Destaque em IBGE

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Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Rendimentos aumentam entre militares e funcionários públicos


O IBGE divulgou nesta semana dados que mostram a evolução nos rendimentos dos trabalhadores brasileiros.

De acordo com este estudo, os maiores ganhos foram para os militares e funcionários públicos com um aumento de 40,9%.

Este valor para as classes profissionais apresentadas acima ficou muito acima da média do rendimento no país que teve um crescimento de apenas 4,7%.

A única queda nos rendimentos no período entre 2000 e 2010 foi registrada para os empregadores com diminuição de 18,6%.

O IBGE analisou também a jornada de trabalho que ficou entre 40 e 44 horas semanais para 46% do total de trabalhadores, que representou um aumento em relação à última avaliação.

Enquanto isso, aqueles que cumpriam cargas horárias maiores diminuíram com redução de 17,3% para 12,7% de quem faz entre 45 e 48 horas e de 25,1% para 15,4% para aqueles que trabalhavam mais de 49 horas por semana.

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga dados sobre freqüência dos brasileiros no ensino superior


Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados relativos ao Censo Demográfico 2010 com informações sobre o uso dos brasileiros nos cursos de ensino superior.

De acordo com o estudo as mulheres são mais freqüentes nas faculdades de todo o país com 12,5% enquanto os homens estão presentes neste nível de ensino em apenas 9,95% dos casos.

Esta situação se reflete também no mercado de trabalho com um nível de ocupação no valor de 19,2% para as mulheres com nível superior completo e de somente 11,5% para os homens com este mesmo grau de escolaridade.

O IBGE realizou ainda a análise da freqüência escolar das crianças e adolescentes de 10 a 17 anos que ficou diretamente relacionada com a participação no trabalho já que apenas 5% das crianças que estudavam realizavam alguma atividade laboral e cerca de 17,5% daqueles que não iam à escola tinham algum tipo de ocupação laboral.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui crianças entre 10 e 13 anos trabalhando


O IBGE divulgou mais um tipo de dado relacionado ao Censo Demográfico 2010 e desta vez o assunto foi com relação ao trabalho infantil.

Segundo a pesquisa realiza pelo instituto o Brasil possui 5% das crianças com idade entre 10 e 13 anos no mercado de trabalho tanto na zona urbana quanto na zona rural; sendo que ao estratificar esta informação são alcançados 13,6% de crianças trabalhando no campo enquanto apenas 3,3% realizam este tipo de atividade nas cidades.

Ao considerar a legislação é terminantemente proibido no Brasil o trabalho para crianças menores de 17 anos com atividades árduas e contínuas que prejudicam o seu aprendizado e desenvolvimento na escola.

Ao separar este dado por sexo é possível perceber uma maior predominância entre os meninos que estão ocupados em 53,45 das situações enquanto que as meninas trabalham em apenas 35,1% dos casos analisados.

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga pesquisa com aumento das empresas ativas no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia) divulgou neste último mês de novembro dados do estudo “Estatísticas do Empreendedorismo 2010”.

Esta pesquisa foi realizada com base no Cempre (Cadastro Central de Empresas) e de dados dos setores de comércio, indústria, serviços e construção civil nos anos de 2009 e 2010.

Nesta análise, de forma geral, foi identificado que o percentual de empresas ativas no Brasil foi 6,1% maior em 2010 do que o registrado para o ano de 2009 representando um total de 4,5 milhões de empresas com 37,2 milhões de pessoas envolvidas em suas atividades.

Ao estratificar este dado geral é possível obter um aumento de 7,5% nas empresas com no mínimo um assalariado e de 8,3% em empresas tendo mais de 10 funcionários com um salário médio de R$1.400,00 sendo ofertado.

Deste total de empresas ativas em 2010, o maior destaque ficou com as EAC (Empresas de Alto Crescimento) que aumentaram o seu total de empregados em 20% nos últimos três anos considerados.

Ao analisar os motivos deste crescimento, Cristiano dos Santos gerente da pesquisa realizada pelo IBGE atribuiu este aumento importante ao incremento na demanda interna do mercado com uma diminuição das exportações e um maior volume de comércio no interior do país que estimulou a criação de mais empresas no Brasil.

Fonte: Agência do Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Índice de Desemprego no Brasil – Queda em Maio de 2012


Segundo informações publicadas no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego atingiu 5,8% em maio, recuando 0,2% em comparação ao mês de abril do ano corrente. Desde que o Instituto começou a fazer a Pesquisa Mensal de Emprego, nunca a taxa havia ficado tão baixa.

Ainda de acordo com os dados apresentados pela pesquisa, a taxa de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, no comparativo anual, apresentou uma elevação de 3,9%, fato este que segundo o IBGE representa a criação de 427 mil novos postos de trabalho.

Outro dado importante revelado pela pesquisa aponta que o rendimento médio, na comparação anual, aumentou em três das seis regiões pesquisadas. Entre as regiões que registraram aumento estão: Recife, São Paulo e Belo Horizonte. Por outro lado, Salvador e Porto Alegre apresentaram queda no valor da renda média. Entretanto, cabe salientar que a renda média mensal manteve-se acima se comparada ao mês de maio de 2011, não apresentado queda em nenhuma das regiões pesquisadas.

Para conferir mais informações sobre a Pesquisa Mensal de Emprego, acesse o site www.ibge.gov.br.

Por Thiago José Fernandes



IPCA-15 apresentou alta em abril de 2012


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,43% em abril. O resultado é maior do que o apresentado em março, quando foi registrado 0,25%.

Somando o valor de todos os meses deste ano, o índice ficou em 1,87%, resultado bem inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando ficou em 3,14%. Além disso, no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa fechou em 5,25%, resultado também inferior ao valor dos 12 meses anteriores, que ficou em 5,61%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na terça-feira (24/04).

O resultado acelerado do IPCA-15 foi influenciado principalmente pelos setores de despesas pessoais (de 0,6% para 1,43%) e de habitação (0,44% para 0,75%). O grupo habitação foi impulsionado pelo aluguel residencial, condomínio, mão de obra, artigos de limpeza e água e esgoto. Já na questão despesas pessoais, os destaques ficaram para o cigarro, empregado doméstico, cabeleireiro e manicure.

Das taxas regionais, a maior alta foi no Rio de Janeiro, que teve variação de 0,65%. Já o menor índice foi registrado em Salvador, de 0,09%.

O IPCA-15 teve seus dados coletados entre 15 de março e 13 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE



Renda média do trabalhador no Rio de Janeiro – Alta em fevereiro de 2012


A renda média do trabalhador no Rio de Janeiro bateu recorde no mês de fevereiro desse ano, as informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. De acordo com o órgão, o trabalhador fluminense teve aumento de 3,7% na renda média mensal, o que representa um aumento anual de 0,4%, os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Emprego realizada pelo Instituto.

O salário no Estado do Rio de Janeiro é o melhor desde fevereiro do ano de 2003, o valor apresentado foi de R$ 1.805. Quando comparado ao primeiro mês do ano, a alta foi a maior entre as regiões consultadas para a pesquisa, chegou inclusive a superar o índice de São Paulo que ficou em 2,6%. Vale ressaltar que São Paulo é a região com a maior renda nacional.

Ainda segundo informações do IBGE, o Rio de Janeiro teve a maior média nacional com relação ao poder de compra. Outro ponto de destaque foi a taxa de ocupação do Estado, que passou de 51,6% em 2011 para 52% nesse ano. A maior taxa de emprego foi registrada nos setores de construção e comércio.

Por Joyce Silva



Vendas no varejo – Alta em janeiro de 2012


O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – divulgou a sua pesquisa mensal sobre o comércio e constatou alta de 2,6% nas vendas no varejo, sendo que a receita nominal cresceu 3,6%. Este resultado é referente ao primeiro mês do ano em comparação a dezembro de 2011.

De acordo com o IBGE o resultado apresentado para esse período é o melhor desde 2010, pois em fevereiro desse ano as vendas aumentaram 3%. Quando levado em consideração o acumulado em 12 meses o aumento foi de 7,3%.

Ao todo foram pesquisadas pelo Instituto dez atividades do comércio, em que sete apresentaram resultados positivos quando comparados ao último mês do ano passado. Os setores que mais se destacaram foram os de produtos alimentícios, fumo, hipermercados, supermercados, calçados, tecidos e vestuário. Quando comparados com janeiro de 2011, nove dos dez setores pesquisados apresentaram bons resultados. Apenas um segmento registrou queda, foi o de combustíveis e lubrificantes que fecharam o período com baixa de 0,7%.

A pesquisa também analisou o volume de vendas nas 27 unidades da federação, de acordo com o estudo foi constatado um aumento em 25 regiões, somente o Rio Grande do Norte e o Amazonas apresentaram números negativos e fecharam o período com baixa de 1,2% e 0,2%, respectivamente.

Por Joyce Silva



Produção industrial apresentou queda em janeiro de 2012


Os números da produção industrial em nove regiões apresentaram queda, foi o que mostrou uma pesquisa realizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Segundo as informações da instituição, as perdas mais significativas foram as dos Estados do Pará e Paraná com 13,4% e 11,5%, respectivamente. Quando levado em consideração a média de perda nacional, que é de 2,1%, outros Estados também apresentaram resultados significativos como o Rio de Janeiro e o Ceará, que fecharam o mês de fevereiro com perdas de 5,9% e 3,1%, respectivamente, percentual maior que o apresentado na média nacional.

Mesmo ficando na média, os outros locais que apresentaram queda na produção foi São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco.

Porém algumas regiões registraram um aumento em suas produções como a Bahia, que apresentou aumento de 12,6%, seguido da Região Nordeste com 5,7%, Goiás com 3,3%, Rio Grande do Sul com 0,5% e o Amazonas com 0,1%.

Ao todo foram pesquisados 14 locais de todo o país, sendo que o documento levou em consideração o fato de que o mês de janeiro de 2012 teve um dia útil a mais que o mesmo mês no ano passado.

Por Joyce Silva



IPCA-15 apresentou alta em fevereiro de 2012


Os custos com a mensalidade escolar das famílias brasileiras fizeram com que a inflação subisse 0,53% no mês de fevereiro. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através dos dados do IPCA-15, Índice que mede os preços passados aos consumidores.

Mesmo com esse aumento, a alta apresentada no mês de fevereiro foi menor que a registrada em janeiro quando o valor chegou a 0,65%. Em 2012 a alta acumulada da inflação foi de 1,18%, sendo que quando contabilizado os últimos doze meses o acúmulo é de 5,98%.

O período base usado pelo IBGE foi de 15 de janeiro a 15 de fevereiro, durante esse tempo foram registradas todas as variações de preços, o IPCA-15 é considerado uma prévia do IPCA oficial, que mede a inflação de todo o mês.

A melhor variação registrada pelo Instituto foi com relação aos preços dos alimentos. Eles fizeram com que esse índice reduzisse ainda mais. Os alimentos citados na pesquisa abrangem não só o grupo de alimentação como também as bebidas.

Já as despesas com material escolar foram as que mais contribuíram para o aumento da inflação, o grupo foi o responsável por 5,66%, na pesquisa anterior o percentual apresentado nessa categoria foi de 0,39%.

Por Joyce Silva



IBGE – IPCA-15 tem queda de 0,07% em maio


As preocupações com a alta da inflação estão na ponta da língua dos consumidores. O governo cunhou medidas como restrição ao crédito e aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic, para evitar que esse leão volte a rugir em todo o país. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no dia 20 (sexta-feira), em sua página na internet, o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), o qual registrou variação de 0,70% em maio.

O índice apurado se situa, portanto, abaixo da taxa de 0,77% do mês de abril, mas no acumulado do ano o IPCA-15 apresenta resultado positivo de 3,86%, acima da variação do período análogo de um ano atrás (3,16%).

Nos últimos 12 meses encerrados na primeira quinzena de maio, o indicador aglomera taxa de 6,51%, sensivelmente acima dos 6,44% do mesmo intervalo anterior.

O IBGE pondera que a diferença de 0,07% de abril para maio tem por origem, em especial, os índices dos grupos Alimentação e Bebidas, cuja taxa arrefeceu de 0,79% para 0,54%, e Transporte, que recuou de 1,45% para 0,93%.

Variação em recuos também foi constada no grupo Artigos de Residência. Neste caso, o índice cedeu de -0,07% para -0,28%, movimento semelhante ao registrado em Vestuário, de 1,46% para 1,30%, e em Educação, de 0,07% para 0,05%.

No sentido oposto, o IBGE constatou aumento de 0,06% para 0,09% na categoria Educação, de 0,72% para 0,93% em Habitação, de 0,51% para 0,81% no grupo Despesas Pessoais e de 0,57% para 0,96% em Saúde e Cuidados Pessoais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Vendas no varejo têm aumento de 1,2% em março


Em ambiente de desaceleração econômica, parte da população sente o peso das iniciativas abraçadas pelo Banco Central (BC), adotadas ainda quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente do país. Embora o consumo dê sinais de enfraquecimento nos dias atuais, alguns índices dos três primeiros meses do ano continuam positivos.
Em março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio varejista registrou avanço de 1,2% no volume de vendas e de 1,4% em termos de receita nominal. O crescimento, comparado a fevereiro, considera dados com ajustes sazonais.
O IBGE aprecia que sem os ajustes sazonais o varejo conquistou alta de 4,1% em relação a março do ano passado no assunto vendas, 6,9% se considerado o acumulado do trimestre inicial de 2011 e 9,5% nos últimos 12 meses. Em relação à receita nominal, as taxas encontradas foram 8,5%, 11,6% e 13,5%, respectivamente, maiores.
De acordo com o instituto, das dez atividades sondadas, oito registraram incremento em seus percentuais, com destaque para veículos & motos, partes & peças, cuja alta chegou a 3,8%. Seguiram o item equipamentos & material para escritório, informática & comunicação, 3,5%, material de construção, 2,8%, móveis & eletrodomésticos, 1,6%, livros, jornais, revistas & papelaria, também 1,6%, outros artigos de uso pessoal & doméstico, 1,4%, tecidos, vestuário & calçados, 1,1%, e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas & fumo, 1,0%.
No sentido oposto foram constatados decréscimos em combustíveis & lubrificantes e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria & cosméticos, cada qual com índice negativo de 0,1%.
No confronto anual, ou seja, sem ajustes sazonais, ressalta o IBGE, todas as atividades registraram aumento.
Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA apresentou queda em abril de 2011


O final de 2010 foi marcado por mudanças no panorama econômico brasileiro, embora a população ainda não tenha sentido, em maio de 2011, os efeitos tanto desejados pelo governo. Entre novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a seguir postura mais cautelosa quanto ao consumo dos cidadãos por meio de adoções de restrição ao crédito e ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou brevemente para 0,77% em abril, ante taxa de 0,79% do mês anterior. No acumulado do ano o avanço chega a 3,23%, ou 0,58% superior aos 2,65% do primeiro quadrimestre de 2010.

O grupo Alimentação continua em rota de baixa, tanto que a taxa de 0,75% de março passou para 0,58% em abril. Mesmo assim, o IBGE registra alta de 2,75% entre janeiro e o mês passado. Tomate, açúcar cristal, arroz e carnes foram os produtos que descreveram os maiores decréscimos no período, enquanto as grandes altas ficaram para:  batata, feijão carioca, ovos, leite pasteurizado, refeição fora de casa e pão francês.

Segundo o IBGE, o grupo Transporte delineou elevação de 1,56% para 1,57% de março para abril, enquanto Vestuário passou de 0,56% para 1,42%. Alta também foi descrita em Saúde & Cuidados Pessoas, de 0,45% para 0,98%, enquanto a taxa em Habitação subiu de 0,46% para 0,77%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – INPC cresce para 0,72 em abril de 2011


No intuito de oferecer um panorama aos consumidores sobre os principais grupos de bens e serviços, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que entre março e abril passou de 0,79% para 0,77%.

No mesmo levantamento, o IBGE apontou aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 0,66% para 0,72%. No acumulado do ano, ou seja, no primeiro quadrimestre, a taxa chegou a 2,89%, portanto mais alta em comparação à ocasião similar de um ano atrás, enquanto nos últimos 12 meses aglomerou percentual de 6,30%, praticamente idêntico aos 6,31% do momento anterior.

De acordo com o IBGE, a taxa de variação dos produtos alimentícios desacelerou para 0,63% no mês passado, ante 0,72% de março. O índice dos produtos não alimentícios, porém, subiu de 0,63% para 0,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA-15 apresentou queda em março de 2011


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ganha fama popular, infelizmente, durante os Censos. Em todos os meses, de todos os anos, a instituição elucida ao país vários medidores econômicos, como é o caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que em março ilustrou variação de 0,60%, taxa abaixo da registrada no mês anterior, de 0,97%.

Responsável por explanar dados acumulados dos últimos três meses do IPCA-15, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) abraçou taxa de 2,35% entre janeiro e março de 2011, superior, portanto, à variação de 2,02% do período igual de um ano antes. Enfatizando os últimos 12 meses, 6,13% foram registrados, também acima do intervalo análogo imediatamente anterior, de 6,08%.

O IBGE aponta ter ocorrido diminuição no IPCA-15 deste mês em função da categoria Educação, uma vez que o efeito dos reajustes sazonais de janeiro se manifestou no mês seguinte. O grupo, pondera o instituto, contraiu acréscimo de 1,03% no primeiro período do ano, pulando para 5,88% em fevereiro.

O destaque no sentido oposto (baixa) ficou ao cargo da categoria Alimentação, cujo índice decaiu para 0,57% em fevereiro, contra 0,46% de antes. Houve quedas e altas nos preços individuais, tanto pelo tomate, com índice aumentando 16,57%, como pelas carnes, com taxa decrescendo 2,33%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA apresentou variação de 0,80% em fevereiro de 2011


Responsável pelas informações oficiais relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulga para a população outros indicadores da atividade econômica. No  dia 4 de março, anunciou variação de 0,80% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, taxa inferior à registrada em janeiro, de 0,83%.

De acordo com o IBGE, no acumulado de 2011 o índice contabiliza percentagem de 1,64% e nos últimos 12 meses, de 6,01%. A categoria Educação sofreu avanço de 5,81% no mês e 0,41% para o IPCA, então impulsionada pelo incremento de 6,41% nas mensalidades dos cursos de ensino formal.

A categoria Despesas Pessoais saltou de 0,83% de janeiro para 1,43% de fevereiro em função da elevação nos preços dos cigarros (3,64%) e jogos de azar, que apresentaram variação de 0,86% para 9,72%. O grupo Transporte, por sua vez, decresceu de 1,55% para 0,46% na base comparativa fevereiro-janeiro. As tarifas dos ônibus urbanos (4,13% para 1,30%) foram um dos fatores que motivaram a queda da taxa.

O IBGE pondera que a categoria Habitação registrou arrefecimento de 0,61% para 0,32%. O índice da mão-de-obra para pequenos reparos, neste grupo, caiu de 1,43% para 0,47%, enquanto o condomínio passou de 1,27% para -0,90% e artigos de limpeza de 0,81% para 0,08%.

Conforme já previsto no final do ano passado, após períodos de altas durante 2010, o grupo Alimentação apresentou baixa de 1,16% para 0,23% dentro do IPCA, com destaque para carnes, que decresceram para -2,81%, contra -0,19% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



IBGE – Agroindústria apresentou crescimento em 2010


Um dos principais setores presentes no Brasil, a agroindústria alcançou bons números no ano passado. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço do segmento foi de 4,7% no período, contra baixa de 4,8% registrada em 2009. A elevação, por sinal, é a mais robusta desde 2007, quando houve expansão de 5%.

Com crescimento de 14,6%, o grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos agrícolas foi um dos grandes destaques, inferior, porém, ao ramo de madeira, que obteve salto de 25,2% em seus números. Os produtos industriais, por sua vez, contabilizaram acréscimo de 12,5%, amplamente ajudados pela fabricação de equipamentos e máquinas agrícolas em maior escala.

Uma das grandes e mais recentes preocupações está relacionada às exportações, algo que para o setor foi até positivo no ano passado em comparação a 2009, graças aos dados relacionados a grãos de soja, carnes bovinas e couros e peles.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



IBGE – INPC apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados na terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) abraçou taxa de 0,94% no mês passado, exato 0,34% superior ao registrado em dezembro de 2010 (0,60%).

O IBGE ressalta que no acumulado dos últimos doze meses encerrados em janeiro de 2011, o INPC atingiu índice de 6,53%, sucintamente acima do período igual de um ano antes, quando 6,47% fora registrado.

A taxa dos produtos alimentícios variou 1,02% no mês passado, contra 1,12% de antes, ao mesmo instante em que o índice dos não-alimentícios cresceu 0,90%, ante 0,37% constatado em dezembro de 2010.

Separado por regiões, o estudo do IBGE revela que em Belo Horizonte a alta do INPC foi a mais acentuada, de 1,31%, graças ao aumento das tarifas dos ônibus urbanos, de 6,52%, e dos intermunicipais, de 6,72%. Porto Alegre, por outro lado, encabeçou o índice mais brando, de 0,30%, com alimentos e transportes com taxas respectivas de 0,19% e 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



IBGE – IPCA apresentou crescimento em janeiro de 2011


Embora desconheça alguns termos econômicos na teoria, boa parte da população sabe muitas informações de maneira prática, no dia-a-dia em mercados, pequenos estabelecimentos comerciais e feiras ao ar livre. A preocupação com a alta da inflação, porém, é sabiamente conhecida entre as pessoas de 40 ou mais anos de idade, justamente pelo Brasil ter passado longos períodos negros em sua história.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,83% no mês passado, estabelecendo-se um pouco acima do índice diagnosticado em dezembro, de 0,63%. O instituto assinala ser essa a maior taxa verificada desde abril de 2005, época em que a variação foi de 0,87%. No acumulado anual o índice chegou a 5,99%, e nos últimos 12 meses a 5,91%.

As categorias Alimentação & Bebidas e Transportes foram as que responderam com mais veemência no relativo ao IPCA de janeiro, uma vez que contribuíram com variação de 0,27% e 0,29%, respectivamente, ou 67% de todo o IPCA.

Segregado por subcategorias, refeição em restaurante apresentou decréscimo na variação de 1,98% para 0,97%, assim como frango inteiro, de 4,81% para 0,93%. Por outro lado, o índice de preços do tomate cresceu para 27,11%, contra 8,86% de antes, cenoura, de 14,93% para 22,32%, frutas, de -0,88% para 4,40%, e hortaliças, de 4,19% para 15,57%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



IPCA – Crescimento em Dezembro de 2010


Dados enunciados no dia 7 de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,63% no mês passado, contra 0,83% do registrado em novembro. Com isso, o medidor, em todo ano, ficou acima do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo governo, mais especificamente em 5,91%.

Apesar de o índice se prostrar um pouco acima, ainda assim permanece dentro da meta, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a agência de notícias Reuters, esse é o maior resultado já vislumbrado desde 2004, ocasião na qual a inflação encostou na percentagem de 7,6%.

Em nota, o instituto sopesa que os produtos com maior aceleração até novembro foram responsáveis pela baixa sentida em dezembro, entre os quais do grupo Alimentação, com destaque para as carnes (10,67% no mês retrasado para 2,25% no período seguinte).

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Classe C – Consumo em 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a classe C brasileira representa 50,5% de toda a população. Essa casta, como muito bem mensuram jornais impressos e onlines, tem se mostrado propensa a participar ativamente da economia, tanto por meio da aquisição de bens duráveis como, também, através de produtos perecíveis e outros mais.

Segundo pesquisa edificada pelo instituto Data Popular, a classe C consumiu, neste ano, 41,35% do total de serviços e bens situados nas áreas urbanas. Unidas, as classes A e B consumiram índice pouco superior, de 42,9%. Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que todas as hierarquias arroladas gastaram R$ 2,1 trilhões em 2010.

Nos últimos anos, o avanço do consumo da nova classe média foi se robustecendo. Para se ter ideia, em 2002 representava 25,8% do total de serviços e bens, enquanto as castas A e B respondiam por 58,1%.

Na concepção de Renato Meirelles, diretor do instituto, o desempenho reflete o incremento das famílias emergentes na sociedade e o discernimento de escolha popular, fundamentado no custo vs benefício de mercadorias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA-15 – Queda em Dezembro de 2010


Dados enunciados na terça-feira (21/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram decréscimo da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de dezembro. A alta de 0,69% no mês contra 0,86% de novembro teve como fator primordial o menor custo dos alimentos.

Em nota, o IBGE pondera que a desaceleração relacionada aos preços dos alimentos abarcou índice de 1,84% em dezembro, ante 2,11% do mês passado. Apesar do arrefecimento, segundo a agência de notícias Reuters o grupo Alimentação e Bebidas ainda tem representação expressiva no IPCA-15, de 62%.

Os itens que sofreram recuo foram o pão francês, o leite e o açúcar cristal, com destaque para o feijão preto, o feijão carioca e a batata inglesa. Por outro lado, as carnes, que ilustram significativa aceleração desde o início do ano, contraíram acréscimo de 8,32% no mês, contra 6,10% em novembro.

No acumulado anual até o levantamento em questão, o IPCA-15 contabiliza elevação de 5,79%, acima do índice de 4,18% observado no período igual de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – PIB brasileiro – Crescimento no 3º Trimestre de 2010


Cálculos efetivados pelo Banco Central (BC) indicam expansão de 7,55% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano no confronto a 2009. No primeiro trimestre fora abalizado índice de crescimento em 2,7% ante três meses anteriores, denotando importante avanço, base sustentada em particular pelas medidas adotadas pelo governo no intuito de afastar a crise financeira do país.

No terceiro trimestre de 2010, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,5% ante o período entre abril e junho e 6,7% no confronto anual. De acordo com a Reuters, embora tenha superado alguns prognósticos, a retração de 1,3% e 1,5% dos setores agronegócios e indústria, respectivamente, foi o precursor do resultado.

Por outro lado, o segmento de serviços colaborou positivamente para o avanço do PIB devido ao incremento de 1%. Economistas avaliam a desaceleração como positiva, pois na medida em que os índices ilustram inflação em ascensão, existem suposições de aquecimento excessivo da economia, algo que teria de ser combatido por meio de aumento do juro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA atinge o maior índice desde 2005 – Novembro de 2010


Os brasileiros podem conferir em açougues e mercados o avanço nos preços da carne. Em estabelecimentos de bairro, por exemplo, o quilo da Alcatra já fora comercializado meses atrás por R$ 14,90, mas recentemente contempla valor de R$ 19,90, em média, alta de 33,56%.

Informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de acordo com a Reuters relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou para o maior patamar desde o princípio de 2005, denotando, desse modo, o crescimento mais robusto dos alimentos desde 2002.

O instituto assinala alta de 0,83% no indicador no mês passado, acima do 0,75% de outubro. Mencionado anteriormente em meias palavras, o grupo Alimentação, acompanhado por bebidas, acelerou entre o período retrasado e novembro para 2,22%, ante 1,89% de antes.

Para Eulina Nunes dos Santos, economista do IBGE, a alta da carne, recorrente em todo o mundo, justifica-se com base na seca e o consequente prejuízo aos pastos, tanto que o gado precisa ser confinado e é necessário nutri-lo por meio da soja e do milho, também com avanços no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria – Aumento em Julho 2010


O emprego no setor da indústria no mês de julho cresceu 5,4% em relação a julho de 2009, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mês de junho, a alta registrada foi de 0,3%,

Os dados foram colhidos através da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, que foi divulgada nesta sexta-feira (10). O crescimento no período foi o maior registrado pelo Instituto desde o início da série histórica, em 2001.

O acumulado do crescimento do emprego na indústria nos últimos 12 meses foi de 2,9%. Segundo o IBGE, a taxa de julho traz a continuidade de sete resultados positivos consecutivos no setor da indústria.

Por Luana Neves



IBGE – redução na produção em junho


A Copa do Mundo realizada na África do Sul exerceu grandes impactos no país-sede e também no Brasil, apesar da seleção canarinho ter sido derrotada pela Holanda nas quartas-de-final do evento. As famosas vuvuzelas, por exemplo, renderam à nação africana e à China, uma das fabricantes, aumento na confecção e a decorrente comercialização do artefato.

Os brasileiros acompanharam os jogos em horários durante o expediente; em alguns casos, os funcionários até foram dispensados de suas atividades. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve arrefecimento de 1% na indústria em junho em confronto a maio, justamente pelas horas não-trabalhadas nesse período.

André Macedo, economista da entidade, revela perdas principalmente na produção de bens finais em detrimento aos de produção contínua. Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, porém, o especialista amenizou a total culpa do mundial de futebol ao relacionar que os níveis de estoques em alguns setores podem ter comprometido a cadência da atividade industrial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mais da metade dos trabalhadores brasileiros possuem carteira de trabalho assinada


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relatou, no início desta semana, que mais da metade dos trabalhadores atuantes pelas empresas privadas nas metrópoles do Brasil possuem carteira de trabalhado assinada. Segundo a entidade, essa é a primeira vez que isso é assinalado em 16 anos.

Quintino Severo, secretário-geral da Confederação Única dos Trabalhadores (CUT), avalia com empolgação os resultados, pois, para ele, a maior formalização do mercado de trabalho e a melhoria dos salários apontam que o Brasil saiu rapidamente da crise. Flavio Castelo Branco, economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), pondera, com os resultados, que esse fator favorece o crescimento do país.

Embora os resultados sejam importantes para o governo, a informalidade ainda continua em alta. Se houvesse maiores incentivos, certamente os percentuais apregoados aumentariam. Inúmeros trabalhadores preferem ter dinheiro incerto, mas promissor, a emprego fixo, garantido e pouco rentável.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego na Indústria volta a crescer no Brasil


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), depois de nove meses em queda, o nível de emprego na indústria volta a crescer. A informação de que houve uma alta de 0,4% em julho em relação à junho foi divulgada nessa terça-feira, dia 03.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a folha de pagamento caiu 1,6% na comparação com o mesmo período em 2008. Em relação aos últimos doze meses, houve avanço de 1,5%. O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve a terceira variação positiva, com alta de 0,1% frente a junho.



Desempregados e Mulheres são os que mais buscam por qualificação profissional segundo Pesquisa do IBGE


De acordo com dados divulgados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os brasileiros que estão desempregados são os que mais procuram por uma qualificação profissional

Outro dado é que as mulheres são as que mais tentam se qualificar, concluir o ensino ou se alfabetizar.

Pesquisa também revelou que muitos que começam a fazer algum curso de qualificação não conseguem concluir por falta de tempo e, principalmente, dinheiro.