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Como utilizar os créditos da Nota Fiscal Paulista


A partir de outubro os consumidores cadastrados no programa NFP já podem utilizar os créditos da melhor maneira que desejarem: por meio de transferência bancária ou para abater o valor do IPVA do próximo ano.

A partir deste mês de outubro de 2015, os consumidores cadastrados no programa Nota Fiscal Paulista já podem utilizar os créditos. E as opções de utilizações são: por meio de transferência bancária do valor para uma conta corrente ou poupança com sua titularidade, ou tendo a opção, até 31 de outubro, de transferir o crédito para abater o valor do IPVA 2016. Ressaltando que, após a solicitação de crédito em conta, o consumidor pode ter o valor creditado em até 10 dias. Além disso, os créditos ficam disponíveis para serem utilizados no período de até 5 anos. 

Apesar de o crédito do programa Nota Fiscal Paulista ser de direito do consumidor, esse só pode usufruir dele quando realiza o cadastro no site: www.nfp.fazenda.sp.gov.br. Feito o cadastro, o consumidor passa a ter direito a receber o crédito.

Lembrando que o programa devolve até 20% do ICMS recolhido pelos estabelecimentos aos consumidores. Com isso, torna-se um incentivo para que os paulistas que adquirem mercadorias nos estabelecimentos comerciais exijam a nota fiscal.

Os cidadãos que desejam realizar o resgate do valor do crédito ao qual têm direito precisam acessar o site (mencionado acima) da Nota Fiscal Paulista com o CPF ou CNPJ em mãos, com a senha e optar pela melhor opção pessoal de utilização do crédito.

Essa iniciativa, atualmente, beneficia milhares de pessoas da cidade de São Paulo e todos os anos agrega novos consumidores participantes.

O programa Nota Fiscal Paulista é uma iniciativa do Governo de São Paulo, que atende de forma benéfica os paulistas todos os anos, estimulando compras conscientes com a obrigatoriedade da nota fiscal. Além disso, é uma forma de promover economia, gerando uma vantagem ao bolso do consumidor.

Por Stephanie Rodrigues do Nascimento

Dinheiro



Programa de Fomento às Atividades Produtivas – Créditos para agricultores


Famílias envolvidas com atividades de agricultura ou afins já poderão receber o benefício do Programa de Fomento às Atividades Produtivas fornecido pela Caixa Econômica Federal. A população indígena que se enquadrar no perfil de extrema pobreza também poderá aproveitar o benefício.

A iniciativa faz parte do programa do Governo Federal Plano Brasil Sem Miséria e visa ajudar as pessoas que passam por dificuldades financeiras. Mais de 400 famílias já receberam parte do benefício, mas até o momento 685 famílias estão aptas a participar do programa. O governo leva em consideração, além da extrema pobreza, outros fatores, mas vale ressaltar que essas famílias precisam se cadastrar no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal para terem direito a receber o dinheiro. 

Os Estados que serão contemplados pelo benefício nesse primeiro momento são Sergipe, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, mas a previsão do governo é que ele seja estendido para outros Estados do país. 

Os recursos vindos do programa precisam ser destinados para a aquisição de equipamentos e insumos usados na produção familiar, outro ponto exigido é que a agricultura praticada leve em consideração a preservação do meio ambiente.

Por Joyce Silva



Juros das operações de créditos – Alta em janeiro de 2011


Estudo edificado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) elucida que as taxas de juros de todos os tipos de operações de créditos, exceto o rotativo, cresceram no mês passado em comparação a dezembro de 2010.

O índice de juros para pessoa física pulou de 6,79% no último mês do ano passado para 6,85% em janeiro. No acumulado dos últimos 12 meses, segundo a Anefac, a taxa de juros abraçou o percentual de 121,46%.

Para pessoas jurídicas, por outro lado, a taxa de juros chegou a 3,88% em janeiro, contra 3,80% de dezembro, com índice de 57,90% registrado nos últimos 12 meses. Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, coordenador de Estudos Econômicos da associação, esses avanços podem ser explicados com base na tomada de decisões do Banco Central (BC), entre as quais aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, e a ascensão dos depósitos compulsórios.

Assim como muito tem falado outros especialistas, Oliveira prevê que as despesas das operações de crédito tendem a crescer no transcorrer deste ano.

Caso essa seja realmente a disposição, as vendas em vários setores, tais como o de veículos automotores, devem diminuir gradativamente. Um impulso ao segmento de materiais de construção, por outro lado, deve ser constatado ao final de 2011, pois em dezembro a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao ramo será extinta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil



Consumidores Brasileiros – Créditos e Compras a Prazo mais acessíveis


A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.

Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.

Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento na Procura por Crédito em Maio 2010


Os brasileiros aproveitaram bem o ambiente econômico propiciado no final do ano passado e início deste, tanto que percentuais elevados foram percebidos em vários setores, como é o caso do automotivo, da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e da construção civil. Justificativas são inúmeras, tais como exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), maior confiança do consumidor e melhor acesso ao crédito.

Por falar no último ponto mencionado, o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito atingiu nível recorde de 119,1 pontos em maio devido à elevação em 10% do número de cidadãos em busca por crédito ante o mês de abril, segundo informações do portal de notícias G1.

O aumento do índice foi decorrente, em grande parte, das pessoas com renda mensal de até R$ 500, embora os cidadãos que possuem remuneração superior a R$ 10 mil também tenham conseguido contribuir.

De acordo com economistas da Serasa, o Dia das Mães e a Copa do Mundo estimularam o consumidor na procura por crédito em maio, juntamente ao maior poder aquisitivo.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procura por Crédito Aumenta em Março 2010


Os últimos dias da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) beneficiou inúmeros setores pelo Brasil, desde o segmento de automóveis até o campo que comercializa produtos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar). Em 12 de abril, segunda-feira, o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que o número de consumidores que procuraram crédito ascendeu mais de 18% entre fevereiro e março deste ano.

A entidade assegura que o patamar conquistado é recorde, desde o primeiro mês de 2007, ocasião na qual o indicador teve inicio de seus cálculos. O portal de notícias G1 pondera que os economistas da entidade avaliam que essa alta é relacionada aos já mencionados últimas dias de vigência do IPI, bem como o maior número de dias úteis em março em relação a fevereiro.

A reportagem aponta, por outro lado, que se março for comparado ao mês igual de 2009, a demanda do consumidor por crédito saltou 32,5%, ocasionando, também, outro recorde. A alta é reflexo, em partes, do baixo comparativo do ano passado, período em que a crise financeira global atingia o país fortemente.

Verifique mais dados aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Créditos de Pis e Cofins – regime da não cumulatividade


Os créditos de Pis e Cofins estão sendo analisados pelo STJ para uma nova tese tributária, válidos para empresas que não apresentam comulatividade destes tributos.

Esse sistema garante às empresas o crédito das contribuições dos insumos utilizados na produção, que reduz a carga tributária das empresas.

Tal compensação, surgiu com a criação do regime da não cumulatividade – instituído pela Lei nº 10.637, de 2002 e pela Lei nº 10.833, de 2003 com a elevação das alíquotas do PIS e da Cofins, mas que em contrapartida oferece o crédito pelos insumos de produção. O objetivo foi evitar a tributação em cascata e reduzir a carga final dos empreendimentos.

Fonte: Valor Online