessoas físicas como a jurídicas. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), a confiança do público paulistano avançou 3,1% em dezembro, para 164,2 pontos, contra 159,3 pontos do mês passado.

De acordo com a Fecomercio, o índice de confiança do consumidor do mês tem por base uma série de fatores, tais como o incremento do 13º salário no bolso dos trabalhadores, o mercado de trabalho em ascensão e as condições de acesso ao crédito estabelecidas e observadas em 2010.

A federação prevê que nos primeiros seis meses do ano que vem o medidor de confiança ainda contabilizará o desempenho mais robusto da economia, embora ao segundo semestre um desaquecimento paulatino seja esperado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidor está mais confiante na Economia do Brasil


A imprensa é conhecida entre os estudantes de Jornalismo e interessados nos meios de comunicação como 4º do poder do país, pois sua sagacidade em noticiar informações X ou Y pode gerar efeitos positivos, como, também, negativos. Há casos distorcidos divulgados pela imprensa, como foi o famoso “Escola Base”, talvez um dos temas mais abordados dentro da academia.

Em contrapartida, já na atualidade, notícias diárias dão conta de que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva é uma das mais saudáveis do planeta num contexto geral, devido ao bom ambiente econômico puxado pela melhor distribuição de renda ao trabalhador e maiores percentuais de investimentos em diversos setores.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve alta de 0,6% entre abril e maio, conquistando, agora, 116,1 pontos. Reportagem emitida pelo veículo Folha UOL relata que a satisfação dos consumidores brasileiros em relação à economia foi a que mais contribuiu para a ascensão do medidor.

O estudo indica que embora a expectativa por uma melhor situação familiar tenha sido conquistada, por outro lado as estimativas ante a situação econômica local, aos próximos meses, cresceram 3 pontos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Confiança do Consumidor cresce no Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou informações relevantes em relação ao Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro. Em janeiro deste ano, houve uma recuperação em âmbito nacional de 0,6% ante o último mês do ano passado. Em dezembro, o índice teve queda de 2,4% em comparação com novembro.

De percentuais para pontuação, em dezembro de 2009 foram constatados 113 pontos, um pouco além do meio termo do índice de análise, pois o ICC é uma escala calculada com pontuação apurada entre zero e 200 pontos, ou seja, quanto mais perto de 200, maior é o nível de confiança do consumidor brasileiro.

No entanto, apesar de ter existido um aumento significativo, a FGV foi cuidadosa ao analisar o resultado conquistado. Segundo o instituto, existem dois movimentos diferenciados na apreciação: a melhoria na avaliação sobre a circunstância atual coligada a um arrefecimento no ritmo de otimismo para os próximos meses deste ano.

Fonte: Agencia Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei