Destaque em Desemprego

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Empregos na indústria sofrem recuo de 0,1% em janeiro 2015


A pesquisa realizada pelo IBGE mostra alguns números negativos no setor

As primeiras informações divulgadas pelo IBGE em relação ao setor industrial, em especial, sobre o mês de janeiro de 2015 já se mostram negativas. De acordo com os dados levantados, o total de pessoas empregadas na indústria brasileiras sofreu um recuo de 0,1% no mês apontado, se comparado com dezembro de 2014.

Esse setor do mercado voltou a mostrar números negativos logo depois do mês ímpar de dezembro que obteve uma alta de 0,3%. Com isso, uma sequência de oitos meses consecutivos em queda havia sido interrompida.

Indo um pouco mais além, em janeiro de 2014 o emprego na indústria havia caído bem mais do que a atual medição. A queda registrada foi de 4,1%.

Seguindo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, se pegarmos como exemplo os últimos doze meses vamos encontrar um retrocesso de 3,4%. Já as áreas afetadas foram as mais variadas possíveis.

Encabeçando a fila, vamos ter o setor de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações com 11,3% negativos, os meios de transporte que registraram 7,7% negativos e produtos de metal também com recuo de 7,7%.

Apesar de todos os números apontando para o lado ruim, houve setor que registrou crescimento. Aliás, o único a apontar números positivos foi o de produtos químicos, com 0,5%.

Informações sobre como anda a produção da indústria também foram divulgadas. Segundo as análises no primeiro mês deste ano foi registrado um avanço de 2% quando comparado com o mês anterior. Lembrando que as perdas no mês de dezembro foram de 3,2% e em novembro de 1,1%.

E o que dizer sobre os salários? Bom, no mês de janeiro deste ano o salário também sofreu alterações. Houve um ajuste sazonal na folha de pagamentos que representou um recuo na faixa de 0,5% em uma comparação feita com o mês imediatamente anterior. Já no que diz respeito às horas pagas, segundo o IBGE, houve um crescimento de 0,2% em relação a dezembro.

Por Denisson Soares



Construção Civil fecha postos de trabalho no Brasil


Com um corte de 30,9 mil postos de trabalho em fevereiro, a situação deixa os brasileiros preocupados

Com menos obras, a construção civil fecha inúmeras portas e o desemprego só aumenta no Brasil. Se olharmos para os  dados, podemos perceber que a construção civil está em baixa e que também sofreu um recuo de 0,94% em fevereiro, em relação a janeiro, com um corte de 30,9 mil postos de  trabalho. No mesmo mês de 2014 houve uma queda de 7,82% com o fechamento de 278.137 postos.

Esses dados são da pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SINDUSCON-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No final de fevereiro a base de trabalhadores estava em 3,276 milhões de pessoas. Em nota, o presidente do SINDUSCON-SP, José Romeu Ferraz Neto, falou que  a situação pode crescer ainda mais.

A região Sudeste apresentou o maior número de empregos suprimidos, cerca de 12.813, com queda de 0,78% em comparação a janeiro.

A queda mais expressiva  foi  constatada na região Norte, -2,24%, com corte de 4.628 vagas. No nordeste, o saldo entre  demissões e contratações foi negativo em 1.56% com a eliminação de 11.122 empregos. No Sul, ocorreu o corte de 947 vagas, cerca de -0,19%, e no Centro-Oeste de 1.452, cerca de -0,58%.

No estado de São Paulo, o índice ficou negativo em 0,62%, com um corte de 5,2 mil vagas em relação a fevereiro de 2014, onde constou queda de 6,08% com o fechamento de 54.316 pontos de trabalhos. O número de empregados na construção civil estadual estava em 839,2 mil pessoas no final de fevereiro.

As regiões que tiveram aumento dentro do estado de São Paulo foram: Ribeirão Preto, com a  criação de 287 novos postos e a alta de 0,53% sobre janeiro, e Santos, com a  geração de 170 vagas, o que soma 0,55% maior que o mês anterior.

Na capital paulista, o saldo foi 0.72% inferior a  janeiro, com redução de 2.806 trabalhadores.

Por Andre Escobar

Foto: divulgação



Taxa de desemprego no Brasil subiu em março de 2014


As informações divulgadas recentemente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos) e pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) não são nada animadoras no que diz respeito às taxas de desemprego no país.

De acordo com os dados levantados pelos dois órgãos por meio da Pesquisa de Emprego e Desemprego, no mês de fevereiro de 2014 a taxa teve um crescimento para 10,3% e já no mês de março de 2014 os números subiram para 11%.

A análise feita teve como base o levantamento realizado nas regiões metropolitanas de grandes centros urbanos como Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Salvador. O resultado apontado pela pesquisa foi uma eliminação de 137 mil postos de trabalho. Esses números acabaram por elevar o total de desempregados no Brasil para 2.249.000.

Por região o percentual apresentado pela queda do nível de ocupação são os seguintes: 0,2% em Salvador, 0,5% em São Paulo, 0,9% em Belo Horizonte, 1,2% em Recife, 1,3% em Fortaleza e em Porto Alegre, 1,5%.

Para entender melhor o motivo dessas quedas é preciso ir um pouco mais fundo na questão e observar quais setores foram os maiores responsáveis. Nessa análise o setor da indústria de transformação efetuou um corte de 88 mil vagas, o que representa uma queda de 3,1%; a construção civil por sua vez cortou 26 mil postos de trabalho, baixa de 1,7%; o setor de comércio e reparação de motocicletas e veículos automotores também apresentou uma redução de 24 mil vagas, um retrocesso de 0,7%. Segundo o PED quem se manteve estável nesses momentos de cortes foi o setor de serviços.

Profissionais ocupados tiveram um aumento no rendimento médio real.

O aumento do rendimento médio real dos ocupados (0,8%) e dos assalariados (0,7%) no mês de fevereiro passou a ser de R$ 1.689 e R$ 1.710, respectivamente.

Em São Paulo e Belo Horizonte o rendimento subiu. Em Salvador e Recife houve uma redução e já em Fortaleza e Porto Alegre se manteve relativamente estável.

Por Denisson Soares



Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



Crescem demissões em Wall Street


A crise econômica está fazendo muitas vítimas nos Estados Unidos e a mais nova afetada é Wall Street.

Isso mesmo! O grande centro econômico do mundo está sofrendo com demissões e problemas financeiros.

A prova disso é os mais de 1.200 trabalhadores que foram dispensados por suas empresas além da grande monta de dispensas que será feita pelo Citigroup que ficará com 11.000 funcionários a menos na cidade de Nova York.

A situação de crise está exigindo a redução dos serviços financeiros para aumentar a lucratividade

Para atender a esta necessidade, apesar de aproximadamente 20 mil demissões no setor financeiro de Nova York as companhias presentes na bolsa de valores irão lucrar ao final de 2012 mais de 15 bilhões de dólares, mas à custa das dispensas e contenções realizadas.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Brasileiro tem menos medo do desemprego, segundo CNI


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, os dados recentes do IMD (Índice do Medo do Desemprego).

Segundo o estudo houve uma queda de 1,1% no indicador no mês de outubro em relação a setembro e uma redução de 2,6% quando equiparado a dezembro de 2011.

A única alta no medo de ficar desempregado foi registrada entre os profissionais com nível superior nos quais o IMD passou de 77 para  81,9 pontos.

Ao considerar este indicador nas regiões do país, o Sudeste e Nordeste apresentaram uma pequena alta com 72,2 e 75 pontos enquanto as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram reduções.

Esta situação identifica é justificada pela CNI pelo fato de que os grandes problemas da economia foram sentidos de forma específica nos setores industriais enquanto nos outros setores os níveis de emprego foram preservados mantendo, assim, a confiança dos profissionais.

Por Ana Camila Neves Morais



Nível de desemprego diminui nos Estados Unidos


A crise econômica continua fazendo estragos nos Estados Unidos e nesta última semana as informações apontam uma redução no número de pedidos para auxílio-desemprego no país.

Segundo dados do departamento do Trabalho houve uma queda de 29 mil pedidos com relação à semana anterior perfazendo um total de 343 mil pedidos de auxílio-desemprego.

Este indicador sugere o início de uma recuperação da economia norte-americana com tendência à estabilidade em um futuro próximo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Aumento do Índice de Desemprego na Espanha


O aprofundamento da crise econômica na Espanha fez o número de requisições do auxílio desemprego no país subir no mês de outubro. Nesse mês houve um aumento de 2,7% nos pedidos de auxílio desemprego no país, com um número 128.242 mil pedidos a mais do quem em setembro.

O número de pedidos de auxílio desemprego no país vem crescendo constantemente nos últimos meses. No mesmo período do ano passado houve o crescimento de 134.182 mil pedidos do auxílio.

Na comparação dos períodos de junho a outubro de 2011 e de junho a outubro de 2012, os pedidos de benefício aos desempregados espanhóis apresentaram altas respectivas de 119.339 mil e 171.267 mil. Embora em um ritmo menor, o número de pedidos de auxílio desemprego não para de subir na Espanha.

No mês passado o Instituto Nacional de Estatísticas espanhol divulgou que o número de desempregados no país superou o patamar dos 25% da população economicamente ativa. De acordo com os dados, o desemprego atinge mais os jovens. Os dados da Espanha mostram que mais de 50% dos jovens entre 18 e 21 anos não conseguem arrumar um emprego no país.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo



Índice de Desemprego no Brasil – Queda em Maio de 2012


Segundo informações publicadas no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego atingiu 5,8% em maio, recuando 0,2% em comparação ao mês de abril do ano corrente. Desde que o Instituto começou a fazer a Pesquisa Mensal de Emprego, nunca a taxa havia ficado tão baixa.

Ainda de acordo com os dados apresentados pela pesquisa, a taxa de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, no comparativo anual, apresentou uma elevação de 3,9%, fato este que segundo o IBGE representa a criação de 427 mil novos postos de trabalho.

Outro dado importante revelado pela pesquisa aponta que o rendimento médio, na comparação anual, aumentou em três das seis regiões pesquisadas. Entre as regiões que registraram aumento estão: Recife, São Paulo e Belo Horizonte. Por outro lado, Salvador e Porto Alegre apresentaram queda no valor da renda média. Entretanto, cabe salientar que a renda média mensal manteve-se acima se comparada ao mês de maio de 2011, não apresentado queda em nenhuma das regiões pesquisadas.

Para conferir mais informações sobre a Pesquisa Mensal de Emprego, acesse o site www.ibge.gov.br.

Por Thiago José Fernandes



Taxa de Desemprego no Brasil – Fevereiro de 2012


O mês de fevereiro registrou taxa de desemprego de 5,7%, o que representa 1,4 milhão de desempregados, o menor percentual para o mês desde 2002, as informações fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Vale ressaltar que comparado com janeiro a taxa apresentou uma leve alta (naquele mês o resultado foi de 5,5%), mas quando comparado com o mesmo período de 2011 houve uma queda, em fevereiro do ano passado a taxa foi de 6,4%, ou seja, esse ano 130 mil trabalhadores deixaram de buscar uma vaga no mercado de trabalho.

Já o número de empregados atingiu o patamar de 22,6 milhões em fevereiro, mantendo-se estável quando comparado ao mês anterior. Com relação ao mesmo período de 2011, houve um aumento de 1,9%, o que representa que o número de pessoas que conseguiram um emprego foi de 428 mil em um ano.

Vale lembrar que esses números levam em consideração apenas os trabalhadores devidamente registrados. Os trabalhadores autônomos não entram na contagem. Sendo que o número de trabalhadores sem vínculos empregatícios cresce a cada dia, justamente devido à falta de postos de trabalho no setor privado.

Por Joyce Silva



Taxa de Desemprego no Brasil – Novembro 2011


Com 5,2%, a taxa de desemprego bateu novo recorde e já é a menor registrada desde o ano de 2002. São 22,8 milhões de pessoas empregadas, com alta de 0,7% em relação a outubro deste ano.

Segundo o IBGE, o número de pessoas buscando emprego foi de 1,3 milhão em novembro, recuo de 7,9% em relação ao mesmo período de 2010.

Entre cidades que se destacaram com a queda da taxa de desemprego estão: Salvador, Recife, Belo Horizonte e São Paulo.

A renda real do trabalhador também continua em elevação, tendo batido a cifra de R$1.623 em novembro, resultado mais alto em toda a série de pesquisas do IBGE.

Os números do Brasil contrastam com os números da Europa, onde o desemprego persiste na casa dos dois digitos para diversos países, com destaque para a Espanha, que amarga um indíce de 22,8% de desempregados (a maior parte na faixa dos jovens).

Nos Estados Unidos a situação não é diferente, onde a taxa está em torno de 8,6%, resultado ruim mesmo com a melhora de 0,4 ponto percentual em relação à última medição.

Por Luiz Moreira



Desempregados aceitam ganhar até um salário mínimo


Num país de tantas desigualdades, a tradicional pirâmide social reflete com precisão cada um dos problemas enfrentados por grande parte da população. No sentido socioeconômico, poucas pessoas têm ótima remuneração, enquanto muitos cidadãos possuem remuneração baixa ou estão desempregados.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que a ideia de receber um salário mínimo ainda é o grande “objeto” de desejo dos brasileiros em situação de desemprego. Para 40% dos sondados e enquadrados nessa disposição, receber uma remuneração igual ou abaixo do mínimo, que na época estava em R$ 540, é altamente viável.

De acordo com Marcus Amorim, técnico em Planejamento e Pesquisa do instituto, a média salarial do país, com base neste estudo, é baixa mesmo quando confrontada com as das economias de porte semelhante à brasileira.

Outras constatações nada agradáveis e relacionadas aos desempregados se referem, por exemplo, ao tempo em que a pessoa está fora do mercado de trabalho e a escassa qualificação profissional. Aproximadamente 45% das pessoas sem trabalho afirmam estarem em busca de uma oportunidade há mais de um semestre, fato que acarreta perda de contatos profissionais e baixa em suas habilidades.

A problemática relacionada ao desemprego afeta, sobretudo, jovens de 18 a 29 anos. Representando 30% dos consultados no levantamento, 54% afirmaram não ter atividade remuneratória na ocasião da entrevista.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil



Previsão Taxa de Desemprego no Brasil em 2010


O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta quarta-feira uma pesquisa que aponta que a taxa de desemprego no país pode ficar abaixo dos 10% até o final de 2010.

Nas sete regiões metropolitanas em que a pesquisa é realizada, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, a taxa ficou em 11,4% no mês de setembro, uma queda de 0,4% em relação a agosto. De acordo com Clemente Ganz, diretor do Dieese, a tendência é que a taxa continue caindo e chegue próxima a 10% ou até abaixo desse número.

Outro dado interessante revelado pela pesquisa é que o rendimento médio real dos assalariados no país cresceu 2%, chegando a R$ 1.367.

Por André Gonçalves



Taxa de Desemprego no Brasil – Agosto 2010


A Fundação Seade e o Dieese informaram na última quarta-feira (29) que a taxa de desemprego em sete regiões brasileiras caiu 0,5 ponto percentual no mês de agosto, em relação a julho.

Segundo a pesquisa, o desemprego atingiu 11,9% da população dessas regiões, ante os 12,4% apurados em julho. Em relação ao mesmo período de 2009, a queda foi de 2,5 pontos percentuais.

De acordo com a Seade e o Dieese, são 2,6 milhões de desempregados nestas regiões. As cidades que mais aumentaram seus níveis de ocupação da população foram Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e São Paulo.

Na cidade de São Paulo, a taxa de desempregados caiu de 12,6% em julho para 12,3% no mês seguinte, somando 1,3 milhão de pessoas sem emprego.

Por Luana Neves



Taxa de Desemprego no Brasil – Julho 2010


A taxa de desemprego no Brasil no mês de julho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caiu 0,1% em relação ao mês anterior. Apesar da redução pequena sobre junho, a taxa foi a menor registrada pelo instituto para o mês de julho desde o ano de 2002.

De acordo com a pesquisa, a taxa de desemprego foi de 6,9% no mês passado. Em junho, o índice ficou em 7% e, no mês de julho do ano passado, a taxa de desemprego alcançou 8%.

A taxa registrada em julho de 2010 corresponde a 1,6 milhão de desempregados. Os cidadãos ocupados registrados em julho foram 22 milhões.

Já o rendimento médio dos trabalhadores brasileiros teve aumento de 2,2% no mês passado. Segundo o IBGE, o rendimento real ficou em R$ 1.452,50. No acumulado do ano, o crescimento do rendimento dos trabalhadores foi de 5,1%.

Por Luana Neves



Desemprego na Europa chega a 10%


O Eurostat, escritório europeu de estatística, divulgou os dados do desemprego na zona do euro e as notícias não foram animadoras, já que 10% da população encontra-se desempregada, repetindo os resultados de maio deste ano.

Essa percentagem implica em mais de 23 milhões de pessoas desempregadas só em junho deste ano na União Européia, sendo que nos últimos 12 meses a taxa de desemprego tem subido em toda a região, sendo que as maiores taxas de desempregados estão na Espanha e Letônia, como 20% da população.

Mas por que o desemprego é tão nocivo? A taxa de desemprego de um país ou de uma região, como a zona do euro, é calculada como uma percentagem do total da população economicamente ativa. Quando esta taxa aumenta, a sociedade como um todo perde, de várias maneiras. Perde os bens que os desempregados poderiam ter produzido, perde o capital investido na formação educacional de pessoas que no momento não produzem trabalho, em suma, desemprego é sinônimo de desperdício de tempo puro e simples, já que o tempo perdido na forma de ociosidade voluntária dos desempregados está perdido para sempre. Por isso a taxa de desemprego é uma das principais metas econômicas de todos os países.

Créditos: Cris Keller



Queda na Taxa de Desemprego no Brasil – Junho 2010


A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil caiu a 7% no mês passado, menor índice registrado nos meses de junho desde 2002, quando foram iniciadas as análises. O dado foi divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE.

Em junho de 2009, a taxa era de 8%, e em maio de 2010, de 7,5%. Em uma média do primeiro semestre do ano, o índice ficou em 7,3%.

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores no mês passado foi de R$ 1.423,00, o que representa um crescimento de 0,5% em relação a maio e de 3,4% no último ano.  

Por Beatriz Farrugia 



Taxa de Desemprego em SP – Maio 2010


Os brasileiros têm conseguido informações por meio de jornais (impressos, virtuais, em rádio e televisão) no que se refere à expectativa de aumento de emprego em todo o país. A economia, bem ambientada atualmente – embora existam fatores para deixar qualquer um com pé atrás –, suscita rumos diferenciados à nação, justamente pelo fato de que daqui a quatro anos a Copa do Mundo de 2014 chegará.

O crescimento de empregos na construção civil, com base no próprio aumento de vendas de residências por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, de cunho governamental, tem indicado boas perspectivas, tanto que Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, não só neste setor, tem aguçado a ideia da geração de 2,5 milhões de vagas até o final deste ano.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou na última quarta-feira, 30 de junho, taxa de desemprego constante em 13,3% entre abril e o mês passado na região metropolitana de São Paulo. Apesar de alguns considerarem o índice alto, esse é o menor percentual registrado para o quinto mês do ano desde 1991.

Em reportagem veiculada pelo Folha UOL, numa média obtida entre as setes regiões metropolitanas estudadas, existe baque quase imperceptível no número de desempregados de 13,3% em abril para 13,2% em maio. O Distrito Federal, avalia o Dieese, é a única alta percebida, dos anteriores 14,2% para atuais 14,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem a menor taxa de desemprego da história


Situada entre as nações melhor posicionadas no atual momento, mesmo em meio à crise europeia, o Brasil sustenta bons números de contratação de mão de obra nos últimos meses, fator que confere ao país estimativas plausíveis advindas de autoridades nacionais, como, também, de entidades estrangeiras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o desemprego pelo país assinalou a menor taxa desde o início da série histórica, em 2002. De acordo com a entidade, em abril o percentual constatado foi de 7,6% contra 7,3% em março, correspondendo, então, às estimativas dos economistas da agência de notícias Reuters.

Em São Paulo – um dos principais motores econômicos e industriais do país –, o desemprego no mês passado foi de 7,7%, índice abaixo do indicado em março (8,2%). Cimar Pereira Azeredo, economista do IBGE, avalia como positivo essa constatação, embora com percentual pequeno, mas importante, pois aponta que vagas foram criadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de desemprego em São Paulo alcança 13,3%


Algumas entidades pelo mundo estimam ao Brasil bom ambiente empregatício, ocasionando, pois, expectativas de crescimento sustentável devido não somente a esse fator, mas também aos investimentos. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, acredita que mais de 2,5 milhões de empregos serão criadas pelo país.

Embora São Paulo seja uma das regiões mais promissoras, reportagem do UOL indica, por meio de dados obtidos da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PEG) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema de Análise de Dados (Seade), que o número de desempregados na região metropolitana do Estado pulou de 13,1% em março para 13,3% em abril.

Apesar desse percentual negativo, se somadas as setes regiões metropolitanas estudadas pelo Dieese – Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo –, o percentual assinalado alcança 13,3% em abril, inferior em 0,1% ante o mês predecessor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de desemprego se mantém equilibrada


A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), estudo dirigido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou taxa de desemprego de 7,6% em março deste ano, levemente acima da averiguada em fevereiro, quando um percentual de 7,4% foi diagnosticado. Em relação ao terceiro mês de 2009 a atualidade é positiva, pois na ocasião o mesmo índice alcançou a casa de nove pontos.

De acordo com o levantamento, que indica a menor taxa para um mês de março em toda a história, iniciada em 2002 pelo IBGE, o número de pessoas desempregadas, ao todo 1,8 milhão, se manteve estável na comparação mensal e teve retração de 14,1% em comparação ao período igual do ano passado.

O rendimento médio real dos trabalhadores constatado foi de R$ 1.143,40, acima em 0,4% em relação a fevereiro e 1,5% ante março de 2009.

Segundo o Canal Executivo UOL, a taxa de desemprego indicada tem por base pesquisa feita em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo).

Fonte: UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Taxa Desemprego – Fevereiro 2010


O índice de 7,4%, apurado pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – para o mês de Fevereiro de 2010, indicou um pequeno aumento da taxa de desocupação em relação ao primeiro mês do ano, que foi de 7,2%, porém diminuiu em comparação com Fevereiro de 2009.

A força de trabalho manteve-se estável comparando com Janeiro/2010. No cruzamento dos números com o índice de Fevereiro do ano passado, ocorreu um aumento com a geração de 725 mil empregos.

Quanto ao emprego formal o número de carteiras assinadas chegou a dez milhões com a criação de 156 mil empregos formais. O rendimento médio também subiu indicando um aumento de 1,2% e dentre as regiões pesquisadas, Porto Alegre apareceu como aquela que teve a maior  variação, com o desemprego subindo de 4,3% para 5,1% em fevereiro.

Fonte:IG/IBGE

Klinger Portella



Índice de desemprego cai em todas as regiões do país


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, por meio da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que a taxa de desemprego no mês passado foi a mais baixa para o segundo mês de cada ano nas seis regiões metropolitanas do Brasil. Porto Alegre, por exemplo, foi o Estado em que o percentual teve menor índice, com 5,1% de pessoas sem qualquer ocupação.

No contexto geral entre todas as regiões, a taxa de desocupação constatada foi de 7,4%, também a menor para o segundo mês dos anos na história da série atual, iniciada em março de 2002, conforme noticia o Portal de Notícias G1. De março de 2010 em diante, segundo o instituto, o percentual poderá apresentar melhores perspectivas.

Outro destaque notável ficou por conta da geração de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura a assinatura de carteira de trabalho, com ascensão de 6,4% em fevereiro de 2010 ante o mesmo mês do ano passado, o que indica, pois, a criação de quase 600 mil vagas.

Para saber mais informações sobre o assunto, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de Desemprego no Brasil – Janeiro 2010


A taxa de desemprego em janeiro de 2010 continuou estável, de modo geral. No mês anterior, dezembro de 2009, a porcentagem era de 12,5%, em janeiro ela praticamente não se alterou, ficando em 12,6%. Esse é o resultado da pesquisa do PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) de seis regiões metropolitanas – Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e Distrito Federal.  Apenas em Porto Alegre e Salvador que as taxas de desemprego total aumentaram. Em Porto Alegre foi de 9,4% para 9,7%, já em Salvador, 17% para 17,7%. Em relação ao rendimento médio real, São Paulo e Porto Alegre tiveram ampliação, já nas demais regiões houve uma leve redução.



Auxílio-desemprego nos EUA cai novamente


A economia norte-americana tem conquistado importantes avanços neste início de ano, mesmo com todo pessimismo por parte de inúmeros analistas presentes no país. De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de trabalhadores que deu entrada, pela primeira vez, com pedido de auxílio-desemprego decresceu 29 mil, atingindo, então, 469 mil – após ajustes sazonais até 27 de fevereiro.

Os economistas, receosos quanto ao fortalecimento do âmbito econômico do país, aguardavam um baque de 23 mil pedidos. Curiosamente, segundo o Portal de Economia do Estadão, diferentemente do Brasil, as regras para a concessão do auxílio-desemprego nos States variam de Estado para Estado e nem todas as pessoas sem emprego possuem acesso ao benefício.

O custo da mão de obra, parâmetro que mede quanto custa a uma empresa pagar um trabalhador por unidade de produto, declinou em termos anuais 5,9% no último trimestre do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Desemprego no Brasil aumentou em Janeiro 2010


Desde o final do ano passado, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, tem cogitado que o Brasil criaria, em 2010, mais de dois milhões de postos de trabalho formais, isto é, aqueles em que se caracteriza assinatura e registro em carteira de trabalho por parte da empresa.

Infelizmente, dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o índice de desemprego do cidadão brasileiro ascendeu em janeiro deste ano, mas registrou, por outro lado, a menor taxa para o primeiro mês de cada ano da série histórica iniciada em 2003.

O percentual atingido foi de 7,2%, superior em 0,4% ao constatado em dezembro de 2009, mas com queda de 1% se o índice for comparado ao mês igual (janeiro) do ano passado. Embora o primeiro parágrafo tenha se iniciado pela palavra “infelizmente”, analistas da Reuters acreditavam que 7,6% seria o percentual assinalado.

Saiba mais sobre o artigo aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bancos Privados demitiram mais de 9,5 mil em 2009


Apesar de contabilizarem números salientes e crescimento potencial, as três mais destacadas instituições financeiras privadas do Brasil – Bradesco, Itaú Unibanco e Santander –, infelizmente, despediram mais de 9,5 mil pessoas no ano passado.

De acordo com o Portal de Economia do Terra, o Itaú Unibanco foi a instituição que mais demitiu trabalhadores (6,387) – a fusão entre ambas as companhias é uma das possíveis justificativas. Em seguida, o Santander cortou mais de 1,6 mil empregos, enquanto que o Bradesco encerrou 1,55 mil postos de trabalho.

Uma pesquisa realizada entre o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ressalta que isto ocorreu no mesmo instante em que as três tiveram crescimento em seus lucros, que somados chegam a R$ 24 bilhões líquidos.

Uma realidade nada agradável a todos os brasileiros e aos demais cidadãos do mundo continua a existir e não tem prazo para término. Os bancos privados – não somente esses três – realizam, rotineiramente, rotatividade de mão-de-obra, que permite, principalmente, redução de salários.

Cabe um parecer bem clichê: quanto mais se tem mais se quer; quanto menos se tem menos se consegue.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Desemprego no Mundo deve Aumentar Medidas Protecionistas


O aumento do número de desempregados pelo globo deve ocasionar o crescimento das pressões por medidas protecionistas, afirma Pascal Lamy, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). O atual momento do segmento em análise está intimamente ligado a cautelas no ato de exportar e importar dos países.

Com mercados fechados, os produtos podem, inclusive, sofrerem reajustes negativos do ponto de vista comercial. Lamy, inclusive, pede que as nações globais não sigam à risca essa tendência.

De acordo com a Agência Estado, Pascal diz que a Rodada Doha é importantíssima para que a liberação comercial entre nações seja finalizada, visto que o trabalho, quase em sua totalidade, está feito. Entre suas palavras, Lamy afirma que durante 2010 os ajustes necessários poderão ser finalizados do ponto de vista técnico.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Estados Unidos registra corte de 85 Mil Empregos


O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou uma informação que surpreendeu os economistas daquele país. De acordo com o órgão, 85 mil postos de trabalho foram cortados no ano passado, muito além do que os especialistas haviam previsto, que cerceava a margem de 10 mil vagas.

Os setores que mais apresentaram queda de emprego foram as manufaturas, o comércio varejista e a construção, diferentemente de serviços temporários e cuidados com saúde, que continuam a abrir vagas, segundo indicou a Agência Estado.

A construção civil, por sua vez, registrou um baque de 53 mil postos em dezembro de 2009. O salário médio por hora trabalhada, ressaltou a AE, subiu de US$ 18,77 para US$ 18,80.

Veja mais informações sobre esta notícia alarmante aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pagamento Seguro-Desemprego – Aumento Número de Beneficiados em 2009


A tão (mal) falada crise financeira mundial causou inúmeros efeitos nas economias das nações mais potentes do globo, mas, também, nas emergentes. O Brasil, por exemplo, registrou, no ano passado, um aumento considerável no número de pessoas beneficiadas pelo pagamento do seguro-desemprego.

O valor é considerado recorde, com mais de R$ 19,5 bilhões “distribuídos” para 7,753 milhões de pessoas. Em 2008, ano-chave da crise financeira, o valor havia alcançado a cifra de R$ 14,718 bilhões a 7,1 milhões de cidadãos.

Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, acredita, obviamente, que o aumento do desemprego e o maior valor do salário mínimo registrado em 2009 contribuíram para essa ascensão. Mesmo assim, a autoridade afirma que 2010 será um ano mais ameno neste sentido, principalmente por causa da estimativa de criação de dois milhões de empregos formais para este ano.

Veja a reportagem na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produção de Empregos – Brasil 2010 – Previsão Carlos Lupi


Conforme previu nos últimos meses do ano passado, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, afirma que a nação brasileira criou mais de um milhão de postos de trabalho em 2009. Até novembro, por exemplo, 1,4 milhão de empregos formais foram registrados, mas como dezembro geralmente há uma baixa devido aos serviços temporários, ou seja, mais demissões a contratações, a estimativa foi alcançada.

Em contrapartida, para este ano Lupi crê que mais de dois milhões de empregos com carteira assinada sejam gerados. Além disso, acredita, também, que a economia nacional deverá chegar a marca de crescimento em 7%.

Lupi destaca, também, em reportagem veiculada pela Agência Estado, que o Brasil tem investido amplamente na qualificação de profissionais por meio dos programas do governo, mas que isso ainda pode melhorar muito mais e favorecer, especialmente, a economia interna.

Leia outras opiniões de Lupi aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor Seguro-Desemprego 2010 – Tabela – Como Calcular


Depois do reajuste e aumento do salário mínimo e da Aposentadoria, agora foi a vez do Seguro-Desemprego ser reajustado para 2010.

A Codefat decidiu reajustar em 9,68% o valor do seguro-desemprego. O reajuste deve valer a partir de Janeiro de 2010 e seguirá o seguinte cálculo:

– Salários até R$841,88: Deve-se Multiplicar o salário que recebia por 0,8. O resultado é o valor do benefício.

– Salários de R$841,89 até R$1.403,28: Deve-se pegar o valor do salário e Diminuir por R$841,89. O resultado obtido deve ser multiplicado por 0,5. O resultado da multiplicação deve ser somado a R$673,50. O resultado da operação é o valor a ser recebido com o benefício.

– Salários Superiores a R$1.403,28: Receberão R$954,21

Quem ainda estiver com dúvidas pode acessar aqui. Ou então ver o vídeo abaixo:



Lula alfineta Obama e Comemora Crescente Geração de Empregos no Brasil


Carlos Lupi e Miguel Jorge prevêem que o Brasil terá uma criação recorde de empregos no ano que vem. No entanto, pensando ainda neste ano, o penúltimo de seu mandato, Luiz Inácio Lula da Silva acredita que 1,3 milhão de novas vagas serão geradas.

Lula, no entanto, aproveita algumas ocasiões para alfinetar Barack Obama, presidente dos Estados Unidos. Segundo ele, enquanto a nação brasileira comemora a crescente geração de empregos formais, isto é, aqueles com carteira de trabalho assinada, os EUA celebram a queda na redução de postos de trabalho.

Segundo Lula, aproveitando o atual e eufórico momento, há dois motivos que o levam a comemorar sua gestão. A primeira delas foi sua reeleição em 2006, e a segunda foi a superação brasileira ante a crise financeira mundial, que demonstrou ao mundo que o Brasil está preparado para superar as mais altivas dificuldades de âmbito internacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Presidente do Fed prevê crescimento em ritmo lento


Bem Bernanke, presidente do banco central americano (Federal Reserve), afirmou que a economia dos Estados Unidos deverá continuar seu processo de recuperação no próximo ano, devido ao ritmo do mercado de trabalho e a concessão de créditos não ser lá o esperado.

Mesmo assim, crê que quando a recuperação for suficientemente boa, o Fed estará a postos para desativar medidas de impulso à economia, com a finalidade de se evitar altos índices inflacionários.

O discurso tem por base, mesmo não tanto otimista, a queda da taxa de desemprego, que desceu de 10,2% para 10%. Contudo, Bernanke não acredita que o consumo dos norte-americanos aumentará, afinal, ainda há certo receio por parte da população em relação à estabilidade empregatícia e o acesso restrito ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Kraft Foods pode demitir funcionários da Cadbury


A Dow Jones divulgou a informação de que a Kraft Foods, considerada a maior empresa de alimentos dos Estados Unidos, se rejeitou a dar garantias empregatícias aos funcionários da Cadbury, pois essa primeira companhia adquirirá a segunda, conforme já previam alguns especuladores.

O maior sindicato trabalhista do Reino Unido, Unite, informou que muitos analistas prevêem que a Kraft Foods gerará aproximadamente 1 bilhão de dólares em economias por meio de demissões em larga escala e para uma reestruturação. Porém, o sindicato pede que haja garantias mínimas de que inúmeros trabalhadores não ficarão desempregados.

Mesmo assim, a Kraft se recusou a atender as solicitações do Unide, sob o pretexto de que serão necessárias maiores informações a um possível acatamento dessa magnitude. A reportagem, que também pode ser observada no sítio da Agência Estado, não alude maiores esclarecimentos. Ao que tudo indica o porta-voz da gigante de alimentos dos States não estava disponível para entrevistas, ou seja, provavelmente a assessoria da companhia irá se pronunciar em breve.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Desemprego tem queda em outubro


Novos dados suscitam que a taxa de desemprego em Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre cedeu de 7,7% para 7,5% em outubro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento familiar por pessoa nessas regiões metropolitanas apresenta alta de 3,6% no ano.

O número de trabalhadores formais, isto é, com carteira assinada, nessas regiões permaneceu estável em comparações mensal e anual, com 9,5 milhões de empregados. O rendimento médio continuou praticamente o mesmo em outubro, com R$ 1.349,70 per capital, mas com uma ascensão de 3,2% em relação ao período igual do ano passado.

Apesar de todos esses números positivos, os trabalhadores formais do setor privado foram a única classe a apresentar diminuição no rendimento médio por mês, com queda de 0,4% em outubro em relação ao mês antecessor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de mais de 2 milhões de Empregos Formais é a estimativa de Lupi para 2010


O otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima que no próximo ano, 2 milhões de empregos formais, isto é, com carteira assinada, serão gerados no Brasil. Para ele, além de se extirpar a estigmatização de que o país é pequeno, o setor de serviços continuará a sustentar a criação de empregos dentro de nossas fronteiras.

O ministro mantém seu discurso em relação aos empregos formais suscitados neste ano, entre 1 milhão e 1,1 milhão. Lupi assevera, infelizmente, que dezembro é um mês em que se nota um maior número de demissões, mas que neste próximo pode ser diferente, pois um menor número de desempregados poderá ser registrado.

Carlos ressalta, assim como os demais ministros e políticos simpatizantes de Lula, que o Brasil é o único país integrante do G-20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) a conceber mais de 1 milhão de empregos formais em 2009. Para ele, isso leva a crer que as políticas governamentais adotadas foram corretas. Para este ano, avalia, a economia brasileira deve crescer aproximadamente 2%; em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) pode apresentar um percentual de desenvolvimento entre 7% e 8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Atuação do Sindicatos fortes ajuda a evitar o Desemprego


Alguns exemplos de sindicatos fortes nos mostram o quanto o desemprego poderia ser maior caso não atuassem.

Um exemplo disto ocorreu há pouco mais de três anos, quando os postos de gasolina tentaram instituir o self service (ou, numa tradução livre, sirva-se sozinho). A novidade até agradou alguns, porém logo se viu o quanto prejudicava o setor de frentistas de postos de combustíveis.

Os produtos (gasolina, álcool, diesel e produtos da loja de conveniência) não diminuíram, apesar do dono de posto não empregar mais ninguém para a função e ainda obrigava o cliente a fazer um serviço que não era acostumado.

Mas o método self-service não continuou e caiu em desuso porque o Sindicato dos Frentistas atuou de forma organizada e forte, evitando um desemprego em massa e eliminação de uma função muito útil.

Por José Alberi Fortes Junior



Cresce o número de empregos formais no Brasil – Agosto teve recorde


Em agosto de 2009, o Brasil bateu recorde de emprego formal pra o mês.

De acordo com os dados divulgados pelo Governo Federal, a economia brasileira cresceu 1,9% no segundo trimestre na comparação com o primeiro período, o que parece ter tirado o Brasil da recessão após seis meses de crescimento negativo.

Em agosto o saldo de novos empregos foi de 242.126 – resultado da diferença entre contratações (1.457.455) e demissões (1.215.329).

Foi o sétimo mês seguido de alta no número de empregos, o que faz com o que o mercado absorva parte dos 800 mil postos formais fechados entre novembro/08 e janeiro/09.



Governo libera a reabertura dos Bingos no Brasil – Oportunidades de Empregos


Um dos maiores empregadores até dois anos atrás, os bingos que foram fechados por várias leis e liminares O governo taxou em 17% do faturamento e agora liberou a abertura de todos os bingos no Brasil.

É um perigo para os viciados em jogo, mas pode ser uma excelente oportunidade de emprego para quem quer crescer neste ramo, pois ainda é novo e não possui pessoal experiente na ativa.

Ficar antenado com a movimentação do mercado é fundamental para quem procura uma recolocação no mercado, e quando um setor inteiro (bingos) está sendo autorizado a ser reaberto, currículos devem ser enviados e disposição, pois a rotina é puxada e os horários são bem flexíveis.



Agosto apresenta queda no setor industrial em relação ao mês anterior


Com os últimos e otimistas dados veiculados por vários institutos pelo Brasil, nota-se, após a recessão técnica da crise financeira, que a indústria começa a se recompor.

Segundo informações da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(Fiesp), houve queda de 0,04% na criação de empregos em diversos setores industriais entre julho e agosto, mas sem a tal convenção, percebeu-se alta de 0,07%, o que representa a instituição de 1.500 novas vagas.

No entanto, em 2009 registra-se, no Estado, um nível de queda considerável em relação ao atual renascimento, por assim dizer, do momento financeiro do país, com cerca de 57 mil postos de trabalhos fechados.



Emprego na Indústria volta a crescer no Brasil


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), depois de nove meses em queda, o nível de emprego na indústria volta a crescer. A informação de que houve uma alta de 0,4% em julho em relação à junho foi divulgada nessa terça-feira, dia 03.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a folha de pagamento caiu 1,6% na comparação com o mesmo período em 2008. Em relação aos últimos doze meses, houve avanço de 1,5%. O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve a terceira variação positiva, com alta de 0,1% frente a junho.



G-20 fica em cima do muro com relação ao emprego mundial


O G-20, grupo dos 20 países mais desenvolvidos, mantém uma posição cautelosa e indefinida quanto ao crescimento e à situação do emprego no mundo.

Embora Alistair Darling, ministro de finanças britânico, fale em continuidade das ações visando a recuperação do cenário econômico no mundo, não é percebido um papel relevante do FMI e do FSB no sentido de implementar ações objetivas favoráveis às economias mais afetadas pela atual crise econômica que se espalhou pelo mundo todo.

Os países emergentes, fortemente abalados, ainda esperam por medidas concretas que lhes tragam o auxílio financeiro necessário para saírem do sufoco. Mas, por hora, tudo o que se desenvolve restringe-se ao âmbito do planejamento e traçado de estratégias, apenas.

A cúpula do G-20 se reunirá no final deste mês, em Pittsburgh, EUA, para uma nova rodada de discussões. Resta, agora, esperar os resultados da reunião.

por Lindomar Vieira


Desempregados e Mulheres são os que mais buscam por qualificação profissional segundo Pesquisa do IBGE


De acordo com dados divulgados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os brasileiros que estão desempregados são os que mais procuram por uma qualificação profissional

Outro dado é que as mulheres são as que mais tentam se qualificar, concluir o ensino ou se alfabetizar.

Pesquisa também revelou que muitos que começam a fazer algum curso de qualificação não conseguem concluir por falta de tempo e, principalmente, dinheiro.



Governo amplia Seguro-desemprego para mais 216,5 mil trabalhadores


O Ministro do Trablaho e Emprego, Carlos Lupi, informou que o Governo pretende ampliar o número de trabalhadores que terão direito as duas percelas extras do seguro-desemprego.

Mais de  216, 5 mil trabalhadores que foram demitidos entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009 terão direito ao benefício ampliado. 

“Entendemos necessário atender mais trabalhadores demitidos em dezembro, além dos 106,7 mil que foram contemplados na primeira fase da ampliação, e também incluir 73,3 mil demitidos em janeiro”,  explicou Carlos Lupi.

A proposta irá passar pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalalhador (Codefat) e deverá ser confirmada na próxima semana.



Brasil está superando a crise: Cresce o número de empregos com carteira assinada


Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Mistério do Trabalho, revelou um aumento no número de empregos com carteira assinada no Brasil.

Em abril foram criados 1.350.446 novos empregos e demitidos 1.244.241 trabalhadores, gerando um saldo positivo de 105.205 novas vagas de emprego com carteira assinada. Em março, foram criados apenas 34.818 novos empregos.

No mês de abril, os setores que mais contrataram foram o de serviços, agricultura, construção civil e comércio.



Cidades do interior oferecem oportuniades de emprego com salários bem maiores do que nos grandes centros


Uma pesquisa revela que 51% das oportunidades de trabalho estão fora da região Sudeste, centro econômico do Brasil.

Profissionais estão migrando para as cidades menores em busca de oportunidades melhores de emprego. Profissionais qualificados podem ganhar mais do que o dobro do salário pago nas grandes metrópolis.

Além de mais rentável, o trabalho no interior também pode trazer mais sossego e tranquilidade ao trabalhador.

Veja a reportagem sobre o assunto:



Aumenta o índice de emprego na indústria paulista: alta de 0,8% em abril


Um levantamento realizado pelo departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, revelou uma alta de 0,8% no emprego na indústria paulista com relação a março. Isto indica a contratação de  19 mil vagas no mês de abril. 

Este saldo está relacionado ao aumento nas contratações de trabalhadores no setor de açúcar e álcool no último mês.

No setor de produtos alimentícios foram criadas mais de 37 mil vagas só no mês de abril. “O resultado, em geral, já mostra que há uma atenuação na perda de empregos na indústria paulista”, afirmou Paulo Francini, diretor do departamento econômico da Fiesp. 

 



Cuidados com promessa de emprego enganosa: evite cair neste golpe!


Muitos brasileiros estão sendo vítimas do golpe do emprego falso. São vagas que parecem perfeitas com salários maravilhosos, de despertar o interesse em qualquer um.

Estas propostas geralmente são feitas por telefone, onde o “consultor” fala para o candidato que a vaga é perfeita para o seu perfil e marcam uma entrevista. 

Durante a entrevista, eles falam das maravilhas do futuro emprego, enchendo os olhos do candidato. Antes de assinar o contrato falso, eles pedem que o candidato faça um teste psicológico, supostamente exigido pela empresa que ofereceu a vaga, para avaliar o seu perfil. Aqui é que está o golpe! Eles cobram uma taxa, geralmente bem alta, para a realização deste teste e fogem com o seu dinheiro sem ter a vaga.  

Veja algumas dicas para evitar cair no golpe do emprego falso:

  • Desconfie de promessas maravilhosas;
  • Nunca pague por uma vaga. Empresas podem cobrar pelo serviço oferecido, nunca pela vaga ou testes;
  • Nunca assine um contrato que não contenha tudo o que o foi prometido verbalmente.
  • Antes de fechar contrato com qualquer empresa prestadora de serviços ou produtos, faça um consulta prévia no Procon de sua cidade e na Delegacia de Crimes contra a Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon);
  • A internet também pode te ajudar, antes de ir a uma entrevista, consulte o nome da empresa em sites de busca.

Consulte aqui os órgão de Defesa do Consumidor da sua cidade.



Rescisão de Emprego – Saiba quais são os teus direitos quando sair da empresa


Quando o trabalhador sai da empresa deve ficar atento na hora de assinar o termo de rescisão do contrato de trabalho e receber a indenização a que tem direito.

A rescisão está prevista em cinco situações: demissão sem justa causa, por justa causa, pedido de demissão extinção do contrato de trabalho e falecimento do trabalhador.

O termo de rescisão, para quem foi demitido sem justa causa, deve ser assinado um dia após ter cumprido o prazo dos 30 dias de aviso prévio. Se o trabalhador possui mais de um ano de caretira assinada, a recisão deve ser conferida (homologada) no Sindicato da categoria ou na DRT (Delegacia Regional do Trabalho).

Caso o trabalhador tenha o aviso prévio indenizado, o pagamento da recisão deverá ser feito pós 10 dias da comunicação de seu desligamento na empresa.

Quando o trabalhador é demitido sem justa causa, ele tem direito a receber o salário do mês, as férias e o 13º salário proporcional ao tempo de trabalho. Poderá também retirar o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), depositado mensalmente pela empresa. Caso o trabahador tenha mais de seis meses consecutivos de carteira assinada, poderá receber o seguro-desemprego.

O empregado que pede demissão não terá direito ao saque do FGTS e seguro-desemprego mas deverá receber o saldo de salário, salário-família, 13° salário proporcional, férias proporcionais e, quando houver, férias vencidas.

No caso de encerramento de contrato de trabalho ou de experiência, o trabalhador receberá todos os benefícios, só não terá direito a multa de 40% e seguro-desemprego. 

Aviso prévio e valores do acerto trabalhista deverão ser pagos em, no máximo, 10 (dez) dias corridos após a data da demissão ou  no primeiro dia útil após o cumprimento do aviso prévio.

Casos de morte do trabalhador, os parentes devem assinar o termo e receber todos os benefícios que o trabalhador tinha direito.

Clique aqui e veja o modelo do Termo de Rescisão de Conatrato de Trabalho proposto pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).



Aumenta o número de desempregados no Brasil


A taxa de desemprego no país teve mais uma alta no mês de fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro, a taxa passou a 8,5%, maior registrada desde março do ano passado, reflexo da piora na situação econômica mundial.

Este resultado indica que o Brasil passou a ter 1,9 milhões de desempregados, 51 mil a mais do que o registrado em janeiro.



Veja aqui quem terá direito a receber mais duas parcelas do seguro-desemprego


Mais de 103 mil trabalhadores terão direito a receber duas parcelas a mais do seguro-desemprego, que pode chegar a sete meses.

Esta ampliação do benefício será concedida a trabalhadores demitidos entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009, nos setores afetados pela crise econômica. 

Clique aqui e veja a tabela dos setores afetados em cada Unidade de Federação do Brasil.

Tire aqui as suas dúvidas sobre Seguro-desemprego.



Mais de 100 mil trabalhadores receberão parcelas extras do Seguro-desemprego


O Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou que o Governo irá ampliar o prazo para o pagamento do seguro-desemprego para até 7 parcelas

A partir do mês de abril, mais de 103 mil trabalhadores terão direito a estas parcelas extras do benefício. 

As duas parcelas a mais do seguro serão pagas a trabalhadores que foram demitidos no mês de dezembro de 2008, auge da crise econômica no Brasil, em 16 estados: AM, AP, MA, CE, PB, PE, SE, BA, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS e GO, nos setores que foram mais afetados pela crise.

A medida foi tomada pois os setores fortemente atingidos pela crise ainda não conseguiram se reestabelecer e voltar aos patamares de produção anteriores à crise econômica.



Empresas retomam produção no Brasil: fim das férias coletivas


Com a diminuição na produção, afetada pela crise econômica, muitas empresas tiveram que dar férias coletivas aos seus funcionários.

Mas uma boa notícia para estes trabalhadores que estavam com medo de perder o emprego, fábricas do setor automobilístico estão retomando a produção e antecipando a volta dos operários de sus férias coletivas.

Segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, está crescendo a produção de veículos e, com isso, aumentando a necessidade de mão de obra para a retomada da produção. 



Funcionários que buscam qualificação são mais valorizados dentro da empresa


No atual momento em que estamos vivendo, empresas estão se obrigando a fazer cortes em seu quadro funcional, isso acarreta em demissões atrás de demissões.

Agora, mais do que nunca, os gestores estão avaliando bem os seus colaboradores, e cortando os menos capacitados.

Diante diso, é importante que o trabalhador saiba manter a sua empregabilidade, realizando cursos de aperfeiçoamento, se especializando e se reciclando para se destacar entre seus colegas de trabalho. 

E a capacitação profissional não conta pontos somente para quem está empregado, profissionais de recrutamento e seleção valorizam muito o candidato que faz cursos de aperfeiçoamento, é um diferencial a mais na hora da entrevista.

E a falta de dinheiro não é motivo para não se especializar, vários Estados do País oferecem cursos gratuitos para a população. Atualmente, existem mais de 440 cursos de qualificação e formação profissional gratuitos no País.



Trabalhadores temem tirar férias e voltar sem emprego


Em época de crise econômica, todos os dias surgem notícias de empresas que estão demitindo funcionários em diversas áreas. Com isso, muitos trabalhadores temem tirar férias nesta época de demissões com medo de perderem o emprego ao retornar.

Porém o trabalhador não deve temer este direito, pois a demissão não vai ocorrer por causa das férias. Se a empresa for demitir, ela levará em conta o desempenho do trabalhador e o seu histórico. 

Tirar férias não deve ser visto como uma ameaça, todos precisam descansar, repor as energias para conseguir ser mais produtivo durante o ano.

Profissionais criativos, dinâmicos, pró-ativos, que trazem resultados não devem temer as férias neste período de demissões, ao contrário dos funcinários displicentes, que não agregam nada à empresa, estes sim devem temer a demissão, entrando de férias ou não.



Seguro-desemprego passa a ser de até 7 meses para trabalhores de setores afetados pela crise


O Codefat – Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, aprovou a medida que amplia por mais dois meses o pagamento do seguro-desemprego de trabalhadores que foram demitidos de empresas de setores mais afetados pela Crise Econômica

Atualmente o benefício varia de 3 a 5 meses, conforme o tempo que o trabalhadou ficou com a carteira assinada e o valor recebido varia conforme os seus rendimentos anteriores, de R$465 a R$870.

Ainda não foi definido quais são as áreas mais afetadas na qual o trabalhdor poderá receber este “plus” no benefício, apenas sabe-se que a crise está afetando mais as empresas que dependem de exportações como a siderurgia, aço e mineração.



Crise Econômica: Empresa GM fará 10 mil demissões até o final deste ano


A Empresa General Motors (GM) anunciou que terá que fará uma redução de 14% em seu quadro funcional até o final deste ano, isto representa um corte de 10 mil empregados em fábricas espalhadas no Mundo.

Além das demissões, a GM terá que fazer uma redução de até 10% no sarário de seus colaboradores.

Devido a grande queda na venda de veículos, a empresa teve que tomar esta decisão para evitar uma futura quebra.



Aumenta o número de desempregados no setor industrial: o que fazer para sair dessa?


O emprego na indústria no Brasil teve em dezembro do ano passado a maior queda desde 2001. O índice registrado foi de 1,8% de redução.

O Jornal Hoje, exibiu uma reportagem com alguns profissionais que foram demitidos há pouco tempo.  A entrevista revela a reação de cada um quando perdeu o emprego e o que estão fazendo para superar a fase do  e agora, o que eu faço”? 

Quando o profissional é demitido a primeira reação é a surpresa. Apesar de todos saberem que a crise econômica está afetando as indústrias, ninguém acha que será atingido por ela. 

Depois da surpresa vem a raiva, do chefe, da empresa, da injustiça. Logo depois surge o período da tristeza, e que o profissional fica desesperado, sem rumo, desmotivado. Esta tristeza está muito relacionada como o trabalhador se sentia com relação à empresa, que, para muitos, era como se fosse a segunda família.

Quem acabou de perder o emprego não deve se deixar levar pela tristeza, evite ressentimentos, erga a cabeça e bola pra frente. O importante é não ficar parado pois a fila anda!! 

Agora é hora de se planejar, poupar e fazer orçamentos finaceiros para administrar o seu dinheiro. Não se desepere, tenha calma e tente usar o conhecimento adquirido no período em que esteve trabalhando como um forte  aliado para conseguir se recolocar no mercado de trabalho. 

O importante é não desistir dos seus sonhos e manter a Fé.