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Crise afeta a previsão de aumento dos salários no Brasil


As empresas estão pessimistas e não querem arriscar em dar aumento de salário aos funcionários nesta época de crise.

Se conseguir manter o emprego neste tempo de crise não está fácil, imagine só quem pensa em ganhar um salário. Diante da atual situação em que o país se encontra, boa parte das empresas já começaram as demissões e as que não demitiram estão tendo que traçar novas estratégias para conseguirem se manter "vivas". E este não é o cenário ideal para se falar em aumento de salários.

A consultoria Grant Thornton fez uma pesquisa, onde foram ouvidos 2.580 empresários de vários países e somente 8% deles estão dispostos a dar aumento para seus funcionários aqui no Brasil. Em janeiro, o salário mínimo tem um aumento, de acordo com a inflação e a grande maioria dos brasileiros só terá este aumento de salário, que na verdade é um reajuste e não um aumento como muitos dizem.

As empresas não estão vendo um futuro promissor, pelo menos a curto e médio prazo e não querem se arriscar com o aumento das despesas na folha de pagamento.

Nessa pesquisa realizada pela Grant Thomton, o número de empresas que tem otimismo para os próximos meses é de praticamente zero. A instabilidade econômica é a principal causa para tanto pessimismo das empresas, pois além delas terem que conviver com a atual crise, não recebem nenhuma confirmação de que a situação vai melhorar, pelo contrário, o alerta é de que as coisas piorem ainda um pouco mais.

A inflação no Brasil já atingiu altos níveis e o Governo não consegue dominar a situação, prometendo uma inflação menor somente para 2016, mas sem dar nenhuma prova de que irá conseguir isso. A economia não dá sinais de crescimento, pelo contrário, a tendência é cair um pouco mais, pois nem o Dia das Mães e o Dia dos Namorados conseguiram animar indústria e o comércio.

Diante de tudo isso, como um funcionário pode pensar em querer aumento? Mesmo que ele mereça, mesmo que a empresa tenha essa intenção, ambos terão que esperar um pouco mais, ou muito mais, pelo menos até que a economia dê sinais de que vai melhorar.

Por Russel

Salário



Inadimplência das empresas aumentou no 1º semestre


Alta registrada foi de 9,4% no 1º semestre de 2015. Segundo a Boa Vista SCPC, a taxa de inadimplência vem crescendo de forma rápida e a tendência é que esse crescimento continue em 2015.

Em meio ao cenário da nossa atual economia, muitos problemas vão surgindo e notícias desagradáveis chegam aos brasileiros. A última delas é o fato de que um estudo realizado pela Boa Vista SCPC mostra que a inadimplência das empresas em todo o Brasil conseguiu crescer 9,4% no primeiro semestre de 2015. Confira mais detalhes em relação a este dado na continuação desta matéria.

Vale ressaltar que quando a comparação é feita com um período ainda maior o resultado também não é agradável, pois a tendência de crescimento da inadimplência fica explícita. Saiba que quando a comparação é feita com base no acumulado dos últimos 4 trimestres, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2014 mais os dois trimestres de 2015 em relação aos 4 trimestres anteriores a este período, a inadimplência registrou alta de 8,3%. Porém, os resultados ficam ainda piores quando a base de comparação é feita entre o segundo trimestre de 2015 contra o mesmo período em 2014: 10,7%.

A taxa de inadimplência está começando a preocupar muitos especialistas do mercado financeiro. Em 2015 a mesma vem se elevando de uma forma bem mais bruta que períodos passados. No primeiro trimestre de 2015 a mesma tinha chegado ao patamar de 5,8%. Seguindo a linha de aumento, a taxa do segundo trimestre já chega a 8,3%.

É importante ressaltar que, segundo a Boa Vista, a taxa vem crescendo de forma rápida e a tendência é que esse crescimento continue em 2015. Além disso, a empresa também destaca que um dos principais motivos para isso está no atual cenário da grande incerteza da economia brasileira. O cenário econômico de incerteza trouxe diversos aspectos negativos que influenciaram na alta da inadimplência entre as empresas, dentre os quais podemos destacar: retração da atividade industrial e do varejo, alta desaceleração do crédito, alta na inflação e nas taxas de juros.

Levando em consideração toda atual conjuntura econômica do país, a tendência é que a taxa de empresas inadimplentes continue crescendo durante o ano de 2015.

Por Bruno Henrique

Inadimplência das empresas



Empresários devem pagar até 1 salário mínimo para vagas de emprego de final de ano


Segundo uma pesquisa realizada pelo órgão SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 57,4% empresários brasileiros devem pagar até um salário mínimo por mês para vagas de emprego de final de ano.

Dos 138,9 mil postos de trabalho que serão criados até o fim do ano, 66% vão ser oferecidos e preenchidos pelo comércio. Enquanto as remunerações mais altas, de até dois salários mínimos, serão oferecidas e pagas por 24,4% dos empresários. Já em termos de duração, cerca de 62,2% das oportunidades irão durar três meses.

Vale observar que 623 empregadores foram ouvidos pela pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). 75,6% do total das oportunidades que serão oferecidas vão ser destinadas às vagas de Vendedor e Balconista, 31,8% delas para vagas de caixa, 24,6% para os cargos de Repositores e Estoquista. Com relação às chances de efetivação, a maioria dos empresários que participaram da pesquisa disse que não tem o interesse de efetivar os seus funcionários temporários ao encerrarem seus contratos no final do ano.

Quanto à carga horária, a maior parte dos empregadores, que são sete dos dez varejistas que oferecerão oportunidades de trabalho, procuram por pessoas interessadas nas vagas que estejam dispostas e disponíveis para trabalhar entre 6 e 8 horas por dia. Já a média de contratações, será cerca de três novos funcionários por cada uma das empresas que vão oferecer as oportunidades.

Entre as habilidades e aptidões mais valorizadas na hora de se candidatar a uma das vagas oferecidas até o fim de ano, cerca de 48,9% dos empresários que irão disponibilizar os postos de trabalho desejam observar dinamismo na postura profissional do candidato à vaga de emprego. Enquanto 37,8% dos empregadores querem funcionários responsáveis e esperam observar essa característica (responsabilidade) na postura profissional da pessoa.

E para finalizar a lista das características mais importantes que se deve apresentar para conquistar uma oportunidade de trabalho nesse fim de ano, é ter uma boa comunicação, que cerca de 28,9% dos empresários vão querer que o aspirante à vaga de emprego demonstre ter.

Por João Calvet



Dicas de boas empresas para investir em ações


Quem investe no mercado de ações tem uma grande chance de ganhar dinheiro, contudo algumas avaliações podem ser significantes para quem deseja investir. Segundo o Infomoney algumas empresas geram mais dividendos que outras e desta vez a Telefônica dividiu o ranking com a Tractebel. O ranking estabelece as empresas com cotações nas bolsas brasileiras, que podem render mais, tornando-se uma ótima opção tanto para investidores com compra direta de ações quanto para fundos de investimentos.

A Telefônica ainda está no topo por conta do crescimento, que apesar de ficar um pouco abaixo do esperado, ainda mantém a empresa como uma boa fonte de investimentos ao médio prazo. Por isso vale considerar quanto tempo você pretende poupar e o segundo ponto é ter um objetivo. O mercado de ações é bom para quem tem outro investimento, pois o retorno pode ser em dois, três ou cinco anos.

É um investimento de risco e por isso é uma boa alternativa, gerando ativos maiores que outras aplicações. O ideal é que os investidores saibam investir e por essa razão buscar informações junto a uma corretora é essencial.

Já a Tractebel se mostrou uma empresa na defensiva, com um fluxo de caixa com números bem acentuados, além do bom desempenho em suas operações. Espera-se que a empresa gere dividendos de R$ 0,85/ação, após divulgar os números do último trimestre de 2013.

Empresas como CCR, Alupar, Grendene, Cielo, Valed, Vale, Banco do Brasil, Bradesco e outras também estão no Ranking da Infomoney, que leva em consideração as indicações de diferentes portfólios.

É possível investir até pouco menos de R$ 200 dependendo dos fundos de investimentos. Principalmente naqueles que podem obter retorno de índices comprados em cotas na bolsa. São os chamados conjuntos de ações, cujos dividendos são automaticamente reaplicados no próprio fundo. Os clubes de investimentos também são opções para quem deseja investir em ações. 

Por Robson Quirino de Moraes



Divisão de gorjetas em restaurantes é regulamentada


Um assunto polêmico recebeu uma proposta de regulamentação nesta semana, pois a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público do Congresso Nacional aprovou a proposta de que o dinheiro pago como gorjeta em restaurante deve ser dividido por todos os funcionários presentes no turno.

Esta alteração está inserida no Projeto de Lei 6558/2009 que, além dessa questão, determina também a regulamentação das profissões de garçom e maître.

No entanto, a Comissão de Trabalho entende que estas profissões não precisam de regulamentação já que não oferecem nenhum tipo de risco para a sociedade que demandem o seu controle.

Apesar desta negativa a proposta sobre a divisão das gorjetas foi aprovada e a Comissão de Trabalho resolveu ainda a sua inserção na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) definindo que o valor pago pelos clientes – em valor igual ou superior a 10% do consumo – seja distribuído entre todos os empregados e não apenas entre garçons e maîtres como acontecia anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Empresas de TI buscam profissionais qualificados


As empresas de tecnologia da informação estão correndo contra o tempo na busca por profissionais da área que preencham as suas vagas em aberto.

Para quem deseja entrar neste mercado de trabalho é preciso ficar atento e manter atualizado o currículo na rede social LinkedIn.

Em virtude desta grande necessidade, as contratações estão a todo vapor com vagas para profissões como analistas de sistemas, programadores e arquitetos, gerentes de pré-vendas SAP, técnicos de infraestrutura e outros.

De acordo com as empresas do setor de tecnologia da informação a grande dificuldade é encontrar profissionais capacitados e com especialização nas diversas tecnologias solicitadas.

Deste modo, a grande idéia é estar realizando cursos e aperfeiçoamentos constantes bem como estar em contato com outros profissionais por meio de networks como o LinkedIn que pode auxiliar a obter boas colocações.

Por Ana Camila Neves Morais



Maioria das empresas pretende aumentar salários em 2013


O setor de empregos não sentiu os efeitos da crise econômica mundial e mantêm a empregabilidade evitando taxas altas de desemprego.

Apesar disso, segundo o International Business Report (IBR) 2012 realizado pela Grant Thornton International com 12 mil empresas privadas distribuídas em 40 países, o ritmo de contratação em 38% da empresas do Brasil teve uma queda de 11 pontos percentuais no segundo semestre do ano.

Mesmo com este dado negativo, o Brasil conseguiu obter a 4ª colocação entre os países que mais realizam contratações de trabalho.

No entanto, não existem estímulos locais para as contratações já que no país a produção possui custos muito altos, uma elevada carga tributária e mão de obra sem a qualificação necessária.

Com isso, um dos meios usados pelas empresas é a retenção de talentos através da oferta de altos salários a seus profissionais.

Em relação a esta questão 63% das empresas afirmaram que irão aumentar os salários com valores acima da inflação e apenas 5% não irão conceder nenhum tipo de aumento salarial a seus empregados.

Por Ana Camila Neves Morais



Mercado de trabalho feminino – mais oportunidades e benefícios


A empresa especializada em serviços profissionais, Towers Watson, realizou pela primeira vez a Pesquisa de Benefícios Especiais para Mulheres e foi feita no mês de agosto com aproximadamente 120 empresas presentes no Brasil.

Segundo o estudo efetuado, cerca de 33% das organizações oferecem horários flexíveis para as mulheres depois da gestação e 16% permitem o trabalho em casa durante e após este período importante da vida feminina.

Além de facilitar o trabalho durante a gravidez, as empresas em 44% dos casos já estão oferecendo licença maternidade com seis meses de duração; além disso, 22% das empresas avaliadas oferecem serviços médicos de apoio à gestante com atendimentos psicológicos, nutricionais e ginecológicos.

Outra atuação empresarial interessante para as funcionárias é o oferecimento em 37,6% das empresas de programas especializados em prevenção para doenças femininas.

Deste modo, é possível perceber um empenho das empresas integrantes da pesquisa em adequar as práticas de trabalho às necessidades específicas do universo das mulheres.

Por Ana Camila Neves Morais



Arezzo é absolvida em processo trabalhista


A 8ª Turma do TST resolveu absolver a empresa Arezzo em processo trabalhista que envolvia a Calçados Siboney Ltda.

Segundo o tribunal especializado, a Arezzo não tem obrigação de pagar os débitos trabalhistas para uma funcionária da calçados Siboney que prestava serviços terceirizados à primeira empresa.

Apesar disso, o TRT do Rio Grande do Sul considerou que a Arezzo será totalmente responsável se a Calçados Siboney não pagar os direitos devidos para a trabalhadora.

Ainda segundo a avaliação judicial a relação de contratos terceirizados entre as duas empresas não permite considerar a Arezzo responsável pelas obrigações da outra empresa.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministério Público do Trabalho pede indenização para trabalhadores da Philips


Mais uma questão trabalhista está envolvendo empresa da área de eletrônicos e tecnologia. Desta vez, a envolvida é a Philips do Brasil que foi acionada pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) da cidade de São Bernardo do Campo no estado de São Paulo.

O MPT entrou com uma ação civil pública contra a empresa pedindo uma indenização de R$50.000,00 para cerca de 200 funcionários da Philips sob a alegação de que eles foram contaminados com mercúrio.

Para o órgão integrante do Poder Judiciário, a empresa de eletrônicos não tomou os cuidados necessários para evitar que esta contaminação acontecesse.

Além do pedido de indenização para cada um dos funcionários, o Ministério Público solicita ainda o pagamento pela Philips de R$56 milhões como danos morais coletivos que serão destinados ao Hospital das Clínicas de São Paulo.

Outra medida impetrada contra a empresa é a contratação de um plano de saúde vitalício para os trabalhadores da fábrica de Capuava na cidade de Mauá em São Paulo com diagnóstico de mercurialismo.

Segundo a Philips não há o descumprimento de nenhuma medida de segurança em suas unidades presentes no Brasil e que vem realizando todas as ações necessárias para diminuir os efeitos sobre o meio ambiente.

Com relação à ação civil aberta pelo MPT, a Philips divulgou nota informando que já apresentou uma proposta de acordo que não foi aceita e, por isso, irá apelar para todos os níveis de defesa e recursos possíveis no sistema de justiça do Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



CEF terá de pagar indenização a funcionário por assédio moral e sexual


Um caso bem inusitado aconteceu em uma agência da CEF: um funcionário sofreu assédio moral e sexual de sua chefe.

Até aí não há nenhuma novidade contundente, mas o interessante é que o funcionário em questão entrou na justiça e irá receber da entidade bancária uma indenização no valor de R$100 mil.

Segundo informações do funcionário e de testemunhas usadas no caso, a chefe sempre fazia elogios à sua beleza com “termos lascivos” e passou a persegui-lo depois que foi rejeitada.

A instituição bancária recorreu duas vezes contra a decisão judicial, mas perdeu em ambas as solicitações e agora terá que pagar o valor da indenização determinada pela justiça.

Por Ana Camila Neves Morais



Fábrica da Samsung pode causar câncer


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, o Serviço de Compensação e Bem-Estar dos Trabalhadores da Coréia do Sul concluiu que a fábrica da Samsung foi a responsável pela ocorrência de câncer de mama em uma das funcionárias da empresa que ocasionou a sua morte.

Segundo a entidade, houve uma forte relação entre o surgimento do câncer de mama na funcionária e o seu período de cinco anos trabalhando na fábrica de semicondutores da Samsung em Seul, sendo que a mulher morreu em março de 2012 com apenas 36 anos.

Ainda de acordo com a avaliação, Kim foi exposta a substâncias altamente cancerígenas como benzeno, radiação e solventes orgânicos.

Com esta decisão, à qual a Samsung não irá apelar, a família da ex-funcionária irá receber uma indenização no valor de aproximadamente quatro anos de trabalho da falecida.

Por Ana Camila Neves Morais



Bob´s cria embalagem comestível para sanduíche


Nesta última semana o setor alimentício teve uma notícia interessante, pois a rede de lanches fast food Bob´s iniciou testes da embalagem de sanduíche comestível.

A nova embalagem é parecida com a de papel e veio com a frase: “Não precisa controlar. Devore esse sanduíche sem tirar o papel".

Fonte: Uol

A assessoria de imprensa da rede Bob´s não deu maiores detalhes sobre a novidade sendo preciso esperar se esta inovação estará disponível no futuro nas suas lojas ou não.

Por Ana Camila Neves Morais



Embraer aumenta setor de engenharia


A Embraer divulgou nesta semana que irá aumentar o seu setor de engenharia para atender ao aumento na produção de aviões da empresa.

Para isso, será inaugurado um novo escritório na cidade de Belo Horizonte ainda durante o mês de dezembro de 2012.

Além disso, a Embraer irá realizar a contratação de mais 100 engenheiros no Brasil e diversos profissionais da área nos Estados Unidos.

Com esta expansão, a empresa vai contar com cerca de 200 engenheiros em sua unidade na Flórida durante o ano de 2013 buscando profissionais qualificados como ex-engenheiros da Nasa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga pesquisa com aumento das empresas ativas no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia) divulgou neste último mês de novembro dados do estudo “Estatísticas do Empreendedorismo 2010”.

Esta pesquisa foi realizada com base no Cempre (Cadastro Central de Empresas) e de dados dos setores de comércio, indústria, serviços e construção civil nos anos de 2009 e 2010.

Nesta análise, de forma geral, foi identificado que o percentual de empresas ativas no Brasil foi 6,1% maior em 2010 do que o registrado para o ano de 2009 representando um total de 4,5 milhões de empresas com 37,2 milhões de pessoas envolvidas em suas atividades.

Ao estratificar este dado geral é possível obter um aumento de 7,5% nas empresas com no mínimo um assalariado e de 8,3% em empresas tendo mais de 10 funcionários com um salário médio de R$1.400,00 sendo ofertado.

Deste total de empresas ativas em 2010, o maior destaque ficou com as EAC (Empresas de Alto Crescimento) que aumentaram o seu total de empregados em 20% nos últimos três anos considerados.

Ao analisar os motivos deste crescimento, Cristiano dos Santos gerente da pesquisa realizada pelo IBGE atribuiu este aumento importante ao incremento na demanda interna do mercado com uma diminuição das exportações e um maior volume de comércio no interior do país que estimulou a criação de mais empresas no Brasil.

Fonte: Agência do Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Empresa Michael Page avalia remuneração de executivos na América Latina


Mais uma pesquisa interessante foi realizada com relação ao mercado de trabalho no Brasil. Desta vez, a novidade foi apresentada pela empresa Michael Page – especializada em recrutamento de executivos – que realizou um estudo comparativo das remunerações oferecidas aos executivos no Brasil e em diversos países da América Latina.

Esta pesquisa avaliou 29 cargos de executivos localizados em empresas de médio e grande porte presentes no México, Brasil, Chile e Argentina. O principal resultado desta análise foi a constatação de que no Brasil este tipo de profissional recebe remunerações maiores em cerca de 72% dos cargos avaliados na pesquisa.

De forma mais específica, o estudo da Michael Page mostrou que em áreas como engenharia, finanças, vendas e incorporação os executivos no Brasil chegam a ganhar mais do que o dobro em remunerações do que nos outros países abordados pela pesquisa; já no setor imobiliário, que vive um crescimento exponencial, os profissionais executivos brasileiros tem salários até 90% mais altos do que nos países latino-americanos.

Após a posição consolidada do Brasil como primeiro lugar em salários na área de altos cargos de administração, este estudo apontou o Chile como segundo colocado em remunerações para executivos em decorrência do bom momento político-econômico e da estabilidade financeira vivenciada por este país recebendo, assim, profissionais capacitados vindos tanto do Chile como de outros países.

E nos dois últimos lugares ficam os salários oferecidos, respectivamente, pela Argentina e pelo México que passam por um momento de melhora nas crises econômicas vividas pelos mesmos.

Além disso, a pesquisa da Michael Page aponta um forte crescimento da economia da Colômbia que, em pouco tempo, estará entre os países que oferecem melhores trabalhos e maiores possibilidades de ganhos financeiros a executivos.

Por Ana Camila Neves Morais



Custo do Funcionário para a Empresa é quase 3 Vezes o Salário em Carteira


Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontou que o custo para manter o trabalhador na empresa é 183% maior do que o valor do salário registrado em carteira. Os dados são relativos a uma remuneração de R$ 730 por mês para um funcionário do segmento têxtil que fica na empresa por um ano. A pesquisa foi apresentada na quarta-feira (dia 23 de maio).

O levantamento ainda demonstrou que, se o período de contratação do trabalhador for de cinco anos, o funcionário terá um custo de trabalho 155% maior do que o salário registrado em carteira. Apenas a efeito de comparação, se a renda do funcionário for de R$ 671,60 por um ano, o custo do trabalhador a cada mês será de R$ 2.067,44. Já a mesma renda em cinco anos gerará um custo mensal para a empresa de R$ 1.858,89 para manter o funcionário.

Os custos foram calculados levando-se em consideração os benefícios, como vale alimentação e refeição, vale transporte, auxílio creche, licença maternidade, cotas para portadores de necessidades especiais, entre outros. Os impostos e encargos trabalhistas (como 13º salário, aviso prévio indenizado, entre outros) também foram computados.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria

Por Matheus Camargo



Perspectiva de Inadimplência das Empresas – Previsão para o 1º semestre de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian sobre a Perspectiva da Inadimplência das Empresas, o número de empresas devedoras irá continuar elevado no primeiro semestre desse ano.

O índice atingiu o patamar de 103,3, o que representa um crescimento de 0,2% quando comparado ao mês de fevereiro desse ano. Vale lembrar que esse índice é usado pelos consultores para apontar e antecipar todos os movimentos da inadimplência com pelo menos seis meses de antecedência, o fato de ele ter ficado acima do nível 100 representa que o número de empresas com problemas de pagamentos continuará elevado nos próximos meses. 

Vários são os fatores apontados como principais responsáveis por esse quadro, entre eles estão o custo financeiro elevado dessas instituições, a inadimplência de consumidores, fraco crescimento econômico, e a atual conjuntura internacional que é considerada fraca por alguns especialistas. 

A pesquisa também analisou o perfil dos consumidores, segundo o Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, o número de devedores desse grupo atingiu o nível de 98,5, ou seja, abaixo dos 100 recomendados. Para os consultores da Serasa Experian, nesse caso existe uma tendência de declínio na trajetória que foi fortemente influenciada pelo recuo da inflação e também pelo aumento do salário mínimo no país.

Por Joyce Silva



Investimentos sociais devem estar ligados aos setores de cada empresa


A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, falou na sexta-feira (30/03) que o “progresso dos investimentos sociais precisa estar relacionado ao desenvolvimento da economia”. Na verdade, o que Campello quis dizer é que as empresas precisam investir socialmente nos setores em que atuam. A frase foi dita durante o 7º Congresso do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) – Novas Fronteiras do Investimento Social.

Tereza Campello foi convidada a participar de uma mesa redonda que abordou a união das ações sociais privadas com as políticas públicas do mesmo segmento. Por isso, a ministra declarou que o Brasil já não está no período de realização de projetos-piloto, mas avançou e segue um ciclo de constante desenvolvimento social. Ela ainda relembrou que 30 milhões de pessoas saíram da situação de miséria e 40 milhões chegaram à classe média.

Perguntada sobre o que deveria ser feito para ampliar os investimentos sociais provenientes de empresas privadas, a ministra disse que uma alternativa é unir as ações sociais aos negócios da empresa. “Somente isso garantirá escala e a permanência das iniciativas. Ou seja, o dinheiro não deve ser pulverizado em ações piloto e que não dialogam com o negócio”, ressaltou.

Por Matheus Camargo

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social



Empresas – Demanda por crédito diminuiu em fevereiro de 2012


O número de empresas brasileiras em busca de crédito diminuiu 5,0% em fevereiro, o resultado foi divulgado pela consultoria Serasa Experian.

Segundo o Indicador sobre a Demanda de Crédito das Empresas, a baixa é ainda maior quando comparada ao mesmo período do ano passado, nesse caso o declínio é de 6,5%.

De acordo com os economistas da consultoria, esse resultado é natural para o mês de fevereiro, pois o mês possui menos dias úteis quando comparado aos demais meses do ano. O mês de fevereiro além de ter menos dias, teve a comemoração do carnaval, um dos feriados mais longos do Brasil.

Apesar do resultado satisfatório, a queda foi considerada baixa quando comparada há anos anteriores, de 2007 a 2010, por exemplo, a média foi de – 9,2%, levando em consideração as mesmas condições apresentadas em 2012. 

Outro ponto ressaltado pela pesquisa foi que em 2011 o período carnavalesco foi comemorado em março, e não em fevereiro como nos anos anteriores, por esse motivo houve distorções na comparação entre os dois anos. 

Todos os setores da econômica apresentaram queda na demanda por crédito, sendo que o setor de serviços foi o que mais teve destaque, a queda chegou a 7,2% quando comparados os meses de janeiro e fevereiro. O segundo lugar foi ocupado pelas empresas industriais com -3,7%, seguido por empresas comerciais que apresentaram queda de 3,5%.

Por Joyce Silva



Média salarial de cargos – Empresas de médio porte


Muitas vagas exigem que o candidato entregue o currículo com pretensão salarial. Para ajudar nesse requisito, ou saber se é hora de solicitar um aumento, seguem alguns exemplos da média de valores de salários correntes de alguns cargos.

Vale ressaltar que se trata de empresas de médio porte.

A divisão foi feita por áreas e os dados foram recolhidos pela Deloitte, em dezembro de 2011.

1. Serviços/Administração:

  • Advogado Júnior: R$ 4.873;
  • Assistente Administrativo: R$ 2.077;
  • Cozinheiro: R$ 1.278;
  • Motorista de caminhão: R$ 1.510;
  • Recepcionista: R$ 986.

2. Recursos Humanos:

  • Assistente de Vendas: R$ 1.876;
  • Supervisor de Atendimento ao Cliente: R$ 5.003;
  • Supervisor de Vendas: R$ 7.816;
  • Vendedor de Varejo: R$ 2.579.

3. Financeira/contábil:

  • Analista Financeiro Júnior: R$ 2.637;
  • Auxiliar de Contabilidade: R$ 1.402.

4. Saúde:

  • Auxiliar de Enfermagem: R$ 1.797;
  • Enfermeiro: R$ 3.978;
  • Nutricionista: R$ 2.978.

5. Logística:

  • Almoxarife: R$ 1.706;
  • Comprador Técnico Júnior: R$ 2.474;
  • Supervisor de Compras: R$ 5.480.

6. Industrial:

  • Desenhista Projetista: R$ 3.157;
  • Engenheiro de Manutenção: R$ 5.972;
  • Engenheiro de Desenvolvimento de Produtos Pleno: R$ 5.816;
  • Supervisor de Produção: R$ 5.422;
  • Técnico em Eletrônica: 2.149.

Para mais informações, sobre outros cargos, salários em empresas de médio e grande porte, entre outras, consultar a Tabela Geral de Salários Correntes, do jornal O Estado de São Paulo, do dia 11 de março de 2012, p. 4 do caderno de classificados.

Por Christiane Suplicy Curioni



Prazo de Adesão ao Simples Nacional e ao Simei


As pequenas e microempresas que ainda não recolhem impostos de maneira simplificada têm até o dia 31 de janeiro para solicitar a adesão ao Simples Nacional. Também acaba no mesmo dia o prazo para que os trabalhadores autônomos formais solicitem o enquadramento no Simei.

Para aderir ao Simples Nacional, basta realizar o cadastro aqui. Já o trabalhador autônomo que deseja aderir ao Simei, deve acessar aqui e solicitar a adesão no sistema.

No Brasil, 1,8 milhões de empreendedores já fazem o recolhimento pelo Simples Nacional, assim como 5,7 milhões de empresas.

Para aderir ao sistema alguns requisitos devem ser cumpridos, por exemplo, microempresas devem ter o faturamento anual máximo de R$ 360.000, pequenas empresas podem ter um faturamento de até R$ 3,6 milhões anuais e empreendedores individuais devem ter um teto de até R$ 60.000.

As informações dos rendimentos serão entregues anualmente através do preenchimento da Defis (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais).

No site do cadastro é gerado o boleto para o pagamento do Simples Nacional e o empreendedor pode acompanhar tudo online.

Fonte: Agência Brasil

Por Jéssica Posenato



EFD-PIS/Cofins – Novo prazo para a entrega obrigatória e nova versão do PVA


Foi prorrogado pela RFB (Receita Federal do Brasil) o início da entrega obrigatória da EFD-PIS/Cofins – Escrituração Fiscal Digital do Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Sócia l – para o ano-calendário 2012, relativo ao cronograma inicialmente estabelecido para vigência a partir de 2011, pelas empresas sob tributação com base no Lucro Presumido para fatos geradores incidentes a partir de julho de 2012 e torna facultativa a entrega da EFD-PIS/Cofins para empresas tributadas pelo Lucro Real, relativo aos fatos geradores do período de 01/04/2011 a 31/12/2011.

EFD-PIS/Cofins deve ser transmitida mensalmente pelas empresas por meio do PVA – Programa Validador e Assinador, para o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, até o 5º dia útil do 2º mês subsequente aos fatos contábeis, sob pena de multa para aquelas que não atenderem aos prazos legalmente estipulados.

A versão 1.0.4 do PVA da EFD-PIS/Cofins foi substituída pela versão 1.0.5, atualmente vigente, no entanto, em virtude da prorrogação da obrigatoriedade de entrega para algumas empresas e fatos geradores, a versão atual do PVA não contempla as propriedades específicas dos registros contábeis simplificados incidentes sobre a Contribuição da Cofins e do  PIS/PASEP – Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, pelos regimes de caixa ou competência, funcionalidades estas que estarão contempladas em versão futura do PVA para as contribuições referentes ao regime cumulativo.

A versão 1.0.5 traz, em linhas gerais, correções, inclusões e alterações de regras de validação de campos, registros e alíquotas, cujo detalhamento pode ser consultado no sítio SPED.

Por Moema Dias



Simples Nacional – Prazo de Adesão em 2012


Os empresários que estão dentro dos requisitos legais e que tem a intenção de aderir ao Simples Nacional têm até o dia 31 de janeiro para acionarem a Receita Federal.

Porém, antes de fazer a escolha, é necessário analisar a empresa, pois embora o sistema simplificado traga redução da carga tributária, em alguns casos o regime não é o mais recomendado.

De acordo com José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP, o ideal é fazer um bom planejamento e analisar cuidadosamente os dados e os aspectos da empresa. Independente da escolha, os balanços sempre são a melhor forma de justificar as receitas e despesas e é o que assegura uma boa gestão.

Segundo Chapina, o reajuste das faixas e limites de enquadramento e manutenção das empresas no Simples Nacional é um dos aspectos positivos e foi uma grande conquista em 2011, já que o limite passou para R$ 360 mil (no caso das microempresas) e para R$ 3,6 milhões (no caso das pequenas empresas).

Então, pense bem. Afinal, outra oportunidade desta só em 2013.

A adesão ao regime é feita pelo site do Simples Nacional. Pedidos de parcelamento de débitos apurados no regime do Simples também podem ser feitos no mesmo site.

Por Natali Alencar



Empresas são afetadas por legislação brasileira


Com a crise na Europa e nos Estados Unidos, é certo que muitas oportunidades aparecerão para as empresas, mas no que depender da legislação brasileira e de alguns projetos incoerentes que continuam sendo aprovados, as empresas não conseguirão aproveitar essa fase.

De acordo com o sócio-diretor da empresa de consultoria empresarial Pactum, André Crossetti Dutra, embora haja exemplos de avanços, eles são compensados com os retrocessos igualmente aprovados na mesma proporção.

Em 2011 foi reformada, por exemplo, o SBDC (Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência) que foi positivo para os empresários, mas também foi aprovado um aumento das contribuições previdenciárias das empresas que prestam serviços de TI e comunicação, concedida por meio da Medida Provisória 540.

Outro avanço, na opinião do empresário, foi o Super Cade, que deu mais segurança aos investidores ao analisar previamente empresas com faturamento entre R$ 400 milhões e de R$ 30 milhões.

Além de melhorias na evolução da legislação, Dutra aponta que a solução para dar mais competitividade às empresas seria melhorar e manter a coerência na legislação tributária.

“As oportunidades, que estão surgindo, desafiam os governos e legisladores a adotarem medidas para estimular e não prejudicar a competitividade das empresas brasileiras”, conclui.

Por Natali Alencar



Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011


Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou queda em abril de 2011


A economia está em desaceleração. Ponto. Críticas contra o governo passaram a ser comuns, sobretudo em relação a uma possível alta da inflação. Outro ponto. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), pede aos consumidores diminuição no ímpeto de compras. Mais um ponto.

Pois bem, enquanto entre um ponto e outro os itens são relacionados, a Serasa Experian aponta por meio do Indicador da Demanda das Empresas por Crédito que o número de companhias que buscou crédito recuou 5,1% em abril de 2011 perante o mês imediatamente anterior. No confronto anual outra baixa, de 5,3%.

Como previsto há semanas, a procura das empresas por crédito iniciou o segundo semestre de 2011 em baixa. Entre as principais causas destacam-se o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, bem como a restrição mais elevada ao crédito e as estimativas de diminuição da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano – atualmente em 4,00% segundo projeções mais recentes do BC.

O arrefecimento da demanda por crédito em abril foi sentido com mais afinco nas micro e pequenas empresas, cuja baixa chegou a 5,6% nas duas bases de comparação (mensal e anual). Entre as médias empresas a taxa de um mês para o outro chegou a 2,2%, e entre as grandes de 4,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Queda nos Pedidos de Falência em abril de 2011


A gestão de uma empresa não é nada fácil, independente do ramo de atuação. Prova disso são os números de pedidos de falência computados em abril pela Serasa Experian. De acordo com o Indicador de Falências e Recuperações, no período foram requisitadas 133 solicitações, 94 provenientes das micro e pequenas empresas, 24 pelas médias e 15 pelas grandes.

Embora esses dados possam assustar por causa das proporções, a Serasa adianta que esse foi o menor número computado para um mês desde 2005, ano em que passou a valer a Nova Lei de Falências. De quebra, as falências decretadas também atingiram o menor volume em seis anos para o período com 50 decretos, 46 a partir das micro e pequenas empresas, três das médias e apenas um pelas grandes.

Esse resultado levou os economistas da Serasa a apreciarem que o atual nível de aquecimento da economia, além das performances da indústria e do comércio no mês em função da Páscoa, propiciou receitas acima do esperado. Soma-se a essas constatações o "efeito calendário", uma vez que abril delineou o menor número de dias úteis desde janeiro.

Embora os números tenham sido positivos, muito em breve poderá ocorrer mudança de cenário. As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem ser mais bem percebidas nos próximos meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda das Empresas por Crédito – Alta em Março 2011


O cenário da economia brasileira continua bom para os consumidores, muito embora esteja aquém nos dias atuais em comparação ao panorama desenvolvido no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Desde dezembro de 2010, o governo tem trabalhado para frear o consumo dos brasileiros, algo que, por enquanto, não surtiu o efeito realmente desejado.

As empresas, também afetadas por algumas medidas, procuraram mais crédito em março deste ano em comparação ao mês imediatamente precedente. De acordo com o Indicador da Demanda das Empresas por Crédito, calculado pela Serasa Experian, a quantidade de companhias que buscou esse recurso avançou 1,4% no período.

A Serasa Experian indica, com esse índice, que no trimestre inicial de 2011 a demanda por crédito a partir das empresas ascendeu 1,6% em comparação ao período análogo de um ano antes. Mesmo assim, economistas da entidade apontam que esse foi o menor índice de crescimento dos cinco trimestres anteriores, ou seja, indicando que a procura por crédito deve ser mais baixa daqui por diante.

As taxas do indicador assinalam, nas entrelinhas, que as empresas parecem estar mais precavidas que os consumidores. Isso é positivo, pois uma vez que elas apresentam um comportamento mais responsável, inevitavelmente os consumidores sentirão isso e, por conseguinte, adotarão iniciativa semelhante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Indicador de Falências das Empresas – Março 2011


Dados enunciados na terça-feira (5) pela Serasa Experian indicam o avanço de 28,4% das falências solicitadas em março deste ano sobre o mês imediatamente anterior. O resultado, portanto, fez subir para 172 o número de eventos no período, com destaque para as micro e pequenas empresas, que responderam com 108 ocorrências. Em fevereiro, a constatação entre elas chegou a 134 falências e há um ano, 195.

As falências requeridas pelas médias empresas chegaram a 33 ocorrências em março, contra 34 de fevereiro e 44 do período igual de um ano antes. Entre as grandes empresas o total de solicitações de falência foi 31, número bem diferente das seis solicitações de fevereiro de 2011, porém pouco acima das 28 de 12 meses atrás.

O Indicador de Falências e Recuperações assinala que as recuperações judiciais agenciadas sofreram incremento de 50% entre fevereiro e março, para 48 episódios. Assim como nas falências, as micro e pequenas empresas lideraram os pedidos, com 29 eventualidades.

O registro das recuperações judiciais das médias empresas foi de 13 ocorrências, número acima tanto no confronto mensal de fevereiro, ocasião em que foram registradas sete recuperações, como em relação a março de 2010, com 12 eventos. Os números das grandes empresas foram bem mais amenos, com seis constatações no mês passado, duas há dois meses e três há 12 meses.

Economistas da Serasa assinalam que o início do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, assim como as medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, ambas adotadas pelo Banco Central (BC), resultaram nos dados avaliados pelo indicador de falências.

O cenário deve perdurar durante os próximos meses, pois o BC pode, em algum momento, adotar novas medidas para frear o consumo da população, situação que incide diretamente na vida das empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Perspectiva do Crédito às Empresas apresentou queda em fevereiro de 2011


A crise financeira mundial foi motivada pela quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos. O efeito gerado por esse princípio atingiu o mundo sorrateiramente, tal qual já fez objetos do espaço ainda na época dos dinossauros. O comparativo, de certo modo irônico, possui alguma similaridade. Durante bom tempo os países de todos os cantos do globo se envolveram numa grande massa negra de perspectivas negativas, ocasionado fechamento de empresas, aumento do desemprego e instabilidades econômicas.

Após vários meses desde que o problema financeiro começou, algumas nações já apresentam bons dados. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) são um dos bons exemplos, com crescimentos trimestrais positivos. Aos brasileiros, porém, determinações do Banco Central (BC) devem diminuir índices e propensão de gastos mais elevados por parte de consumidores e empresários.

O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas erguido pela Serasa Experian registrou queda de 0,4% em fevereiro sobre janeiro, ou seja, a quarta baixa mensal seguida, para 102,1 pontos. Economistas da entidade distinguem que esse dado aponta que as medidas de restrição do BC devem continuar a exercer pressão durante os próximos meses, sobretudo porque o crédito aos consumidores também vem sofrendo impactos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência das Empresas – Queda em fevereiro de 2011


Manter uma empresa em total funcionamento é uma tarefa que exige bom planejamento estrutural. Ter à disposição profissionais qualificados capazes de efetuar tarefas com rapidez e qualidade é o sonho de qualquer companhia de qualquer segmento. Ter o caixa em dia também é o grande desejo.

A Serasa Experian revelou nesta segunda-feira (28/03) por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas que no mês passado a dívida das empresas arrefeceu pela segunda vez seguida no comparativo mensal, desta vez em 1,4% frente a janeiro deste ano.

Economistas da Serasa apontam a atividade econômica aquecida em parte dos setores, reflexos do ano passado, e a disponibilidade de crédito para investimentos e capital de giro como contribuintes para a baixa no índice de inadimplentes.

Se o confronto mensal é positivo, o comparativo do 1º bimestre de 2011 com o período igual de um ano antes não apresenta a mesma disposição. Neste confronto, a inadimplência apresenta alta de 2,7%. Justificativa: mais dias úteis no mês passado em função do Carnaval, “transferido” para março.

Analisado por portes, o Indicador ressalta que entre as micro e pequenas a queda foi de 1% na base comparativa mensal, bem abaixo do recuo registrado nas grandes empresas, de 6%, e mais ainda em relação às médias, que responderam com decréscimo de 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas – Fevereiro de 2011


Estar em dia com as contas é certeza de dormir tranquilamente ou ao menos sentir-se satisfeito e com a missão cumprida. Essa situação não ocorre apenas entre as pessoas físicas, visto que se pessoas jurídicas estão em dívida com alguma empresa ou serviço problemas podem surgir e se transformar numa verdadeira bola de neve.

Informações divulgadas pela Serasa Experian indicam que a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas voltou a subir neste ano, em fevereiro, após ter ilustrado recuo no período imediatamente anterior.

Pelo estudo, a cada mil pagamentos realizados, 948 foram efetivados à vista ou com, no máximo, sete dias de retardamento (94,8%). No confronto com janeiro, o percentual positivo de alta chegou a 0,1%, uma vez que no período a taxa foi de 94,7%.

Economistas da Serasa ponderam que esse breve acréscimo deveu-se ao Carnaval ter acontecido no mês de março, possibilitando às micro e pequenas empresas acumularem melhores quantias em fevereiro (mais dias úteis).

A Serasa também registrou queda de 11,2% no valor médio dos pagamentos realizados em fevereiro, para pouco mais de R$ 1.416. No comparativo anual, o arrefecimento abraçou o índice de 1,8%. As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) justificam esses resultados, pois as micro e pequenas empresas parecem atentas quanto às compras de valores e quantidades mais elevados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Faturamento das empresas em 2011 – Empresários estão otimistas


As perspectivas de crescimento da economia brasileira são mais modestas para 2011 em comparação aos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionados ao ano passado, os quais abrangeram alta de 7,5% do produto Interno Bruto (PIB). O mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), aponta índice de 4,03% para este ano – taxa que pode declinar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 60% dos empresários consultados pretendem rever seu faturamento no 2º trimestre deste ano, contra 40% dos que ambicionam mantê-lo dentro do planejado anteriormente. Os números do período anterior, porém, foram mais altos, uma vez que se registraram taxas de 66% e 34%, respectivamente.

A Serasa aponta, através das opiniões de pouco mais de mil empresários, que 88% deles estimam revisão para cima do faturamento no 2º trimestre, o restante, por outro lado, para baixo. Entre janeiro e março, os índices registrados foram de 85% e 15%, respectivamente, ou seja, o otimismo ainda está presente.

Por segmentos, a indústria é a que mais se mostrou positiva, com 90% dos empresários prognosticando revisão de faturamento para cima. Não tão distante e igualmente importante, no setor de serviços a taxa foi de 88% e o no comércio, de 87%.

Esses números ilustram situação positiva, não pelos dados em si, mas porque o BC deu início ao ciclo de altas da Selic, taxa básica de juros da economia, e os números responderam quase sem sentir a medida. Nas últimas semanas do ano passado a instituição já havia adotado outra regra de aperto, porém relacionada à restrição de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou alta em fevereiro de 2011


Vários índices são divulgados semanalmente por institutos de diferentes propostas. Boa fatia dos dados correlacionados ao mês de fevereiro está positiva, pois com o Carnaval determinado a março o número de dias úteis do mês passado aumentou – diferentemente da disposição de 2010.

Um dos institutos responsáveis por posicionar cidadãos e empresas sobre temáticas cruciais é a Serasa Experian, que revelou que houve aumento de 5,3% no Indicador da Demanda das Empresas por Crédito no mês passado em comparação a janeiro. No confronto anual outra alta, de 10,2%.

Os economistas da Serasa acreditam que em março, porém, o indicador deverá registrar decréscimo em sua taxa devido ao menor número de dias úteis do período e aos efeitos gerados pelo novo ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Analisado por portes, o medidor apontou incremento de 5,5% na procura por crédito proveniente das micro e pequenas empresas em fevereiro ante janeiro, índice acima do constatado entre as médias empresas, de 0,5%, bem como entre as grandes companhias, de -0,2%.

No comparativo anual, os índices registrados sobre as micro e pequenas, médias e grandes empresas foram de 11%, -1,4% e -1,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência das Empresas – Crescimento em janeiro de 2011


O bom 2010 para a economia brasileira levou quase todos os consumidores e empresários a encararem com mais otimismo suas condições financeiras. A população passou a adquirir bens de valores mais elevados, como serviços diversos, enquanto empreendedores, inclusive do exterior, aumentaram suas margens de investimentos.

Após os números registrados em praticamente todos os meses do ano passado, por quase todos os setores, alguns índices começam a apresentar queda. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência das Empresas, houve avanço de 0,3% no número de empresas inadimplentes em janeiro deste ano em comparação a dezembro de 2010, para 86,1 pontos no período.

A Serasa indica ser esse o primeiro avanço mensal do indicador depois de 20 meses seguidos de baixas. As perspectivas mais amenas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) convergem com o panorama desenvolvido pelo medidor, uma vez que ele tem por característica antever os abalos periódicos da inadimplência em cerca de seis meses.

Em suma, a probabilidade de aumento da inadimplência das empresas é quase certa, mas em índices ligeiros. As medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC) refletem sobre o índice divulgado, situação já prevista desde que a iniciativa fora abordada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Empresas – Falências solicitadas e decretadas aumentaram em fevereiro de 2011


Empresários e consumidores brasileiros devem sentir com maior afinco, em breve, as medidas de contenção de crédito adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010. Mesmo assim, a economia brasileira deve continuar sua trajetória de crescimento, não tão elevada como fora anteriormente.

O primeiro trimestre, em especial, é um pouco mais complicado em termos gerais. Materiais escolares e impostos como IPVA e IPTU pressionam o planejamento familiar, assim como o 13º salário, por exemplo, aperta as contas das pessoas jurídicas. De acordo com a Serasa Experian, 134 ocorrências de falências solicitadas foram registradas em fevereiro, número acima das 131 de janeiro e das 124 em dezembro passado.

Dividido em portes, o Indicador de Falências e Recuperações da Serasa contabilizou 94 falências requeridas pelas micro e pequenas empresas, 34 oriundas das médias empresas e meia dúvida das grandes.

As falências decretadas, porém, chegaram a 64 no mês passado, número consideravelmente alto ante os 41 registros descritos em janeiro. Também em portes, 60 provenientes das micro e pequenas empresas, duas das médias e outras duas das grandes empresas.

Os economistas da Serasa ponderam que a política monetária adotada pelo governo no intuito de controlar a inflação, promovendo desaceleração econômica, bem como dificuldades na obtenção de créditos e juros mais elevados são os motivos que explicam os dados anteriormente explanados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa registrou queda na Inadimplência das Empresas em janeiro de 2011


Iniciar qualquer ano com dinheiro em caixa é um grande desafio para consumidores e empresas. A maior incidência de contas elevadas em virtude dos altos impostos ainda no primeiro trimestre e o pagamento do 13º salário, no caso da pessoa jurídica, trazem desconforto ao setor financeiro.

Entretanto, um dado curioso foi divulgado pela Serasa Experian no dia 25 de fevereiro. De acordo com o Indicador de Inadimplência das Empresas, o índice em questão arrefeceu 0,8% em janeiro deste ano em comparação ao mês imediatamente anterior. Este fato, ou seja, queda no confronto entre o primeiro período de um ano e o último do ano anterior não ocorria desde 2006.

No comparativo anual, segundo a Serasa, a inadimplência das empresas também cedeu, desta vez em 2,1% em janeiro de 2011 sobre o período igual de um ano antes. Para economistas da instituição, a expansão da economia brasileira durante 2010 explica os dados registrados.

Mesmo assim, a desaceleração da economia nos próximos meses deve alterar esse e outros indicadores. Os rumores de que a Selic, taxa básica de juros da economia, aumente mais 0,75% até dezembro é uma das justificativas que levam a crer nessa perspectiva.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência de Micro e Pequenas Empresas – Janeiro 2011


Antes da obtenção do tão sonhado lucro, as empresas devem pagar suas contas em dia para, assim, receberem produtos de que dependem, executar suas atividades com acesso à energia elétrica e água, entre outros. Um planejamento ruim pode fazer com que o negócio se esvaia.

Informações divulgadas pela Serasa Experian indicam que a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas cedeu logo no início deste ano. De um mil pagamentos efetivados, 947 foram pagos à vista ou com, no máximo, sete dias de atraso, ou seja, índice de 94,7% – abaixo da taxa de dezembro, de 95,4%.

A Serasa aprecia que a pontualidade de pagamento diminuiu em todos os ramos da economia no mês passado, distribuída em 95,3% ao comércio, 94% ao segmento de serviços e 93,3% ao setor da indústria. A questão cambial e a consequente diminuição de competitividade dos produtos nacionais perante os estrangeiros é uma das constatações para a baixa se relacionada à indústria.

Os economistas da Serasa examinam que a diminuição no índice é comum em todo início de ano, pois as vendas realizadas em dezembro anterior causam desaceleração sazonal do patamar de atividade.

Mesmo com essa queda no confronto mensal, janeiro de 2011 se configurou como o melhor dos últimos seis anos na questão pontualidade de pagamentos a partir das micro e pequenas empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empresas – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A economia brasileira deverá atravessar, nos próximos meses, um processo de estabilização de todo o conjunto de números alcançados em 2010. O atual ambiente, dizem especialistas, não será mais cercado pela expansão vivida após o país ter deixado a crise financeira de lado.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito, o número de companhias que buscou crédito progrediu 0,6% no mês passado em comparação a dezembro de 2010. No confronto anual a alta foi um pouco mais saliente, de 0,9%, porém a mais baixa nessa relação em um semestre.

As recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de restringir o crédito para pessoas físicas e jurídicas – para tentar controlar a inflação – foram crucias, de acordo com economistas da Serasa, e incidiram na menor procura por crédito no comparativo anual.

As micro e pequenas empresas registraram índice de 0,8% na demanda por crédito em janeiro sobre dezembro, as médias, por sua vez, baixa de 1,7%, e as grandes empresas, na mesma tendência, recuo de 1,8%.

Na base comparativa entre janeiro de 2010, a taxa constatada também foi positiva para as micro e pequenas empresas, com alta de 1,1%, mas nas médias e grandes companhias houve arrefecimento respectivo de 2,6% e 0,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa – Inadimplência das empresas apresentou queda em dezembro de 2010


A expressão "inadimplência" é algo que tanto pessoas físicas como jurídicas querem distância. O desejo, nem sempre real, acarreta em várias medidas, tanto para o sentido ruim como para o bom. Pessoas e empresas que refazem cálculos para melhorar suas contas, com o tempo, podem conquistar sucesso.

Dados expressos pela Serasa Experian por meio do Indicador de Perspectiva de Inadimplência das empresas assinalam baixa em 0,8% no número de inadimplentes em dezembro do ano passado ante o mês imediatamente anterior. Com esse resultado, o patamar obtido chegou a 83,6 pontos.

A Serasa distingue ser esse o 20º recuo mensal seguido do indicador, porém o mais baixo registrado desde maio de 2009. Por isso mesmo, a entidade examina que o processo de diminuição paulatina da inadimplência entre as empresas apresenta certa extenuação.

Os economistas da Serasa preveem que as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem aumentar e pressionar o ciclo de aperto monetário no decorrer deste ano, incidindo diretamente nas despesas financeiras das empresas. Com isso, a inadimplência poderá ostentar números mais neutros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Empresas da região Serrana do Rio recebem orientações do Sebrae


A região Serrana do Rio de Janeiro tenta se recuperar das recentes chuvas que dizimaram centenas de pessoas e deixaram outras tantas à mercê de ajuda em nível nacional. Nesta semana, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promete aumentar o trabalho de apoio às companhias instaladas em Petrópolis e Nova Friburgo, duas das mais comprometidas.

Participarão do intento a Caixa Econômica Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Investe Rio, o Banco do Brasil e o Bradesco. Pelo que se tem notícia, a contribuição virá em forma de treinamento e palestras por meio de agentes financeiros devidamente habilitados.

Segundo Marcelo Weber, gerente da área de serviços financeiros do Sebrae, algumas das questões abordadas contemplarão, por exemplo, acesso a crédito e suas linhas. A entidade disponibilizará tendas e consultores para que assim possam ser criados projetos e refinanciamento de dívidas, bem como distribuição de materiais com orientações.

Um dos principais pontos a serem abordados é a movimentação da economia local, até então estagnada devido aos prejuízos. Se depender da empresa Projetando Soluções, a limpeza nas empresas da região será acelerada graças a um produto para dissipar camadas de óleo.

São ações como essa que precisam de maior atenção. As pessoas não querem simplesmente receber alimentos, bebidas e roupas de maneira gratuita. Querem condições para continuar a viver, por si só, com trabalho e família.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae



Empresas e Consumidores – Inadimplência apresenta estabilidade em Outubro de 2010


Ao longo do ano os consumidores brasileiros contraem dívidas sobre dívidas. A dificuldade em pagá-las depende da educação financeira, o que não implica, diretamente, se a renda é alta ou baixa. Aqueles que não conseguem estabelecer ganhos maiores do que gastos se prejudicam.

Informações divulgadas pela Serasa Experian neste início de semana revelam que o calote dos cidadãos apresentou estabilidade no mês passado, de 6%, após quatro meses consecutivos de baixa. Desde maio do ano passado, quando o índice estava em 8,5%, segundo o portal R7, as dívidas decrescem ou mantém certo equilíbrio.

Não é somente entre as pessoas físicas que a inadimplência é constada. Nas empresas isso também é recorrente, tanto que em outubro constatou-se calote corresponde a 3,5%.

Segundo o Banco Central, a inadimplência mantém estabilidade mesmo em meio a uma alta nos juros estritamente para as famílias, algo oriundo da greve bancária recente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Nível de Confiança das Empresas – Novembro de 2010


Conquista relativamente recente, o bom momento da economia brasileira incide de maneira positiva sobre os empresários, tanto que o otimismo deles continua alto neste mês, em 62 pontos, porém abaixo dos 62,8 de outubro. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mesmo assim o indicador está num nível avançado, pois valores superiores a 50 pontos sugerem confiança.

Em nota, a confederação examina que dos 26 segmentos da indústria de transformação relacionados no levantamento, 18 encabeçam indicadores além da média histórica. Segundo o portal de Economia Terra, a construção civil acumula 63,5 pontos e a indústria extrativa 64,1 pontos, avanço respectivo de 1,9 ponto e 0,6 ponto entre outubro e novembro.

Apesar desses bons dados, a indústria de transformação é aquela que mais apresentou recuo, de 62 pontos para 60,6 pontos. No acumulado de 2010, pois, o segmento contabiliza míngua de 6,7 pontos.

Ao bifurcar o levantamento por porte de companhias, as pequenas registraram recuo para 60,8 pontos e as médias para 61,1 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ponto Eletrônico – Ministério do Trabalho determina novas Regras


As novas regras para o ponto eletrônico estabelecidas pelo Ministério do Trabalho começam a valer a partir do próximo dia 21 de agosto para empresas com mais de dez funcionários, e estão gerando polêmica em sua implantação.

Dentre as novas medidas, haverá impressão do comprovante a cada registro, gerando uma série de papéis que ficarão guardados durante cinco anos, que é o tempo permitido para reclamações junto à Justiça do Trabalho. Este é um dos pontos de maior discussão por parte dos sindicatos. Além disso, a tinta deverá permanecer no papel durante estes cinco anos em que poderá ser guardada, conforme estabelecido pelo ministério.

O novo sistema deverá ser inviolável e não deve permitir que informações sejam alteradas ou apagadas. As empresas, entre outras coisas, temem pela demora que o ponto eletrônico pode gerar na emissão do tíquete, causando filas e com isto, uma diminuição do tempo dedicado ao trabalho.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, Correio do Povo



Grupo CCR – Programa de Trainees 2010 – Inscrições Abertas


Para atuar na empresa de concessão de infraestrutura CCR em várias rodovias pelo Brasil basta participar do processo de seleção que está aberto para a contratação de 20 profissionais.

As oportunidades serão espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e também no Paraná. Os requisitos básicos para participar do processo é fluência no inglês e conhecimento no pacote Office.

A participação pode ser feita por recém formados entre dezembro de 2008 e final de 2010, nos cursos de engenharia civil, de produção, administração de empresa, economia ou ciências contábeis.

As inscrições devem ser feitas até o dia 29 de agosto através do site Cia de Talentos.

Por Rafaela Ometto



PEC – Nova Lei para Licença Maternidade


Foi aprovado em primeiro turno pelo Plenário do Senado no último dia 07, a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 64/07, que dispõe sobre período de licença maternidade. De acordo com a nova PEC, as mamães, que tinham 120, agora terão 180 dias para descanso pós parto e para curtir seus filhos, além de poder amamentá-los durante os 6 meses recomendados pelo Ministério da Saúde.

Na verdade, já existia anteriormente uma lei (LEI 11.770/08 do Programa Empresa Cidadã) que ampliava o período de 4 para 6 meses de duração. Porém, esta lei era mediante incentivo fiscal para empresas que pudessem aderir a proposta. Mas segundo a PEC atual, todas as empresas e instituições de agora em diante serão obrigadas a aderir a nova imposição. A autoria é da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), e para decisão final, aguarda-se o segundo turno de votação.

Por Lilian Jeane Oliveira

Fonte: Jornal Estado de Minas



Programa Microempreendedor Individual – Cadastramento de Microempresários


Nesta terça-feira, 06 de julho, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou que desde o mês de julho de 2009, já foram legalizados cerca de quatrocentos mil microempresários que trabalhavam por conta própria e não contribuíam com o governo, através do Programa Microempreendedor Individual.

A meta deste é que um milhão de trabalhadores informais sejam legalizados. A regularização permite o acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-maternidade e auxílio doença, dentre outros.

Podem fazer o cadastro pequenos empresários que possuam um faturamento de R$36 mil por ano, e que tenham em seu estabelecimento até um funcionário empregado. O dinheiro recebido com as contribuições destina-se a Previdência Social, bem como ao pagamento dos impostos ICMS ou ISS.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Gazeta Web



Mini-Franquias é Opção Barata para Abrir o Próprio Negócio


Quem não quer se tornar, algum dia, dono do próprio negócio e ostentar para si os seguintes dizeres: “mando em meu próprio nariz, não tenho patrão, faço meus horários etc.”? Provavelmente, quase 100% das pessoas levantará as mãos em favor dessa ideia, situação nem sempre impossível, como muitos devem se questionar.

Opções não faltam, porém, desde aquelas com investimentos milionários até outras mais simples, como é o caso de minifranquias, que pedem a aplicação financeira inicial de até R$ 50 mil. A Associação Brasileira de Franchising (ABF), por exemplo, tem em seu repertório 120 grupos com essa característica, geralmente relacionados à venda de produtos e serviços dos mais variados tipos.

Aos que querem tomar algo como exemplo, existe, segundo o portal de economia do Estadão, a minifranquia Aquarezo, especializada em lavagens de carros sem uso de água. O investimento inicial gira em torno de R$ 6,5 mil a R$ 9,3 mil, o que depende, exclusivamente, de como o negócio será edificado.

Existem vários segmentos relacionados a gastos dessa natureza, como, por exemplo, informática, marketing e escolas de língua estrangeira. Ricardo Camargo, diretor-executivo da entidade, pondera que em algumas situações, tamanhas as oportunidades, um computador portátil (notebook ou netbook) é suficiente. Os ganhos variam conforme o empreendimento. Podem chegar, em alguns casos segundo ele, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demissões: Pfizer cortará mais de 6 mil vagas em cinco anos


A crise financeira mundial atingiu inúmeras empresas em todos os continentes, desde aquelas de âmbito macroeconômico a outras grandes, com inúmeros empregados e forte atuação no mercado internacional. Em virtude dos problemas decorrentes do colapso, demissões foram as principais consequências.

A Pfizer Inc., uma das companhias de maior referência no segmento de medicamentos, informou que deverá cortar, aproximadamente, 6 mil vagas nos próximos anos. Como justificativa mencionou o encerramento das atividades em oito de suas unidades produtivas até 2015, bem como a diminuição de operações em outra meia dúzia de locais.

O portal de economia Estadão indica, com base em informações divulgadas pela Pfizer, que os cortes terão início efetivo dentro de um ano e meio como parte de suas intenções em extinguir mais de 19 mil vagas até 2012 – cortes de custos, relata a empresa, que adquiriu outra companhia, a Wyeth, no primeiro mês do ano passado.

Infelizmente, qualquer redução de gastos sempre recai aos funcionários que, direta e indiretamente, contribuem para o crescimento das empresas. Esse fato não se restringe somente à Pfizer, é claro, mas serve de exemplo, de referência.

Quer saber muito mais informações sobre o corte de vagas gerido pela companhia? Acesse o Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empreendedorismo – Mulheres Superam Homens na Criação de Empresas


Desde que as mulheres conquistaram direitos antes pertencentes somente aos homens, essa fatia social tem conseguido estabelecer novos padrões para o mercado mundial. Especialistas admitem que o lado feminino da sociedade age com mais cautela ante à camada masculina e que o sucesso em qualquer área onde atuam é quase sempre certo.

Um levantamento concretizado no ano passado e revelado nesta semana pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) relata que das quase 20 milhões de pessoas que lideram algum empreendimento pelo Brasil, 53% são mulheres e o restante são homens. O portal de notícias G1 afirma que esta é a primeira vez que isso acontece no país.

Além desse fator crucial para a nova configuração do cenário brasileiro, o estudo, com base em pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), avalia que as mulheres também sobrepujaram os homens em relação ao empreendedorismo por oportunidade, ou seja, quando algum cidadão não abre uma empresa por necessidade, mas sim como ganha pão.

O levantamento recolheu dados de mais outros 54 países e constatou, pois, que o mesmo panorama visto no Brasil também aconteceu na Guatemala e em Tonga.

Para conferir mais informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Regra do fator previdenciário – decreto 7.126/2010


decreto 7.126/2010 firmado pela Previdência Social que altera a regra do fator previdenciário está deixando muitos empresários satisfeitos.

Isto porque empresas que tiveram impugnações declaradas como improcedentes, poderão apresentar recurso, o que não acontecia anteriormente. Atribuído pelo MPS, o FAP pode ser contestado no Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional da Secretaria Políticas de Previdência Social, sendo válido somente para empresas que que já apresentaram recurso, representando um montante de 7.000 ações.

O resultado do julgamento das contestações será divulgado no portal do Ministério, que terá acesso restrito somente aos que tiverem posse de senha.  As empresas optantes do Simples Nacional estão isentas do pagamento do seguro acidente.

Fonte: DCI


Créditos de Pis e Cofins – regime da não cumulatividade


Os créditos de Pis e Cofins estão sendo analisados pelo STJ para uma nova tese tributária, válidos para empresas que não apresentam comulatividade destes tributos.

Esse sistema garante às empresas o crédito das contribuições dos insumos utilizados na produção, que reduz a carga tributária das empresas.

Tal compensação, surgiu com a criação do regime da não cumulatividade – instituído pela Lei nº 10.637, de 2002 e pela Lei nº 10.833, de 2003 com a elevação das alíquotas do PIS e da Cofins, mas que em contrapartida oferece o crédito pelos insumos de produção. O objetivo foi evitar a tributação em cascata e reduzir a carga final dos empreendimentos.

Fonte: Valor Online


Inadimplência de Empresas Diminuiu em Fevereiro 2010


A Serasa Experian divulgou em 24 de março, quarta-feira, que a inadimplência entre as empresas brasileiras retrocedeu 10,7% no mês passado em relação a janeiro deste ano, sinalizando, então, o maior baque constatado desde agosto de 2009, ocasião na qual a crise financeira mundial começava a dar seus primeiros passos para ser controlada em território tupiniquim.

A entidade revela, também, que a inadimplência constatada nas empresas de grande porte teve tombo de quase 31%, enquanto as médias empresas baquearam 20,3% e as pequenas “apenas” 9,7%. Além desse fator, um comparativo entre o primeiro bimestre de 2010 ante período igual do ano passado apontou retração de 11,6% na inadimplência de pessoas jurídicas.

Para a Serasa, conforme atesta o Portal de Economia Terra, a queda das variações foi originada, em primeira instância, pelo volume menor de títulos protestados, bem como por cheques devolvidos. Em contrapartida, as dívidas não honradas em relação a bancos conservaram-se no mesmo nível e não interferiram nos resultados divulgados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empresas Simples querem diminuir Barreiras Ficais


As empresas optantes do Simples Nacional estão aguardando a decisão do Supremo Tribunal Federal à respeito dos valores de I.C.M.S recolhidos antecipadamente em barreiras fiscais.

Os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará criaram essas barreiras em suas divisas e isso vêm dificultando o trabalho de algumas empresas.

O imposto pago pode ser questionado posteriormente, porém para as empresas optantes do Simples não há a possibilidade de crédito, sem contar que o valor retido pesa e muito no caixa, fato que está abrindo a possibilidade destas mudarem seu endereço para outro estado onde não haja barreiras.

A Fazenda Estadual argumenta que tais barreiras facilitam o controle do que entra no Estado e incentivam a compra de mercadorias dentro do seu território.

Fonte: Valor Econômico


STJ aprova isenção de INSS para Empresas Simples


O Superior Tribunal de Justiça por meio da súmula 425 aprovou por unanimidade a isenção da retenção de INSS por empresas optantes do Simples.

Este processo vem da divergência de duas legislações: a primeira institui que tomadores de serviço são responsáveis tributários da retenção de 11% sobre o valor bruto da nota fiscal ou da prestação de serviços. Já a segunda corresponde ao tratamento diferenciado das empresas optantes do Simples, na qual os tributos são unificados e recolhidos sobre o faturamento, sendo aplicada uma única alíquota.

Deste modo, as empresas optantes ficam livres da obrigadação de pagar qualquer outro encargo, visto que nessa alíquota já está inserida o INSS.

Fonte: Notícias STJ


Telemar entre as mais acionadas no TJRJ


O TJRJ divulgou lista com as empresas mais acionadas nos Juizados Especiais Cíveis do Rio de Janeiro. Dentre as empresas, a Telemar (Oi), operadora de telefonia fixa, é a terceira mais acionada, sendo ré em 1991 ações somente em Janeiro deste ano.

Das 30 empresas listadas, a Light e Ampla, ambas do ramo de energia, ficaram em primeiro e terceiro lugar no ranking. Mesmo com alto índice de ações, a Telemar apresentou melhorias em relação a dezembro de 2008, onde liderou a lista com 2.191 reclamações.

Neste mesmo mês, a Ligth ficou em segundo lugar com 2026 ações. A lista completa pode ser encontrada no site www.tjrj.jus.br.



Brasi tem Aumento no pedido de Falências de Micro e Pequenas Empresas


O Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações indica que a vagarosa reabilitação do crédito levou a um aumento nos pedidos de falência no primeiro mês deste ano (132) em relação ao período igual de 2009 (124).

O dado curioso – e importante – é que dos 132 requerimentos de falência, 90 tem origem em micro e pequenas empresas. Isto revela, segundo o Portal de Economia do Estado, que para esse segmento a crise financeira mundial foi mais agravante e mesmo após seu término, há dificuldades de restabelecimento por cada companhia.

As grandes empresas, aliás, não sofreram muitos abalos, pois possuem recursos, aparentemente, para se recuperarem. Algumas reduziram o quadro de funcionários e mesmo assim mantiveram o mesmo nível produtivo.

Ainda de acordo com o Estadão, analistas acreditam que os entraves das empresas serão mais baixo do atual momento em diante, tanto que haverá melhoria na concessão de crédito para negócios e, consequentemente, um número menor de inadimplentes.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei