Destaque em Contas

Atualizações anteriores



Herdeiros podem sacar o FGTS Inativo de pessoas falecidas


Herdeiros devem procurar uma agência da Caixa para solicitar o resgate do dinheiro das contas inativas do FGTS no caso da pessoa que tem o direito já ser falecida.

A partir do próximo dia 10 desse mês de março, os brasileiros que possuem o direito já devem começar a sacar o dinheiro referente ao FGTS de contas inativas, liberados de forma extraordinária como medida de combate a crise econômica do país.

O saque de FGTS de contas inativas pode ser feito por pessoas que tenham trabalhado com carteira de trabalho registrada e que pediram demissão ou que foram demitidas por justa causa, ficando assim impossibilitadas de receberem as parcelas de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Nesse sentido, esse saldo fica retido em contas nos nomes desses trabalhadores e lhe eram devolvidos quando estes se aposentam, ou sofrem de doença grave ou ainda adquirem casa própria.

Dessa forma, quem possui o direito ao saque deve consulta o calendário do FGTS de contas inativas e verificar a data em podem realizar o saque. A Caixa Econômica Federal que é a responsável pelo pagamento de FGTS aos trabalhadores, desenvolveu o calendário de vencimentos considerando a data de aniversário dos beneficiados. Contudo, os pagamentos se encerram no dia 31 de julho de 2017.

Ainda existem muitas pessoas com dúvidas, e uma das dúvidas que tem levado as pessoas às agências da Caixa é o fato de haver pessoas que possuem esse direito e estas já serem falecidas.

Diante dessa situação em que o portador de conta inativa de FGTS já ser falecido, a Caixa recomenda que o cônjuge ou herdeiro procure uma agência da Caixa solicitando esse resgate.

Para isso será necessário a apresentação da carteira de trabalho do falecido, que é o titular da conta inativa, além de documento de identidade de quem for realizar o saque.

Contudo, se a família não possuir o documento de inventário do titular da conta, a recomendação é de que os interessados compareçam no Instituto Nacional de Seguro Social e solicitem a emissão de uma declaração que afirma não existir dependentes preferenciais.

Caso o titular da conta possua filhos de menor idade, quem for realizar o saque deve apresentar a carteira de identidade e CPF desses herdeiros, a fim de que os valores sejam repartidos e depositados em contas poupança desses menores, para quem quando atinjam a maior idade possam sacá-lo.

Por Sirlene Montes

Dinheiro



Dinheiro das Contas Inativas do FGTS – Transferência para outros bancos


Quem tem direito a receber o dinheiro das contas inativas do FGTS pode solicitar junto à Caixa, gratuitamente, a transferência eletrônica para outro banco.

A Caixa Econômica Federal anunciou na última terça-feira, dia 14 de fevereiro, mais uma medida que busca facilitar o acesso, por parte dos trabalhadores, aos recursos que estão disponíveis para saque em contas inativas do FGTS. Isso porque os beneficiados que possuírem conta corrente ou poupança em algum outro banco irão poder solicitar, gratuitamente, a transferência eletrônica do dinheiro.

Quem quiser utilizar do recurso, precisa fazer o pedido pessoalmente em um dos caixas, logo que o for liberar o seu saldo. Para valores de no máximo R$ 10 mil, a transferência é possível apenas com a apresentação da carteira de identidade. Acima do valor citado, ainda é preciso apresentar a carteira de trabalho ou comprovante de rescisão de contrato de trabalho que está vinculado à conta inativa.

A medida foi tomada por motivos de segurança, principalmente para os trabalhadores que possuem grandes valores a serem sacados. Dessa forma, evita-se que as pessoas saiam das agências com quantias gigantescas de dinheiro em espécie, chamando a atenção de assaltantes.

Quem não for correntista da Caixa Econômica ou de qualquer outro banco, bem como não possui o Cartão Cidadão, poderá sacar o seu saldo do FGTS, em espécie, diretamente em uma das agências.

Para quem preferir abrir uma conta corrente ou conta poupança na Caixa, precisa fazê-lo antecipadamente à abertura da temporada dos saques, acontecendo esse na data de 10 de março. Com isso, os recursos serão automaticamente depositados, na opção da poupança, e de forma simplificada, no caso de conta corrente.

Com isso, facilita-se todo o procedimento e o acesso ao saldo do FGTS inativo aos correntistas da Caixa. Quem possuir conta corrente no banco, tanto titular como conjunta, precisará autorizar a Caixa para a realização do depósito. Já aqueles que possuírem a poupança, esse procedimento não será necessário, pelo fato de que o depósito será feito no ato da liberação.

E quem possuir o Cartão Cidadão e tiver saldo de até R$ 3 mil para sacar, poderá realizá-lo em qualquer agência Caixa, tanto em canais parceiros do banco, como é o caso das lotéricas e dos correspondentes bancários, como de atendimento que são próprios para isso. Para quantias acima do valor citado, somente serão possíveis os saques em agências.

Quem tiver alguma dúvida sobre a medida adotada, maiores esclarecimentos poderão ser realizados por um telefone disponibilizado para isso, o 0800-726-2017. Além disso, ainda podem sanadas pelo site www.caixa.gov.br/contasinativas ou diretamente em uma agência.

Por Kellen Kunz

Bancos



Conta de energia elétrica terá redução de 18%


Aneel aprovou a redução de 18% na conta de luz da bandeira vermelha, porém, a redução real sentida pelos consumidores deverá ser de 2% já na conta do mês de setembro.

O Brasil passa por problemas de racionamento de água nos últimos anos, mas uma notícia surgiu na última sexta-feira, dia 28 de agosto, bem animadora, no qual a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou uma redução de exatamente 18% na bandeira vermelha da conta de energia elétrica.

Para que não entende muito bem, esse sistema de bandeira tem três categorias, que são:

  • A cor verde que simboliza as condições boas na geração de energia e sem nenhum acréscimo na conta;
  • A cor amarela é um nível intermediário, no qual as térmicas com CVU realizam um processo entre os R$ 200,00 e os R$ 388,48 / MWh e já causa uma preocupação;
  • E a marca vermelha, a qual representa a situação atual do País, sendo realizado um despachamento térmico com CVU bem maior onde alcança a marca de R$ 388,48 / MWh.

O que isso provoca direto no bolso do consumidor brasileiro?

Isso mostra uma redução, em média, na casa dos 2%, que já vai poder ser notado no mês de setembro, ou seja, se antes a bandeira vermelha apresentava um preço de R$ 5,50 esse valor passou para R$ 4,50 a cada 100 quilowatts/hora que são consumidos.

Isso pode, a princípio, parecer insignificante, mas em momentos de crise hídrica e financeira, cada centavo poupado consegue mudar a sua vida e também da população em geral.

Como foi que chegamos a esse tipo de redução?

A Aneel explicou que essa redução conseguiu essa marca por causa do desligamento de 21 usinas térmicas, que apresentavam um custo que tinha uma variação unitária acima de R$ 600,00/MWh. No final, isso provocou o valor do custo da geração de energia bem menor que o original e ainda faz com que a conta tenha ao mesmo tempo uma redução de consumo e uma melhora considerável com relação aos níveis dos vários reservatórios que existem espalhados pelo País.

Por um lado temos uma pequena redução se comparado aos 48% de aumento que tivemos este ano na conta, mas mesmo com todo esse bom sinal que começa a surgir, o Banco Central do Brasil alega que mesmo faltando apenas três meses para o encerramento do ano de 2015 é bem provável que tenhamos um outro aumento e, com isso, o valor total do aumento anual das contas de energia elétrica chegue a cifra de 50%. 

Por Fernanda de Godoi

Conta de luz



Bandeira vermelha na conta de luz poderá ter redução de 18%


Várias térmicas foram desligadas e, com isso, será possível reduzir o valor da tarifa da bandeira vermelha na conta de energia elétrica.

Devido ao aumento das chuvas há a possibilidade de redução de 18% da bandeira vermelha na fatura da energia elétrica. Outro motivo é a redução no consumo de energia que se deu por conta da desaceleração da economia. O cenário mais favorável fez com que algumas térmicas fossem desligadas, diminuindo os custos para a geração de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias foi instituído no início do ano e permite o repasse mensal dos consumidores de parte do custo extra que as distribuidoras têm, devido ao aumento do custo para se produzir energia. Cada uma das cores da bandeira é impressa nos boletos e sinaliza o custo da energia. Se estiver na cor verde, o custo é normal, na cor amarela será cobrado mais R$ 2,50 para cada 100 kWh e na bandeira vermelha a cobrança é de R$ 5,00 a mais para cada 100 kWh consumido.

A presidente Dilma já havia sinalizado uma possível redução na tarifa durante o evento de lançamento do Plano de Investimento em Energia Elétrica. Na ocasião, ela afirmou que o governo pretende reduzir o valor cobrado na bandeira vermelha em até 20%. O anúncio veio depois do ministro Eduardo Braga anunciar o desligamento de 21 usinas térmicas, que apresenta um maior custo de produção. Dessa forma, espera-se uma economia mensal de cerca de R$ 5,5 bilhões.

Devido à falta de chuvas, o armazenamento nas represas das hidrelétricas foi prejudicado. O que fez o governo manter operando todas as térmicas disponíveis desde o fim de 2012 e início de 2013. Como os custos são mais caros, o repasse foi feito para o consumidor comum, que viu suas contas de luz com valor cada vez mais elevado.

Outros motivos também ajudaram a aumentar os custos do setor de energia, como a redução do valor das contas em 20% em 2012. O governo apenas antecipou a renovação das concessões e pode fazer o repasse, que acabou tendo um efeito negativo, uma vez que o consumo e a demanda por energia aumentaram em pouco tempo. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Bandeira vermelha da conta de luz



Contas de luz ficarão mais altas a partir de 2 de março


As contas de luz vão subir em média 23,4% e o aumento já começa a valer a partir desta segunda-feira, dia 2 de março, pois estarão vigorando a nova revisão que foi feita de forma extraordinária pela Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Os consumidores da região Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil vão ter um aumento na conta de luz de 28,7% em média, sendo até 4,5 vezes a mais do que os consumidores das regiões Norte e Nordeste do país, onde o aumento será de 5,5% em média.

O motivo do aumento no valor da conta de luz ser maior para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, é porque para estas 3 regiões há um custo mais alto a ser coberto, por exemplo, a energia elétrica fornecida pela hidrelétrica de Itaipu foi reajustada em quase 50% este ano, sendo repassado este aumento somente aos consumidores destas 3 regiões onde o aumento será maior.

Das 63 distribuidoras de energia no país, 58 foram autorizadas pela Aneel a realizar o reajuste que será maior no estado do Rio Grande do Sul, onde os consumidores da AES Sul, cerca de 1,2 milhão de pessoas, terão um reajuste de 39,5%.

O aumento entre as maiores distribuidoras do país ficará com a Copel, que atende o Paraná, cujo reajuste foi de 36,4%. Em São Paulo, a Eletropaulo reajustou as contas em 31,9% e a CEMIG, que atende os consumidores de Minas Gerais, teve um reajuste de 28,8%.

Porém, os clientes de 4 distribuidoras não sofrerão com o reajuste na conta de luz, são eles:
CEA, que atende o Amapá, pois a empresa não pediu revisão extraordinária à Aneel; Energia, no Amazonas; Boa Vista e CERR, em Roraima que não dependem do SIN – Sistema Interligado Nacional.

E os consumidores podem esperar por mais um aumento nas contas de luz ainda neste ano de 2015, pois este aumento foi autorizado de forma extraordinária e a Aneel ainda irá autorizar um novo reajuste ordinário, que é o reajuste feito uma vez ao ano.

Atualmente, as contas estão com "bandeira vermelha" que cobra uma taxa extra de R$ 5,50 a cada 100 kWh – quilowatts-hora – de energia utilizada.

Por Russel

Energia el?trica



Endividamento das famílias aumentou em fevereiro


No final de 2014 já tínhamos claros sinais de que 2015 seria uma no muito difícil. Muitas pessoas que viram e acreditaram nestes sinais, reduziram as compras e até cancelaram viagens para começar 2015 com um pouco mais de dinheiro reservado e fizeram muito bem!

Porém, muitas famílias não seguiram por este caminho, gastaram com as compras de final de ano e ao chegarem no ano novo se depararam com uma série de aumentos, o que comprometeu o salário de muitos trabalhadores e, assim, é registrado um maior endividamento das famílias brasileiras neste mês de fevereiro.

Apesar de haver uma redução no índice de endividamento das famílias se comparado com fevereiro do ano passado, se a comparação for feita com janeiro deste ano, poderemos constatar que houve um aumento, pois em fevereiro a porcentagem de famílias endividadas era de 57,5% e este mês subiu para 57,8%.

A boa notícia é que houve uma redução no número de famílias com contas em atraso, sendo que esta redução era de 17,8% em janeiro e este mês caiu para 17,5%. A redução é pouca, mas diante da atual crise que assola o país, é uma redução bastante significativa.

Mas uma constatação se tornou motivo de preocupação, pois o número de famílias que declararam não ter condições de quitar suas dívidas em atraso mostrou um pequeno aumento, chegando a 6,4% em fevereiro. Neste mesmo período, o ano passado, a porcentagem era de 5,9%.

Tudo indica que o consumidor não se preparou para um ano novo tão difícil, mas assim que os aumentos começaram a ser anunciados, o consumidor imediatamente reduziu o consumo, sendo que para muitos, já não foi o suficiente para resolver a questão, uma vez que já haviam contraído sua dívida. Hoje o consumidor está mais cauteloso, reduzindo o consumo e atento às elevadas taxas de juros, o que contribuiu para reduzir o número de endividamentos.

E como o restante do ano não promete melhoras no cenário econômico e nem redução nos preços de um modo geral, a previsão é de que estes números não aumentem, pois a família brasileira está segurando ao máximo o consumo, justamente para não entrar em novas dívidas, o que poderá fazer com que em março, haja uma redução no número de famílias endividadas.

Por Russel

Endividamento das fam?lias

Foto: Divulgação