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Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Salário mínimo terá política atual conservada, diz Dilma


Os cidadãos brasileiros são bombardeados por todo e qualquer tipo de informação que fere diretamente, ou não, suas vidas. Ultimamente, o assunto da moda, sem qualquer dúvida, é a eleição de outubro, que traz a pauta presidencial como o tema mais latente entre os demais.

Dilma Rousseff (PT), que em 2002 pouco era conhecida pelo eleitorado brasileiro, assumiu status de favorita, enquanto o tucano José Serra, derrotado em 2002 por Luiz Inácio Lula da Silva e de vasta experiência, começa a enxergar os faróis da campanha petista cada vez mais distantes.

Mostrando pouca preocupação nos números, Dilma pede, há várias semanas, que o PT não suba no salto alto, algo que poderia atravancar, caso feito, quaisquer das melhores pretensões. Para dar continuidade à sua agenda, a presidenciável petista relacionou no início desta semana o compromisso de nutrir a política em vigência de valorização do salário mínimo, atualmente em R$ 510.

Resgatando índices, percentuais e outros sinônimos dessas menções, Dilma ligou o aumento do mercado interno no país, nos últimos anos, para com a valorização do salário base. Em reportagem veiculada pelo Estadão, a ex-ministra foi mais além ao citar outras medidas adotadas durante a gestão Lula, entre elas os programas sociais e a criação de empregos com carteira de trabalho assinada.

Embora soe um tanto quanto preconceituosa, ao mesmo tempo preocupada, Dilma ressaltou que antigamente, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, uma fatia dos brasileiros sobrevivia à base de bico.

Por Luiz Felipe T. Erdei