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Abed auxilia na difusão da educação à distância no Brasil


Uma grande ajuda para quem busca formação e capacitação no Brasil é a educação à distância que tem na Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância) uma boa organização da área.

Um dos exemplos das ações efetuadas pela Abed são os telecentros espalhados em locais afastados como a Amazônia e que permitem a capacitação de pessoas afastadas e sem acesso a celulares ou internet.

Além disso, a educação à distância pode ser usada na preparação para concursos públicos ou um maior grau de qualificação como cursos de nível superior e pós-graduação.

Segundo o presidente da Abed, a educação à distância está ganhando a cada dia um nível de qualidade maior sendo preciso para isso um maior aporte de recursos nesta área para a melhoria nos profissionais e nas estruturas físicas e tecnológicas envolvidas neste processo educacional.

Mais informações sobre a educação à distância bem como os cursos oferecidos nesta modalidade com credenciamento no MEC podem ser obtidos no site www.abed.org.br.

Por Ana Camila Neves Morais



Gastos com educação elevam os índices do PIB


A pluralidade cultural no Brasil é tão vasta que é possível visitar o Japão, no bairro da Liberdade (SP), e no mesmo dia fazer um tour pela Bolívia, no Canindé (SP). Além dessa diversidade, do ponto de vista negativo há muitas outras também, como por exemplo, a socioeconômica, em que muitos cidadãos possuem baixa remuneração e poucos ganham cifras exorbitantes.

Independente da faixa salarial, todos têm direito ao acesso à cultura, saúde, estudo e entretenimento. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cada R$ 1 gasto com educação pública suscita R$ 1,85 para o Produto Interno Bruto (PIB). Com esse mesmo valor, de R$ 1, é gerado R$ 1,70 para a saúde.

Com fundamentação em dados de 2006, o Ipea revela que ao confrontar tipos dessemelhantes de gasto social, aquele voltado à educação é o que mais coopera para a expansão do PIB, devido especialmente, a todos os envolvidos no segmento e seus efeitos sobre os diversos ramos econômicos.

De acordo com Jorge Abrahão, diretor de Estudos e Políticas sociais do instituto, a despesa na educação provoca, além de conhecimento propriamente dito, movimentação econômica, pois ao pagar professores o consumo e as vendas se elevam e toda a cadeia fica atrelada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Índice de Preços ao Consumidor (IPC) – Educação e Transporte com as maiores altas


Informações divulgadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) revelam que na 4ª quadrissemana de janeiro o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 1,15% em comparação à 3ª quadrissemana do mês.

De acordo com a Fipe, que calcula as variações dos residentes no município de São Paulo com renda familiar de um a 20 salários mínimos, o grupo Habitação registrou alta de 0,41%.

O grupo Alimentação, por sua vez, ilustrou variação de 0,73% na 4ª quadrissemana de janeiro, e Despesas Pessoais, índice de 0,85%. A maior alta constatada ficou mesmo para a categoria Educação, que saltou 5,61%, seguido por Transportes, que variou 3,18% no período.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Brasil sofre com falta de mão de obra qualificada


Os empresários brasileiros têm reportado problemas na mão de obra qualificada no mercado do país. Apesar de vários órgãos e entidades apostarem em cursos como maneira de acalentar a população para melhorias em sua qualidade na prestação de serviços, a tendência é a importação de profissionais de outras nações a inúmeras funções aqui situadas, principalmente em cargos com alta remuneração.

Um estudo divulgado pela Manpower, consultoria especializada em recursos humanos, salientou a problemática enfrentada pelos empregadores na atualidade. O desenvolvimento da economia brasileira e a maior disponibilidade de vagas no Brasil só surgem como fatores ultrajantes ao problema. Esse é um entrave, portanto, a ser cuidadosamente focado ao próximo presidente do país, tendo em vista a necessidade da nação manter o crescimento e se possível, atrelá-lo a questões sustentáveis.

Extensa reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 ressalta que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva sabe dessa característica, porém avalia como algo de momento, discurso percebido nas palavras de Fernando Haddad, ministro da Educação.

Em contrapartida, José Pastore, professor da Universidade de São Paulo (USP), acredita na falta de qualidade nos primeiros anos do ensino básico público do país conectado a falta de preparo dos docentes e a decorrente ausência de valorização a cada um – embora em São Paulo, existam programas de bônus salariais.

Walter Vicioni, diretor-regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e superintendente do Serviço Social da Indústria (Sesi), desdobra o problema para além do Ensino Fundamental. Segundo ele, a defasagem do estudante alça problemas futuros, já no Ensino Médio e na seleção do curso superior, tanto que grande parte da população jovem, em sua opinião, evita matérias envolvendo a química e a matemática, por exemplo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dinheiro destinado à Educação é desviado


Publicado no Diário Oficial da União do dia 19 de abril deste ano, o balanço das contas dos estados mostrou que houve um desvio R$1,2 bilhão nos recursos que deveriam ser destinados para a educação pública básica.

Assim, no ano passado, vinte e um estados brasileiros não repassaram corretamente parte das verbas que seriam destinadas ao Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), desviando os recursos para outras áreas.

Os tribunais de contas dos estados e municípios, responsáveis pela fiscalização do Fundeb, já tomaram conhecimento da irregularidade, através do Ministério da Educação. São Paulo é o estado com maior dívida, em termos de valores absolutos, totalizando R$660 milhões. Sem dúvida, esta questão precisa ser vista com muita atenção, pois a educação não pode ser deixada de lado em hipótese alguma.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1



Baixos salários dos professores e a vergonhosa qualidade da educação brasileira


Em um recente relatório da UNESCO que avaliou a qualidade educacional em 128 países, o Brasil ficou na infame 88º posição. Cooperando para isso estão a falta de investimentos e os baixos salários dos professores. Só em 2009, 10 bilhões de reais deixaram de ser aplicados no FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) devido aos conflitos financeiros enfrentados pelo país.

No Paraná, os professores da rede estadual recebem míseros R$ 516,57 (em princípio de carreira, para uma jornada de 20 horas semanais). Não dá para desvincular os salários precários – que desmotivam os docentes – com a decadência na qualidade de ensino.

É imprescindível para o êxito da educação brasileira e o bem-estar dos professores que um piso salarial nacional seja implantado. A valorização que o nosso governo e sociedade derem (ou não) a esses profissionais implicará de forma intrínseca no futuro da educação estadual, e consequentemente no desenvolvimento da nação como um todo.

Fonte: www.nota10.com.br



São Paulo irá investir mais de 70 milhões em Escolas


Na primeira quinta-feira útil do ano, Paulo Renato Souza, secretário da Educação, assinou convênios com 28 municípios da Grande São Paulo, do interior e do litoral. A margem monetária conquistada com o pacto foi de R$ 72 milhões, a serem divididos, pois, em obras e reformas de unidades escolares.

O repasse da verba será feito durante ano, gradualmente, em conformidade com o processo de execução dos serviços. Estima-se que 26 novas escolas sejam edificadas, comportando, então, quase 240 salas de aula para o atendimento educacional de 8.330 alunos.

Além disso, convênios com 64 prefeituras para a municipalização de 151 escolas foram estabelecidos. Os municípios, portanto, serão os responsáveis pelas unidades – que abrigam, aproximadamente, 98 mil estudantes. Com tal intento, os municípios passam a receber recursos financeiros do Estado à gestão de unidades escolares.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pré-Sal e o Fundo Social – Educação, Inclusão Social e Meio Ambiente


A presidência da república apresentou nesta semana a proposta/projeto da criação de um Fundo Social mantido a partir dos recursos provenientes do Pré-Sal.

Os recursos serão destinados às áreas de Educação, Inclusão Social e Meio-ambiente, as quais necessitam de muitos investimentos em nosso país. A idéia de combater a pobreza, melhorar a qualidade do ensino, cultura e pesquisas é muito bem-vinda num país de diferenças gritantes.

Segundo informado, o Fundo Social será vinculado, diretamente à presidência da república que acompanhará todos os resultados e a destinação dos recursos, de perto.

É, no mínimo, estimulante. O Pré-Sal é uma fonte de riquezas enorme a ser explorada e a necessidade de investimentos nas áreas citadas é visível. A proposta de combater a pobreza a partir da riqueza existente é muito boa. Agora é acompanhar para vermos no que vai dar tudo isso.

por Lindomar Vieira


Quer gastar menos com Material Escolar para seus filhos?


Todos os anos a novela é a mesma: compra de material escolar. Mas… Você sabe como realmente economizar?

Tendo a lista de material em mãos, há de se fazer muitas pesquisas de preço, ou em suma, “bater pernas por aí”.

“Tem muita coisa que só se usa uma vez em um ano”, conta uma das estudantes.

É bacana o envolvimento da criança na compra dos materiais? Sim. A criança pode utilizar inclusive o material fora das aulas. Há de se pensar no material de maneira global, ou seja, otimizar a utilização do mesmo.

A escola pode vender o material? Não há nada que impeça. O que não pode é exigir que se compre na escola. Deve existir liberdade de escolha.

Qual material escolar não se pode pedir na lista? Qualquer um que não se destine a própria criança. Exemplo: material de limpeza, que algumas escolas até hoje tem colocado na lista. Isso não é permitido.

Quando o aluno é reprovado, como fazer ele continuar estudando? Primeiramente, para não reprovar, a idéia é prestar bastante atenção nas aulas. Para os que já foram reprovados, a intenção é de motivar a criança, e não tecer somente críticas. A criança precisa ter a impressão de que está sempre aprendendo algo válido.