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Governo amplia Redução do IPI para Outros Setores


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na terça-feira (dia 27 de março) que vai prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos da linha branca e também vai ampliar para os produtos dos segmentos de móveis, laminados, luminárias e papéis de parede. A desoneração vai valer até o dia 30 de junho.

O motivo da ampliação do benefício são os bons resultados apresentados desde que o decreto foi aprovado, em dezembro de 2011. Neste período, as vendas no varejo cresceram numa média de 22%, considerando-se o primeiro trimestre do ano.

O Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) disse que apoia as medidas apresentadas por Guido Mantega. A instituição afirmou ser favorável a este processo há meses devido à influência positiva que causa em toda a cadeia do varejo, principalmente para o consumo de bens duráveis.

Fonte: IDV

Por Matheus Camargo



Novo valor do Salário Minímo 2011 em pauta


Na próxima terça-feira, 15/02/11, Guido Mantega participará da comissão especial na Câmara dos Deputados para discutir com as centrais sindicais sobre o valor do novo salário mínimo.

Guido Mantega propôs em 14/01/11 a correção do salário mínimo de R$ 540,00 para R$ 545,00, apenas R$ 5,00 a mais e afirmou que em 2012 haverá uma política que gere reajustes de 13% a 14% "o aumento será substancial". Do outro lado, os sindicalistas defendem a correção do valor para R$ 580,00, os sindicatos alegam que o governo não está cumprindo com o acordo feito com as centrais, que prevê a correção acima da inflação de 2011.

Já Dilma quer manter uma política fiscal acirrada e pretende não conceder nenhum aumento ao salário mínimo além da inflação. O líder do governo na Câmara, deputado Candido Vaccarezza (PT-SP) afirma que o novo valor do salário será de R$ 545,00.

A comissão especial pretende chegar a um entendimento entre as centrais e governo, para então após a discussão, encaminhar a votação junto ao Congresso Federal na quarta-feira, 16/02/11.

Por Dennys Steidle



Governo de Dillma Rousseff – Diminuição dos Tributos de maneira Equilibrada


Os juros praticados no Brasil, dizem senso comum e especialistas, são um dos mais altos de todo o mundo. Esse discurso, vez ou outra ilustrado por meio da imprensa, poderá ganhar nova tonalidade caso a intenção de Guido Mantega, ministro da Fazenda, seja realmente seguida.

Em sua concepção, o governo continuará a política de diminuição de tributos, mas de maneira equilibrada, com foco na competitividade. Segundo o portal de Economia UOL, Mantega assegura que um dos escopos do governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, é arrefecer a dívida líquida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) para 30% ao final de sua gestão, bem abaixo do índice do ano passado, de 42,8%, e dos 41% projetados para 2010.

O déficit nominal, um dos pontos abordados pelo ministro, poderá, caso suas expectativas sejam atendidas, chegar a 0,2% no último ano do novo governo. Atualmente representa 2,1% do PIB enquanto o de países europeus atinge a casa de 32%.

Para sustentar a tendência de desenvolvimento sustentável, diz Mantega, a intenção é diminuir gastos de mantimento do governo, tais como ao arrefecer subsídios ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), adoção que viria a aumentar a participação do segmento privado no financiamento de longo prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Multimoeda é defendida por Mantega


Atacando direta e indiretamente a injeção de US$ 600 bilhões na economia norte-americana proveniente do banco central do país, o Federal Reserve (Fed), Guido Mantega, ministro da Fazenda brasileiro, avaliou que o sistema financeiro mundial deve ser reformulado para afastar a ideia de fundamentar-se somente no dólar.

Em sua visão, a alteração deveria acontecer para atalhar que casuais colapsos nos Estados Unidos apreendam os demais países. Acredita, de acordo com a Band Online, que o interessante seria deliberar uma nova ordem no sistema de finanças global por meio de uma conjuntura denominada multimoeda.

Ressabiado com a atitude levada adiante pelos EUA, Mantega ressaltou que o problema fica pior quando a nação mais importante adota esse tipo de política, ou seja, a famigerada guerra cambial. Mesmo assim, mostrou-se confiante com a possibilidade de a cúpula do G20 (grupo que compreende os 20 países mais desenvolvidos do planeta e emergentes) decidir algo relevante para o mundo.

Mantega acredita que o relatório final do debate do G20 abarcará o sinal de alerta de fatia da comunidade internacional sobre a iminência de desequilíbrio sobre a economia derivado da adoção de medidas distintas a partir de alguns governos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Juros mais baixos em 2011, afirma Mantega


Consumidores e empresários sempre mostraram preocupação, praticamente descontentamento, com as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Especialistas creditam ao país um dos possuidores dos maiores índices em todo o mundo, porém, Guido Mantega, ministro da Fazenda, ponderou recentemente que a partir de 2011 será possível diminuí-las.

Mantega, o alcance desse desígnio será determinado pelo arrefecimento nos gastos público, pela queda das taxas de juros e pelos subsídios por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com o ministro, Dilma almeja trabalhar com percentuais menores, tanto que acompanha, nos dias atuais, todos os motes envoltos ao tema.

Como o objetivo é esse, Mantega avalia que a iniciativa privada também atue conjuntamente. Segundo ele em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, a inflação vem crescendo devido à elevação dos alimentos, sobretudo arroz e trigo, e das commodities.

No intuito de elucidar uma opinião quase pessoal, Mantega examina que a alta da inflação é oriunda de todo um cenário global e não somente de assuntos estritamente locais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB do Brasil em 2010 pode ter aumento de 6,5%, diz Guido Mantega


A expansão econômica obtida pelo Brasil, nos últimos meses, tem atraído a atenção internacional, sobretudo dos países mais desenvolvidos, que ainda não conseguiram entrar nos trilhos, em geral, para suplantar as consequências herdadas pela crise financeira global. No primeiro trimestre deste ano, o ambiente brasileiro conheceu expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009 e 9% em confronto anual.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, ressaltou existir, em junho, desaceleração na atividade do país, situação que fará o Brasil conquistar crescimento real do PIB em até 6,5% ao final de 2010, percentual que vem a acalmar aqueles, segundo ele, que emitiram informações sobre superaquecimento econômico da nação, riscos de bolhas, entre outros.

Embora seu discurso soe um tanto pessimista a alguns, Mantega avalia que o crescimento do país atravessa um momento sustentável, permitindo ao Brasil liderar, futuramente, o crescimento mundial juntamente a China, Índia e Rússia.

Em reportagem justificada pelo portal de economia UOL, o ministro relacionou queda nos índices inflacionários, item que ficará na meta estabelecida há meses, um pouco acima de 5%.

Se o próximo governo, ainda sem nome certo, mantiver os conceitos atuais, provavelmente o foco econômico mundial será, realmente, mais ao sul.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise na Grécia – Brasil contribuirá com US$ 286 milhões


A crise grega tem atingido as bolsas de valores de quase todos os países, desenvolvidos ou não, gerando incertezas futuras, medos e medidas de várias nações para tentar frear as quedas econômicas. O dólar, que antes estava subvalorizado em relação ao real, tem dado lá suas guinadas ante à moeda brasileira em virtude dos impactos na Europa.

Em anúncio feito na última sexta-feira, 7 de maio, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, assegurou que o país colaborará com o pacote de auxílio financeiro aos gregos, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia. Segundo a autoridade política, o Brasil fornecerá US$ 286 milhões, com recursos procedentes das reservas internacionais da nação.

Após mencionar alguns detalhes da empreitada, Mantega relatou que a crise financeira europeia não afetará o Brasil, visto que, segundo ele, a nação possui economia sólida, com mais de US$ 245 milhões em reservas.

Confira mais informações ministradas por Mantega no Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



País está preparado para maior crescimento, avalia Mantega


Na linha de pensamento das principais autoridades mundiais e, também, de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegura que o país está pronto para perceber taxas mais elevadas de desenvolvimento no sentido econômico, embora prefira não arriscar qualquer percentual.

Segundo Mantega, que teve discurso mencionado pela agência de notícias Reuters, a nação brasileira já dá sinais de que pode obter crescimento de 5% de maneira sustentável, de modo a manter as contas públicas controladas e a conservação e controle da inflação.

Caso o discurso do ministro da Fazenda não seja meramente especulativo, os brasileiros poderão observar, em breve, os reais efeitos do crescimento. Maior poder aquisitivo, acesso a crédito e aumento no número de oportunidades de emprego são alguns dos principais indicativos para o otimismo e segurança do governo federal.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Guido Mantega pode anunciar Medidas de Incentivo para Bens de Capital


Novas medidas de incentivo ao setor produtivo poderão ser anunciadas em 9 de dezembro por Guido Mantega, ministro da Fazenda. O político deverá estender o prazo de concessão de subsídios do Tesouro Nacional à linha de financiamento do Banco de Desenvolvido Econômico e Social (BNDES), para que seja possível adquirir e produzir bens de capital, além de inovações primordiais no campo tecnológico.

A Agência Estado, com base em reportagem veiculada pelo jornal impresso O Estado de S. Paulo, informou que a prorrogação da isenção de PIS e Cofins envolta na comercialização de computadores e seus componentes deve ter anúncio em breve.

Dentre alguns incentivos importantes, há aquele que cerceia a aquisição de computadores embasados na lei 11.195/2005, esta, que se encerrará no último dia deste ano. A prorrogação citada poderá ter prazo estendido por mais quatro anos, desde que a indústria aumente seus investimentos em pesquisas e desenvolvimento.

Saiba mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mantega acredita em maior desenvolvimento econômico em 2010


Com um discurso aparentemente diferente do habitual, Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmou, em reportagem veiculada pela Agência Estado, que tem colocado o pé no acelerador da economia brasileira. Para ele, a nação deu início a um novo ciclo de crescimento. Entretanto, não garantiu que novas medidas de incentivo serão adotadas até o final de 2010.

Na ocasião, de acordo com a Agência Estado, o ministro falou sobre o projeto do trem de alta velocidade, que tem por proposta ligar Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Isso será viável, pois o Brasil, segundo ele, está saindo forte da crise financeira mundial, juntamente com outros emergentes.

Mantega ressalta que antes da crise econômica o país apresentava um crescimento de 6,5% ao ano, mas que com o advento dela, caiu para 2%. No atual momento, porém, ilustra um desenvolvimento de 5%, com possibilidades de aumentar ainda mais em 2010, impulsionado, sobretudo, pelas vendas de final de ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei