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Limite de crédito ao trabalhador foi aumentado


Nova Medida Provisória aumentou o limite de desconto que o trabalhador poderá fazer em sua folha salarial através de cartão de crédito, com isso, o limite de endividamento também irá aumentar.

O trabalhador brasileiro vai poder comprar mais, pois o limite de crédito foi estendido, o que aumenta o limite de endividamento.

O Senado aprovou a Medida Provisória 661. A Medida aumenta o limite de desconto que o trabalhador poderá fazer em sua folha salarial através de cartão de crédito. Atualmente o limite para desconto de empréstimos na folha salarial não pode ultrapassar 30% dos rendimentos do trabalhador. Com as novas regras vigentes, o teto de endividamento pode chegar a 40%, desde que as despesas sejam realizadas apenas com cartão de crédito.

Os deputados incluíram na Medida Provisória um dispositivo que autoriza o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) o financiamento de contratos de caminhões. Sendo assim, os caminhoneiros autônomos, arrendadoras e empresas de transporte de carga com renda bruta de até 2,4 milhões de reais poderão realizar o refinanciamento das 12 primeiras prestações que estão para vencer, após o pedido de financiamento.

Além deste dispositivo, os deputados incluíram uma proibição ao BNDES de recusar a informar dados e informações de empréstimos com sigilo contratual. Foram reservados 2,5% de recursos cedidos por empréstimo pelo BNDES para o custeio de atividades de agricultura.

A MP concede também o crédito de 30 milhões, que serão cedidos pela União ao BNDES, em condições que serão definidas posteriormente pelo Ministro da Fazenda. Os recursos serão destinados para a colocação de forma direta na dívida pública mobiliária federal, que será retornada a favor do próprio BNDES. Recursos estes que também serão definidos pelo ministro.

As alterações foram realizadas pelos deputados. Os senadores não modificaram em nada o texto da Câmara. No momento, após as mudanças realizadas, o projeto de lei que inclui a Medida Provisória seguirá para sanção da Presidente Dilma Rousseff.

As modificações podem ser benéficas ao consumidor brasileiro, como podem também contribuir para o desencadeamento de um endividamento severo e de um comprometimento financeiro que o trabalhador brasileiro pode não ter condições de arcar.

Por André César

Cartão de crédito

Foto: Divulgação



Endividamento das famílias aumentou em fevereiro


No final de 2014 já tínhamos claros sinais de que 2015 seria uma no muito difícil. Muitas pessoas que viram e acreditaram nestes sinais, reduziram as compras e até cancelaram viagens para começar 2015 com um pouco mais de dinheiro reservado e fizeram muito bem!

Porém, muitas famílias não seguiram por este caminho, gastaram com as compras de final de ano e ao chegarem no ano novo se depararam com uma série de aumentos, o que comprometeu o salário de muitos trabalhadores e, assim, é registrado um maior endividamento das famílias brasileiras neste mês de fevereiro.

Apesar de haver uma redução no índice de endividamento das famílias se comparado com fevereiro do ano passado, se a comparação for feita com janeiro deste ano, poderemos constatar que houve um aumento, pois em fevereiro a porcentagem de famílias endividadas era de 57,5% e este mês subiu para 57,8%.

A boa notícia é que houve uma redução no número de famílias com contas em atraso, sendo que esta redução era de 17,8% em janeiro e este mês caiu para 17,5%. A redução é pouca, mas diante da atual crise que assola o país, é uma redução bastante significativa.

Mas uma constatação se tornou motivo de preocupação, pois o número de famílias que declararam não ter condições de quitar suas dívidas em atraso mostrou um pequeno aumento, chegando a 6,4% em fevereiro. Neste mesmo período, o ano passado, a porcentagem era de 5,9%.

Tudo indica que o consumidor não se preparou para um ano novo tão difícil, mas assim que os aumentos começaram a ser anunciados, o consumidor imediatamente reduziu o consumo, sendo que para muitos, já não foi o suficiente para resolver a questão, uma vez que já haviam contraído sua dívida. Hoje o consumidor está mais cauteloso, reduzindo o consumo e atento às elevadas taxas de juros, o que contribuiu para reduzir o número de endividamentos.

E como o restante do ano não promete melhoras no cenário econômico e nem redução nos preços de um modo geral, a previsão é de que estes números não aumentem, pois a família brasileira está segurando ao máximo o consumo, justamente para não entrar em novas dívidas, o que poderá fazer com que em março, haja uma redução no número de famílias endividadas.

Por Russel

Endividamento das fam?lias

Foto: Divulgação



Número de famílias endividadas apresentou queda em janeiro de 2012


De acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio), o percentual de famílias com conta em atraso caiu em janeiro de 2012.

A Pesquisa Nacional do Endividamento e Inadimplência do Consumidor foi realizada este mês no Brasil e ela aponta que 19,9% das famílias estão com as contas em atraso. O número teve uma queda de 1,3% sobre o mês anterior e 2,2% ante janeiro de 2011.

O percentual de endividados também sofreu um recuo de 59,4% para 58,8%. Outro percentual que teve um recuo de 1% em relação ao do ano passado foi o de famílias que disseram não ter condições de pagar suas dividas que caiu de 7,9% para 6,9%.

Apontado por 73% como o principal fator para o endividamento, o cartão de crédito lidera o ranking, seguido pelo carnê, 22%, e pelo crédito pessoal, que ocupa o terceiro lugar com 12,1%.

A CNC estima um possível aumento no nível de endividamento e inadimplência, para os próximos meses, devido aos extras típicos gastos de início do ano, como as tarifas a serem pagas (IPTU, IPVA, Imposto de Renda), compras de roupa e material escolar.

Por Thiago Polido



Qualidade do crédito melhora pelo país, diz Serasa


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) começaram a repercutir em alguns dados. De acordo com o Indicador da Qualidade de Crédito do Consumidor divulgado pela Serasa Experian, após três trimestres seguidos de baixa a qualidade de crédito do consumidor atingiu o nível de 80,3 pontos no período de janeiro e março de 2011, patamar que retorna ao mesmo constatado no 2º trimestre do ano passado.

Por avaliar dados numa escala de zero a 100 pontos, quanto mais elevada a pontuação melhor é a qualidade de crédito. Em outras palavras, por situar-se num nível próximo do limite, a possibilidade de inadimplência é mais amena.

A Serasa avalia que a melhora no trimestre inicial deste ano reflete o menor endividamento dos consumidores. As medidas sugestionadas pelo BC começam a ditar um ritmo mais saudável em relação à velocidade de contração de novas dívidas feitas pelo consumidor, em 2010, e a falta de dinheiro para o devido pagamento.

O consumidor que observar alguma notícia sobre elevação da inadimplência não precisa se desesperar, pois não se trata, segundo economistas da Serasa, de uma grave crise. Até o final do atual semestre essa tendência deve permanecer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento do consumidor – Queda em março de 2011


O tema trabalho foi por vezes debatido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. No decorrer dos últimos oito anos, aproximadamente 15 milhões de oportunidades foram preenchidas em todo o país, dados recordes para o país. Somente em 2010 constatou-se geração de 2,5 milhões de vagas, número que pode se repetir e ainda aumentar em 2011.

Considerando-se apenas a cidade de São Paulo, levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que em virtude do índice de 94% do nível de emprego dos paulistanos e outras questões, o número de endividados arrefeceu para 52,8% em março, contra taxa de 53,8% do mês passado.

Os responsáveis pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontam dois fatores para o recuo no nível de endividamento do consumidor paulistano: confiança elevada, mesmo com recentes reduções, e nível de ocupação.

Destilado por perfis, 31,2% dos paulistanos asseguraram estar comprometidos com dívidas durante mais de um ano, enquanto 21,9% do total afirmam assim estar, mas num período entre três e seis meses, e 23,3%, por outro lado, dívidas inferiores a um trimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento do Consumidor apresentou Queda em Janeiro de 2011


Estar inserido na sociedade como cidadão, ou seja, pessoa com todos os seus direitos ou parte deles alcançados, é contribuir, invariavelmente, para com o consumo. Por isso, toda atenção e controle são importantes, pois quando os gastos familiares ou individuais ultrapassam a remuneração, há endividamento e inadimplência.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que as famílias apresentam-se mais otimistas com relação à nação na atualidade, mesmo em meio a adoção de medidas do governo referentes à restrição de crédito.

O Ipea aponta que o número de famílias com algum endividamento caiu de 8,4% em dezembro de 2010 para 8,3% em janeiro deste ano. Por outro lado, entre as pessoas que revelaram não ter dívidas o percentual avançou de 50,4% para 50,6% na mesma base comparativa. Segundo Marcio Pochmann, presidente do instituto, em termos proporcionais a redução do índice de endividados demonstra que 7,4 milhões de pessoas deixaram suas dívidas para trás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Amplia-se endividamento da população devido ao otimismo econômico


As festas de final de ano compõem, sem qualquer contestação, o período mais almejado pelo varejo brasileiro. Presentes a parentes e amigos, maior consumo de alimentos e bebidas típicos do Natal e Ano Novo, bem como viagens fazem parte da rotina anual da população. O crescimento econômico do país, o acesso facilitado a crédito e a expansão na criação de empregos contribuíram, entre 2009 e 2010, para ampliação no endividamento da população.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 indica que parcela do comprometimento da renda mensal dos lares brasileiros com débito em financiamentos bancários e crediários em lojas, cresceram nos últimos meses. Diferentemente do que se possa supor, ao invés de arrefecimento (diminuição) na contração de novos compromissos, os cidadãos começaram a se endividar mais ainda.

O veículo de comunicação, baseado em estudo da Tendências Consultoria Integrada, indica que essa continuidade no acréscimo de dívidas dos lares brasileiros deve-se ao otimismo da criação de empregos e da própria renda, oferecendo, portanto, perspectivas futuras mais seguras. No entanto, a pesquisa da consultoria admite que essa expectativa não chega ao campo imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei