Destaque em Emprego

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Empregos na Indústria – Queda de 0,5% em Maio de 2013


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o emprego recuou 0,5% na indústria brasileira no mês de maio se comparado com o mês de abril.

Nos primeiros meses do ano, o indicador havia apresentado estabilidade, sendo que no mês de maio aconteceu a primeira queda. Se comparar o indicador de maio de 2013 com maio de 2012, a queda foi maior, chegando a -0,7%.

No acumulado dos meses desse ano, o recuo chega a 0,8%. Já no acumulo dos últimos doze meses, o emprego na indústria brasileira teve queda de 1,3%.

Os principais setores que influenciaram a queda no indicador foram: vestuários (-2,5%), aparelhos eletrônicos (-3,5%), calçados e couro (6,5%) e equipamentos (-3,3%). Os setores que tiveram alta de emprego foram: borracha e plástico (2,7%) e alimentos e bebidas (com alta de 2,4%). Foi a alta nesses setores que impediu que o indicador fosse ainda pior.

Mesmo com a queda nos empregos, o IBGE também divulgou que houve aumentos na folha de pagamento. O aumento foi de 1,7% em comparação com abril de 2013 e de 5,8% na comparação com maio de 2012.

Por Jéssica Posenato



Empregos na Construção Civil – Queda no Mês de Maio de 2013


O setor da Construção Civil no país teve queda no nível de empregos de 0,05% se comparado ao mês de abril, eliminando 1.751 empregos no mês de maio. De todas as regiões, apenas duas tiveram crescimento no setor: A Centro-Oeste (com 1.157 novos postos de trabalho, subindo 0,41%) e a Sul (que teve criação de 3.586 vagas, alta de 0,73%).

Os dados são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, em parceria realizada com a Fundação Getúlio Vargas. A pesquisa mostrou que o desempenho de maio de 2013 foi bastante diferente do que foi constatado em maio de 2012, quando houve abertura de 17,2 mil vagas no setor.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, Sergio Watanabe, informou que a redução dos postos de trabalho é decorrente da redução dos investimentos feitos no Brasil, porém, espera-se que esse quadro seja revertido até o final do ano.

Mesmo após o recuo em maio, o setor continua em alta se somar os acumulados desde janeiro, totalizando crescimento de 3,34%. Nos acumulados, o setor totaliza 3,486 milhões de pessoas trabalhando, sendo 285,6 mil na região Centro-Oeste e 491,8 mil na região Sul.

Por Jéssica Posenato



Dilma aumenta teto salarial dos servidores públicos


Nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, foi publicada no Diário Oficial da União uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff que aumenta o valor do subsídio dos ministros do STF para o ano de 2013.

Com isso, o teto máximo de remuneração dos servidores públicos federais também teve uma elevação de 15,76% que será concedida em três anos.

Deste nodo, os ministros do STF irão receber em 2015 um salário de R$30.935,36; sendo que em 2016 este valor pode aumentar já que na lei recém-criada está estabelecido que neste ano novas leis vão definir o valor dos subsídios.

Por Ana Camila Neves Morais



Divisão de gorjetas em restaurantes é regulamentada


Um assunto polêmico recebeu uma proposta de regulamentação nesta semana, pois a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público do Congresso Nacional aprovou a proposta de que o dinheiro pago como gorjeta em restaurante deve ser dividido por todos os funcionários presentes no turno.

Esta alteração está inserida no Projeto de Lei 6558/2009 que, além dessa questão, determina também a regulamentação das profissões de garçom e maître.

No entanto, a Comissão de Trabalho entende que estas profissões não precisam de regulamentação já que não oferecem nenhum tipo de risco para a sociedade que demandem o seu controle.

Apesar desta negativa a proposta sobre a divisão das gorjetas foi aprovada e a Comissão de Trabalho resolveu ainda a sua inserção na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) definindo que o valor pago pelos clientes – em valor igual ou superior a 10% do consumo – seja distribuído entre todos os empregados e não apenas entre garçons e maîtres como acontecia anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais



Governo quer mais trabalhadores estrangeiros no Brasil


A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República informou neste sábado, dia 30 de dezembro de 2012, que irá propor em março de 2012 diversas medidas para receber maior quantidade de trabalhadores estrangeiros.

Esta idéia tem como principais objetivos obter mão de obra qualificada vinda de outros países e com isso aumentar a competitividade do país frente ao restante do mundo.

Dentre as propostas estão a realização de “summer job” (emprego de verão) para estudantes de universidades estrangeiras além de deixar de exigir contrato de trabalho para liberar visto a profissionais do exterior que sejam altamente qualificados em sua área de atuação.

Outra alteração que será proposta consiste em tornar mais flexíveis as regras para um estrangeiros que eventualmente mude de cargo ou emprego no país sem a necessidade de refazer todo o processo de registro no Ministério do Trabalho.

De acordo com o órgão, a intenção destas medidas é de tornar o Brasil um país moderno e ágil para os imigrantes ficando, assim, mais atrativo do que países como Estados Unidos, Austrália e Canadá.

No entanto, Paes de Barros – representante da SAE – disse que este processo de atração dos estrangeiros para o Brasil é um processo que irá levar no mínimo 20 anos para ocorrer já é preciso não apenas aumentar as opções de trabalho no país como também simplificar a entrada e permanência destes imigrantes por aqui.

Por Ana Camila Neves Morais



Carrefour terá de pagar indenização de R$100.000 a ex-funcionária


O Carrefour sofreu uma derrota judicial importante, pois uma ex-funcionária que estava processando a empresa por discriminação racial, tratamento grosseiro e excesso de trabalho ganhou a causa e a empresa deve pagar uma indenização de R$100 mil reais pelos danos causados.

A ex-funcionária trabalhava em uma unidade do Carrefour na cidade de Brasília como chefe de seção. No entanto, atuava de forma cumulativa como secretária de diretor e gerente de caixa.

Além disso, a mulher relatou que sofria terror psicológico de um diretor que chegou até a chamá-la de “macaca” na frente de outros funcionários.

Toda esta situação determinou um processo de doença com depressão, ansiedade, insônia e outros males psicológicos que levaram a ex-funcionária a se desligar do Carrefour em 2010.

Ao ser questionado sobre o assunto, o Carrefour emitiu uma nota dizendo que não se pronuncia sobre processos pendentes na justiça e que repudia qualquer ato de discriminação agindo estritamente de acordo com a lei e a ética.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Empresas de TI buscam profissionais qualificados


As empresas de tecnologia da informação estão correndo contra o tempo na busca por profissionais da área que preencham as suas vagas em aberto.

Para quem deseja entrar neste mercado de trabalho é preciso ficar atento e manter atualizado o currículo na rede social LinkedIn.

Em virtude desta grande necessidade, as contratações estão a todo vapor com vagas para profissões como analistas de sistemas, programadores e arquitetos, gerentes de pré-vendas SAP, técnicos de infraestrutura e outros.

De acordo com as empresas do setor de tecnologia da informação a grande dificuldade é encontrar profissionais capacitados e com especialização nas diversas tecnologias solicitadas.

Deste modo, a grande idéia é estar realizando cursos e aperfeiçoamentos constantes bem como estar em contato com outros profissionais por meio de networks como o LinkedIn que pode auxiliar a obter boas colocações.

Por Ana Camila Neves Morais



Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



Crise econômica pode ameaçar setor de empregos no Brasil em 2013


A economia brasileira viveu momentos críticos de crise em alguns setores e, segundo especulações, estes problemas podem chegar ao setor de empregos nacionais.

Esta estimativa é feita em decorrência da baixa recuperação da economia do Brasil que terá como conseqüência uma redução na oferta de empregos para evitar prejuízos maiores.

Em 2012 os empregos formais tiveram uma redução de 45% e em 2013 é esperado que haja uma manutenção desta diminuição no mercado de trabalho.

Além de se preocupar com a redução do número de vagas oferecidas aos brasileiros, o governo teme ainda o aumento nas demissões de funcionários como no setor de serviços.

 Por isso, é preciso aguardar o próximo ano para verificar o ritmo de reação da economia para verificar, de forma real, as conseqüências na vida laboral dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Arezzo é absolvida em processo trabalhista


A 8ª Turma do TST resolveu absolver a empresa Arezzo em processo trabalhista que envolvia a Calçados Siboney Ltda.

Segundo o tribunal especializado, a Arezzo não tem obrigação de pagar os débitos trabalhistas para uma funcionária da calçados Siboney que prestava serviços terceirizados à primeira empresa.

Apesar disso, o TRT do Rio Grande do Sul considerou que a Arezzo será totalmente responsável se a Calçados Siboney não pagar os direitos devidos para a trabalhadora.

Ainda segundo a avaliação judicial a relação de contratos terceirizados entre as duas empresas não permite considerar a Arezzo responsável pelas obrigações da outra empresa.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Câmara dos Deputados aprova PEC das Domésticas


Mais um importante avanço foi obtido pelos trabalhadores domésticos de todo o país, pois a Câmara dos Deputados aprovou a PEC das Domésticas.

Esta proposta de emenda à constituição estende aos empregados domésticos vários direitos que já são concedidos a outras classes de trabalhadores

Os direitos trabalhistas que passam a integrar a carreira dos trabalhadores domésticos são os seguintes:

*Proteção contra despedida sem justa causa;

·       Seguro-desemprego;

·       Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;

·       Garantia de salário mínimo, quando a remuneração for variável;

·       Adicional noturno;

·       Proteção do salário, constituindo a sua retenção dolosa um crime;

·       Salário-família;

·       Jornada de trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais;

·       Hora-extra;

·       Redução dos riscos do trabalho;

·       Creches e pré-escola para filhos e dependentes até 6 anos de idade;

·       Reconhecimento dos acordos e convenções coletivas;

·       Seguro contra acidente de trabalho;

·       Proibição de discriminação de salário, de função e de critério de admissão;

·       Proibição de discriminação em relação à pessoa com deficiência;

·       Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 16 anos.

Ainda de acordo com a PEC, estes direitos irão começar a valer a partir do início da vigência da lei proposta por meio de sua promulgação.

No entanto, alguns direitos como o salário-família, FGTS, seguro contra acidentes de trabalho e seguro-desemprego dependerão de regulamentação.

O próximo passo para a PEC das Domésticas é a sua votação no Senado Federal.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasileiro tem menos medo do desemprego, segundo CNI


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, os dados recentes do IMD (Índice do Medo do Desemprego).

Segundo o estudo houve uma queda de 1,1% no indicador no mês de outubro em relação a setembro e uma redução de 2,6% quando equiparado a dezembro de 2011.

A única alta no medo de ficar desempregado foi registrada entre os profissionais com nível superior nos quais o IMD passou de 77 para  81,9 pontos.

Ao considerar este indicador nas regiões do país, o Sudeste e Nordeste apresentaram uma pequena alta com 72,2 e 75 pontos enquanto as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram reduções.

Esta situação identifica é justificada pela CNI pelo fato de que os grandes problemas da economia foram sentidos de forma específica nos setores industriais enquanto nos outros setores os níveis de emprego foram preservados mantendo, assim, a confiança dos profissionais.

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga dados sobre freqüência dos brasileiros no ensino superior


Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados relativos ao Censo Demográfico 2010 com informações sobre o uso dos brasileiros nos cursos de ensino superior.

De acordo com o estudo as mulheres são mais freqüentes nas faculdades de todo o país com 12,5% enquanto os homens estão presentes neste nível de ensino em apenas 9,95% dos casos.

Esta situação se reflete também no mercado de trabalho com um nível de ocupação no valor de 19,2% para as mulheres com nível superior completo e de somente 11,5% para os homens com este mesmo grau de escolaridade.

O IBGE realizou ainda a análise da freqüência escolar das crianças e adolescentes de 10 a 17 anos que ficou diretamente relacionada com a participação no trabalho já que apenas 5% das crianças que estudavam realizavam alguma atividade laboral e cerca de 17,5% daqueles que não iam à escola tinham algum tipo de ocupação laboral.

Por Ana Camila Neves Morais



Foto no perfil do LinkedIn ajuda a conseguir emprego


Nesta semana foi divulgada o resultado de uma pesquisa nos Estados Unidos bem interessante.

Segundo o estudo feito pela Universidade Ramapo em Nova Jersey a foto presente no perfil da rede social LinkedIn pode aumentar as possibilidades de obter um trabalho.

De acordo com a pesquisa no momento da contratação o tipo de foto presente no perfil do profissional indica maior dedicação ao trabalho e aqueles que não colocam a sua imagem na rede indica que quer esconder alguma coisa.

Por Ana Camila Neves Morais



Mais de 46.000 empregos formais são criados no Brasil


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, o Ministério do Trabalho divulgou dados importantes para os trabalhadores de todo o país.

Segundo pesquisa realizada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram criados cerca de 46.095 postos de empregos formais com carteira assinada durante o mês de novembro de 2012.

Esta informação demonstra uma melhora no mercado de trabalho sendo este total de empregos gerados bem maior do que os 42.735 do mês de novembro de 2011, mas representou uma queda em relação à outubro que criou mais de 66.900 novos trabalhos para os brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



CEF terá de pagar indenização a funcionário por assédio moral e sexual


Um caso bem inusitado aconteceu em uma agência da CEF: um funcionário sofreu assédio moral e sexual de sua chefe.

Até aí não há nenhuma novidade contundente, mas o interessante é que o funcionário em questão entrou na justiça e irá receber da entidade bancária uma indenização no valor de R$100 mil.

Segundo informações do funcionário e de testemunhas usadas no caso, a chefe sempre fazia elogios à sua beleza com “termos lascivos” e passou a persegui-lo depois que foi rejeitada.

A instituição bancária recorreu duas vezes contra a decisão judicial, mas perdeu em ambas as solicitações e agora terá que pagar o valor da indenização determinada pela justiça.

Por Ana Camila Neves Morais



Setores com falta de profissionais no Brasil


Uma reclamação antiga no Brasil é a falta de empregos para os trabalhadores. Mas esta realidade está se modificando e atualmente o grande problema reside na falta de qualificação dos profissionais gerando uma sobra de empregos.

Em estudo feito pela consultoria ManpowerGroup cerca de 71% dos empregadores do país tem dificuldades de preencher suas vagas de trabalho tanto pela escassez de profissionais quanto pela capacitação exigida.

Com isso, existem hoje aproximadamente 10 áreas de atuação que tem grande escassez de profissionais e que, portanto, são alvos interessantes para quem busca um emprego.

Os talentos mais escassos no mercado de trabalho brasileiro são os técnicos, engenheiros, motoristas para transporte de cargas, profissionais do ramo de vendas e economia, trabalhadores manuais (costureiras, eletricistas, pintores, pedreiros), mecânicos, profissionais de tecnologia da informação, operários para a indústria brasileira e operadores de produção.

Por Ana Camila Neves Morais



Crescimento do emprego formal pode ter estagnado no Brasil


O IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) divulgou dados que indicam o limite da formação de empregos formais no país.

Segundo a pesquisa, o Índice de Economia Subterrânea parou de cair, após cinco anos de quedas consecutivas, e está estacionário em 17%.

Como as quedas no IES eram causadas pelo crescimento do emprego formal no Brasil, a sua manutenção indica a parada no surgimento de novos empregos formalizados.

Para os analistas, o limite da criação de empregos formais surgiu devido à baixa escolaridade do brasileiro e à excessiva rigidez das leis trabalhistas que impedem o crescimento da economia.

Com isso, para a volta no crescimento de empregos formais é preciso não apenas diminuir a rigidez trabalhista como também melhorar a educação nacional.

Por Ana Camila Neves Morais



Geração de empregos na indústria de São Paulo registra queda em novembro


Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou dados sobre o setor no mês de novembro.

Segundo a pesquisa, os empregos na indústria de transformação do estado tiveram uma queda de 0,33% com o fechamento de aproximadamente 8 mil vagas de emprego no mês de novembro; já no acumulado dos 11 meses do ano de 2012 houve um aumento de 0,49% nos empregos gerados com cerca de 13 mil novas vagas sendo geradas.

Ao estratificar estes dados nas regiões do estado a maior queda foi no interior do estado com 0,43% a menos de empregados enquanto na Grande São Paulo esta redução foi de apenas 0,17%.

Ao considerar de forma mais específica os 22 tipos de indústria existentes em São Paulo 15 demitiram funcionários, 04 admitiram novos funcionários e 03 ficaram no mesmo patamar de empregados.

Dentre os setores as demissões foram maiores em indústrias de biocombustível, confecção e calçados enquanto que novos empregos foram criados principalmente em indústrias de produtos farmacêuticos, bebidas e produtos químicos.

Por Ana Camila Neves Morais



Nível de desemprego diminui nos Estados Unidos


A crise econômica continua fazendo estragos nos Estados Unidos e nesta última semana as informações apontam uma redução no número de pedidos para auxílio-desemprego no país.

Segundo dados do departamento do Trabalho houve uma queda de 29 mil pedidos com relação à semana anterior perfazendo um total de 343 mil pedidos de auxílio-desemprego.

Este indicador sugere o início de uma recuperação da economia norte-americana com tendência à estabilidade em um futuro próximo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Programa ProJovem Trabalhador diploma 400 alunos em Araxá-MG


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, aconteceu a formatura de aproximadamente 400 jovens na cidade de Araxá em Minas Gerais no programa Projovem Trabalhador.

Este projeto é uma iniciativa do governo de Minas Gerais em parceria com o Ministério do Trabalho e consiste na oferta de diversos cursos gratuitos para quem deseja entrar no mercado profissional aumentando, assim, as possibilidades de emprego após esta formação.

Este programa oferece, além da qualificação, a possibilidade de se formar com um emprego como acontece com vários jovens.

Em 2013 já estão sendo planejadas novas turmas para o Projovem Trabalhador, sendo a primeira para o 1º semestre do próximo ano com cerca de 350 alunos.

Por Ana Camila Neves Morais



Dieese divulga crescimento dos empregos formais no Brasil


O Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentou nesta última quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – informações relevantes sobre os empregos formais no estado.

Segundo a pesquisa, feita a partir de dados do Ministério do Trabalho, houve um crescimento de 2% nos empregos formais da indústria de transformação paraense com 39.137 admissões e 37.217 demissões gerando um saldo positivo de 1.920 postos de trabalho no período de janeiro a outubro de 2012.

O único mês com saldo negativo de empregos formais foi durante outubro com cerca de 3.118 admissões e 3.611 demissões.

Por Ana Camila Neves Morais



Câmara de Vereadores de Ituiutaba aumenta número de integrantes


Com as eleições municipais finalizadas, começam as movimentações para o próximo ano e com isso a Câmara Municipal de vereadores de Ituiutaba no Triângulo Mineiro aprovou nesta semana um aumento no número de vereadores que agora serão um total de 17 ocupantes.

Este foi um dos maiores aumentos na quantidade de membros do Poder Legislativo em toda a região e com isso deve haver um aumento nos gastos de cerca de 1 milhão de reais por ano com gastos fixos, salários e gastos extras como a reestruturação do plenário da casa.

Por Ana Camila Neves Morais



Embraer aumenta setor de engenharia


A Embraer divulgou nesta semana que irá aumentar o seu setor de engenharia para atender ao aumento na produção de aviões da empresa.

Para isso, será inaugurado um novo escritório na cidade de Belo Horizonte ainda durante o mês de dezembro de 2012.

Além disso, a Embraer irá realizar a contratação de mais 100 engenheiros no Brasil e diversos profissionais da área nos Estados Unidos.

Com esta expansão, a empresa vai contar com cerca de 200 engenheiros em sua unidade na Flórida durante o ano de 2013 buscando profissionais qualificados como ex-engenheiros da Nasa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Sergipe cria mais de 3.000 empregos em outubro de 2012


O Caged (Cadastro Geral de emprego e Desemprego) do Ministério do Trabalho divulgou dados do mês de outubro de 2012 que mostram a criação de 66.988 novos empregos no Brasil dos quais 3.139 foram ofertados no estado de Sergipe.

Segundo a pesquisa, durante os 10 meses do ano de 2012 foram 1.688.845 novos trabalhadores com carteira assinada com um aumento nesta oferta de 1,12% para o estado de Sergipe.

Este crescimento, segundo o governo do estado, se deve a um aumento da capacidade das indústrias, das empresas além da chegada de novos negócios que causaram o aumento no setor de empregos em Sergipe.

Ao considerar este avanço em Sergipe de forma mais específica foi identificado que a maior parte dos postos de trabalho foi para o setor de serviços com 5.273 contratações.

Por Ana Camila Neves Morais



Instituto Brasileiro de Economia divulga tendências para mercado de trabalho no Brasil


O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas divulgou uma recente avaliação do mercado de trabalho no Brasil e apontou para uma tendência de aquecimento das possibilidades de emprego nos próximos meses.

O responsável pelo estudo é o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho o qual afirmou que o mercado de emprego terá um aumento dos trabalhadores com ocupação além da manutenção dos baixos níveis de desemprego vistos há alguns meses no país.

O Instituto Brasileiro de Economia apresentou nesta pesquisa dois indicadores que foram utilizados para acompanhar as tendências e evolução do mercado profissional em todo o Brasil.

O primeiro é o IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) que busca antecipar as possíveis tendências no mercado de trabalho com informações mais ágeis sobre o que pode acontecer neste segmento.

Já o ICD (Indicador Coincidente de Desemprego) tem como principal função fazer um monitoramento do comportamento da taxa de desemprego nacional e apontou uma diminuição no mês de outubro de 2,5% nesta taxa específica.

Ainda segundo informações do economista Fernando a boa expectativa com relação ao mercado de trabalho no Brasil ocorre, principalmente, por mudanças na estrutura da mão de obra do país com maior quantidade de trabalhadores no setor de serviços e um fortalecimento do câmbio brasileiro.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Fundação Seade publica pesquisa sobre diferenças entre negros e não negros no mercado de trabalho


Uma interessante notícia foi divulgada recentemente no mercado de trabalho brasileiro, pois a Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) apresentou nesta última semana – no dia 13 de novembro de 2012 – os resultados de um levantamento que apontam uma diminuição nas desigualdades entre negros e não negros com relação à atividade laboral.

Esta análise foi realizada a partir de dados obtidos pela PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Segundo este estudo, está acontecendo uma diminuição nas diferenças entre negros e não negros com relação ao valor dos salários oferecidos, ao rendimento e à participação dos mesmos no mercado de empregos.

De forma mais específica, a avaliação da Fundação Seade mostrou que as remunerações dos negros, no ano de 2011, corresponderam a cerca de 61% dos valores recebidos por brancos que significa um aumento de 6,4% em comparação com a pesquisa feita em 2002.

Outro dado importante refere-se à taxa de desemprego que teve no ano de 2012 os valores para negros e não negros de, respectivamente, 12,2% e 9,6% representando uma diminuição de 4,6% nesta situação também em comparação com a análise feita em 2002 por este instituto de pesquisa.

Com última análise, a Fundação Seade obteve um valor médio de trabalho dos não negros de R$10,30 por hora enquanto os negros recebem em média R$6,28 por serviços executados neste mesmo período de tempo.

Assim, apesar da manutenção das diferenças de remuneração e possibilidades de trabalho entre negros e não negros esta pesquisa aponta para uma evolução no mercado de trabalho brasileiro com uma tendência de igualdade de condições entre diferentes etnias em um futuro próximo.

Por Ana Camila Neves Morais



Firjan anuncia resultados do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil


A Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) apresentou recentemente dados da terceira edição do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil apontando, de forma geral, que os profissionais deste tipo de mercado recebem até três vezes mais do que a média nacional de salários.

A pesquisa sobre a Indústria Criativa (com atuação nos ramos de Artes, Publicidade, Moda, Computação, Música, Tecnologia, Engenharia, Design) teve início no ano de 2008 e consiste em um levantamento aprofundado utilizando dados do ano de 2011 em todos os estados brasileiros sobre este setor do mercado apontando, assim,  questões importantes como as dez melhores remunerações, as maiores profissões criadas no país, total de trabalhadores que integram o mercado criativo, salário médio oferecido além da porcentagem de participação do PIB Criativo na economia brasileira.

Nesta última edição, a pesquisa da Firjan mostrou que a Indústria Criativa possui, atualmente, cerca de 810 mil profissionais distribuídos em mais de 240 mil empresas e contribui com um PIB Criativo de R$110 bilhões considerado um dos maiores em todo o mundo; sendo que pela primeira vez foram inseridos os setores de Pesquisa & Desenvolvimento e Biotecnologia pela relevância internacional destes ramos.

Com relação às profissões criativas são destaque atuações como de Engenheiros, Programador de Sistema de Informação, Arquitetos, Gerente de Marketing, Designer Gráfico, Analista de negócios, Designer de calçados sob medida, Analista de pesquisa e mercado, Biólogo, Agente Publicitário e Gerente de pesquisa e desenvolvimento.

Ao considerar as remunerações, os profissionais do ramo criativo ganham em média R$4.693,00 superando muito o padrão de vencimentos geral do país que oscila em torno de R$1.733,00.

De forma mais específica as remunerações no ramo criativo, em decorrência da alta formação exigida de seus profissionais e do grande valor agregado aos produtos inovadores que elaboram, possuem valores variados de salários como os mostrados a seguir:

– Geólogos: R$11.385,00

– Diretores de televisão e atores: R$10.500,00

– Biotecnologista: R$8.700,00

– Editor de Revista: R$7.594,00

– Arquitetos e Engenheiros: R$7.524,00

– Pesquisadores de forma geral: R$7.100,00

Deste modo, o Mapeamento da Indústria Criativa apresentado pela Firjan mostra um setor do mercado em ascensão crescente com grandes potencialidades de ganhos para seus profissionais e para o Brasil como um todo.

Fonte: Firjan



Tendências de Emprego – Profissionais das áreas exatas estão em alta


O mercado de emprego está em constante modificação com o decorrer do tempo e isto faz com que diversos tipos de profissões estejam em alta ou não na preferência do mundo do trabalho.

A mais nova notícia com relação às tendências do mundo profissional foi mostrada por uma recente pesquisa feita pelo Inper (Instituto de Ensino e Pesquisa) em parceria com a USP (Universidade de São Paulo) a qual demonstrou que o mercado de trabalho possui, na atualidade, uma grande carência de profissionais capacitados na área exata enquanto na atuação de profissionais específicos na área de ciências humanas há um excesso de trabalhadores disponíveis.

Este estudo, realizado a partir de dados obtidos nos censos dos anos de 2000 e 2010, apontou de forma mais detalhada uma diminuição no valor dos salários oferecidos para profissões nas áreas de marketing, administração, publicidade e comunicação social ao mesmo tempo em que identificou um aumento no valor das remunerações oferecidas nos ramos de engenharia, medicina, ciências sociais, arquitetura e economia em decorrência da falta de profissionais qualificados nestas áreas.

As conclusões deste estudo do Inper são consolidadas pela Confederação Nacional da Indústria a qual divulgou uma necessidade de aproximadamente mais 91 mil novos trabalhadores especializados no ramo de ciências exatas até o ano de 2014 com altos índices de empregabilidade especialmente para áreas como engenharia e economia.

Deste modo, na projeção atual do mercado de emprego a grande tendência e possibilidade de obtenção de um trabalho com bons salários foi transferida das ciências humanas para as ciências exatas e sociais.

Por Ana Camila Neves Morais



Queda na Criação de Empregos Formais – Março de 2012


De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o número de empregos formais apresentou queda de 25,8% no mês de março, em comparação ao mês de fevereiro.

Foram realizadas 1,88 milhão de admissões contra 1,76 milhão de demissões. Ao todo foram gerados mais de 111 mil novos empregos com carteira assinada no mês passado.

Os dados referentes aos primeiros três meses do ano mostraram que foram criados 442.608 empregos, o que significou uma redução de 24,1% quando comparado ao mesmo período de 2011, no ano passado foram criados 583.886 empregos.

O saldo negativo foi influenciado pela indústria de transformação, que apresentou perda de 5.048 postos de trabalho. A principal causa desse resultado foram as demissões que aconteceram na indústria alimentícia. A agricultura também teve queda e ficou com saldo negativo, nesse caso o número de perdas foi de 17.084 postos de trabalho.

Apesar desse cenário pessimista, alguns setores apresentaram aumento no número de trabalhadores empregados, foi o caso do segmento de serviços (que foi o responsável pela contratação de 38.182 profissionais) e o de construção civil (que empregou 35.935 trabalhadores).

Por Joyce Silva



Empregos na Indústria – Queda em Janeiro de 2012


Como se já não bastasse a queda do desempenho industrial, demonstrada pelo PIB de 2011, a taxa de emprego no setor também caiu 0,3% no mês de janeiro, conforme informação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em comparação a janeiro de 2011, a taxa recuou ainda mais: 0,5%, sendo a quarta negativa consecutiva.

Com relação a dezembro, pode-se notar que janeiro não foi realmente um período favorável para a indústria. O IBGE pesquisou 14 regiões, sendo que em 9 delas a produção diminuiu e em 8 a quantidade de trabalhadores caiu, chamando a atenção principalmente para São Paulo, com uma taxa de -3%.

No entanto, nesta última análise, alguns estados apresentaram taxas positivas, como o Paraná (4,6%), Minas Gerais (2,5%) e Pernambuco (4,2%).

Esta queda no número de trabalhadores na indústria pode ter sido acarretada por causa das horas pagas, que também apresentaram uma queda de 0,2% na comparação com dezembro. Isso com certeza desmotiva uma equipe e faz com que os funcionários queiram trocar de emprego ou de função.

Ainda assim, de acordo com o IBGE, o salário real dos trabalhadores do setor teve um avanço de 5,1%, sustentado pelo crescimento da indústria de transformação. Este resultado foi positivo, o que mostra que, aos poucos, o trabalhador vem sendo mais valorizado, dando importância maior às vantagens do setor industrial.

Por Anne A. Matioli Dias



Trainee Henkel 2011 – Vagas em Itapevi, Jundiaí e Diadema


As inscrições para o Programa de Trainee Henkel 2011 estão abertas.

Se você concluiu o seu curso de graduação a partir de Julho de 2009 ou tem previsão de se formar em Julho de 2011, participe!

Você pode se cadastrar aqui. O prazo termina em 31 de maio (terça-feira).

Confira quais são os cursos procurados: Química, Administração de Empresas, Ciências Econômicas, Engenharias e Relações Internacionais.

Os candidatos também devem ter nível de Inglês fluente e noções do idioma Espanhol.

As oportunidades são oferecidas para as seguintes cidades do estado de São Paulo: Itapevi, Jundiaí e Diadema.

O salário não foi informado.

Os trainees receberão benefícios como: seguro de vida, assistência médica e odontológica, acesso à universidade corporativa, entre outros.

A jornada de trabalho consiste em 40 horas por semana.

Os aprovados iniciarão suas atividades a partir de 3 de agosto (quarta-feira).

Mais detalhes aqui.

Por Melisse V.



Ipea registra aumento do emprego formal no país


Os dados do emprego de 2010 foram relativamente importantes à ascensão da economia brasileira. No período, o Ministério de Trabalho e Emprego registrou 2,5 milhões de vagas com carteira de trabalho assinada. Embora positivos, os índices não devem se sustentar pelos próximos anos, a não ser quando o país receber a Copa do Mundo de 2014, que de modo temporário até pode apresentar contratações efetivas.

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que de 2001 a 2009 o percentual de trabalhadores formalizados no mercado de trabalho subiu de 37,9% para 44,2%, dados que incluem empregados com registro em carteira de trabalho e funcionários públicos estatutários.

Apesar dessa informação, o estudo revela que boa parte da população brasileira economicamente ativa permanece na informalidade. De acordo com Sandro Sacchet, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, enquanto o incremento da formalização foi motivada, sobretudo, pelo nível mais elevado de geração de vagas formais, o crescimento do emprego informal até ocorreu em bom ritmo, porém, com baixa criação de oportunidades.

Distribuído por regiões, o levantamento aponta que a região Nordeste contraiu maior número de trabalhadores formais entre 2001 e 2009, com alta de 27,4%. O Norte brasileiro também registrou índice louvável, de 24,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Emprego em Obras Infraestruturais sofre Queda em São Paulo


Um dos estados mais citados no quesito economia, oportunidades de empregos e correlatos, São Paulo apresentou números nada bons no segmento da construção civil, mesmo em meio a obras de adequação viária e outras voltadas ao metrô.

Dados do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), pertencente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), abalizaram que o índice de emprego em obras infraestruturais pelo Brasil cresceu 9,35%, mas em São Paulo somente 1%. Levando-se em consideração apenas construções de grande porte, o estado apresentou recuo de 5,92% no ano passado.

A Fiesp ressalta que a grande diferença entre as demais unidades federativas e São Paulo ocorreu no setor de Obras de Infraestrutura, pois cerca de 6,2 mil postos de trabalho foram cortados nos ramos de ferrovias e rodovias no estado. Para José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Deconcic, isso aconteceu em função do término de obras e descontinuidade de novos planos de investimentos do governo local.

Em sua óptica, o Brasil, como um todo, deverá permanecer em crescimento, ao mesmo tempo em que São Paulo manterá arrefecimento de números.

Será este um sinal de que os investimentos em São Paulo estão focados ou se voltarão para outras áreas? É importante ressaltar que em menos de quatro anos o estado comportará uma das cidades-sede da Copa do Mundo e que possíveis entraves podem convergir, singularmente, com o pessimismo de especialistas sobre o evento em terras brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de emprego para a melhoria econômica mundial


O contexto econômico global é desigual, pois envolve bons níveis de desenvolvimento nos países emergentes e dificuldades nas nações desenvolvidas. Recentemente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou crescimento mundial em 4,5% para 2011.

Para Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI, embora o índice esteja acima da média da última década, a atual recuperação não é a almejada. Em sua visão, o atual momento abriga deformações e tensões, que poderiam semear problemas a um futuro colapso.

O presidente do fundo indica que a recuperação acontece de maneira diferenciada entre os países, com destaque aos emergentes, que podem até sofrer superaquecimento. Além dessa constatação, dentro dos próprios países existem dessemelhanças, sobretudo na diferença de renda entre seus habitantes. Strauss-Kahn acredita que o melhor meio da recuperação realmente acontecer é se ela se basear em torno da criação de empregos e melhor gestão econômica, além de proteção social.

O discurso de Strauss-Kahn, divulgado na página do FMI, reflete o que muitos especialistas já vinham descrevendo nas últimas semanas. O Brasil tem buscado ferramentas para brecar o crescimento e o consequente superaquecimento por meio de medidas de controle de crédito. Não basta o exemplo brasileiro. É necessário todas as economias focarem seus esforços para melhorar o mercado interno sem prejudicar o próximo

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FMI



Pesquisa revela intenção de contratação dos empresários


O cenário econômico do Brasil tem possibilitado novos voos a empresários e trabalhadores. No ano passado, por exemplo, mais de 2,5 milhões de vagas de emprego foram criadas, correspondendo, portanto, às perspectivas de Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do país.

Os números de 2010 podem se repetir em 2011, mas, por enquanto, sem quaisquer projeções asseguradas. No entanto, estudo desenvolvido pela consultoria PwC revela que 68% dos executivos-chefes brasileiros sondados no levantamento admitem a intenção de contratar trabalhadores nos próximos meses.

Na concepção de Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, essa perspectiva é fruto do atual momento da economia brasileira, superior, inclusive, à visualizada nas nações desenvolvidas. Para ele, 2011 consolidará os planos político e econômico, embora o trabalho não venha a ser fácil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Assegurados do Bolsa Família – Dificuldades em encontrar e manter o Emprego


Estudo encomendado pelo Ministério do Desenvolvimento Social constatou um dado nada motivador às pessoas favorecidas pelo programa de transferência de renda do governo, o “Bolsa Família”. De acordo com a pesquisa, os beneficiários duram pouco tempo em seu trabalho e quando saem dele, custam mais a ingressar numa nova oportunidade em regime CLT.

Extensa matéria veiculada pelo Estadão assinala que o caminho para os assegurados do programa conseguirem deixar para trás o benefício e, assim, dele independerem, deverá ser árduo e extenso.

Na opinião de Alexandre Leichsenring, consultor do Ministério do Desenvolvimento Social, a inclusão dos favorecidos no mercado formal de trabalho pouco existe; quando ocorre, advém de maneira insuficiente.

Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a maior parte das vagas – aproximadamente 75% – cerceadas por pessoas integrantes do Bolsa Família não é registrada, e na população economicamente ativa do Brasil o percentual nem chega a 50%.

De acordo com Leichsering, três em cada dez pessoas do programa devem perder seus trabalhos em menos de seis meses e, ausente do mercado, um em cada quatro assegurados, aproximadamente, voltam a atuar em quatro anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de Empregos no Governo Lula supera governo FHC, Itamar e Sarney


Logo que o presidente Lula iniciou seus trabalhos como presidente da república, há oito anos, as maiores preocupações dos brasileiros eram com relação a emprego e a fome.

Hoje, após as eleições de Dilma Rousseff, pesquisa Datafolha revelou que os brasileiros se preocupam mais com a saúde e a segurança.

De acordo com o Ministro do Trabalho Carlos Lupi, a campanha de Dilma propositalmente não abordou o tema emprego, visto que o trabalho nesta área já está sendo desenvolvido no governo Lula.

Segundo a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), no governo Lula foram criados até setembro de 2010, 14.725.039 empregos. Ou seja, há uma média de 1,8 milhão de vagas de trabalho criadas em cada ano do seu governo.

Isto significa que Lula, vítima de preconceitos e desacreditado por muitos, criou mais empregos do que FHC, Sarney e Itamar juntos, sem contar com o desemprego gerado pelo governo Collor.

Por Elizabeth Preático



Emprego na indústria em queda no país


A criação de empregos pelo Brasil tem ilustrado o quão confiante estão os empresários brasileiros com a própria economia e o quão o país tem potencial para crescer. Essa situação tem gerado, inclusive, otimismo por parte dos trabalhadores e consequentemente de consumidores, tanto que o comércio em várias regiões permanece aquecido (não como no início deste ano), mesmo com a retirada de estímulos fiscais.

Depois de apresentar oito resultados positivos e consecutivos, o emprego na indústria do Brasil contraiu variação negativa de 0,1% em setembro no confronto ao mês imediatamente anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação anual, porém, ocorreu avanço de 4,9%, permitindo afirmar, pois, aumento em todas as 14 regiões consultadas nessa relação.

No acumulado anual até setembro, segundo a agência de notícias Reuters, o emprego contabiliza incremento de 3,4% e nos últimos 12 meses até o mês em questão, crescimento de 1,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria – Setembro 2010


O emprego na indústria brasileira caiu 0,1% no mês de setembro, de acordo com informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a criação de vagas no setor da indústria, apesar da queda em setembro, cresceu 4,9% em relação ao mesmo mês no ano passado. O crescimento nos últimos 12 meses chega a 1,5%.

O número de horas pagas aos funcionários da indústria recuou 0,4% em relação ao mês de agosto.

Entre os setores que mais contrataram no período se destacam os setores de Máquinas e equipamentos e Borracha e Plástico, que contrataram 11 e 10,6%, respectivamente, em relação ao mês anterior.

Por Luana Neves



Emprego no Setor Industrial Cresce em Agosto 2010


O emprego no setor industrial do Brasil cresceu mais uma vez no mês de agosto, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, o crescimento registrado foi de 0,1% em relação a julho.

Este foi o oitavo crescimento consecutivo registrado pelo Instituto. Em relação ao emprego no mesmo período do ano passado, a alta no setor industrial foi de 5,2%. No acumulado do ano, a alta já é de 3,2%.

Ainda segundo a pesquisa, o valor do salário dos trabalhadores do setor caiu 2,9% em agosto se comparado ao mês de julho, quebrando dois meses consecutivos de alta. Apesar do resultado negativo, o valor da folha de pagamento dos empregados crewsceu 9% em relação ao mês de agosto do ano passado.

Por Luana Neves



Criação de Empregos no Brasil – Agosto 2010


O Ministério do Trabalho informou no final da semana passada que o número de empregos com carteira assinada no Brasil durante o mês de agosto voltou a bater recorde para o período.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criados em agosto mais de 299.400 empregos em todo Brasil.

De acordo com o Ministério, foi o melhor resultado alcançado no mês de agosto desde o ano de 1992, ano em que começou a série histórica do Cadastro Geral. Entre os meses de janeiro e agosto deste ano, foram criados 1, 9 milhões de empregos com carteira assinada em todo o país. Segundo o Ministério, o número também é recorde, já que o maior recorde havia sido registrado em 2008, quando foram criados 1, 8 milhões de empregos.

A expectativa do governo é chegar ao final do ano com  2,5 milhões de empregos com carteira assinada criados durante 2010.

Por Luana Neves



Empregos na Indústria – Aumento em Julho 2010


O emprego no setor da indústria no mês de julho cresceu 5,4% em relação a julho de 2009, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mês de junho, a alta registrada foi de 0,3%,

Os dados foram colhidos através da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, que foi divulgada nesta sexta-feira (10). O crescimento no período foi o maior registrado pelo Instituto desde o início da série histórica, em 2001.

O acumulado do crescimento do emprego na indústria nos últimos 12 meses foi de 2,9%. Segundo o IBGE, a taxa de julho traz a continuidade de sete resultados positivos consecutivos no setor da indústria.

Por Luana Neves



Trainee Ambev 2011 – Inscrição


Continuam abertas, até o dia 07 de setembro, as inscrições para o programa de Trainee da empresa Ambev.

Há chances para as graduados nos seguintes cursos: Administração de Empresas, Ciência da Computação, Administração Pública, Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Ciências Biológicas,  Agronomia, Ciências Econômicas,Farmácia, Economia, Marketing, Engenharia, Matemática, Publicidade e Propaganda, Estatística, Química, Sistemas de Informação, Relações Internacionais, Direito Internacional e Processamento de Dados. Vale lembrar que a conclusão do curso deve ter sido realizada nos anos de 2008, 2009 ou 2010.

O candidato deve ter domínio das ferramentas de informática, fluência no inglês e disponibilidade para viagens.

Ressalte-se que não há limite de vagas e os interessados deverão realizar suas inscrições através do site: www.traineeambev.com.br

Por Milena Leite.



A Conferência Brasileira de Relações de Emprego e Trabalho abordará temas estratégicos


Conquistar um novo ou primeiro emprego sempre é motivo de festa às pessoas que se saíram bem nas entrevistas ou que por ventura foram indicados e bem recebidos pelos patrões. O caminho, muito mais fácil do ponto de vista teórico, engloba diversos pontos, tais como dinâmica de grupos, conversa tête-à-tête com o empregador, provas escritas e orais, bem como outros.

Após a contratação, o empregado acredita que tudo correrá bem, mas nem sempre isso funciona de tal maneira. No objetivo de elucidar algumas questões para dar maior suporte à população, o Instituto Brasileiro de Relações do Emprego e Trabalho (IBRET) promoverá, nos dias 24 e 25 deste mês, a Conferência Brasileira de Relações de Emprego e Trabalho.

O Canal Executivo UOL, um dos meios intencionados em divulgar oportunidades e eventos relacionados ao mundo do trabalho, relaciona que os principais assuntos abrangidos durante o evento são o ambiente, condições de trabalho e o contrato, focados, pois, a profissionais, empresários, advogados da área trabalhista, pesquisadores, entre outros.

Para fazer parte do acontecimento, que tem as vagas são limitadas, o intencionado deve acessar este link e efetuar o pagamento de R$ 50 (estudantes) ou R$ 350 (associados do instituto). O endereço estabelecido para a conferência é Avenida Professor Luciano Gualberto, 908 – Cidade Universitária (São Paulo).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção Civil gera 730 mil empregos em diversas cidades


A construção civil é uma das áreas que melhor tem aproveitado o alto desempenho da economia brasileira nos últimos meses. Muito se noticia sobre os resultados conquistados pelo setor, sobretudo relacionada a continuidade da exoneração de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final deste ano para materiais de construção. Além desse setor outros conseguiram se beneficiar, tais como o varejo.

Em convergência ao ambiente do país, o número de empregos no setor ascende com segurança, tanto que a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) confeccionada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pertencente a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mensurou quase 730 mil postos de trabalho criados nos últimos 12 meses em Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

A região metropolitana com maior taxa de crescimento na ocupação em maio passado, foi Salvador com 8%. Fortaleza e Distrito Federal conseguiram 6,8% e 5,5%, respectivamente. Totalizando as localidades citadas anteriormente, a média assinalada no quinto mês deste ano foi de 3,6%.

O setor de serviços, segundo o Canal Executivo UOL, foi aquele que melhor apresentou disposição no número de vagas criadas, seguido pela indústria e pela construção civil. Em relação ao desemprego, houve arrefecimento de 1,9% em junho deste ano ante mês igual de 2009, alcançado, pois, 12,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento de Empregos no Rio Grande do Sul – Junho 2010


Boa notícia para os gaúchos. A indústria do estado emplaca um aumento considerável no setor de empregos no ramo. Um total de 2,29 milhões de pessoas estão empregadas e com carteira assinada, com tudo que se tem direito, no último mês.

Considerando que nos dois últimos anos, uma crise instalou-se em âmbito internacional, esse aumento considerável é uma vitória digna de comemorações. O destino dos produtos fabricados no Rio Grande do Sul  é o exterior.

Lá fora, com a crise que começou com a queda acentuada das bolsas de valores, diminuiu o consumo e portanto os pedidos que antes entravam no setor industrial gaúcho caíram vertigiosamente.

Ao que tudo indica, os gaúchos souberam contornar a situação e fecham o último mês de junho 8,8% acima do que estava durante este mesmo mês em 2008, quando a crise teve início. Ponto para os gaúchos, tchê.

Por Teresa Almeida



Empregos Temporários – Eleições 2010


Se você pensa que 2010 está na metade, na verdade ele ainda mal começou, pois depois da Copa do Mundo, aguardamos o evento das eleições que traz também grande movimentação para o país.

Como sempre o processo para as eleições vêm trazendo para os eleitores conscientes a certeza de poder contar mais uma vez com seu direito de escolha, fazer valer a sua cidadania. Mas por trás de tudo isso existe toda uma preparação, realizada por inúmeras pessoas. São os preparativos que geram em todo o país milhares de empregos.

A empresa de tecnologia que atua no suporte eleitoral brasileiro é a Probank, que vem dando este suporte desde às eleições de 2004. Somente nestas eleições, já deu início recrutando cerca de 13.343 profissionais em todo país que estarão trabalhando efetivamente no processo a partir de agosto com contrato estendido até 15 dias após encerramento do processo eleitoral.

Os cargos requeridos são para nível técnico e os salários variam de R$ 666,40; R$ 796,05 e R$ 904,39 além de direito à vale-alimentação, seguro de vida e vale transporte. Para pleitear uma das vagas o candidato deve ter concluído o ensino médio e ter experiência em microinformática, conhecendo os aplicativos em ambiente padrão Microsoft Windows.

O candidato também não pode ser filiado a qualquer partido político e também não possuir cônjuge ou companheiro nesta situação, bem como possuir parente de até 3º grau envolvido. Para participar do processo seletivo, acesse o site da empresa Pro Bank e clique no link “Eleições 2010” para preencher a ficha de inscrição.

Por Lilian Jeane Oliveira

Fonte: Portal UOL



Grupo CCR – Programa de Trainees 2010 – Inscrições Abertas


Para atuar na empresa de concessão de infraestrutura CCR em várias rodovias pelo Brasil basta participar do processo de seleção que está aberto para a contratação de 20 profissionais.

As oportunidades serão espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e também no Paraná. Os requisitos básicos para participar do processo é fluência no inglês e conhecimento no pacote Office.

A participação pode ser feita por recém formados entre dezembro de 2008 e final de 2010, nos cursos de engenharia civil, de produção, administração de empresa, economia ou ciências contábeis.

As inscrições devem ser feitas até o dia 29 de agosto através do site Cia de Talentos.

Por Rafaela Ometto



Brasil tem Recorde na Criação de Empregos – Primeiro Semestre 2010


A construção civil tem sido um dos setores de maior destaque na atualidade, justamente pela expansão com a qual o país atravessa. Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), benefícios do “Minha Casa, Minha Vida” e, em breve, obras à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 são as justificativas mais óbvias. Os índices de emprego, que em partes tem grande contribuição desse setor, figuram, também, em outras esferas.

Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, há meses detecta que ao final de 2010 o país registrará a criação de 2,5 milhões de postos de trabalho formais, algo que Luiz Inácio Lula da Silva, presidente, avalia com destreza, embora a taxa de desemprego ainda esteja longe de ser erradicada.

Em 14 de julho, quarta-feira, Lupi asseverou que o país deverá ter assinalada a geração de 1,5 milhão de vagas formais somente no primeiro semestre deste ano, recorde histórico ao período. Os números mais elevados em situações anteriores ocorreram na era igual de 2008, quando 1,36 milhão de postos com registro em carteira de trabalho foram constatados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Para Lupi em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, a economia brasileira, embora informações do Banco Central indiquem desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) após 16 meses de alta, não está passando por um momento de desaceleração.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego na Construção Civil cresce 9,7%


A construção civil do país atravessa momento altamente positivo, incentivada, sobretudo, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo aumento no número de habitações comercializadas em virtude do programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. A partir dos próximos meses, novamente o setor sofrerá efeitos favoráveis devido às obras focadas à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo levantamento mensal divulgado em conjunto entre a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), o nível de emprego na esfera cresceu 9,7% entre janeiro e maio por causa da contratação de aproximadamente 238,4 mil trabalhadores com registro em carteira de trabalho, os ditos formais.

Um estudo mais aprofundado rege que em maio em comparação ao mês imediatamente anterior o nível de empregou ascendeu 1,7%, ou mais de 45 mil trabalhadores formais contratados. No estado de São Paulo, segundo o portal de notícias G1, houve crescimento de 0,53% na mesma base comparativa deste parágrafo

Será que Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, terá concretizada sua estimativa de que mais de 2,5 milhões de empregos novos serão contabilizados ao final de 2010? Os brasileiros esperam que sim.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Microempreendedor Individual – Cadastramento de Microempresários


Nesta terça-feira, 06 de julho, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou que desde o mês de julho de 2009, já foram legalizados cerca de quatrocentos mil microempresários que trabalhavam por conta própria e não contribuíam com o governo, através do Programa Microempreendedor Individual.

A meta deste é que um milhão de trabalhadores informais sejam legalizados. A regularização permite o acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-maternidade e auxílio doença, dentre outros.

Podem fazer o cadastro pequenos empresários que possuam um faturamento de R$36 mil por ano, e que tenham em seu estabelecimento até um funcionário empregado. O dinheiro recebido com as contribuições destina-se a Previdência Social, bem como ao pagamento dos impostos ICMS ou ISS.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Gazeta Web



Empregos nas Indústrias Cresce em Maio 2010


Simpático e otimista, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, há algum tempo já não é citado pela grande imprensa. Mesmo assim, seus discursos marcantes aos que têm memória de elefante deverão ser lembrados ao final de 2010, ocasião para a qual estimou 2,5 milhões de empregos gerados no país em todo o ano.

Provas não faltam, comemoram os brasileiros, tais como anúncios de oportunidades em São Paulo e suas regiões metropolitanas, assim como no Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros locais do país. Para exemplificação, o emprego na indústria paulista teve recuperação no mês passado após um abril com queda registrada, algo que não acontecia desde agosto de 2009.

Informação revelada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em 16 de junho, quarta-feira, indica crescimento de 2,73% no número de empregos em maio num confronto direto com o mês igual de 2009, o que equivale, de acordo com o portal de economia UOL, a 16,5 mil vagas. Em relação a abril, o índice alcançado foi de 0,32%.

Os destaques ficaram por conta dos segmentos de bebidas, sucroalcooleiro e veículos, que fazem parte dos 21 setores que relacionaram contratação contra somente um com demissão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Indústria cria 16.500 Novas Vagas de Emprego em São Paulo


A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou pesquisa nesta quarta-feira, apontando crescimento de 0,67% no nível de emprego neste mês.

Cerca de 15.500 postos de trabalhos foram gerados. Entre dezembro de 2009 e maio deste ano a industria paulista foi responsável pela geração de 139 mil novos empregos. Os setores com maiores crescimento foram: Bebidas (2,3%), Fabricação de Coque, de Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis (2,2%), Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos (1,7%). A pesquisa também revelou as regiões que mais empregaram: Matão (2,9%), Piracicaba (+ 2,3%), Presidente Prudente (+2) e Marília (1,6%).

Por Fernanda Peixoto



Brasil tem a menor taxa de desemprego da história


Situada entre as nações melhor posicionadas no atual momento, mesmo em meio à crise europeia, o Brasil sustenta bons números de contratação de mão de obra nos últimos meses, fator que confere ao país estimativas plausíveis advindas de autoridades nacionais, como, também, de entidades estrangeiras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o desemprego pelo país assinalou a menor taxa desde o início da série histórica, em 2002. De acordo com a entidade, em abril o percentual constatado foi de 7,6% contra 7,3% em março, correspondendo, então, às estimativas dos economistas da agência de notícias Reuters.

Em São Paulo – um dos principais motores econômicos e industriais do país –, o desemprego no mês passado foi de 7,7%, índice abaixo do indicado em março (8,2%). Cimar Pereira Azeredo, economista do IBGE, avalia como positivo essa constatação, embora com percentual pequeno, mas importante, pois aponta que vagas foram criadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de desemprego em São Paulo alcança 13,3%


Algumas entidades pelo mundo estimam ao Brasil bom ambiente empregatício, ocasionando, pois, expectativas de crescimento sustentável devido não somente a esse fator, mas também aos investimentos. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, acredita que mais de 2,5 milhões de empregos serão criadas pelo país.

Embora São Paulo seja uma das regiões mais promissoras, reportagem do UOL indica, por meio de dados obtidos da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PEG) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema de Análise de Dados (Seade), que o número de desempregados na região metropolitana do Estado pulou de 13,1% em março para 13,3% em abril.

Apesar desse percentual negativo, se somadas as setes regiões metropolitanas estudadas pelo Dieese – Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo –, o percentual assinalado alcança 13,3% em abril, inferior em 0,1% ante o mês predecessor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demissões: Pfizer cortará mais de 6 mil vagas em cinco anos


A crise financeira mundial atingiu inúmeras empresas em todos os continentes, desde aquelas de âmbito macroeconômico a outras grandes, com inúmeros empregados e forte atuação no mercado internacional. Em virtude dos problemas decorrentes do colapso, demissões foram as principais consequências.

A Pfizer Inc., uma das companhias de maior referência no segmento de medicamentos, informou que deverá cortar, aproximadamente, 6 mil vagas nos próximos anos. Como justificativa mencionou o encerramento das atividades em oito de suas unidades produtivas até 2015, bem como a diminuição de operações em outra meia dúzia de locais.

O portal de economia Estadão indica, com base em informações divulgadas pela Pfizer, que os cortes terão início efetivo dentro de um ano e meio como parte de suas intenções em extinguir mais de 19 mil vagas até 2012 – cortes de custos, relata a empresa, que adquiriu outra companhia, a Wyeth, no primeiro mês do ano passado.

Infelizmente, qualquer redução de gastos sempre recai aos funcionários que, direta e indiretamente, contribuem para o crescimento das empresas. Esse fato não se restringe somente à Pfizer, é claro, mas serve de exemplo, de referência.

Quer saber muito mais informações sobre o corte de vagas gerido pela companhia? Acesse o Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salários Melhores é o que leva Brasieliro a mudar de emprego


Ser bem-sucedido é para uma fatia pequena da população, justificado por números relacionados à separação das classes sociais – grande número de pessoas ganha pouco e um número muito menor retém salários exorbitantes. Conquistar uma nova oportunidade sempre gera expectativa de melhorias, independente para qual casta se menciona.

Um estudo mundial divulgado pela Robert Half, pertencente ao segmento de recrutamento, indica que os brasileiros estão entre os mais exigentes do planeta no momento de pensar se continua, ou não, na atual companhia. De acordo com o Canal Executivo UOL, um dos pontos considerados pelos residentes no Brasil é a questão salarial, seguido de benefícios extras, horários flexíveis e treinamento (geralmente conferido em empresas de médio e grande porte).

A pesquisa assinala que os brasileiros também enxergam como conceito importante a possibilidade de crescimento dentro de empresas. Além disso, o levantamento apontou que em países como Alemanha, Espanha, França, Irlanda e Itália, a temática salarial é fator crucial e levado em grande consideração.

Quer obter mais informações a respeito da pesquisa? Acesse o UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



País está preparado para maior crescimento, avalia Mantega


Na linha de pensamento das principais autoridades mundiais e, também, de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegura que o país está pronto para perceber taxas mais elevadas de desenvolvimento no sentido econômico, embora prefira não arriscar qualquer percentual.

Segundo Mantega, que teve discurso mencionado pela agência de notícias Reuters, a nação brasileira já dá sinais de que pode obter crescimento de 5% de maneira sustentável, de modo a manter as contas públicas controladas e a conservação e controle da inflação.

Caso o discurso do ministro da Fazenda não seja meramente especulativo, os brasileiros poderão observar, em breve, os reais efeitos do crescimento. Maior poder aquisitivo, acesso a crédito e aumento no número de oportunidades de emprego são alguns dos principais indicativos para o otimismo e segurança do governo federal.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Ampliação do Metrô de São Paulo irá gerar 22 mil oportunidades de emprego


A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) teve aprovado financiamento de R$ 766 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a ampliação da rede metroviária local. Em nota divulgada à imprensa, o banco afirma que essa medida é a maior já concedida ao transporte público urbano.

O portal de Economia do Estadão afirma que o valor aplicado pelo BNDES equivale a 13% dos R$ 6 bilhões de investimentos ao projeto. As demais aplicações terão origem, segundo comunicado da entidade, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco Mundial (Bird) e, também, do próprio Estado de São Paulo.

O dinheiro será empregado em várias redes metroviárias do Metrô, entre elas a expansão da Linha 5 (lilás) em mais de 11 quilômetros, da estação Largo Treze de Maio à estação Chácara Klabin, situada na Linha 2 (verde). Os recursos também permitirão a criação de 10 mil empregos diretos durante a fase de ampliação do Metrô e outras 11 mil oportunidades indiretas nos estágios de implantação e operação dos trens.

Em vista dos investimentos e os prováveis resultados, São Paulo será, certamente, uma das cidades com melhor retorno durante a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de desemprego se mantém equilibrada


A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), estudo dirigido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou taxa de desemprego de 7,6% em março deste ano, levemente acima da averiguada em fevereiro, quando um percentual de 7,4% foi diagnosticado. Em relação ao terceiro mês de 2009 a atualidade é positiva, pois na ocasião o mesmo índice alcançou a casa de nove pontos.

De acordo com o levantamento, que indica a menor taxa para um mês de março em toda a história, iniciada em 2002 pelo IBGE, o número de pessoas desempregadas, ao todo 1,8 milhão, se manteve estável na comparação mensal e teve retração de 14,1% em comparação ao período igual do ano passado.

O rendimento médio real dos trabalhadores constatado foi de R$ 1.143,40, acima em 0,4% em relação a fevereiro e 1,5% ante março de 2009.

Segundo o Canal Executivo UOL, a taxa de desemprego indicada tem por base pesquisa feita em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo).

Fonte: UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego na Indústria Cresce no Brasil


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) anunciou nas primeiras horas de 9 de abril, sexta-feira, que o emprego no setor industrial brasileiro ascendeu pelo segundo mês consecutivo em fevereiro, com índice de 0,6% em relação ao primeiro mês do ano.

Por conta desse crescimento, o instituto relatou que fevereiro foi responsável por assinalar a primeira elevação na comparação anual desde novembro de 2008, em 0,7% Por outro lado, o emprego no primeiro bimestre, para o segmento, acumulou sensível baque de 0,2%.

O IBGE revela, também, que nove das 14 regiões estudadas obtiveram volume maior de contratações em fevereiro de 2010 ante período igual de 2009, com destaque para São Paulo, com alta de 1,4%.

A agência de notícias Reuters denota que as divisões que melhor contraíram aumento foram papel e gráfica, com 8,2%, têxtil, com 4,6%, e alimentos e bebidas, com 1 ponto percentual.

Saiba mais sobre o assunto acima mensurado aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego no Comércio Varejista – Média salarial em São Paulo


O Estado de São Paulo tem se saído muito bem, desde o início do ano, quando o tema debatido é emprego formal. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), noticiado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), indica que o nível de postos de trabalho com carteira assinada, no varejo, cresceu 5,7% em fevereiro de 2010 ante o mês igual de 2009.

O percentual indica, pois, um acréscimo de três mil novas vagas no setor, figurando, agora, mais de 876 mil trabalhadores com carteira de trabalho devidamente assinada. Um dos ramos em que mais se notou rotatividade foi o de Calçados, Tecidos e Vestuário.

De acordo com o Canal Executivo do Portal UOL, o salário médio do comércio varejista, no mês passado, foi de R$ 1.366. As lojas de departamento são aquelas em que os funcionários recebem melhor remuneração, em média R$ 2.356. Por outro lado, lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos oferecem aos seus empregados, também em média, R$ 1.865.

Clique aqui e confira outros salários e mais informações sobre esta matéria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de desemprego cai em todas as regiões do país


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, por meio da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que a taxa de desemprego no mês passado foi a mais baixa para o segundo mês de cada ano nas seis regiões metropolitanas do Brasil. Porto Alegre, por exemplo, foi o Estado em que o percentual teve menor índice, com 5,1% de pessoas sem qualquer ocupação.

No contexto geral entre todas as regiões, a taxa de desocupação constatada foi de 7,4%, também a menor para o segundo mês dos anos na história da série atual, iniciada em março de 2002, conforme noticia o Portal de Notícias G1. De março de 2010 em diante, segundo o instituto, o percentual poderá apresentar melhores perspectivas.

Outro destaque notável ficou por conta da geração de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura a assinatura de carteira de trabalho, com ascensão de 6,4% em fevereiro de 2010 ante o mesmo mês do ano passado, o que indica, pois, a criação de quase 600 mil vagas.

Para saber mais informações sobre o assunto, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Jornada de trabalho é de mais de 48 horas para mais de 600 milhões de pessoas


De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 614,2 milhões de pessoas no mundo todo trabalham mais de quarenta e oito horas durante a semana.

A pesquisa revelou que os homens tendem a trabalhar mais horas, enquanto as mulheres precisam de mais tempo para se dedicar à casa e à família.

Ainda foi constatado que pessoas mais idosas e os jovens são os que trabalham menos horas. O Peru é o país onde os trabalhadores possuem maior carga horária, seguido pela República da Coréia, Tailândia e Paquistão.

O Brasil está em décimo terceiro lugar. A OIT defende os acordos sobre as horas de trabalho, numa tentativa de proporcionar uma melhor qualidade de vida para o trabalhador, integrando saúde, segurança e compatibilidade com a vida familiar.

Fonte: http://noticias.r7.com/economia


Aumento na geração de empregos para o país – Previsões Positivas


É complicado começar qualquer texto pelo pronome “se”, mas ele é importantíssimo neste momento. Se Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, concorrer, algum dia, ao Planalto Central, pode ser que ele obtenha algum sucesso. Não satisfeito com os resultados obtidos pelo Brasil no campo empregatício, em fevereiro, o político acredita que um índice altamente igual será alcançado em março.

De acordo com o Portal de Economia do Estadão, no mês que vem o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) anotará novo recorde, o mais alto para qualquer mês de março da história desde 1992, quando o levantamento começou a ser elaborado. Segundo Lupi, mais de 207 mil empregos serão engendrados.

O ministro relata que fará esforços para melhorar as contratações em alguns setores que ainda não apresentaram dados concretos, dentre eles máquinas pesadas e tratores, bem como o segmento automotivo, que devido ao fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) apresentará menor volume de vendas – embora algumas concessionárias já planejem a volta de ofertas.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, certamente tem em Lupi um de seus braços direito. Não à toa, o ministro é um dos responsáveis pelos bons números que o Brasil tem entregado ao mundo. No entanto, o salário mínimo poderia seguir o mesmo otimismo, certo?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem Geração de Empregos Recorde


Se os números continuarem como estão, a estimativa de 2 milhões de empregos gerados no território brasileiro para 2010, emitida por Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, será concretizada. Há poucos dias, foi revelado que o Brasil criou 209.425 postos de trabalho no mês passado, o melhor resultado para fevereiro da história, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O número de pessoas contratadas no mercado foi de 1.526.312 em fevereiro, enquanto outras 1.316.896 foram demitidas, ascensão de mais de 0,6% em comparação ao primeiro mês deste ano. De acordo com Lupi, a indústria de calçados foi a que melhor contribuiu para o aumento.

Para o ministro, um país mostra-se bem no âmbito econômico quando seu mercado de trabalho apresenta alta. No caso do Brasil, o aumento real de salários dos trabalhadores foi o grande motivador para a criação recorde de empregos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Expectativa de Crescimento Vagas de Emprego no Brasil


Chega a 31% a expectativa de crescimento de empregos no Rio de Janeiro, de acordo com a Pesquisa de Expectativa de Emprego, realizada pela Manpower, empresa especializada em Recursos Humanos.

Foram ouvidos mais de mil empregadores do estado do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Segundo a pesquisa, há a expectativa de mais de 60 mil empresas de mais de 30 países gerando empregabilidade a partir do segundo semestre de 2010.

No resumo final da pesquisa, a expectativa brasileira está em 38%, sete pontos percentuais acima da expectativa do último trimestre, estando na primeira posição entre os concorrentes da América Central e do Sul.

Rafael TOTP



Taxa de Desemprego no Brasil – Janeiro 2010


A taxa de desemprego em janeiro de 2010 continuou estável, de modo geral. No mês anterior, dezembro de 2009, a porcentagem era de 12,5%, em janeiro ela praticamente não se alterou, ficando em 12,6%. Esse é o resultado da pesquisa do PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) de seis regiões metropolitanas – Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e Distrito Federal.  Apenas em Porto Alegre e Salvador que as taxas de desemprego total aumentaram. Em Porto Alegre foi de 9,4% para 9,7%, já em Salvador, 17% para 17,7%. Em relação ao rendimento médio real, São Paulo e Porto Alegre tiveram ampliação, já nas demais regiões houve uma leve redução.



Auxílio-desemprego nos EUA cai novamente


A economia norte-americana tem conquistado importantes avanços neste início de ano, mesmo com todo pessimismo por parte de inúmeros analistas presentes no país. De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de trabalhadores que deu entrada, pela primeira vez, com pedido de auxílio-desemprego decresceu 29 mil, atingindo, então, 469 mil – após ajustes sazonais até 27 de fevereiro.

Os economistas, receosos quanto ao fortalecimento do âmbito econômico do país, aguardavam um baque de 23 mil pedidos. Curiosamente, segundo o Portal de Economia do Estadão, diferentemente do Brasil, as regras para a concessão do auxílio-desemprego nos States variam de Estado para Estado e nem todas as pessoas sem emprego possuem acesso ao benefício.

O custo da mão de obra, parâmetro que mede quanto custa a uma empresa pagar um trabalhador por unidade de produto, declinou em termos anuais 5,9% no último trimestre do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



São Paulo registra a criação de 51 mil vagas de emprego


As previsões de Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, são quase uma profecia quanto o assunto é justamente o mercado de trabalho. As estimativas dele para 2010 são as melhores do mundo, pois crê que mais de 2 milhões de postos de trabalho serão criados até o final do ano.

Em São Paulo, somente nos primeiros dias do atual ano foram criadas mais de 51 mil novas vagas formais de trabalho, isto é, aqueles que condizem assinatura e registro em carteira, indicadas, pois, a partir do boletim do Observatório do Emprego e Trabalho.

Guilherme Afif Domingos, secretário estadual do Emprego e Relação de Trabalho, em reportagem veiculada pelo Canal Executivo do Portal UOL, relata que a construção civil e a indústria foram as principais responsáveis por esse desenvolvimento. Segundo ele, 85% dos novos postos têm origem nesses dois setores.

Em relação ao salário médio desses trabalhadores recém-admitidos, o valor é 5,5% maior se comparado a dezembro de 2009 e 2,3% superior a janeiro desse mesmo ano, configurando, então, R$ 968.

Fonte: www.uol.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Oportunidade de Emprego – Vendas no Comércio


Segundo dados da GloboNews, em 2009 as vendas no comércio brasileiro tiveram o pior desempenho desde 2005, devido à crise econômica mundial. Porém, ainda assim, apresentou um crescimento de 5,9% e, para este ano, está sendo esperado um aumento de 8% nas vendas do comércio varejista. Uma ótima oportunidade de emprego, sem dúvida, para quem quer ingressar no mercado de trabalho.

As vendas do comércio crescem especialmente nas épocas festivas. Nestas datas comemorativas, as pessoas aproveitam para realizar os chamados trabalhos temporários, auxiliando as empresas a dar conta do volume aumentado de clientes que chegam em buscam de mercadorias para presentear seus entes queridos.

Portanto, você que está procurando uma renda extra, é hora de ficar atento às oportunidades oferecidas. E, para aqueles que estão desempregados, também não deixa de ser uma ótima opção pois, um bom funcionário temporário pode se transformar num futuro trabalhador contratado pela empresa.



Presidente do Secovi (João Crestena) critica Bolsa Família


Finalmente, um personagem importante do alto escalão político e social decidiu, em outras palavras, rasgar o verbo. João Crestena, presidente do Sindicato de Habitação do Mercado Imobiliário da Cidade de São Paulo (Secovi-SP), inconformado com a falta de mão de obra especializada no segmento, atacou, indiretamente, o programa do governo federal “Bolsa Família”.

Uma reportagem confeccionada pelo Portal de Economia do Terra divulgou o discurso de Crestena. Na oportunidade, o presidente do Secovi disse que o setor necessita de 200 mil novos empregos, que poderiam, finalmente, ser preenchidos por jovens. A ele, esses jovens precisam sair do programa e correr atrás de empregos, evitando, sobretudo, acomodação – e maiores gastos do próprio governo? Segundo o sindicato, as vagas a serem preenchidas não necessitam de alta qualificação, tais oportunidades para pedreiros e mestre de obras.

Creio que muitos concordarão com Crestena, pois ele afirma que o programa Bolsa Família é, sim, importante, pois levou comida a quem não a possuía anteriormente, mas a sociedade brasileira não deve se calcar somente nesse programa. Não é necessário esperar frutos do céu; é preciso cultivá-los.

Leia a matéria na íntegra aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bancos Privados demitiram mais de 9,5 mil em 2009


Apesar de contabilizarem números salientes e crescimento potencial, as três mais destacadas instituições financeiras privadas do Brasil – Bradesco, Itaú Unibanco e Santander –, infelizmente, despediram mais de 9,5 mil pessoas no ano passado.

De acordo com o Portal de Economia do Terra, o Itaú Unibanco foi a instituição que mais demitiu trabalhadores (6,387) – a fusão entre ambas as companhias é uma das possíveis justificativas. Em seguida, o Santander cortou mais de 1,6 mil empregos, enquanto que o Bradesco encerrou 1,55 mil postos de trabalho.

Uma pesquisa realizada entre o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ressalta que isto ocorreu no mesmo instante em que as três tiveram crescimento em seus lucros, que somados chegam a R$ 24 bilhões líquidos.

Uma realidade nada agradável a todos os brasileiros e aos demais cidadãos do mundo continua a existir e não tem prazo para término. Os bancos privados – não somente esses três – realizam, rotineiramente, rotatividade de mão-de-obra, que permite, principalmente, redução de salários.

Cabe um parecer bem clichê: quanto mais se tem mais se quer; quanto menos se tem menos se consegue.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos Formais em crescimento no Brasil


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, bem como outras lideranças políticas parecem estar certos quanto à situação empregatícia brasileira. Recentemente, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelou que em janeiro deste ano, o país apresentou a criação de mais de 181 mil vagas formais de emprego, configurando, deste modo, o melhor janeiro desde 2000, ocasião na qual foi dado início à pesquisa.

Os dados são superiores aos vistos em 2008, o melhor resultado já registrado anteriormente pelo levantamento. Na ocasião, o Brasil havia criado quase 143 mil postos de trabalho. Ao todo, o saldo de vagas no primeiro mês de 2010 foi de pouco mais de 1,41 milhão de trabalhadores com registro em carteira, no mesmo instante em que 1,229 milhão de cidadãos foram demitidos.

De acordo com o Portal de Notícias G1, costumeiramente, os meses de janeiro compõem uma criação menor de vagas devido a uma menor atividade constatada nos período. O Ministério do Trabalho acredita que até o final de 2010 mais de 2 milhões de empregos formais serão gerados.

Clique aqui e leia mais sobre o assunto.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Número Trabalhadores com Carteira Assinada em São Paulo


Um levantamento executado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) relata que o número de trabalhadores formais, isto é, aquelas pessoas que possuem registro em carteira de trabalho, ascendeu 4,9% na região metropolitana de São Paulo no setor comercial, no último ano em comparação a 2008.

Em dezembro de 2009, o número de cidadãos com emprego, no setor, somou pouco mais de 874 mil, ante 833.531 trabalhadores com registro no mesmo mês de 2008. De acordo com a Fecomercio, que teve discurso reprisado pelo Portal UOL, a maior parte dos contratos assinados foram antecipados para outubro e novembro do ano passado, somando, pois, quase 20 mil empregados.

Segundo o UOL, os dois meses citados acima configuraram o período em que houve o maior ápice de contratações a admissões de 2009. Em levantamento feito pelo portal, a renda média salarial desses trabalhadores atingiu R$ 1.237 nos últimos 31 dias do ano passado, pouco abaixo do constatado no final de 2008, de R$ 1.237.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Vagas Trabalho – Brasil é o País que Mais Contrata


O desempregado brasileiro tem motivos de sobra de distribuir seus currículos confiantes. Segundo dados da  PriceWaterhouseCoopers, o executivo brasileiro é o que mais contrata com 61% de respostas positivas, acima da média mundial de 40%. A pesquisa foi realizada no final de 2009, já considerando o recente aumento de empregos com carteira assinada.

Em todo o mundo os principais executivos estão otimistas e afirmam estar confiantes nas perspectivas econômica para este ano. O aumento de oferta de vagas vem de quase todos os setores, uns atrelados a outros e consequentemente beneficiando a maioria.

Quem pretende disputar uma vaga ou se recolocar no mercado tem chances de crescimento. O estado de espírito dos executivos variam entre as regiões, e quem se preparar pode logo ser notado. É importante analisar o mercado a fim de verificar as novas áreas em ascensão.

Por: Zilmara Filisbelo



Trabalho Escravo no Brasil – Região Sudeste lidera ranking


Uma situação que, aos olhos da mídia, parece não existir, continua a retratar as inúmeras realidades brasileiras. Recentemente, informações apregoadas pelo Ministério Público do Trabalho apontam que a região Sudeste do Brasil passou a liderar o ranking de trabalhadores resgatados em situações idênticas aos mais diferenciados regimes escravos.

Com 1.001 dos 3.571 trabalhadores resgatados, o ponto mais industrializado do país está na frente de locais como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Um grupo móvel responsável pela fiscalização revela que a maior parte das irregularidades constatadas tem na empresa Agrisul o principal referencial, com exatamente 430 trabalhadores.

Sebastião Caixeta, coordenador nacional de erradicação do trabalho escravo no Mato Grosso, avalia que as inúmeras regulamentações da legislação brasileira, que há quase sete anos abordaram outros pontos para considerar um determinado emprego como serviço escravo, contribuíram para o número, pois inclui, também, jornadas exaustivas e condições de trabalho mortificantes.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número Novas Vagas de Emprego no Brasil deve Dobrar em 2010


O aumento de números de vagas para novos empregos fará história este ano no Brasil, não só o aumento de empregos mas também na renda do trabalhador. O setor em destaque que oferecerá a maior oferta é o de serviços, a demanda deve dobrar os números de 2009.

As obras do setor público, como as de infraestrutura e habitação, são os que mais estimulam o emprego junto ao fato de ser um ano eleitoral. A maior parte das vagas que serão criadas terão carteira assinada.

Um dos pontos fortes é a estabilidade da inflação, outro é a expansão produtiva do setor civil que continuará sendo umas das mais ativas e, todos os setores que estiverem associados à  construção civil, como móveis, mármore, eletrodoméstico e o setor siderúrgico serão beneficiados. A avaliação ainda aponta para um destaque no aumento da classe média que terão rendas mais consistentes, consequentemente maior poder de consumo.

Por: Zilmara Filisbelo



Indústria Brasileira deve Criar mais Vagas este Ano


Economistas avaliam que o emprego industrial no Brasil só deve alcançar os mesmos índices pré-crise no segundo semestre deste ano, veiculou a Agência Estado. Flavio Castelo Branco, gerente executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ressalta que os ajustes executados pelas diversas empresas brasileiras dificultam, atualmente, esse processo.

Mesmo assim, em entrevista a AE, Branco diz que tais acertos são necessários, mas que acabam por prejudicar o mercado de trabalho e, consequentemente, a própria produção, que tem seu ritmo diminuído. Por outro lado, com a estabilização gradual do poderio das empresas, a consequência é um retorno da produção anterior à crise.

Na contra-mão dessa idéia, Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, acredita que inúmeras empresas, mesmo diminuindo sua mão de obra, passaram a aumentar sua produtividade sem, necessariamente, contratar.

É possível, a partir da análise de Borges, estimar que as pessoas sentiram a necessidade de continuar seu trabalho e se dedicar muito mais, visto que, mesmo com o otimismo econômico nacional, o desemprego sempre ronda os assalariados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produção de Empregos – Brasil 2010 – Previsão Carlos Lupi


Conforme previu nos últimos meses do ano passado, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, afirma que a nação brasileira criou mais de um milhão de postos de trabalho em 2009. Até novembro, por exemplo, 1,4 milhão de empregos formais foram registrados, mas como dezembro geralmente há uma baixa devido aos serviços temporários, ou seja, mais demissões a contratações, a estimativa foi alcançada.

Em contrapartida, para este ano Lupi crê que mais de dois milhões de empregos com carteira assinada sejam gerados. Além disso, acredita, também, que a economia nacional deverá chegar a marca de crescimento em 7%.

Lupi destaca, também, em reportagem veiculada pela Agência Estado, que o Brasil tem investido amplamente na qualificação de profissionais por meio dos programas do governo, mas que isso ainda pode melhorar muito mais e favorecer, especialmente, a economia interna.

Leia outras opiniões de Lupi aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego formal no Brasil – Carteira de Trabalho Assinada


O mercado informal no Brasil ainda continua com índices bem altos, mas de acordo com novas informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o percentual de brasileiros que trabalham sem registro em carteira de trabalho decresceu consideravelmente.

Segundo a instituição, um dos fatores primordiais para o crescimento do trabalho formal deve-se a Lei do Microempreendedor Individual, que entrou em funcionamento em junho de 2009. Quando foi lançada, a estimativa era de que 100 mil microempresários seriam regularizadas, no entanto, 2009 fechou com aproximadamente 110 mil, segundo o Ministério do Desenvolvimento e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Outras pesquisas avaliam que além desse quesito, o ano passado foi o primeiro em que o número de empreendedores por vocação ultrapassou aqueles que querem ter um próprio negócio simplesmente para a obtenção de seu sustento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil deve fechar ano com geração de 1,2 Milhões de Novos Empregos


Representantes de diversas áreas do governo continuam a exaltar o crescimento econômico brasileiro, bem como a criação de novos postos de trabalho e os possíveis investimentos estrangeiros em nossas terras. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, é um desses, pois voltou a afirmar que o país deverá encerrar 2009 com a geração de até 1,2 milhão de novos empregos.

Para tanto, o ministro crê que em dezembro o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) deverá registrar o melhor saldo negativo da história da nação, com o encerramento de 200 mil a 250 mil vagas.

Além disso, segundo artigo publicado pela Agência Estado, Lupi reafirma que em novembro houve o menor número de demissões deste ano, o que significa, para ele, uma estabilidade dos empregados já contratados.

Confira números mais detalhados de demitidos e admitidos, suas causas e assuntos correlatos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria Paulistana tem seu Melhor Resultado desde 2006


A Federação Nacional das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revela que o nível de emprego na indústria paulista apresentou ascensão de 0,94% em novembro em relação a seu mês anterior, considerado, então, o melhor resultado desde dezembro de 2006, ocasião na qual o aumento registrado beirou os 1,5%. De acordo com o instituto, 3,5 mil vagas foram criadas em novembro.

Do primeiro mês deste ano até o mês em análise (novembro), o emprego na região metropolitana acumula um baque de 1,35%, o que, em miúdos, representa o encerramento de 30,5 mil postos de trabalho. De acordo com a Agência Estado, a Fiesp analisou 22 setores da indústria, nos quais 13 apresentaram criação de postos de trabalho, outros 6 demitiram funcionário e apenas 3 conservaram seus trabalhadores.

O segmento que mais se destaca, em novembro, é o de automóveis, com mais de 3 mil vagas criadas; o setor que mais demitiu, por sua vez, foi o de informática, com quase 1,5 mil pessoas despedidas.

Confira outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula alfineta Obama e Comemora Crescente Geração de Empregos no Brasil


Carlos Lupi e Miguel Jorge prevêem que o Brasil terá uma criação recorde de empregos no ano que vem. No entanto, pensando ainda neste ano, o penúltimo de seu mandato, Luiz Inácio Lula da Silva acredita que 1,3 milhão de novas vagas serão geradas.

Lula, no entanto, aproveita algumas ocasiões para alfinetar Barack Obama, presidente dos Estados Unidos. Segundo ele, enquanto a nação brasileira comemora a crescente geração de empregos formais, isto é, aqueles com carteira de trabalho assinada, os EUA celebram a queda na redução de postos de trabalho.

Segundo Lula, aproveitando o atual e eufórico momento, há dois motivos que o levam a comemorar sua gestão. A primeira delas foi sua reeleição em 2006, e a segunda foi a superação brasileira ante a crise financeira mundial, que demonstrou ao mundo que o Brasil está preparado para superar as mais altivas dificuldades de âmbito internacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil deve criar 2 milhões de empregos em 2010


Seguindo os discursos de Carlos Lupi, Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, confia que no próximo ano mais de 2 milhões de empregos serão criados no Brasil. Para ele, se fosse proferido a geração de 1,2 milhão de postos de trabalho no auge da crise, isso soaria como uma verdadeira quimera.

Jorge sugeriu aos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) que uma agenda “pós-crise, de futuro”, precisa ser elaborada. Em reportagem veiculada pela Agência Estado, o órgão citado, de acordo com o ministro do Desenvolvimento, tem importante desempenho na criação dessa agenda.

Miguel exaltou, sobretudo, a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Para ele, o representante do país é diferente dos outros líderes do globo terrestre. Além disso, afirma, o governo brasileiro reagiu tranquilamente ante a crise financeira mundial, pois as pesquisas e estudos estatísticos demonstram a estabilidade com que a nação passou a navegar pelo mundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumenta o Número de Empregos Oferecidos por Micro e Pequenas Empresas


Uma pesquisa liderada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), feita entre mais de mil empresas com até 50 funcionários, indica que as contratações lideradas pelas micro e pequenas empresas voltaram a apresentar ascensão, principalmente no último trimestre deste ano. As demissões, por sua vez, foram baixíssimas.

O índice de contratações no período analisado, entre julho e setembro deste ano, foi de 11,3%. O percentual parece ínfimo, mas não é, pois no Estado de São Paulo existem aproximadamente 216 mil micro e pequenas empresas, que mantém, em conjunto, cerca de 1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada.

George Doi, que conferiu entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, revela que os resultados da pesquisa dão mostras de que as micro e pequenas empresas conseguiram ótima recuperação ante a crise financeira mundial, e que a tendência é um maior desenvolvimento para os próximos meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Desemprego tem queda em outubro


Novos dados suscitam que a taxa de desemprego em Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre cedeu de 7,7% para 7,5% em outubro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento familiar por pessoa nessas regiões metropolitanas apresenta alta de 3,6% no ano.

O número de trabalhadores formais, isto é, com carteira assinada, nessas regiões permaneceu estável em comparações mensal e anual, com 9,5 milhões de empregados. O rendimento médio continuou praticamente o mesmo em outubro, com R$ 1.349,70 per capital, mas com uma ascensão de 3,2% em relação ao período igual do ano passado.

Apesar de todos esses números positivos, os trabalhadores formais do setor privado foram a única classe a apresentar diminuição no rendimento médio por mês, com queda de 0,4% em outubro em relação ao mês antecessor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ministro do Trabalho Acredita que Novembro Teremos Recorde na Criação de Vagas com Carteira Assinada


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, articulou enfaticamente que aguarda um recorde na criação de empregos com carteira assinada em novembro, pelo país. Ele afirma, também, que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) deverá ilustrar a geração de 140 mil postos de trabalho.

Mesmo assim, crê que a estimativa de Luiz Inácio Lula da Silva, de 1,3 milhão de vagas criadas em 2009, não se concretizará. Para ele, os números reais devem indicar algo em torno de 1 e 1,1 milhão de novos empregos em 2009.

Lupi “rebate” Lula porque avalia que o presidente brasileiro não levou em consideração que no mês de dezembro há perdas no comércio, principalmente relacionadas à demissão de funcionários contratados temporariamente para o período de festas, tais como em lojas de shoppings e fabricantes de produtos natalinos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fabricantes oferecem mais vagas de emprego para o Natal


O Natal deste ano, conforme já comentado inúmeras vezes, parece ser bem promissor aos comerciantes de todo o país. A euforia é tanta que inúmeras empresas passaram a produzir mercadorias em até três turnos, tudo isto para dar conta das encomendas originadas pelas lojas.

Os produtos da linha branca – máquinas de lavar, fogões, aparelhos de ar-condicionado – devem apresentar um crescimento de aproximados 20% em virtude da manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos produtos com maior eficácia energética, ou seja, aqueles que consomem menos energia, preservando melhor o meio-ambiente – por diversas questões.

Uma dessas companhias é a Whirlpool, fabricante das marcas Brastemp e Cônsul. De acordo com a empresa, o quadro de funcionários foi reforçado com 2 mil novas contratações, que englobam desde a produção até a logística das mercadorias às lojas. Por sua vez, a Arno afirma que atualmente há três turnos para dar vazão aos pedidos, pois produtos como lavadoras de roupas devem apresentar ascensão nas vendas em 15%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de mais de 2 milhões de Empregos Formais é a estimativa de Lupi para 2010


O otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima que no próximo ano, 2 milhões de empregos formais, isto é, com carteira assinada, serão gerados no Brasil. Para ele, além de se extirpar a estigmatização de que o país é pequeno, o setor de serviços continuará a sustentar a criação de empregos dentro de nossas fronteiras.

O ministro mantém seu discurso em relação aos empregos formais suscitados neste ano, entre 1 milhão e 1,1 milhão. Lupi assevera, infelizmente, que dezembro é um mês em que se nota um maior número de demissões, mas que neste próximo pode ser diferente, pois um menor número de desempregados poderá ser registrado.

Carlos ressalta, assim como os demais ministros e políticos simpatizantes de Lula, que o Brasil é o único país integrante do G-20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) a conceber mais de 1 milhão de empregos formais em 2009. Para ele, isso leva a crer que as políticas governamentais adotadas foram corretas. Para este ano, avalia, a economia brasileira deve crescer aproximadamente 2%; em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) pode apresentar um percentual de desenvolvimento entre 7% e 8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Quando o Salário prejudica o seu Emprego


Atualmente, vários problemas do dia-a-dia podem afetar o rendimento no trabalho. Porém, um dos mais agravantes é a dificuldade financeira.

Saber administrar o salário é uma tarefa difícil que vem tentando ser desvendada há décadas. Mas quando esse problema começa a afetar o ambiente de trabalho poderá prejudicar significativamente os resultados do funcionário.

Além disso, essa dificuldade acarreta também em desmotivação, mau-humor, falta de interesse, falta de concentração e desvio de foco. Sendo assim, um funcionário que passa por esse obstáculo prejudica a si, aos colegas e principalmente a empresa.

Administrar os custos e lucros é a principal forma de evitar essa dificuldade.

Por José Alberi Fortes Junior



General Motors deve contratar novos funcionários para São Caetano do Sul e São José dos Campos


A General Motors (GM) voltou a anunciar novas contratações para suas unidades. Desta vez, o número de novos empregados, no Brasil, chegará a 500 indivíduos, 250 deles para a unidade de São Caetano do Sul e os outros 250 para a fábrica localizada em São José dos Campos.

Uma notícia veiculada pela montadora há poucas horas eleva o número total de novos funcionários para 600 pessoas. As outras 100 serão direcionadas à sua unidade situada em Mogi das Cruzes. Segundo a GM, as contratações têm por finalidade aumentar a produção da montadora para o atendimento da demanda no mercado brasileiro.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motos do Brasil, assevera que o crescimento notado no mercado automotivo serve de impulso à ampliação das atividades de unidades da montadora pelo país. Segundo informações da própria GM, os empregados que já atuaram na empresa serão os preferenciais dentro do processo de seleção e o seu consequente recrutamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ministro do Trabalho espera registrar 1 milhão de empregos este ano


Otimismo e expectativa são as palavras mais clichês do momento na imprensa mundial. No Brasil, elas chegaram ao status de mandatárias do instante financeiro e econômico. E como essa introdução pode prever, desta vez é Carlos Lupi, ministro do Trabalho, a utilizá-las em favor do governo Lula.

O ministro informou, no transcorrer de 11 de novembro, que o resultado do mês de outubro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) será divulgado na próxima segunda-feira, 16 de novembro. Lupi assinou e assegurou, também, a liberação de R$ 2 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) à área de infraestrutura de transportes.

Entretanto, voltou a realçar sua idéia de que mais de 1 milhão de empregos serão registrados pelo Caged. De todo jeito, somente para o mês de outubro, evitou novas especulações. Disse apenas que acontecerá o melhor outubro da série, em virtude da criação de postos de trabalhos, o intenso comércio varejista e bom instante do ramo da construção civil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos: Benefícios muitas vezes valem como Salário


Algumas oportunidades de emprego são descartadas somente pela falta de benefícios oferecidos. Essas pessoas fazem uma conta bem básica quando analisam os valores dos vencimentos.

Analisando duas ofertas: A primeira oferece um salário de R$ 1.500,00 com direito a vale transporte. A segunda tem um salário de 900,00, Vale Transporte, bolsa auxílio de R$ 300,00, participação nos lucros, auxílio creche e plano de saúde.

Se formos colocar no papel e na calculadora, o valor agregado dos benefícios da segunda opção soma mais que o salário nominal maior que a primeira. Mas antes de concluirmos qual a melhor e mais vantajosa, devemos avaliar a condição do funcionário, pois se ele for jovem e já ser sustentado pelos pais, o maior salário é mais vantajoso.

Por José Alberi Fortes Junior