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Nova lei torna pai quem nega fazer teste de DNA


O mundo moderno, que deveria relacionar o progresso mental da população, parece seguir exatamente o contrário em algumas situações. O Brasil tem acompanhado diariamente notícias sobre a ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samúdio, que travava uma verdadeira maratona atrás do atleta para obter o reconhecimento da paternidade de seu suposto filho com o jogador.

Embora nada justifique o acontecido, se Bruno admitisse o recorrido por Eliza provavelmente não estaria preso. Devido a casos como esse e muitos outros pelo país, o Plenário do Senado aprovou na última quarta-feira, 4 de agosto, projeto de lei que prevê a consideração de pai o homem que se negar a fazer testes de DNA.

Uma emenda proposta por Tasso Jereissati (PSDB-CE), de acordo com o portal R7, foi rejeitada pelos demais senadores. O intento visava determinar que na ausência do suposto genitor, o juiz do caso poderia deliberar a realização do exame de DNA, desde que os interessados ou o próprio Ministério Público solicitassem, em parentes consaguíneos.

A medida deverá levantar muita polêmica nos próximos dias, apesar de ser algo que venha a garantir ainda mais os direitos da mulher.

Por Luiz Felipe T. Erdei